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Mitsubishi Electric inaugura o 5G Open Innovation Lab

A Mitsubishi Electric, líder mundial na fabricação e venda de equipamentos elétricos e eletrônicos, anuncia o lançamento do 5G Open Innovation Lab™, um laboratório que tem como objetivo colaborar com clientes e empresas parceiras em pesquisas e testes de sistemas de comunicação móvel privada utilizando a rede 5G.

O ambiente de testes será usado para atender as necessidades específicas de negócios, desde os estágios iniciais. Além disso, serão realizados também verificações comparativas entre a tecnologia 5G local e outros sistemas wireless, como Wi-Fi 6 e LTE privado, para determinar o melhor método de comunicação para cada aplicação e função.

A instalação, que fica localizada no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia da Informação da empresa em Kamakura, no Japão, possui 132 metros quadrados e inicialmente irá operar sistemas de comunicação móvel 5G, projetados para uso privado por municípios e empresas locais.

De acordo com o Ericsson Mobility Report, a previsão é que até 2026 essa tecnologia responda por 40% da base mundial de conexões e, segundo o Gartner, o desenvolvimento de sua infraestrutura deve gerar uma receita mundial de US$ 19,1 bi em 2021.

A Mitsubishi Electric foi recentemente licenciada pelo Ministério de Assuntos Internos e Comunicações (MIC) do Japão para operar sistemas de comunicação móvel 5G locais. Porém, a primeira vez que fez uso da tecnologia foi em maio de 2020, usando bandas de ondas milimétricas em sua fábrica em Nagoya, e desde então tem avaliado a aplicação prática da tecnologia para a manufatura.

Objetivos futuros

O objetivo da Mitsubishi Electric é combinar seus próprios sistemas e equipamentos com sistemas 5G em soluções que irá desenvolver, construir e fornecer em uma base única. Também visa gerar novos negócios e serviços relacionados em colaboração com clientes e parceiros. Além de estudar a viabilidade de demonstrações práticas em ambientes reais, a Mitsubishi Electric planeja realizar uma ampla variedade de testes no laboratório, incluindo a operação automática e por controle remoto de robôs móveis via 5G.

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Huawei destaca avanços do 5G durante a Futurecom Digital Week

Há 22 anos no Brasil, a Huawei participa ativamente na transformação digital do país em parceria com operadoras, desde a instalação do 2G até o 4.5G, além de já ter capacitado mais de 30 mil profissionais e estudantes em suas iniciativas e parcerias educacionais com instituições de todo o país. A colaboração da Huawei estará presente na Futurecom 2020 Digital Week, um dos maiores eventos dedicados a inovação na América Latina, que, este ano, será realizado em formato online, de 26 a 30 de outubro.

Durante os Meetups, Webinars, Podcasts e debates do evento, a Huawei demonstrará como os avanços de tecnologias como 5G, IA, Redes, Nuvem e IoT (Internet das Coisas) irão abrir oportunidades às pessoas, aos negócios e à sociedade.

“Junto com nossos clientes e parceiros, contribuímos para o desenvolvimento das redes móveis e de banda larga, que cobrem 95% da população brasileira. Ajudamos nossas operadoras parceiras a lançar as redes 2G até 4.5G no País e ajudamos a construir a primeira rede de fibra óptica de alta velocidade na região amazônica, conectando 20 cidades e beneficiando cerca de 4 milhões de pessoas”, explicou Sun Baocheng, CEO da Huawei Brasil, destacando que a empresa levará toda essa expertise para sua participação no evento.

No Brasil desde 1998, a Huawei tem contribuído para a transformação digital do País. Implantando soluções inovadoras e com uma operação localizada, a empresa gera 1.200 empregos diretos e mais de 15.000 indiretos.

O comprometimento com a missão de construir um mundo totalmente conectado e inteligente permitiu que a Huawei ofereça as soluções mais avançadas e acessíveis em diversos setores como finanças, energia, agricultura, transporte, mineração, cidades inteligentes e no setor público.

Confira a programação de participação da Huawei na Futurecom Digital Week 2020:

https://futurecom.easyevent.com.br/search?term=Huawei

–  26 de outubro, às 16:30h – MeetUp | Agronegócio: Do Plantio à Mesa do Consumidor: O Uso de Tecnologias como aliada na Transformação do Campo. Participação do diretor de Marketing da Huawei Brasil, Tiago Fontes.

–  27 de outubro, às 09:40h – PODCAST | O 5G, com o gerente de solução Wireless da Huawei, Bruno Alvarenga Martins Ribeiro.

–  27 de outubro, às 11:00h – WEBINAR | 5G Interconectando Tecnologias e Serviços, transformando Negócios. Participação do CEO da Huawei no Brasil, Sun Baocheng.

–  28 de outubro, às 09:40h – MeetUp | Governo: Importância da Digitalização das Instituições Públicas alinhada às Necessidades dos Cidadãos. Participação do Executivo de Soluções Huawei para a Indústria, Ricardo Mansano.

–  29 de outubro, às 09:40h – MeetUp | Varejo: Redesenhando a Experiência do Consumidor no Mundo Low Touch. Participação do Consultor de Vendas Corporativas da Huawei, Davi José Martins.

–  29 de outubro, às 16:30h – MeetUp | Energia: Da Geração à Entrega de Energia ao Consumidor: A Revolução Digital e o seu Impacto no Setor Energético. Participação do diretor da Huawei Enterprise, Francisco Costa de Menezes.

–  30 de outubro, às 10:30h – Fireside Chat | O 5G, com o gerente de solução Wireless da Huawei, Bruno Alvarenga Martins Ribeiro.

–  30 de outubro, às 11:00h – WEBINAR | Acelerando a adoção de 5G através da Construção de um Ecossistema de Colaboração e Inovação. Participação do diretor de Soluções da Huawei, Carlos Roseiro.

SERVIÇO

Evento: Futurecom Digital Week 2020 – Online e Gratuito

Período: 26 a 30 de outubro

Inscrição: https://www.futurecom.com.br/pt/digital-week.html#inscreva-se

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NEC participa do Futurecom 2020 e destaca sua estratégia com foco no 5G

Num ano em que a conectividade se mostrou imprescindível na vida das pessoas, em virtude do isolamento social, a NEC reafirma sua missão de contribuir para a inovação e a colaboração no setor da tecnologia e marca presença no principal evento de tecnologia da América Latina – o Futurecom. A iniciativa, que nesta edição acontece somente no formato digital, por meio de uma plataforma virtual repleta de conteúdo, traz a participação de executivos da organização nos âmbitos brasileiro e global.

No primeiro dia do evento, 26 de outubro, às 14h, Wagner Coppede, diretor de Negócios da NEC no Brasil, participa da apresentação do business case do banco digital Nubank. Na mesma data, às 15h50, Wagner Barroso, diretor de Negócios da NEC no Brasil, integra o webinar que tem como tema “Como destravar a digitalização no Brasil e impulsionar o avanço do 5G?”. Na terça-feira (27), às 10h30, a líder global da NEC para Negócios com Provedores de Serviço, Mayuko Tatewaki, fala ao público do evento, quando apresenta cases da organização ao redor do mundo e destaca o desenvolvimento das aplicações voltadas a 5G e OpenRAN, além de comentar sobre sua visão acerca do cenário atual do setor.

Ainda no segundo dia do Futurecom, às 13h30, o diretor de Tecnologia da NEC, Roberto Murakami, concede uma entrevista em formato de podcast para responder sobre o 5G e os planos da NEC para a chegada da tecnologia ao Brasil. Angelo Guerra, vice-presidente da NEC no Brasil, compõe uma sessão de webinar que conta com a presença de executivos de operadoras, empresas multinacionais e uma universidade, para falar acerca do tema “Um mar de possibilidades: uso combinado de 5G, IoT, Big Data & Inteligência Artificial Impulsionando novos modelos de negócios”, que acontece na quinta-feira (29), às 11h.

Além disso, a NEC contará com a presença de seus executivos nas sessões de MeetUp, que vão reunir especialistas de diversos setores para discutir o papel da tecnologia nas mais diversas verticais da economia, como Varejo, Agricultura, Serviços Financeiros, bem como no âmbito governamental.

Confira a lista dos executivos da NEC nos MeetUps:

• Agronegócio: do plantio à mesa do consumidor – o uso das tecnologias como aliadas na transformação do campo
Leandro Galante, head de OpenRAN e 5G Lab
26/10, das 16h30 às 18h


• Personalização de Serviços Financeiros: ponto chave na Fidelização de Clientes
Wagner Coppede, diretor de Negócios
27/10, das 9h40 às 11h

• Governo: a importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos
José Fiochi, gerente de Negócios para Governos
28/10, das 9h40 às 11h

• Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo low touch
Paulo Bom, gerente de Negócios para Empresas
29/10, das 9h40 às 11h

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Futurecom: CommScope apresenta soluções inéditas e aborda temas como 5G, Saúde 5.0 e IoT

A CommScope, umas das líderes globais em soluções de conectividade para redes de comunicação, participará da Futurecom Digital Week, evento virtual e totalmente gratuito que será realizado de 26 a 30 de outubro, com uma ampla programação, que destaca produtos e temas como novas soluções para arquitetura de acesso distribuído (DAA), 5G, Wi-Fi 6 e 6E, IoT e a crescente demanda por conectividade, entre outros.

O evento, que terá mais de 60 horas de conteúdo disponíveis online, deve receber cerca de 10 mil visitantes virtuais.  “A Futurecom é uma ótima oportunidade para apresentarmos nossa visão sobre as principais tendências no mercado de tecnologia e nosso completo portfólio para infraestrutura de rede”, explica Adriana Antonelli, gerente de marketing para América Latina.

No dia 26/10, às 10h30, o destaque é a entrevista com o vice-presidente sênior de service providers para as regiões da América Latina e Caribe da CommScope, Marcos Takanohashi, que falará sobre os desafios nas áreas de Infraestrutura e Conectividade. No mesmo dia (26/10, às 14h20), Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe, comanda o webinar A crescente demanda por conectividade e seu impacto na infraestrutura e qualidade da entrega

Já no dia 27/10, às 11h, Ramos fala ao vivo sobre o tema 5G – Interconectando tecnologias e serviços, transformando negócios. E ainda no dia 27/10, às 16h30, Ricardo Wassermann, executivo de contas da CommScope comanda um MeetUp (encontro virtual que reúne executivos do setor para debater tecnologia e gestão) sobre um tema muito relevante no cenário atual: Saúde 5.0: o paciente empoderado e protagonista do cuidado.

No dia seguinte (28/10 às 9h40), Eduardo Oliveira, executivo de contas da CommScope RUCKUS, será o responsável pelo MeetUp Governo: Importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos. No mesmo horário passa a estar disponível online o podcast IoT e 5G, com o especialista Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

Nesse mesmo dia (28/10, às 16h30) o tema será o MeetUp Promovendo maturidade para Indústria 4.0: Rumo à fábrica inteligente, em um encontro virtual com executivos do setor que terá a mediação dos executivos da CommScope Marcelo Oliveira e Lucio Marques. No dia 29/10, às 9h40, Gustavo Barros, executivo de contas da CommScope RUCKUS, fala sobre um tema extremamente importante no cenário atual no MeetUp Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo Low Touch

Além de acompanhar todas essas atividades, os visitantes virtuais poderão conhecer novos produtos da CommScope, que acabam de ser lançados pela empresa no exterior,   como os três novos equipamentos que capacitam as operadoras globais a dar o próximo passo em direção ao 10G na última milha, com o uso das mais recentes tecnologias de Remote PHY (R-PHY), Remote MACPHY e do conceito de Arquitetura  de Acesso Distribuído (DAA). Entre eles está o E6000n RD2322 RxD, que tira proveito da base instalada de nós de fibra das operadoras como a base para conduzir o poder de processamento mais próximo das instalações do cliente, com maior eficiência operacional, operações simplificadas de headend e facilidade para a virtualização.

Para ter acesso aos conteúdos exclusivos oferecidos pela CommScope no evento, visite https://commscopenofuturecom.com.br

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5G deve gerar US$ 22,5 bilhões em negócios B2B até 2024, aponta Movimento Brasil Digital

A implantação do sistema de conectividade móvel de quinta geração (5G) no Brasil deve gerar cerca de US﹩22,5 bilhões em negócios entre empresas (segmento B2B) até 2024, aponta estudo encomendado pelo Movimento Brasil Digital, união de empresas que buscam construir propostas que tragam tecnologia e inovação para o centro da estratégia do País, ao IDC, fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global.

O documento mostra que o 5G deve expandir o mercado de novas tecnologias no Brasil –, entre elas destacam-se IoT (internet das coisas), Public Cloud Services, Big Data & Analytics e Security, especialmente a partir de 2022. Para o período 2020-2024, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) deverá ser de 179% no período.

Já a expectativa para o investimento das empresas fornecedoras de serviço para a implementação da infraestrutura do sistema de conectividade para o 5G deverá ser de USS 2,5 bilhões, no mesmo período, e US﹩3,9 bilhões até 2025. O montante – e o apetite ao risco das empresas – está diretamente relacionada ao leilão de frequências para a rede 5G, que teve o cronograma afetado pela pandemia de COVID-19 e deve ser realizado em 2021.

“O 5G proporcionará a conectividade com excelência, sendo o grande vetor do desenvolvimento tecnológico do Brasil e do mundo na próxima década. O MBD quer ser um agente ativo nas discussões para viabilizar a tecnologia no Brasil, apontando oportunidades e ganhos que o País pode ter em diversos setores, além, claro, da geração de empregos na nova economia”, afirma o diretor executivo Vitor Cavalcanti.

Fonte: IDC

Novo ecossistema: indústria 4.0 no centro

O estudo do IDC mostra que o novo sistema de conectividade também impactará no rearranjo do ecossistema de tecnologia. Se antes a função central era exercida pela operadora, porque era a provedora de todos os elos da cadeia, agora o papel de ligação será feito por quem implanta a tecnologia, tendo o Use Case no centro das atenções, em seus mais variados setores, como utilities, manufatura, saúde, educação ou agronegócio.

Essa mudança de arquitetura, embora possa indicar perda de protagonismo para as operadoras, nem de longe significa uma redução de importância tampouco ostracismo. “Os players terão um grau de interdependência muito grande entre si. Para que as implantações prosperem é importante que não apenas as operadoras, mas todos os demais elos de uma mesma cadeia estejam dispostos a estabelecer esse grupo de alianças”, explica Luciano Sabóia, gerente de Telecomunicações da IDC Brasil, responsável pelo estudo.

“Uma vez que a implantação das novas tecnologias vai para o centro e o senso de ecossistema ganha ainda mais força, a missão do MBD de ajudar na capacitação de pessoas em habilidades digitais torna-se ainda mais urgente.”, completa Cavalcanti.

Exemplos de atividades que poderão ser adotadas em massa com o 5G

Fonte: IDC 2020

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5G: legislação brasileira avança para preparar infraestrutura de telecomunicações e municípios devem agir

Para preparar o ambiente do leilão do 5G no próximo ano, o presidente Jair Bolsonaro assinou em 1º de setembro o tão esperado Decreto que regulamentou a Lei Federal das Antenas, a fim de reduzir alguns dos mais importantes entraves que hoje dificultam a instalação de infraestrutura de telecomunicações e impedem o avanço da conectividade e da cobertura de telefonia no país. O texto é positivo e era aguardado por diversos setores da economia.

Nos próximos anos, fornecedores, fabricantes de equipamentos e operadoras de telecomunicação preveem investir cerca de R$ 35 bilhões para operacionalizar o 5G no Brasil. Quando falamos de infraestrutura passiva, somente empresas ligadas à Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel), que representa 65% do setor no mercado nacional de torres, planejam investir R$ 6 bilhões. O que ainda pouco se debate é que o avanço da digitalização depende da modernização de leis municipais obsoletas em todo o país. Enquanto não houvesse a regulamentação da Lei Federal de Antenas, boa parte dos recursos anunciados não seriam realizados. Agora, o cenário muda de figura.

Caso o leilão das novas frequências fosse realizado ainda este ano, como previsto antes da pandemia de Covid-19, seríamos uma nação com autorizações e outorgas para implantá-las, mas sem infraestrutura para tirar seu melhor proveito. Em outras palavras, apesar da regulamentação da Lei Federal das Antenas, boa parte das atuais leis municipais de antenas são incoerentes com a realidade tecnológica e impõem regras burocráticas que impedem o Brasil de atender à rotineira demanda por 4G e tornam impossível o desenvolvimento do 5G. Espera-se que os municípios se motivem a agir para modernizar suas leis.

Somente com a harmonização entre a Lei Federal de Antenas e normas municipais o país caminhará para a conectividade efetiva e para a diminuição da desigualdade digital. Destravar a instalação de torres e antenas é a condição básica para a ampliação da infraestrutura de telecomunicações. É preciso vontade política para o assunto entrar na pauta. Leis com mais de 20 anos, como é o caso de diversos municípios brasileiros, se tornaram antiquadas e altamente restritivas. Estas sequer previam as tecnologias atuais e muito menos a demanda crescente da sociedade por banda larga móvel e fixa.

As principais modernizações nas Leis de Antenas não são esperadas apenas pelo setor de telecom. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também defende que as cidades adotem e façam valer o novo texto com a criação de uma janela única, ou seja, que apenas um órgão seja responsável por coordenar todo o processo de licenciamento urbanístico e ambiental nos municípios. Defende ainda a aderência à chamada autorização tácita, prevista no Decreto Federal, com prazo máximo de 60 dias para emissão de licenças de liberação para instalação de antenas. Assim, os municípios terão de analisar rapidamente os pedidos e, caso não haja respostas, entende-se que a autorização está dada até posterior fiscalização dos órgãos competentes.

Nos últimos dois anos, por exemplo, apenas na cidade de São Paulo, maior centro financeiro do país e da América Latina, operadoras e empresas de infraestrutura protocolaram mais de 1,8 mil pedidos de novas torres e antenas. Até o momento, apenas 90 foram liberados. O cenário se agrava com o advento do 5G, pois a implantação da nova tecnologia exigirá de 3 a 4 vezes mais antenas em relação à conexão 4G.

E se ainda existiam dúvidas quanto à essencialidade dos serviços de telecomunicações, a pandemia comprovou a duras penas sua importância para manter a dinâmica da economia e das relações pessoais. Nos próprios municípios onde a modernização das leis se mostra tão difícil, o teletrabalho, o ensino à distância e a compra remota com entrega em domicílio são apenas algumas das atividades que, dependentes e apoiadas na conectividade, ajudam a manter as atividades de milhares de famílias.

No cenário pós-Covid-19, não há dúvidas de que 5G será fundamental para a recuperação econômica global. Maior capacidade, maior velocidade e menor latência permitirão mais usuários, mais dados e conexões mais rápidas para novos serviços e maior produtividade das empresas. Permitirão também que as chamadas Cidades Inteligentes (Smart Cities), ganhem contornos visíveis.

Para os municípios que se prepararem para a chegada da nova tecnologia, transformações tão esperadas e que dependem de comunicação móvel de excelência se tornarão realidade, resultando em ganhos significativos para as áreas de saúde, transportes, educação, segurança e muitas outras. O desenvolvimento de novas soluções em robótica, inteligência artificial, mobilidade urbana, telemedicina e o fortalecimento da indústria 4.0 são apenas alguns dos segmentos que devem deslanchar nesse novo momento. Em todos eles, os fluxos de informações serão essenciais para o seu pleno funcionamento. Resta saber: quanto mais a burocracia e a dificuldade em modernizar as normas municipais atrasará o Brasil na sua transformação digital e na retomada da economia?

Por Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel) e Mônica Messenberg Guimarães, diretora de Relações Governamentais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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Conheça as etapas e a importância dos testes para a implementação da tecnologia 5G no Brasil

A rede móvel de quinta geração (5G) está chegando ao Brasil. Apesar do leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ter sido adiado para 2021, três empresas já disponibilizam o serviço em 11 cidades brasileiras, testando assim o funcionamento da tecnologia que já é alvo de uma intensa disputa mundial e deverá impactar de forma decisiva campos como a velocidade e maior taxa na transmissão de dados, além de inaugurar de forma decisiva a chamada internet das coisas (IoT), integrando milhares de dispositivos a equipamentos, móveis e eletrodomésticos.

À parte da disputa política que envolve a chegada dessa nova tecnologia, certificadoras e laboratórios já atuam na capacitação de seus parques técnicos com o objetivo de avaliar os parâmetros principais da tecnologia 5G, sua compatibilidade eletromagnética, segurança elétrica oferecida ao usuário e suas características na emissão de rádio frequência que possa ser absorvida pelo corpo humano, durante a utilização do dispositivo móvel. Um trabalho silencioso, mas essencial para que a nova plataforma de dados opere de forma eficaz e segura para seus usuários.

“Este trabalho é importante e necessário para oferecer segurança ao usuário que vai utilizar o dispositivo, proteger o espectro, ou seja, garantir que o produto de telecomunicações em análise está operando na faixa de frequências correta, contra uso indevido e para que o dispositivo não cause ou sofra interferência no ambiente que é utilizado”, explica Fabio Jacon, vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac), entidade que reúne empresas de certificação e inspeção no Brasil. Jacon destaca ainda que o processo de certificação e testes de cada produto que entra no mercado “leve de um a dois meses entre a realização dos testes, a análise do organismo e a avaliação final por parte da Anatel”.

Para avaliar a tecnologia 5G no Brasil foram definidos critérios baseados em referências internacionais da 3GPP (3rd Generation Partnership Project), que padroniza, com o apoio da indústria internacional, as novas tecnologias, e dessa maneira o serviço é o mesmo em todos os países, apenas com a diferença das frequências disponíveis em cada território. Os testes de avaliação da rede móvel de quinta geração incluem análise da tecnologia, Testes de Compatibilidade Eletromagnética (EMC), segurança elétrica do dispositivo e a avaliação de SAR (Specific Absorption Rate).

Em junho de 2020, a Anatel estabeleceu os requisitos de testes aplicáveis tanto para as estações rádio base, que irão prover a tecnologia 5G nas redes das operadoras de telecomunicações, quanto para os terminais móveis, que permitirão aos usuários acesso à tecnologia. Inicialmente, as operadoras móveis presentes no Brasil compartilharão as frequências que já estão alocadas para a operação da atual tecnologia celular, através de uma técnica chamada DSS (Dynamic Spectrum Sharing).

Seguindo as regras determinadas pela Anatel, ao lançar um novo produto no Brasil, o fabricante local seleciona um Organismo de Certificação Designado (OCD) e fornece as informações técnicas sobre o produto, que é analisado para que sejam determinados os padrões e ensaios aplicáveis. Na sequencia, escolhe-se o laboratório que fará os testes, que executa os ensaios e emite seu relatório. Este é analisado pela Certificadora que, em caso de resultados positivos, cadastra o produto na Anatel, que analisa a documentação e emite o certificado de homologação para que o produto ou serviço seja comercializado.

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Mercado de Telecom acredita que o 5G será fundamental para alavancar economia brasileira, diz pesquisa

Uma sondagem de opinião realizada pela Ericsson entre os dias 29 e 31 de outubro, em São Paulo, confirma que executivos do setor de telecom acompanham com ansiedade os próximos passos da implementação do 5G no Brasil. O estudo foi realizado durante o Futurecom 2019, maior evento do setor na América Latina, ouvindo 878 decisores do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), fornecedores, provedores e empresas referências no setor.

Com chegada ao Brasil do 5G prevista para 2020, a sondagem realizada com especialistas abordou, entre outros pontos, a importância do 5G para o País. Numa escala de 0 (muito baixa) a 10 (muito alta), a nota média ficou em 9,3.

Quando perguntados sobre o papel habilitador do 5G para a transformação da economia, 64% dos respondentes concordam plenamente que a tecnologia será fundamental para alavancar mudanças significativas em toda a sociedade. Outros 35% também entendem que haverá grande impacto, ainda que parcialmente,

Ao abordar um eventual atraso no leilão de frequências, 72% declararam que isso pode ter um forte impacto negativo para o Brasil. Apenas 7% posicionaram-se favoráveis ao referido atraso.

Para o diretor de Relações Institucionais da Ericsson, Tiago Machado, esses resultados merecem atenção: “Muitos estudos já realizados comprovam que o 5G será o principal fator de transformação econômica, competitividade e ganho de eficiência dos mais diferentes setores da economia na próxima década. E o Brasil não pode perder o timing para dar mais esse importante passo. É realmente importante que o Brasil tome uma série de medidas regulatórias como parte de uma política pública mais ampla que assegurem a introdução da tecnologia no Brasil ainda em 2020”. Ele alerta: “Entre essas medidas, estão o leilão de frequências 5G sem um viés arrecadatório e a aplicação da Lei Geral de Antenas em todos os municípios do País”.

Considerada a nova geração da conectividade móvel, o 5G já é uma realidade para a Ericsson, que foi pioneira na implementação e ativação da nova tecnologia em quatro continentes. Atualmente já somam 22 as operações comerciais em funcionamento na América do Norte, Europa, Oriente Médio, Oceania e Ásia utilizando tecnologia 5G da Ericsson.

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Brasileiros estão dispostos a pagar mais para ter internet 5G dez vezes mais rápida que 4G, aponta Deloitte

Tema frequente e muito debatido pelos especialistas e apaixonados por tecnologia, o 5G está cada vez mais provocando curiosidade e ansiedade ao redor do mundo. E no mercado brasileiro não é diferente – o desejo pela internet mais rápida é destaque da edição deste ano da Global Mobile Consumer Survey Brasil. Realizada com 2 mil usuários de telefonia móvel no país, o objetivo é identificar as tendências para o setor de telecomunicações nacional, por meio de análise de hábitos, expectativas e oportunidades de usuários e do mercado global.

Apontado por dois terços dos respondentes, a internet 5G dez vezes mais rápida do que a 4G é considerada muito importante para os usuários. Cerca de 69% dos participantes estão dispostos a pagar mais caro pela tecnologia e 45% consideram migrar para a rede assim que ela estiver disponível.

“As novas tecnologias chegaram para proporcionar aos modelos de empresas tradicionais, por meio de plataformas e ecossistemas digitais, uma ‘nova ordem’ do processo de globalização. O 5G entra em cena para habilitar o uso dessas novas tecnologias que possibilitarão as transformações das empresas. Esta será a oportunidade para o Brasil se inserir no bloco dos países líderes da Economia Digital.”, declara Márcia Ogawa, sócia-líder de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Deloitte.

O interesse das empresas em adotar o 5G é grande, contudo, é imprescindível ao mercado fazer uma avaliação dos benefícios que a rede trará a população, que vão além da velocidade. Outro ponto importante é a análise do impacto dos custos de implementação sobre o preço ao consumidor.

Smartphones na liderança da corrida tecnológica

Os smartphones seguem como os dispositivos eletrônicos utilizados com maior frequência pelos entrevistados. Do total de respondentes, 95% haviam utilizado o aparelho nas últimas 24h anteriores à pesquisa, bem à frente de desktop (70%) e notebook (66%). Isso indica a consolidação do smartphone como fonte de comunicação e pesquisa principal.

Segundo a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, as atividades de compras são as mais realizadas pelos usuários no celular: 89% afirmam usar o dispositivo para pesquisar sobre produtos e serviços, seguido de navegar em sites/apps de compras (87%), ler avaliações sobre produtos/serviços (82%) e comprar online (80%). Entre os principais motivos para a escolha de um aplicativo de compra online estão a rapidez (34%), o baixo custo da entrega (27%) e a garantia de segurança (23%).

Produtos e serviços relacionados à saúde e beleza são os que os entrevistados adquirem com maior frequência pelo celular (34% afirmaram que compram mensalmente pelo dispositivo). Esses dados refletem o aumento da confiança do consumidor no ambiente online e a ascensão de novas plataformas de pagamento, e-commerce e entrega.

Trabalho x Lazer

Em um momento onde os modelos de negócios exigem agilidade e conectividade dos dados, os smartphones se tornam, cada vez mais, prioritários na comunicação profissional. A pesquisa aponta que existe um equilíbrio entre as atividades profissionais exercidas nos momentos de folga e as atividades pessoais durante expediente de trabalho. Cerca de 44% dos entrevistados assumem se distrair com o celular durante o trabalho e mais de dois terços utilizam o aparelho durante o expediente para fins pessoais. Ambas situações ocorrem com alguma ou muita frequência. Do outro lado, 90% afirmam o uso para fins profissionais fora do horário de expediente.

Smart TVs ganham força

Em resultado ao papel dos smartphones como hub de controle de outros dispositivos conectados, a smart TV se tornou o equipamento de entretenimento doméstico mais utilizado pelos brasileiros, de acordo com 59% dos respondentes. A transmissão de vídeos para a televisão é a atividade mais realizada por meio de site ou aplicativo no celular (47%). Em segundo lugar, na lista dos aparelhos, estão os videogames (33%) e o streaming de vídeo (25%). É importante ressaltar que a frequência do uso dos celulares aplicados aos carros conectados também é significativa (71% dos usuários que possuem o sistema o utilizam) e isso torna o celular um grande aliado na busca por mobilidade.

Uso dos aplicativos de comunicação

O WhatsApp é apontado pela pesquisa como aplicativo de comunicação mais utilizado. Oito em cada dez respondentes indicaram utilizá-lo pelo menos uma vez por hora. Em seguida, encontram-se Facebook, e-mail pessoal e Instagram. Os aplicativos de namoro e encontros são os menos utilizados, seguidos por Snapchat e Skype.

Dados seguros

A preocupação com a segurança de dados está cada vez mais consolidada entre os brasileiros. Mais de 70% dos respondentes se preocupam com o compartilhamento, armazenamento e uso de seus dados pessoais. Porém, 54% indicaram aceitar os termos e condições sempre ou quase sempre sem lê-los e apenas 9% responderam não seguir adiante sem lê-los.

“Esse cenário amplifica ainda mais a preocupação e responsabilidade das empresas sobre a governança dos dados pessoais de seus clientes”, finaliza Ogawa.

Metodologia da pesquisa

Para apurar os resultados da Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, a Deloitte consultou, por meio de questionários eletrônicos, cerca de 2mil brasileiros, de 18 a 55 anos, residentes de todas as regiões do país, sendo 58% público feminino e 48% masculino.

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NEC apresenta ecossistema 5G no Futurecom 2019

Com a chegada iminente da rede 5G no Brasil, a NEC reforça sua posição de integradora de sistemas e marca presença no Futurecom 2019, maior evento de tecnologia da informação e telecomunicações do Brasil, com seus parceiros estratégicos – Juniper Networks, A10 Networks, Dell Technologies e Open Labs. A companhia apresenta, de 29 a 31 de outubro, em São Paulo (SP), sua plataforma NEC 5G de negócios verticais ao lado dos parceiros, para construir redes com tecnologias de última geração direcionadas às prestadoras de serviços de telecomunicações (as CSPs — Communications Service Providers). Na oportunidade, também serão demonstradas soluções de computação de borda (edge computing), segurança, virtualização e automação, juntamente com diversas aplicações verticais, suportadas pela sua experiência em casos de sucesso no Brasil, no Japão e no mundo.

Com a plataforma NEC 5G de negócios verticais para CSPs como eixo central, a empresa oferece uma ampla variedade de aplicações exclusivas para acelerar a transformação digital da sociedade brasileira. Quem passar pelo estande da NEC durante o evento encontrará a representação da avenida de uma cidade do futuro, que concentrará diversos sistemas, como iluminação inteligente (Smart Lighting), segurança para cidades — com aplicações em reconhecimento facial e análise de vídeo (Video Analytics) — e aplicações de Internet das Coisas (IoT), representadas por uma plataforma para a aquisição e gestão de dados na área da saúde. Todas as aplicações são suportadas pela solução de Computação na Borda (Edge Computing), que concentra os serviços e possibilita processamento dos dados próximo a suas fontes, garantindo assim a baixa latência.

De acordo com a mensagem que a empresa transmite durante sua participação na feira e no congresso, o 5G deve ser mais do que apenas uma rede móvel de alta velocidade e grande capacidade. A rede de quinta geração se transformará na plataforma responsável por trazer inovações significativas, permitindo a criação de novos serviços e mais valor à sociedade.

A NEC, um dos principais fornecedores globais de soluções para as operadoras (CSPs), que conta com as maiores empresas de serviços de telecomunicações em sua carteira de clientes no Brasil e no mundo, está preparada para essa nova etapa do setor e mostrará isso no Futurecom 2019. Embora ainda estejam previstas algumas etapas prévias à implantação do 5G no mercado local, no Japão, a companhia tem realizado com sucesso uma série de testes para a aplicação da tecnologia, voltados às verticais de saúde, agricultura, construção, entre outras, de forma a inseri-la numa realidade muito próxima.

Segundo Angelo Guerra, vice-presidente da NEC no Brasil, o destaque com a implementação da rede 5G será, principalmente, a camada de novos serviços que as operadoras poderão oferecer aos seus clientes, com a oportunidade de prover muito mais valor, além da conectividade. “A NEC está preparada para fornecer todas as camadas da rede, nuvem, aplicativos virtuais, automação e orquestração de todas as camadas do 5G para as CSPs”, afirma.

O executivo complementa que o discurso da organização direcionado ao público do evento estará baseado no posicionamento da companhia como orquestradora, integrando as soluções dos parceiros estratégicos ou até mesmo utilizando as soluções da própria marca, com o diferencial de contar com décadas de expertise nesse trabalho. “Temos todas as ferramentas para oferecer a excelência na execução de projetos em várias verticais, com a vantagem de contar com um portfólio composto por soluções que atendam, fim a fim, as necessidades dos clientes”, declara Guerra.

Para João Paulo Firmeza, CEO da Open Labs, empresa presente no Brasil há quase 20 anos e que faz parte do grupo francês Altice, “temos o prazer de participar do Futurecom com a NEC para o desenvolvimento do mercado brasileiro de redes ópticas, que serão de grande demanda com a chegada iminente do 5G. A nossa solução é convergente e oferece suporte para múltiplas aplicações, abrangendo diferentes segmentos de negócios empresariais. Estamos muito animados em desenvolver projetos com importantes operadoras e complementar nosso portfólio com a NEC para fornecimentos em grande escala”.

Arturo Sotillo, diretor de vendas senior para América Latina e Telefonica na Juniper Networks, afirma que a empresa tem o prazer de participar do Futurecom 2019 com a NEC. “No Brasil e na América Latina, a Juniper Networks e a NEC estão transformando a rede de provedores de serviços, bem como as redes corporativas e data centers de larga escala. No Futurecom, destacaremos nossas poderosas soluções de rede, incluindo inteligência e automação, permitindo implementações simplificadas para provedores de serviços. Nossa colaboração com a NEC atende às necessidades únicas de nossos clientes e traz soluções líderes para a era 5G”.

De acordo com Ron Pugh, vice-presidente e gerente geral para as Américas da Dell Technologies OEM | Embedded & Edge Solutions, a empresa tem o prazer de estar no Futurecom com a NEC para mostrar capacidade conjunta em 5G. “Estabelecemos uma parceria com a NEC para projetar nossos servidores PowerEdge e soluções de IoT na solução Hybrid Cloud da NEC para ajudar a habilitar sua plataforma NEC 5G de negócios verticais. Com base em nossa experiência em telecomunicações e no segmento empresarial, temos orgulho de trabalhar com clientes e parceiros para compactar seu tempo de comercialização, criar melhor experiência com tecnologia Tier 1, e reduzir custos e complexidade por meio de nossa cadeia de suprimentos e suporte de campo globais. Estamos felizes em ajudar a tornar essa solução uma realidade para a comunidade de parceiros da NEC”.

Alex Maduro, vice-presidente América Latina e Caribe da A10 Networks, destaca: “Nossa parceria com a NEC em âmbito mundial e, especificamente na América Latina, tem sido muito proveitosa. Asseguramos acordos estratégicos com algumas das maiores organizações do mundo, na LATAM e no Brasil. Essa parceria significa que nossos produtos não são apenas incorporados em várias soluções NEC, mas também nos permitem trabalhar juntos para fornecer soluções de cyber segurança e automação inteligente de classe mundial para nossos clientes. Essas soluções garantem aos clientes que seus aplicativos críticos para os negócios estão protegidos, disponíveis e confiáveis. Estamos ansiosos para participar com a NEC no Futurecom e mostrar ao mercado o poder dessa parceria”.

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Próxima geração da internet sem fio recebe apoio canadense

Imagine um mundo em que você começa o dia bem porque sua geladeira identificou a quantidade de comida que você tem e pediu itens de reposição para você. Seu trajeto é mais seguro e produtivo porque você está em um carro autônomo. Você pode navegar facilmente pelo tráfego em uma cidade inteligente, o pagamento dos pedágios é feito automaticamente e é mais fácil encontrar um bom local para estacionar.

À medida que aumenta a demanda por coisas conectadas, nossa infraestrutura de tecnologia sem fio precisa acompanhar o ritmo. É por isso que estamos prestes a ver uma mudança da tecnologia sem fio de quarta geração para a de quinta geração (5G) – um avanço que promoverá um enorme potencial de inovação.

O Governo do Canadá, juntamente com as províncias de Ontário e Quebec, anunciou a primeira parceria público-privada destinada a aumentar o crescimento econômico impulsionado pela tecnologia 5G. O ENCQOR (sigla em inglês para Evolução de Serviços em Rede através de um Corredor em Quebec e Ontário para Pesquisa e Inovação) prevê investir C$ 400 milhões nos próximos 5 anos para o desenvolvimento de novos padrões de telecomunicação, necessários para comportar o grande volume de dados que serão gerados a partir de agora – estima-se, por exemplo, que o tráfego de dados móveis deverá aumentar sete vezes entre 2016 e 2021.

O projeto será liderado por cinco grandes corporações de tecnologia digital global (Ericsson, Ciena Canada, Thales Canada, IBM Canada e CGI), que serão responsáveis por metade da verba prevista pelo projeto. Os governos, por sua vez, dividirão igualmente o restante do investimento, no valor de C$ 200 milhões, contando com o apoio do Fundo Estratégico de Inovação do Governo do Canadá, estimado em C$ 1,26 bilhão.

O setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) é uma parte importante da economia canadense, contribuindo com C$ 76 bilhões para seu PIB em 2017. E possui um potencial ainda maior, como afirma Reza Moridi, Ministro de Pesquisa, Inovação e Ciência de Ontário. “Esta iniciativa para apoiar o desenvolvimento do 5G vai ajudar a capitalizar nosso vasto potencial da tecnologia de comunicações de alta velocidade para expandir horizontes, acelerar a inovação e transformar a maneira como todos nós vivemos e fazemos negócios”, explica.

Os governos, as pequenas e médias empresas e os acadêmicos colaborarão no desenvolvimento de tecnologia 5G por meio de instalações e laboratórios de pesquisa conectados localizados nas duas principais províncias canadenses. Essa estrutura fornecerá acesso a tecnologias avançadas, como redes de banda larga programáveis, Internet das Coisas, fotônica em silício, análise de big data e computação em nuvem.

A tecnologia 5G tem velocidades de download até 100 vezes mais rápidas do que a 4G atual. O ENCQOR fornecerá aos canadenses a capacidade de inovar testando seus produtos e serviços em equipamentos 5G. Os recursos desenvolvidos por meio do ENCQOR permitirão que as empresas aumentem seu nível de competitividade – estima-se que 1.000 pequenas e médias empresas poderão se conectar à plataforma 5G para acessar a pesquisa e a tecnologia que as ajudarão a inovar e criar mais de 4.000 empregos.

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De mudança para cidades inteligentes – Por Patrícia Vello

Cidades grandes e pequenas em todo o mundo estão ficando mais inteligentes. Isso quer dizer que elas planejam evoluir para se tornarem uma das chamadas smart cities. Quando falamos disso, nos referimos a esforços coordenados do governo, de empresas e de outras organizações para aproveitar as tecnologias de rede que melhoram as condições de habitar, trabalhar e de sustentabilidade para as pessoas que vivem ali. No Brasil, alguns exemplos estão começando a surgir nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Aqui ou em qualquer outro país do mundo, a grande pergunta é se essas cidades terão a infraestrutura de rede instalada necessária para implantar novas e inovadoras tecnologias e realmente aproveitá-las. À medida que as populações metropolitanas (e, portanto, o número de pessoas que precisam ser atendidas por essas implantações) continuam crescendo – será que as redes conseguirão acompanhar esse ritmo?

Como é uma cidade inteligente?

Existem milhões de dispositivos já implantados nas cidades – e outros bilhões estão chegando – que podem tornar a cidade mais inteligente, coletando dados do trânsito, do tempo, do consumo de energia e de água e de muitas outras fontes, comumente em tempo real. Esses dados podem ser analisados ??e o conhecimento resultante ser usado na prática para se entender o que está acontecendo agora e prever o que acontecerá no futuro.

O 5G vai ser o propulsor da cidade inteligente

A cidade inteligente do futuro próximo e, em alguns casos, do presente, é sustentada pelo fluxo ininterrupto e confiável de dados de redes com e sem fio interconectados. Quando os dados precisam ser analisados em tempo real, eles não podem ser de maneira alguma interrompidos ou ter seu fluxo prejudicado por problemas de latência. Há grande expectativa de podermos contar com uma série de melhorias intrínsecas à tecnologia 5G: aumento da largura de banda (até 1.000 vezes por unidade de área), até 100 vezes mais dispositivos conectados e redução de até 90% na utilização de energia na rede, juntamente com taxas de conexão de até 10 Gb/s para dispositivos móveis no campo – um número impressionante.

Felizmente, a próxima geração de redes móveis 5G traz com ela uma nova capacidade para evitar a interrupção e garante que os diversos requisitos de latência, largura de banda e confiabilidade para diferentes serviços possam ser atendidos em toda a rede física atual. Isso é chamado de fatiamento de rede (network slicing).

Por que o fatiamento de rede é tão importante?

Ao privilegiar a conectividade móvel para cada tipo de uso com múltiplas redes virtuais em uma infraestrutura única de rede física, as operadoras podem disponibilizar rapidamente serviços especificamente adaptados para a necessidade de uso de cada fatia. Essa capacidade é especialmente importante nas implantações de cidades inteligentes, já que os dispositivos envolvidos nestes casos podem, direta ou indiretamente, afetar a vida das pessoas.

Pense, por exemplo, em uma rede de atendimento de urgência que tenha sido equipada com ferramentas avançadas de comunicação para ajudar os atendentes a coordenarem resgates rápidos e efetivos em emergências. Se ocorrer um desastre e os habitantes da cidade acessarem rapidamente as redes sociais ao mesmo tempo para enviar textos, imagens e vídeos, as operadoras de redes móveis ainda poderão garantir a conectividade para os socorristas, atribuindo-lhes um acesso de maior prioridade à rede móvel 5G – a fatia deles é prioridade indiscutível.

Preparando a rede: SDN e NFV

À medida que as cidades se tornem mais inteligentes e mais conectadas, as operadoras de rede precisarão garantir que suas redes sejam flexíveis e capazes de ser fatiadas para atender às crescentes e cada vez mais variadas necessidades da cidade inteligente e de sua população. A chave para isso é a virtualização na forma de rede definida por software (SDN) e de virtualização de funções de rede (NFV). As redes 5G precisarão ser adaptáveis, dinâmicas e programáveis ??de ponta a ponta, valendo-se, para isso, de construções virtualizadas. Portanto, à medida que as fatias individuais da rede sejam implementadas, seu desempenho será adaptado de forma autônoma e programática.

Oportunidades de receitas e ameaças à segurança

As redes preparadas para SDN e NFV abrirão as portas para novos tipos de uso, o que contribuirá para fluxos de receita inovadores e contínuos que vão além da simples conectividade e capacidade.

Qualquer coisa que aumente a diferenciação dos serviços de rede móvel certamente será analisada de perto pelas operadoras de redes já que a largura de banda móvel está rapidamente se transformando em uma commodity – na maioria das regiões, a verdadeira diferenciação é o preço. E a capacidade de assegurar as melhores fatias de rede para serviços essenciais que necessitem de métricas garantidas (como carros sem motorista e serviços públicos fornecidos pela própria administração municipal – atendimentos de emergência, segurança, visibilidade de dados etc.) – ajudarão não só a gerar receita para as operadoras, mas também a garantir a eficácia das tecnologias de ponta das cidades inteligentes na melhoria da vida dos cidadãos.

Em breve, todos nós moraremos em cidades inteligentes?

As cidades e seus habitantes estão mostrando um significativo interesse em aproveitar as muitas vantagens da cidade inteligente. As operadoras de rede terão de intervir e garantir que a cidade conectada do futuro tenha a base de rede para conseguir realizar essa transformação. O aproveitamento da capacidade do 5G de fatiamento ajudará as operadoras a fornecerem conectividade, velocidade e confiabilidade adequadas que cada caso exigirá.

Patrícia Vello, presidente da Ciena no Brasil

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Pesquisas brasileiras em tecnologia 5G são apresentadas em evento na Itália

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As necessidades brasileiras e perspectivas para a 5ª geração de comunicação móvel foram apresentadas em Roma, na Itália, no evento The 2nd Global 5G Event – Enabling the 5G Ecosphere, que congrega algumas das principais organizações padronizadoras e definidoras do 5G no mundo. A apresentação brasileira no painel de discussão sobre arquiteturas flexíveis foi realizada pelo professor do Inatel e coordenador de pesquisa do Centro de Referência em Radiocomunicações, Luciano Leonel Mendes, que representou as pesquisas realizadas no Brasil nesta área.

Luciano integra a comitiva brasileira, juntamente com o coordenador geral do CRR, professor José Marcos Câmara Brito, professores e pesquisadores da USP, do CPqD e representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A missão técnica à Itália faz parte do projeto “Diálogos Setoriais entre a União Europeia (UE) e o Brasil na área de 5G”.

Nos dois dias do evento foram discutidos os mais diversos aspectos relacionados à 5ª geração de comunicação móvel, como perspectivas políticas e da indústria, arquiteturas, harmonização de espectro, interface aérea e gerenciamento de recursos de rádio, gerenciamento de redes e redes definidas por softwares e evolução da tecnologia.

Além do evento em Roma, a comitiva brasileira esteve em Turim, em visita técnica ao Centro de Pesquisa da empresa Telecom Itália e à Escola Politecnica di Torino.

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Futurecom 2016: Claro e Ericsson apresentam testes inéditos com o 5G

A Claro e a Ericsson fazem o primeiro teste da tecnologia 5G no Brasil durante a Futurecom 2016. A demonstração permitirá que operadoras de telecomunicações e parceiros, como instituições acadêmicas, centros de saúde, setor de energia e agricultura, testem os recursos do 5G em uma rede ao vivo.

O 5G possibilitará às organizações entrarem em mercados pouco explorados e desenvolver novos modelos comerciais, incluindo aplicações voltadas para a internet das coisas. Os recursos disponíveis a partir do uso dessa tecnologia incluem maior capacidade de rede e ampliação do tráfego de dados, baixa necessidade de energia, mais segurança e confiabilidade, bem como latência reduzida.

“Esse é um importante passo para a evolução das redes de telefonia celular no Brasil. Estamos muito satisfeitos em viabilizar, pela primeira vez no país, testes com o 5G e participar ativamente do desenvolvimento dessa tecnologia. A quinta geração da telefonia móvel permitirá tráfego de dados centenas de vezes maior do que é oferecido hoje, podendo conectar 100 vezes mais dispositivos”, afirma André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

“Novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) podem dar suporte à transformação virtual de todos os setores da sociedade, bem como de todas as indústrias. Estamos convencidos de que a próxima geração de banda larga móvel e de internet das coisas, habilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em diferentes setores da indústria e em novas aplicações”, diz Eduardo Ricotta, vice-presidente da Ericsson responsável pela unidade de negócio no Brasil. “Tirar os testes dos laboratórios e trazê-los para as redes, como estamos fazendo na Futurecom, é parte importante do processo que permitirá estar com as redes comerciais prontas em 2020”, complementa.

O acordo entre a Ericsson e a América Móvil, maior grupo de telecomunicações da América Latina e controlador das marcas Claro, NET e Embratel no Brasil, para testar o 5G foi feito em 2015, durante um encontro com o governo brasileiro na sede da Ericsson, na Suécia, onde a empresa anunciou que também daria suporte ao país em sua agenda digital.

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RFS apresenta novas soluções de conectividade na Futurecom 2016

A RFS – Radio Frequency Systems, especialista global de infraestrutura de comunicação wireless e broadcast, participa novamente da Futurecom, que acontecerá de 17 e 20 de outubro, em São Paulo. A empresa, que está completando 40 anos de atividade no país, apresenta durante o evento inovadoras soluções para o mercado de telecomunicações da América Latina, com destaque para a solução Smart Pole, Antenas AllClearTM, Jumpers FACTORY-FIT 4.3-10 e soluções HYBRIFLEXTM para small cells.

No congresso, que acontece paralelamente à exposição, Abhijit Karandikar, diretor de estratégias de tecnologia na RFS, faz a palestra “Enfrentando os desafios à medida que as redes evoluem para o 5G”, no dia 19 de outubro (quarta-feira), das 14h40 às 15h10, no Auditório Chile.

O Smart Pole, que estará em demonstração no estande da RFS (E48), é uma plataforma modular urbana que permite a implementação de small cell e combina cobertura wireless, iluminação e sensores inteligentes e energia sustentável. Atendendo ao conceito de cidades inteligentes, o Smart Pole fornece monitoramento, carregamento de veículos elétricos e outros serviços, tais como aplicações de e-commerce.

“O Smart Pole é um sistema totalmente integrado. Na Futurecom 2016 não iremos apresentar somente os produtos conhecidos de nosso portfólio, mas também o que planejamos para o futuro, considerando a evolução de 5G e Internet das Coisas”, diz Marcos Wrobel, vice-presidente de Vendas para América Latina.

Outros produtos em exposição no estande são as antenas transparentes de banda larga e ultra banda larga indoor/outdoor com baixo impacto visual da linha AllClearTM, que reduzem drasticamente o impacto visual no meio ambiente, se misturando com o entorno; a nova geração de Jumpers FACTORY-FIT 4.3-10 com sistema de conectores 4.3-10 e design compacto e as soluções HYBRIFLEXTM para small cells

Congresso
No dia 19 de outubro, das 14h40 às 15h10, no Auditório Chile, Abhijit Karandikar, diretor de estratégias de tecnologia na RFS, apresentará o tema “Enfrentando os desafios à medida que as redes evoluem para o 5G”. O executivo falará sobre os novos desafios do 5G à medida que o tempo passa e se faz necessário atender às crescentes necessidades de capacidade e aplicativos. Esta discussão mostrará algumas ideias de como enfrentar os desafios das redes que evoluem para o 5G.

A experiência de Abhijit Karandikar engloba mais de 16 anos na indústria de telecomunicações em diversos cargos, tais como gerência de produto e desenvolvimento de negócios e engenharia de sistemas na Superconductor Technologies e RFS. Anteriormente, trabalhou no setor de energia alternativa, desenvolvendo motores de calor e aparelhos de resfriamento criogênico.

Futurecom 2016
17 a 20 de outubro
Transamérica Expo – São Paulo
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues – São Paulo
RFS – estande E48

PALESTRA
19 de outubro
das 14h40 às 15h10
Auditório Chile
“Enfrentando os desafios à medida que as redes evoluem para o 5G”
Abhijit Karandikar, diretor de estratégias de tecnologia na RFS

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Nokia Networks entra no mercado de infraestrutura de nuvem com o lançamento da solução AirFrame de Data Center

Em seu aniversário de 150 anos, a Nokia continua a inovar e reinventar-se sendo a primeira fornecedora a mesclar, de maneira efetiva, os domínios de TI e telco cloud, com o lançamento de sua solução AirFrame Data Center. Esta é a primeira oferta que combina os benefícios das tecnologias de computação em nuvem com os rigorosos requisitos de core e rádio no mundo telco. A solução Nokia Airframe Data Center já vem preparada para o 5G e apoia a visão de uma arquitetura de nuvem mais flexível e bem distribuída, que é a base para entregar os requisitos de latência e processamento de dados do futuro. A solução Nokia AirFrame Data Center já está disponível para implementação.

Primeira solução que comporta eficientemente os mundos de TI e telecomunicações

Os primeiros passos para a telco cloud focavam em direcionar os aplicativos principais para um ambiente virtualizado, oferecendo benefícios imediatos ao acrescentar escabilidade, flexibilidade e agilidade nos negócios. No entanto, ao programar uma arquitetura abrangente em nuvem, as operadoras são confrontadas com exigências estritas de latência e uma demanda extremamente elevada de poder de processamento. A nova solução Airframe Data Center é a primeira a abordar diretamente esses requisitos e efetivamente fundir os domínios de telco e TI em um único lugar, utilizando a tecnologia Intel® de alto desempenho.

No desenvolvimento da estrutura, a Nokia Networks investiu para avançar ainda mais a tecnologia de hardware para data center. Suas inovações entregarão uma capacidade de aceleração que ajudará as operadoras a ampliar sua eficiência e se diferenciar no mercado. Para continuar avançando em suas soluções, a Nokia Networks abriu uma estrutura de pesquisa dedicada ao desenvolvimento da tecnologia de data center. Com esta base sólida, a solução Nokia Airframe Data Center traz, de maneira eficiente, o que é necessário para mesclar os domínios de TI e de telecomunicações e preparar o caminho para a tecnologia 5G.

Airframe: uma forma única para as operadoras implementarem a nuvem

• Oferece significativos ganhos de eficiência ao executar aplicações que demandam dados telco, como Virtual Network Functions (VNFs);

• Totalmente compatível com padrões de TI e capaz de executar as aplicações mais comuns de TI em nuvem em paralelo às de telecomunicações;

• Permite às operadoras implementarem não só a sua estratégia NFV, mas também expandir-se para novos modelos de negócios, tais como alugar capacidade do data center para aplicações de TI de seus clientes;

• Implementa as práticas de segurança mais avançadas de telco cloud, testadas e aprovadas no Centro Nokia de Segurança em Berlim;

• Adere a abordagem da Nokia Networks de padrões abertos, e está em conformidade com o ETSI NFV, garantindo o sucesso de implementações na nuvem de telecomunicações;

• Pronta para 5G, com uma solução avançada de gerenciamento de nuvem para lidar com a arquitetura da telco cloud (centralizada / distribuída), incluindo orquestração de segurança que automatiza e gerencia o ciclo de vida de políticas e funções de segurança;

• Sustenta vários VNFs da Nokia, incluindo OSS / CEM e o mais recente lançamento da empresa em arquitetura Radio Cloud.

Os componentes da estrutura incluem:

• Servidores e Switches Nokia Airframe Cloud – racks pré-integrados com servidores ultra densos, switches de alto desempenho e armazenamento de software definido. As melhorias propostas pela Nokia Networks o tornam mais eficiente do que outras soluções para execução de VNFs exigentes;

• Serviços de Data Center – O Airframe é complementado por um conjunto de serviços profissionais prestados por especialistas em serviços da empresa e orientado para programar, monitorar e operar centros de dados telco cloud.

Sandra Rivera, Vice-Presidente e Gerente Geral do grupo de plataformas de rede da Intel, diz: “Estamos satisfeitos em apoiar a Nokia Networks nesse caminho para fornecer uma solução de data center que satisfaça os requisitos mais exigentes do ambiente telco cloud. Acreditamos que os principais processadores e tecnologias de virtualização da Intel combinados com o profundo conhecimento da Nokia Networks no mercado de telecomunicações irá acelerar a adoção de tecnologias de nuvem implantadas pelas principais operadoras do mundo inteiro.”

Marc Rouanne, Vice-Presidente Executivo de banda larga móvel, da Nokia Networks, diz: “A Nokia Networks está mudando o jogo de telco cloud. Estamos assumindo a convergência TI-telco com uma nova solução para contestar a abordagem tradicional de data center de TI. Desde o início, a Nokia Networks tem sido uma precursora da inovação em telco cloud*. Esta nova solução traz telcos de alta disponibilidade, focando em segurança de confiabilidade bem como baixa latência, enquanto alavanca o profundo conhecimento em redes da empresa e o forte relacionamento com operadoras para tratar de um mercado cada vez mais focado na nuvem, com um valor na casa das dezenas de bilhões de euros.”

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