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O impacto do Wi-Fi 6E no ambiente de negócios e nas redes domésticas

Por Moisés Montaño

A chegada do Wi-Fi 6 trouxe consigo uma notável melhoria na eficiência do uso de espectro, aumentando a capacidade da rede e permitindo que mais dispositivos sejam conectados simultaneamente, com um melhor desempenho em relação às gerações anteriores de redes Wi-Fi, com maior velocidade de conexão e economia de energia.

E a tecnologia Wi-Fi 6E incorpora todos esses elementos, ao mesmo tempo que oferece uma melhoria considerável ao operar na frequência de 6 GHz, aumentando 1.200 MHz de largura de banda. Isso é algo que os governos e autoridades da América Latina já estão considerando. Com certeza veremos a liberação desse espectro de rádio para uso de Wi-Fi ao longo deste ano. O novo espectro permitirá a implementação de Wi-Fi 6E e é até cinco vezes maior que o das versões anteriores. Desta forma, espera-se que até 2022 a tecnologia Wi-Fi 6E seja implementada em grande parte da região, melhorando a velocidade e a eficiência da rede.

A casa é a extensão do escritório

Desde o início da pandemia da Covid-19, milhares de empresas foram forçadas a realocar suas operações para um ambiente remoto. Agora, muitos funcionários precisam de uma excelente rede doméstica para poder desempenhar suas funções. As estatísticas sugerem que, mesmo após a pandemia, o home office continuará presente no ambiente de negócios. Por isso, a tecnologia terá que resolver os dois principais problemas que afetam este modelo de trabalho: a velocidade do serviço de Internet e a gestão da banda larga em casa. Sem dúvida o Wi-Fi 6E virá com propostas para atender e melhorar a experiência do consumidor.

Como mencionei anteriormente, uma vantagem que se destaca na tecnologia Wi-Fi 6E é a largura de banda adicional de 1200 MHz, ao ter este novo espaço disponível para implementação de Wi-Fi poderemos eliminar interferências que afetam as versões anteriores, uma vez que há muitos dispositivos de diferentes utilizações e tecnologias que se conectam e operam na mesma banda das atuais gerações de Wi-Fi, o que satura a rede e provoca interferências, afetando sua velocidade e eficiência.

É fato que cada vez mais dispositivos estão conectados à internet simultaneamente. Com o Wi-Fi 6E, vários usuários poderão realizar diferentes atividades simultaneamente e que demandam um alto desempenho da rede Wi-Fi, que hoje não são viáveis ​​com as tecnologias wireless existentes. Estamos falando de questões como streaming de vídeo em 8K e realidade virtual, além das atividades já cotidianas. De uma forma geral, os consumidores aproveitarão ao máximo seu serviço de Internet.

Um futuro com redes mais rápida

Em escritórios, escolas, fábricas, armazéns, hotéis ou qualquer outro local, grandes benefícios serão percebidos, já que a combinação da eficiência no uso do espectro que o Wi-Fi 6 nos traz com as principais adições da versão 6E, como o aumento da largura de banda disponível, o aumento da velocidade e da capacidade, bem como a redução drástica das interferências, proporcionarão um salto considerável na utilização e aproveitamento do acesso à internet sem fio.

É importante esclarecer que haverá regras diferentes para o uso de Wi-Fi 6E em ambientes internos e externos. Nos espaços internos, os pontos de acesso (APs, da sigla em inglês) serão de baixa potência e não exigirão controle, no entanto é claro que devem respeitar os níveis de potência permitidos em cada país.

Embora seja provável que existam outros sistemas operando no mesmo espectro de rádio de 6 GHz (inclusive em alguns países pode ser uma frequência operada sob licença), nos ambientes externos  a proposta é usar uma função conhecida nos Estados Unidos como Coordenação Automática de Frequência (AFC, da sigla em inglês), por meio da qual um AP valida com um banco de dados se a área em que está implementado possui restrições ao uso de qualquer faixa de frequência dentro da banda de 6 GHz, e, em caso afirmativo, evita operar dentro das frequências restritas, garantindo que não irá interferir em outras sistemas existentes que têm a frequência atribuída pelo órgão regulador.

Na América Latina, os governos da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México, Peru e Porto Rico estão interessados ​​em implementar essa tecnologia e liberar o espectro de 6 GHz para implantação em 2022. Especialistas em tecnologia estão analisando a largura de banda ou realização de consultas públicas que ajudarão a decidir quanto espectro pode ser liberado sem uma licença para a implementação de Wi-Fi 6E. O Chile é o primeiro país a tomar oficialmente a decisão de liberar o espectro para banda larga, enquanto Brasil e Peru devem ser os próximos a fazê-lo.

Moiisés Montaño, diretor da área de produtos RUCKUS da CommScope nas regiões da América Latina e Caribe

CommScope anuncia parceria com o Google para a oferta do Orion Wifi em locais públicos

A CommScope anunciou uma parceria com a Area 120 (divisão do Google para o desenvolvimento de novos projetos) para o lançamento do Orion Wifi, uma plataforma projetada para oferecer roaming privado e seguro para os clientes, enquanto ajuda locais públicos a acabar com as chamadas zonas mortas de telefonia celular, colaborando para aumentar a monetização de suas redes.

A CommScope, que como um dos líderes globais em tecnologia de rede, colabora com clientes e parceiros no projeto, desenvolvimento e construção das redes de comunicação mais avançadas, anuncia o suporte do controlador RUCKUS SmartZone ao Orion Wifi do Google, que permite às operadoras oferecerem uma experiência segura e estável ao conectar seus assinantes às redes Wi-Fi em locais públicos.

“O offload Wi-Fi da Operadora em locais públicos pode ser frustrante para os consumidores e ainda mais para os administradores e proprietários destes locais, uma vez que precisam negociar as taxas na tentativa de reduzir custos de roaming entre as operadoras”, afirma Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope para área de redes públicas. “O desenvolvimento desta nova plataforma para offload Wi-Fi com o Google ajuda a criar as conexões duradouras que a CommScope sempre forneceu aos consumidores, ao mesmo tempo que permite às empresas monetizarem e protegerem suas redes.”

O RUCKUS SmartZone da CommScope oferece suporte ao Hotspot 2.0, permitindo que os dispositivos detectem automaticamente e se conectem à rede Wi-Fi. Além disso, fornece segurança avançada e suporte para RadSec.

“O Orion Wifi significa mais conectividade para os consumidores, mais opções para as operadoras, maior receita e visitantes mais felizes para os proprietários de redes Wi-Fi”, afirma Raj Gajwani, diretor da Area 120, do Google. “O RUCKUS SmartZone da CommScope permite que os locais configurem facilmente o Orion Wifi com os mais altos níveis de segurança.”

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5G no Brasil: assunto urgente ou uma realidade ainda distante?

Por André Gatti

Em meados de 2019 havia grande expectativa de que o leilão de licenças das frequências para a tecnologia 5G seria realizado em março de 2020, mas o que ocorreu não foi exatamente isso. Somente no mês de fevereiro a Anatel submeteu a consulta pública a proposta de edital para o leilão do 5G. Com isso, a expectativa agora é que o leilão se dê no fim deste ano ou até mesmo em 2021.

Apesar desse cronograma mais demorado, parece haver consenso no mercado de que realmente existem alguns pontos importantes a ser resolvidos para que o leilão seja bem-sucedido.
Um deles, que parece ter sido endereçado no edital submetido a consulta pública pela Anatel, é a previsão de leilão de blocos regionalizados, reservando espectro para prestadores de pequeno porte (PPPs) e também para possíveis novos entrantes. Isso permitirá que a tecnologia 5G chegue mais rapidamente a regiões que não seriam atendidas inicialmente pelas grandes operadoras, as quais, naturalmente, devem focar investimentos iniciais nas áreas mais populosas e rentáveis.

Outro ponto que não está diretamente ligado ao leilão, mas tende a afetar o volume de investimentos das operadoras no 5G, é a possibilidade da migração do modelo de concessão para o modelo de autorização pelas operadoras de telefonia fixa, pois isso pode liberar investimentos em fibra, essenciais para a infraestrutura de transporte do 5G. Nesse ponto, foi aprovado em 2019 o PLC 79, que ainda precisa ser regulamentado, incluindo a definição de como serão calculados os valores dos bens reversíveis.

O edital da Anatel também trata de um tema polêmico ao citar que a “utilização da faixa de 3,5 GHz por sistemas móveis terrestres implica potencial interferência dos sinais de TV aberta e gratuita recebida por meio de sinais de satélites, fazendo-se necessária a adoção de medidas para seu tratamento”. A resolução dessa questão é essencial para a liberação de espectro para o leilão, mas existem divergências em relação ao número de domícilios que seriam afetados, qual a melhor estratégia para tratar o problema e os custos envolvidos.

A quantidade de domicílios que utilizam a TV aberta por satélite varia entre regiões (áreas com menor cobertura da TV aberta dependem mais do satélite), não existem controles por parte das emissoras de TV ou do Estado sobre quem utiliza antenas parabólicas para recepção dos canais via satélite (as antenas são compradas livremente no mercado) e existem domícilios que também têm o sinal de TV via DTH (ou seja, TV paga via satélite). Por isso a dificuldade de calcular a quantidade de domicílios que seriam realmente afetados, embora estimativas mais recentes apontem para cerca de 3 milhões.

Quanto à solução a ser adotada, foram feitos progressos importantes em testes recentes e se constatou a possibilidade da utilização de filtros para mitigar as interferências do 5G na TV aberta por satélite, evitando a necessidade de migração do sinal de TV para outra banda de satélite, a banda Ku, o que significaria a necessidade de um equipamento novo para os usuários da TV aberta via satélite. De qualquer forma, o edital prevê que os custos para solução desse problema sejam pagos pelas empresas vencedoras do leilão do 5G.

As operadoras também aguardam com grande expectativa uma definição sobre a legislação para instalação de antenas, que, atualmente, é de responsabilidade dos municípios e vista como uma grande barreira para o 5G, que exigirá um número muito maior de antenas do que o utilizado pelas tecnologias atuais. Uma alternativa em análise é a do silêncio positivo, que nada mais é do que, na ausência de resposta para uma solicitação de licenciamento de antena, as operadoras poderiam iniciar a instalação em caráter provisório. Também se discute a necessidade de licenças para pequenas antenas, que podem ter papel importante no 5G.

Além de todas essas questões, as operadoras ainda tentam influenciar o governo para que o leilão não tenha caráter arrecadatório, onerando o valor das licenças, mas exista um foco maior em contrapartidas de investimentos e de cobertura por parte dos vencedores.

Por todos esses fatores, o leilão vai demorar mais do que o previsto para ser realizado. As operadoras também já declararam publicamente que não pretendem fazer uma corrida por causa do 5G, e, em anúncios recentes de algumas operadoras sobre o plano de investimentos, não foram indicadas variações significativas para 2020 por causa do 5G.

A pergunta que fica é: o que as operadoras devem fazer para se preparar para quando esse momento chegar?
Apesar de ainda não existirem modelos de negócio muito claros para monetização do 5G, é fato que essa tecnologia permitirá a criação de aplicações com os mais diversos requisitos de conectividade, incluindo velocidade e latência, e também será o viabilizador para o IoT. O conceito de network slicing (fatiamento de rede) também permitirá a priorização de serviços na rede, de acordo com a característica de cada serviço. Mesmo sabendo que, inicialmente, o 5G deve atender a demandas específicas de algumas indústrias, todas as operadoras já têm feito testes relacionados ao 5G.

Além dos testes tecnológicos, é essencial que as operadoras utilizem esse tempo para planejar modelos de negócio que possam monetizar seus investimentos. Aquelas que deixarem para avaliar o potencial da tecnologia somente após a aquisição de licenças certamente estarão atrasadas em relação a suas concorrentes. O momento é de avaliar as novas possibilidades de serviços e parcerias que serão viabilizados com o 5G.

Finalmente, as operadoras precisam também planejar os impactos que o 5G trará para seu ambiente de TI, pois o time-to-market será importante para recuperar investimentos que não devem ser baixos.

André Gatti, diretor de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Cognizant no Brasil

Wi-Fi em planta industrial ajuda Termomecanica a avançar na direção da Indústria 4.0

Em mais uma iniciativa visando alcançar o status de Indústria 4.0 , a Termomecanica está finalizando a fase piloto de implementação de um sistema integrado de comunicação dos seus equipamentos, que permite coletar e analisar dados históricos e em tempo real. O objetivo é antecipar problemas e agir de maneira preditiva, impactando diretamente o aumento de produtividade da fábrica e facilitando a gestão. Programado para ocorrer em duas fases, esta primeira etapa contempla a aplicação de um sistema empregando tecnologia Wi-Fi, que cobrirá inicialmente o setor de fundição, mas especificamente os fornos da linha de chapas, de uma de suas unidades fabris em São Bernardo do Campo. Já na próxima etapa, planejada para começar em 2020, serão incorporados nessa infraestrutura outros equipamentos do setor de fundição utilizados em diferentes processos produtivos. A Termomecanica é líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados.

“Este projeto está totalmente alinhado à aplicação do conceito Indústria 4.0, hoje uma das prioridades na Termomecanica. É preciso frisar que essa transformação exige foco por igual em pessoas, processos e tecnologia, sem que um ou outro se sobressaia. Entendemos também que inteligência e automação precisam estar embutidas em todos os processos e as decisões baseadas em algoritmos”, ressalta Walter Sanches, superintendente de tecnologia.

O sistema consiste em uma poderosa ferramenta de gestão que tornará possível, em curto prazo, a tomada de decisões e ações em tempo hábil para a operação de produção e, em longo prazo, realizar análises táticas e estratégicas para empresa. O próximo passo é utilizar o produto desse trabalho em um “big data” que inclui informações da engenharia e de outras áreas como de Planejamento e Controle da Produção e Qualidade. Além disso, graças a integração de diversos sistemas como ERP (Enterprise Resource Planning), MES (Manufacturing Execution System) e SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), os dados coletados através dessa infraestrutura Wi-Fi e apresentados em telas intuitivas poderão auxiliar os gestores na tomada de decisão a respeito de investimentos e a apoiar estudos e ações para eliminação de desperdícios nos diferentes setores da fábrica.

Este sistema integrado de comunicação dos equipamentos está sendo construído em conjunto pelas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e TA (Tecnologia da Automação). No entanto, desde o pré-projeto, aprovação e até na execução envolveu outros setores, como o de Energia e Utilidades, que se beneficiam direta e indiretamente das informações extraídas dos fornos de fundição. “A criação de um time multidisciplinar é um dos pilares de projetos como esse, voltados para a Indústria 4.0, e faz toda a diferença para que os resultados sejam alcançados. A ideia é que, conforme for avançando, transforme-se em um sistema para monitoramento e supervisão de toda a planta e não somente da fundição, trazendo uma visão unificada do que acontece em toda a empresa”, explica Fabio Stancov, gerente de Energia e Utilidades e um dos responsáveis pelo projeto.

A infraestrutura de Wi-Fi servirá ainda de base para outros projetos futuros, como o de mobilidade, que permitirá o acompanhamento de todos os indicadores e informações das plantas também via tablet ou smartphones. Em paralelo, a implementação do sistema de Wi-Fi, o projeto contempla iniciativas de Big Data para o armazenamento de todos os dados e informações dos processos coletadas nos servidores da Termomecanica, além de aspectos de Cyber segurança, com a implantação de diversas regras de segurança e certificados para garantir maior confiabilidade no armazenamento de dados.

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Algar Telecom lança Wi-Fi inteligente para o mercado corporativo

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do Grupo Algar, lança essa semana o SmartFi Pro, gestão inteligente da rede Wi-Fi que permite conhecer os usuários da rede, usufruindo da mais moderna tecnologia de conexão sem fio com a máxima proteção dos dados. O SmartFi Pro é o primeiro produto desenvolvido pelo Brain – Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) fundado pela Algar Telecom – e será o novo item do portfólio da empresa.

Essa solução permite maior domínio sobre as informações dos usuários que acessam a rede, coletando apenas dados públicos disponibilizados nas mídias sociais, ou seja, garantindo a privacidade e a segurança da pessoa física que frequenta o estabelecimento. Ao acessar a rede do SmartFi Pro, o usuário final concorda em fornecer essas informações, as quais são compiladas e transformadas em uma base geral, possibilitando que os dados sejam usados de maneira inteligente. Com isso, a solução deixa de ser apenas uma infraestrutura de redes e se torna uma ferramenta efetiva de marketing.

Com o SmartFi Pro, empresas de todos os portes podem ter acesso ao histórico das pessoas logadas em suas redes, gerenciando as informações dos usuários e armazenando dados, que resguardam o estabelecimento caso ocorra algum cyber crime, de acordo com o Marco Civil da Internet. Este é um aspecto importante, especialmente para pequenas e médias empresas, que passam a gerenciar a utilização da rede de forma mais assertiva. Tudo isso com o suporte da Algar Telecom 24h por dia, durante todos os dias da semana.

“Queremos proporcionar ao mercado ofertas cada vez mais assertivas e inovadoras, e o SmartFi Pro é um exemplo disso. Esse lançamento, além de impactar positivamente nos resultados de negócios dos nossos clientes com a rentabilização do Wi-Fi, ajuda a melhorar a experiência de seus consumidores, que cada vez mais demandam por produtos e serviços personalizados”, reforça Márcio Estefan, diretor vice-presidente de Negócios da Algar Telecom.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a plataforma de rede e conectividade da Cisco, que garante infraestrutura de alta qualidade de Wi-Fi para o usuário final. Já a plataforma de gerenciamento e enriquecimento de dados é em parceria com Zoox Smart Data e permite não só a administração dos acessos, como também a possibilidade de usar o sistema em prol de um conhecimento mais aprofundado do usuário e da comunicação mais assertiva com ele, podendo incluir até a realização de pesquisas em tempo real.

Dessa forma, as empresas podem desenvolver estratégias com base no perfil e comportamento de utilização de rede de seus clientes com uma ferramenta prática e intuitiva, com as informações mais relevantes para os negócios.

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Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Por Melissa Strait

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande
show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre
conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória incluiuma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo,
fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos. Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade
de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem.

Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes eaté a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para podersuportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, emuma praça de esportes conectada.Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para
aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular,
ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou
autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.
*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Melissa Strait, jornalista, editora e assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

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Aruba potencializa rede Wi-Fi na Assembleia Legislativa do Espírito Santo

A renovação da infraestrutura de TI da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) com a implementação de soluções HPE Aruba conseguiu reverter o quadro frequente de indisponibilidade de rede (em que usuários ficavam sem acesso à internet, aos servidores, ao banco de dados e a aplicações) e viabilizou à instituição agregar mais serviços aos usuários internos e visitantes. “A velocidade da rede também melhorou muito”, relata Jonston Caldeira, superintendente de TI na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. “Agregado a isso, a rede sem fio, que é o forte da Aruba, veio dar mobilidade ao serviço que disponibilizamos dentro da casa. Tínhamos essa questão como uma insatisfação muito latente, pois apesar de ser um prédio só, essa falta de flexibilidade para os usuários da Assembleia era uma funcionalidade de TI que só pudemos resolver com a ajuda da Aruba”.

De acordo com Caldeira, a casa possui um cenário de utilização de rede Wi-Fi bem complexo: ao receber um cidadão na ALES precisamos prover acesso sem fio a todos os visitantes, mesmo tendo uma enorme gama de visitação diária. “O dimensionamento da solução Aruba inicialmente me preocupava ser insuficiente, mas tanto a demanda de usuário interno quanto a de visitantes não me preocupa mais. Temos registrado cerca de dois a três mil acessos diários, então só tenho elogios à marca e à tecnologia utilizada”, destaca.

A HPE Aruba venceu o processo licitatório para um projeto de substituição de todos os ativos de rede. De acordo com Caldeira, a ALES tinha uma infraestrutura de comunicação interna bem obsoleta com equipamentos de mais de 15 anos e sem garantia. No decorrer do processo, o projeto com a Microware que contemplava recursos do portfólio HPE Aruba foi ganhando corpo, aumentando o número de equipamentos de rede que promovem a comunicação entre os computadores e os recursos de TI na Assembleia, consolidando funcionalidades de rede sem fio ao projeto – carro-chefe da Aruba.

A solução implementada foi composta com os seguintes itens:

– 2 Switches core – HPE FlexFabric 5940
– 58 Switches de acesso – Aruba 2930M 48G PoE+
– Controladora Wi-Fi – Aruba 7205
– 100 APs – Aruba AP-325
– Software de gerenciamento da rede “LAN” – HP IMC
– Software de gerenciamento Wi-Fi – Aruba AirWave

Resultados

“Estamos bastante satisfeitos com a tecnologia HPE Aruba. Nosso conhecimento sobre a empresa era superficial por meio de casos de sucesso, mas na prática nós nunca tínhamos tido muito contato. A Aruba não só atendeu como superou todas as nossas expectativas. Queremos ampliar o projeto agregando outras soluções que a Aruba oferece. Foi uma excelente contratação que fizemos, acho que melhor custo-benefício não encontraríamos no mercado”, reforça o especialista.

Caldeira destaca também que um diferencial importante durante o processo foi o acompanhamento muito próximo do time da Aruba. “Até hoje, apesar do projeto finalizado, eles estão sempre em contato com a gente, trocando ideias e com perspectivas de melhorias. Essa relação com o fabricante é muito bacana e positiva que para mim foi um grande diferencial”, diz Caldeira. Segundo ele, a Aruba não tem só um produto de qualidade, mas uma equipe que fornece todo o amparo necessário. “Adquirimos uma solução de rede cabeada e não cabeada e gostaríamos de continuar agregando valor com atualizações e novas soluções no projeto já para o próximo ano”, conta.

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) é dividia em três torres, sendo elas: Torre Legislativa, Torre Administrativa e Torre de Conexão. Em cada pavimento de cada torre, há um eixo para suportar a infraestrutura de rede em que os switches de acesso são interligados ao core da rede.

A comunicação da rede legada da ALES (switches de acesso com o switch core) era realizada por fibra, atingindo velocidade de 1Gbps e 100Mbps para os dispositivos do cliente. De acordo com Eduardo Rangel, da integradora Microware responsável pelo projeto, antes a ALES não possuía o gerenciamento de sua rede LAN, tampouco o gerenciamento de redes WiFi, improvisadas por alguns funcionários. “Com a implantação da solução HPE Aruba, os switches proveram acesso a 1Gbps e comunicação de 10Gbps com o switch core, um aumento considerável em qualidade e velocidade de rede. A estrutura WiFi foi importante para manter todos os funcionários e visitantes online, possibilitando a comunicação por meio da internet e facilitando o uso de estações de trabalho móveis por todas as torres”.

A representatividade da marca Aruba é maior e mais consolidada em soluções de rede sem fio. Após a aquisição pela HPE, a empresa também passou a oferecer equipamentos para rede cabeada, que consistia no projeto original com a ALES.

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Instabridge recebe US$ 3 milhões para expansão na Ásia

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões WiFi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, se mostrou bastante popular no Brasil e no México e recebeu um financiamento adicional de US$ 3 milhões para investir em sua expansão na Ásia, começando pela Índia.

A nova rodada é liderada pela Luminar Ventures (Magnus Bergman e Jacob Key), com a participação dos patrocinadores anteriores Balderton Capital, Draper Associates, Moor e Creandum. A empresa já havia levantado cerca de US$ 5 milhões.

Fundada no final de 2012 originalmente como uma forma de permitir o compartilhamento de WiFi com amigos no Facebook, a empresa sediada em Estocolmo transformou-se em uma comunidade mais ampla de compartilhamento de WiFi e encontrou força nos mercados em desenvolvimento, onde os dados de celular permanecem altos.

O Instabridge permite que você compartilhe os detalhes de qualquer ponto de WiFi público e forneça acesso aos pontos de internet compartilhados para todos os outros membros da comunidade. Isso permitiu criar um banco de dados crowdsourced de pontos de WiFi, além de uma lista de locais públicos conhecidos que têm acesso gratuito à internet, como McDonald’s ou Starbucks.

Instabridge planeja trilhar o mesmo caminho que seguiu na América do Sul para atingir a população indiana de mais de 1 bilhão de pessoas, das quais apenas 400 milhões atualmente têm acesso à internet. “Isto inclui a formação de uma equipe na Índia e a nova missão da empresa de expandir o acesso à Internet aos países em desenvolvimento, onde os serviços de internet permanecem relativamente caros e o acesso à internet é um dos meios comprovados de ‘reduzir a desigualdade de renda’”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Hoje o Instabridge possui 2,3 milhões de usuários ativos mensais e está crescendo a uma taxa de 50.000 novos usuários por dia. O banco de dados do aplicativo contempla atualmente 2 milhões de pontos WiFi. Hoje já são 1 milhão de pontos de WiFi do Brasil cadastrados no aplicativo: metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

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GRU Airport amplia tempo de utilização de Wi-Fi gratuito

Usuários agora podem utilizar duas sessões de uma hora

O GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo – tem uma novidade para todos os usuários. Desde o início de março, ao acessar a rede sem fio do aeroporto (GRU WI FI), será possível utilizar duas sessões gratuitas de uma hora cada, com velocidade de cinco megabytes por segundo.

Com a ampliação do período, os usuários poderão aproveitar ao máximo suas redes sociais, navegar pelas páginas de internet e, também, usar os streamings de música e vídeo sem perder qualidade ou travamentos.

Além disso, as duas sessões de uma hora não são seguidas. Ou seja, o usuário pode usar uma hora em um período e a outra em um horário diferente no mesmo dia.

Para acessar é bem simples. Basta habilitar o Wi-Fi no celular, tablet ou notebook, escolher a rede GRU WIFI e, com apenas um click e sem necessidade de fazer cadastro, escolher a opção GRU Wi-Fi Grátis no site da Boingo – provedor líder mundial em aeroportos em serviços wireless. Após as duas horas, o usuário poderá optar por um dos pacotes disponíveis (Boingo Unlimited – R$ 12,45/mês e 20 megabytes por segundo, ou Boingo AsYouGo, R$ 19,90 por 24 horas e velocidade de 10 megabytes por segundo).

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Falha de Wi-Fi expõe novos usuários a ataques

Uma recente falha ligada do protocolo de segurança WPA2, responsável pela segurança das conexões Wi-Fi, podem permitir que cibercriminosos espionem comunicações de usuários domésticos e empresas. Batizada como Krackattack, a vulnerabilidade foi descoberta pelos pesquisadores belgas Mathy Vanhoef e Frank Piessens, da Universidade Católica de Leuven.

A falha está dentro do protocolo WPA2 e ocorre no processo de autenticação em quatro etapas (4-key handshake) de uma rede Wi-Fi. No handshake existe uma brecha que facilita a entrada do código que permite descriptografar a informação que está sendo transmitida, permitindo a inserção de códigos maliciosos para roubar dados, tais como senhas do cartão do banco, e outros tipos de informações sigilosas. Pelo fato de estar inserido dentro do código de transmissão, o “invasor” não necessita da senha do seu Wi-Fi, uma vez que trabalha com o roteador que fornece a conexão.

Segundo Cleber Brandão, Especialista em Análise de Malware da BLOCKBIT, ainda não foram informados os resultados desse ataque, mas está prevista a divulgação dessa informação para o dia 1 de novembro. A divulgação foi programada para essa data com o objetivo de que as empresas fornecedoras de Wi-Fi pudessem descobrir uma solução de contenção para os usuários. De qualquer forma, vale esclarecer que ainda não houve um ataque de hacker derivado dessa falha.

O alcance da extensão da vulnerabilidade no Brasil é desconhecido. O especialista recomenda manter atualizadas as ferramentas de software de segurança; não utilizar pontos de Wi-Fi públicos tais como cafeterias, pontos de transporte, restaurantes etc. O ideal é usar conexões do tipo VPN (Rede Virtual Privada), que são mais seguras, uma vez que esse tipo de conexão mantém a informação criptografada.

Outra recomendação é atualizar o roteador, caso contrário a conexão à rede Wireless será automática. Atualmente, os provedores poderão contatar à operadora para que ela faça a atualização de forma digital.

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App Instabridge cresce entre usuários brasileiros: downloads somam 7,9 milhões no País

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões Wi-Fi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, não pára de crescer.

No Brasil, o aumento no número de downloads foi de 427%, na comparação entre o segundo trimestre de 2016 com o mesmo período de 2017. Até agora, Instabridge, que tinha 1,5 milhão de usuários no país, já soma mais de 7,9 milhões de downloads do aplicativo – disponível para iOS e Android –somente no Brasil.

Hoje já são 550 mil pontos de Wi-Fi cadastrados no Brasil: aproximadamente metade de todos os pontos compartilhados (1,3 milhão de hotspots) por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (146 mil), Rio de Janeiro (61 mil), Minas Gerais (50 mil), Bahia (38 mil), Paraná (32 mil), Rio Grande do Sul (22 mil), Distrito Federal (11 mil) e Paraíba (10 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados.

“As pessoas estão compreendendo a importância do Wi-Fi cada vez mais. Por isso, também observamos este crescimento. O Instabridge é um produto diferente: não mostra apenas os locais com WiFi disponível, como conecta automaticamente os usuários aos pontos de internet móvel. Além disso, graças à comunidade, nosso bando de dados de hotspots é muito preciso”, comenta Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

O crescimento também se reflete globalmente. Ainda entre junho de 2016 e junho de 2017, o aplicativo quase dobrou o número de pontos de Wi-Fi cadastrados, de 700 mil para 1,3 milhão; e quadriplicou o número de downloads, ultrapassando a marca de 10,5 milhões de downloads em todo o mundo.

Expansão e diversificação

Desde o início do projeto, foram investidos 5 milhões de dólares em Instabridge. O investimento inicial na startup foi feito pelo mesmo grupo que está por trás do primeiro investimento no Spotify. “No que diz respeito ao modelo de negócios, não estamos ganhando dinheiro ainda. A versão atual do Instabridge permanecerá gratuita, mas planejamos introduzir novos serviços premium no futuro”, afirma o executivo. Agevik reforça que o serviço básico oferecido pelo aplicativo Instabridge sempre será gratuito, mas que a empresa planeja adicionar recursos, como navegação mais rápida, tecnologia mais segura (como a VPN) e opções semelhantes pelas quais os usuários poderão pagar no futuro. Além disso, a startup sueca pretende utilizar anúncios para monetizar o negócio.

Como conectar a uma rede Wi-Fi no Instabridge

Instabridge tem jeitos diferentes de conexão para Android e iOS. Veja como proceder após o download do aplicativo no seu aparelho:
Android: Quando você está ao alcance de um WiFi adicionado ao Instabridge, você irá se conectar automaticamente com o aplicativo.
iOS: vá em “Configurações” > “Wi-Fi” > Escolha a rede indicada “Conectar com Instabridge

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Aruba lança solução de Wi-Fi focada para empresas de pequeno porte com gerência simplificada e por aplicativo móvel

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A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, anuncia uma nova solução de Wi-Fi que fornece a pequenas empresas uma rede sem fio de nível corporativo, segura e confiável, com APs fáceis de configurar via um aplicativo móvel intuitivo. O HPE OfficeConnect OC20 é uma solução econômica desenvolvida para empresas sem recursos de TI dedicados. Com o OC20, pequenas empresas de qualquer vertical, podem implementar e gerenciar a rede Wi-Fi de maneira rápida.

Organizações de menor porte estão adotando aplicativos para smartphones, tablets e outras aplicações que ficam hospedadas na nuvem. Cerca de metade (43%) dos responsáveis usam seu smartphone conectado à rede Wi-Fi como o principal dispositivo para executar suas operações, e 65% fazem a contabilidade em aplicativos na nuvem, o que confirma a necessidade de conectividade sem fio confiável e onipresente. Mesmo com benefícios competitivos e operacionais claros da mobilidade, o fator determinante geralmente se refere à instalação e configuração. Geralmente, as pequenas empresas têm recursos de TI bem limitados, então é essencial ter uma opção que seja simples de ser configurada e que eles possam contar com a ajuda de uma revenda se necessário.

O HPE OfficeConnect OC20 resolve esses desafios, oferecendo às empresas de pequeno porte uma ferramenta intuitiva e econômica, simples de gerenciar sem a necessidade de conhecimento técnico avançado. Os revendedores podem agora prover aos seus clientes uma solução rápida de rede Wi-Fi de nível corporativo que mantém seus funcionários conectados e produtivos.

Menos problemas com uma solução confiável de nível comercial

Os AP’s OC20 oferecem conectividade Wi-Fi de alto desempenho e confiável para operar as aplicações fundamentais aos negócios, incluindo voz, vídeo e aquelas na nuvem. Otimizam de forma inteligente a cobertura e o desempenho da rede sem fio, além de minimizar a interferência, intensificando a experiência do usuário final. O filtro de sites integrado bloqueia o acesso a sites mal-intencionados, protegendo o sistema de pequenas empresas de ameaças online e sites inadequados ou fora de conformidade.

Reduza o tempo de configuração com o aplicativo móvel intuitivo

Com o aplicativo móvel OfficeConnect, a empresa ou os seus revendedores podem configurar e monitorar uma rede em questão de minutos a partir de qualquer local. Múltiplos escritórios podem ser gerenciados de uma só vez, podendo resolver rapidamente às mudanças na rede e eventuais interrupções remotamente, sem indisponibilidade da rede.

Quando as empresas estiverem prontas para expandir sua rede, os novos APs OC20 podem ser automaticamente incorporados copiando as configurações de um AP OC20 configurado anteriormente. A solução permite criar uma rede para visitantes opcional e separada com a opção de acesso aberto para visitantes, login na rede Wi-Fi por meio de senha simples ou conta de Facebook, incluindo o logotipo da empresa para promover a marca da mesma customizando a página de acesso.

Recursos remotos de monitoramento e solução de problemas

O aplicativo móvel OfficeConnect para iOS ou Android oferece recursos de monitoramento e solução de problemas. Um painel de controle da rede fornece visibilidade do sistema rapidamente, incluindo informações sobre desempenho da rede sem fio, número de dispositivos e de quem está conectado.

Além do AP OC20, a Aruba oferece o switch OfficeConnect 1920S, que protege e amplia os sistemas de pequenas empresas. O 1920S também pode ser monitorado pelo aplicativo móvel OfficeConnect.

O HPE OfficeConnect oferece mais recursos de maneira simplificada, permitindo que pequenas empresas compartilhem recursos e colaborem como uma rede corporativa, mas sem a necessidade de uma configuração muito complexa. Para organizações de pequeno porte que estão começando ou já planejando expandir seus negócios, a solução OfficeConnect os permite implementar uma rede sem fio de nível comercial que atenda suas necessidades em cada etapa do seu crescimento.

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