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Programa de qualidade de dados e de impressão do código de barras evita perdas no varejo

Abras lança iniciativa nacional, com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, para disseminar adoção de padrões de identificação nos supermercados

Uma cena comum nos supermercados é ainda ver os operadores de caixa digitando a numeração do código de barras porque a falta de qualidade de impressão impede a captação pelo leitor óptico. Quando isso acontece, há uma perda média de 26% da produtividade nos checkouts, aponta estimativa da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Já os erros cadastrais entre varejo e indústria podem causar prejuízos de R$ 1 bilhão por ano, segundo a GS1 UK e Cranfield School of Management.

Para evitar que dados imprecisos ou incorretos comprometam a operação das lojas e, consequentemente, a lucratividade dos negócios, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, inicia um programa para apoiar o varejo brasileiro a vencer os desafios de um cadastro consistente com dados qualificados e produtos com código de barras que garantam agilidade de leitura. O projeto foi lançado durante a abertura da Exposuper ACATS, em Santa Catarina, no dia 18 de junho, com a assinatura oficial do termo de cooperação.

Na prática, trabalhar com dados equivocados tem alto impacto nos custos em diversas áreas, como erros de pedido de compras, problemas de gerenciamento de categorias, falta de produtos nas gôndolas, duplicidade de mercadorias no sistema e imprecisão no estoque. Por isso, a Abras entende que a qualidade dos dados cadastrais precisa ser trabalhada como pauta prioritária nos supermercados e busca o apoio técnico da GS1 Brasil para a disseminação dos padrões globais de identificação na captura de dados e compartilhamento de informações.

No caso das regras que impactam na qualidade do código, um dos principais itens que merece atenção especial são as cores. Barras pretas com o fundo branco são as mais indicadas, pois propiciam o contraste ideal para a leitura. O tamanho também deve ser levado em consideração; ele pode variar conforme o espaço disponível na embalagem. Porém, devem-se observar as regras de magnitude do código: reduzir o comprimento das barras em relação à sua largura, por exemplo, pode prejudicar a leitura, assim como a ausência das margens de silêncio (espaço no início e no final do código, onde o leitor “entende” que ele começa e termina).
Além disso, para garantir a eficiência do código de barras e permitir que ele seja capturado na primeira tentativa em qualquer equipamento, a GS1 conta com um processo de avaliação feito em máquinas de alta tecnologia que seguem as normas ISO. O processo de certificação garante a leitura e elimina a digitação manual, entre outros erros.

Medidas como essa são fundamentais e trazem benefícios para todos os elos envolvidos. Com a garantia de leitura, termina também a digitação e outros erros relacionados a problemas de leitura do código de barras como, por exemplo, a ruptura no estoque. Isso significa maior agilidade no checkout e maior eficácia em todo processo da cadeia logística, resultando na redução de filas, erros e atrasos.

O padrão GS1 é adotado mundialmente por mais de 1,5 milhão de empresas, dos mais variados ramos de atividades como instrumento fundamental na identificação de itens comerciais; captura de dados e comunicação eletrônica entre empresas. O uso de uma linguagem padrão global entre os parceiros de negócios é um dos fatores críticos do sucesso na obtenção de resultados.

Cinco princípios da Qualidade de Dados de produtos:

1. Cadastro completo, com todos os atributos do produto preenchidos

2. Dados padronizados conforme boas práticas do mercado

3. A mesma informação circulando em todos os sistemas de consulta

4. Exatidão e precisão dos dados informados

5. Atualização constante das informações cadastradas

Pontos de atenção para qualidade de impressão do código de barras:

• Cores: a melhor combinação de cores é a de barras pretas com fundo branco, propiciando contraste;

• Truncamento: não reduza a altura das barras, pois isto impacta diretamente na eficiência da leitura;

• Margens de silêncio: são os espaços em branco antes da primeira e depois da última barra; respeite-as, pois são fundamentais na leitura;

• Localização: a recomendação é que o código esteja no quadrante inferior direito do verso. Não se deve imprimi-lo em dobras, cortes e uniões da embalagem;

• Posicionamento: em embalagens cilíndricas recomenda-se colocar o código na posição vertical (barras paralelas à base do produto).

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ABRAS 2016 apresenta checkout mais rápido do mundo

A OKI Brasil traz pra ABRAS 2016 o checkout mais rápido do mundo: o produto inovador usa uma esteira automatizada de alta velocidade e permite passar até 100 produtos por minuto por um scanner, capaz de ler o código de barras de produtos em qualquer posição, dispensando o auxílio de um operador. Com isso, supermercadistas poderiam agilizar substancialmente a operação para compras com grande quantidade de itens. O Jade X7 da Datalogic é um sistema automático de leitura que estará no Espaço Inovação do evento, e funciona integrado ao SIAC Store, sistema de frente de loja da OKI Brasil.

Um bom operador de caixa no Brasil consegue ler de 12 a 15 itens por minuto. Com a solução Jade X7 da Datalogic, é possível ler até 100 mercadorias por minuto, apresentando uma performance até 5 vezes maior do que a de um checkout com um operador convencional e um scanner bióptico, afirmou Fábio Lopez, diretor de vendas da Datalogic para Brasil e Sul da América Latina. O Jade X7 da Datalogic consegue aliar a agilidade de atendimento à disponibilidade de funcionários para relacionamento com o cliente e o pagamento das compras pode ser feito em um quiosque de autoatendimento fabricado pela OKI Brasil, o que economiza ainda mais o tempo do consumidor e agiliza as operações nos caixas dos supermercados

FLEXIBILIDADE E PRODUTIVIDADE

Além de demonstrar as suas soluções em software, com destaque para o cockpit de gestão estratégica e operacional das lojas, a OKI Brasil também levará para seu estande na ABRAS 2016 várias soluções com foco em maior agilidade no atendimento ao consumidor e redução de custos. É o caso da solução móvel para diminuição de filas (papa-filas) e também de dois terminais de autosserviço, o quiosque de autoatendimento Prizis Kiosk, para recarga de celular e pagamento de contas e o Selfcheckout Quickway Paytower, que insere agilidade e conveniência para compras de poucos itens (fila rápida). Nesse sistema, o próprio cliente registra os produtos que deseja comprar, e faz o pagamento em cartões de crédito ou débito. Tanto o Prizis como o Selfcheckout permitem diminuir o fluxo de consumidores nos checkouts convencionais, redirecionando-os para o autosserviço.

Outra novidade é a solução de etiquetas eletrônicas gráficas agora com o lançamento dos modelos coloridos com tecnologia e-Paper em diversos tamanhos, que podem exibir preços e imagens em três cores. As etiquetas acabam com o problema de divergência de preços entre as gôndolas e os caixas e são um poderoso display de marketing visível no momento de decisão de compra do consumidor.

“A OKI Brasil atende às maiores redes varejistas do país e traz para a ABRAS um conjunto robusto de soluções voltadas a melhorar a produtividade e baixar os custos operacionais, além de demonstrar que o autoatendimento pode ser uma ferramenta importante na melhoria do fluxo de clientes nos caixas e na maior produtividade no varejo”, afirma Flavio Montezuma, diretor da Unidade de Negócios de Automação Comercial da OKI Brasil.

PARCERIA SOCIAL

Além de demonstrar suas soluções voltadas ao varejo, a OKI Brasil também cederá o espaço em seu estande para a organização Movimento Arredondar, conhecida por seu projeto feito em parceria com as redes varejistas e pelo qual os supermercados participantes podem receber microdoações feitas pelos consumidores. No caso de uma compra com valores quebrados, o consumidor pode ‘arredondar’ os valores e fazer uma doação. Uma compra com valor de R$ 10,75, por exemplo, poderia ser ‘arredondada’ para R$ 11,00 e os R$ 0,25 da diferença comporiam donativos que a Arredondar repassa para 21 organizações sociais e ambientais apoiadas. Nina Valentini, diretora da Arredondar, falará sobre a experiência da Movimento durante a ABRAS 2016, no dia 8 de novembro, às 16h25 e estará depois no estande a OKI Brasil esclarecendo dúvidas sobre como os varejistas podem aderir ao programa de microdoações.

ABRAS 2016

Quando: de 8 a 10 de novembro

Local: Bourbon Atibaia Convention & SPA Resort – Atibaia/SP

Estande OKI Brasil: 04 – Exposição e Feira de Tecnologia

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Varejo projeta crescimento de 5% em 2012

As vendas reais do setor supermercadista em junho de 2012 cresceram 6,68% em relação a junho de 2011, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação com maio deste ano, houve queda de -5,47%. No acumulado do primeiro semestre de 2012, as vendas do setor supermercadista alcançam alta de 6,79%, na comparação com o mesmo período de 2011. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.
Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou queda de -5,39% em junho em relação a maio e alta de 11,98% se comparado com junho de 2011. O acumulado nominal, no primeiro semestre de 2012, cresceu 12,55%, na comparação ao mesmo período do ano passado.

“O valor acumulado em vendas no primeiro semestre é alto, o que nos deu base para projetar crescimento em torno de 5% para o ano. E fizemos essa previsão, antes calculada em 4%, principalmente em função do resultado acumulado, mas é importante destacar que os indicadores mostram quedas nas vendas pelo segundo mês consecutivo. Vamos continuar monitorando esses indicadores mês a mês, até porque o segundo semestre tradicionalmente é melhor em vendas do que o primeiro”, avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.

AbrasMercado
Em junho, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou alta de 0,33%, em relação a maio deste ano. Já na comparação com junho de 2011, o AbrasMercado apresentou crescimento de 7,00%, passando de R$ 299,24 para R$ 320,20.

Os produtos com as maiores altas em junho, na comparação com maio, foram: batata, com 29,55%; tomate, com 16,69%; e ovo, com 3,56%. As altas mais expressivas têm explicação nas quebras de safra provocadas pela seca, no caso da batata, e baixas temperaturas, no caso do tomate, que impactaram negativamente na produtividade e oferta do produto. Já os produtos com as maiores quedas foram: cebola, com -6,21%; carne traseiro, com -3,00%; e desinfetante, com -2,09%.

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