Tag Abimaq

Reforma tributária já!

Por José Velloso

O ano de 2020 vai passar para a história como o ano da pandemia. Grandes modificações nos costumes e transformações na economia. Será lembrado como um ano de aumento do desemprego, e de relaxamento fiscal por conta do combate aos efeitos deletérios da Covid-19. Mas poderia passar também para a história como o ano da tão sonhada Reforma Tributária no Brasil que fizesse com que a economia brasileira retomasse o rumo do crescimento.

Por falta de acordo e por conta das eleições municipais, a PEC da Reforma Tributária (baseada nas PEC’s 45 e 110) corre grande risco de não ser analisada e encaminhada para votação ainda neste ano. Nós, da ABIMAQ, acreditamos que se o Brasil não votar no tempo mais curto possível essa reforma que trata dos tributos sobre consumo de bens e serviços, perderemos uma chance histórica de melhorar a competitividade de nossa economia e dos setores produtivos.

É indispensável simplificar o sistema tributário, reduzir os custos de administrar os impostos, desonerar os investimentos produtivos e as exportações, tornar automática a compensação ou devolução de créditos tributários, eliminar os impostos não recuperáveis embutidos nos bens e serviços, aumentar o prazo de recolhimento de impostos e contribuições, extinguir regimes especiais e isenções. É importantíssimo obtermos transparência, sabermos quanto estamos pagando de tributos no que consumimos.

Nunca chegamos tão perto da tão sonhada reforma. Apenas para lembrarmos: em 2019, após três décadas convivendo com este manicômio tributário gerado na Constituição de 1988 e de tentativas frustradas, finalmente a reforma tributária começou a ganhar corpo. Presidentes da Câmara e do Senado colocaram como pauta para apreciação dos parlamentares duas Propostas de Emenda Constitucional – PEC 45/2019 da Câmara Federal e a PEC 110/2019 do Senado Federal, ambas tendo como principal aspecto a unificação de vários impostos (federais, estaduais e municipais) em um único tributo sobre o Valor Adicionado (IVA).

Em fevereiro já deste ano foi instaurada a Comissão Mista responsável pela análise e produção de um texto único sobre a Reforma tributária e mais adiante, em julho o debate ganhou novas vozes quando então o poder Executivo, encaminhou ao congresso a primeira etapa da sua proposta de reforma, contemplando a criação de uma CBS – Contribuição Sobre Bens e Serviços em substituição a dois impostos federais, o PIS e a Cofins.  Instalou-se o debate. Tínhamos então o desenho de uma reforma tributária evoluindo aos anseios da sociedade. Embora não sendo a reforma completa, aquela que abranja, para além da tributação sobre bens e serviços, renda, folha de pagamento e patrimônio, mas este projeto estava no caminho correto por atuar nas distorções que a tributação indireta provoca no consumo, onde residem nossos maiores problemas.

Diferente dos países desenvolvidos, no Brasil, temos diversos tributos sobre o consumo e todos eles com uma série de problemas, reflexo de legislações extremamente complexas. Tributos cumulativos, repletos de restrições a créditos, várias legislações complexas e cheias de exceções, entre outros fatores, que trazem como consequência elevados custos de cumprimento de obrigações acessórias, insegurança jurídica, cumulatividade, prejudicando investimentos, competitividade, desenvolvimento econômico e bem-estar social. Sem falar que o sistema tributário é regressivo, ou seja, quem tem menos paga mais. No Brasil quem tem recursos para fazer planejamento tributário não é tributado, ou é muito pouco tributado.

Temos que aproveitar esse momento e essa reforma que por si só pode gerar um crescimento do PIB da ordem de 20% até 2035, segundo estudos. Teríamos a diminuição da judicialização, diminuição do Custo Brasil, simplificação para as empresas e também diminuição da regressividade, ou seja, os pobres vão pagar menos e os ricos, mais. Vamos diminuir a cumulatividade deixando de tributar impostos sobre impostos.

O Brasil precisa virar essa página! Precisamos aproveitar a saída da crise da pandemia do Coronavírus. Não podemos mais postergar as soluções dos nossos problemas. Nossa prioridade deve ser o combate incessante aos itens que compõem a Custo Brasil e a busca da necessária competitividade da economia brasileira.

O Brasil precisa aproveitar esse momento sob pena de gerar  a mesma frustração que tivemos já em duas vezes anteriores na década de 90.

Temos um Congresso que se diz reformista. Portanto mãos à obra. Vamos “tocar” as reformas que estão na fila de espera! Comecemos pela tributária já! Depois a Reforma da PEC Emergencial e a Reforma Administrativa. É disto que o Brasil precisa!!

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ

Tags, , ,

BR do Mar: não podemos perder essa oportunidade de promover o desenvolvimento do país

Por Alberto Machado Neto

A expansão da cabotagem na matriz de transporte é esperada há muito tempo pela sociedade e indústria brasileiras e, considerando a dimensão continental do Brasil, existe um imenso potencial para a navegação em seu litoral.

Para incrementar essa atividade, o Governo Federal enviou ao Congresso um Projeto de Lei, conhecido como “BR do Mar”, que propõe uma solução para o incremento da cabotagem, mas que, infelizmente, por focar no afretamento de embarcações estrangeiras, acaba por prejudicar a indústria brasileira.

Ao abrir o mercado para embarcações estrangeiras, o Projeto de Lei desconsidera que a indústria nacional convive com grandes assimetrias quando comparada à indústria de outros Países que é o Custo Brasil, cuja existência é aceita por todos, inclusive pelo governo federal. Os preços nacionais são menos competitivos devido a fatores como a alta carga tributária, taxas de juros, logística pouco eficiente e cara entre outros fatores, que estão fora do alcance e do poder de decisão dos industriais brasileiros

O Projeto de Lei desconsidera as várias assimetrias que temos com a média dos países da OCDE e resulta em tratamento não isonômico entre navios estrangeiros afretados e navios produzidos no Brasil. Isso vale também para reparos, manutenções e jumborizações (obras para aumento de capacidade).

Assim, de modo a não prejudicar ainda mais a indústria nacional e garantir a diminuição da taxa de desemprego no país bem como melhoria de renda, entendemos que alguns dispositivos devem ser ajustados. Por exemplo: devem ser mantidas a exigência de propriedade de embarcação para habilitação como Empresa Brasileira de Navegação e a participação da indústria naval nacional quando do afretamento a casco nu de embarcação estrangeira, deve ser eliminada a possibilidade de liberação escalonada de novos afretamentos a casco nu nos termos indicados no PL – permissão de dois afretamentos em 2021, três em 2022 e liberação total em 2023, entre outras. Se forem mantidos os citados dispositivos, na prática, as indústrias naval e de navipeças brasileiras serão alijadas das oportunidades decorrentes do incremento das atividades de cabotagem, eliminando postos de trabalho existentes e comprometendo a geração de novos empregos.

Existem pontos propostos que exacerbam a citada assimetria. A título de exemplo, citamos o fato de os navios afretados estarem submetidos ao regime de admissão temporária, que pressupõe a suspensão de impostos, condição diferente da aplicada aos navios construídos localmente, que terão que pagar impostos. Ou seja, importados não pagariam tributos que nacionais pagariam!

Ao mesmo tempo, a possibilidade de uso de recursos do Fundo de Marinha Mercante para aquisição de bens no exterior prevista na proposta contraria a finalidade para a qual o FMM foi criado, qual seja, desenvolver a indústria de navegação e de construção naval no País. Seria um subsídio dado para empresas do exterior!?

Conforme demonstrado, um PL unicamente voltado ao estímulo à navegação provoca um aumento da desvantagem competitiva para a indústria local, quando o ideal seria, na medida do possível, combinar a desejada expansão da cabotagem com o desenvolvimento amplo da construção naval no Brasil e de toda a cadeia de valor envolvida. Também é necessário explicitar como o Fundo de Marinha Mercante pode contribuir com maior eficácia para o aumento da competitividade da indústria local.

Importante esclarecer que estamos cientes de que o PL em questão não tem como objetivo implantar uma Política Industrial no Brasil. No entanto, isso não significa que, a pretexto de estimular a cabotagem, possa produzir efeitos contrários à existência de uma indústria de construção naval brasileira, que devido à extensa cadeia de valor envolvida, pode contribuir substancialmente para o desenvolvimento nacional.

O Brasil dispõe de estaleiros modernos e bem equipados, hoje ociosos, e que foram construídos com financiamento provenientes de verbas públicas, ou seja, pagos com o dinheiro de todos os brasileiros. Contamos com uma complexa e moderna indústria de máquinas, equivalente a existente nos países mais industrializados. Logo, nada mais correto e coerente do que buscar utilizá-los, gerando renda e empregos no País.

Estudos mostram que a participação do custo das embarcações no custo total da cabotagem gira em torno de 5%. Portanto um navio em torno de 10% mais caro por conta das assimetrias do Custo Brasil impactariam negativamente nos fretes na ordem de 0,5% e, em contrapartida, gerariam um efeito positivo na economia do país.

Sabemos também que o governo brasileiro tem um compromisso em reduzir o Custo Brasil com as tão sonhadas reformas. Se conseguir seu intento, a produção nacional de embarcações, máquinas e equipamentos não vão onerar o frete.

Por fim cabe ressaltar que a ampliação da necessidade de fretes está diretamente atrelada à demanda crescente da indústria nacional. Não há demanda para frete se não há produto para transportar! Assim, para criarmos um ciclo virtuoso que nos conduza a uma rota de crescimento é fundamental usar o PL para estimular ao desenvolvimento nacional. Não podemos perder mais essa oportunidade.

Alberto Machado Neto, Diretor de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da ABIMAQ

Tags, , , ,

Aprovação da reforma tributária e crescimento da economia necessitam de pacto pelo desenvolvimento do Brasil

Por João Marchesan

Vivemos um momento único na história recente do País. Momento que requer uma união muito grande de todos os setores da sociedade. É hora de unir o executivo, o legislativo e o Judiciário para olhar para o País e fazê-lo crescer. Essa união deve favorecer um raciocínio em torno de questões básicas: O que pode ser feito para que o Brasil volte a crescer? O que pode ser feito para que a indústria passe a gerar emprego, contribuindo para a diminuição do número de pessoas desempregadas.

Precisamos de novos investimentos, precisamos de uma reforma tributária e precisamos atuar  tornando  o sistema tributário mais simples para aumentar a produtividade, competitividade e inovação de quem empreende e quer crescer no Brasil.

Então é hora de deixarmos de pensar em nossos próprios umbigos e unirmos esforços para que o Brasil volte a crescer. Não interessa se temos uma indústria, um comércio, ou uma empresa prestadora de serviços. Não importa se somos trabalhadores ou empresários, temos que defender o Brasil, o crescimento e o desemprego que é perverso e tira a dignidade dos brasileiros.

No ranking mundial, o Brasil está em último lugar  em tempo gasto por empresas para pagamento dos impostos. Essa complexidade tributária afeta o crescimento das empresas e do País. E esse não é o nosso único problema. Precisamos ainda da reforma administrativa. Diminuir o peso do Estado. Em um sistema mais simples, as empresas podem produzir mais e melhor com menos custos, gerando desenvolvimento para o país.

Talvez aqui estejamos sugerindo um pacto pelo Brasil não nos termos políticos propostos, onde muitas vezes a complexidade ideológica afeta os reais interesses do País. Mas propomos um pacto que foque nas questões essenciais, gerando emprego e renda, sem o que não iremos para lugar algum.

Por exemplo, além das reformas, a disponibilidade de crédito para investimentos a juros equivalentes às taxas praticadas nos mercados concorrentes é um fator determinante para propiciar aos produtores nacionais condições isonômicas de competição no mercado internacional e um meio de combater um dos principais componentes do “Custo Brasil”.

Para que essas metas de disponibilidade de capital sejam alcançadas, é necessário, o fortalecimento do sistema de financiamento e garantias às exportações. Os instrumentos públicos de financiamento devem ter previsibilidade e garantir recursos para alavancar a competitividade das vendas ao exterior e ampliar o total de vendas ao mercado externo  dos bens manufaturados.

O ambiente de negócios no Brasil é um dos principais entraves ao crescimento econômico. E isso também precisa de uma ação de todos para melhorar. Tudo o que estamos mencionando aqui  tendem a promover segurança jurídica e reforçar a credibilidade do país com vistas a atrair investimentos estrangeiros e de tornar seu mercado um ambiente propício para negócios, diminuindo o tempo de espera e os custos financeiros e econômicos decorrentes de procedimentos burocráticos para investir no país.

Alguns passos já foram dados nesse sentido, por exemplo  a aprovação da reforma da Previdência e o lançamento de um amplo pacote de medidas destinadas a reduzir os gastos públicos e a burocracia assinalam o compromisso da atual gestão com o controle da dívida pública e com a melhoria do ambiente de negócios do País.

Mas acredito que dentro dessa ideia de união de todos os setores em torno do crescimento do país,  consideramos imprescindível  as ações de reestruturação normativa e institucional que evidenciem a busca pela convergência de diretrizes e estratégias com as melhores práticas adotadas internacionalmente. Ações de desburocratização da estrutura administrativa e simplificação do sistema tributário são bem-vindas para reforçar a imagem do Brasil de estabilidade jurídica e econômica frente ao mercado.

É necessário, portanto, que as políticas sigam alinhadas com a adoção de uma agenda de desenvolvimento econômico, com ações focadas na garantia de um ambiente capaz de atender à demanda crescente já em curso e que todos trabalhem não na busca de atendimento das necessidades individuais de cada setor envolvido, mas que busquem o crescimento do País como um todo.

João Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ

Tags, , ,

O Brasil precisa da indústria

Por João Carlos Marchesan

O governo atual e sua equipe econômica trabalham na direção de proporcionar ao Brasil ganhos de produtividade e competitividade. A aprovação, praticamente certa, da reforma da previdência, o avanço na tramitação da reforma tributária, a promulgação da lei da liberdade econômica, junto com o atual cenário de inflação sob controle e a taxa Selic em níveis historicamente baixos criam uma conjunção de condições favoráveis e necessárias para o crescimento da economia.

Nossa entidade vem buscando colaborar com diversas equipes do governo, junto a formadores de opinião e através de coalizões com setores da economia, na busca de apontar caminhos e alertar contra possíveis riscos. Para isso, já levamos às nossas autoridades diversos estudos e propostas em temas como abertura comercial, agenda de competitividade, normas regulamentadoras, desburocratização, melhora na legislação trabalhista e combate ao custo brasil, entre outras.

Gostaria de salientar aqui a iniciativa da SEPEC – Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, encabeçada pelo secretário especial Carlos da Costa em realizar um projeto em cooperação com a sociedade brasileira. A ABIMAQ vem participando deste projeto trazendo colaborações. O objetivo é oferecer à própria SEPEC uma ferramenta de monitoramento das assimetrias sistêmicas do país que há anos vem tornando o Brasil menos competitivo, possibilitando assim ações focadas de correção. O estudo está sendo operacionalizado pela BCG BOSTON CONSULTING GROUP.

Lembramos que a indústria de máquinas já exporta mais de 40% do seu faturamento. Acreditamos que com o aumento da competitividade proporcionada pelas medidas em curso, adicionadas a uma política de seguro de crédito e financiamentos aos exportadores, o Brasil pode melhorar sua pauta de exportações agregando a ela maior valor e tecnologia.

Essa demanda adicional vinda das exportações, ao reduzir capacidade ociosa e ao ajudar a recompor margens proporcionará a retomada do investimento privado, recuperando o emprego e estimulando o crescimento do PIB.

Com o governo prosseguindo com a sua missão de criar condições favoráveis ao investimento em infraestrutura, retomando obras paradas teremos certeza de um crescimento que virá. A recuperação dos investimentos, somada à atuação do governo no lado da oferta que, pouco a pouco, está melhorando o ambiente de negócios, deverá impactar positivamente a produtividade da economia representando o início de um ciclo de crescimento robusto e sustentado ao longo do tempo.

A recuperação dos investimentos e do crescimento econômico e, com ele, dos empregos, permitirá recompor as contas públicas e a capacidade do Estado de fazer políticas sociais, capazes de reduzir as diferenças entre os brasileiros e oferecer oportunidades iguais para todos.

João Carlos Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ/SINDIMAQ

Tags, , ,

Mapa Startup + Indústria do Brasil

A Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, realizaram o primeiro mapa Startup + Indústria do Brasil. Com o apoio das entidades ABDI, ABII, ABIMAQ e FIESC, participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades. A partir dos dados atualizados foi construído uma análise cruzando as informações obtidas de ambos os públicos. Obter a visão das expectativas e necessidades da indústria foi fundamental para traçar a análise das respostas das startups participantes. Confira abaixo os principais dados computados:

INDÚSTRIA NO BRASIL

– Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0;

– De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Indústria, como um todo, representa 22% do PIB do Brasil;

– Responde por 49% das exportações;

– por 67% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado;

– por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para se ter ideia da importância desse movimento econômico, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia como um todo, sendo que nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 no comércio e serviços.

PERFIL DAS STARTUPS COM SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA

São Paulo é, definitivamente, a maior influência nacional quando falamos de ecossistema de startups. Das 81 cidades mapeadas, a maior cidade do país representou também o maior índice de startups mapeadas: 19% do volume total;

A capital paulista e São José dos Campos foram as duas representantes do estado entre as 10 cidades mais representadas no Mapa Startup+Indústria, colocando São Paulo em segundo lugar em representatividade, atrás apenas de Santa Catarina;

O estado do Santa Catarina está no topo da lista com 30% da representação total, o que mostra o crescimento cada vez mais constante da maturidade catarinense no desenvolvimento do seu ecossistema de inovação dos últimos anos;

25% das startups mapeadas têm até dois anos de operação, tempo que compreende um processo de amadurecimento na constituição desses negócios iniciantes;

O número de startups com até dois sócios na sua formação chega a 47%, sendo que 38% dessas empresas têm dois sócios na composição societária;

Ainda em relação aos sócios, 84% do número total são homens;

É interessante analisar que a maior parte dos sócios – tanto homens quanto mulheres –, estão na faixa etária entre 30 e 44 anos;

EMPREGABILIDADE

São Paulo é o estado com o maior número de colaboradores indicados no mapeamento, com cerca de 31% do total informado na pesquisa. Seguido por Santa Catarina, com 29% e Minas Gerais, com 10%, logo na terceira posição;

O Sudeste, assim, é a região com o maior número de colaboradores mapeados pela pesquisa, compondo 47% do total pesquisado;

Ainda sobre o total de colaboradores, 76% têm uma média de idade entre 20 e 30 anos e 48% estão em startups com o nível operacional considerado em escala, ou seja, com alta capacidade de crescimento exponencial no mercado;

FATURAMENTO X MATURIDADE DO NEGÓCIO

26% das startups mapeadas faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, correspondendo ao maior grupo dentre os pesquisados. Dentro deste grupo, Santa Catarina é o estado que possui a maior representatividade, com 37% do total das startups que geram essa faixa de faturamento anual;

São Paulo segue em segundo, com 22%. A relevância do ecossistema do estado de São Paulo foi determinante no grupo de startups que faturam acima de R$ 5 milhões: 29% das startups que superam esse faturamento anual são do estado. Deste número, 19% foram constituídas na cidade de São Paulo.

FATURAMENTO POR FASE

Dentro das startups mapeadas, 15% estão na fase de Tração dos seus negócios, faturando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano;

O segundo grupo com o maior número de startups encontra-se no estágio de Operação, com 11% do total mapeado;

Do grupo que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, 11% encontram-se na região Sudeste – este número representa o maior grupo de startups entre as regiões do país;

TEMPO DE OPERAÇÃO X FATURAMENTO

Dentro das startups pesquisadas, 25% têm entre um e dois anos de operação, seguido pelo grupo das startups com até 1 ano de operação, com 22% do total;

Do grupo de startups mais maduras do Mapa, aquelas que possuem mais de 5 anos de operação, 6% dessas faturam entre R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.

ACELERADAS

O número de startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração é quase a metade do total pesquisado. De acordo com o Mapa, esse número chega aos 46%, com uma predominância em São Paulo e Santa Catarina;

No estado de São Paulo, o grupo de startups com o maior número de aceleradas refere-se às empresas com faturamento médio anual entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O maior grupo em Santa Catarina chega aos 7%, porém com outra faixa de faturamento, girando valores de até R$ 50 mil por ano.

MODELO DE NEGÓCIO

SaaS (Software como Serviço) foi o mais citado sendo o modelo de negócios de 35% das startups mapeadas. Seguido por Outros com 16% e App (aplicativo) com 14%. Do número total de empresas que atuam com SaaS no mercado, 11% são de Santa Catarina, 10% de São Paulo e 4% do Rio Grande do Sul;

Dentro das cinco principais áreas para as quais as soluções das startups mapeadas são direcionadas Vendas/Comercial é a mais citada com 19% do total, seguida pela Produção com 15% e Marketing e Comunicação, com 13%. As outras duas áreas são Logística, representando 11% das áreas de atuação das startups e Outros, com 8%, fechando a lista;

5% das startups mapeadas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano são de áreas ligadas ao Comercial/Vendas dos seus clientes. É a maior representação apontada pela pesquisa.

SOLUÇÃO

Quando falamos sobre a orientação da solução da startup, buscamos colocar o foco do seu produto e/ou serviço que possa gerar um benefício claro para o seu cliente. De acordo com o Mapa, 20% do total das startups trabalham orientadas para Redução de custos e/ou perdas, seguido por soluções orientadas à Inovação e Tecnologia com 19% do total.

SETORES

Considerando os setores para os quais as startups já venderam algum tipo de solução, 8% do total afirmam já ter vendido para a Indústria de Tecnologia da Informação e para a Indústria de Alimentação e Bebidas. O mercado de Tecnologia da Informação, por exemplo, prevê um crescimento de 10,5% no Brasil em 2019, de acordo com o IDC Brasil;

Outros setores representativos da indústria mapeados foram o Metalmecânico, o Têxtil e o Farmacêutico, com 5% de atuação global das startups cada.

PRINCIPAIS OBSTÁCULOS

Assim como a Spin vê constantemente nas startups com que se relaciona, a dificuldade de acesso ao capital também foi vista como algo relevante no mapeamento. Do total das startups mapeadas, 26% têm esta dificuldade como a principal durante a sua jornada empreendedora. Logo em seguida vem o Mercado, 18% e Recursos Humanos, 16%, como principais obstáculos que as startups enfrentam.

FONTE DE INVESTIMENTOS

Para as empresas que estão buscando escalar seus negócios, o Capital Próprio é a principal origem desses recursos apontado por 24% das startups;

Modalidades mais maduras de investimento, como Venture Capital, vêm em seguida na preferência de 20% das startups que estão criando escala.

RECURSOS

Para 66% das startups mapeadas, o Capital Próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes;

Em segundo lugar vem o Investimento-anjo, com 13% do total;

A grande maioria aponta o Brasil como o país de origem desses recursos financeiros – uma representação que chega a 94% do total das startups.

Para conferir o mapa completo com gráficos e outros dados, acesse: http://www.mapastartup.com/

Tags, , , , , , ,

Evento debate a transformação da indústria e dos novos modelos de negócios

A Festo, multinacional líder em automação industrial, estará no evento da ABIMAQ Inova – A indústria em transformação – Novos modelos de negócios, no dia 28 de novembro. A ideia da iniciativa é promover uma discussão sobre uso de tecnologias de cloud computing, redes sociais, mobilidade, inteligência artificial e sensores.

A Festo Brasil participará das discussões sobre o desenvolvimento industrial no Brasil, sendo representada pelo Gerente de Customer Solutions, José Folha, que abordará sobre a digitalização da pneumática. Além disso, vai participar de um talk show para debater sobre a transformação da indústria.

O grande objetivo do evento é proporcionar maior gama de conhecimento sobre as transformações que tangem a indústria no Brasil e o que tem movido esse setor, fazendo com que ele se torne mais competitivo e mais presente no mercado. Haverá também discussão sobre os Cases da Cabify e Movida, os mais recentes modelos de negócios potencializados pelo avanço da Tecnologia e Internet das Coisas.

Para se inscrever, acesse: goo.gl/gTZrb6. Veja a programação completa em: goo.gl/yULsP3
Local: Av. Jabaquara, 2925 – Mirandópolis, São Paulo
Data: 28/11/2017
Horário: 13h30 às 17h40
Evento gratuito

Tags, , , , , , , ,

A indústria de máquinas e o BNDES – Por João Marchesan

Joo_Carlos_Marchesan1_inc

Ninguém compra máquinas por uma questão de status. Como também ninguém compra equipamentos porque o dólar está baixo, ao contrário do que afirmam por ai, mesmo porquê câmbio baixo significa preço menor nos produtos que fabricamos, o que reduz a rentabilidade da indústria.

O Real apreciado, na realidade, causa basicamente a substituição de máquinas e equipamentos nacionais por importados. E, se no limite, o câmbio for muito favorável à importação, o industrial em vez de importar máquinas passa a importar o produto final. Foi isto que, salvo breves períodos, ocorreu nos últimos 15 anos.

Máquinas, normalmente, não são produtos de prateleira. Precisam ser encomendadas e enfrentam longos ciclos de produção para chegar ao seu destino final. São compradas por necessidade, quando há perspectivas de continuidade da demanda e da rentabilidade, no mercado interno e/ou na exportação.

São compradas para produzir mais e de forma mais eficiente, de modo a gerar receita e lucro suficiente para se pagarem. Por isto mesmo são, habitualmente, financiadas em prazos dilatados, de modo que o caixa por elas gerado permita pagar o equipamento ao longo do tempo e ainda deixar alguma margem para a empresa.

Por causa disso, o custo do financiamento é crítico para viabilizar o investimento. Considerando que o lucro médio das indústrias, nos bons tempos em que tinham lucro, girava ao redor de 12% sobre o patrimônio, que inclui o valor dos equipamentos, é óbvio que o custo do financiamento não deveria superar a estes mesmos 12%.

Ora, no Brasil, os bancos não só não oferecem financiamento nos prazos necessários, de cinco anos ou mais, mas, além disso, cobram juros muito superiores ao retorno das empresas, fazendo com que o financiamento bancário, em vez de ser um instrumento de alavancagem da produção, seja um óbice ao investimento.

Outra alternativa, muito usada nos países desenvolvidos, é buscar recursos para investir no mercado de capitais. Entretanto, no Brasil, nosso mercado de capitais, obrigado a oferecer rentabilidade superior ao da remuneração dos títulos públicos, ou seja, da Selic, tem, normalmente, custos acima da rentabilidade da indústria.

Neste contexto fica patente a importância do papel do BNDES como banco de fomento, por ser o único banco de todo nosso sistema financeiro capaz de fornecer recursos com prazos de amortização adequados e a custos compatíveis com as margens do investimento produtivo.

Criticar o BNDES por cumprir este papel e querer encarecer seu funding obrigando-o a captar no mercado, concorrendo com títulos da dívida pública de governos que não primam pelo equilíbrio das contas públicas, pode interessar ao setor financeiro mas, certamente, não interessa ao Brasil.

Nós não pleiteamos favores, mesmo porque, hoje, um financiamento BNDES via Finame para comprar uma máquina já custa ao investidor juros superiores a 15% ao ano, para uma inflação que está rodando abaixo de 4% ao ano. Fica difícil, nessas circunstâncias, se falar de subsídios para o investimento produtivo.

Queremos apenas isonomia para concorrer, em condições de igualdade, com os fabricantes externos. Queremos, juros civilizados, crédito adequado, câmbio competitivo e um sistema tributário simples e equitativo, que não deixe um resíduo de mais de seis pontos percentuais de impostos não recuperáveis dentro de nossos preços.

João Marchesan é presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

Tags, , , ,

Startups mostram na Expomafe que a Manufatura Avançada já é realidade

1be07e8c-2002-4e42-afaf-56ece90c2e4a

As startups AutomatSmart, Birmind Automação Industrial, ForSee, IndWise, Peerdustry, VirtualCAE e Virturian mostrarão junto ao Demonstrador da Linha Conceito a transformação digital da manufatura na EXPOMAFE 2017 – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial. O evento, uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, com organização e promoção da Informa Exhibitions, acontece de 9 a 13 de maio, no São Paulo Expo.

As startups farão parte da linha conceito da Demonstração da Manufatura Avançada, uma iniciativa em parceria com Abimaq, SENAI São Paulo, ABDI, empresas, instituições de ensino e agências de fomento. O objetivo é mostrar na prática como transformar uma fábrica tradicional em fábrica inteligente, capaz de utilizar a tecnologia para aumentar a produtividade, a eficiência, o poder de customização e gerar retornos crescentes em escala e melhoria de processos em diversos setores do segmento industrial, além de reduzir o prazo para lançamento de novos produtos no mercado.

Veja abaixo como cada startup transforma a manufatura que conhecemos em algo completamente novo:

* AUTOMATSMART TECH: sua Plataforma MTQuest monitora produtividade industrial com Mobilidade, Cloud e Inteligência Artificial, fornece índices de manutenção e integra os dados com fornecedores de solução;

* BirminD Otimização Industrial: empresa de otimização industrial, utiliza soluções integradas para mapear processos, adequá-los a padrões e normas internacionais, melhorar performance e elevar a cybersegurança da operação;

* ForSee: completa plataforma que transforma qualquer empresa numa indústria 4.0, usando dispositivos IoT e inteligência artificial que operam como um consultor em tempo real, analisando os dados da empresa e sugerindo ações de melhoria que já aumentaram a produtividade em até 900% e cortaram custos em até 88%.

* IndWise: plataforma de gestão da produtividade de linhas produtivas, que coleta dados diretamente de máquinas e gera análises em tempo real para minimizar paradas e desperdícios produtivos;

* Peerdustry: primeira plataforma de economia compartilhada para máquinas industriais do mundo;

* VirtualCAE: Sistemas de engenharia de produto em ambiente virtual que analisam componentes e proporcionam otimização de material e design, objetivando a redução de custo e a melhoria do desempenho estrutural;

* Virturian: solução digital de monitoramento e análise preditiva da condição de equipamentos industriais a partir da análise dos dados de operação dos motores elétricos, reduzindo número de paradas de produção e o custo de manutenção em até 30%.

EXPOMAFE – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial

Data: 9 a 13 de maio de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

https://www.expomafe.com.br

Tags, , , , , , , , , , , ,

Agrishow 2017 espera ultrapassar R$ 1,95 bilhão em negócios

Evento terá a presença das principais instituições financeiras do país e deve contar com o anúncio de recursos de RS 1,5 bilhão para o Moderfrota

24ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação está otimista para a edição de 2017. “Em 2016, os negócios gerados durante a feira foram de R$ 1,95 bilhão, o que pretendemos ultrapassar este ano. Recebemos visitantes do mundo inteiro em busca de máquinas, implementos, processos e insumos de alta tecnologia que ajudem cada vez mais na produção”, comenta Fábio Meirelles, presidente da Agrishow 2017 e da Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), em encontro com a imprensa, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Para João Marchesan, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), independente da situação do país, o setor está focado na produção. “A Agricultura ajudou no choque de ofertas de alimentos para baixar a inflação. Estamos vivendo uma safra excepcional, com mais de 117 milhões de toneladas de soja processada, por exemplo. O agronegócio é o lado do Brasil que está crescendo e dando certo. O nosso país irá se recuperar através do PIB agrícola e a Agrishow está diretamente ligada a tudo isso, pois está consolidada. Nossa expectativa para a edição de 2017 é a melhor”, explica.

“Nossa feira, todos os anos, começa durante a supersafra que é colhida neste período. O evento é uma peça fundamental que colabora com essa colheita, pois ela traz o melhor em máquinas e tecnologia. Todas as empresas pretendem mostrar o que existe de melhor em tecnologia agrícola. Em apoio aos produtores, a nossa expectativa é que, durante a Agrishow o governo anuncie a disponibilização de recursos de R$ 1,5 bilhão para o Moderfrota (Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras), que serão suficientes para a compra de equipamentos agrícolas. Todos os agentes financeiros do país estarão presentes no local para orientar os interessados na compra de suas máquinas”, finaliza Francisco Matturro, vice-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

A feira será realizada em Ribeirão Preto (SP), de 1º a 5 de maio, e é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag, Abimaq, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp e SRB – Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.

Tags, , , , , , ,

Brazilian machinery and equipment Industry presents technological solutions at the FIB 2016

Organized by the BMS Program, Brazilian companies will participate in the 31st International Fair in Bogotá in September

The machinery and equipment Brazilian industry will be represented by 17 companies in the 31st. International Fair of Bogota – FIB 2016 which is a multi-sector event consolidated as the most important opportunity to exchange new technologies applied to all productive industries of the continent, will take place between September 26th until 30th, at the Corferias International Business and Exhibition Center in Bogota. Brazil Machinery Solutions (BMS) Program, which has organized the Brazilian participation in this event, is the outcome of the partnership between the Brazilian Agency for Promotion of Exports and Investments (Apex-Brazil)]and the [Brazilian Association of Machinery and Equipment Industry (ABIMAQ)].

In an area larger than 250m², the BMS pavilion will host Brazilian manufacturers of machines and equipment for the food, mining, pumps, generators, mechanical transmission, machine tools, among others. The goal is to exceed the results of the latest edition of the FIB, which occurred in 2014 in negotiations with buyers from countries such as Colombia, Ecuador, Chile, Guatemala, Venezuela, Peru, Costa Rica and Panama. This year the BMS program will count with one more company than in the last edition.

According to Abimaq Foreign Trade Executive Director and BMS Program Manager, Klaus Curt Müller, Colombia was the 10th market of machinery and equipment for Brazil, with exports around US $ 253 million recorded in 2015. The three main segments exported to the Colombian market are: machines and heavy equipment, road machinery and agricultural machinery. Together, the three sectors accounted for $ 119 million in Brazilian exports to that country last year. “From January to July this year, Brazil already exported US $ 116 million to Colombia, and these three sectors accounted for US $ 50.3 million in Brazilian exports to that country until July,” says the director.

Companies that will participate in the FIB 2016 BMS Program

ARVOS BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA
CARTON ACCESS LTDA. EPP
EIRICH INDUSTRIAL LTDA
HYVA DO BRASIL HIDRÁULICA LTDA
IND. COM. DE FACAS PARA CORTE E VINCO PLAST FACA LTDA. EPP
INDÚSTRIAS ROMI S.A.
KAWAMAC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÁQUINAS LTDA
MARGUI MÁQUINAS LTDA
NEUMAN & ESSER AMERICA DO SUL LTDA
PIERALISI DO BRASIL LTDA.
RICEFER EQUIPAMENTOS INOX LTDA
SELGRON INDUSTRIAL LTDA
SITRON – SMART ELETRÔNICOS EIRELLI
TECMAES TECNOLOGIA DE MÁQUINAS ESPECIAIS LTDA.
TOX PRESSOTECHNIK DO BRASIL IND.COM. DE EQUIP. LTDA.
VULKAN DO BRASIL LTDA.
ZOLLERN TRANSMISSÕES MECÂNICAS LTDA.

About Apex-Brazil – The Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) has the mission to develop the competitiveness of Brazilian companies, promoting the internationalization of their business and attracting foreign direct investment. In partnership with industry organizations, the Agency organizes trade promotion activities such as market surveys and trade missions, business meetings, also provides support to the participation of Brazilian companies in international exhibitions and visits of foreign buyers to become familiar with the Brazilian production structure. It also coordinates efforts to attract foreign direct investment (FDI) in the country, working to identify business opportunities and promoting strategic events and providing support to foreign investors. For more information visit: www2.apexbrasil.com.br. www.apexbrasil.com.br

About ABIMAQ – The Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) was founded in 1975 with the aim of acting in favor of strengthening the domestic industry, the mobilization of industry, the implementation of actions with political and economic bodies, stimulate trade and international cooperation and help to improve their performance in terms of technology, training of human resources and administrative modernization. For more information visit: www.abimaq.org.br

About the Brazil Machinery Solutions Program – Developed from the collaboration between Abimaq (Brazilian Association of Machinery and Equipment) and Apex-Brazil (Brazilian Agency for Promotion of Exports and Investments), the Brazil Machinery Solutions Program aims to promote Brazilian exports of machinery and equipment as well as strengthening the image of Brazil as capital goods manufacturer of mechanical equipment. The BMS Program currently has more than 300 company members acting in various sectors, such as agriculture, textiles, mining, plastics, packaging, and machine tools, among others. For more information visit: www.brazilmachinery.com

Tags, , , , , ,

Abimaq promove a maior feira de máquinas e equipamentos industriais da América Latina

Diante do conturbado momento econômico que assola o país, inovação é a palavra de ordem para enfrentar e superar os desafios no mercado e as feiras setoriais são uma oportunidade para as empresas trocarem experiências e se atualizarem profissionalmente. A Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (Feimec) é realizada pela Abimaq, na São Paulo Expo Exhibition and Convention Center entre os dias 3 e 7 de maio. Esta é a feira oficial do setor de máquinas, equipamentos, peças e ferramentas.

A feira já nasceu forte e promete ser um sucesso, assim como a Agrishow, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo, também realizada pela entidade. Os principais fabricantes estão confirmados como expositores. Segundo o presidente do Conselho de Administração da Abimaq/Sindimaq, Carlos Pastoriza, a Feimec é uma solução estratégica para superar a crise. “Para vender mais, é preciso ampliar a carteira de clientes, abrir novos mercados, e a Feimec é o instrumento adequado para isso. A feira vai levar ao expositor novos mercados, novos clientes e vai ajudá-lo a aumentar sua base de prospects”, afirma Pastoriza.

Entre as empresas associadas à Abimaq em Minas Gerais que vão participar da feira estão a Comau, empresa de automação, e a Kampmann, voltada para a fabricação, reforma e recondicionamento de serras circulares para diversos tipos de máquinas e operações.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) está apoiando a feira e investindo na Rodada Internacional de Negócios, que tem como objetivo promover o encontro entre fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos e compradores estrangeiros possibilitando futuros negócios internacionais e ampliando a capacidade exportadora das empresas brasileiras. A rodada de negócios acontecerá por meio do Projeto Comprador, uma iniciativa que trará importadores de países-alvo para estabelecerem contato com fabricantes brasileiros. “Trata-se de uma iniciativa que possibilitará que o mercado internacional conheça a diversidade, qualidade e competitividade de produtos e serviços oferecidos pelo Brasil no setor de bens de capital mecânico”, explica o diretor executivo de Comércio Exterior da Abimaq e gerente do Programa Brazil Machinery Solutions (BMS), Klaus Curt Müller.

As empresas que se inscreverem na Rodada Internacional de Negócios preencherão um cadastro onde vão informar quais os mercados de seu interesse, os produtos ofertados, entre outros detalhes. A partir dessas informações, o Programa BMS fará um cruzamento de informações com compradores estrangeiros e montará um cronograma de reuniões, que acontecerão em um espaço exclusivo para a ação e ao longo do evento. Todas as etapas do processo serão divulgadas pelo hotsite da Feimec, assim como pelas ferramentas de comunicação do Programa BMS.

Tags, , , , ,