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A busca do Paraná para se tornar uma potência econômica

Foto: Agência de Notícias do Paraaná

Primeiro estado brasileiro a receber dois empreendimentos da rede Hard Rock, o Paraná quer alavancar o crescimento regional e aumentar as relações econômicas para atrair novos empreendimentos, gerar emprego e estabelecer o desenvolvimento sustentável das cidades.

Para abrir tantas portas, o governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, se inspira em países que souberam dar um salto qualitativo em sua economia quando entenderam e investiram em sua principal vocação. Ele cita o caso de Israel com a tecnologia e da Alemanha com a educação.

No caso do Paraná, Ratinho Júnior vê no agronegócio a maior oportunidade para materializar projetos em diferentes frentes. O Paraná, considerado o quinto Estado mais rico do País, se destaca com um dos principais produtores de proteína animal do Brasil e também na produção de grãos.

Na segunda-feira (11/11), o governador se reuniu com integrantes do Conselho Político e Social (COPS), coordenado por Heráclito Fortes, e Conselho de Economia (COE), coordenado por Roberto Macedo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para discutir as oportunidades de gestão e inovação do Paraná.

O desejo de consolidar o Paraná no fornecimento de alimentos, segundo Ratinho Júnior, passa por alguns gargalos logísticos, especialmente, na criação de condições para escoar a produção e exportar de forma mais eficiente para países, como China e Estados Unidos.

“Estamos organizando o Estado para alcançar esse posto. Já somos o maior produtor de carnes do País. No futuro, o mundo vai precisar cada vez mais de comida e o Paraná pode se destacar nesse cenário, já que ninguém produz em quantidade e em variedade como o nosso Estado”, diz.

Para tanto, há alguns projetos em discussão, como a entrada do Estado no leilão de concessões de aeroportos. Outro deles é a criação da ferrovia bioceânica, que ligará os portos de Paranaguá, no litoral do Estado, ao de Antofagasta, no Chile.

De acordo com o governador, os cálculos mostram que essa ferrovia conseguiria baratear em 40% o custo logístico de exportação para a Ásia, por exemplo.

A iniciativa de criar um banco de projetos para investir R$ 350 milhões em obras foi exaltada por Alfredo Cotait, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado (Facesp). A ideia é viabilizar e agilizar obras de reestruturação de rodovias, ferrovias e investimentos em segurança pública.

“Pensar nesse formato é inédito e pode resolver gargalos históricos. É muito importante enaltecer uma gestão pensada em longo prazo, como esse banco que vai ficar por muitos anos à disposição dos próximos governantes”, diz Cotait.

Durante a sua apresentação, o governador afirmou que também aposta no setor de turismo como uma das principais matrizes econômicas do Paraná, colocando especialmente, Foz do Iguaçu na rota turística internacional, além de promover o trânsito interno de turistas do próprio Estado com a melhoria nas rodovias.

Na opinião de Ratinho Júnior, o desenvolvimento deste setor é a forma mais barata de ampliar a geração de empregos no Paraná. A transformação dessa área passa pelo investimento em infraestrutura, comunicação, qualificação e parcerias com a iniciativa privada.

Ele cita a abertura do Hard Rock Hotel Ilha do Sol, no Norte do Paraná como exemplo de desenvolvimento regional a partir do turismo. O novo empreendimento vai criar 500 novas vagas diretas e 1,2 mil indiretas, a partir da inauguração, entre 2020 e 2021.

O economista Roberto Macedo enalteceu o ritmo de crescimento do Estado e o bom desempenho paranaense, especialmente, no setor agropecuário e industrial.

“Estamos num momento tão insólito no Brasil em que miramos nas mazelas, então nos surpreende ouvir falar de iniciativas que estão funcionando tão bem”, diz.

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Consumidor está menos pessimista, mas mantém cautela, revela índice da Associação Comercial de SP

Em outubro, o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou leve alta no mês: foram 94 pontos, ante 92 em setembro.

Mesmo ainda no campo do pessimismo (abaixo de 100 pontos), o indicador está melhor do que em igual mês de 2018, quando registrou 82 pontos num cenário de incerteza e polarização eleitoral.

A leve queda do desemprego em doze meses – de 11,9% em setembro do ano passado, para 11,8%, em setembro último, de acordo com os últimos dados do IBGE – ajudou a melhorar o indicador, de acordo com Emílio Alfieri, economista da ACSP.

A média de conhecidos fora do mercado de trabalho diminuiu de 4,7, em outubro de 2018, para 4,3, atualmente. A percepção de insegurança no emprego também saiu de 50%, na comparação anual, para 44% dos entrevistados, atualmente.

Por outro lado, a intenção de compra de médio porte, que também teve uma ligeira alta, de 25% para 27%, aponta uma ligeira melhora, mas sem muitas expectativas.

“O consumidor ficou um pouco menos pessimista quanto ao emprego, mas isso ainda não aumentou muito na intenção de compras, já que quase 50% não querem se comprometer com dívidas”, diz Alfieri.

Porém, considerando que os juros devem ter novo corte, e a liberação de parte do FGTS para 2020 será antecipada, é possível que o ânimo para a compra de móveis e eletrodomésticos aumente, já que as lojas farão promoções na Black Friday e podem alongar prazos de pagamento, destaca.

“Mas estamos no fim do ano, e qualquer expectativa melhor deve ficar para o ano que vem”, diz o economista, citando o indicador sobre melhora na situação financeira futura (em 6 meses), que vem subindo continuamente, e aumentou, de 43%, em setembro, para 46% em outubro. Há um ano, esse percentual era de 38%.

O INC da ACSP/Ipsos varia entre zero e 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 contempla o campo do pessimismo e, de 100 a 200, o do otimismo. A margem de erro é de três pontos. A pesquisa foi realizada com 1.242 entrevistados de 75 cidades brasileiras, entre os dias 18 e 25 de outubro.

Pesquisa completa:

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Everardo Maciel fala sobre reforma tributária nesta quinta-feira na Associação Comercial de SP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e entidades do setor de serviços promovem nesta quinta-feira (10/10), às 9 horas, palestra do ex-secretário da Receita Federal e consultor tributário Everardo Maciel.

Ele falará sobre a reforma tributária e o impacto da PEC 45 e da PEC 110/19 na economia, com especial enfoque no setor de serviços. Maciel também fará análise das propostas da reforma tributária em tramitação no Congresso, seguida de depoimentos de participantes que atuam em diversos segmentos. “Esperamos definir um posicionamento do setor de serviços, o mais importante da economia, que possa orientar os trabalhos dos deputados e senadores em relação ao tema”, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

A reunião terá a participação de entidades que representam setores de mão de obra responsáveis por mais da metade dos empregos do País, como segurança, construção, centrais de atendimento, contabilidade, educação, advocacia, saúde, informática e transporte.

Reforma Tributária: impacto da PEC 45 e da PEC 110/19 sobre o setor de serviços
Dia: 10/10/2019 (quinta-feira)
Horário: 9 horas ao meio-dia
Local: Rua Boa Vista, 51, 9º andar — Centro — São Paulo/SP

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‘Semana do Brasil’ é aposta de nova data comercial para aquecer o varejo em setembro

O governo federal lançou na quarta-feira (28) a Semana do Brasil, durante o congresso de varejo Latam Retail Show, realizado na capital paulista. A partir de agora, o período entre 6 e 15 de setembro entra no calendário do comércio com ações promocionais para estimular vendas em um mês habitualmente morno para o setor.

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que já discutiam possíveis ações locais para impulsionar o comércio na Capital e no interior em setembro, agora apoiam a iniciativa do governo em sinergia com mais de 40 entidades, como o IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo).

Alfredo Cotait Neto, presidente da Facesp e ACSP, afirma que ambas já orientam seus associados a participarem da Semana, que coincide com as comemorações da Independência do Brasil (7 de setembro). A ideia é que os comerciantes direcionem estratégias para oferecerem preços promocionais, descontos exclusivos e ambientação diferenciada na loja física e na virtual.

“É um esforço de vendas para reacender um pouco a economia, uma ação comercial onde os consumidores terão vantagens, e o varejo terá uma oportunidade de vender um pouco mais”, afirma o presidente. “Também é uma forma de pontuar o patriotismo, o sentido do Dia da Pátria, mas que será comemorado de uma forma mais completa”, reforça Cotait Neto, que acredita que a nova data promocional do calendário do varejo brasileiro “veio para ficar.”

Essa espécie de “Black Friday antecipada”, que será realizada nos mesmos moldes da ação promocional criada nos Estados Unidos, é uma ideia discutida há bastante tempo entre entidades varejistas. Agora, ela se concretiza num momento em que a economia precisa de estímulo, e deve ser puxada pelos saques do FGTS e a antecipação do 13º salário dos aposentados.

Assim como no período em que a Black Friday chegou ao Brasil via e-commerce no longínquo ano de 2010, e hoje virou um sucesso de vendas que cresceu 23% em 2018, faturando R$ 2,6 bilhões só na sexta-feira (dados da Ebit/Nielsen), por enquanto é difícil mensurar o quanto as vendas podem crescer na Semana do Brasil, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Afinal, apesar do estímulo para vender mais, nenhum comerciante é obrigado a aderir à ação. “É difícil saber qual seria o grau de adesão, embora haja uma expectativa de que ela seja bastante expressiva por conta das perspectivas de movimentar um mês tradicionalmente fraco e adicionar um extra no faturamento da loja”, afirma.

Mas como fazer um consumidor que ainda se mantém cauteloso e com medo de gastar abrir a carteira durante a nova semana promocional? Segundo Solimeo, há dois desafios a enfrentar: o primeiro é atrair o consumidor para a loja. Já o segundo é fazê-lo comprar na loja. Para isso, é preciso oferecer promoções muito competitivas para dar certo.

“Estamos no fim da estação, e muitos lojistas ficaram estocados porque o inverno demorou a chegar”, afirma. “Se o friozinho continuar nos próximos dias, dar bons descontos nesses itens e em outros com giro menor podem gerar resultados interessantes. Mas lembre-se: primeiro é preciso conseguir atrair o consumidor para dentro da loja.”

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Impostômetro da ACSP atinge R$ 1 trilhão amanhã às 13h20; arrecadação cresce 5,86% em um ano

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge nesta sexta-feira (24/5), às 13h20, a marca de R$ 1 trilhão, com 11 dias de antecedência em relação ao ano passado. O valor corresponde ao total de impostos, taxas, multas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano para as três esferas de governo: municipal, estadual e federal.

Há exatamente um ano (dia 24/5/2018), o painel registrou R$ 944,6 bilhões, ou seja, a arrecadação apresentou crescimento (nominal) de 5,86% de um ano para outro, explicado pela inflação do período e pela ligeira alta do PIB, segundo Marcel Solimeo, economista da ACSP.

“O Brasil cobra hoje de sua população um total de 63 tributos (impostos, taxas e contribuições). É muita coisa e o retorno disso em serviços para os cidadãos é muito tímido. Fazer uma reforma tributária é essencial para o Brasil se desenvolver e se modernizar. Num primeiro momento, o caminho tem de ser a simplificação, de maneira a diminuir a quantidade de tributos. Num segundo momento, quando a economia estiver melhor, é preciso focar na redução da carga tributária”, diz Solimeo.

Essa é a primeira vez que a marca de R$ 1 trilhão do Impostômetro é atingida no mês de maio. Para se ter uma ideia da evolução da carga tributária no Brasil ao longo dos anos, em 2010 o valor de R$ 1 trilhão foi alcançado em outubro. O painel foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis. No portal www.impostometro.com.br é possível diversas informações.

DATAS DO R$ 1 TRILHÃO

• 24/10/2010
• 03/09/2011
• 15/08/2012
• 25/07/2013
• 10/07/2014
• 29/06/2015
• 05/07/2016
• 16/06/2017
• 04/06/2018
• 24/05/2019

Relação dos 63 tributos cobrados no Brasil

Tributos Federais

1 – Contribuição à Direção de Portos e Costas (DPC)
2 – Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) – “Salário Educação”
3 – Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA)
4- Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
5- Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena Empresa (Sebrae)
6- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC)
7- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT)
8- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI)
9- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR)
10- Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI)
11- Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC)
12- Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
13- Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST)
14- Contribuição Confederativa Laboral (empregados)
15- Contribuição Confederativa Patronal (empresas)
16- Contribuição Sindical Laboral
17- Contribuição Sindical Patronal
18- Contribuição Social sobre o Faturamento (COFINS)
19- Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
20- Contribuições aos Órgãos de Fiscalização profissional (OAB, CREA, CRECI, CRC, etc)
21- Contribuições de Melhoria
22- Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST
23- Fundo Aeronáutico (FAER)
24- Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
25- Imposto de Renda (IR PF e PJ)
26- Imposto sobre a Exportação (IE)
27- Imposto sobre a Importação (II)
28- Imposto sobre a propriedade Territorial Rural (ITR)
29- Imposto sobre operações de Crédito (IOF)
30- IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
31- Contribuição Previdenciária – INSS: Empregados, Autônomos, Empresários e Patronal
32- Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL
33- Fundo Nacional da Cultura
34- Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
35 – Taxa Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM)
36 –Taxa Ambiental
37- Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
38- Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
39- Taxas CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
40- Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
41- Taxas IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente)
42- Contribuição ao Funrural
43- Taxas de Fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Lei 9.961
44- Taxa de Pesquisa Mineral DNPM (Portaria Ministerial 503/99)
45- Contribuição de 10% sobre o montante do FGTS em caso de despedida sem justa causa (Lei Complementar nº 111/2001)
46- Contribuição de 0,5% sobre o total da folha de pagamento (Lei Complementar nº 111/2001)
47 – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE: sobre Combustíveis, Royalties e Energia Elétrica.
48 – Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar (MP 235/04)

Tributos Estaduais

1- ICMS (Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços) – Estadual
2 – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) – Estadual
3 – Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) – Estadual
4 – Contribuições de Melhoria
5 – Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)

Tributos Municipais

1 – Contribuições de Melhoria
2 – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) – Municipal
3 – Imposto sobre Serviços (ISS) – Municipal
4 – Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI) – Municipal
5- Taxa de Coleta de Lixo
6- Taxa de Combate a Incêndios
7- Taxa de Conservação e Limpeza Pública
8- Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
9 – Taxa de Iluminação Pública
10- Taxa de Licenciamento e Alvará Municipal

OBS: As Contribuições de Melhoria podem ser instituídas pelas três esferas, mas trata-se de um único tributo.

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Impostômetro da Associação Comercial de SP atinge marca de R$ 1,6 trilhão neste sábado, às 21h

Às 21 horas do próximo sábado (8/9), o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) irá registrar R$ 1,6 trilhão, que é o montante pago pela população brasileira desde o primeiro dia do ano na forma de impostos, taxas e contribuições para a União, os estados e os municípios.

Em 2017, o valor foi atingido 23 dias depois (dia 2/10) na comparação com 2018. “Esse avanço da arrecadação revela que o problema das finanças públicas não está do lado da receita: está do lado dos gastos. Por isso, o consumidor ? que será eleitor nos dias 7 e 28 de outubro ? precisa acompanhar de perto a aplicação dos recursos e exigir que os governos utilizem o dinheiro para melhorar os serviços públicos”, declara Marcel Solimeo, economista da ACSP.

“Esperamos que, diante dessa marca de R$ 1,6 trilhão, os candidatos ? tanto ao Executivo quanto ao Legislativo ? vejam que não há espaço para mais elevação de imposto. E que as discussões foquem no equacionamento do gasto público e na implantação das reformas necessárias, especialmente a da Previdência”, diz Solimeo.
Por fim, ele explica que o aumento arrecadatório em 2018 reflete a recuperação da economia, mesmo que esteja fraca, e o maior faturamento com itens altamente tributáveis, como energia e veículos. “A inflação também contribuiu para o resultado, embora não esteja tão elevada”.

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PIB brasileiro deve subir 1,2% em 2018, projeta Associação Comercial de SP

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve apresentar crescimento de 1,2% em 2018 na comparação com o ano passado, segundo projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “Esse número é baixo, não recupera as fortes quedas do PIB nos últimos anos”, comenta Marcel Solimeo, economista da ACSP. Em 2017, o PIB subiu 1%. Já em 2016 e 2015 registrou quedas de 3,5%, em ambos os anos.

Solimeo pondera que há espaço para o indicador crescer mais em 2018. “Se o ambiente político melhorar e se estabilizar, a projeção para o PIB pode ser maior”.

A mediana do último relatório Focus, divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central, prevê um crescimento do PIB de 1,5%. “A nossa projeção está dentro do que o mercado acredita que vai acontecer, embora nenhum dos dois números ? 1,5% ou 1,2% ? seja satisfatório”, reforça o economista.

A projeção foi elaborada pelo Instituto de Economia da ACSP com base em índices de confiança do empresariado, Índice Nacional de Confiança (INC) do consumidor da ACSP, taxa de juros (pessoa física e jurídica), níveis de crédito (pessoa física e jurídica) e massa salarial ampliada disponível.

Há duas semanas, a ACSP divulgou sua estimativa para o desempenho do varejo brasileiro, de alta de 3,6% no volume de vendas neste ano em relação a 2017.

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Mackenzie e Associação Comercial de SP farão raio-x inédito de cada polo varejista da capital paulista

A Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) firmaram parceria para traçar um raio-x inédito de cada polo econômico de rua da capital paulista (comércio e serviços) para que funcionem melhor tanto para o comerciante quanto para o consumidor.

Serão levantadas as necessidades urbanísticas e econômicas de cada polo, como: acesso a transporte, calçada, estacionamento de carro e bicicleta, arborização, acessibilidade, mobiliário adequado (bancos, lixeiras). Do ponto de vista econômico, o estudo levantará número de lojas, ramos, faturamento, perfil do consumidor e do polo (se é uma rua ou um núcleo, por exemplo).

Desta forma, o mapeamento ajudará a nortear políticas públicas de criação de emprego e renda, a elaborar e implantar leis adequadas e criar um novo desenho urbano. A ideia é melhorar a qualidade dos espaços públicos e facilitar o acesso dos cidadãos aos pontos comerciais. Já o empresário que pretende abrir ou expandir um negócio terá informação para escolher o melhor ponto comercial e o público que quer atingir.

Mackenzie e ACSP irão trocar informações, dados, reflexões, mapeamentos georreferenciados e insumos que contribuam para a intervenção urbana em áreas de polos comerciais. A primeira etapa do mapeamento irá detalhar características de três deles, do ponto de vista econômico e urbanístico.

A assinatura do termo de cooperação que oficializa a parceria foi realizada na última quarta-feira (20/6) por Benedito Guimarães Aguiar Neto, reitor da Universidade Mackenzie e Alencar Burti, presidente da ACSP. Segundo o reitor da UPM, o projeto “é um reconhecimento do fruto de um trabalho realizado há muito tempo e reflexo do compromisso com a educação que vem desde as nossas origens e ao longo desses anos”. Burti ressalta que a união com o Mackenzie, que tem mais de um século de experiência, “vai ajudar a melhorar problemas estruturais do município e dar uma imensa contribuição para a sociedade. O projeto abre um precedente para parcerias futuras”.

José Inácio Ramos, presidente do Instituto Presbiteriano Mackenzie, frisou que a experiência das duas entidades é garantia de sucesso da parceria. “A história do Mackenzie se confunde com a história de São Paulo. Estamos aqui desde 1870 e desde 1902 em Higienópolis, sempre em busca do que acreditamos. Temos certeza de que essa será mais uma parceria de uma série de bons projetos com essa classe tão elogiada que é a Associação Comercial de São Paulo. Vamos identificar os pequenos varejistas, que fazem a história dessa grande São Paulo”.

O superintendente institucional da ACSP, Marcel Solimeo, ressaltou a importância da aproximação entre as áreas empresarial e acadêmica na busca de informações e soluções para o desenvolvimento do varejo e da economia. “O Mackenzie tem longa tradição no campo dos estudos e do urbanismo e a ACSP tem uma história de mais de 100 anos de apoio ao empreendedorismo e ao comércio. Vamos unir os dados acadêmicos do Mackenzie com a prática dos empresários da ACSP”.

Para Antonio Carlos Pela, vice-presidente da ACSP e coordenador do Conselho de Política Urbana da Associação, a finalidade é reconhecer os polos varejistas trazendo oportunidade, experiência e instrumentos frente aos desafios urbanos. “Buscamos estar sempre atualizados para informar os associados e dar oportunidade de conhecerem melhor a cidade para desenvolver suas atividades da melhor forma possível”.

Valter Caldana, coordenador do Laboratório de Projetos e Políticas Públicas da Faculdade Presbiteriana Mackenzie e membro do CPU, disse que o projeto vai “investigar os polos para que funcionem melhor, sejam acessíveis e eficientes, para que se gaste menos, do ponto de vista do comerciante, e para que tenha facilidade de acesso para o consumidor aos polos, que são descentralizados e capilares. É uma forma de cuidar do pequeno comerciante e ao mesmo tempo qualificar a logística”.

O presidente do Fundo Mackenzie de Pesquisa, Milton Flávio Moura, disse que a parceria enaltece a qualidade da informação e a força que a ACSP tem. “É uma história muito bonita e que teve início com o seu banco de dados. E o Mackenzie também tem tradição e é reconhecido pela qualidade dos seus trabalhos e inovações. Uma delas é o Mack Pesquisa, que está olhando com carinho para esse projeto com a ACSP, para desenvolvermos um trabalho junto ao mercado varejista de SP”.

A parceria nasce de um projeto de fomento à pesquisa denominado “Conhecendo os polos varejistas das ruas de São Paulo. Oportunidade, experiência e instrumento frente aos desafios urbanos da cidade contemporânea”, alocado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) do Mackenzie.

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Decisão do Copom foi adequada, diz Associação Comercial de SP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) apoia a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de cortar a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual.

“É um corte adequado, considerando que a inflação segue baixa, o que abre espaço para a Selic cair mais”, comenta Marcel Solimeo, superintendente institucional da ACSP.
Ele ressalta que juros menores beneficiam as duas pontas do mercado. “De um lado, as empresas arcam com custos menores de financiamento, podendo investir mais e contratar mão de obra. Do outro lado, com juros menores, o trabalhador consome mais e tem mais oportunidades de emprego”.

“O nível de atividade econômica está relativamente fraco e o desemprego ainda é muito elevado. É preciso alavancar esses dois componentes da macroeconomia”, finaliza Solimeo.

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Pela primeira vez, Impostômetro da ACSP registra R$ 2,1 trilhões; marca será alcançada amanhã, às 8h

Nesta quinta-feira (21/12), por volta das 8 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) baterá um recorde e chegará à marca de R$ 2,1 trilhões. O valor projetado abarca todos os tributos (impostos, taxas e contribuições) pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano para a União, os estados e os municípios.

Para 31/12/17, a estimativa da ACSP é de que o painel alcance valor próximo de R$ 2,170 trilhões, o que representa elevação de 8,4% em relação à arrecadação total de 2016 (em 31/12/16, o painel marcou R$ 2,004 trilhões). Os números informados pelo Impostômetro são nominais (sem descontar a inflação). “O que mais contribuiu para esse aumento de um ano para o outro foi a retomada da atividade econômica, principalmente do setor industrial, que, quando está em expansão, recolhe mais tributos”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele aponta outros dois fatores para o resultado de 2017: a elevação de alíquotas no primeiro semestre deste ano e a inflação. “Quando os produtos e serviços ficam mais caros, o valor arrecadado em imposto também cresce. Mesmo com recuos em 2017, a inflação ainda está em patamar elevado. A mordida maior do Leão afasta a necessidade de aumentos ou recriação de impostos e reforça a urgência de se administrar melhor os gastos ”, finaliza Burti.

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Vendas da Black Friday devem crescer 15% puxadas por eletroeletrônicos, diz presidente da ACSP

Faltam 30 dias para a Black Friday e a expectativa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) é de que as vendas para esta data cresçam 15% em relação às do ano passado. Todavia, de acordo com o presidente da ACSP, Alencar Burti, embora a Black Friday se incorpore cada vez mais ao varejo físico, ela ainda é uma data ligada ao comércio on-line.

“O varejo como um todo não terá esse desempenho de 15%, porque a Black Friday ainda é muita restrita à internet e a alguns segmentos do mercado, como o de eletroeletrônicos”, observa Burti, que também é presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

“Ano passado, vimos lojas físicas aderindo à Black Friday, fazendo promoções não só na sexta, mas ao longo de toda a semana. Isso deve se repetir. Mas ressalto que não deve se espalhar para todo o comércio. Em supermercados, por exemplo, não tem Black Friday. O consumidor não vai deixar de comer hoje para fazer isso depois por causa de um desconto melhor”, detalha Burti.

Ele comenta ainda que, como tem acontecido nos últimos anos, a Black Friday deverá retirar vendas do Natal, uma vez que os consumidores devem aproveitar os grandes descontos para adiantar as compras de fim de ano. Não à toa, diz ele, tem havido um movimento para antecipar a realização da Black Friday, movimento esse, contudo, que não deve se consolidar.

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Na ACSP, presidente do BNDES anuncia foco em MPEs e programa que vai liberar crédito em 7 segundos

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, fez palestra hoje na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista. Ele falou durante sessão plenária da ACSP em conjunto com reunião do Conselho Político e Social (COPS) da entidade.

“Estou aqui hoje para fazermos o que deve ser, na realidade, um diálogo entre as várias coordenadorias de economia e política que aqui se reúnem”, disse Rabello. Ele focou sua apresentação em medidas de incentivo para as micro e pequenas empresas, lembrando que grande parte dos projetos que o BNDES pretende implementar já está fincada no passado, como o Programa de Financiamento às Pequenas e Médias Empresas (Fipeme), o Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico (Funtec) e o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas (Finep), criados na década de 1960. “Quanto mais nós temos boas ideias, descobrimos que elas são excelentes, mas não são novas”, frisou.

Rabello mostrou e analisou a evolução dos desembolsos do BNDES de 2001 a 2016 e a dinâmica das carteiras de crédito entre bancos públicos e privados de janeiro de 2011 a maio de 2017. Para ele, a desaceleração econômica brasileira é puxada pela retração do investimento, pelo baixo índice de confiança da indústria e pela elevada ociosidade. O presidente do BNDES também lembrou que, a partir do final de 2016, o crédito a pessoa jurídica sofreu forte contração e que a queda das carteiras PJs é generalizada.

“Nós temos que ter um pacto em favor de uma gestão pelos próximos quatro anos, que seja digna da comemoração que faremos em 7 de setembro de 2021 e seja um novo grito do Ipiranga”, afirmou.

Giro Pré-Aprovado

Ele adiantou que, no dia 25/8, o BNDES vai lançar o programa Giro Pré-Aprovado, linha de crédito facilitada para capital de giro. Micro, pequenas e médias empresas obterão o crédito com base no cadastro que já têm no BNDES, sem precisar esperar que o banco particular ou público envie uma cópia do cadastro à instituição de fomento. Segundo Rabello, o empreendedor vai saber em até sete segundos se foi contemplado pelo empréstimo do novo programa.
Cinema

O cineasta Bruno Barreto participou da reunião. Com financiamento do BNDES, ele está produzindo um filme sobre expedição de Candido Rondon e Theodore Roosevelt na Amazônia. “São Paulo é hoje o principal centro produtor de audiovisual do País. É a capital cultural do Brasil e não mais o Rio de Janeiro. Apesar da crise, o nosso setor ? produção de séries para TV e outros ? está a pleno emprego por causa da Amazon e da Netflix”, declarou. Ele atentou para a necessidade de regulação no setor a partir da prática. “Eu, como membro do Conselho Superior de Cinema, estou lutando em Brasília para que essa febre regulatória não afugente a Netflix, a Amazon e outras plataformas”.

Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae Nacional, criticou o cenário atual de crédito para as micro e pequenas empresas. “O crédito não chega na ponta porque os canais estão obliterados. Essa é a nossa discussão dentro do BNDES, pois 83% do universo de pequenas empresas não têm acesso ao sistema bancário e se viram de forma alternativa”.

Ele lembrou que as MPEs representam 98% do universo de empresas no Brasil e que o Microempreendedor Individual (MEI) é “o maior fenômeno de inclusão econômica e social do mundo na atualidade”.

“Estou muito satisfeito em ter aqui conosco uma pessoa que vai contribuir para sairmos desse estado que não nos alegra. Também é preciso que cada um de nós, brasileiros, assumamos a nossa parcela de responsabilidade com o País”, disse Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Participaram do evento Jorge Bornhausen, coordenador do COPS/ACSP; Alfredo Cotait, vice-presidente da entidade; Roberto Macedo, coordenador do Conselho de Economia da Associação; Robert Schoueri, membro do Conselho Superior da ACSP. Uma turma de estudantes do curso de administração da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) também acompanhou o evento, além de empresários, integrantes do COPS e dirigentes da ACSP.

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Manifesto Reformar para Mudar

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Entidades divulgam manifesto pró-reformas para garantir o futuro do País.

Instituições representativas da indústria, comércio e serviços, segmentos que respondem por parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e pela geração de milhões de empregos, publicam hoje (12/4) manifesto conjunto em defesa de medidas que consideram primordiais para o crescimento sustentado do País. E a Associação Comercial de São Paulo(ACSP) participa e apoia.
Dentre elas estão as reformas previdenciária e trabalhista, apontadas como inadiáveis.

“O Brasil precisa retomar o crescimento e aumentar a competitividade para melhorar as condições de vida de sua população. E a competitividade só virá com a elevação da produtividade, que é um dos benefícios que as reformas trarão para o País”, afirma Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

A SEGUIR, LEIA A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO:

Sem a adoção de medidas concretas, o futuro das próximas gerações estará comprometido.
A sociedade defende mudanças. Quer a afirmação de valores éticos (na política, nos negócios, na vida). Quer a modernização de regras e modelos; eliminar engessamentos; ter perspectivas; fluir; prosperar.
Para o desencadeamento dessas mudanças, dois caminhos que começam a ser trilhados merecem nosso decidido apoio.
A reforma da Previdência é um deles. A população envelhece. A taxa de natalidade cai. Pura aritmética: se nada for feito, em breve nossos filhos e netos não terão direito a qualquer benefício.
O outro é o da modernização da legislação trabalhista. A relação capital/trabalho amadureceu, evoluiu. Os empregados de hoje sabem se organizar, dialogar e negociar com seus empregadores.
Para respeitar essa capacidade, ao invés de subestimá-la, é preciso atualizar a velha CLT; adaptá-la à realidade; romper paradigmas; garantir segurança jurídica ao acordado. E, assim, ampliar a oferta de empregos para nós, nossos filhos e netos.
Como entidades representativas da indústria, comércio e serviços, apoiamos a realização dessas reformas.
Elas representam o início do processo de restauração do Brasil, abrindo espaço para que os próximos governos não temam fazer o que é necessário. Abandonem o populismo e assumam a responsabilidade de cuidar deste País, protegendo seus habitantes.
Basta de adiar o indispensável; de negar o inadiável.
Só com desenvolvimento econômico e criação de empregos teremos a redução da pobreza e os avanços sociais que tanto desejamos.
Coragem, brasileiros. O melhor está por vir!
Porque esta Nação merece (e pode) ser grande.

CONHEÇA AS INSTITUIÇÕES QUE FAZEM PARTE DESTA INICIATIVA:

Aabic – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo
Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança
Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias
Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers
ACSP – Associação Comercial de São Paulo
ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil
ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil
Aelo – Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano
Alshop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping
Apeop – Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas
AsBea – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura
CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção
Cofeci-Creci – Conselho Federal dos Corretores de Imóveis
DECONCIC – FIESP – DEPARTAMENTO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO DA FIESP
Facesp – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo
Fecomercio – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo
Fiabci-Brasil – Federação Internacional Imobiliária
IE – Instituto de Engenharia
Sciesp – Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo
Secovi-SP – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo
SindusCon-SP – Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo
Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

Fonte: Associação Comercial de São Paulo

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Impostômetro registra R$ 500 bilhões nove dias antes que em 2016

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Meio trilhão de reais! Esse é o valor total pago pelos brasileiros em impostos, taxas e contribuições só em 2017. A marca de R$ 500 bilhões exibida pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) nesta segunda-feira (20), por volta das 6h50, abrange o montante nominal de tributos – ou seja, sem descontar a inflação.

Em relação ao ano passado, o valor foi alcançado nove dias antes (o painel registrou R$ 500 bilhões dia 29/03/2016).

Para o presidente da ACSP e da Federação da Associação Comercial de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, esse aumento arrecadatório de um ano para outro é um incentivo para que o governo federal descarte elevação ou criação de impostos. “Esse crescimento é sinal de que a recessão perde força e a economia começa a reagir. O controle de gastos e as reformas ajudarão a sanear as contas públicas nos próximos anos. Por isso, vemos como desnecessário qualquer aumento tributário, visto que isso retardaria a retomada da economia”, declara Burti.

No portal do Impostômetro é possível visualizar, por exemplo, curiosidades e valores arrecadados por período, estado e município. O painel foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos melhores. Está localizado na sede da Associação, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista.

Fonte: Associação Comercial de São Paulo

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Impostômetro da Associação Comercial de SP chega a R$ 1,6 trilhão na segunda-feira (24/10) às 8 horas

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registra, às 8 horas de segunda-feira (24/10), a marca de R$ 1,6 trilhão. O valor representa o total de impostos, taxas e contribuições pagos pela população brasileira desde o começo do ano.

Em 2015, esse montante foi arrecadado dia 19 de outubro. “Esse atraso de cinco dias em relação ao ano passado é consequência do ritmo mais fraco da economia. Mesmo assim, o peso da tributação para as empresas e para os consumidores continua o mesmo”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar os valores arrecadados em cada estado e em cada município brasileiros. Também está disponível a arrecadação por categoria, como produção, circulação, renda e propriedade.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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“Foi acertado, mas que seja realmente o início de um ciclo de redução dos juros”, diz presidente da ACSP

Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), comenta sobre a decisão de hoje, do Banco Central, de diminuir em 0,25% a taxa básica de juros.

“A decisão de reduzir a taxa Selic foi acertada, pois, além da continuidade da crise econômica, a inflação já está mostrando claros sinais de desaceleração, num contexto em que o ajuste fiscal avança por um bom caminho. Esperamos que seja realmente o início de um ciclo de redução dos juros, que ainda se encontram em patamar elevado”, avalia Burti.

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E-commerce deve crescer 9% em 2016, diz Pedro Guasti, CEO da Ebit, em fórum da Associação Comercial de SP

Dois dos maiores especialistas brasileiros em varejo, Pedro Guasti e Nelson Barrizzelli, participaram da abertura do Fórum Empreendedor – FE4 ontem na Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Guasti preside a Ebit, empresa do grupo Buscapé que faz pesquisas com usuários do meio online, e o conselho de e-commerce da Fecomercio. Também integra o grupo de investidores Harvard Business Angels.

Já o economista e consultor Barrizzelli é professor aposentado da FEA-USP, coordenador de projetos da FIA, sócio da AGC (Consultoria Especializada de Aceleração de Lucratividade) e membro de conselhos de administração.

Crescer na crise

Sobre comércio eletrônico, Guasti destacou que o segmento tem muito a aumentar e, mesmo que afetado pela crise, terá crescimento neste ano. “A nossa crise é crescer 9% em 2016”, frisou, comparando com anos anteriores, quando o mercado sempre expandiu na casa dos dois dígitos.

Segundo pesquisa da Ebit, 37% dos consumidores pretendem comprar no varejo físico. No eletrônico, o percentual sobe para 86%. “A crise torna as pessoas mais críticas e há uma migração para o online, sobretudo em compras de valor agregado mais alto”, afirmou o CEO da empresa, reforçando que essa é uma grande oportunidade para o setor.

Guasti afirmou, porém, que foi identificado um enfraquecimento na intenção de compra da classe C, em decorrência da piora de fatores macroeconômicos: desemprego, queda do salário, inflação alta, indisponibilidade de crédito e juros elevados. “Se quando um desses fatores cai já é complicado, imagina quando todos caem”.

Resistência

Barrizzelli afirmou que muitas empresas costumam apontar o agravamento da conjuntura como causa de seus fracassos e se esquecem de olhar para dentro. Ele disse que, em toda sua trajetória como consultor empresarial, jamais houve um caso em que a razão do problema não estivesse dentro dos negócios, que não conseguem adaptar suas gestões às necessidades externas. “A resposta está dentro de cada empresa. Isso se chama gestão. Não existe situação boa ou ruim que possam interferir em empresas que tenham uma boa gestão”.

O palestrante citou os casos das Lojas Cem e da Via Varejo. Em 2015, enquanto a primeira – bem menor – faturou R$ 3,4 bilhões e teve lucro líquido de R$ 74 milhões, a segunda faturou R$ 20 bilhões, mas teve perdas de R$ 55 milhões. “Ora, um gigante como a Via Varejo, teoricamente, teria muito mais condições de negociar e vender mais barato, condições de ter uma estrutura profissionalizada muito mais forte e mais conhecimento de mercado. Mas as Lojas Cem trabalham independentemente dos problemas que cercam a empresa. Na verdade, eles estão focados no seu negócio, sabem exatamente o que fazer”, analisou Barrizzelli. “O que a crise fez com Lojas Cem? Nada. Absolutamente, nada”.

O FE4

O Fórum de Empreendedores também será realizado nos dias 11, 13, 18 e 20 de outubro. Reúne grandes nomes do mundo empresarial para propor soluções práticas para a crise. É dividido em quatro módulos: marketing e vendas, legislação, tecnologia e finanças e investimentos. Os encontros ocorrem na sede da ACSP, no centro da capital paulista. Ainda dá tempo de fazer inscrições para os módulos, por meio do site www.fe4.com.br, onde também está disponível a programação completa.

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Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo chega à marca de R$ 1 trilhão nesta terça às 13h30

Pela 1ª vez, valor é registrado com atraso sobre o ano anterior: em 2015, valor foi alcançado dia 29 de junho

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge, nesta terça-feira (5/7), às 13h30, a impressionante marca de R$ 1 trilhão. O valor abrange o total de impostos, taxas e contribuições pagas pela população brasileira nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal) desde 1º de janeiro de 2016.

Em 2015, o Impostômetro registrou esse mesmo montante seis dias antes, em 29 de junho. A demora em 2016 representa uma efetiva queda na arrecadação, decorrente da crise que atinge o País e enfraquece a atividade econômica.

Mesmo com esse enfraquecimento, o painel chega ao vultoso valor de R$ 1 trilhão em função do avanço da inflação: com preços mais altos, o consumidor desembolsa, também, maiores valores em impostos, já que esses são calculados sobre o preço final das mercadorias e serviços.

O atraso no registro de R$ 1 trilhão é inédito – até então, as marcas foram alcançadas antes do que no ano anterior, mostrando que o painel girava mais rapidamente. A primeira vez que o Impostômetro chegou a R$ 1 trilhão foi no dia 18 de dezembro de 2007 – o painel foi implantado em 2005.

“O atual governo precisa focar no controle dos gastos de médio prazo e deixar a economia se recuperar. Embora o PIB não vá crescer neste ano, já há fortes indícios de que o segundo semestre será melhor para todos os setores da atividade econômica”, diz o presidente da ACSP, Alencar Burti.

“Defendemos que não deve haver aumento de impostos, porque isso só pioraria a situação. Apesar dos aumentos realizados pela administração anterior, vimos que a arrecadação não melhorou em nada. Ou seja, não surtiu nenhum efeito nos cofres do governo. E a carga tributária já está no limite”, reforça Burti, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

O painel

O Impostômetro foi concebido pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram seus próprios painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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