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Accenture Bravers Awards reconhece empresas com negócios disruptivos e impacto social no País

Empresas dedicadas a desenvolver serviços e soluções com potencial de transformar os setores de saúde, educação, social e finanças no País terão até 18 de novembro para se inscrever no Accenture Bravers Awards, iniciativa organizada pela Accenture em parceria com a HSM. Com transmissão online e ao vivo, a premiação será realizada em 3 de dezembro de 2020, durante o encerramento da HSM Expo Now.

Uma banca examinadora formada por patronos e mais de 20 especialistas avaliará as iniciativas capazes de melhorar a realidade de milhares de brasileiros.

“Ao reconhecer a bravura e a responsabilidade das organizações, em época de intensa volatilidade do mercado, o Accenture Bravers Awards valoriza o talento brasileiro, cria oportunidades de networking únicas e demonstra como tecnologia e criatividade são os insumos para redesenhar nossa realidade, seja no trabalho ou na sociedade”, enfatiza Vinícius Fontes, líder da Accenture Ventures no Brasil.

“As empresas vencedoras do Accenture Bravers Awards reforçarão seu papel de líderes em suas indústrias, demonstrando a capacidade de antecipar tendências, unindo tecnologia e engenhosidade humana”, explica Reynaldo Gama, CEO da HSM – plataforma de educação corporativa líder no país.

A entrega dos prêmios será realizada pelos patronos, em conjunto com o CEO da Accenture para Brasil e América Latina, Leonardo Framil, e Reynaldo Gama, CEO da HSM. Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, será a co-host. Confira abaixo os detalhes da premiação e acompanhe as notícias e próximas etapas do concurso no site http://accenture.hsm.com.br/ .

Accenture Bravers Awards

Inscrições (até 18/nov): http://accenture.hsm.com.br/

Agenda

• 21/out a 18/nov: período de inscrições;

• 18/nov a 20/nov: seleção das 10 melhores empresas por categoria;

• 23/nov a 27/nov: seleção das três empresas premiadas;

• 3/dez: cerimônia de premiação no encerramento da HSM Expo Now.

Categorias

• Saúde: empresas que ampliam o acesso à informação, ao cuidado e à prevenção e/ou viabilizam a inclusão no sistema, em complemento aos serviços públicos de saúde;

• Educação: organizações que promovem e ampliam a educação de qualidade, preparando o cidadão para o mercado;

• Financeiro: empresas que estimulam o bem-estar financeiro por meio de soluções que permitem inclusão e educação financeira, bancarização, acesso ao crédito ou microcrédito e planejamento financeiro (individual, familiar e/ ou comunitário);

• Social: organizações que ajudam a diminuir a desigualdade por meio de soluções que suportam a geração de renda, empreendedorismo e ações que fomentam a empregabilidade.

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Provedores de serviços financeiros investiram 110 bilhões de dólares no combate a lavagem de dinheiro, mostra estudo da Accenture

As empresas do setor financeiro conhecem bem a luta contra o crime financeiro. Estudo da Accenture indica que provedores de serviços financeiros investiram 110 bilhões de dólares em um ano em esforços de combate à lavagem de dinheiro (AML) e no atendimento aos requisitos de AML.

Para essas empresas, a construção de uma abordagem de conformidade para crimes financeiros que usa as tecnologias da nova era – incluindo inteligência artificial (IA) e automação cognitiva – é uma forma de melhorar o investimento no combate ao crime.

Uma instituição global usou recursos de Machine Learning (ML), Natural Language Processing (NLP) e outras formas de automação inteligente para reformular suas funções de KYC (Know Your Customer – traduzido como “conheça seu cliente”). Entre os ganhos, foi registrada uma queda de 80% no tempo de integração de clientes comerciais. Outro banco de atuação global notou uma queda de 20% no volume de alertas sem impacto no apetite de seus clientes por risco.2

Os dados comprovam que a automação inteligente pode fazer a diferença nos negócios e que uma abordagem de conformidade de crimes financeiros combinada ao uso da automação inteligente pode resultar em benefícios como investigações de maior qualidade, menos falso positivos, menores custos operacionais e maior eficiência geral.

A Accenture teve acesso a inúmeros casos de sucesso nas seguintes áreas:

• Integração e atualização KYC

• Identificação de sanções e monitoramento de transações

• Investigação de sanções e monitoramento de transações

Conheça seu cliente (KYC)

Começando pelo KYC, o estudo da Accenture comprova que as empresas do setor financeiro podem se beneficiar da conformidade de crimes financeiros combinados à automação inteligente. A tecnologia certa pode resultar no aumento de eficácia em todas as etapas do processo KYC, desde a integração do cliente até a fase de due dilligence.

O estudo traz mais informações sobre como a automação inteligente pode melhorar as funções KYC:

• Integração de clientes – A integração das ações de gestão de relacionamento com clientes e de gestão do ciclo de vida do cliente cria eficiências operacionais que aperfeiçoam a criação de casos KYC.

• Análise de classificação de risco do cliente – A PNL ajuda as equipes a identificar a entidade de triagem; enquanto a resolução de correferência confirma o referenciamento da entidade. A rotulagem de funções semânticas ajuda a identificar suspeitos.

• ML para detectar atividades suspeitas – A automação inteligente ajuda a identificar padrões emergentes de lavagem de dinheiro, oferecendo uma melhor visão do que é uma atividade suspeita ou não.

• Auto-fechamento e alerta de hibernação – Alguns alertas de risco baixo a médio podem ser fechados ou colocados em modo hibernação automaticamente. Se as atividades de um cliente acionarem um alerta, ele poderá ser categorizado como sendo de alto risco.

Investigação eficiente de alertas:

A investigação de alertas e monitoramento de transações tradicionais envolve uma revisão inicial para descontar alertas falso positivos. Se necessário, isso pode ser seguido por uma revisão detalhada do cliente, com o encaminhamento do caso para revisão adicional com a apresentação de um Relatório de Atividades Suspeitas ao regulador.

Nesse ponto, segundo o estudo, a automação pode ajudar com:

• Processamento de dados para criação de cases: Essa abordagem pode simplificar a captura de dados para a criação de cases. Os dados coletados podem ser categorizados e apresentados em formato visual (por exemplo, identificando transações discrepantes) e de forma automatizada para ajudar no processo de investigação.

• Análise de mídia: Técnicas de PNL, como reconhecimento de entidade nomeada, resolução de correferência, extração de relacionamento e rotulação de função semântica, podem identificar entidades e possíveis suspeitos. Esse tipo de abordagem, combinado a ferramentas e sistemas inteligentes, pode identificar padrões novos e alimentar modelos com essas informações, ajudando os investigadores a tomarem decisões melhores.

• ML para tomada de decisão: Embora as decisões finais envolvam julgamento humano, os algoritmos de ML podem revisar a atividade acionada para automatizar aspectos do processo de tomada de decisão, construindo modelos estatísticos que incorporam dados coletados e calculam a probabilidade de disposição das transações alertadas, seja para fechamento ou progressão.

• Natural Language Generation (NLG) para geração de narrativas: Para transações não relatadas (a maioria das transações), a NLG pode gerar uma narrativa de caso convertendo dados em breves resumos de caso. Esse é um dos aspectos mais desafiadores de todo o processo de investigação. É fundamental que as instituições financeiras se concentrem em segmentos de alerta que podem ser efetivamente processados por meio da NLG.

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Accenture levará o “acesso às novas gerações” à Futurecom 2019

As novas gerações estão demandando cada vez mais a atenção das empresas para as suas necessidades. Com isso, as companhias precisam se antecipar e assumir a vanguarda do mercado, atualizando sua relação com a sociedade. A Accenture ꟷ com atuação e oferta de soluções em estratégias de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações ꟷ levará à Futurecom 2019, de 28 a 31 de outubro, o conceito Access the New Generations, em que apresentará soluções desenvolvidas para o setor de telecomunicações e mídia.

O espaço da Accenture no evento demonstrará experiências para a indústria, como o Content Intelligence, solução que examina a internet para extrair o conteúdo de determinada marca e avaliar o nível de conformidade com suas diretrizes. Ele monitora a identidade da marca nos canais e identifica lacunas que podem levar a um impacto negativo nas vendas.

Além das demonstrações, a Accenture levará um time de especialistas para palestras como a de Jefferson Wang – Co-líder global de 5G da Accenture , sobre a transformação tecnológica no setor de telecomunicações, apresentando as oportunidades da era digital e seus impactos sobre as estratégias e modelos de negócios na indústria. A lista completa de palestrantes e descrições dos temas está disponível no endereço: http://bit.ly/32xiw88

Confira a grade de demonstrações e palestras da Accenture na Futurecom 2019:

Sounding Off – Nesta demonstração, o usuário terá uma oportunidade exclusiva de personalizar a voz da sua marca com um misturador interativo de traços de personalidade, criando uma identidade sonora que adicionará uma nova dimensão ao envolvimento do cliente com canais de atendimento eletrônico.

AI-Drive Design – Reunir os avanços da inteligência artificial, neurociência e ciência do comportamento capacita os designers para trazer a ciência à arte do design. O usuário terá a oportunidade de criar um anúncio gráfico usando um editor simples de arrastar e soltar, com o auxílio de inteligência artificial generativa.

Adaptive Media + Econtent Intelligente Solution – Permite produzir instantaneamente um vídeo personalizado com base nos dados em tempo real, acionar ou inserir conteúdo no conteúdo programaticamente, criando um nível próximo de conversa personalizada com o cliente.

ADCC – Uma plataforma de comunicação que unifica e aprimora a experiência de comunicação do cliente. O ADCC é multicanal e pode integrar diferentes áreas e processos de uma empresa, reunindo todos os dados comerciais relevantes e transformando-os em informações inteligentes que podem ser compartilhadas em vários canais de comunicação.

Assistente Virtual Cognitivo – A solução simula um atendente de call center por meio da utilização de Inteligência Artificial e NLP. Essas tecnologias permitem que o cliente fale naturalmente com o assistente para solicitar a resolução de problemas, como emissão de segunda via de conta e agendamento de visita técnica, entre outras ações, sem necessidade de interferência de um atendente humano.

Modelo de Atribuição – Tem como objetivo entender o real impacto de cada canal de mídia nos resultados de negócio. A solução usa uma abordagem Data-Driven e mensura o impacto de todos os canais de mídia durante a jornada de compra de cada cliente, ao invés de atribuir o resultado apenas ao “last click”.

Cyber Security – Com o simulador certificado pelo Ministério da Defesa, é possível criar uma réplica virtual de toda a infraestrutura de uma empresa e, a partir disso, testar todos os cenários possíveis de ataques, bem como treinar e formar especialistas em defesa cibernética.

Memory Lane – Permite uma conversa convidando alguém que está sozinho para contar a história de sua vida – uma história que talvez nunca tenha sido contada. Depois de capturar todo o discurso, a discussão é convertida instantaneamente em um livro físico e em um podcast. Simplesmente, Memory Lane co-escreve uma história de humanos e máquinas que pode ser compartilhada pelos participantes com as gerações futuras. A tecnologia vem sendo utilizada com sucesso para auxiliar o tratamento de idosos vítimas de isolamento social na Suécia, ajudando na prevenção de depressão e Alzheimer.

Palestras:

Segurança Cibernética em uma Sociedade Hiperconectada e a Gestão de Riscos

Dia: Terça-feira, 29 de outubro

Horário: 9h30 – 10h40

Palestrante: André Fleury – Líder da Prática de Security Latam

Gestão de Tomada de Decisões Estruturada em BigData&Analytics nas Organizações Inovadoras

Dia: Terça-feira, 29 de outubro

Horário: 9h30 – 10h40

Palestrante: Robson Sano – líder de Applied Intelligence e líder da prática de Customer Analytics

5G como fator determinante na transformação dos negócios e serviços

Dia: Terça-feira, 29 de outubro

Horário: 11h20 – 12h40

Palestrante: Paulo Tavares – Diretor executivo da Accenture

A Vida das Pessoas em um Impactante Ambiente Digital cada vez mais influenciado pela Inteligência Artificial

Dia: Terça-feira, 29 de outubro

Horário: 16h20 – 17h40

Palestrante: Robert Duque-Ribeiro – Diretor Executivo e líder da Accenture Analytics para Brasil e América Latina

Data & Customer-Centric Business: Por que Machine Learning é o futuro da cultura de negócios?

Dia: Quarta-feira, 30 de outubro

Horário: 09h30 – 10h40

Palestrante: David Dias – Diretor da Accenture Technology

O consumidor no controle da programação: As novas tecnologias transformando o mundo de Broadcast & OTTs

Dia: Quarta-feira, 30 de outubro

Horário: 11h20 – 12h40

Palestrante: Luís Bonilauri – Líder de Media para Accenture Latam

PLC 79 e Fundos Setoriais – A urgência da aprovação da PLC 79 para realização de investimentos à infraestrutura de telecomunicações no Brasil

Dia: Quarta-feira, 30 de outubro

Horário: 11h20 – 12h40

Palestrante: Gilberto Major – Diretor de Strategy para Accenture América Latina

TIC Telco Transformation: As oportunidades da Era Digital e seus impactos sobre as estratégias e modelos de negócios

Dia: Quarta-feira, 30 de outubro

Horário: 16h20 – 18h00

Palestrante: Jefferson Wang – Co-líder global de 5G da Accenture

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Bancos devem investir na capacitação da força de trabalho para novas tecnologias e oportunidades de crescimento via Inteligência Artificial

Ainda que os líderes de bancos reconheçam que tecnologias inteligentes estejam reformulando a base dos serviços bancários e possam transformar as experiências dos clientes, poucos planejam aumentar os investimentos na requalificação da força de trabalho, o que facilitaria a adoção dessas tecnologias no curto prazo, diz estudo da Accenture (NYSE: ACN).

Com base em duas pesquisas – uma com 100 executivos bancários e outra com 1.300 funcionários não executivos do setor – o relatório Future Workforce Survey – Banking: Realizing the Full Value of AI (em Português, Força de Trabalho do Futuro – Setor Bancário: Compreendendo Todo o Potencial da IA), prevê que, se os bancos investirem em Inteligência Artificial (IA) e na colaboração entre homens e máquinas no mesmo ritmo das empresas de alto desempenho, seus lucros podem crescer 34% e os níveis de emprego em 14% até 2022.

“À medida que a IA ganha novas nuances, o seu papel dentro dos bancos consegue ir além da automatização, chegando a impulsionar as capacidades humanas”, diz Alan McIntyre, diretor executivo global e líder de Banking da Accenture. “É importante que os bancos interessados nos benefícios da IA empreguem a ‘inteligência aplicada’ – uma combinação entre tecnologia e talento humano – em todas as áreas de seus principais negócios. Para chegar a esse ponto, eles precisam do comprometimento dos mais altos níveis de liderança e da compreensão que esta evolução exigirá uma mudança drástica em suas forças de trabalho”.

De acordo com o estudo, 76% dos 100 executivos de alto escalão entrevistados afirmam que tecnologias inteligentes serão um ponto crítico para a diferenciação de suas empresas no mercado e 39% acreditam que esta será a tecnologia por trás de qualquer inovação que venha a ser implantada ao longo dos próximos três anos.

Embora os bancos reconheçam que acertar a medida na colaboração entre homem e máquina é um dos principais desafios, poucos agem para descobrir o real valor da combinação de pessoas e máquinas inteligentes. Por exemplo, executivos do setor bancário acreditam que, em média, apenas um em cada quatro funcionários está pronto para trabalhar com IA. Além disso, apenas 3% afirmam que suas empresas planejam aumentar significativamente os investimentos na recapacitação de seus funcionários ao longo dos próximos três anos.

“A falta de comprometimento dos bancos com qualificações e requalificações de seus funcionários, para que estejam prontos para colaborar com tecnologias inteligentes, prejudicará significativamente a capacidade de implantação e a obtenção dos benefícios oferecidos por elas”, afirma McIntyre. “A única forma dos bancos tirarem proveito do uso da inteligência aplicada é garantindo que os dados e sistemas sejam projetados para serem justos, transparentes e confiáveis – e as pessoas são essenciais para treinar estas máquinas e fazer com que se chegue a esse nível de inteligência artificial responsável.

Mais de um quarto (28%) dos 1.300 funcionários não executivos do setor afirma passar mais da metade do seu dia trabalhando com tecnologias inteligentes. No geral, os funcionários demonstram otimismo em relação ao impacto da IA: dois terços (67%) acreditam que ela irá ajudar na conciliação entre vida pessoal e profissional e mais da metade (57%) espera um aumento nas perspectivas de carreira.

A pesquisa também sugere a existência de uma base forte para apoiar o aumento dos investimentos em habilidades de IA. Entre os executivos de alto escalão, 67% acreditam que suas empresas criarão mais empregos ao longo dos próximos três anos por meio da Inteligência Artificial.

“Os bancos – na verdade, todas as empresas de serviços financeiros – têm muito trabalho a fazer antes de poderem determinar a melhor maneira de empregar ferramentas inteligentes”, afirma Andrew Woolf, líder de Talent & Organization na prática de Financial Services da Accenture. “Uma boa forma de começar seria traçando uma estratégia que abranja a empresa toda e que seja focada na inteligência aplicada, repensando como o trabalho é feito hoje e determinando quais passos precisam ser tomados para passar a um estado de colaboração avançada, onde os humanos ajudam a inteligência artificial a ajudá-los.”

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CEOs devem impulsionar suas equipes de trabalho a aproveitar o crescimento baseado em Inteligência Artificial, indica estudo da Accenture

As empresas correm o risco de perder importantes oportunidades de crescimento a não ser que os CEOs tomem medidas imediatas para conduzir suas forças de trabalho e capacitar seus colaboradores a trabalharem com tecnologias inteligentes, mostra novo estudo da Accenture (NYSE: ACN).

O estudo da Accenture Strategy, entitulado Reworking the Revolution: Are you ready to compete as intelligent technology meets human ingenuity to create the future workforce?, prevê que se as empresas investirem em Inteligência Artificial (IA) e na colaboração entre homens e máquinas no mesmo ritmo das empresas de alto desempenho, seus lucros poderão crescer 38% até 2022 e os níveis de emprego, 10%. Coletivamente, isso poderia impulsionar os lucros em US$ 4,8 trilhões globalmente, no mesmo período. Para as empresas médias listadas pelo S&P500, isso seria equivalente a US$ 7,5 bilhões em faturamento e um aumento de US$ 880 milhões em lucratividade.

De acordo com o estudo, tanto líderes quanto funcionários estão otimistas em relação ao potencial da inteligência artificial nos resultados de negócios e experiências de trabalho. Dos 1.200 executivos entrevistados, 72% afirmam que tecnologias inteligentes serão um ponto crítico para a diferenciação de suas empresas no mercado e 61% acredita que o número de cargos exigindo colaboração com IA irá aumentar significativamente ao longo dos próximos três anos. Mais de dois terços (69%) dos 14 mil trabalhadores entrevistados afirmam que é importante desenvolver habilidades para trabalhar com máquinas inteligentes.

Ainda assim, a lacuna entre a adesão dos trabalhadores à IA e os esforços de seus empregadores para prepará-los coloca o crescimento potencial em risco. Enquanto a maioria (54%) dos líderes de negócios acredita que a colaboração entre humanos e máquinas é importante para suas prioridades estratégicas, apenas 3% afirmam que suas empresas planejam aumentar significativamente os investimentos na recapacitação de seus funcionários ao longo dos próximos três anos.

“Para atingir altas taxas de crescimento na era da IA, as empresas precisam investir mais na capacitação de pessoas para que possam trabalhar com máquinas de novas maneiras”, afirma Mark Knickrehm, Group Chief Executive da Accenture Strategy. “Cada vez mais as empresas serão julgadas por seu comprometimento com o que chamamos de Inteligência Aplicada – a habilidade de implantar rapidamente a tecnologia inteligente e a ingenuidade humana em todas as frentes de seu negócio principal e assegurar esse crescimento”.

A pesquisa sugere ainda que existe uma forte base para suportar o aumento dos investimentos em habilidades de IA. Entre os executivos de alto escalão, 63% acreditam que suas empresas irão criar mais empregos ao longo dos próximos três anos por meio de IA. Enquanto isso, a maioria dos trabalhadores (62%) acredita que a IA terá um impacto positivo sobre seus trabalhos.

O relatório mostra como os pioneiros no uso da colaboração entre humanos e máquinas não só aumentaram sua eficiência, como impulsionaram o crescimento por meio de novas experiências de clientes. O uso de inteligência artificial em um varejista de vestuário online ajuda seus estilistas a conhecer melhor as preferências de seus clientes para que possam oferecer um serviço único e altamente personalizado. E uma marca de calçados esportivos estabeleceu um novo padrão de customização e lançamentos depois de alinhar seus designers de calçados e engenheiros de processos altamente capacitados com robôs inteligentes, capazes de desenhar e produzir esses calçados nos mercados locais.

“Os líderes de negócios precisam tomar medidas imediatas para conduzirem suas forças de trabalho em direção a um mundo totalmente novo, onde a ingenuidade humana se une à tecnologia inteligente para revelar novas formas de crescimento”, acredita Ellyn Shook, Diretora Global para Liderança e Recursos Humanos da Accenture. “Os trabalhadores não veem a hora de colaborar com inteligência artificial, dando aos líderes a oportunidade de apresentar Inteligência Aplicada de verdade dentro de suas organizações.”

Para ajudar líderes a capacitarem a futura força de trabalho para a era da IA, a Accenture faz as seguintes recomendações:

1. Repense o Trabalho por meio da reconfiguração do trabalho, a partir da base. Avalie tarefas, não empregos; em seguida, distribua tarefas para máquinas e pessoas, equilibrando a necessidade de automação e aumentando as capacidades das pessoas. Quase metade (46%) dos líderes de negócios concorda que as descrições de cargos já são obsoletas, enquanto 29% afirmam que já fizeram um trabalho intensivo de reformulação de cargos.

2. Conduza a força de trabalho para áreas que possam revelar novas formas de valor. Vá além das eficiências de processos e prepare a força de trabalho para criar novas experiências de clientes. Alimente novos modelos de crescimento por meio do investimento das economias derivadas da automação na força de trabalho futura. Fomente um novo DNA de liderança que valorize a mentalidade, perspicácia e agilidade necessárias para tirar proveito de oportunidades transformacionais de longo prazo.

3. Melhore a “Nova Qualificação” Avalie o nível de qualificação da força de trabalho e sua disponibilidade em aprender a colaborar com a IA. Por meio de plataformas digitais, foque os programas nesses segmentos da força de trabalho e personalize-os a fim de aumentar a adoção de novas habilidades. A Accenture desenvolveu um modelo de trabalho de “nova qualificação” com base na progressão do nível de habilidades e usando um conjunto de métodos inovadores de aprendizado digital que maximizam a velocidade e escala dos investimentos em treinamento.

Metodologia

A Accenture combinou técnicas de pesquisa quantitativa e qualitativa a fim de analisar os comportamentos e prontidão de funcionários e líderes de negócios em relação à colaboração com tecnologias inteligentes. O processo de pesquisa incluiu entrevistas com 14.078 trabalhadores de diversos níveis de capacitação e gerações e 1.201 executivos do alto escalão. As entrevistas ocorreram entre setembro e novembro de 2017 em 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, China, EUA, Espanha, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido) dos seguintes setores: Automotivo, Bens de Consumo & Serviços; Saúde & Ciências da Vida; Infraestrutura & Transporte; Energia; Mídia & Entretenimento; Software & Plataformas; Bancário (Varejo & Investimentos); Seguros; Varejo; Telecomunicações e Serviços Públicos.

O estudo também incluiu modelagem econômica para determinar a correlação entre investimentos em IA e desempenho financeiro, entrevistas aprofundadas com 30 executivos C-suite e entrevistas etnográficas com 30 pessoas que já trabalharam com IA.

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Ataques cibernéticos poderão causar interrupção no fornecimento de energia elétrica nos próximos cinco anos, diz Accenture

Quase dois terços (63%) dos executivos de concessionárias entrevistados pela Accenture em todo o mundo acreditam que seus países enfrentarão ao menos um risco moderado de interrupção no fornecimento de energia elétrica por ataque cibernético em suas redes de distribuição, ao longo dos próximos cinco anos. O número é um dos achados do novo relatório da Accenture (NYSE:ACN), Outsmarting Grid Security Threats, parte do programa de pesquisa Digitally Enabled Grid, e chega a 76% entre executivos de concessionárias norte-americanas.

A pesquisa realizada com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países mostra que interrupções no fornecimento de energia elétrica por conta de ataques cibernéticos são a principal preocupação, citada por 57% dos entrevistados. Ameaças físicas à rede de distribuição são igualmente um problema. Para 53% dos executivos, o principal receio é a segurança de funcionários e/ou clientes e, para 43%, a destruição de bens físicos.

Interrupções no fornecimento de energia são principal preocupação em relação à segurança cibernética, para executivos e distribuidoras

“Os negócios de distribuição estão cada vez mais expostos a crimes cibernéticos por conta do desenvolvimento de malwares altamente sofisticados e letais, que podem ser usados por criminosos virtuais”, diz Stephanie Jamison, diretora executiva de Transmissão e Distribuição da Accenture.
“Ataques a sistemas de controle poderiam prejudicar a confiabilidade da rede e a segurança e o bem-estar de funcionários e do público em geral. Não conseguir endereçar esse tipo de ameaça a tempo pode prejudicar a marca, bem como ser uma ameaça real a um país ou comunidade”.

Embora a maior conectividade dos sistemas de controle habilitados nas redes inteligentes possa gerar benefícios significativos sob a forma de segurança, produtividade, qualidade de serviço aprimorada, e eficiência operacional, 88% concordam que a segurança cibernética é uma grande preocupação na implantação destas redes inteligentes. Concessionárias de distribuição também estão cada vez mais expostas por conta do aumento de aparelhos domésticos conectados via Internet das Coisas (IoT), como plataformas domésticas e eletrodomésticos inteligentes. Isso traz um novo risco às empresas de distribuição, ainda difícil de quantificar, com 77% dos executivos de concessionárias indicando IoT como risco potencial à cibersegurança.

Nas regiões da Ásia-Pacífico e da Europa, criminosos cibernéticos são vistos como o maior risco para os negócios de distribuição por quase um terço dos respondentes. Contudo, na América do Norte, ataques por governos são considerados um risco maior do que em outras regiões (32%).

“A implantação das redes inteligentes poderia abrir novos vetores de ataque se a segurança cibernética não for uma preocupação central do projeto”, completa Jamison. “Contudo, as redes inteligentes também podem trazer proteção sofisticada para ativos que antes eram vulneráveis por meio de uma melhor conscientização da situação e controle da rede.”

As concessionárias precisam aumentar suas capacidades de cibersegurança e desenvolver um sistema de entrega resiliente

Um número significativo de concessionárias de distribuição ainda tem muito a fazer para desenvolver capacidades de resposta cibernética robusta. Mais de 4 em 10 respondentes afirmam que os riscos de cibersegurança ainda não estavam, ou estavam apenas parcialmente, integrados a seus processos de gestão de riscos mais amplos.

Além disso, a crescente convergência de ameaças físicas e cibernéticas exige o desenvolvimento de capacidades que vão muito além dos requisitos simples de conformidade com normas nacionais ou internacionais de segurança. As concessionárias devem investir na resiliência de suas redes inteligentes, bem como em recursos eficazes de resposta e recuperação.

A proteção adequada representa um desafio por conta da complexidade das redes de distribuição elétrica e de agressores cada vez mais sofisticados e bem-financiados, e muitas concessionárias de distribuição ainda não estão protegidas ou preparadas adequadamente. Quando o assunto é restaurar a operação da rede ao estado normal após um ataque cibernético, apenas 6% dos entrevistados acreditam estar extremamente bem preparados e 48% afirmam estarem preparados.

No Brasil ainda não há registros públicos precisos de invasões ou tentativas de invasões a sistemas de controle das redes elétricas. Entretanto, o aumento dos dispositivos inteligentes implantados pelas diferentes concessionárias visando a migração para redes mais inteligentes traz a preocupação com o aumento da probabilidade de acontecimentos tais como observados recentemente em outros países.

Apenas 48% dos executivos de concessionárias acreditam estar bem preparados para os desafios de uma interrupção por ataque cibernético

“A cibersegurança precisa se tornar uma competência central do setor, protegendo toda a cadeia de valor e seu ecossistema, de ponta a ponta. As concessionárias, experientes na entrega confiável e na restauração de energia, precisam ser ágeis e rápidas para criar e alavancar a consciência situacional para que possam reagir rapidamente e intervir a tempo para proteger a rede”, diz Jim Guinn, diretor geral que lidera a prática de segurança para indústrias de recursos naturais na Accenture. “O desenvolvimento dessa nova capacidade exigirá inovação contínua, uma abordagem prática para dimensionamento e colaboração com parceiros para gerar o máximo de valor.”

Ações para construir e escalonar a defesa cibernética

Embora não haja um caminho único a seguir, existem alguns movimentos que qualquer negócio de distribuição deve considerar para fortalecer a resiliência e a resposta a ataques cibernéticos, tais como:

• Integrar a resiliência no desenvolvimento de ativos e processos, incluindo segurança cibernética e física;

• Compartilhar inteligência e informações como uma atividade crítica que poderia ajudar a criar consciência situacional sobre o cenário de ameaças mais recente e como se preparar de acordo;

• Desenvolver modelos de governança para gerenciamento de segurança e emergência.

Para mais informações sobre como as concessionárias de distribuição podem gerenciar efetivamente a cibersegurança, acesse o novo relatório da Accenture – Outsmarting Grid Security Threats.

Metodologia

O estudo anual da Accenture – Digitally Enabled Grid – avalia as implicações e oportunidades de redes cada vez mais digitais. O estudo 2017 inclui entrevistas com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países. Todos os executivos entrevistados estavam envolvidos no processo de tomada de decisão para questões relacionadas a redes inteligentes. Os países representados incluem África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Espanha, EUA, Filipinas, Holanda, Itália, Japão, Malásia, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suíça e Tailândia.

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Accenture apresenta inovações tecnológicas duranta o SAP Fórum Brasil

A Accenture participa da 21ª edição do SAP Fórum Brasil, que será realizada entre 12 e 13 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

A empresa terá porta-vozes em sete palestras, abordando temas como o novo consumidor na era digital; transformação digital por meio do S/4HANA e SAP Leonardo; Sourcing e Compras com o SAP Ariba; inteligência artificial, internet das coisas e gamification aplicados na logística, dentre outros.

Nesta edição, a Accenture também exibirá em seu estande mais de 10 protótipos e demos dedicadas aos mais variados segmentos com a aplicação de tecnologias como Inteligência Artificial, robotização e realidade aumentada.

Confira mais detalhes da participação da Accenture no SAP Fórum Brasil:

PAINÉIS

DIA 12/09 – 16h45 às 17h15
Info Session: Abordagem para Inovação e transformação digital através do S/4HANA e Leonardo

Local: Campus Tecnologia e Plataforma | Auditório 4ª
Palestrante:
o Thiago Soares – gerente de Technology Delivery

DIA 12/09 – 18h às 18h20
Sessão: Digitalizando e acelerando operações de Sourcing e Compras com o SAP Ariba

Local: Plenária C – Inovação
Palestrante:
o Cristiano Soares – gerente senior de Technology Delivery

DIA 13/09 – 11h30 às 12h00
Info Session: Customer Centric Business Solution com Hybris Commerce

Local: Campus Segmentos de Mercado | Auditório 1B
Palestrante:
o Marcelo Heleno – diretor executivo de Digital Transformation

DIA 13/09 – 12h15 às 12h45
Sessão: Experiências e lições aprendidas de uma implementação SAP S/4HANA

Local: Campus Segmento de Mercado | Auditório 1A
Palestrante:
o Marcelo Soares – gerente senior de Technology Delivery

DIA 13/09 – 15h15 às 15h45
Sessão: SAP Leonardo: IA, IoT e Gamification aplicados na logística

Local: Campus Tecnologia e Plataforma | Auditório 4A
Palestrante:
o Roberto Frossard – diretor executivo da Accenture Technology e líder do Centro de Inovação da Accenture no Brasil

DIA 13/09 – 15h00 às 15h30
Sessão: O Novo Consumidor de Energia na Era Digital

Local: Campus Segmentos de Mercado | Miniauditório 1C
Palestrante:
o Alberto Merheje – gerente senior de Digital Transformation

DIA 13/09 – 18h15 às 18h45
Info Session: Otimizando o período de fechamento fiscal com SAP TDF e AAFS

Local: Campus Linhas de Negócio | Miniauditório 2B
Palestrante:
o André Fiorilli – diretor executivo de Application Services

DEMOS/PROTÓTIPOS

Virtual Bionics: MVP ganhador do Accenture SAP Hackathon, criado utilizando SAP Leonardo, Realidade Virtual e dispositivos vestíveis, com o objetivo de proporcionar uma experiência inovadora para o processo de fisioterapia de pacientes com amputações.

Field Force Augmented Maintenance: Uso de realidade aumentada (por meio de tablet) e IoT (tubulações/aquário) para executar ordens de manutenção no campo – para vazamentos de água e também para abertura de notificações (caso seja detectada ocorrência enquanto outra atividade está sendo realizada).

Coffee Maker + Bionic Bartender: Para oferecer café e drinks customizados feitos por robôs, os protótipos podem ser acionados por meio de comandos de voz e/ou wristbands (pulseiras com sensores).

Robôs: Uso de um braço robótico para movimentar peças, fazer gravações a laser e escrever/desenhar, além de outras funcionalidades.

Smart Shelves: Utilizando Inteligência Artificial (Machine Learning e Video Analytics), esta demo mostra o varejo do futuro, com visão computacional para controle de estoque e execução de varejo, análise preditiva de reposição de estoque e experiência de compra sem check out. Tudo isso com a ajuda dos serviços e plataformas proporcionadas pelo SAP Leonardo.

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Accenture seleciona startups para o programa UP Innovation Lab

Entre os dias 25 e 29 de agosto, as 20 startups finalistas farão apresentações para grandes empresas do mercado brasileiro

A Accenture realiza, entre os dias 25 e 29 de agosto, a etapa de seleção do Up Innovation Lab, programa de fomento de startups desenvolvido com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação. Ao todo, serão 20 startups do Brasil e de outros países, relacionadas aos mercados Financeiro, Bens de Consumo e Varejo, que farão apresentações para grandes empresas que atuam no mercado brasileiro – como Ambev, Santander, Itaú, Banco do Brasil, BRF, Natura, GPA, Unilever e outros.

As startups finalistas são:

Arquivei.com.br, Bynd, Cuponeria, Dito Brasil, Guiando, Luckro, Medicinia, Memed, Menupontocom, Moneyclip, NanoRep, NEXXTO, OriginalMY, PagoSim, PinPeople, Remedio Certo, Renda Fixa, Skore, Supermercado Now, Paykey

O que dizem as startups

Para Edilson Osorio Junior, CEO da OriginalMy, “a conexão que o UP Innovation Lab proporciona entre o mercado e as startups é muito importante, além de atender o que o mercado local precisava. As startups formam um dos maiores polos de inovação e soluções para problemas reais, e seu número tende a crescer nos próximos anos”.

Antonio Rossini, CEO da NEXXTO, complementa dizendo que “com o avanço exponencial das tecnologias da informação e a criação de novos paradigmas disruptivos, torna-se fundamental que grandes empresas tenham a possibilidade de experimentar e incorporar estas novidades como parte de seus recursos para transformar seus processos, atividades, valores e modelos de negócio”.
O CEO do Renda Fixa, Francis Wagner, reforça a importância das startups para o desenvolvimento da economia local. “O ecossistema de startups no Brasil está crescendo muito, seguindo uma tendência global. Acreditamos que o papel que as startups exercem é essencial para o crescimento salutar do mercado”.

Segundo Marco Zolet, CEO do Supermercado Now, “o UP Innovation Lab é uma iniciativa inovadora e se difere de outras já existentes na medida em que encurta a distância entre as startups e os grandes players do mercado, potencializando discussões, troca de experiências e a geração de negócios”.

E, por fim, Fernando Ohara, CEO do PagoSim, explica que “por oferecermos uma abordagem disruptiva e contrária à lógica do mercado de cobrança de dívidas, estamos muito empolgados com a oportunidade de apresentar nossa solução a alguns dos maiores credores do Brasil e interagir com pessoas influentes no segmento”.

Como funciona o UP Innovation Lab

Inspirado no Fintech Innovation Lab – referência em Nova York, Londres, Hong Kong e Dublin desde 2010 – e sem fins lucrativos, o Up Innovation Lab é direcionado às startups que já possuem produtos validados no mercado e que buscam a oportunidade de apresentá-los às maiores empresas do País.

Com duração de cinco meses, o programa permitirá às startups selecionadas interagir com os principais executivos das maiores empresas do País; realizar provas de conceito; obter conhecimento a partir da experiência dos executivos da Accenture; e, ainda, participar de painéis de discussão e workshops para o desenvolvimento e testes de soluções. Segundo Guilherme Horn, Diretor Executivo de Inovação da Accenture, “é uma oportunidade fantástica para as startups mais maduras darem um passo importante no sentido de escalar seus negócios”.

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Accenture e Amazon Web Services criam novo grupo de negócios para ajudar empresas a migrar e gerenciar seus negócios na nuvem da AWS

A Accenture (NYSE:ACN) e a Amazon Web Services, Inc, (AWS), uma companhia da Amazon (NASDAQ:AMZN), anunciaram hoje a criação de um grupo de negócios focado em ajudar clientes a moverem seus negócios mais rapidamente rumo à nuvem. O Accenture AWS Business Group unirá profissionais dedicados das duas organizações com experiência em arquitetura, marketing, vendas e desenvolvimento de negócios na nuvem. O grupo de negócios irá oferecer soluções integradas de consultoria e tecnologia criadas para ajudar clientes corporativos a se beneficiar da flexibilidade e economia do modelo de operação “as a service”, no qual IT e serviços de negócios são entregues sob demanda, através da nuvem da AWS.

Grandes empresas estão sob pressão para inovar mais rapidamente, reduzir custos e oferecer soluções que agreguem valor ao negócio através de uma tecnologia mais flexível e responsiva. O Accenture AWS Business Group foi criado para ajudar estas companhias a evoluir processos internos, reorganizar suas equipes de tecnologia, adaptar soluções tradicionais e extrair valor para os negócios a partir dos dados coletados de forma eficiente. O grupo de negócios irá desenvolver e oferecer um conjunto de serviços e soluções que consolida a reengenharia de processos de negócios, serviços de migração de aplicações e desenvolvimento e arquitetura de aplicações para a nuvem da AWS, para que os clientes corporativos acelerem seus processos de inovação, seu ingresso em novos mercados e, consequentemente, alcancem melhores resultados.

A Accenture e a AWS planejam investir recursos significativos ao longo de vários anos no desenvolvimento de novos serviços e soluções de tecnologia, incluindo a migração de aplicativos e desenvolvimento, aplicativos corporativos baseados em nuvem e análise e soluções de Big Data. As empresas se comprometeram a treinar 1.000 profissionais e certificar 500 especialistas da Accenture nas tecnologias da Nuvem da AWS no primeiro ano, além de apoiar as iniciativas de go to market. Os colaboradores dedicados ao AWS Business Group Accenture se dedicarão às mais recentes tecnologias da AWS, metodologias principais, ferramentas automatizadas para migração de aplicativos e aplicações na modalidade SaaS (software as a service) para a gestão e análise de grandes volumes de dados.

“A Accenture já é líder de mercado na nuvem e a criação do AWS Business Group Accenture é uma parte fundamental do nosso projeto Accenture Cloud First. A nuvem é cada vez mais um ponto de partida para as soluções corporativas dos nossos clientes”, afirma Omar Abbosh, Diretor de Estratégia da Accenture. “Independentemente de nossos clientes precisarem inovar mais rapidamente, criar novos serviços ou maximizar o valor de seus investimentos, a Accenture Business Group AWS irá ajudá-los a atingir estes objetivos com mais agilidade, menor risco e com soluções otimizadas para a AWS”.

“Cada vez mais organizações decidem transformar seus negócios e seguir em direção à nuvem da AWS”, declara Adam Selipsky, Vice-Presidente de Vendas, Marketing e Suporte da Amazon Web Services. “O Accenture AWS Business Group foi criado para capacitar as organizações para atingir rapidamente os benefícios de agilidade ao adotar a AWS e, assim, poder tirar o foco da gestão da sua infraestrutura de TI e se concentrar na incorporação de novos modelos operacionais de TI, abordando novas oportunidades de mercado e o crescimento dos negócios, ao mesmo tempo em que reduzem os seus custos gerais de TI”.

Inicialmente, o Accenture AWS Business Group se concentrará em duas áreas de negócios principais, com planos de ampliar a oferta de soluções no futuro:

• Serviços de Transformação Otimizados para AWS: Orientados à migração de aplicativos existentes e desenvolvimento de novas aplicações para a AWS de forma rápida, econômica e segura. Os serviços incluem estratégia de nuvem, projeto organizacional e arquitetura, migração de aplicativos, refatoração e novos serviços de desenvolvimento de aplicativos. O desenvolvimento dedicado de aplicativos AWS e a “fábrica” de migração irão automatizar processos para ajudar as empresas a operar de forma mais eficiente.

• Serviços Analytics e Big Data, conduzidos pela AWS: Clientes corporativos, especialmente os que pertencem a setores regulados, como saúde e serviços financeiros, procuram cada vez mais soluções de análise eficientes. A Accenture Insights Platform será expandida para integrar recursos de dados e análises da AWS. Desta forma, as empresas com requisitos de conformidade e regulamentação poderão aprimorar a gestão do ciclo de vida dos dados, desde a migração até a curadoria, normalização e análise.

O grupo de negócios também atuará na criação de novos serviços em áreas de crescimento, como internet das coisas (IoT) e segurança na Nuvem da AWS.

A criação do AWS Business Group Accenture representa a continuidade da relação entre a Accenture e a AWS, que têm trabalhando em conjunto para apoiar os seus clientes na mudança para a nuvem nos últimos 10 anos. Em 2014, as duas companhias colaboraram em serviços de migração e gestão end-to-end de nuvem que permitiram às empresas implementar projetos desenvolvidos especialmente para a nuvem da AWS. Clientes destacados que migraram com sucesso para a AWS alavancando estes serviços incluem a empresa global de conteúdo Discovery Networks Internacional e a empresa pública japonesa fornecedora de serviços de WiFi, Wire and Wireless Co.

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Accenture e Microsoft lançam nova plataforma de nuvem híbrida para ampla adoção nas empresas

A Accenture e Microsoft Corp. ampliaram a parceria estratégica com a apresentação da Solução Accenture Hybrid Cloud para Microsoft Azure, uma poderosa plataforma de nuvem híbrida projetada para trazer novos recursos, economia e inovação. Com este marco e ao trabalhar com a Avanade, provedora líder de soluções da Microsoft, as empresas financiaram e projetaram a inovadora plataforma com novas tecnologias e serviços híbridos para ajudar as empresas a construirem e gerenciarem a infraestrutura e as aplicações na nuvem.

Este é o maior acordo de colaboração entre Accenture e Microsoft desde 2000, quando as empresas lançaram a Avanade, empresa com mais de 22.000 funcionários e mais de US$ 2 bilhões em vendas globais.

“A expansão do nosso relacionamento com a Microsoft representa uma proposta de mudança de jogo que aborda as maiores preocupações e complexidades enfrentadas por nossos clientes e da forma como eles olham para o aproveitamento da nuvem”, explica Pierre Nanterme, Chairman e CEO da Accenture. “Com as novas exigências impostas aos departamentos de TI a cada dia, as empresas precisam se conectar de forma inteligente as suas infraestruturas, aplicações de software, dados e recursos de operações, a fim de se tornarem inteligentes, ágeis e digitais. Esta colaboração exclusiva entre a Microsoft e Avanade é uma das iniciativas mais estratégicas e importantes da Accenture para a adoção da nuvem em toda a empresa”, explica.

“As empresas ao redor do mundo estão olhando para as plataformas e os parceiros certos para ajudá-los a transformarem e prosperarem em um ambiente cada vez mais móvel e na nuvem”, comenta Satya Nadella, CEO da Microsoft Corp. “A Nuvem da Microsoft, combinada com o conhecimento da Accenture em relação à indústria, além da sua expertise em implantação, acelera a adoção da nuvem de nossos clientes e desbloqueia novos benefícios, incluindo aplicações poderosas, insights orientados por dados e aumento da produtividade”, finaliza.

A Solução Accenture Hybrid Cloud para Microsoft Azure oferece novas tecnologias para migrar e gerenciar aplicativos entre nuvens privadas e públicas e estão em um caminho contínuo, automatizado, controlado e sob demanda, além de apresentar velocidade a partir de um único console. A solução integra e se baseia nas capacidades chave das três companhias para ajudar as empresas a entregar “todo o serviço”, incluindo:

• A Plataforma de Cloud da Microsoft para o Microsoft Azure fornece o desempenho empresarial, em grande escala e capacidade híbrida ligada ao Windows Server com Hyper-V, System Center e pacote Azure de execução nos centros de dados de clientes.

• A Plataforma de Cloud da Accenture suporta ambientes multiplataformas com fornecimento self-service para qualquer aplicação. Seu painel de instrução central controla as capacidades de corretagem e gestão de nuvem, e fornece à empresa governança de nível empresarial, confiabilidade, segurança e operações que os clientes esperam.

• Um espectro de ponta a ponta de serviços profissionais para ajudar os clientes a definir e executar todos os objetivos na nuvem, com base no conhecimento especializado da Accenture na indústria e experiência de transformação de negócio comprovado – da estratégia e transformação para a migração, implantação e serviços gerenciados.

• Profundo banco de profissionais qualificados da Avanade equipados com ampla experiência em tecnologias Microsoft e um foco em desbloquear o valor de negócio da empresa.

A solução já está sendo testada na Freeport-McMoRan, uma empresa internacional de recursos naturais, que cria protótipos para melhorar a “internet das coisas” nas operações de mineração. A plataforma vai permitir operações de supervisores para analisar e reagir a situações próximas em tempo real na mina, permitindo-lhes tomar medidas imediatas em itens que impactam produção, o que, em última análise, impulsiona a receita.

“Como a nossa empresa faz a transformação para mineração digital, envolvemos a Accenture e Microsoft para nos mostrar como podemos capturar os benefícios da nuvem híbrida e acelerar nossa jornada”, ressalta Bert Odinet, CIO da Freeport-McMoRan.

Para obter mais informações, visite www.accenture.com/hybridcloud

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Pesquisa da Accenture mostra que o impacto da mobilidade nos negócios pode ultrapassar o da Internet nos anos 90

Empresas dos mercados emergentes, como o Brasil, investem mais em tecnologias móveis
A Accenture, empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing, lançou um estudo que mostra o desafio das lideranças de Tecnologia da Informação (TI) para entender e posicionar a mobilidade dentro dos negócios, principalmente, nos mercados emergentes. As lideranças desses países, inclusive do Brasil, consideram o tema como prioridade número um para alavancar os negócios.

Dois terços (67%) dos Chief Information Officers (CIOs) e outros profissionais de TI consultados acreditam que a mobilidade impulsionará seus negócios no mesmo nível ou, até ultrapassar, o impacto realizado pela Internet na década de 1990. A pesquisa também descobriu que mais de dois terços (69%) dos entrevistados consideraram alocar mais de 20% do orçamento discricionário para promover capacidades de mobilidade para os negócios, ainda neste ano – com um forte contraste entre os executivos dos mercados emergentes (94%) e os que atuam nos países maduros (35%).

A pesquisa ainda apontou que 48% dos entrevistados dos mercados emergentes têm uma estratégia para mobilidade amplamente desenvolvida, enquanto apenas 12% dos entrevistados nos países maduros alegaram ter estratégias encaminhada no mesmo nível.

De acordo com Renato Improta, líder da área de Mobilidade da Accenture, a maioria dos CIOs, agora, reconhecem o potencial da mobilidade para transformar seu negócio e esse fato pode ser notado a partir do crescente gasto com mobilidade dentro do orçamento de TI. “A mobilidade hoje não é simplesmente uma extensão do legado de TI, é uma nova e complexa forma de realizar negócios”, finalizou Improta.

O estudo também apontou algumas áreas de preocupação, que podem atrapalhar a adoção de aplicações móveis pelas empresas, 50% dos entrevistados citaram a segurança como o principal fator que as impede de atender suas prioridades em mobilidade. Custo e orçamento ficou em segundo lugar (43%), enquanto a interoperabilidade com os sistemas atuais ou a falta de compreensão sobre os benefícios da tecnologia ficou em terceiro (26%).

A pesquisa ainda consultou os desenvolvedores de aplicativos móveis e, segundo eles, nenhum dos sistemas operacionais mais utilizados para smartphones é visto como totalmente seguro. Entretanto, mais de metade (53%) elegeu o sistema operacional da Apple iOS como o melhor nessa categoria, enquanto o sistema operacional do Google Android ficou em segundo lugar, com 24%.

Os resultados do estudo mostram os desafios criados pela fragmentação do mercado, com um número variado de plataformas e dispositivos móveis em uso. Os desenvolvedores de aplicativos avaliaram essa fragmentação como difícil de gerir e rentabilizar. Já para os profissionais de TI, ela dificulta a capacidade da empresa para acomodar uma das tendências mais fortes da mobilidade – funcionários que desejam utilizar seus dispositivos móveis no trabalho e rodar aplicações corporativas neles.

Nesse cenário, os profissionais de TI e desenvolvedores de aplicativos têm planos diferentes para gerar receita. Na área empresarial, 42% dos profissionais indicaram que querem melhorar o trabalho em campo ou a prestação de serviços ao cliente com acesso instantâneo às bases de dados corporativos, informações relevantes de negócio e processamento de transações. Os desenvolvedores de aplicativos citaram downloads (41%), aplicativos para compras (29%), publicidade tradicional (24%) e inscrições (20%) como formas de rentabilizar aplicativos idealizados para os consumidores.

Outro dado interessante é que cada vez mais os profissionais de TI, que atuam em mercados emergentes, têm foco em soluções móveis – quando comparados com aqueles que atuam em mercados maduros. Nos países latino-americanos e asiáticos, 93% e 81%, respectivamente, indicaram que a mobilidade gerará novas receitas significativas, mas apenas 66% dos europeus e 56% dos norte-americanos entrevistados têm a mesma opinião. Da mesma forma, metade dos mexicanos e chineses, bem como 40% e 32% dos entrevistados indianos e brasileiros, respectivamente, concordaram que o impacto da mobilidade nos negócios pode ser maior do que o causado pela onda da Internet em 1990. A pesquisa concluiu, ainda, que apenas um em cada cinco (20%) entrevistados do Reino Unido e Estados Unidos concordaram.

De acordo com o estudo da Accenture os profissionais de TI devem criar uma estratégia global de mobilidade empresarial. Para que isso seja possível, a Accenture recomenda uma abordagem que inclui três elementos: tecnologia, requisitos de negócio e gestão.

“As empresas precisam desenvolver uma lista abrangente dos projetos de mobilidade que têm em curso e esclarecer os objetivos, acelerar e padronizar as iniciativas, além de inovar para criar vantagens competitivas”, explicou Improta. “As empresas devem rever a sua estratégia para mobilidade a cada seis ou 12 meses (ao invés de cliclos de 12 a 18 meses), para garantir que estão fazendo suas apostas sobre as tendências certas”.

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