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Setor de e-commerce precisa se preparar já para nova Lei Geral de Proteção de dados, alerta ABComm

A partir de agosto de 2020, entra em vigor no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP), que dispõe sobre a proteção de dados pessoais na Internet. O e-commerce promete ser um dos mercados mais impactados, já que toda sua atuação se baseia na análise de dados sobre o perfil e a jornada do consumidor.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) avalia positivamente a legislação, que traz mais poder aos consumidores quanto a coleta e uso de seus dados pessoais e penaliza as empresas que descumprirem as regras. A entidade inclusive teve participação ativa nas discussões para elaboração da lei. Seu Diretor Jurídico, Márcio Cots, participou como consultor técnico de discussões sobre o assunto no Senado Federal.

“A lei será benéfica para todos, pois traz mais transparência e inibe o uso abusivo e indiscriminado de dados pessoais, aumentando a segurança das operações”, afirma Cots. No entanto, ele pontua que empresas de comércio eletrônico devem, o mais rapidamente possível, adaptar suas práticas segurança, compliance e TI, e também treinar pessoas, modificar processos e adaptar documentos para se adequar à futura legislação”. Recomendamos que se busque uma assessoria jurídica para analisar o que está em desconformidade e o que precisa ser alterado. A lei será aplicada somente no ano que vem há um bom tempo pela frente”, informa ele.

Para entender melhor, conheça os três impactos profundos que a LGDP terá sobre as empresas de comércio eletrônico e que merecem especial atenção:

Coleta e uso só de dados com autorização

A nova legislação impede que dados pessoais sejam coletados ou utilizados sem consentimento do usuário. Para recolher informações usando cookies e outras ferramentas, os serviços de e-commerce precisarão de uma autorização específica por parte dos consumidores. Isso atinge não apenas as empresas que dialogam diretamente com os clientes, mas todas as que, por algum motivo, tiverem acesso aos seus dados pessoais, o que inclui serviços de logística, atendimento eletrônico e muitos outros.

“E essa autorização não funciona como um ‘cheque em branco’. As informações poderão ser usadas apenas para a finalidade com que foram coletadas, nada além”, pontua o advogado. “Hoje, as empresas utilizam dados de navegação para sugerir produtos conforme o perfil de cada usuário, compartilhando inclusive suas bases de dados com outros parceiros sem informar ao consumidor. Com a LGDP, este tipo de prática será vetado”.

Mais poder ao usuário

Outra novidade introduzida pela LGDP é que o titular do dado tem o direito de questionar qualquer serviço de e-commerce sobre quais informações pessoais ele armazena e exigir que as mesmas sejam editadas ou excluídas. Pode exigir ainda a portabilidade dos dados. “Isso também difere do cenário que temos hoje. Políticas de privacidade e sistemas de busca terão de ser remodelados”, afirma o advogado.

Penalidades financeiras

A LGDP pressupõe um incremento considerável na fiscalização das empresas por parte da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autarquia ligada ao Ministério da Justiça, a fim de evitar o mau uso ou o vazamento de informações pessoais. As penalidades incluem multas que oscilam de 2% do faturamento da empresa até R$ 50 milhões por infração cometida. E não é tudo. “A companhia que insistir em práticas inadequadas pode ter sérios problemas com o ministério público”, informa Cots.

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Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,2 bi no Dia dos Pais, estima ABComm

O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,2 bilhões no Dia dos Pais, de acordo com previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Segundo a entidade, a data, que é considerada uma das mais importante para o varejo, deve ter um crescimento de 8% quando comparado com o mesmo evento do ano passado.

A ABComm estima que cerca de 6,8 milhões de pedidos sejam realizados no período de 16 de julho a 4 de agosto, com um tíquete médio de R$ 329. As principais categorias de produtos a serem buscados na data são Informática, Celulares, Eletrônicos, Materiais esportivos, Moda e Acessórios

De acordo com Mauricio Salvador, Presidente da ABComm, a data inicia o calendário de eventos importantes para o varejo no segundo semestre, e deve servir como preparação para os lojistas até o fim do ano. “Seguindo as demais datas sazonais, o Dia dos Pais deve movimentar o faturamento do setor, mesmo que num ritmo menor do que o observado no ano passado”, afirma.

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ABComm considera positiva aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) considerou positiva a aprovação do Projeto de Lei Complementar 53/2018, conhecido como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pelo Senado Federal. A nova legislação, que ainda precisa passar pela sanção presidencial, prevê maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais, exigindo consentimento explícito para coleta e uso dos dados, tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, e obriga a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados.

“Uma Lei Geral de Proteção de Dados era essencial para manter o Brasil em harmonia com uma tendência mundial”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm. “Não fazia sentido empresas brasileiras, sobretudo de comércio eletrônico, perderem oportunidades de negócios em razão do Brasil constar no mapa de risco da União Europeia e de outros países que já possuem legislação específica”, complementa.

A ABComm avalia que o maior efeito da nova lei é exigir de todas as pessoas, físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, a demonstração da base legal sobre a qual realizam qualquer tipo de tratamento, coleta, armazenamento, transmissão e processamento de dados que identifiquem ou tornem identificável uma pessoa natural. “As bases legais estão descritas na lei, sendo a mais comum o consentimento do titular dos dados”, ressalta Salvador.

Após a sanção presidencial, a LGPD terá um prazo de 18 meses para que as suas regras sejam aplicadas aos setores público e privado. Dentre as punições pelo descumprimento da legislação estão multas de até 2% do faturamento da empresa, além da própria suspensão do funcionamento do banco de dados, e ainda a proibição total das atividades de tratamento de dados.

De acordo com a ABComm, os lojistas virtuais deverão agir em duas frentes: regularizar, quando possível, o banco de dados existentes e passar a tratar os novos dados de acordo com a legislação. Segundo Marcio Cots, Diretor Jurídico da entidade, a primeira frente é mais problemática, tendo em vista que há lojistas com dados pessoais que não conhecem a origem ou com origem irregular do ponto de vista da nova legislação. “Se o lojista passar a coletar dados pessoais de forma correta, mas incluí-lo no banco de dados ‘viciado’, todo o banco pode ser perdido”, alerta Cots.

A ABComm, enquanto associação que representa os interesses dos consumidores e dos lojistas virtuais, sobretudo de pequeno porte, fará esse trabalho de auxílio, ajudando os empresários a compreender e aplicar a nova legislação a fim de não comprometer o desempenho econômico do setor. A associação compreende que os comércios eletrônicos de menor porte tenham mais dificuldade para se adequar à legislação, com a eventual necessidade em realizar investimentos em ferramentas tecnológicas que auxiliem nesse processo.

A entidade entende, porém, que os empresários do setor, independente do porte, terão de se adaptar à nova legislação a partir de uma mudança de mentalidade. “A cultura anterior era a de usar indiscriminadamente os dados pessoais. Com a nova lei, tudo precisará mudar. Isso envolve os contratados, os fornecedores e os empregados em geral”, afirma o presidente da ABComm. “Todos vão precisar mudar o pensamento para poderem utilizar os dados de uma maneira mais adequada.”

A ABComm considera importante a clareza sobre como deve ser tratado o uso de dados pessoais, e não entende que a legislação possa servir como uma barreira para o setor. “Havendo regras claras sobre o tratamento de dados no Brasil, esse processo acontecerá de uma forma mais segura”, ressalta Salvador. “Então tanto startups do setor e comércios eletrônicos, como empresas em geral, vão poder atuar com muito mais segurança com relação ao que pode e o que não pode fazer.”

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Comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bi no segundo semestre do ano, aponta ABComm

O comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bilhões no segundo semestre do ano. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Caso a projeção se concretize, esse montante representará um crescimento de 15% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio no período deve somar R$ 310,00, com um total de 122 milhões de pedidos feitos. O segundo semestre tende a ser mais aquecido em razão de datas sazonais importantes para o varejo, como a Black Friday e o Natal, além do Dia dos Pais.

Eventos atípicos que afetaram a economia do País, como a paralisação dos caminhoneiros, tiveram um impacto marginal no faturamento do setor. “Foram mais de três milhões de pacotes atrasados, com uma média de 11 dias de atraso nas entregas por conta da paralisação”, avalia Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Para o segundo semestre, porém, eventos como as eleições não devem gerar maiores impactos no resultado do setor. “As eleições em si não causam variação nas vendas online. O que influencia mais são as especulações em torno do câmbio, uma vez que muitos produtos são importados”, afirma Salvador.

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Nuvem Shop é finalista do Prêmio Melhores do Ano AbComm

A Nuvem Shop, detentora de uma plataforma de serviços de e-commerce, está na fase final do Prêmio Melhores do Ano AbComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). A empresa está na disputa como “Melhor Plataforma de E-commerce” e seu co-fundador, Alejandro Vázquez, foi selecionado na categoria “Empreendedor Digital”. Para confirmar a escolha, é necessário clicar no e-mail de confirmação após o voto.

O objetivo do prêmio da AbComm é evidenciar as melhores empresas e profissionais do mercado digital. Os vencedores das 11 categorias serão anunciados durante a cerimônia de premiação que acontece no dia 11 de abril, a partir das 9h no Teatro Gazeta em São Paulo, com transmissão ao vivo para todo Brasil.

O crescimento da Nuvem Shop no mercado brasileiro acompanha a evolução do setor de e-commerce no país. Com um serviço de alta qualidade, a empresa vem catalisando o empreendedorismo e geração de empregos, ajudando a estimular a economia local. Com apenas cinco anos de operação no Brasil, a Nuvem Shop já está entre as principais plataformas de comércio eletrônico do país. Somente em 2017, a plataforma da companhia movimentou cerca de R$ 380 milhões GMV (Transações Gross Merchandise Value). Atualmente o Brasil é o principal mercado de atuação da Nuvem Shop, com mais de 50% do faturamento.

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Natal deve movimentar R$ 8,4 bilhões no comércio eletrônico, estima ABComm

O Natal, que historicamente é a data mais importante para o varejo, deve movimentar R$ 8,428 bilhões no comércio eletrônico do País. Quem faz a estimativa é a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Esse montante representa um crescimento de 12% quando comparada com a mesma data de 2016.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam mais de 27 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 308. As categorias mais buscadas devem ser “Informática”, “Celulares”, “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios” e “Casa e Decoração”. A previsão leva em conta as compras realizadas entre os dias 24 de novembro e 22 de dezembro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nas comemorações natalinas, encerrando o ano com um grande impulso”, avalia Mauricio Salvador, presidente da ABComm. “O período demanda condições especiais e produtos exclusivos, tornando-se muito atrativo para os consumidores, principalmente nesse momento de retomada da economia nacional”, complementa.

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Black Friday movimenta R$ 2,48 bi no comércio eletrônico, aponta ABComm; Varejo físico vê alta no fluxo

A Black Friday, realizada na última sexta-feira, 24, movimentou R$ 2,48 bilhões nas lojas virtuais do País. É o que avalia a Associaçao Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante representa um crescimento de 16% quando comparado com a mesma data do ano passado.

A ABComm considerou as lojas virtuais e também os marketplaces dentro do período de 20 a 24 de novembro. No total foram realizados 10 milhões de pedidos, com um tíquete médio de R$ 246. Dentre os produtos mais buscados na data estiveram Informática, Celulares, Eletrônicos, além de Moda e Casa e Decoração.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, esse resultado demonstra que a Black Friday está cada vez mais consolidada no Brasil. “Como esperado, muitos consumidores se prepararam para aproveitar as promoções do período, bem como os lojistas virtuais”, afirma.

Outros players do comércio eletrônico também sentiram os impactos positivos na data. A Tatix, empresa especializada em gestão completa (full service) de comércio eletrônico, observou um crescimento médio de 20% dentro da sua carteira de clientes. A companhia opera as lojas virtuais de grandes marcas do varejo, como Pernambucanas, Som Livre, Glamour, Giga Barato, entre outras.

De acordo com Luis Fernando Miller, sócio-diretor da Tatix, o Volume Bruto de Vendas (Gross Merchandise Volume, na sigla em inglês), indicador que mede vendas próprias de mercadorias e vendas de terceiros, foi de cerca de R$ 10 milhões no fim de semana da Black Friday. De acordo com ele, o destaque foi a categoria Moda. “Assim como esperado pelo mercado, os números registrados foram bastante expressivos”, afirma o executivo.

Varejo físico apresenta alta no fluxo

O varejo tradicional, que vem aderindo com mais intensidade às promoções da Black Friday, também observou crescimento na movimentação de consumidores. O fluxo nos shopping centers do País cresceu 8,13% no dia do evento em relação ao ano anterior, segundo o Índice de Visitantes em Shopping Centers (IVSC), realizado pela ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers) em parceria com a FX Retail Analytics, empresa especializada no monitoramento de fluxo de visitantes para o varejo.

“Realidade no e-commerce, os números mostram que a Black Friday está se consolidando no mundo físico, com um aumento proporcionado não só pelas ofertas dos varejistas, mas também por lanchonetes, restaurantes e boutiques de doces, que também aderiram ao movimento”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Recuperação de compras

Os lojistas virtuais também recuperaram uma grande quantia de compras que então seriam alvo de desistência pelos consumidores. De acordo com dados da Linx+ShopBack, empresa especializada na recuperação de clientes por meio de abordagens inteligentes baseadas em Big Data, 806 lojas virtuais recuperaram R$ 121 milhões entre a noite de quinta-feira (23) até o final da sexta (24) com ações direcionadas.

Ainda de acordo com informações da empresa, esse valor representa mais de 283 mil novos pedidos realizados após uma primeira desistência, com tíquete médio de R$ 427. As ações que mais resultaram em recuperação de clientes foram por e-mail, com 29%, seguidas por notificações push, com 26% e por overlays inteligentes (mensagens que aparecem na própria página antes do abandono), com 19% de recuperação. Os segmentos que mais resgataram vendas por esse modelo foram: Eletrodomésticos, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Viagens.

“Ferramentas inteligentes, capazes de abordar os consumidores de forma assertiva, se tornam ainda mais importantes durante a Black Friday, diante da enorme concorrência e da necessidade de um rápido tempo de resposta”, afirma Isaac Ezra, CEO da ShopBack. “O desafio é engajar o consumidor por meio de ofertas relevantes em tempo real, e isso só é possível com o uso da inteligência dos dados”, ressalta.

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Comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,5 bilhões na Black Friday, estima ABComm

Uma das datas mais esperada pelo varejo, a Black Friday deve movimentar neste ano R$ 2,506 bilhões. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, o evento, que acontece no dia 24 de novembro, deve ter um crescimento de 18% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam mais de 10 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 246. As categorias mais buscadas devem ser Informática, Celulares, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Casa e Decoração. A previsão leva em conta as compras realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. O período demanda promoções e condições especiais, tornando-se muito atrativo para os consumidores, principalmente nesse momento de retomada da economia nacional”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O aumento de 18% nas vendas nesse período é maior do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é o número de promoções oferecidas ao consumidor, em conjunto com o recebimento da primeira parcela do 13º salário, o que injeta uma boa quantia no cenário econômico.

“O e-commerce tem muito o que comemorar, as pessoas estão comprando cada vez mais pela internet. A segurança do usuário tende a aumentar conforme datas representativas são bem-sucedidas e oferecem boas condições”, finaliza ele.

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Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,1 bi no Dia das Crianças, estima ABComm

O comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 2,1 bilhões no Dia das Crianças. É o que projeta a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2016.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam oito milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 269. As categorias mais buscadas devem ser “Brinquedos”, “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios”, “Informática” e “Esporte e Lazer”. A estimativa leva em conta as compras realizadas entre os dias 25 de setembro e 11 de outubro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. Os lojistas prepararam promoções e condições especiais a fim de serem mais atrativos para seus consumidores neste momento econômico”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O crescimento de 5% nas vendas nesse período é menor do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é que o tíquete médio dessa data é mais baixo, uma vez que categorias de valor mais elevado, como Eletrodomésticos, Móveis e Acessórios Automotivos, não tem representatividade nesse período.

Além disso, a crescente participação dos marketplaces e dos smartphones nas vendas online, tem contribuído para redução do tíquete médio. Por outro lado, a frequência de compra tem aumentado.

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Comércio eletrônico deve faturar R$ 2,07 bilhões no Dia dos Pais, estima ABComm

O Dia dos Pais deve movimentar R$ 2,07 bilhões nas vendas pela internet. A estimativa é da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). De acordo com a entidade, esse valor representa um crescimento de 12% em relação à mesma data de 2016.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam 5,99 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 346. As categorias mais buscadas devem ser “Informática”, “Eletrônicos” e “Moda e Acessórios”. A estimativa leva em conta as compras realizadas entre os dias 31 de julho e 11 de agosto.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. Os lojistas prepararam promoções e condições especiais a fim de serem mais atrativos para seus consumidores neste momento econômico”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

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Prêmio ABComm de Inovação Digital 2017 anuncia seus vencedores

A terceira edição do Prêmio ABComm de Inovação Digital conheceu seus ganhadores na terça, dia 04 de abril, em São Paulo. Promovido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a homenagem teve como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado digital do Brasil, reconhecendo as melhores práticas, companhias e profissionais do setor.

Foram mais de 3.600 cases inscritos e 30 mil votos. Confira abaixo os mais votados das dez categorias:

Melhores Agências Digitais:
•Raccoon
•BlueFoot
•Ghfly

Melhores em Tecnologia para E-commerce:
•Onclick
•KPL
•Locaweb

Melhores Ferramentas de Marketing Digital:
•All iN
•Lahar
•Enviou

Melhores Plataformas de E-commerce:
•Tray
•Nuvemshop
•Mercado Shops

Melhores em Logística no E-commerce:
•FedEx/Rapidão Cometa
•Mandaê
•Total Express

Melhores em Serviços para E-commerce:
•Pagar.me
•Infracommerce
•FCamara Consulting

Melhores Profissionais de E-commerce:
•Gustavo Batista – S2 Holding
•Samuel Gonsales – e-Millenium
•Patricia Amaro – Unilever
•Kai Schoppen – Infracommerce

Melhores Profissionais de Marketing Digital:
•Welington Sousa – All iN
•Marcelo Trevisani – CI&T
•Sergio Lima – S8 Sampa

Melhores Profissionais de Social Media:
•Eduardo Prange
•Anderson Carvalho
•Fernanda Nascimento

Melhores Empreendedores Digitais:
•André Palis – Raccoon
•Adriano Caetano – Loja Integrada
•Daniela Aquino – Agência e-Can
•Tatiana Pezoa – Trustvox

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Infracommerce é eleita a melhor empresa de serviços digitais do Brasil pela ABCOMM

A edição de 2017 do prêmio ABComm de Inovação Digital realizada na última terça-feira, dia 04 de abril, é um dos eventos mais importantes do segmento de e-commerce. A ABComm premiou a empresa Infracommerce como “Melhor Empresa em Serviços Digitais” e também o seu CEO, Kai Schoppen, como “Profissional do Ano de E-commerce”.

As conquistas reforçam a posição da empresa como principal fornecedora de soluções de full commerce para gestão de e-commerce na América Latina, assim como a expertise dos profissionais da companhia. Na edição anterior do E-Commerce Brasil, outro grande evento do segmento, o diretor de logística da Infracommerce, Luiz Vergueiro, levou o prêmio de “Melhor Profissional de Logística do Brasil”.

Ainda em seu quadro de profissionais, a empresa conta com grandes nomes do e-commerce, como o recém-chegado André Canuto, Ex-COO do Grupo Máquina de Vendas, Ednei Souza, Ex-Controller do Grupo Buscapé Company LATAM, Gabriel Kairalla, Ex-Ambev e Co-founder do Emporio.com, e Luiz Pavão, que atuou em cargos de liderança em grandes varejistas online e tem mais de 100 lojas implementadas em sua carreira.

A empresa possui vasta experiência na área de comércio eletrônico no mercado brasileiro, prestando serviços direcionados ao e-commerce nas áreas de tecnologia, marketing digital, conteúdo, pagamento, logística, SAC, entre outros, para grandes marcas como Alpargatas, Ambev, Danone, JBL, J&J, Luxottica, Nestlé, Ray-Ban, Oakley, Unilever, entre outros.

Recentemente, a Infracommerce expandiu suas operações para o México, segundo país em vendas da América Latina no segmento de e-commerce. No primeiro semestre deste ano, a empresa irá inaugurar sua operação em território argentino e no segundo semestre na Colômbia.

Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, leva prêmio de “Profissional de e-commerce do Ano”

Profissional com vasta experiência na área de comércio eletrônico, Kai Schoppen atuou como COO do grande e-commerce de moda Brands4friends, na Alemanha, sua terra natal, onde também realizou consultorias pelo Boston Consulting Group.

Já no Brasil, foi co-fundador e board member do gaveteiro.com.br e Liquitudo, e ficou à frente da operação na América Latina do BrandsClub, até fundar a Infracommerce, em 2012. As experiências acumuladas pelo executivo no período em que atuou na empresa foram essenciais para entender as especificidades e deficiências da cadeia do e-commerce brasileiro e, assim, construir soluções para melhor gestão desses canais.

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Pagar.me é eleito Destaque em Serviços Digitais pela ABComm

A cerimônia de entrega do 3o Prêmio de Inovação Digital, promovido pela ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, aconteceu nesta terça-feira (04) em São Paulo, durante evento do setor. Foram premiadas empresas ligadas ao comércio eletrônico, em 10 categorias.

Em “Destaque de Serviços Digitais” o Pagar.me, provedor de serviços de pagamentos brasileiro, ficou com o primeiro lugar. Foi a primeira vez que um meio de pagamento recebeu o prêmio. Outras 12 empresas do setor concorreram na mesma categoria – o segundo lugar foi para a Infracommerce, seguida da FCamara Consulting. Ao todo, 47 empresas disputaram na categoria.

Leonardo Frisso, CEO do Pagar.me, destaca a importância deste reconhecimento. “O mercado de meios de pagamentos ainda é muito carente em produtos de tecnologia, que é o nosso diferencial e motivo de crescimento acelerado. Esperamos continuar satisfazendo nossos clientes cada vez mais com novas soluções.”

Ele acrescenta: “Estamos muito felizes com este primeiro lugar em Destaque de Serviços Digitais. O prêmio servirá como inspiração para continuarmos inovando cada vez mais em 2017.”
Esta foi a primeira participação do Pagar.me no Prêmio, que este ano recebeu mais de 30 mil votos de internautas.

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Digital Business Day SP reúne especialistas para debater o tema “Como vender mais pela internet em 2017”

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Grandes especialistas do mercado digital reunidos para uma série de palestras, debates e apresentações de casos de sucesso voltados ao tema “Como vender mais pela internet, em 2017”. Esse é o Digital Business Day SP que acontece no próximo dia 16 de dezembro (sexta-feira), das 8h às 14h, no Hotel Meliá Paulista (Av. Paulista 2181, em frente ao metrô Consolação), em São Paulo. As inscrições estão abertas pelo www.digitalbusinessday.com.br e as vagas são limitadas.

Já estão confirmadas para o DBD SP as palestras de Pedro Eugenio, fundador e CEO da Black Friday no Brasil; Roberto Cury, diretor de marketing da OLX; Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui; Tiago Bueno, marketing da IBM; Diego Dourado, marketing do UOL Host; Moyses Simantob, coordenador e docente do FGV CEO Inovação; Alexandre Gibotti, diretor executivo da ABRADi; e Vinícius Melo, diretor da Rebellion Digital.

“O principal objetivo do Digital Business Day SP é destacar o caminho para onde vai o E-commerce em 2017 e as melhores estratégias para a geração de bons resultados. São informações estratégicas e inspiradoras para quem deseja estar à frente num mercado que, na contramão da crise, deve registrar crescimento de 8% em 2017, no Brasil, com um faturamento de R$ 44,6 bilhões”, afirma Vinícius Melo, diretor da Rebellion Digital.

O Digital Business Day SP é realizado por Rebellion Digital, Núcleo da Notícia Comunicação Corporativa e Jardim Comunicação, com apoio da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais), ABCOMM (Associação Brasileira de E-commerce), Buscapé Company, ComSchool, Digitalks, Dinamize, Goobec, IBM, Jet E-business, KPL, Locaweb,MultVídeo,Seekr, UOL Host e Xtech.

Digital Business Day SP

Data: 16 de dezembro de 2016 (sexta-feira)
Horário: das 8h às 14h
Local: Hotel Meliá Paulista (Av. Paulista 2181, em frente ao metrô Consolação).
Informações e inscrições pelo www.digitalbusinessday.com.br

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Congresso Cards aborda a tendência multicanal no Brasil

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O cliente conhece o produto na loja, compra pela internet, e vice-versa. O consumidor de hoje é multicanal, ou seja, compra em diversos canais no momento que for mais conveniente e prático para ele.

O futuro do omnichannel e a sua importância para o mercado varejista nos próximos anos será um dos temas abordados pelo Congresso Cards, que acontece de 15 a 17 de junho, paralelamente à Cards Payment & Identification 2016, no Expo Center Norte em São Paulo.

De acordo com o Prof. Doutor das matérias de E-Commerce, Redes Sociais e Comportamento do Consumidor On-line da ESPM, Alexandre Cavalcanti Marquesi, não existe uma fórmula mágica. “A iniciativa deve ser uma opção simplificada e que caiba no bolso da empresa. Usar aplicativos e redes sociais como Whatsapp e Facebook são métodos rápidos e baratos. Já projetos maiores dependem de especialistas”, explica o professor.

Os números relacionados a esse tipo de estratégia chamam a atenção: mais de 17 bilhões de brasileiros realizaram pelo menos uma compra on-line no primeiro semestre de 2015; clientes multicanal gastam 82% mais que os clientes de lojas intencionais.

Em 2016, o e-commerce nacional deve crescer 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O ano deve registrar 190,9 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um ticket médio de R$ 298.

As compras via aparelhos portáteis devem representar 30% do total de pedidos, ante 20% em 2015, o que torna o mobile ainda mais importante para os varejistas brasileiros. A participação das PMEs na receita geral também deve aumentar, atingindo a marca de 22,1% este ano.

“As facilidades oferecidas pelos varejistas virtuais, como promoções e preços baixos, seguem como atrativos para os consumidores, projetando um crescimento que nem mesmo a crise econômica no Brasil deve impedir”, ressalta o presidente da ABComm, Mauricio Salvador.

Congresso Cards

Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme

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ICMS no E-commerce: estão querendo quebrar o setor?

O contribuinte brasileiro trabalha em média cinco meses por ano somente para pagar impostos.

Não bastasse isso, temos que lidar com distorções que complicam a vida de quem quer pagar imposto. Milhares de empresas deixam de existir sufocadas pela burocracia brasileira.

O país enfrenta uma grave crise econômica. Não seria hora de desburocratizar e incentivar o empreendedorismo?

Para o Governo Federal, não.

O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ é constituído pelos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada Estado e Distrito Federal e pelo Ministro de Estado da Fazenda.

A missão do Confaz, conforme descrita em sua página na Internet, é: “promover o aperfeiçoamento do federalismo fiscal e a harmonização tributária entre os Estados da Federação”.

As reuniões do CONFAZ são presididas pelo Ministro da Fazenda ou por representante de sua indicação, então não dá para dizer que a culpa é somente dos estados.

O estrago que o Confaz vem fazendo no comércio eletrônico brasileiro começou em 2011.

Em abril de 2011 o Confaz reuniu as secretarias de fazenda de 21 estados para assinar um documento chamado Protocolo 21.

Esse documento obrigava as lojas virtuais a recolherem impostos nos Estados de destino das mercadorias, ou seja, se não bastasse a carga tributaria já elevada, seria preciso pagar imposto duas vezes.

Graças a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) da qual a ABComm fez parte, tal aberração foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2014.

Em setembro de 2015 o Confaz ainda não satisfeito, deu mais uma pancada no comércio eletrônico brasileiro, ao editar o Convênio 93/2015 que passou a valer a partir de primeiro de janeiro de 2016.

O convênio alterou de forma profunda a sistemática de recolhimento do ICMS, trazendo insegurança jurídica, encarecimento de produtos, aumento nos custos de conformidade e mais burocracia, inclusive para as empresas optantes do Simples Nacional.

No Convênio, ficam obrigadas as empresas que vendem mercadorias entre estados, a recolherem impostos no estado de origem e no estado de destino.

Veja aqui nosso dossiê sobre o Convênio.

Tal obrigação burocratizou e travou a operação de milhares de lojas virtuais optantes pelo Simples Nacional pois obriga as lojas que vendem entre estados, a recolherem ICMS para ambos os estados, o de destino e o de origem, numa confusão absurda de guias e duplicidades, entre outros problemas causados.

Foi ignorado o direito das empresas do Simples Nacional em terem seu recolhimento de impostos simplificado, direito esse garantido pela Constituiçao Federal (art. 170, inciso IX, e 179 da Constituição).

A ABComm está novamente mobilizada junto a outras entidades em outra Ação Direta de Inconstitucionalidade e em paralelo tenta sensibilizar o Ministério da Justiça de que tal medida causa desequilíbrio no setor além de:

Fechamento de lojas virtuais;
Aumento no desemprego;
Aumento da informalidade.
No dia 19 de janeiro o Presidente da ABComm se encontrou com o Presidente do Sebrae e outras entidades ligadas ao comércio e indústria nacionais, para assinar um ofício que foi entregue em mãos ao ministro da fazenda, Nelson Barbosa.

No Ofício as entidades expõem pontos onde o Convênio 93/2015 desrespeita o que já foi legislado com relação ao Simples Nacional.

O Ofício solicita que seja cancelada a cláusula nona do Convênio 93/2015 e que sejam cumpridas as disposições da LC 123/2006 no que se refere às obrigações das empresas optantes do Simples Nacional.

Também foi solicitado que seja desenvolvido aplicativo informatizado que utilize os dados coletados para emissão de nota fiscal eletrônica e assim facilitem os processos de recolhimento e afastem a emissão de guia do ICMS em duplicidade.

É lamentável que isso esteja ocorrendo novamente num setor que tinha muito potencial de crescimento.

Lojas Virtuais Fechadas = Mais Desemprego = Menos Arrecadação

O consumidor também está sendo prejudicado pois vai pagar mais caro pelas compras online. Os custos operacionais serão repassados, assim como os aumentos nos preços dos produtos.

Preços mais altos = Mais Inflação = Menos Arrecadação

Resumindo, o Governo Federal errou ao intervir no e-commerce através do Confaz, que não tem poder de legislar e alterar a Constituição, causando desequilíbrio entre as empresas e ameaçando um setor que tem grande potencial e vem crescendo no mundo inteiro.

Ninguém ganha com isso a não ser o Confaz que teve sua vida descomplicada.

Fonte: Associação Brasileira de Comércio Eletrônico

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