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Abstartups promove CASE Studio com webinars gratuitos

Buscando ajudar empreendedores a se adaptarem ao mundo 100% digital, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema brasileiro de startups, anuncia o lançamento da 2ª edição do CASE Studio, uma versão 100% online e gratuita da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE).

Entre 11 e 25 de maio, os participantes poderão consumir informações sobre empreendedorismo, mercado de eventos, marketing digital, vendas e customer success, compartilhadas por meio de painéis ao vivo, com especialistas do mercado de startups. Ao todo serão cinco encontros, que contarão com 12 especialistas de diferentes setores reunidos para compartilhar seus conhecimentos e percepções sobre o cenário atual e as mudanças para o futuro.

Entre os palestrantes, estão o presidente da Abstartups, Amure Pinho; a coordenadora de estratégias e conteúdo da Resultados Digitais, Carolina Lima; a fundadora do Instituto Cliente Feliz e co-fundadora doReclameAqui, Gisele de Paula; o diretor da Resultados Digitais, Denis Braguini e o sócio-diretor da M-S Live, Mário Sergio.

Para mais informações e cadastro, acesse: http://case.abstartups.com.br/case-studio/

Com novo e-commerce, testfy triplica suas vendas de testes de RT-PCR por meio de autocoleta

A testfy, startup de testes genéticos e clínicos por meio de autocoleta, vem aumentando sua relevância e presença, desde a implementação de seu e-commerce no início do mês. A expectativa é que através do novo canal os testes se tornem ainda mais acessíveis aos consumidores, fazendo com que eles não precisem sair de casa. Os números são expressivos, tendo em conta que a healthtech iniciou suas operações em janeiro de 2020.

“Já na primeira semana, o volume de aquisições pelo e-commerce triplicou comparado aos nossos demais canais de venda; telefone, e-mail e WhatsApp. Com o kit para detecção do covid-19 (método RT-PCR) lançado em abril, por exemplo, produzimos 3.200 análises na primeira quinzena”, explica o CEO Gustavo Janaudis. A empresa, habilitada pelo Instituto Adolfo Lutz para a realização deste tipo de diagnóstico, atualmente conta com a capacidade de realizar até 26.000 análises para este teste e prevê dobrá-la em meados de maio.

Dado o atual cenário, a startup tem feito o possível para focar no desenvolvimento de soluções inovadoras, que colaborem com a sociedade e ofereçam o máximo de praticidade, acessibilidade e segurança. Além disso, a testfy também disponibilizará nas próximas semanas o teste de anticorpos IgA e IgG para o covid-19. O diferencial está na capacidade de precisar a fase em que se encontra a infecção: aguda, crônica ou de imunização. No mês de maio a healthtech será capaz de realizar até 10.000 análises por mês neste método.

A testfy acredita que os produtos voltados à detecção do coronavírus podem corresponder a até 80% de sua demanda no próximo mês. “As coletas domiciliares são de grande auxílio para a contenção da pandemia neste momento, uma vez que não existe a necessidade da pessoa se deslocar a pontos de aglomeração, reduzindo a possibilidade de contágio”, acredita o CEO.

Para a realização da autocoleta, o cliente deve se registrar no site da testfy e ativar o seu kit através de seu código individual, assim tendo acesso a um portal com todas informações, incluindo vídeos explicativos e fichas clínicas muito intuitivas para fácil manuseio. Entre outros produtos oferecidos no portfólio da testfy estão testes para intolerâncias alimentares, além de testes genéticos ginecológicos, esportivos, dermatológicos, de microbioma intestinal e nutrigenético. “Todos os nossos métodos são validados e aprovados pelas autoridades sanitárias competentes”, conclui Janaudis.

 

Edital da ABDI mira startups com projetos para comunidades de baixa renda

A crise do coronavírus afeta o país profundamente, mas principalmente a população mais vulnerável. Pensando nas cidades, bairros e comunidades de baixa renda, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lança, nesta quarta-feira (dia 15), edital para buscar soluções inovadoras voltadas para essas comunidades. As inscrições podem ser feitas a partir desta quinta-feira, dia 16 de abril. (Acesse aqui o edital).

O Edital contempla três grandes frentes: o enfrentamento da pandemia COVID-19, voltada para soluções inovadoras para otimizar os serviços de saúde; o enfrentamento dos impactos socioeconômicos, direcionado a projetos com ações de implementação imediata para enfrentar os desafios socioeconômicos relacionados à COVID-19; e finalmente, empreendedorismo, contemplando soluções voltadas à ações de desenvolvimento sustentável socioeconômico.

O terceiro eixo visa projetos com ações para mitigar os impactos na saúde e socioeconômicos relacionados à COVID-19, a curto e médio prazos, com duração de até 18 meses. “Será uma chamada com o olhar mais à frente, para o pós-crise” disse Lanna Dioum, líder do programa Startup Indústria da ABDI. “Com o edital, queremos mobilizar as startups para ajudar as populações que mais podem ser impactadas com o coronavírus”, afirma o presidente da ABDI, Igor Calvet.

A primeira chamada do Edital irá destinar R$ 2,5 milhões de reais divididos em R$1 milhão, para o primeiro lugar, e R$ 600 mil, R$ 500 mil e R$ 400 mil, para os 2º, 3º e 4º lugares respectivamente. O primeiro lugar deverá apresentar soluções relativas aos projetos que contemplem soluções de diagnóstico para o coronavírus. As demais premiações atendem todas as temáticas restantes.

“Nos projetos, as startups serão avaliadas sob dois aspectos: a maturidade da solução, e da própria startup, e o projeto em si. As interessadas vão ter que se inscrever como startup, apresentando a solução e também o projeto para encaixar à situação emergencial do coronavírus”, explicou Lanna.

As soluções deverão contemplar projetos em áreas como diagnóstico; monitoramento de sintomas à distância; monitoramento e gestão de leitos de UTI; monitoramento de temperatura; telemedicina e atendimento à distância, incluindo atendimento psicológico, monitoramento de grupos de risco e soluções de Big Data para geração e gestão de dados e inteligência sobre a pandemia.

No que se refere aos projetos para enfrentamento dos desafios socioeconômicos relacionados à COVID-19, as soluções deverão se encaixar em áreas como ferramentas de mapeamento e georreferenciamento para matching de doações às zonas com necessidades, soluções para sustentabilidade de pequenos e médios empreendedores e empresas, entre outras.

Mas, atenção aos interessados: “é preciso entregar o projeto juntamente com os custos de implementação que já deverão ser previstos e contemplados dentro da premiação! explicou Lanna.

As inscrições estarão abertas a partir de amanhã, dia 16/04/2020, por meio do site da ABDI.

Última semana para startups se inscreverem no boostLAB, programa de potencialização do BTG Pactual

Estão abertas até o dia 26 de julho, sexta-feira, as inscrições para a quarta edição do boostLAB, programa de potencialização para startups em nível avançado, as chamadas scale-ups, com grande possibilidade de crescimento. O programa do BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, conta com mentoria e metodologia da ACE, uma dos maiores empresas de investimento em startups e inovação corporativa da América Latina.

Nessa edição, buscam principalmente iniciativas ligadas a fintechs, machine learning, real estate, big data, agrotechs, insurtechs, blockchain, entre outras. É importante que as scale-ups tenham ao menos dois sócios com dedicação exclusiva, produto pronto, tração e vendas recorrentes para resolver problemas reais de forma escalável. As empresas podem ter recebido aportes em nível Seed, Séries A ou posteriores.

“Em pouco mais de um ano de boostLAB, ajudamos na evolução e desenvolvimento de 20 startups, investimos em quatro delas, e fizemos negócios com quase todas. Além disso, fomos reconhecidos como o melhor centro de inovação da América Latina*”, afirma Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

A quarta edição do boostLAB pretende superar a marca de 200 empresas inscritas alcançada no Batch anterior. Dentre elas, serão selecionadas de seis a oito para seguirem no programa durante cinco meses. As inscrições devem ser feitas pelo site: www.boostlab.com.br/.

O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

“As primeiras edições do boostLAB foram um sucesso e pretendemos, cada vez mais, auxiliar esses negócios, com mentorias de excelência para suprir dificuldades, fortalecer qualidades e guiar as startups para o crescimento ainda mais acelerado”, diz Pedro Waengertner, CEO da ACE e mentor no boostLAB.

Incentivos para as startups

A iniciativa prevê a realização de parcerias e projetos piloto com o BTG Pactual, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema. As selecionadas recebem mais de R$ 300 mil em créditos e benefícios com empresas parceiras como Amazon, Google e Oracle, entre outras.

Um dos pontos de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos oito envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Gabriel Motomura (lidera o negócio de crédito para PMEs), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com um time grande de mentores da ACE e do Google Launchpad, além dos conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Foco em inovação

Na última semana, o BTG Pactual anunciou a criação de uma unidade full service de varejo que consolida suas iniciativas digitais nesse segmento. A unidade será liderada pelo sócio sênior do BTG Pactual Amos Genish, empreendedor bem sucedido, amplamente reconhecido pela sua experiência em tecnologia e inovação.

O objetivo da unidade é oferecer aos consumidores e empreendedores uma experiência bancária inovadora, transparente e completa. Isso engloba soluções de investimentos, conta corrente e banco transacional, serviços financeiros a PMEs, serviços bancários de crédito ao consumidor e plataforma de seguros e previdência. Essa oferta será feita por meio do BTG Pactual digital e também das participações no Banco Pan, Too Seguros e na BIT Pagg e BIT Seguros. A nova área englobará análise de dados, marketing de performance e user experience por meio de serviços prestados pela Decode. Sob o guarda-chuva da nova área, estará também o boostLAB.

“Com a criação da unidade digital liderada pelo Amos Genish, acredito que seremos capazes de ampliar e intensificar ainda mais o relacionamento com o ecossistema”, diz Pompeu.

* Prêmio The Innovators 2019, da Global Finance

Inovabra habitat completa um ano e anuncia parcerias

O inovabra habitat, espaço de coinovação do Bradesco, acaba de completar um ano com resultados significativos na geração de negócios de alto impacto e atividades de coinovação entre os habitantes. Atualmente tem mais de 190 startups alocadas e focadas em tecnologias digitais disruptivas como blockchain, big data e algoritmos, internet das coisas, inteligência artificial, open API e plataformas digitais, além de 70 grandes empresas (clientes do Bradesco) e 8 fundos de investimentos, com ocupação total do espaço.
De acordo com levantamento feito com parte das startups, após a mudança para o espaço as empresas somaram um faturamento acima de R$ 600 milhões. Em média um aumento de 55% no faturamento e 60% de aumento em número de funcionários.

Além disso, durante esses 12 meses foram fechados mais de 90 contratos de negócios entre os habitantes – startups com o Bradesco, startups com corporações habitantes e entre as próprias startups, o que contribuiu para o aumento do faturamento destas empresas.

O Grupo Fleury, uma das grandes empresas do espaço, já teve interações com cerca de 40 startups habitantes para resolver questões internas não apenas na área médica, mas também no seu backoffice. Por meio da solução de inteligência artificial desenvolvida por uma dessas startups, a DataH, a empresa teve acesso a um algoritmo capaz de acertar um diagnóstico de pneumonia por raio-X em 95% das vezes.

O próprio Bradesco também tem conseguido boas parcerias e negócios no espaço de coinovação. Um exemplo disso é o Departamento de Empréstimos e Financiamentos que firmou, recentemente, um negócio com a Nuveo, startup focada em big data, para automatizar a leitura e digitalização de contratos. Em pouco mais de um mês de parceria, o banco foi capaz de automatizar o processamento de mais de 200 mil documentos, gerando eficiência no backoffice.

“Nosso time de coinovação está atento às demandas das startups e grandes empresas presentes no habitat e, com isso, ajudamos na conexão entre elas”, explica Antranik Haroutiounian, diretor de Pesquisa e Inovação do Bradesco. “Conseguimos mapear as principais necessidades das empresas habitantes e de áreas de negócios do Banco e lançar desafios para as startups. A partir desses desafios, nossa equipe identifica as soluções mais adequadas entre as startups dentro do próprio espaço”, completa.
As atividades de coinovação promovidas ajudam a identificar essas necessidades, como reuniões de relacionamento, apresentação de provas de conceito, pitches e até a Pizza com CEOs, encontros mensais entre CEO das startups, convidados das corporações e executivos do Bradesco. Ao todo, foram realizadas cerca de 570 dessas atividades.

Nesse primeiro ano, o inovabra habitat também se tornou referência de palestras, treinamentos e workshops de qualidade. Cerca de 70 mil pessoas já usufruíram dos mais de 1.000 eventos, muitos desenvolvidos pelo próprio time do inovabra habitat, além dos promovidos por profissionais e empresas que oferecem conteúdos relevantes para apresentar no espaço. Um exemplo de evento proprietário foi a série “habitalks” que, em seus três encontros de 2018, discutiu temas relevantes à sociedade e à inovação, como a era de big data, inteligência emocional e relações interpessoais com a tecnologia. O espaço também já recebeu eventos com grandes personalidades, como o empreendedor Robinson Shiba, o consultor canadense especializado em cultura digital Don Tapscott, o desenvolvedor da IBM que tem apenas 13 anos, Tanmay Bakshi, além do Fórum Internacional de Inteligência Artificial, que reuniu acadêmicos e experts nacionais e internacionais no assunto.

Serviços

O inovabra habitat tem ainda um estúdio para gravação de áudio e vídeo e uma agência de comunicação, residente no espaço, que presta atendimento gratuito às startups habitantes. Desde que foi inaugurado, em julho de 2018, o estúdio já realizou cerca de 420 gravações. Caso a startup requeira evolução no trabalho de comunicação, podem ser contratados planos customizados em condições especiais.

Na mesma linha, o inovabra habitat oferece consultoria jurídica, estratégica e mentoria sobre modelo de negócios e investimentos para as startups. Para muitos habitantes, a contratação desse tipo de serviço seria inviável, por conta dos altos custos. A possibilidade de tê-los de forma gratuita traz um ganho orçamentário importante, sendo mais um valor agregado que o espaço oferece.

Expansão

Diante do sucesso do inovabra habitat, que contribuiu para que o Bradesco conquistasse o título de banco mais inovador do mundo no Efma-Accenture Distribution & Marketing Innovation Award 2018, o Banco decidiu ampliar seu alcance de atuação por meio de parcerias com outros centros de inovação regionais, como a Acate, em Florianópolis (SC), e o Porto Digital, no Recife (PE), que passam a ter o selo “Parceiro inovabra”.

A partir de agora, os dois centros podem indicar startups qualificadas pelo inovabra habitat para atender demandas de negócios das corporações habitantes e do próprio Bradesco. Além disso, as startups selecionadas passam a ter posições de trabalho disponíveis no espaço físico para uso eventual no inovabra habitat e a poder usufruir dos mais de mil eventos que acontecem durante o ano no local. Da mesma forma, startups do inovabra habitat poderão frequentar os espaços da Acate e do Porto Digital.

Diversos pontos de vista

Barras de aço inox posicionadas simetricamente e que, magicamente, se transformam em um unicórnio. Para isso, basta olhar de um ângulo diferente. Assim é a estátua que será inaugurada no fim deste mês no inovabra habitat, em alusão à figura mitológica que representa startups que atingem um bilhão de dólares de valor de mercado. “O inovabra habitat convida à coinovação por meio da união de muitas visões diferentes. Queríamos que essa lógica estivesse representada de uma forma tangível em nosso espaço, daí a ideia de criar a estátua”, explica Antranik Haroutiounian, diretor de Pesquisa e Inovação do Bradesco. A obra foi desenvolvida a seis mãos pelo Bradesco, agência R/GA e produtora Bolha e será fonte de informações aos visitantes: após escanear um QR Code, as pessoas terão acesso a informações sobre a obra e sobre o inovabra habitat.

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CI&T vai conectar startups do Cubo Itaú com projetos de transformação digital de grandes marcas

Desde o segundo semestre do ano passado, a CI&T, multinacional brasileira com presença global e especializada na transformação digital de grandes marcas, está no Cubo Itaú com um espaço próprio, um “Centro de Design Estratégico”. Nele, as startups residentes podem usufruir de mentoria e acesso à expertise em transformação digital da CI&T, incluindo ferramentas Lean (ou enxuto, processo focado no cliente que simplifica tarefas e elimina desperdícios, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a efetividade da empresa), e metodologias como design thinking, design sprint, analytics e marketing digital.

Agora, a CI&T está anunciando planos para ir além em 2019. A companhia está envolvida em projetos de transformação digital de empresas globais, como Coca-Cola, Itaú, Raízen, Cielo e outras, e iniciou um processo para identificar inovações dentre as mais de 200 startups do Cubo Itaú – maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, fundado em conjunto pelo Itaú Unibanco e a Redpoint eventures – para promover a ponte entre as startups e as necessidades de grandes marcas, imersas em processos de transformação digital.

“O Cubo Itaú é um ecossistema de inovação, onde há startups desenvolvedoras de soluções com potencial de escala e já testadas no mercado. Queremos apoiar essas startups para que tenham sucesso em seus negócios disruptivos, enquanto encontramos oportunidades para inseri-las nos projetos de transformação digital de grandes marcas, atendidas pela CI&T”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T. “Fizemos um mapeamento para entender potenciais inovações e seus mercados, e constatamos soluções para as áreas de big data, fintechs, educação, recursos humanos, saúde, e-commerce, inteligência artificial, marketing digital, mobilidade, entre outras, inclusive de impacto social”, completou.

Outra iniciativa da CI&T será a realização de eventos exclusivos às startups do Cubo Itaú, durante o ano. A agenda de eventos será lançada ainda no primeiro semestre e vai incluir debates de temas voltados às áreas de tecnologia, marketing, experience management, transformação digital, analytics, business e RH.

“Como empreendedor digital e residente no Cubo Itaú, é muito valioso contar com a expertise e apoio de empresas como a CI&T. E não é só a conexão com grandes empresas e potenciais clientes que importa, mas também todo o aporte de conhecimento e experiência de uma empresa de sucesso que já foi uma startup um dia e superou muitos dos desafios que nós, empreendedores, enfrentamos ao longo da nossa jornada”, comenta Frederico Lacerda, CEO e co-fundador da Pin People, startup que utiliza psicologia organizacional, ciência de dados, tecnologia e inteligência artificial para ajudar empresas a medir e melhorar a experiência dos seus colaboradores a partir de diversas soluções de RH, do recrutamento à retenção de talentos. “As perspectivas da parceria com a CI&T são enormes para 2019, já que enxergamos muitas sinergias entre os nossos produtos voltados para Employee Experience e os projetos de transformação digital da CI&T, em especial em um contexto de desafios das organizações em medir, entender e otimizar a experiência de seus colaboradores frente às mudanças culturais e organizacionais”, finalizou.

A co-fundadora da Talent Academy, Renata Betti, ressalta a meta da startup em buscar revolucionar a gestão de pessoas dentro das corporações, centrada no propósito individual de cada colaborador. “A experiência da CI&T com transformações digitais e culturais no mundo corporativo pode nos ajudar muito. Neste momento, estamos desenvolvendo um produto escalável, que pode ser aplicado em qualquer tipo de empresa ou setor, e contamos com a expertise da companhia para nos guiar e evitar erros desnecessários. Ter o apoio de uma empresa que já tem anos de conhecimento na área de tecnologia e service design nos traz muita segurança”.

Para promover a transformação digital de grandes empresas, a CI&T utiliza o pensamento Lean aliado à design para entregas exponenciais. O diferencial está na forma como a filosofia Lean é aplicada, com ferramentas de design, analytics e marketing digital. Esta combinação faz com que a CI&T apoie grandes marcas a alcançar seus objetivos de negócios com velocidade a partir de mudanças de mindset e cultural.

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Jovens talentos enxergam nas startups uma boa oportunidade de trabalho

Por Eduardo Küpper

Em todo o Brasil, estima-se que existam quase 6 mil startups. O número é mais do que o dobro registrado há seis anos, quando o país ainda começava a discutir o modelo e a perceber o nascimento do novo mercado. Em 2012, haviam 2.519 startups cadastradas na Associação Brasileira de Startups (ABStartups). Em 2017, o número saltou para 5.147.

A crescente presença das startups no país tem atraído jovens profissionais recém-saídos da faculdade, que com frequência enxergam nelas uma alternativa bastante interessante de desenvolvimento profissional. Se há 10 anos os jovens talentos preferiam os programas de trainee de companhias consolidadas, as grandes consultorias e multinacionais, hoje o panorama já não é o mesmo. As empresas tradicionais disputam os melhores talentos com startups que, mesmo com pouco tempo de atuação, já têm grande porte e são conhecidas no mercado.

E quais são os diferenciais que permitem às maiores startups saírem ganhando na briga pelos profissionais mais promissores? Em primeiro lugar, elas também contam com os fatores de atratividade existentes nas empresas convencionais: boa remuneração, visibilidade e excelente marca no currículo. Mas a questão principal, talvez, seja a progressão na carreira. Se nas empresas tradicionais os jovens levam alguns anos para avançar no organograma, nas startups esse processo é mais acelerado, e eles podem tornar-se referência em seu setor de atuação mais rapidamente.

A trajetória do Mateus Pinho é um exemplo disso. Ele foi estagiário em uma empresa do portfólio e virou analista rapidamente, antes mesmo de se formar. Optou por se juntar a outra empresa quando terminou a faculdade e, dado a experiência que havia adquirido, tornou-se gerente da área rapidamente e hoje exerce o cargo de CMO (Chief Marketing Officer). Tudo isso apenas dois anos após a formatura. Caso tivesse optado por estagiar em uma empresa convencional, ele, nesse mesmo período, possivelmente não teria tido a oportunidade de crescer nessa velocidade. Não é a primeira vez que vejo isso, poderia escrever sobre outros casos similares. Mas, obviamente, essa não é a trajetória de todos; apenas os melhores veem isso acontecer.

Assim, as startups podem ser uma opção de carreira rentável e compensadora. Caso tenha uma atuação destacada, o jovem pode, em pouco tempo, progredir para posições de liderança e, possivelmente, adquirir os subsídios (e a visibilidade) necessários para abrir seu próprio negócio. Além disso, é importante lembrar que, ao trabalhar em uma startup, o profissional adquire habilidades que também serão necessárias nas companhias tradicionais. E, embora a posição de liderança numa startup seja diferente de uma empresa maior, se ela crescer rapidamente, em dois ou três anos a pessoa estará numa posição de liderança. Assim, caso queira migrar para uma empresa mais tradicional, ele estará devidamente qualificado e poderá inclusive ocupar um cargo de maior senioridade.

Iniciar a carreira em uma startup de sucesso abre inúmeras possibilidades. O profissional se adaptará desde cedo a uma nova maneira de se fazer negócios, baseada na tecnologia. Com certeza, sua carreira será bem diferente da do colega que optar pelo programa de trainees de uma multinacional…

Eduardo Küpper, MBA pela Wharton Business School e MA em Estudos Internacionais pelo The Lauder Institute, na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil- whartonangels@nbpress.com

Startup brasileira aposta em estratégia global e já atende clientes em 150 países

Fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço, a Pipefy, empresa de SaaS, foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado no dia a dia por gestores. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu rapidamente e hoje está presente em 150 países, atendendo a mais de 8 mil empresas: desde pequenos negócios, como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco (EUA), a gigantes como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo.

Com interface intuitiva, ao estilo Kanban, a plataforma permite a execução de novos processos operacionais para departamentos como Serviço ao Consumidor, Recursos Humanos, Financeiro, Marketing e Vendas, possibilitando que sejam postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

Estratégia de expansão para outros países

Para ter abrangência global, o primeiro passo foi ter a plataforma da Pipefy em inglês, desde o produto até o site, além de mídias sociais e campanhas de marketing. Outra decisão foi seguir a estratégia de países como Israel, que trabalham sempre com mercados globais: “É muito difícil ter relevância em targets pequenos”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Quando o Go To Market é global, existem muitos canais de nicho, o que faz com que seja muito mais fácil o trabalho, por exemplo, para a equipe de marketing fazer uma hipersegmentação de cauda longa para mídia paga. Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, diz o empreendedor paranaense.

Oferecer um bom serviço ao consumidor final sem se ter uma base física no país no qual ele é utilizado pode parecer um obstáculo, mas Alessio percebeu um elemento-chave para direcionar essa condição a seu favor. “Nós preparamos a nossa operação para trabalhar com esses países através de cultura – entender como o mercado consumidor de software no local se comporta, sempre respeitando o fuso desses locais. Por exemplo, o brasileiro gosta de marcar reuniões, enquanto o americano gosta de comprar o software de maneira self-service”, conta.

Detalhes que fazem (toda) a diferença

Particularidades de cada país atendido são consideradas na hora de pôr as operações em prática. “Hoje, o fundamental para a Pipefy é ser bem sucedida nos países em que atua. Por isso, preparamos a nossa equipe para trabalhar com diferentes realidades, horários, modos de compra e ciclo de vendas. Temos uma preocupação muito grande com as ferramentas que usamos, desde bons recursos para reunião remota, infraestrutura de voz e dados, DDDs locais para parecer que estamos mais próximos dos clientes e ferramentas de insight sales”, afirma, concluindo em seguida: “A ideia é mostrar que estamos próximos desses clientes e que entendemos as suas necessidades, bem como de que forma preferem se comunicar com a nossa equipe”.

Aproveitando espaços do mercado

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, diz Alessio. “Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças”, pontua. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica.

Experiência customizada de produto

A Pipefy entende que cada negócio é único e é justamente essa singularidade dos processos de cada empresa que pode levá-la à vantagem competitiva sobre os demais concorrentes no mercado.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo”, destaca Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures, que completa: “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy”.

Anúncio de investimentos

Em março deste ano, a Pipefy recebeu o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, além da Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na plataforma, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

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Liv Up é uma das startups selecionadas para o Launchpad Accelerator de São Paulo

A Liv Up, startup de alimentação saudável , comemora mais um momento importante em sua trajetória. Ela foi uma das selecionadas para o Launchpad Accelerator São Paulo, sendo a única do segmento de alimentação. Ao lado de Contentools, Docket, JetBov, Mandaê e Vérios, a empresa deverá implementar as principais tecnologias do Google em seus produtos, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Google Cloud Platform.

O programa, que tem duração de três meses, tem como objetivo ajudar as startups do país a desenvolver seus produtos e tecnologias de maneira a deixa-las mais atraentes, escaláveis e impactantes para seus respectivos mercados de atuação.

Victor Santos, um dos fundadores da Liv Up, afirma que “Participar do Launchpad e trabalhar lado a lado com o time do Google será uma grande oportunidade para desenvolvermos novas tecnologias e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes”.

Nos últimos cinco anos, o Launchpad já ajudou aproximadamente 135 startups dos quatro continentes ao redor do mundo. Dentre esse total, 27 foram brasileiras, incluindo Nubank, QuintoAndar e Love Mondays. Além disso, o país foi um dos três primeiros participantes, depois de Israel (Tel Aviv) e Nigéria (Lagos).

Rappi recebe investimento de US$185 mi e anuncia expansão no Brasil

Sete meses após chegar ao Brasil, depois ser investida pelos principais fundos do Vale do Silício, a Rappi, startup que disponibiliza assistentes pessoais para compras e entregas 24h por dia, anuncia o recebimento de um aporte de 185 milhões de dólares, que será usado para expandir a operação em quatro novas capitais brasileiras e para ampliar as categorias de serviços. Atualmente, a Rappi está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba.

“Sabemos que o bem mais precioso das pessoas é o tempo e a Rappi tem a missão de facilitar o dia a dia de qualquer pessoa nas grandes cidades, onde o trânsito é ruim. Esse valor será usado para expandir nossa atuação e oferecer mais serviços de uma forma prática, segura e cômoda”, explica o Sócio Presidente da empresa, Bruno Nardon. Parte do investimento veio dos fundos Sequoia Capital e Andreessen Horowitz e cerca de $105 milhões vieram da Delivery Hero, empresa de delivery de alimentos. O valor será usado para abrir operações em Recife, Fortaleza, Salvador e Brasília.

Atualmente, a Rappi conta com as seguintes categorias: Supermercados, Farmácia, Restaurante – inclusive, aqueles que não oferecem entrega à domicílio -, Bebidas, Pets, Conveniência e Qualquer Coisa – esta última inclui a compra de qualquer produto, pela qual já receberam pedidos inusitados, como colchão de ioga, viagra, balões de gás hélio, camisinha e piscinas de plástico.

Além da operação brasileira, que deve ser abranger cerca de 15 cidades nos próximos meses, a Rappi está presente na Colômbia (Bogotá, Cartagena, Medellín, Barranquilla, Laureles, Cali e Bucaramanga) e no México (Guadalajara, Monterrey, Pedregal e Cidade do México). São cerca de 2 milhões de usuários em todo o mundo. O usuário pode optar por usar a plataforma via web ou por meio do aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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Pipefy levanta US$16 mi em rodada de investimento Série A, liderada por OpenView Partners e Trinity Ventures

A Pipefy, plataforma de gerenciamento de processos eficientes, anunciou hoje o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, e a Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na startup, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, disse Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade.”

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 8.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro, passando por startups que ja receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“A paixão e a visão de produto do CEO e fundador são cativantes,” disse Dan Demmer, Sócio-Gerente da OpenView, que acaba de se juntar ao Conselho de Administração da Pipefy. “Estamos animados para trabalhar com o Alessio e o resto da crescente equipe Pipefy para continuar o trabalho em cima do sucesso obtido até agora com a transição para um modelo de gerenciamento de processos que não envolve programação.”

A Pipefy se dedica a atender ao mercado global de gestão de processos de negócios, que vale mais de US$7 bi e deve chegar a 2024 valendo mais de US$ 23 bi, de acordo com a Grand View Research. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu muito rapidamente e agora já atende clientes em mais de 146 países. Uma vez implementado em uma empresa, o software é rapidamente adotado a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo,” disse Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures. “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy.”

Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos de TI valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças.

“O Pipefy revolucionou a forma como vemos e construímos nossos processos nas operações da Accenture”, disse Fabiano Guastela, gerente de transformação digital da empresa líder em serviços profissionais de outsourcing. “Sua flexibilidade e facilidade de uso nos permitiram melhorar nossa produtividade e qualidade de entrega”.

O Pipefy elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Sua plataforma permite o gerenciamento ágil de processos, permitindo que os negócios controlem os próprios fluxos de trabalho.

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Como parcerias entre empresas estabelecidas e startups inovadoras podem fomentar o mercado?

Por Fernando Cascardo

Inovação. Essa é a palavra do momento e o conceito que está sob os holofotes dos empreendedores em todo o mundo. Com a tecnologia disponível na ponta dos dedos, os consumidores estão exigentes e almejam por soluções que sejam disruptivas e digitais, que por sua vez, são objetivos de difícil alcance para grandes corporações, que possuem operações amarradas e burocráticas, impedindo a mudança constante que o mercado demanda.

Para atender a esses consumidores, que estão mais dinâmicos e empoderados, as startups apostam em modelos comerciais simplificados, dinâmicos e tecnológicos por meio do desenvolvimento de soluções que estão entre as mais procuradas pelo público. Porém, para serem atrativas ao mercado, as startups precisam estar com seus serviços ou produtos mais próximos da perfeição e com um modelo operacional focado em conversões e crescimento acelerado.

Diante desse panorama, em que as empresas carecem de inovação e as startups de experiência, a melhor alternativa, na qual todos são beneficiados, é fomentar parcerias entre as companhias que já estão estabelecidas em suas áreas de atuação e as startups, que buscam por competitividade. Esse modelo é conhecido como Corporate Venturing (CV), e é uma modalidade de inovação aberta na qual empreendimentos maiores financiam a tecnologia.

Assim, por meio desse movimento de integração, essas associações são capazes de fomentar o mercado ao estimular o consumo por meio do desenvolvimento de soluções completas, algo possibilitado pelo dinamismo das startups e da criação de uma oferta de ferramentas com toda a estrutura e divulgação necessárias, impulsionadas pela experiência das grandes companhias.

As empresas enxergam as startups como ninhos de ideias boas e eficientes para conquistar o público e por isso vão buscar associações. Essa procura agita o mercado e fomenta, além do consumo, a união do novo com a experiência. Além disso, organiza todo o ecossistema mercadológico brasileiro ao equilibrar as demandas dos mais variados setores.

Fernando Cascardo é sócio-diretor do Grupo InterPlayers, desenvolvedora do app GoPharma – um canal completo, com recursos de localização de farmácias, guia de serviços e informações, de busca de produtos, além de um serviço de auto adesão e acesso aos programas de benefícios disponibilizados pela indústria farmacêutica.

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