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Santa Casa de Porto Alegre utiliza PACS Aurora para otimizar fluxo de trabalho

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição referência no Sul do país, diminuiu pela metade o tempo de avaliação e entrega de resultados de exames de radiologia com a adoção do sistema de arquivamento e comunicação de imagens da Pixeon, o PACS Aurora, implementado há quatro anos. Além disso, o hospital aumentou em 25% a quantidade de laudos realizados, pois o software possibilita a melhoria das filas de processos e integração de todas as etapas da realização de um exame de imagem.

“Nossa taxa de ocupação de leitos dependentes de exames de imagem obteve redução devido ao tempo de entrega do resultado dos exames”, explica Luciano Hoffmann, coordenador médico do Centro de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. “A gestão do fluxo de trabalho melhorou muito, pois o sistema oferece ferramentas simples de controle de produtividade dos médicos, listas de trabalho e organização de prioridades”, complementa.

A partir da utilização do sistema da Pixeon, que facilita a organização de prioridades, houve um aumento de cerca de 25% no número de laudos realizados por médico. “Isso refletiu no crescimento do setor como um todo, que aumentou sua produção em torno de 20% com a utilização do PACS Aurora”, explica Hoffmann. “Os exames de tomografia e ressonância magnética tiveram um acréscimo em sua realização de aproximadamente 20%”, diz o gestor, que ainda salienta que o sistema auxiliou significativamente na redução do número de exames que saíam do prazo de entrega.

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre possui estações de visualização de imagens médicas do PACS em todas as enfermarias, blocos cirúrgicos e CTIs nos sete hospitais que integram o complexo. E com o sistema da Pixeon, as informações disponíveis nos laudos dos exames conseguem chegar mais agilmente aos profissionais responsáveis por dar continuidade ao tratamento de um paciente.

“Ter a oportunidade de entregar tecnologia para gestão de imagens médicas para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição que serve como referência em todo o país por sua abrangência e relevância, é uma forma da Pixeon poder reforçar sua permanência sólida no mercado brasileiro”, ressalta André Silveira, diretor de Gestão e Concepção de Produtos da Pixeon.

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Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidades

Por André Silveira, diretor de Concepção e Gestão de Produtos da Pixeon

A administração de instituições de saúde é de complexa compreensão. Existem características tão peculiares que a organização parece não se enquadrar em um modelo de gestão. Mas, ainda assim, deve gerar lucro ou, em caso de entidades públicas, provar sua viabilidade econômica.

O termo gestão sugere a ideia de dirigir, analisar e decidir. Na área da saúde não é diferente: o gestor hospitalar precisa de dinamismo para definir e alcançar as metas organizacionais, considerando a tríade instituição, profissionais e pacientes. Desta forma, alguns dos desafios recorrentes na gestão hospitalar são tornar o trabalho mais produtivo, proporcionar ótimo ambiente para os profissionais, administrar as responsabilidades e melhorar o processo de atendimento ao paciente.

Com as incertezas da população e dos executivos diante do recuo da economia brasileira no último ano, o setor de equipamentos médico-hospitalares registrou queda de 9,9%. Por outro lado, no primeiro semestre de 2016, o mercado de saúde suplementar – planos e convênios médicos – apresentou crescimento superior a 10% se comparado ao mesmo período em 2015.

Os dados de recuo e avanço, mesmo que discretos, tornam uma gestão eficiente ainda mais necessária. Diante deste cenário, o gestor hospitalar precisa ter o negócio nas mãos, usar uma “bússola” que o possibilite identificar as informações estratégicas, táticas e operacionais.

Instituições com visão de futuro e bom gerenciamento conseguem manter suas taxas crescentes. O segredo é saber controlar gastos e suprimentos, para evitar desperdícios de materiais e a manutenção de estoques elevados. Além disso, é indispensável observar o controle de custos continuamente, revisar os níveis de performance e checar o faturamento para que todo procedimento realizado seja cobrado, evitando a glosa. Atenção a esses pontos auxilia no bom andamento dos negócios. Porém, o gestor hospitalar necessita ter todas as informações de que precisa em um HIS (Hospital Information System) muito bem estruturado.

Este sistema de gestão deve gerar indicadores que pautem a percepção dos gestores sobre eventuais ajustes no caminho e deixe-o saber como está recepção, ocupação de leitos e tempo médio de permanência do paciente, por exemplo. O HIS permite incluir controles, regras e fluxos de trabalho que reduzem os erros e diminuem a taxa de glosa em até 8%, sendo possível conhecer melhor os números da instituição para conseguir diminuir os custos e aumentar a produtividade e a qualidade do atendimento.

Esta dica pode parecer óbvia, mas não é. Os hospitais ainda investem pouco em tecnologia. No último ano, segundo dados da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), somente 6% dos investimentos do setor de saúde foram em TI, enquanto em outros mercados, como comércio e serviços, os aportes nesta área foram superiores a 7,5%. É um crescimento muito tímido, ainda mais porque os investimentos não devem ser apenas em equipamentos tecnológicos, mas também em softwares de gestão e Business Intelligence.

Os benefícios do sistema de gestão hospitalar são inúmeros: é possível, por exemplo, controlar todo o processo que permeia o atendimento aos pacientes, garantindo que estes recebam medicamento e tratamento corretos. Além disso, integra diversos setores da instituição – desde a central de autorização, assistência e atendimento até o faturamento e relacionamento com os convênios -, o que melhora a comunicação, auxilia na tomada de decisões e torna o negócio mais eficiente.

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