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ADM Venture Capital, empresa do Grupo Rendimento, renova estratégia e busca startups Series A

A ADM Venture Capital, braço de investimentos em startups e Fintechs do Grupo Rendimento – do qual faz parte o Banco Rendimento, a Cotação (empresa de câmbio) e a Agillitas (de meios de pagamento) -, reformulou o seu perfil estratégico ao ajustar o foco de investimentos em startups para aquelas de Series A, quando o negócio já está provado, mas a empresa precisa de dinheiro para escalar o seu negócio e se consolidar. Um exemplo prático é o investimento na Grão Direto – plataforma de comercialização digital de grãos que realizou recentemente uma captação com investidores de R$ 13,5 milhões – e na projeção que a ADM Venture Capital faz para três novos investimentos em startups em 2021.

“O ano de 2020 foi complicado, mas produtivo e definidor. Encerramos um ciclo com a venda e o desinvestimento em startups do tipo Seed e subimos nossos parâmetros para investir em empresas que estão no nível Series A. Buscamos parceiros com um grau maior de maturação e encontramos a Grão Direto, que trabalha em um segmento importante para a economia brasileira, o agronegócio. Além da participação como investidor, iremos fornecer toda a infraestrutura tecnológica para a implementação dos serviços financeiros da plataforma através de nossas APIs e serviços de pagamentos e liquidações, garante Roger Ades, diretor do Grupo Rendimento e responsável pela gestão da ADM Venture Capital.

O executivo aponta que o Grupo Rendimento quer enfatizar ainda mais o perfil da ADM como Corporate Venture por meio de seus investimentos em Venture Capital. “O nosso posicionamento é como Smart Money e queremos facilitar o acesso da Grão e de outras startups ao Grupo Rendimento e seus serviços. Buscamos neste ano investimentos em múltiplos perfis, e estamos em conversa com empresas de diversos segmentos. Pode ser uma Fintech, alguém que ofereça serviços B2B, uma empresa de logística ou mesmo uma healthtech. Ou ainda quem precise utilizar de meios de pagamento digitais como o PIX, ou fornecer contas de pagamento e liquidação para seus clientes, através de nossas plataformas de Bank as a Service, explica Ades.

Esses fatores de atração é que levaram até a Grão Direto, empresa que soma R$ 18 milhões em captações de investidores – sendo a última rodada, na qual a ADM Venture Capital participou, de R$ 13,5 milhões. Esse último valor vai garantir a ideia de expansão da Grão de 70 mil usuários em três estados para 500 mil usuários em 10 estados até 2022. Com a startup merecendo destaque ao oferecer a flexibilidade necessária para que todos os participantes da cadeia produtiva – tradings, cerealistas, cooperativas, corretoras tradicionais, fábricas de ração, granjas, confinamentos, armazenadores, traders, entre outros – realizem a comercialização de grãos dentro da plataforma, com acesso ágil e eficiente às melhores informações.

Ao falar dos investidores presentes na mais recente rodada de aporte, como a ADM-Grupo Rendimento, Alexandre Borges, CEO da Grão Direto, afirmou: “Esse é certamente um dos grupos mais importantes de investimento em tecnologia no agronegócio da América Latina, com a presença de diversos perfis relevantes para promover esta revolução ‘fora da porteira´. Temos imenso orgulho de juntarmos excelentes fundos de venture capital com grandes corporações da agricultura e do mercado financeiro, além de executivos com experiências globais”. Ao lado da ADM Venture Capital, estão: Lanx Capital, líder da rodada, Bayer, Barn Investimentos, além de grandes executivos como Luiz Edmond, Fued Sadala, Osvaldo Barbosa de Oliveira, William Kern, Roberto Martins, Mauro Muratório, Ricardo Coelho Duarte e representantes de grandes grupos ligados à agricultura como Bernardo Klabin, Luxor Agro e Diego Schlatter.

Startups de saúde, cibersegurança, trabalho remoto e games devem ser destaques de venture capital em 2021

A Mindset Ventures , gestora internacional de venture capital, analisou dados do mercado global e brasileiro para apontar os segmentos de startups que mais devem receber aportes neste ano: saúde, cibersegurança, trabalho remoto e games. “O mercado de tecnologia tem se desenvolvido em velocidade exponencial no Brasil e no mundo. É muito provável que a modalidade de venture capital venha a se tornar cada vez mais popular dentre as opções de investimentos alternativos enquanto os investidores buscam opções mais rentáveis no cenário de baixa taxa de juros que vivemos hoje”, afirma Daniel Ibri, CIO da companhia com mais de 10 anos de experiência em investimentos em startups.

De acordo com dados do Distrito, as startups do mercado brasileiro captaram US﹩ 3,5 bilhões em 2020. Na comparação com o ano anterior, o número foi bem menor, US﹩ 2,97 bilhões. Dada a crescente importância da tecnologia em nossas vidas, a primeira previsão para 2021, segundo Ibri, é que o ano poderá terminar com um recorde de investimentos de capital de risco.

O executivo explica que o segmento de saúde ganhou destaque com a série de medidas impostas para interromper a propagação da Covid-19, criando maior visibilidade e gerando oportunidades para novas startups, inclusive para as não diretamente envolvidas com soluções para a pandemia. Dados do Distrito mostram que o volume captado para healthtechs no Brasil em 2020 foi de US﹩ 93,6 milhões até outubro contra US﹩ 62,6 milhões em todo o ano de 2019.

O trabalho remoto também foi outra tendência que cresceu muito. Trabalhar em casa era uma realidade para poucas pessoas e esperava-se que essa prática ainda demorasse muitos anos para se tornar mais amplamente adotada, mas o vírus parece ter antecipado essa tendência. A Turing , uma das empresas americanas do portfólio da Mindset Ventures que facilita a contratação de programadores e engenheiros de software remotos em vários países do mundo, se beneficiou amplamente do cenário pandêmico. Tamanho foi seu crescimento em 2020, que a empresa já captou uma nova rodada em menos de 6 meses para continuação de sua expansão.

“Com a adoção mais ampla do trabalho remoto, acreditamos que o número de startups emergentes em regiões dos Estados Unidos fora do Vale do Silício continuará a crescer. A exemplo disso, 75% das empresas americanas do portfólio do nosso Fund III estão localizadas fora desta região”, comenta Ibri.

Cibersegurança e games

A cibersegurança é outro segmento em plena expansão como consequência do aumento do trabalho remoto. Através dos funcionários utilizando tanto dispositivos pessoais quanto do empregador em casa e em redes Wi-Fi particulares desprotegidas, as empresas ficaram mais expostas a ataques cibernéticos. Há um número crescente de startups lidando com este problema.

Já o mercado de games explodiu à medida que as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa. Esportes eletrônicos e streaming são duas áreas que devem apresentar um crescimento significativo nos próximos anos. De acordo com a NewZoo, a audiência global de e-sports em 2020 atingiu 495 milhões pessoas, com US﹩ 1,1 bilhão em receita, e crescerá mais de 30% até 2023. “É um setor relativamente novo para o venture capital, mas tem o potencial para se tornar mais popular para investidores. Em 2019, a Unity captou US﹩ 525 milhões em uma rodada antes de seu IPO no ano seguinte, e a Epic Games captou US﹩ 1,5 bilhão em uma única rodada em 2020. Vale também lembrar que em janeiro de 2021 a Roblox captou uma Série H de US﹩ 520 milhões”, conclui.

O número de usuários de jogos de celular no Brasil cresceu de 79,4 milhões em 2019 para 87,6 milhões em 2020 – jogos de celular são, hoje, os mais populares, ainda de acordo com a NewZoo. Considerando todas as modalidades, a receita gerada no Brasil no mercado de gaming deve crescer de US﹩ 723 milhões em 2019 para US﹩ 821 milhões em 2020. O Brasil tem a terceira maior audiência para e-sports do mundo, perdendo apenas para China e Estados Unidos.

Fundada em 2016, a Mindset Ventures é uma gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, principalmente aquelas com potencial de expansão para o Brasil.

bxblue recebe aporte Series A de R$ 38 milhões liderado pela Igah Ventures

Depois de um 2020 de crescimento exponencial e de chamar a atenção de grandes bancos do mercado, a bxblue inicia o ano com o recebimento de um aporte Series A no valor de R$ 38 milhões liderado pela Igah,Ventures, gestora de investimentos com foco em negócios disruptivos no Brasil e América Latina. A rodada teve ainda a participação de outros fundos de investimento, como Iporanga Ventures, FJ Labs e Funders Club. O montante será utilizado para ampliação da equipe, desenvolvimento de novas ferramentas no produto e integração com novos bancos.

A expectativa da bxblue é quintuplicar a receita da empresa ao longo de 2021 com o impulsionamento da nova rodada. Desde o início de sua operação e primeiros investimentos, a startup já intermediou mais de R$ 500 milhões em contratos de empréstimo consignado.

“Servidores públicos e aposentados merecem opções acessíveis e transparentes quando buscam crédito para realizar seus sonhos ou resolver eventuais imprevistos. Ao mesmo tempo, os nossos bancos parceiros buscam se posicionar na vanguarda e oferecer experiências inovadoras de contratação de consignado para seus clientes. A bxblue conecta ambos numa plataforma que permite aos usuários comparar ofertas, encontrar a melhor e contratar digitalmente, enquanto reduz custo e aumenta eficiência do sistema financeiro”, analisa Gustavo Gorenstein, CEO da bxblue.

Dois dados corroboram a confiança de seu fundador. Quase 20% dos clientes da bxblue já contrataram empréstimos mais de uma vez na plataforma, uma taxa alta que indica o potencial da empresa em um momento econômico inédito. Além disso, a bxblue mantém um elevado grau de satisfação entre um público exigente: seu NPS (métrica adotada por inúmeras startups para compreender contentamento de seus clientes) se manteve próximo de 90 no último ano, número considerado muito acima da média do mercado das fintechs.

“Em um ano desafiador de pandemia, conseguimos atingir um crescimento que representa oito vezes o número de 2019. Esse é um indicador que trouxe a confiança de nossos investidores e também confirmou nossa missão de estar disponível com as melhores alternativas de consignado, na mão do usuário, provendo taxas competitivas para usuários espalhados por todo o país”, finaliza Gorenstein.

“Estamos bastante animados em liderar essa rodada, com uma empresa que vai impulsionar o segmento de concessão de crédito por meio de uma plataforma 100% digital, em um modelo de marketplace que conecta as pessoas aos bancos. O mercado de crédito consignado tem lacunas importantes de eficiência no Brasil, e a bxblue traz a capacidade de execução e o crescimento escalável necessários neste momento. É o perfil de negócio que Igah busca em suas investidas: empresas que combinam tecnologia e inovação para endereçar soluções diferenciadas em suas áreas de atuação”, destaca Márcio Trigueiro, sócio-diretor da Igah,Ventures.

Bossa Nova investe na M&ATech STARK

STARK, considerada a primeira M&ATech do Brasil, anuncia captação de investimento seed money da Bossa Nova Investimentos, micro Venture Capital que investe em Startups com atuação em todo território nacional. O montante foi levantado no comitê de investimentos, criado pela investidora, sob liderança de João Bezerra, para aportar R﹩ 5 milhões em fintechs brasileiras.

A STARK conecta investidores e empresários do middle-market que possuam faturamento anual acima de R﹩ 20 milhões – a régua é de R﹩ 12 milhões para empresas de tecnologia – dispostos a avaliar propostas de investimento, fusão ou aquisição.

“Vimos a tecnologia causando a disrupção de diversos nichos do mercado financeiro enquanto os processos de M&A ainda eram conduzidos de forma ineficiente, lenta e cara por boutiques e bancos de investimentos. Digitalizar este mercado passou a ser nossa obsessão diária. Hoje, a plataforma da STARK já consegue reduzir o tempo de roadshow (etapa de prospecção de potenciais investidores para uma transação) de 3 meses para menos de uma semana por meio do nosso sistema de matchmaking“, sinaliza o cofundador e CEO da STARK, João Vitor Carminatti.

“Nossa missão de tornar o M&A acessível para todo o ecossistema empresarial brasileiro só está no começo. Estamos felizes com a conclusão da rodada com a Bossa Nova Investimentos, pois além do capital, teremos em nosso conselho executivos que unem o melhor da inovação tecnológica ao mercado financeiro”, complementa Carminatti.

De acordo com João Bezerra, líder do comitê da Bossa Nova Investimentos, o principal objetivo da gestora com esse projeto é injetar recursos em negócios promissores para o mercado financeiro. “Sabemos o quanto as soluções tecnológicas são fundamentais para manter o setor em crescimento e a Stark se mostrou com um grande diferencial, que chamou nossa atenção. O aporte recebido agora é só o primeiro passo. O ano de 2020 foi de grande destaque para as fintechs e 2021 deve seguir na mesma linha e por isso, teremos ainda novos investimentos a serem anunciados e muitas inovações recebendo o reconhecimento devido”, explica Bezerra.

Em cinco meses, a STARK já assessorou o fechamento de cinco transações, que totalizaram R﹩ 130 milhões. Também cadastrou 190 teses com critérios de investimento dos principais fundos de venture capital, private equity e grandes empresas, que somam R﹩ 10,8 bilhões disponíveis para fusões e aquisições de empresas no Brasil.

Depois de ver seu faturamento aumentar 500% em 2020, a empresa espera crescer mais 300% em 2021. A expectativa é que, já no primeiro trimestre deste ano, a STARK fature a quantia alcançada em todo ano passado.

Grupo Sabin e Fleury criam fundo de Venture Capital de R$ 200 milhões

O córtex humano tem papel central em atividades complexas do cérebro. É ele o responsável por captar os impulsos produzidos pelas vias de sensibilidade e interpretá-las. É desse local também que tem origem os impulsos nervosos para comandar os movimentos. Não à toa, este foi o nome escolhido para batizar, em inglês, o Kortex Ventures, um dos maiores fundos de Corporate Venture Capital de saúde no Brasil.

Criado pelo Grupo Fleury e Grupo Sabin, o Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) que pretende atuar como um elo centralizador de informações, identificando oportunidades no mercado, analisando e tomando ações para gerar valor nas empresas investidas. O fundo pretende aportar R﹩ 200 milhões em empresas nascentes de tecnologia de saúde nacionais e estrangeiras, e seu principal objetivo é investir de forma minoritária em negócios de medicina diagnóstica, medicina personalizada e saúde digital, ajudando a promover o desenvolvimento dessas pequenas empresas. A meta é que em quatro anos o fundo seja sócio de 15 a 18 healthtechs.

O Kortex já nasce carregando o conhecimento e a experiência de dois gigantes e reconhecidos players no setor de saúde brasileiro. Ao se tornarem sócias do fundo, as startups terão acesso à extensa rede de relacionamento, à estrutura técnica e científica das áreas de Pesquisa&Desenvolvimento e à longa trajetória de atuação das companhias, presentes em todas as regiões brasileiras. Para as aspirantes, também é a oportunidade de iniciarem sua jornada no mercado com Sabin e Fleury não apenas como parceiros, mas também como clientes.

Por sua vez, o Grupo Sabin e o Grupo Fleury estarão ainda mais conectados ao ecossistema de startups e healthtechs. Para eles, é a oportunidade de ver nascer negócios promissores e levar o que há de mais inovador aos seus clientes.

“O investimento no Kortex Ventures é mais uma etapa do planejamento do Grupo Sabin para fortalecer o ecossistema de saúde no País, posicionando a empresa como parceira estratégica de empreendedores e de negócios, que entrega, além do investimento, uma plataforma de conhecimento, desenvolvimento e validação de tecnologias, produtos e serviços para o mercado brasileiro com maior velocidade e maior consistência. As duas empresas possuem grande expertise médica e técnico-científica, bem como uma das maiores redes de relacionamento em saúde do Brasil, que é relevante porta de entrada para diversas regiões do País. Temos o objetivo de apoiar empresas que inclusive transcendam a medicina diagnóstica, contribuindo com soluções inovadoras para os cuidados integrados da saúde tanto do indivíduo como da população”, avalia Lídia Abdalla, presidente executiva do Grupo Sabin.

“Queremos preservar a independência, agilidade e espírito empreendedor das empresas investidas ao mesmo tempo em que aprendemos com elas e incorporamos ao nosso negócio suas melhores soluções. Pretendemos unir nossa experiência secular com a mentalidade das startups. O fundo irá acelerar exponencialmente esse movimento”, analisa Carlos Marinelli, presidente do Grupo Fleury.

Capital estratégico – O Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) com atuação e gestão independentes. O fundo foi formado a partir do investimento conjunto de R﹩ 200 milhões do Grupo Fleury e Grupo Sabin. Diferentemente de um Venture Capital puro, o CVC vai além do conceito “smart money” e se posiciona como um fundo de “strategic money”, ou capital estratégico. Isto significa que o Kortex Ventures pretende investir em healthtechs que tenham sinergias com os negócios de ambas as companhias, ajudando as empresas não apenas financeiramente como também oferecendo acesso à expertise e estrutura operacional do Fleury e Sabin.

No mercado de saúde nacional e internacional, o Kortex atuará identificando as startups promissoras e alinhadas estrategicamente aos seus valores. As healthtechs podem entrar em contato diretamente com fundo e se candidatar para receber os aportes: http://www.kortexventures.com .

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MAPFRE patrocina desafio universitário do mercado de venture capital e startups

A MAPFRE é uma das patrocinadoras do VC Challenge, competição destinada a estudantes de graduação interessados no mercado de venture capital e de startups. O objetivo da disputa é permitir aos alunos conhecer de perto o dia a dia de um investidor de Venture Capital e do empreendedor de uma startup de tecnologia.

Para isso, a disputa é dividida em duas etapas. Na primeira, os universitários assumem o papel de um investidor e terão de escolher em qual startup investiriam, entre as apresentadas, justificando sua decisão para um comitê avaliador. Na segunda fase, os grupos finalistas devem atuar como CEOs da startup escolhida e desenvolver um plano de negócios. Todo o processo conta com a mentoria de executivos de grandes empresas.

Durante a competição, realizada pela gestora de Venture Capital KPTL, a MAPFRE realizará três palestras. Dentre elas, o diretor de inovação disruptiva, Joan Cusco, falará sobre a estratégia da MAPFRE sob uma perspectiva global. (Madrid), Flávia Varga, Nikolaus Maack e Rogerio Hashimoto abordarão os desafios digitais para o mercado de seguros.

“A universidade é um espaço de inovação e quando as empresas se conectam a esse público podem usufruir das ideias disruptivas que ele oferece. Ao unir o conhecimento dos estudantes à estratégia de negócios é possível promover as transformações que são essenciais à sobrevivência das empresas e capazes de impactar positivamente toda sociedade”, acredita Flávia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

Para participar, os universitários devem formar grupos de até 4 pessoas e se inscrever até 22 de outubro pelo link http://vcchallenge.kptl.com.br/cadastre-se. A competição acontece online entre os dias 24 de outubro e 7 de novembro.

O grupo vencedor ganha viagem para Europa e ingressos para o Web Summit 2020, um dos principais eventos de tecnologia do mundo.

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Drummond Ventures e Bossa Nova lançam comitê de investimento com foco na internacionalização de startups

Seguindo sua missão de ser a micro venture capital mais ativa da América Latina, a Bossa Nova Investimentos, gestora que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo território nacional, anuncia o lançamento de um comitê de investimentos internacional em parceria com a Drummond Ventures, braço de investimentos do Grupo Drummond que atua como uma venture builder americana para negócios no Brasil e nos EUA. Juntas, as empresas pretendem investir entre US﹩ 100 e US﹩150 mil em cada startup que queira iniciar seu processo de internacionalização.

O comitê será liderado por João Kepler, Diretor da Bossa Nova Investimentos, e por Bruno Drummond, CEO da Drummond Ventures, que vão estar ao lado de co-investidores. Ao todo, entre 10 e 13 startups devem ser selecionadas para o projeto, que tem como missão ajudá-las no processo de internacionalização, criando mais tração para que elas expandam seus negócios para outros países e se consolidem no exterior.

Drummond comemora a parceria e prevê ótimos resultados. “Estamos extremamente felizes e orgulhosos em poder estar ao lado da Bossa Nova Investimentos, a grande responsável por movimentar e aquecer o universo das startups na América Latina, em uma iniciativa que certamente trará mais oportunidades e inovação ao mercado. Nossas expectativas não poderiam ser melhores”, afirma.

Segundo Kepler, esse novo projeto vai ao encontro com as ambições da Bossa Nova, que é cada vez mais fortalecer o ecossistema brasileiro dentro e fora do país. “Acreditamos muito no potencial das soluções criadas aqui e sabemos que com recursos elas podem chegar muito longe. Receberemos inscrições tanto de startups que já foram aportadas por nós anteriormente, como outras que estão no mercado buscando essa expansão. E ter a Drummond como parceiro, que irá auxiliar em todo o processo burocrático que a internacionalização exige, é um excelente diferencial para o projeto”, conta o Diretor da Bossa Nova Investimentos.

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Cinco capítulos para transformar o pitch em um roteiro de sucesso e garantir investimento

Por Laércio Morato

Você, provavelmente, já deve ter ouvido alguém falar sobre um pitch deck ou mesmo ter visto um. Usualmente, chama-se de pitch deck as apresentações de empresas que estão em busca de investimentos para seus projetos e ideias. Mas, a verdade é que se pode elaborar um pitch para diversos outros motivos: apresentações institucionais, propostas de iniciativas de inovação, projetos de melhoria ou redução de custos, entre outros.

Um pitch pode ser comparado a um roteiro de um filme ou de um livro de ficção: traz um vilão (o problema ou desafio enfrentado), um herói (a ideia de resolução de problema), os aliados do herói (time envolvido) e a aventura do herói para derrotar o vilão (forma com que se planeja solucionar o problema).

É recomendado que esse pitch tenha cerca de 10 a 15 slides. Abaixo detalharemos, em 5 capítulos, como elaborar esse material.

Capítulo 1. O problema – 2 ou 3 slides

Em primeiro lugar deve-se apresentar o desafio enfrentado e qual a sua relevância. Ou seja, introduzir ao público quem é o vilão a ser derrotado.

Nesse momento, é muito importante convencer o público que o desafio é real e relevante. Pense em Star Wars sem Darth Vader, um Senhor dos Anéis sem Sauron ou Os Vingadores sem Thanos.

Para estruturar a apresentação, prepare 1 slide mostrando qual o tamanho do problema ou da oportunidade: tente buscar informações do tamanho do mercado que se pretende atacar, qual o custo de não resolver o problema apontado, quantas pessoas sua solução irá impactar, entre outros critérios que considerar relevante. Importante trazer dados concretos e a fonte de onde foram coletados.

Pense também, em um slide ilustrando quem é o público consumidor do seu produto ou serviço, qual área da empresa é impactada pelo problema e quais as principais dores enfrentadas.

Pode-se ainda, adicionar um slide extra mostrando porque o momento de resolver esse problema é agora. Não é um slide obrigatório, mas importante para o processo de convencimento.

Capítulo 2. A solução – 2 a 4 slides

Conhecido o vilão, vamos ao herói. Nessa sessão, é importante mostrar como será solucionado o problema ou o desafio apresentado.

Costuma-se mostrar em 1 ou 2 slides:

Uma apresentação de um modelo de negócios deve ilustrar qual será a forma de atuação (quais produtos e serviços irá vender) e qual será sua forma de receita. É de extrema importância mostrar uma ligação entre sua solução e a dor dos clientes.

Para projetos é válido mostrar como será estruturado o projeto (etapas) e quais as entregas esperadas em cada uma dessas etapas.

Caso esteja apresentando uma solução em andamento, vale trazer um slide contendo dados, histórico ou qualquer informação que dê a sensação de evolução da solução.

Outra parte importante a ser especificada nesse momento, caso haja informações suficientes, é em relação à forma de solucionar o problema. Por exemplo, mostrar o detalhamento da tecnologia a ser empregada, as etapas do projeto, os principais atributos do produto entre outros.

Afinal, se o seu herói já iniciou o treinamento para evoluir seu superpoder, por que manter isso em sigilo?

Capítulo 3. O mercado – 1 slide

O público deve saber onde se dará a épica batalha entre o bem e o mal. Crie um slide mostrando os substitutos à solução proposta. Ou seja, como o público resolve seus problemas atualmente, a quais produtos/serviços eles recorre e de qual concorrente costumam adquirir esse tipo de serviço.

Pode-se mostrar um mapa com os competidores, os processos que a área de sua empresa utiliza atualmente etc.

É importante evidenciar, nesse slide, qual o seu diferencial frente às soluções existentes.

Capítulo 4. O time – 1 ou 2 slides

Todo super-herói tem um time de apoio: a Comitiva do Anel, Han Solo, Chewbacca, Princesa Léia, Ron, Hermione entre muitos outros.

Logo, prepare um ou dois slides (dependendo do tamanho do seu time) mostrando quem está por trás da ideia, qual o papel de cada um na implementação e porque estão capacitados(as) para desempenhar aqueles papéis.

Caso haja investidores, patrocinadores, conselheiros ou qualquer outro tipo de apoio para a ideia/projeto é importante mostrar nessa sessão.

Capítulo 5 – O plano – 2 ou 3 slides

Por fim, deve-se mostrar ao leitor como se dará o plano da esperada batalha.

Monte um slide mostrando quais serão seus próximos passos, mostrando o que será feito em uma linha do tempo. Usualmente, mostra-se uma linha de 3 a 5 anos.

Por fim, deve-se mostrar uma projeção financeira (em 1 ou 2 slides), deixando claros o investimento necessário para tirar a ideia ou projeto do papel, como será utilizado esse recurso e qual o retorno esperado.

Gran Finale – 1 slide

Por fim, voltaremos ao começo. Pode parecer confuso, mas explicaremos melhor.

Ao terminar a elaboração da apresentação, vale um esforço para criar 1 slide resumo para mostrar sua ideia principal. É um slide extremamente relevante que para captar o interesse do seu público. Ele costuma conter uma breve explicação da solução e pode também abordar como será implementada essa solução.

Pense nele como um pequeno resumo da sua história que vai incentivar seu público a continuar atento à apresentação que vem a seguir (da mesma forma que um bom trailer faz com que queiramos assistir ao filme).

Fato é que a apresentação dos slides fará toda a diferença na hora de convencer a plateia de que o seu roteiro (sua ideia) é incrível, mas a simplicidade pode ser uma aliada e tanto da arte. Assim, coloque o que realmente for necessário em cada tópico e dê destaque às estatísticas, que são importantes para o investidor (o público-alvo). Não se esqueça que o principal objetivo do slide deve ser o de complementar o seu discurso. Este sim precisa ser o protagonista.

Laércio Morato, consultor da Play Studio, consultoria de inovação e venture builder

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EDP Ventures Brasil investe na startup Clarke Energia

A EDP Ventures Brasil, veículo de investimento de capital de risco do Grupo EDP, participou da rodada de R$ 3 milhões, liderada pela Canary, na Clarke Energia. A startup, criada em dezembro de 2019, orienta empresas a economizar na conta de energia por meio de estudos tarifários, eficiência energética, monitoramento de consumo ou compra de energia no mercado livre.

A Clarke Energia proporciona, em média, uma redução de 10% a 20% na conta mensal de luz, identificando ineficiências tarifárias e apresentando soluções. A startup simula quanto a empresa economizaria se migrasse para a modalidade de Tarifa Branca e orienta sobre eficiência das operações da empresa.

“O trabalho da Clarke tem grande importância para médias e pequenas empresas especialmente. Além disso, os serviços oferecidos têm sinergia com algumas áreas da operação da EDP, como a comercialização e serviços de energia. Como Corporate Venture Capital, nosso objetivo é apoiar as startups do nosso portfólio com know how do mercado de energia e o suporte das nossas Unidades de Negócio, para que possam escalar rapidamente”, destaca Carlos Andrade, Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Novos Negócios da EDP Brasil.

“A missão da Clarke é mudar a forma como as empresas se relacionam com a energia. A gente entende que a conta de luz é complexa, mas se você entende um pouco consegue economizar bastante e reduzir o seu impacto ambiental. O apoio da EDP Ventures é fundamental para trazer a bagagem do setor elétrico europeu para o Brasil e fazer com que o nosso setor seja modernizado”, disse o CEO da Clarke Energia, Pedro Rio.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legaltechs, fintechs, HRtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

“Acreditamos no potencial de crescimento da empresa, especialmente pela tração comercial apresentada em poucos meses de operação e pela maneira transparente como conseguem se comunicar com seus clientes e ajudá-los a ter mais autonomia para gerir seus custos com a energia elétrica. O apoio da Canary também sinaliza a atratividade do investimento e o grande potencial da startup”, explica Rosario Cannata, gestor de Investimento da EDP Ventures Brasil.

Além da Clarke, já receberam investimentos no Brasil as startups Voltbras, Colab, Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 38 milhões de euros em 33 startups, que juntas empregam mais de 1.200 colaboradores e têm mais de 140 milhões de euros de receita por ano.

Eficiência energética e mercado livre

A ONU busca dobrar a taxa global de melhora de eficiência até 2030 porque entende a prática como um dos principais pilares para gerar energia sustentável e ajudar os países a minimizarem os preocupantes reflexos do aquecimento global. No Brasil, a meta estabelecida após o Acordo de Paris, de 2016, visar reduzir o consumo de energia elétrica em 10% e ainda reduzir os gases poluentes em 43%.

Por determinação do Governo Federal, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) estão realizando estudos sobre como abrir o mercado livre de energia a consumidor residencial. A medida do governo ainda define que haverá redução gradual, a partir de 2021, de requisitos para que empresas passem a operar com maior flexibilidade no mercado livre de eletricidade.

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Telefónica reforça investimento em venture capital com parceria da Redpoint eventures no Brasil

A Telefónica reposiciona sua estratégia de investimento em fundos de venture capital e anuncia novos aportes em mercados-chave para a companhia: Espanha, Estados Unidos, no Vale do Silício (Alter Venture Partners), Israel (Vintage Investment Partners) e Brasil. No país, o investimento será realizado no fundo da Redpoint eventures, gestora de venture capital que investe em startups de tecnologia na América Latina.

O objetivo é investir em empresas que gerem mais retorno e impacto para o grupo de telefonia, seja com tecnologias inovadoras para aumento de receita com novos produtos ou para melhorar a eficiência interna, como um fornecedor.

Os investimentos em fundos são feitos por meio do Telefónica Innovation Ventures, veículo de corporate venture capital da Telefónica que também investe diretamente em startups. Os aportes diretos acontecem desde 2007 e o portfólio atual possui 10 startups dos EUA, Espanha, Canadá, Israel e França. Já as parcerias com gestoras de fundos são desde 2012 e acumulam mais de 80 startups investidas em 12 fundos, incluindo dois da InvestTech no Brasil.

“A nova estratégia é uma evolução da primeira geração de fundos, Amérigo (2012-2018), cujo objetivo era fomentar os ecossistemas de inovação da Espanha e América Latina. Agora, o foco principal é dar suporte às principais áreas da operadora”, explica Guenia Gawendo, diretora global do Telefónica Innovation Ventures.

De acordo com a executiva, as gestoras parceiras trabalharão junto com equipes locais da operadora e/ou da Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica, para buscar e integrar startups que façam sentido na cadeia de valor da companhia. “As startups nos trazem tecnologia, novos produtos e serviços para nos diferenciar, além de contribuírem na agilidade de lançamentos ao mercado”, completa Guenia.

As áreas prioritárias são digital consumer, transformação digital, redes 5G e as próximas gerações, cibersegurança, nuvem, inteligência artificial, IoT, Blockchain, Fintech entre outras.

“Estamos animados com o fortalecimento de nossa parceria com a Telefónica/Vivo. Além do pioneirismo global da companhia em iniciativas de inovação e colaboração com o ecossistema de startups, a Telefónica é conhecida por ser referência, desde a época em que comecei a trabalhar no setor de venture capital há 17 anos. É um prazer e um privilégio tê-los como um de nossos investidores. Existe uma oportunidade enorme para explorarmos juntos”, afirma Anderson Thees, Managing Partner da Redpoint eventures.

Wayra Brasil dobra o ticket e investirá até R$ 1 milhão por startup
Como parte da estratégia global em open innovation da Telefónica, a Wayra dobra o valor dos aportes e passa a investir até R$ 1 milhão (250 mil euros) por startup. Os investimentos acontecem durante o ano todo, sem períodos específicos para inscrição, que pode ser feita a qualquer momento pelo site.

“Essa nova estratégia reforça o interesse da Telefónica em inovar com a colaboração externa e também o quanto acreditamos no potencial do ecossistema brasileiro. Trabalharemos ainda mais próximos da Redpoint para identificar as startups com grande potencial para fazer negócios com o grupo, além de oportunidades de coinvestimentos e investimentos em rodadas subsequentes”, comenta Renato Valente, diretor de inovação aberta da Telefónica e country manager da Wayra no Brasil.

A Wayra atua no ecossistema de empreendedorismo como um micro Corporate Venture Capital, ou seja, um fundo de investimento corporativo de capital semente. As áreas mais buscadas são de Data Analytics/Big Data, Inteligência Artificial, Cibersegurança, IoT, Realidade Virtual e Aumentada, além de fintechs, agtechs e edtechs.

Para conhecer todas as empresas do portfólio atual, acesse http://br-pt.wayra.com/startups.

500 Startups promove evento em São Paulo sobre mercado de CVC

Os investimentos em Corporate Venture Capital crescem a cada ano. Segundo um estudo realizado com mais de 100 empresas de VC, pela 500 Startups, fundo de Venture Capital mais ativo do mundo, foram mais de US$60,8 bilhões investidos em mais de 1.065 negócios, em 2018.

Diante desse cenário, a 500, em parceria com Brazil Innovators, irá promover um evento, no dia 03 de março, em São Paulo, sobre o tema. Na ocasião, a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang, se juntará com Jason Miles, Managing Director da Volvo Financial Services Innovation Ventures e Alexa Hall, Global Corporate Developer do Google, para falar sobre as descobertas do mercado de CVCs no mundo, além de trazer uma discussão sobre esse setor aqui no Brasil.

“No ano passado, 23,1% das transações realizadas foram conduzidas ou apoiadas por unidades de CVCs, por isso resolvemos trazer esse tema para discussão. O ecossistema brasileiro de startups está crescendo muito e é importante que grandes empresas descubram como aproveitar oportunidades nesse setor através de estratégias bem definidas”, conta Itali Collini, diretora de operações da 500 Startups aqui no Brasil.

O evento terá início às 18h, no Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila
https://bit.ly/2SNAkt4

Data: 3 de março de 2020
Horário: 18h30 às 21h30
Localização: Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia
https://bit.ly/2SNAkt4

FGV realiza workshop sobre Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

A Fundação Getulio Vargas realizará na segunda-feira (2/12), a partir das 8h30, em São Paulo, um workshop sobre o mercado de private equity, venture capital e investimentos em startups. O objetivo é debater o crescimento e desenvolvimento do país a partir dos investimentos em startups, inovação, venture capital e private equity.

O evento reunirá em um mesmo ambiente investidores, gestores de private equity e venture capital, corporações interessadas em inovação, conselheiros e executivos de fundos de pensão, formuladores de políticas públicas, consultores, advogados, fundadores de startups e demais interessados no tema.

O workshop será dividido em quatro painéis: Alocação pelos LPs em Venture Capital e Private Equity: Desafios e Oportunidades; Investimentos de Private Equity; Inovação, Venture Capital, Private Equity e a Revolução nos Negócios Tradicionais; e Venture Capital e Investimentos em Startups.

Participam grandes nomes do mercado como: Eric Acher, sócio, Monashees; Luís Ricardo Martins, presidente, ABRAPP; Luiz Chrysostomo, sócio, NEO Investimentos e Diretor, ANBIMA; Carlos Garcia, sócio, Itajubá Investimentos; Alexandre Saigh, sócio, Patria Investments; Cristiano Lauretti, sócio, Kinea Private Equity; Mario Malta, sócio, Advent International; Priscila Rodrigues, sócia, Crescera Investimentos; Luiz Maia, sócio, Brookfield; Anderson Thees, sócio, Redpoint eventures; Frederico Pompeu, sócio, BTG Pactual e head, BoostLab; Rafael Padilha, diretor, Bradesco Private Equity & Venture Capital; Cláudio V. Furtado, presidente, INPI; Fernando Wagner da Silva, sócio, Crescera Investimentos; Izabel Gallera, sócia, Canary; Laura Constantini, sócia, Astella Investimentos; Pedro Oliveira, senior investment officer, Kaszek Ventures; e Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva, Anjos do Brasil.

Inscrições:http://educacao-executiva.fgv.br/sp/sao-paulo/eventos/workshop-de-lancamento-do-mba-em-private-equity-venture-capital-e-investimentos-em-startups?geo-popup=hide

Workshop Private Equity e Venture Capital

Data: 2 de dezembro de 2019

Horário: 8h30-13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – Auditório FGV

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