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Fintech oferece crédito a PMEs em até duas horas e sem burocracia

Em uma época de crise econômica, antecipar os recebíveis pode ser uma ótima solução para as pequenas e médias empresas que pretendem honrar compromissos como o pagamento do 13º salário e, ao mesmo tempo, fechar o ano no azul. E é, justamente, com esse objetivo que a TrustHub chega ao mercado no início de novembro, para oferecer crédito a PMEs em até duas horas, de maneira completamente digital e sem a burocracia dos bancos.

Sob a chancela da SRM – multinacional gestora e administradora de fundos de investimento com 20 escritórios espalhados por Brasil, Chile e Peru – a fintech aposta na tecnologia e no know-how de sua provedora para conquistar o mercado brasileiro. “A TrustHub conta com o mesmo sistema operacional da SRM, que oferta antecipação de recebíveis a clientes de médio e grande porte, com um volume de 10 mil transações diárias e mais de R$ 6 bilhões movimentados anualmente. A diferença, porém, é que oferece esse serviço digitalmente às pequenas e médias empresas”, pontua Alexandre Góes, Diretor de Meios de Pagamentos da TrustHub.

O executivo explica que o know-how de uma marca tão respeitada no setor financeiro como a SRM faz toda a diferença e que, aliado a modernos softwares de análise comportamental, garante que o serviço seja seguro, ágil e bem estruturado. “Nós operamos de maneira muito simples e eficiente: após um rápido cadastro, o cliente passa a ter uma conta de pagamento digital em nossa plataforma e logo pode solicitar a antecipação de recebíveis com o envio de duplicatas. Não há burocracia em nenhum momento do processo, outro problema enfrentado por muitos que tentam liberar crédito em bancos”, comenta.

Com os serviços da TrustHub, uma fábrica de roupas, por exemplo, que fez uma venda de R$ 50 mil com pagamentos parcelados em dez vezes, pode receber a quantia imediatamente ao fornecer a nota fiscal. “Ao antecipar o que receberiam a prazo, as empresas evitam dívidas e pagam apenas uma taxa de desconto por operação. A praticidade e o baixo risco, certamente, tornam esse serviço muito atrativo para o empresariado”, detalha Góes.

Antecipação de recebíveis no contexto econômico do país

Mesmo perante um cenário geral de contenção de crédito, a modalidade de antecipação de recebíveis por meio de desconto de duplicatas vem crescendo no Brasil: segundo dados do Banco Central, o volume movimentado pelo serviço em maio de 2017 foi de R$ 16,7 bilhões – 61,7% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

“Estamos em um momento crucial da economia, no qual o crédito é fundamental para que o Brasil possa retomar o ciclo de crescimento. Com a antecipação de recebíveis, os micro, pequenos e médios empreendedores podem conseguir crédito imediato, sem riscos, para investir em máquinas, estrutura e nas pessoas”, acrescenta o executivo. “Na contramão dos bancos, que deixaram de oferecer crédito, a TrustHub surge para garantir que as PMEs tenham o capital de giro necessário para investir no próprio negócio e, assim, colaborar com o desenvolvimento do país”, finaliza.

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Fintech oferece antecipação de recebíveis dentro de software ERP

Quem tem uma pequena ou média empresa sabe que um dos pontos mais sensíveis do negócio é o fluxo de caixa. Vende-se à prazo para os clientes, mas paga-se à vista para os fornecedores. Essa é uma realidade que faz com que muitos empreendedores tenham que recorrer a bancos e factorings para antecipar duplicatas e conseguir capital de giro para fazer o negócio funcionar. A boa notícia é que acaba de ser concluída uma parceria inédita entre uma Fintech israelense, WorkCapital, e o ERP brasileiro Omie, especializado na gestão de PMEs, que promete mudar completamente o modo como se faz essa operação.

Esse recurso de antecipação é amplamente utilizado pela empresária do ramo de móveis para escritório, Aline Silva, de Campinas. Há 15 anos na profissão, ela sempre recorreu a bancos públicos e privados, além de factorings, para antecipar recebíveis. “Vendo para meus clientes em até 10 vezes, mas tenho que pagar meus fornecedores em no máximo 30 ou 40 dias”, revela. Não fosse essa saída, provavelmente sua empresa não teria sobrevivido. Contudo, essa vantagem tem um preço, e não é baixo. “Em média, eles descontam em torno de 6% do que me antecipam”.

Além de cara, a operação também é burocrática. “Mesmo sendo correntista do banco, somos submetidos a uma série de procedimentos, que retardam o processo. O pior deles é que precisamos entregar as notas fiscais assinadas pelo cliente, para comprovar o que há para receber. O problema é que, no nosso caso, vendemos também para outros estados, ficando muito difícil recolher essas assinaturas”, se queixa. É preciso contar ainda com a boa vontade dos funcionários. “Precisamos ficar em cima deles. A análise dos documentos pode levar dois ou três dias para ser concluída. Por sermos pequenos, os bancos não nos levam muito a sério. Não temos poder de barganha. Enquanto isso, ficamos sem saber se teremos o capital ou não”.

Sua realidade começou a mudar há cerca de um mês. Cliente Omie há oito meses, assim que tomou conhecimento da parceria com a WorkCapital, a empresária resolveu testar a novidade. “O máximo que os bancos e factorings com que já trabalhei topavam me antecipar era R$ 5 mil. De cara, a Fintech já me liberou R$ 15 mil, o triplo do que tinha antes”, comemora. O atendimento diferenciado é apontado como uma das grandes vantagens. “É tudo automático dentro do sistema. Simplesmente não tenho mais o desgaste psicológico que tinha com os bancos. Não há nenhuma burocracia e, a negociação para conseguir um limite maior também é super simples. É tão bom que fiquei imaginando onde estaria a pegadinha”, brinca.

Mas, a maior vantagem está mesmo é no bolso. As taxas que ela vem pagando pela operação são, em média, a metade do que pagava a outras instituições financeiras, algo em torno de 3%. “Em apenas um mês, imagino ter feito uma economia de aproximadamente R$ 5 mil. O bom é que, conforme vamos pagando, o crédito é liberado automaticamente. Ou seja, a rotatividade desse valor é grande e simples, o que nos dá muito mais autonomia para nos concentrarmos em coisas mais importantes para o nosso negócio. Agora tenho mais tempo para a minha empresa e não preciso ser maltratada pelos bancos”, evidencia.

Para Marcelo Lombardo, CEO da Omiexperience, empresa desenvolvedora do Omie, o relato de Aline é extremamente gratificante. “Omie foi desenvolvido especialmente para as PMEs e, como acompanhamos as finanças dos nossos clientes em tempo real, junto ao contador, notamos que as altas taxas de juros do Brasil muitas vezes comprometem a saúde financeira das empresas, chegando a inviabilizar a existência de muitas. Resolvemos atuar proativamente para mudar essa situação”, lembra. A comprovação de que esse era o caminho se deu logo na semana do lançamento do serviço. Cerca de 450 empresas solicitaram a antecipação, somando R$ 53 milhões em pedidos.

Segundo Simão Neumark, único brasileiro entre os sócios da WorkCapital, a ideia é promover e ampliar o acesso ao crédito via antecipação de duplicatas com taxas mais baixas, que cabem no bolso dos pequenos empresários. “Fazemos uma análise algorítmica completa da empresa, algo nunca feito no mercado de crédito para PME. Como acompanhamos a contabilidade, o risco de inadimplência é menor, o que nos possibilita trabalhar com taxas menores que as dos bancos”, explica.

Os primeiros clientes já se demonstram plenamente satisfeitos com a novidade. Agora, a empresa planeja novas conquistas. “Os testes foram concluídos com sucesso. Nossa expectativa agora é aumentar o número de clientes que antecipam duplicatas dentro do Omie em X%. Queremos provar que é possível fazer essa operação de forma rápida, segura. Temos certeza que isso pode revolucionar o mercado, à medida que as PMEs se tornarão mais competitivas e menos dependes dos bancos, que tradicionalmente sempre privilegiaram os grandes negócios”, finaliza Lombardo.

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