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IDC: mercado de TIC no Brasil em 2018 aponta crescimento de 2,2%

Foco no corporativo para fabricantes de tablets e smartphones; avanço da IoT tanto no ambiente doméstico como em aplicações em outros setores;

Big Data/Analytics (BDA); Computação Cognitiva/IA, Cloud Pública e Multicloud são alguns dos assuntos que devem dominar as pautas e os investimentos de empresas que precisam se mover rápida e assertivamente rumo à transformação digital

O mercado de TI experimentará uma retomada já neste primeiro semestre de 2018 e avançará 5,8% no ano. Já o mercado de Telecom deverá permanecer praticamente estável em relação a 2017, caindo apenas 0,1% no ano. Assim, mesmo com as incertezas comuns em anos eleitorais, o mercado de TIC no Brasil deve crescer 2,2% em 2018. A estimativa é da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, que tradicionalmente realiza o estudo IDC Predictions, antecipando as tendências e movimentos de mercado para os 110 países em que atua. São previsões que sinalizam tanto os players do mercado de TI como analistas econômicos, CIOs, executivos de negócios, investidores, varejistas, acadêmicos e usuários de forma geral.

Agora, por exemplo, ao divulgar o Predictions Brasil, a IDC alerta que a Transformação Digital (DX) continua em curva ascendente em todo o mundo e que organizações que ainda não se atentaram para isso ou estão no que ela chama de “impasse digital”, estão correndo riscos. “A Transfomação Digital é um processo contínuo pelo qual as organizações se adaptam às mudanças disruptivas ou criam essas mudanças. Temos visto mais empresas se capacitarem digitalmente, mas ainda há uma distância significativa entre os pioneiros e os retardatários, e haverá consequências para as que não conseguirem fazer a transição para um modelo digital nativo”, diz Denis Arcieri, Country Manager da IDC Brasil. “Ano passado alertamos que não havia mais espaço para postergar projetos de transformação e inovação, e agora, com um cenário econômico mais tranquilo e previsível, insistimos não só na necessidade mas também na urgência do Brasil retomar seus investimentos em tecnologia”, completa Arcieri.

Entre as previsões apontadas pela IDC Brasil para 2018 no contexto da transformação digital está o foco dos fabricantes de tablets e smartphones no mercado corporativo, que apresenta uma ótima alternativa frente ao baixo crescimento em outros públicos e melhores margens de lucro. “Grandes fabricantes já começaram a se estruturar para isso, montando times específicos para vendas corporativas e formando parcerias. Esse deve ser o início de um movimento consistente de crescimento para os próximos anos”, diz Reinaldo Sakis, gerente de Pesquisa e Consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil. Segundo ele, em 2018, a estimativa é de que o mercado corporativo demande 3,5 milhões de tablets e smartphones, o que representará 6% do volume total de vendas desses dispositivos no Brasil.

Já no mercado doméstico, a previsão da IDC Brasil é que IoT (Internet das Coisas) avance mais rapidamente. “Estima-se que 4% das residências brasileiras já possuam algum tipo de dispositivo conectado, como controles de câmeras de segurança, temperatura e ar condicionado, por exemplo, mas há um grande interesse da população pelo assunto e vontade dos fabricantes em aumentar a oferta de produtos de IoT domésticos, apesar das barreiras”, diz Sakis. “Os assistentes eletrônicos, por exemplo, precisam aprimorar a compreensão do português do Brasil e ganhar escala para terem preços compatíveis com o bolso do brasileiro”, completa o analista, lembrando que, em 2018, o mercado doméstico de IoT no Brasil será responsável por US$612 milhões.
Projetos de IoT terão força também em outros setores e, segundo o IDC Predictions Brasil 2018, o mercado total no Brasil será superior a US$8 bilhões. A previsão tem como base iniciativas alavancadas pelo Plano Nacional de Internet das Coisas (MCTIC e BNDES) nas áreas da saúde, indústria, agricultura e infraestrutura urbana, em projetos de IoT que integrarão outras tecnologias como Blockchain e Inteligência Artificial, e na definição de tarifação que deve ser divulgada pela Anatel ainda neste primeiro semestre.

Outro assunto que continua fazendo parte das previsões da IDC Brasil e que deve estar entre as prioridades das empresas que precisam se mover mais rápido e assertivamente rumo à transformação digital é Big Data/Analytics (BDA). Segundo Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e Consultoria de Software e Serviços, houve um amadurecimento sobre o que é BDA e agora as empresas têm um propósito. “Elas buscam extrair algum valor das iniciativas de Big Data/Analytics e essa busca acelera a contratação de serviços. Além disso, as iniciativas de BDA vêm sempre a reboque de alguma coisa e acabam movimentando todo um negócio”, diz. Diante disso, as expectativas para o Brasil são otimistas: em 2018, os serviços de consultoria relacionados a Big Data/Analytics vão crescer cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços vão atingir US$3,2 bilhões no país.

Em 2018, aplicações de computação cognitiva também tendem a crescer. Por enquanto, os investimentos são discretos, mas o crescimento deve ficar acima de 50% em relação ao ano anterior. A tendência é que outras verticais – além de finanças e saúde – invistam no uso da inteligência artificial para atendimento e engajamento de clientes, funcionalidades que têm sido exploradas e representam os casos mais emblemáticos atualmente no Brasil, como sistemas de diagnóstico e tratamento e análises de fraudes e investigação.

Igualmente animador é o mercado de cloud pública. A IDC Brasil prevê que a contratação de infraestrutura, plataforma e Software como Serviço (SaaS) em cloud pública atingirá US$ 1,7 bilhão em 2018 e praticamente o dobro até 2020. “A demanda por cloud pública cresce intensamente e abre oportunidades para novos datacenters”, explica Pietro Delai. Além disso, as exigências em termos de performance e disponibilidade pressionam as empresas por uma infraestrutura com alto nível de confiança e baixo tempo de resposta, o que também gera demanda para datacenters e outras soluções de TI. E, segundo Delai, até projetos de IoT, ainda que iniciantes, dão margens a planos de descentralização do armazenamento e/ou processamento e adoção de Edge Datacenters, fomentando esse mercado. Ainda com relação a cloud, a IDC Brasil confirma que o multicloud é uma realidade no país e prevê a continuidade da adoção de vários provedores cloud. “O número de médias e grandes empresas que têm apenas um provedor é praticamente igual ao de empresas que usam mais de um provedor, e soluções híbridas continuarão predominando nos próximos anos no Brasil”, afirma Pietro.

Na área de Telecom, as previsões da IDC Brasil apontam que os projetos de SD-WAN se tornarão uma realidade no país. “Ainda há muitos PoCs (Proof of Concept) em execução no mercado para testar o conceito e provar para os usuários finais que a tecnologia tem realmente os benefícios prometidos”, analisa André Loureiro, gerente de Pesquisa e Consultoria de TIC da IDC Brasil. Segundo ele, as operadoras já estão se estruturando mais proativamente e os clientes estão mais amadurecidos em relação às suas necessidades, e a previsão é que haja uma aceleração em projetos relevantes que levem o mercado de SD-WAN a mais do que dobrar em 2018. “O SD-WAN é um habilitador de projetos para o CIO”, conclui o analista.

Quanto aos provedores regionais de Telecom, já têm grande relevância no mercado B2C e tendem a avançar este ano no B2B, com uma oferta maior no mix de produtos corporativos e foco principalmente em pequenas empresas. “O ambiente também está favorável a fusões e aquisições”, acredita Loureiro.

A IDC Brasil está otimista também em relação ao mercado de segurança da informação. 63% das médias e grandes empresas entrevistadas pela IDC afirmaram que ampliaram seus orçamentos em segurança e, além disso, investiram ou estão investindo formalmente na estruturação de suas áreas de segurança, com novos CSOs e novas ideias. Serviços como MSS (Managed Security Services) e consultorias de segurança também vêm ganhando importância e uma fatia maior nos orçamentos com segurança. Segundo o IDC Predictions Brasil 2018, os gastos com segurança, incluindo infraestrutura, software e serviços, devem crescer cerca de 9% em 2018, atingindo US$ 1,2 bilhão. Entretanto, lembra Luciano Ramos, “certos serviços devem crescer ainda mais, como o MSS, que deve avançar quase 15% neste ano”.

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Ontário, no Canadá, fornece infraestrutura digital para desenvolver novas tecnologias

A província canadense de Ontário está investindo C$ 63 milhões no Next-Generation Network Program (Programa da Rede de Próxima Geração) em parceria com o Centro de Excelência em Redes de Próxima Geração – consórcio de líderes da indústria e universidades, incluindo Cisco, Huawei, Invest Ottawa, Nokia, TELUS e, ainda, os Centros de Excelência de Ontário.

O aporte criará infraestrutura de rede com a largura de banda necessária para apoiar o desenvolvimento de novos produtos em áreas emergentes como inteligência artificial, 5G e veículos autônomos.

“Este investimento apoia a infraestrutura crítica para a economia do futuro. Ele ajudará nossas empresas de tecnologia a desenvolver novos produtos, gerar empregos e competir globalmente, fortalecendo a posição de Ontário como um importante centro de tecnologia”, afirma Steven Del Duca, Ministro de Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário, durante o avento de anúncio da parceria ocorrido em Ottawa.

Com este projeto, uma rede de computadores de alta velocidade será construída para conectar dezoito Centros Regionais de Inovação de Ontário com a indústria e as universidades por meio da infraestrutura de nuvem, permitindo que todos compartilhem recursos e serviços de alto nível remotamente. Além disso, a iniciativa permitirá às pequenas e médias empresas, governos e instituições de ensino superior de toda a província desenvolver e testar softwares e serviços para acelerar a comercialização de novas tecnologias.

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SONDA contrata diretor de novos negócios e transformação de TI

Dino Draghi assume a diretoria da nova área para desenvolver projetos consultivos sob a ótica de transformação de serviços de tecnologia e inovação

Janeiro de 2018 – O tema transformação digital dos negócios se tornou o item número um na agenda dos executivos de TI e, para 2018, muitas empresas estão prevendo boa parte de seus orçamentos para projetos de inovação. Porém, para fazer com que as propostas saiam da teoria e se tornem realidade, os departamentos de TI acabam esbarrando em dilemas como a falta de avaliação sobre a sustentabilidade do plano de inovação e a escassez de condições para focar esforços nessa tarefa, visto que as demandas do dia a dia da área consomem boa parte dos seus recursos.

Para ajudar as empresas nessa etapa de transição, que condicionará a sobrevivência das companhias frente às exigências do mercado no quesito da evolução digital, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, estruturou uma área de Serviços de Transformação Tecnológica para apoiar as empresas tanto na adoção dos processos de transformação, como nos recursos para sustentação das rotinas de TI. A nova frente será liderada por Dino Draghi, ex-executivo da IBM, que chega à SONDA com a meta de apoiar a inteligência do negócio do cliente e as demandas operacionais que suportarão as mudanças.

A oferta nasce da carteira de contratos já vigentes de empresas atendidas pela SONDA e que estão no momento da busca de oportunidades de transformação, ou seja, companhias que já têm projetada a ideia da mudança necessária, porém precisam de um parceiro para o apoio consultivo da transição. A ideia é validar o caminho traçado utilizando as melhores práticas da indústria a partir de uma visão agnóstica, além de ser um provedor que suporte as operações de rotina para sustentar a transformação.

“Vamos atuar na consultoria da jornada da inovação por meio de informações aprofundadas do setor, que trazem inteligência ao negócio do cliente, acelerando assim a curva de maturidade tecnológica, além de oferecermos nosso portfólio de soluções, o maior da América Latina e que inclui serviços, aplicativos e plataformas. Tudo de forma integrada para que o legado atue no mesmo ritmo da transformação”, comenta Draghi.

Entre os diferenciais da proposta da SONDA está a condição de promover uma consultoria que inclua as ofertas nas quais se refere o projeto de transformação. Isso significa que, além das tecnologias inovadoras, a integradora também inclui os recursos de TI operacionais, como data center, help desk, aplicações e infraestrutura. “Não adianta promover uma grande transformação no negócio da empresa se a base não sustentar essa mudança. Esse é um dos fatores de projetos naufragados. Mais do que encantar o cliente com a inovação, temos que fazer com que o legado acompanhe o ritmo e a transformação siga um compasso que seja o ideal para tornar-se assertiva”, finaliza o executivo.

Com 25 anos de carreira em TI e passagens pela IBM, Grupo Cardif-BNP Paribas, Mitsui-Sumitomo Seguros e Baker & Mackenzie Advogados, Draghi é formado em Sistemas de Informação pela PUC-Pentágono e pós-graduado em vendas pela Harvard Business School.

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IBM Breaks Records to Top U.S. Patent List for 25th Consecutive Year

IBM (NYSE: IBM) inventors received a record 9,043 patents in 2017, marking the company’s 25th consecutive year of U.S. patent leadership and crossing the 100,000-patent milestone. The new patents were granted to a diverse group of more than 8,500 IBM researchers, engineers, scientists and designers in 47 different U.S. states and 47 countries.

Inventors from IBM Research discuss Maja Vukovic’s patent for a system that detects and counteracts cyber attacks, one of the more than 1,400 AI patents IBM inventors received in 2017 alone. 2017 marks the 25th consecutive year that IBM has been named the leader in granted U.S. patents, with a record 9,043 patents.
“For the past 25 years, IBM’s patent leadership has changed the way the world works with advancements critical to the modern era of computing,” said Ginni Rometty, IBM chairman, president and CEO. “Today, nearly half of our patents are pioneering advancements in AI, cloud computing, cybersecurity, blockchain and quantum computing – and all are aimed at helping our clients create smarter businesses.”

As more and more enterprises conduct business on the cloud, IBM inventors received in 2017 more than 1,900 cloud patents, including a patent for a system that uses unstructured data about world or local events to forecast cloud resource needs. The system can monitor data sources – including news feeds, network statistics, weather reports and social networks – to identify where and how cloud resources should be allocated to meet demand.

Another set of innovations helps solve one of artificial intelligence’s current limits: lack of personalization, which can hinder how AI communicates with people. Among the industry-leading 1,400 AI patents IBM inventors were granted in 2017 is a patent for a system that can help AI analyze and mirror a user’s speech patterns to improve communication between AI and humans.

IBM inventors also received 1,200 cybersecurity patents, including one for technology that enables AI systems to turn the table on hackers by baiting them into email exchanges and websites that expend their resources and frustrate their attacks. It could substantially reduce the security risks associated with “phishing” emails and other attacks.

IBM inventors also patented significant inventions in emerging areas like quantum computing, including a new way for improving a quantum computer’s ability to acquire and retain information – otherwise known as signal readout fidelity. This can lead to efficiency in the components necessary to build a quantum computing system.

Other patented innovations from IBM inventors in 2017 include:

– A machine learning system designed to shift control between an autonomous vehicle and a human driver as needed, such as in an emergency.

– A method that leverages blockchain technology to reduce the number of steps involved in settling transactions between multiple business parties, even those that are not trusted and might otherwise require a third-party clearinghouse to execute.

– A technique that automatically elevates the security protection of a mobile device when it determines that device is located far from its owner and is likely under someone else’s control.

This year’s milestone builds on more than 105,000 U.S. patents granted to IBM from 1993 to 2017. IBM inventors have received patents for such transformative ideas as secure credit card transactions, guiding the visually-impaired using RFID, the world’s fastest supercomputers and earthquake detectors. https://www.research.ibm.com/patents/#patents-through-the-years

For more information about IBM’s patent and innovation leadership, see www.research.ibm.com/patents/

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Tonny Martins assume a presidência da IBM Brasil

A IBM Brasil anuncia que Tonny Martins é o novo presidente da companhia no país. Tonny liderava a IBM México desde 2016. Durante sua gestão na IBM México, a unidade apresentou um crescimento significativo, ganhou participação no mercado e expandiu seus negócios, principalmente nas áreas de serviços de TI e consultoria. O executivo esteve à frente de projetos estratégicos, contribuindo substancialmente para a transformação digital e cognitiva de clientes da indústria financeira e das áreas de distribuição e telecomunicações do país. Além disso, liderou a adoção de Watson no segmento de saúde e de blockchain em seguros. Em 2017, a IBM México foi reconhecida por incorporar ao país a revolução da inteligência artificial.

Tendo iniciado sua carreira na IBM Brasil há 27 anos como estagiário, Tonny já ocupou diversas posições de liderança no país e no exterior. Com uma ampla experiência em serviços de consultoria e nas indústrias financeira e de seguros, Tonny esteve à frente de uma série de projetos de transformação de clientes ao longo de sua carreira, criou a unidade de e-business no Brasil, implementou as primeiras fábricas de software na região e foi responsável pelo primeiro centro de soluções da IBM focado em desenvolver projetos inovadores para bancos. Entre 2011 e 2013, mudou-se para Shangai, na China, para assumir a organização de delivery da Divisão Global de Consultoria, em que foi responsável pela operação em cerca de 150 países.

Tonny assume em um momento estratégico para o mercado de tecnologia brasileiro, no auge da adoção de soluções de inteligência artificial, cloud e segurança e no início de uma nova revolução, a do blockchain. O novo presidente terá a missão de apoiar os clientes em suas jornadas de reinvenção digital e na adoção dessas tecnologias. “Não poderia estar mais entusiasmado para assumir a empresa no início de seu novo centenário, em um momento em que o mercado anseia por inovação e transformação. Estou muito honrado por esse desafio e por liderar um time extremamente preparado e apaixonado pelo sucesso dos nossos clientes”, comenta Tonny.

Em sua nova posição, Marcelo Porto comandará a expansão dos negócios da IBM Cloud na América Latina. Segundo a IDC, nove em cada dez empresas latino-americanas passarão por um processo de transformação digital em 2018, que responderá por 40% dos gastos de TI até 2020. Cloud é a peça-chave nas estratégias de negócios das organizações digitais.

A gestão de Porto ficará marcada pelos 100 anos da IBM no Brasil, celebrados em 2017, pela adoção vertiginosa da plataforma de inteligência artificial da IBM, Watson, por clientes de diversos segmentos, além de iniciativas de experiências cognitivas pioneiras junto à sociedade como os projetos na Pinacoteca de São Paulo e no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O executivo liderou a consolidação da IBM como uma empresa de soluções cognitivas na nuvem e abriu suas portas para programas de empreendedorismo e inovação, realizando diversas iniciativas junto a startups e desenvolvedores, como sessões de design thinking e hackatons. Porto introduziu mudanças culturais importantes na empresa, como a adoção do programa “no dress code”, além de ampliar os já consolidados programas de diversidade e inclusão da companhia.

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Golden Distribuidora e DJI firmam parceria para conquistar mercado de drones no Brasil

A Golden Distribuidora acaba de fechar parceria com a DJI, líder mundial na produção de drones. Já estão disponíveis para revendedores de todo o país, oito versões homologadas das linhas: Spark, Mavic Pro e Phantom 4.

Certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e assistência técnica autorizada, são os benefícios de comprar as aeronaves não tripuladas com um distribuidor autorizado.

Para oferecer suporte a seus consumidores no que se refere aos produtos da companhia, a Golden Distribuidora investiu numa unidade de negócios exclusiva. “Temos, aqui, uma equipe dedicada; são cinco especialistas focados no portfólio da DJI. Queremos nos certificar de que os clientes terão sempre a melhor experiência de compra conosco, da pesquisa ao pós-venda”, declara Davi Saadia, CEO da Golden Distribuidora.

Além disso, os brasileiros proprietários de drones podem se beneficiar dos diferenciais e serviços da Golden: já está no ar um hotsite (www.goldendji.com.br) com todas as informações dos modelos da DJI comercializados no país. “Atendimento de qualidade é, desde o princípio, nossa prioridade número 1”, completa Saadia.

“Após a aprovação do regulamento especial para utilização de drones no Brasil pela Agência Nacional de Aviação – Anac, em maio deste ano, decidimos entrar com mais força no mercado brasileiro. Procuramos um parceiro de peso, com trajetória de sucesso e alta credibilidade. A Golden Distribuidora logo se mostrou uma escolha acertada”, afirma Manuel Martinez.- Executivo e Representante da DJI no Brasil.

Drones DJI na Golden Distribuidora

Agora, unidades dos modelos Spark, Mavic Pro e Phantom 4 – todos da DJI – podem ser adquiridas no Brasil por meio da Golden Distribuidora.

Spark – primeiro drone do mundo controlado por gestos; segue as mãos do usuário para executar movimentos de voo ou enquadrar melhor uma imagem – de até 12MP. Suas lentes podem capturar vídeos em HD em 1.080p
estabilizados. É possível fazer transmissões ao vivo em 720p. Permite pré-definir uma rota e cumpri-la focando o mesmo objeto. É compacto, pesa só 300g, alcança até 50km/h e tem 16 minutos de autonomia de voo. https://www.youtube.com/watch?v=74Cm1p3fr0g

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Mavic Pro – superportátil – dobrado mede menos de 20cm de comprimento e pesa menos de 800g –, é ideal para esportistas e repórteres. Conta com o modo “Follow me”: através do sinal do controle, ele é capaz de seguir uma pessoa, um animal ou um objeto. O app DJI GO 4 oferece suporte e acesso aos recursos do drone em voo. Há, inclusive, a possibilidade de fazer streaming das imagens ao vivo para as redes sociais. Ao alternar entre a conexão sem fio e a radiofrequência, o Mavic se transforma num router sem fio e passa a ser controlado apenas pelo smartphone. Faz vídeos em até 4k a 30fps no formato RAW. Atinge velocidade máxima de 65km/h e tem 20 minutos de autonomia de voo. https://www.youtube.com/watch?v=p1d_ptE6yrc

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Phantom 4 – é considerado uma “câmera voadora”, agradando principalmente profissionais de vídeo e foto. A câmera principal captura vídeos a uma resolução de até 4k a 60fps. Quanto às fotos, a resolução é de 20MP através de uma câmera CMOS com 1” e obturador mecânico. O controle remoto tem direcionais sensíveis e botões de fácil acesso; porém, com o app DJI GO, é possível acessar o conteúdo em gravação e fazer outros movimentos (para uma experiência completa, o tablet é mais recomendado). Conta com sistema de detecção e desvio de obstáculos. A partir de sensores ultrassônicos e câmeras adicionais, ele para automaticamente e fica flutuando caso se depara com um obstáculo (modo normal) ou o contorna e segue o caminho (modos “ActiveTrack” ou “Smart Return Home”). Atinge a velocidade de 72km/h e sua autonomia é de 28 minutos. https://www.youtube.com/watch?v=JJPSSqMQajA

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Empresas brasileiras reconhecem que o software é importante para o crescimento econômico

O aprimoramento do desenvolvimento de software por meio da construção de uma Moderna Fábrica de Software é o cerne do sucesso empresarial na economia digital. Esta é a principal conclusão da pesquisa comissionada pela CA Technologies com mais de 1.200 líderes de TI em todo o mundo.

O levantamento inédito aponta que 100% dos gestores brasileiros entrevistados reconhecem que o software é essencial para o crescimento da economia e 99% deles acreditam nessa importância para o crescimento em novos mercados Neste contexto, 95% afirmam que o software permitirá entregar uma melhor experiência para seus clientes nos próximos dois anos.

Se por um lado a pesquisa mostra que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências de transformação digital, ela também revela as dificuldades encontradas para a implementação de novos processos de desenvolvimento de software e mudança de cultura corporativa: 69% dos entrevistados afirmam que suas equipes de software precisam mudar drasticamente para responder aos desafios da economia digital.

Enquanto apenas 36% dos respondentes acreditam que suas equipes estão preparadas para entregar software de forma contínua e com qualidade, 61% das companhias brasileiras têm dificuldades para encontrar profissionais experientes no desenvolvimento de aplicações. “Além da dificuldade de encontrar os talentos certos, o treinamento e as ferramentas não são suficientes. Apenas 36% dos respondentes afirmam que as empresas oferecem os instrumentos certos e 33% oferecem treinamentos para suas equipes”, diz Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Segundo Bakker, a conscientização sobre a importância do software é fundamental e os resultados da pesquisa mostram que a grande maioria dos gestores (91%) também pensa que o software é essencial para a transformação digital. Para tanto, os entrevistados brasileiros acreditam que as empresas devem focar em três pontos principais: entrega contínua de softwares (93%); implementação da segurança em seus processos de desenvolvimento (93%) e insights dos clientes para melhorar seus produtos (98%).

“Ainda temos muita oportunidade de evolução e desenvolvimento, porque uma parte considerável das organizações brasileiras ainda não encontraram seu próprio caminho para ter processos flexíveis, que permitam acompanhar as demandas de seus negócios”, comenta Bakker. Na pesquisa, apenas 26% das companhias afirmam que possuem processos internos para testar a segurança dos seus softwares e 34% acreditam que as culturas e práticas suportam colaboração no desenvolvimento, operações e segurança da TI.

Os dados globais

A pesquisa mostra o quão relevante é a distância entre os “Mestres da Moderna Fábrica de Software” – os 25% que adotam os princípios de agilidade, automação, insights e segurança – e o restante, considerando uma série de fatores como receita, lucro, liderança executiva e adoção de abordagens e ferramentas inovadoras de desenvolvimento.

Os chamados “Mestres” compreendem e exploram o mundo digital em todos os pilares de suas organizações e, portanto, superam os demais em indicadores-chave de negócios. Quando comparados com o restante dos entrevistados, os “Mestres” apresentam um crescimento nos lucros 70% maior e um aumento de renda 50% maior.

“Há uma indicação clara de que as organizações que adotam práticas modernas de desenvolvimento de software, como agile, automação, machine learning e análises para gerar insights, além de integração da segurança no processo de desenvolvimento, estão obtendo melhores taxas de crescimento”, afirma Otto Berkes, vice-presidente executivo e CTO da CA Technologies. “Se você não tem uma abordagem moderna ao software, juntamente com a fábrica necessária para entregar sua visão, você ficará para trás em um mundo onde os ´mestres´ são os vencedores”, acrescenta.

Metade das organizações “mestres” afirmam que seus executivos estão aptos para sobreviver na economia dos aplicativos, enquanto apenas 18% das empresas convencionais estão prontas para este momento. Essa proporção também acontece quando eles exploram novas estratégias baseadas em software: 53% dos “mestres”, e apenas 18% dos convencionais, utilizam essas táticas.

Entender e oferecer o melhor para o cliente é outro ponto de grande diferença. No grupo dos “mestres”, 61% informam que entendem as necessidades dos seus clientes e se esforçam para atendê-las – contra 22% dos demais entrevistados. Ainda assim, os “mestres” entendem que o risco é necessário e mais de 43% da cultura dessas empresas apoia a assunção de riscos, em comparação a 17% das empresas convencionais.

“A realidade é que o futuro dos negócios está nas mãos dos desenvolvedores e depende de quão bem cada empresa se prepara para oferecer aos times de softwares os meios para aproveitar as oportunidades de crescimento “, concluiu Berkes.

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Ascenty inicia a operação de seu oitavo data center no Brasil e o primeiro no Rio de Janeiro

A Ascenty, líder no mercado de Data Center com foco na América Latina, iniciou a operação de sua primeira unidade no Rio de Janeiro, com capacidade de 15 MVA de energia. Este é o oitavo data center da companhia em operação no Brasil. Os outros sete estão localizados em Campinas, Jundiaí, Hortolândia, Sumaré, região metropolitana de Fortaleza e dois em São Paulo.

“O início das operações na unidade do Rio de Janeiro é mais um passo importante na disponibilização de serviços de alto desempenho de data center e telecomunicação. Além disso, faz parte do planejamento da empresa de expandir sua atuação no Brasil e América Latina nos próximos anos, por conta da crescente demanda do mercado por infraestrutura e conectividade”, afirma Chris Torto, CEO da Ascenty.

Recentemente, a empresa anunciou a chegada de sua rede de telecomunicações no Rio de Janeiro, que deve apresentar 150 km de extensão na primeira fase do projeto. A Ascenty oferece serviços personalizados de infraestrutura de TI e atingiu a marca de 4.000 km de extensão de sua rede própria de fibra óptica, presente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Jundiaí, Campinas e Fortaleza. Atualmente, já são mais de 20 mil estabelecimentos comerciais abordados pela rede de telecomunicações da companhia.

Presente no mercado há sete anos, os grandes diferenciais da Ascenty são agilidade, flexibilidade e foco na prestação de serviços, associados à uma infraestrutura de classe mundial. Todos os data centers da empresa são certificados Tier III, além de importantes certificações como ISO 27001, ISAE 3402, SSAE 16, dentre outras.

Ficha Técnica

O data center foi planejado para uma potência total de energia de 15 MVA, com redundância Tri-bus. Possui sistema de geração a diesel, que permite uma autonomia de 48 horas sem reabastecimento.

Para garantir a refrigeração, opera com sistema de água gelada, com chillers a ar de alto desempenho, sempre com redundância N+2.

O data center é monitorado por câmeras CFTV 24×7, que detectam movimento em alta definição e armazenam as imagens por mais de 90 dias. Possui controle de acesso por dupla autenticação, sendo biometria e cartão magnético, além de contar com o profissionalismo de uma equipe própria de segurança 24×7.

No quesito conectividade, o data center possui duas salas de telecom, com entrada redundante subterrânea de fibra ótica, que possuem conectividade com as principais operadoras de telecom.

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Grupo New Space é certificado como Empresa Estratégica de Defesa no Brasil

Selo EED é concedido para a unidade de negócios NS Prevention, especializada em inteligência cibernética, prevenção de fraude e análise de risco

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, anuncia a conquista da certificação de Empresa Estratégica de Defesa – EED. O selo é concedido somente às companhias que fazem investimentos de porte em desenvolvimento tecnológico e industrial que pode beneficiar as Forças Armadas do Brasil.

A homologação, concedida pelo Ministério da Defesa, atesta que a NS Prevention, unidade especializada em inteligência cibernética, prevenção a fraudes e análise de riscos, detém conhecimento e domina tecnologias essenciais para a manutenção da soberania nacional.

“Todos os produtos e serviços que fazem parte de nossa plataforma de inteligência receberam a certificação do Ministério da Defesa. Esse reconhecimento traz ainda mais credibilidade para os nossos serviços e soluções, já que se trata de um processo de certificação extremamente rigoroso. Atualmente, existem menos de 80 companhias brasileiras em todos os setores da indústria com esse nível de qualidade”, comemora Thiago Bordini, Diretor de Inteligência Cibernética do Grupo New Space.

Para receber o selo EED, uma empresa precisa preencher uma série de requisitos como, por exemplo, ter sua sede administrativa e industrial no Brasil, investir constantemente em atividades de pesquisa e ter maioria de brasileiros em seu quadro de acionistas. Além disso, uma das condições mais importantes diz respeito ao compartilhamento tecnológico, uma vez que as empresas certificadas devem dividir com as Forças Armadas do Brasil os direitos de propriedade intelectual e industrial de seus produtos. Em contrapartida, são autorizadas a ter acesso à estrutura das Forças Armadas para desenvolver novas tecnologias, sua estrutura de inovação e aprimorar sua capacidade tecnológica.

O processo de avaliação durou aproximadamente dois anos. O Grupo New Space foi analisado por diversas comissões do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCIBER) e pelo Ministério da Defesa antes de conquistar o selo EED.

“A certificação permitirá que o Grupo New Space dê um salto tecnológico em suas ofertas, beneficiando seus clientes de todos os segmentos, inclusive o financeiro. Para o Governo, o Grupo New Space poderá expandir sua presença, participando com prioridade de licitações públicas”, explica o executivo.

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IBM Mainframe Ushers in New Era of Data Protection

IBM today shipped the first of its breakthrough IBM Z mainframe from its factory in Poughkeepsie, NY. The IBM Z is the world’s most powerful and secure transaction system capable of running more than 12 billion encrypted transactions per day – equivalent to 400 Cyber Mondays. The security, high-performance and massive scale of the IBM Z makes it the ideal platform for running the world’s core systems for institutions around the world. The system builds on the capabilities of the world’s most powerful transaction engine that supports 92 of the world’s top 100 banks, 87 percent of all credit card transactions, 29 billion ATM transactions and four billion passenger flights each year. (Photo Credit: Connie Zhou for IBM) (PRNewsfoto/IBM)

IBM (NYSE: IBM) today shipped the first of its breakthrough IBM Z mainframe from its factory in Poughkeepsie, NY. The IBM Z is the world’s most powerful and secure transaction system capable of running more than 12 billion encrypted transactions per day – equivalent to 400 Cyber Mondays.

The security, high-performance and massive scale of the IBM Z makes it the ideal platform for running the world’s core systems for institutions around the world. The system builds on the capabilities of the world’s most powerful transaction engine that supports 92 of the world’s top 100 banks, 87 percent of all credit card transactions, 29 billion ATM transactions and four billion passenger flights each year.

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Worldsensing appoints new Head of Engineering

Operational intelligence specialist Worldsensing has appointed Albert Zaragoza as Head of Engineering. The announcement comes as part of a drive to extend the company’s core offering in connected operational intelligence and enhance business growth.

Albert brings a strong technical background and a wealth of experience in IT development, having worked in the business technology sector for over 17 years. Prior to joining Worldsensing, Albert held the position of Vice President of Engineering for IoT platform provider, EVRYTHNG. Here he grew the engineering team from early startup stage and helped position the business for future competitiveness by supporting EVRYTHNG’s shift to in-house product and engineering development of their IoT enterprise platform.

In his new role, Albert will manage all Worldsensing engineering teams across the three core areas of software development, physical IoT sensors and product innovation. Albert will also play a key role in growing Worldsensing’s Mobility offering, which helps cities connect their urban operations for more efficient and effective asset performance.

Commenting on his new position as Head of Engineering, Albert said: “I’m really looking forward to being part of Worldsensing and helping the company to implement an effective engineering culture that will support growth and deliver next-generation operational intelligence products.

“Worldsensing is a true pioneer in the IoT sector and its aim of building unified communities around its operational intelligence offering is a very exciting prospect for the future. With its existing products and plans for development, the company is well-placed to bring IoT, Operational Intelligence and Mobility together in one solution.”

Ignasi Vilajosana, CEO at Worldsensing, said: “Worldsensing has developed greatly over the last couple of years and we are now at a stage where we can go beyond the creation of data-generating hardware and focus on the delivery of real-time insights and decision making tools. Albert has a strong background in software development and proven expertise in driving business growth. We’re delighted to announce his appointment as Head of Engineering and are confident he will be instrumental in furthering Worldsensing’s success.”

The appointment follows a period of growth for Worldsensing. The company was able to double revenues in 2016 and is aiming to achieve the same level of success in 2017, while focusing on growing its employee network and market reach.

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ABB and IBM Partner in Industrial Artificial Intelligence Solutions

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ABB and IBM (NYSE: IBM) today announced a strategic collaboration that brings together ABB’s industry leading digital offering, ABB Ability?, with IBM Watson Internet of Things cognitive capabilities to unlock new value for customers in utilities, industry, transport and infrastructure.

Customers will benefit from ABB’s deep domain knowledge and extensive portfolio of digital solutions combined with IBM’s expertise in artificial intelligence and machine learning as well as different industry verticals. The first two joint industry solutions powered by ABB Ability and Watson will bring real-time cognitive insights to the factory floor and smart grids.

“This powerful combination marks truly the next level of industrial technology, moving beyond current connected systems that simply gather data, to industrial operations and machines that use data to sense, analyze, optimize and take actions that drive greater uptime, speed and yield for industrial customers,” said ABB CEO Ulrich Spiesshofer. “With an installed base of 70 million connected devices, 70,000 digital control systems and 6,000 enterprise software solutions, ABB is a trusted leader in the industrial space, and has a four decade long history of creating digital solutions for customers. IBM is a leader in artificial intelligence and cognitive computing. Together, IBM and ABB will create powerful solutions for customers to benefit from the Fourth Industrial Revolution.”

New suite of breakthrough solutions

The new suite of breakthrough solutions developed by ABB and IBM will help companies address in a completely new way some of their biggest industrial challenges, such as improving quality control, reducing downtime and increasing speed and yield of industrial processes. These solutions will move beyond current connected systems that simply gather data, to cognitive industrial machines that use data to understand, sense, reason and take actions supporting industrial workers to help eliminate inefficient processes and redundant tasks.

“This important collaboration with ABB will take Watson even deeper into industrial applications — from manufacturing, to utilities, to transportation and more,” said Ginni Rometty, IBM Chairman, president and CEO. “The data generated from industrial companies’ products, facilities and systems holds the promise of exponential advances in innovation, efficiency and safety. Only with Watson’s broad cognitive capabilities and our platform’s unique support for industries can this vast new resource be turned into value, with trust. We are eager to work in partnership with ABB on this new industrial era.”

Bringing real-time cognitive insights to the factory floor

For example, ABB and IBM will leverage Watson’s artificial intelligence to help find defects via real-time production images that are captured through an ABB system, and then analyzed using IBM Watson IoT for Manufacturing. Previously these inspections were done manually, which was often a slow and error-prone process. By bringing the power of Watson’s real time cognitive insights directly to the shop floor in combination with ABB’s industrial automation technology, companies will be better equipped to increase the volume flowing through their production lines while improving accuracy and consistency. As parts flow through the manufacturing process, the solution will alert the manufacturer to critical faults – not visible to the human eye – in the quality of assembly. This enables fast intervention from quality control experts. Easier identification of defects impacts all goods on the producti on line, and helps improve a company’s competitiveness while helping avoid costly recalls and reputational damage.

Bringing real-time cognitive insights to smart grids

In another example. ABB and IBM will apply Watson’s capabilities to predict supply patterns in electricity generation and demand from historical and weather data, to help utilities optimize the operation and maintenance of today’s smart grids, which are facing the increased complexity created by the new balance of conventional as well as renewable power sources. Forecasts of temperature, sunshine and wind speed will be used to predict consumption demand, which will help utilities determine optimal load management as well as real-time pricing.

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