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A importância do setor de TI na América Latina para uma experiência educacional mais eficaz

Por Jonhy Iván Clavijo

Não é novidade que o setor de educação na América Latina apresenta certas desvantagens em relação a outras partes do mundo. No entanto, o cenário atual o obrigou a evoluir de forma inédita, principalmente em sua infraestrutura tecnológica, o que pode significar uma maior evolução para o bem de instituições e estudantes em toda a região.

Antes que a pandemia obrigasse as instituições de ensino a deslocarem suas atividades para o mundo virtual, a estratégia em tecnologia, informação e redes já havia sido reconhecida como um pilar dos modelos educacionais contemporâneos, e é assim que figuras como o diretor de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), se estabeleceram nos conselhos diretivos das universidades. Este fato respondeu à necessidade de transformação digital em áreas como gestão de documentos e segurança cibernética.

Um novo cenário para a educação

Antes mesmo que a educação a distância/virtual se tornasse a forma mais comum de ensino, o avanço tecnológico e a diversificação do mercado trouxeram novos concorrentes para as escolas: plataformas de educação online. Nelas, as instituições encontraram gigantes da tecnologia como o Google, com mais experiência, conhecimento e infraestrutura necessária para enfrentar os desafios que estavam por vir.

Essas novas opções educacionais, somadas às deficiências nos estágios iniciais de mudança de classes e plataformas para a modalidade virtual, a falta de recursos e a incerteza aumentaram um dos maiores desafios das instituições de ensino nos últimos anos: retenção de alunos.

De fato, em conferências internacionais na América Latina, muitos reitores de universidades concordaram por alguns anos que este era um desafio para o qual deveriam se preparar nos próximos anos, já que os novos profissionais não buscam um diploma, mas habilidades, ou seja, competências específicas adequadas às atuais demandas do mercado.

Investindo em tecnologia para a educação na América Latina

Além das desvantagens tecnológicas frente aos novos competidores, as instituições latino-americanas puderam notar as consequências da falta de investimento na área tecnológica durante este ano. Os investimentos em tecnologia para a região no setor de educação são consideravelmente menores do que os de outras regiões, como Europa Ocidental, Sudeste Asiático e América do Norte.

No entanto, as perspectivas não são totalmente desanimadoras. Uma das maiores vantagens de ter um departamento de TI forte é que as universidades agora reconhecem o ambiente tecnológico e suas necessidades. Para ajudar as instituições a manter um serviço de qualidade, as estruturas e soluções de rede tiveram que mudar de enfoque, com vista à virtualização, aos serviços em nuvem e à capacidade de suportar grande número de dispositivos ligados a serviços digitais.

Na verdade, uma pesquisa recente da CommScope constatou que mais de 50% dos tomadores de decisão de tecnologia nas universidades da região consideram que a prioridade de investimento em infraestrutura e redes para os próximos meses será em cabeamento estruturado (fibra e cobre) para seus data centers, seguidos por pontos de acesso (APs) e melhorias de rede interna para funcionários.

O que faz muito sentido, uma vez que os data centers de ponta dentro dos campi universitários são onde todo o núcleo do tráfego atravessa. Se esse tipo de tecnologia não for reforçado, será muito difícil cumprir todos os outros requisitos que eles necessitam dentro e fora do campus.

Diante dessas novas demandas, as empresas dedicadas a soluções de infraestrutura e rede tiveram que propor estratégias combinadas e oferecer soluções para melhorar a camada física das universidades (cabeamento de fibra e/ou cobre e melhoria de largura de banda) além de propor soluções de gestão remota adaptadas ao setor.

O futuro das instituições de ensino na América Latina

Nos últimos meses chegamos à conclusão de que não estamos numa situação temporária. Assim como em vários setores, como a educação, um marco disruptivo foi estabelecido e a partir de agora os reais desafios das universidades estarão associados a estabelecer com sucesso os modelos de virtualidade e alternância. Isso requer o fortalecimento da infraestrutura de rede e a garantia da integração e boa administração dos dispositivos inteligentes e dos alunos (computadores e telefones celulares, entre outros) dentro e fora das instalações.

A alternância só terá sucesso na medida em que tanto os alunos quanto o restante da comunidade acadêmica tenham acesso virtual a todos os recursos que possuíam no campus, portanto, uma série de recursos e ferramentas devem ser incluídos, cuja finalidade é tornar a experiência do usuário muito mais rica em qualquer modelo educacional.

Em última análise, o papel das universidades e outros centros educacionais é a transformação social por meio de uma educação de qualidade e, para isso, as instituições de ensino devem alcançar um nível de tecnologia onde estejam preparadas para enfrentar qualquer situação de ruptura. O ponto chave são os planos de contingência para largura de banda e tecnologias, redes e comunicações para equalizar o nível de educação entre a virtualidade e o modo presencial.

Jonhy Iván Clavijo, diretor da área de Enterprise da CommScope para a América Latina e Caribe

Alavancando a TI híbrida para impulsionar a transformação digital

Por Sebastian Grady, Presidente Rimini Street

A nuvem é um elemento dominante quando se fala em software corporativo atualmente. A turbulência do mercado global está forçando algumas empresas a acelerar a movimentação de certas áreas da TI para a nuvem antes do esperado, com o objetivo de se adaptar às novas demandas dos clientes. Em outras, está havendo uma pausa forçada na transformação, fazendo com que os projetos de nuvem ocorram em um horizonte de tempo mais longo do que o planejado. Ambos os cenários criam um ambiente de TI híbrido – uma estratégia pragmática e inteligente que prevalecerá por um longo tempo à medida que os CIOs reduzem os custos de TI, gerenciam dados, fornecem uma plataforma estável para inovar mais rapidamente e obter vantagem competitiva, aumentando sua capacidade de crescimento. 

TI híbrida é tendência

O que é TI híbrida? Trata-se de um ambiente de TI que contém uma combinação de hardware e software em nuvem e em ambientes internos. É a estratégia líder que as empresas estão usando para migrar seletivamente dados ou cargas de trabalho para ambientes cloud-based, enquanto mantêm outras tecnologias em um ambiente com servidores internos ou on-premise.

O ambiente de TI híbrido pode conter uma variedade de modelos operacionais híbridos, incluindo multicloud (serviços em nuvem de vários provedores), nuvem híbrida (nuvem pública e privada) ou alguma combinação de ambos, além de componentes on-premise (Figura 1). Na verdade, a maioria das empresas já usa mais de um provedor de nuvem.Um cenário frequente para muitas empresas é o uso de um software tradicionalmente licenciado em seu datacenter local em conjunto com novos e modernos aplicativos de nuvem SaaS, adquiridos de um ou mais fornecedores (na nuvem). Em alguns casos, o software licenciado pode ser transferido (“lifted and shifted”) para um provedor de infraestrutura como serviço (IaaS) em hiperescala, como AWS ou Microsoft. Ambos os cenários são configurações comuns de TI híbrida.

Por que a TI híbrida é importante

A transformação digital NÃO exige um recomeço com todas as aplicações e infraestrutura implantadas na nuvem. As soluções de TI híbrida são uma realidade pragmática para a maioria das empresas – suas soluções on-premise fornecem uma base sobre a qual podem executar seus roadmaps de transformação digital. Novas etapas de transformação incrementais, como migrar para a nuvem o desenvolvimento de aplicativos e testar cargas de trabalho, capacidade de recuperação de desastres, data warehouses e grandes quantidades de dados (como em IoT), ou investir estrategicamente em aplicativos SaaS em nuvem são exemplos que resultam em um portfólio de nuvem e ambientes internos – também conhecidos como TI híbrida.

Dado o investimento significativo em tempo, dinheiro e horas de trabalho já feito pelas empresas em seus ambientes de TI atuais – incluindo customizações – é difícil justificar o abandono de soluções que estão funcionando bem e de acordo com as necessidades. Embora algumas empresas possam simplificar suas necessidades de TI o suficiente por meio da virtualização para fazer uma mudança completa para a nuvem, a maioria terá alguma tecnologia (seja infraestrutura ou aplicações) que permanece em ambientes internos – especialmente aplicações complexas, essenciais e críticas aos negócios.

Mudanças recentes no mercado obrigaram algumas empresas a postergar seus projetos de nuvem. Para outras, os cronogramas para roadmap de nuvem foram acelerados a fim de se adaptar às novas demandas dos clientes. No entanto, uma abordagem de migração cadenciada ainda é necessária porque as soluções existentes não podem ser substituídas todas de uma vez, ou pode não fazer sentido para os negócios substituí-las por completo. Para empresas que vivenciam qualquer um dos cenários, uma arquitetura híbrida de TI prevalecerá. O período de transição provavelmente durará muitos anos, enquanto os projetos de nuvem fazem mudanças incrementais no portfólio de hardware e software de uma empresa. A TI híbrida persistirá durante os anos de transição; em algumas companhias, pode existir indefinidamente.

Outro fator que está contribuindo para a duração do cenário de TI híbrida é a falta de paridade funcional nos produtos em nuvem quando comparados com seus equivalentes on-premise. Muitos componentes de TI (particularmente aplicações altamente complexas e customizadas que requerem robustez significativa) não têm um equivalente funcional na nuvem. Os CIOs estão optando por virtualizar sua infraestrutura e aguardar o amadurecimento desses produtos em nuvem. Enquanto esperam – ou seja, enquanto tiram o máximo proveito dos ativos existentes- , eles estão investindo em serviços em nuvem alinhadas às prioridades de negócios.

O poder da TI híbrida e da computação em nuvem

Um modelo de TI híbrido permite que os CIOs se concentrem em investimentos em nuvem que criam diferenciais, reduzem custos, apoiam a inovação para obter vantagem competitiva ou aumento da capacidade de crescimento. Na maioria dos casos, as empresas não irão jogar fora todas as suas soluções on-premise tão cedo (se o fizerem), particularmente onde essas soluções estão funcionando bem e/ ou movê-las para a nuvem não vai melhorar o negócio. O custo de uma migração cara e em grande escala para a nuvem de todos os componentes do pacote ERP, em alguns casos, pode roubar a inovação e deixar a empresa atrás de seus concorrentes que estão focados em investimentos estratégicos que gerem valor corporativo imediato. Por exemplo, a maioria das empresas não precisa trocar seus sistemas ERP por novos produtos Oracle ou SAP SaaS.

Um ambiente de TI híbrido permite que hardware e softwares em ambientes internos que atendam às necessidades de negócios coexistam com serviços em nuvem. Em vez de mover aplicações “comoditizadas” – como ERP- para a nuvem, mantenha-as on-premise. Use projetos estratégicos de nuvem não apenas para permitir, mas também para acelerar a transformação por meio de tecnologias digitais. Exemplos de opções de nuvem que podem ser aproveitadas em um ambiente de TI híbrido incluem o uso de Coupa (plataforma cloud para gestão de gastos corporativos), IOT para criar conexões digitais com clientes e fornecedores, plataformas de aplicações low-code/no-code para desenvolvimento profissional e headless commerce para desenvolvimento de sites de comércio eletrônico. 

Um ambiente de TI híbrido fornece aos CIOs a flexibilidade para dar suporte a qualquer caminho para o qual o roadmap de negócios esteja indo, sem forçar a substituição de tecnologia no “atacado”. Isso ajuda a reduzir os custos da mudança de tecnologias, especialmente se os recursos que mudam com frequência (ou precisam ser escalonados rapidamente) são retirados do pacote ERP principal e movidos para a nuvem.

Empresas globais adotam a TI híbrida como um elemento-chave de sua experiência de suporte

Tempel Steel – Objetivo de Inovação: Transformar-se em uma Empresa Orientada a Dados

Tempel Steel é um grande fabricante global de laminações de aço magnético para as indústrias automotiva, de motores, geradores, transformadores e iluminação. Ela se viu obrigada a inovar para competir no crescente setor de mercado de veículos elétricos e híbridos (HEV). Precisava investir em soluções de nuvem e em soluções de analytics que impulsionassem a inovação e o crescimento. Isso incluiu a implantação de intercâmbio eletrônico de dados (EDI) para e-commerce, segurança avançada de banco de dados e uma nova solução de gerenciamento de capital humano (HCM) SaaS.

As restrições de orçamento significaram redirecionar os recursos usados para “manter as luzes acesas” para implantar recursos de nuvem. O ambiente de TI híbrido da Temple Steel começou com a decisão de manter o seu ERP Oracle on-premise e usar serviços de suporte independente para liberar pessoas e orçamento para inovação. Desde a implementação de um modelo de TI híbrido, a empresa equilibrou seu foco em nuvem / on-premise atualizando seu banco de dados Oracle on-premise para 11g.

Metropolitan Water Reclamation District – Meta de inovação: Transformar completamente o cenário de TI

Com a tarefa de revitalizar um ambiente de TI antigo e profundamente customizado, o Metropolitan Water Reclamation District of Greater Chicago (MWRD) arquitetou uma estratégia para transformar completamente a equipe de TI e seu impacto no MWRD. A solução ERP existente – SAP Business Suite – permaneceu implantada internamente, mas o suporte foi direcionado para serviços independentes, a fim de liberar 50% dos fundos de manutenção anteriormente consumidos por um contrato anual junto à SAP para serviços de suporte. 

Uma parte do orçamento realocado foi investido em um aplicativo de gerenciamento de serviços de tecnologia da informação (ITSM) baseado em nuvem – um sistema que formalizou o design, entrega e monitoramento do portfólio completo de serviços de TI do MWRD. Essa mudança para um ambiente de TI híbrido ajudou a posicionar o MWRD como um modelo para o setor de serviços públicos.

A TI híbrida é uma estratégia real, pragmática e inteligente

A TI híbrida tem um poder de perenidade que a posiciona como uma estratégia de TI de longo prazo. Como as empresas usam a nuvem para ajudar a criar capacidades diferenciadas, elas não devem perder de vista os elementos de TI que não estão na nuvem. Deve-se encontrar um equilíbrio entre os investimentos e o suporte de recursos em nuvem e on-premise. Permitir que as prioridades de negócios, como gerenciamento de custos, inovação para vantagem competitiva e crescimento conduzam a composição do ambiente de TI híbrido.

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Service IT lança campanha “TI é Essencial”

A Service IT, empresa especializada em outsourcing e consultoria na área de TI, lançou a campanha “TI é Essencial”. O objetivo é valorizar a atuação dos profissionais da área durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. A campanha inclui peças publicadas nas redes sociais da empresa e também uma oferta especial (suporte plus) das soluções da Service IT, voltada para as empresas que precisam de serviços especializados, pontuais ou contínuos, para continuarem operando a todo vapor.

“Queremos valorizar os analistas de sistemas, infraestrutura, segurança e tantos outros que estão trabalhando duro e virando noites e noites para manter as coisas funcionando. Aplaudir, mesmo que virtualmente, todos os profissionais do ecossistema de tecnologia da informação”, afirma Carlos Almeida, Diretor de Managed Services da Service IT na América Latina.

“Também gostaríamos de enaltecer o trabalho dos líderes de TI, que tentam, apesar das dificuldades históricas de orçamento e até cultura, melhorar a transformação digital das empresas. Transformação essa que está se mostrando fundamental agora, quando as interações on-line se fazem cada vez mais importantes”.

Almeida lista como essenciais neste momento os serviços de monitoramento (NOC) e administração 24×7 de data centers e ambientes de infraestrutura, serviços de segurança, análise de vulnerabilidades SOC. “Todos os setores da economia precisam desses serviços, em especial as instituições de saúde. A área da saúde precisa de estabilidade e segurança para operar sem falhas e não prejudicar o trabalho dos profissionais que estão na linha de frente contra o coronavírus”, pontua o executivo.

TI, segundo Carlos Almeida, é um setor essencial do dia-a-dia e não pode parar, justamente para não paralisar as demais indústrias essenciais. “Nossa empresa está flexibilizando modelos contratuais no intuito de atender mais e melhor nesse período”. Mas, é claro, podemos oferecer grande parte deste suporte de casa, respeitando as normas de isolamento social”.

Catho tem novo executivo de desenvolvimento de software

A Catho, um dos maiores e mais completos sites de empregos do país, ganhou um nome de peso com a chegada do novo Head de Desenvolvimento de Sistemas, Leonardo Santos. Graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, o executivo chega à Catho com uma trajetória de mais de 23 anos de experiência em tecnologia e assume a posição com o desafio de fortalecer e aumentar a área de desenvolvimento de sistemas da Catho.

“Além disso, um dos meus principais objetivos é o de fortalecer o posicionamento da Catho como uma empresa de tecnologia, com orientação ágil estabelecida por meio das tecnologias mais atuais e adequadas ao nosso negócio”, afirma Leonardo.

Leonardo Santos foi sócio fundador da Vale Presente e um dos responsáveis pela condução do processo de homologação da Vale Presente como empresa não financeira emissora Mastercard. Também foi Diretor de Tecnologia da Informação da Bebê Store, estando a frente das áreas de desenvolvimento de sistemas e de infraestrutura e Diretor de Tecnologia da Informação na Minuto Seguros.

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Grupo Capgemini é Líder Mundial em Serviços de Testes de Aplicações pelo Gartner

A Capgemini anuncia que foi posicionada pelo Grupo Gartner como Líder, pelo quarto ano consecutivo, no “Magic Quadrant for Application Testing Services, Worldwide 2017” – em livre tradução: “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações Mundiais de 2017”. O Grupo Capgemini, incluindo a Sogeti, sua subsidiária de Serviços de Tecnologia e Engenharia, foi avaliado com base em sua “capacidade de execução” e “visão completa”.

Hans van Waayenburg, membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini e líder da Sogeti, afirmou: “Como líderes na transformação dos serviços de testes para os mundos do Agile e DevOps, a Capgemini está na vanguarda do fornecimento de excepcionais e customizados serviços de testes e de controle de qualidade; e este reconhecimento consecutivo, conferido a nós pelo Gartner, é um testemunho da nossa experiência e do compromisso estabelecido para com nossos clientes em todo o mundo. Na atual onda da disrupção digital, as empresas confiam nas capacidades combinadas da Capgemini e da Sogeti e em nosso histórico comprovado, juntamente com nossa sagacidade empresarial, para atender aos seus complexos desafios organizacionais e necessidades transformacionais”.

Com uma eficiente equipe que reúne mais de 17,2 mil profissionais de testes e mais 14,5 mil especialistas em aplicações instalados em todo o mundo, o Grupo Capgemini dispõe de um framework robusto para o fornecimento de serviços de testes especializados para seus clientes em todo o mundo. O mercado reconheceu o Grupo Capgemini e seus serviços de Controle de Qualidade e Testes, tais como o TMap® e TPI®, que estão munidos para apoiar a transformação de negócios por meio de uma visão profunda das últimas tendências do mercado e adaptadas aos requisitos específicos de cada cliente.

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Empresas brasileiras reconhecem que o software é importante para o crescimento econômico

O aprimoramento do desenvolvimento de software por meio da construção de uma Moderna Fábrica de Software é o cerne do sucesso empresarial na economia digital. Esta é a principal conclusão da pesquisa comissionada pela CA Technologies com mais de 1.200 líderes de TI em todo o mundo.

O levantamento inédito aponta que 100% dos gestores brasileiros entrevistados reconhecem que o software é essencial para o crescimento da economia e 99% deles acreditam nessa importância para o crescimento em novos mercados Neste contexto, 95% afirmam que o software permitirá entregar uma melhor experiência para seus clientes nos próximos dois anos.

Se por um lado a pesquisa mostra que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências de transformação digital, ela também revela as dificuldades encontradas para a implementação de novos processos de desenvolvimento de software e mudança de cultura corporativa: 69% dos entrevistados afirmam que suas equipes de software precisam mudar drasticamente para responder aos desafios da economia digital.

Enquanto apenas 36% dos respondentes acreditam que suas equipes estão preparadas para entregar software de forma contínua e com qualidade, 61% das companhias brasileiras têm dificuldades para encontrar profissionais experientes no desenvolvimento de aplicações. “Além da dificuldade de encontrar os talentos certos, o treinamento e as ferramentas não são suficientes. Apenas 36% dos respondentes afirmam que as empresas oferecem os instrumentos certos e 33% oferecem treinamentos para suas equipes”, diz Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Segundo Bakker, a conscientização sobre a importância do software é fundamental e os resultados da pesquisa mostram que a grande maioria dos gestores (91%) também pensa que o software é essencial para a transformação digital. Para tanto, os entrevistados brasileiros acreditam que as empresas devem focar em três pontos principais: entrega contínua de softwares (93%); implementação da segurança em seus processos de desenvolvimento (93%) e insights dos clientes para melhorar seus produtos (98%).

“Ainda temos muita oportunidade de evolução e desenvolvimento, porque uma parte considerável das organizações brasileiras ainda não encontraram seu próprio caminho para ter processos flexíveis, que permitam acompanhar as demandas de seus negócios”, comenta Bakker. Na pesquisa, apenas 26% das companhias afirmam que possuem processos internos para testar a segurança dos seus softwares e 34% acreditam que as culturas e práticas suportam colaboração no desenvolvimento, operações e segurança da TI.

Os dados globais

A pesquisa mostra o quão relevante é a distância entre os “Mestres da Moderna Fábrica de Software” – os 25% que adotam os princípios de agilidade, automação, insights e segurança – e o restante, considerando uma série de fatores como receita, lucro, liderança executiva e adoção de abordagens e ferramentas inovadoras de desenvolvimento.

Os chamados “Mestres” compreendem e exploram o mundo digital em todos os pilares de suas organizações e, portanto, superam os demais em indicadores-chave de negócios. Quando comparados com o restante dos entrevistados, os “Mestres” apresentam um crescimento nos lucros 70% maior e um aumento de renda 50% maior.

“Há uma indicação clara de que as organizações que adotam práticas modernas de desenvolvimento de software, como agile, automação, machine learning e análises para gerar insights, além de integração da segurança no processo de desenvolvimento, estão obtendo melhores taxas de crescimento”, afirma Otto Berkes, vice-presidente executivo e CTO da CA Technologies. “Se você não tem uma abordagem moderna ao software, juntamente com a fábrica necessária para entregar sua visão, você ficará para trás em um mundo onde os ´mestres´ são os vencedores”, acrescenta.

Metade das organizações “mestres” afirmam que seus executivos estão aptos para sobreviver na economia dos aplicativos, enquanto apenas 18% das empresas convencionais estão prontas para este momento. Essa proporção também acontece quando eles exploram novas estratégias baseadas em software: 53% dos “mestres”, e apenas 18% dos convencionais, utilizam essas táticas.

Entender e oferecer o melhor para o cliente é outro ponto de grande diferença. No grupo dos “mestres”, 61% informam que entendem as necessidades dos seus clientes e se esforçam para atendê-las – contra 22% dos demais entrevistados. Ainda assim, os “mestres” entendem que o risco é necessário e mais de 43% da cultura dessas empresas apoia a assunção de riscos, em comparação a 17% das empresas convencionais.

“A realidade é que o futuro dos negócios está nas mãos dos desenvolvedores e depende de quão bem cada empresa se prepara para oferecer aos times de softwares os meios para aproveitar as oportunidades de crescimento “, concluiu Berkes.

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TI Híbrida e a ascensão dos negócios digitais

Por Fabiano Ribeiro, Gerente de Produtos da Sonda Ativas

As infraestruturas de TI já são reconhecidas como um dos principais pilares de qualquer empresa que queira crescer no mercado. As transformações ao longo dos anos mostram a influência que esse segmento tem de alavancar completamente os negócios de uma organização, melhorando a eficiência e a eficácia dos processos da companhia. Além disso, em diversos e recorrentes casos, as soluções e plataformas digitais relacionadas à infraestrutura de TI promovem a descoberta de novos nichos e viabilizam modelos de operação mais modernos nas empresas.

Entre os principais avanços recentes em infraestrutura de tecnologia, está a TI Híbrida e, em especial a Cloud Híbrida. As organizações estão sendo obrigadas a adotar novas estruturas e abordagens de TI a fim de operarem e gerenciarem seus sistemas legados junto a todos os demais sistemas associados.

A TI Híbrida inicialmente concentrava-se em sistemas operacionais e linguagens de desenvolvimento de aplicações. O próprio termo há alguns anos não era quase difundido e estava relacionado à uma combinação de interoperabilidade (comunicação entre sistemas de forma transparente) e integração, exatamente o oposto do que é considerado hoje. Todo sistema diferente exercia uma função exclusiva no ambiente de computação e a integração era apenas uma necessidade para a troca de dados.

Hoje, a TI Híbrida atingiu todos os aspectos da tecnologia, desde servidores e infraestrutura até aplicativos e dispositivos. O objetivo de seu uso está relacionado à otimização para obter o máximo de benefícios de cada elemento de infraestruturas altamente digitalizadas.

Em relação a Data Centers, por exemplo, a abordagem híbrida traz a capacidade de consolidar e correlacionar dados em Nuvem e proporcionar mais amplitude, profundidade e visibilidade. Ela faz com que os profissionais de TI tenham mais segurança e rapidez na gestão de suas informações, aplicações e dados. O conceito híbrido vai também além da Nuvem Híbrida e integra itens como experiência do usuário, aplicações, dispositivos, estrutura de dados, modelos de segurança, entre outros. Ela oferece uma variedade de opções de tecnologia para otimizar a forma como o trabalho é executado.

Estudos apontam que empresas que adotam modelos híbridos de infraestrutura têm três vezes mais chances de alcançar seus objetivos de negócios, revelando que a transformação digital e o uso da TI Híbrida são essenciais para o sucesso competitivo das organizações.

Combinar eficiência, automação, economia de tempo e de custo, simplicidade, conveniência e a melhor experiência para usuários finais são alguns dos objetivos comuns de empresas brasileiras. Com a transformação digital, elas conseguem aplicar esses itens, seja na maneira como os colaboradores trabalham, seja como são executados os processos e a gestão de dados e aplicativos da empresa.

As empresas dos mais variados setores vivem hoje uma grande pressão do mercado, que exige mudança e atualização como uma questão de sobrevivência. A TI híbrida é mais uma frente importante nesse processo de evolução para um modelo de negócios verdadeiramente digital.

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Atos lista carreiras promissoras em TI para 2017

Não é de hoje que o segmento de tecnologia é visto como um campo de trabalho estável e com boa remuneração. Mesmo num momento de crise econômica, é possível projetar um cenário positivo para o setor nos próximos meses. Segundo dados do Gartner, por exemplo, a expectativa de crescimento para o mercado de TI em 2017 é de 1,6%. Isso significa que existem boas oportunidades de trabalho na área, desde que os profissionais estejam preparados.

Segundo Francisco Fay, diretor de Recursos Humanos da Atos na América do Sul, a carreira que ganha mais destaque no momento na região é a de consultor SAP, em seus diferentes módulos, como Hybris, SD e FI. Além desse nicho, também continua alta a procura por desenvolvedores nas linguagens de programação JAVA e .NET e administradores de bancos de dados. “São áreas nas quais o mercado continua com dificuldade de encontrar mão de obra qualificada”, observa Fay.

No entanto, só capacitação técnica não basta. Para se destacar num ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e exigente, o profissional de TI precisa se manter atualizado e também deve desenvolver competências comportamentais, como flexibilidade, autonomia, influencia e colaboração. “Aquele estereótipo do funcionário de TI introvertido, que trabalha isolado é cada vez mais distante da realidade”, analisa o diretor.

A habilidade de se comunicar em outros idiomas é outro predicado fundamental para seguir em frente na carreira. “Inglês e espanhol deixaram de ser um diferencial e passaram a ser uma exigência de mercado, pois temos muitos projetos e clientes internacionais que demandam essa capacidade”, acrescenta Francisco Fay.

Por fim, também devem estar no radar do novo profissional de TI a flexibilidade para se adaptar a cenários de pressão por resultados, que podem demandar jornadas de trabalho com alta demanda de atividades e projetos, por exemplo, ou mesmo para aceitar oportunidades de carreira fora dos grandes centros. “Essa descentralização é uma tendência do mercado e há muitas oportunidades de crescimento para quem estiver disposto a buscar novos horizontes”, finaliza Fay.

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“A tecnologia impacta positivamente nos resultados dos negócios” afirma Ney Santos, CIO da BRF, durante Seminário LIDE

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Segundo o CIO (Chief Information Officer) da BRF, Ney Santos, incluir o mundo digital nos negócios é o caminho para inovar e resolver antigos desafios, além de capturar novas oportunidades. “O impacto direto desta ação é o aumento nos resultados e na produtividade, criando novos negócios e gerando novas receitas”, declarou Santos, durante o SEMINÁRIO LIDE TECNOLOGIA promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, ontem, 24 de fevereiro, no Auditório da Gocil, em São Paulo.

“A tecnologia é viabilizadora de grandes ideias, por isso é necessário unir criativos e empreendedores para fazer acontecer. Se a Internet das coisas (do termo em inglês: Internet of Things), estiver assimilada por toda a equipe de executivos da empresa, com certeza projetos inovadores surgirão. Empresas e pessoas passam a trabalhar de forma integrada, gerando economia de tempo e dinheiro”, destacou o palestrante.

“É importante que a TI deixe de ser operada como retaguarda, mas como linha de frente junto a outras áreas como Logística, Supply Chain, Comercial. E assuma a responsabilidade de aumentar receitas e produtividade. Isso força uma nova governança”, afirmou o CIO. “A TI passa a ser um consultor interno de oportunidades junto aos negócios e as ideias vem de todos os lugares. Vira um agente integrador, além de garantir a segurança e integridade da informação”, reforçou o convidado.

“O alto impacto somente será alcançado com a empresa pensando de forma diferente, pensando em como revolucionar com as novas tecnologias”, destacou o expositor. A inovação não virá de uma pessoa ou de uma área, mas de uma cultura em busca da transformação. A arquitetura e integração de tecnologias diferentes serão grandes desafios para as áreas de TI, assim como o cyber security que será uma preocupação cada vez maior.

Ney Santos usou cases de sucesso como exemplo da importância da tecnologia para atingir bons resultados. “O Uber, 99 Taxi, Ipod, entre outros, não inventaram tecnologia nenhuma, apenas usaram a que já existia e criaram um novo negócio de sucesso”, concluiu o expositor.

Laercio Albuquerque, presidente da CA Technologies, que também participou dos debates, afirmou que em todos os segmentos, alguém já é um líder digital máster, “por isso é importante estar atento a este universo digital e não desperdiçar oportunidades”, destacou. Na avaliação de Mario Anseloni, presidente do LIDE MÁSTER e Silvio Genesini, presidente do LIDE TECNOLOGIA, o grande desafio é fazer com que as grandes empresas atuem com start ups. Mesma opinião de Gustavo Ene, CEO do LIDE que reforçou ainda o quanto o tema é instigante e importante para todo o setor empresarial.

A primeira edição do SEMINÁRIO LIDE TECNOLOGIA conta com o patrocínio da CA TECHNOLOGIES, STEELCASE, SPRING MOBILE e VERIZON, com o apoio da GOCIL. Como fornecedores oficiais estão ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN e PR NEWSWIRE. AMÉRICA ECONOMIA, DCI, as rádios BAND e BANDNEWS, MADE, revista e TV LIDE são mídias partners do evento.

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Capgemini anuncia novo diretor de vendas no Brasil

Com 25 anos de experiência, Edésio Cervino chega para reforçar a unidade de negócios de serviços de infraestrutura

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a nomeação de Edésio Cervino como diretor de vendas no Brasil.

Edésio possui 25 anos de experiência na área de TI, é formado em Ciências da Computação pela UNIFACS, possui MBA em Gestão de Negócios pela USP e passou com êxito por empresas como Tivit, Odebrecht, Banco Santander e HP. O diretor chega para reforçar a estrutura de vendas da Capgemini na unidade de negócios de serviços de infraestrutura (IOS).

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Segundo Robert Half, área de Tecnologia será o futuro das empresas

Cloud, internet das coisas, big data, business intelligence são alguns dos termos cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Para que tudo isso funcione é determinante ter uma área de tecnologia robusta e estratégica. “O investimento em tecnologia tornou-se vital para empresas. Não estou falando somente de equipamentos e sistemas, mas da tecnologia do futuro. Aquela analítica, capaz de transformar uma grande diversidade de dados em diferencial competitivo”, afirma Fabio Saad, Gerente Sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half.

De olho nesse cenário, a Robert Half Technology traz para o Brasil em 2016 sua linha completa de soluções em profissionais de Tecnologia. Para isso, o executivo Fábio Saad, que atua na companhia desde o início da operação brasileira, assume a liderança da divisão, e se dedicará exclusivamente a este negócio, que já conta com sete especialistas. “O potencial de crescimento da divisão é exponencial, pois a demanda por profissionais de tecnologia só tende a aumentar. Agora podemos ajudar os profissionais de TI tanto em sua carreira quanto em seus projetos”, afirma Saad.

A operação brasileira da Robert Half segue o posicionamento global da companhia ao concentrar esforços nas posições de tecnologia. “A divisão já representa um quinto do faturamento global da empresa”, destaca Saad. “As posições de TI são peça chave no nível de digitalização que vivemos e da necessidade de ganho de produtividade, performance e em muitos casos para as transformações dos negócios”, explica.

À frente da Divisão de Tecnologia, Saad tem o desafio de liderar o recrutamento para projetos temporários, consultorias e posições permanentes nas áreas de digital, business transformation, infraestrutura e interim management. No foco de seu time está a busca por talentos aptos a ocupar cargos de CIOs, Gerentes, Coordenadores, Especialistas e Analistas de TI, com agilidade, qualidade, especialização, segurança e flexibilidade, de maneira assertiva. “Nosso propósito é ajudar empresas a terem os melhores profissionais de TI. O mercado é carente de qualidade neste serviço e seremos a melhor solução em pessoas para mercado de Tecnologia”, explica Saad.

Para a divisão de permanentes, a metodologia da Robert Half Technology permite resolver a necessidade do cliente em até 48 horas. “Conseguimos conciliar qualidade pela expertise em recrutamento, velocidade e uma amostragem relevante graças ao constante trabalho de identificação e relacionamento com os melhores candidatos de maneira proativa”, completa. Já para as posições de Projetos de TI a velocidade é ainda maior. A empresa tomadora pode contar com o profissional solicitado em até 24 horas.

Saad acumula em seu histórico os startups das divisões de Mercado Financeiro e de Finanças e Contabilidade com foco em analistas, além da gestão de Finanças e Contabilidade para média e alta gerência. O executivo possui graduação em Engenharia Mecânica, pela Escola de Engenharia Mauá, com extensão em Business Economics, pela Universidade de Toronto.

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SAP divulga crescimento de dois dígitos na América Latina em 2015

Claudio Muruzábal, presidente da SAP América Latina

Claudio Muruzábal, presidente da SAP América Latina

A SAP anuncia os resultados do ano fiscal de 2015 na América Latina, em que as soluções relacionadas com a transformação digital dos clientes da região desempenharam um papel fundamental. A empresa registrou um crescimento de dois dígitos da receita de vendas de software em nuvem.

A plataforma de processamento de dados em tempo real SAP HANA teve grande adesão na região, puxada pelas vendas da solução de gestão S/4HANA, lançada no início do ano passado. A América Latina é uma das principais responsáveis pelos 2.700 clientes em todo o mundo que adotaram o software.

Um grande impulsionador do aumento da receita em nuvem foi a Ariba (uma empresa da SAP), cujas soluções para fortalecer redes eletrônicas para compra e vendas entre empresas e fornecedores, alcançaram um elevado nível de adoção. As expectativas do mercado crescem cada vez mais. De acordo com dados da consultoria de mercado IDC, os varejistas latino-americanos devem investir 30% a mais no desenvolvimento do comércio eletrônico este ano e os gastos em transações eletrônicas na região alcançarão US$ 68,8 bilhões.

“As oportunidades são infinitas no contexto da economia digital e as empresas da região estão se preparando para competir com mais força nesse novo mundo dos negócios”, diz Claudio Muruzábal, presidente da SAP América Latina. “Estamos mantendo nosso foco nos clientes, ouvindo suas demandas e fornecendo soluções adaptadas aos seus negócios para ajudá-los a navegar pela transformação digital”, acrescentou.

Em uma classificação por país, o crescimento no Brasil teve um destaque particular. Apesar da situação adversa do mercado, algumas empresas, como a Embraer, estão abraçando a inovação como a melhor maneira de se recuperar e crescer. A empresa de capital misto criada em 1969, que fabrica aviões comerciais, executivos, militares e de uso agrícola, escolheu a solução SAP HANA para evitar a obsolescência técnica, considerando a próxima década, e garantir o cumprimento das normas ITAR (regulação sobre o tráfico internacional de armas) com um impacto mínimo em suas operações.

As soluções on-premise (adquiridas com a compra de licenças de uso de software), que compõem um negócio tradicional da empresa, tiveram um aumento de dois dígitos durante o quarto trimestre de 2015, um fato inédito considerando que se trata de um segmento em que o mercado total está apresentando queda. Nessa área, houve uma grande atuação do Brasil e também do Chile e da América Central.

Em uma análise por setor de atividade, as áreas que mostraram crescimento mais relevante foram Saúde, Varejo e Telecomunicações.

O segmento das pequenas e médias empresas, que representa 80% do total de clientes da empresa na região da América Latina, experimentou um crescimento de dois dígitos.

Globalmente, a SAP reportou durante o ano fiscal 2015 um crescimento de 12% em moeda constante nas receitas de software e soluções de nuvem, superando a previsão de crescimento que era de 8% a 10% em moeda constante. Novas vendas de assinaturas de nuvem – um indicador-chave do sucesso da SAP na nuvem – cresceram 103% no ano fiscal de 2015, atingindo € 890 milhões.

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