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Senior contrata nova Gerente Nacional de Canais

Referência em tecnologia empresarial no Brasil, a Senior anuncia a contratação de Fernanda Jordão para o cargo de Gerente Nacional de Canais. Com mais de dez anos de carreira na área de vendas e forte experiência com vendas indiretas – Canais, Parcerias e Alianças – em empresas de software brasileiras e multinacionais, a executiva atuou dentre outras empresas de tecnologia, na Thomson Reuters, onde apoiou o crescimento e desenvolvimento de Canais de Vendas da companhia.

Graduada em Administração de Empresas e Comércio Exterior (Mackenzie, SP), Fernanda fez um curso em Planejamento Estratégico pela Universidade de Berkeley (EUA), antes mesmo do Silicon Valley e a explosão tecnológica na Califórnia ser reconhecida aqui no Brasil. Além disso, recentemente concluiu MBA Internacional pela FIA USP, com extensão em Inovação na Universidade de Vanderbilt (EUA) e realizou visitas técnicas em grandes empresas como Netflix, Google e Coursera, no Silicon Valley.

Com perfil empreendedor, experiência em criação e reestruturação de áreas, processos e escalabilidade de negócios do segmento de Tecnologia, Fernanda morou durante dois anos na Alemanha e, na Senior, tem o desafio de fortalecer os atuais e captar novos Canais de Distribuição da companhia, assegurando desta forma a cobertura de mercado da empresa por meio de vendas indiretas.

Com experiência em construção de equipe e liderança, Fernanda traz para a Senior sua expertise no desenvolvimento de equipe comerciais, interação diária com as áreas-chaves de parceiros e internas das empresas que passou, como desenvolvimento, tecnologia, produtos e marketing. Além disso, tem forte atuação no planejamento, gerenciamento e execução de estratégias para prover informações relevantes para o crescimento do negócio que atua, assim como o engajamento de parceiros neste mesmo crescimento, através de sessões de inovação e capacitações diversas.

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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Empresas brasileiras reconhecem que o software é importante para o crescimento econômico

O aprimoramento do desenvolvimento de software por meio da construção de uma Moderna Fábrica de Software é o cerne do sucesso empresarial na economia digital. Esta é a principal conclusão da pesquisa comissionada pela CA Technologies com mais de 1.200 líderes de TI em todo o mundo.

O levantamento inédito aponta que 100% dos gestores brasileiros entrevistados reconhecem que o software é essencial para o crescimento da economia e 99% deles acreditam nessa importância para o crescimento em novos mercados Neste contexto, 95% afirmam que o software permitirá entregar uma melhor experiência para seus clientes nos próximos dois anos.

Se por um lado a pesquisa mostra que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências de transformação digital, ela também revela as dificuldades encontradas para a implementação de novos processos de desenvolvimento de software e mudança de cultura corporativa: 69% dos entrevistados afirmam que suas equipes de software precisam mudar drasticamente para responder aos desafios da economia digital.

Enquanto apenas 36% dos respondentes acreditam que suas equipes estão preparadas para entregar software de forma contínua e com qualidade, 61% das companhias brasileiras têm dificuldades para encontrar profissionais experientes no desenvolvimento de aplicações. “Além da dificuldade de encontrar os talentos certos, o treinamento e as ferramentas não são suficientes. Apenas 36% dos respondentes afirmam que as empresas oferecem os instrumentos certos e 33% oferecem treinamentos para suas equipes”, diz Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Segundo Bakker, a conscientização sobre a importância do software é fundamental e os resultados da pesquisa mostram que a grande maioria dos gestores (91%) também pensa que o software é essencial para a transformação digital. Para tanto, os entrevistados brasileiros acreditam que as empresas devem focar em três pontos principais: entrega contínua de softwares (93%); implementação da segurança em seus processos de desenvolvimento (93%) e insights dos clientes para melhorar seus produtos (98%).

“Ainda temos muita oportunidade de evolução e desenvolvimento, porque uma parte considerável das organizações brasileiras ainda não encontraram seu próprio caminho para ter processos flexíveis, que permitam acompanhar as demandas de seus negócios”, comenta Bakker. Na pesquisa, apenas 26% das companhias afirmam que possuem processos internos para testar a segurança dos seus softwares e 34% acreditam que as culturas e práticas suportam colaboração no desenvolvimento, operações e segurança da TI.

Os dados globais

A pesquisa mostra o quão relevante é a distância entre os “Mestres da Moderna Fábrica de Software” – os 25% que adotam os princípios de agilidade, automação, insights e segurança – e o restante, considerando uma série de fatores como receita, lucro, liderança executiva e adoção de abordagens e ferramentas inovadoras de desenvolvimento.

Os chamados “Mestres” compreendem e exploram o mundo digital em todos os pilares de suas organizações e, portanto, superam os demais em indicadores-chave de negócios. Quando comparados com o restante dos entrevistados, os “Mestres” apresentam um crescimento nos lucros 70% maior e um aumento de renda 50% maior.

“Há uma indicação clara de que as organizações que adotam práticas modernas de desenvolvimento de software, como agile, automação, machine learning e análises para gerar insights, além de integração da segurança no processo de desenvolvimento, estão obtendo melhores taxas de crescimento”, afirma Otto Berkes, vice-presidente executivo e CTO da CA Technologies. “Se você não tem uma abordagem moderna ao software, juntamente com a fábrica necessária para entregar sua visão, você ficará para trás em um mundo onde os ´mestres´ são os vencedores”, acrescenta.

Metade das organizações “mestres” afirmam que seus executivos estão aptos para sobreviver na economia dos aplicativos, enquanto apenas 18% das empresas convencionais estão prontas para este momento. Essa proporção também acontece quando eles exploram novas estratégias baseadas em software: 53% dos “mestres”, e apenas 18% dos convencionais, utilizam essas táticas.

Entender e oferecer o melhor para o cliente é outro ponto de grande diferença. No grupo dos “mestres”, 61% informam que entendem as necessidades dos seus clientes e se esforçam para atendê-las – contra 22% dos demais entrevistados. Ainda assim, os “mestres” entendem que o risco é necessário e mais de 43% da cultura dessas empresas apoia a assunção de riscos, em comparação a 17% das empresas convencionais.

“A realidade é que o futuro dos negócios está nas mãos dos desenvolvedores e depende de quão bem cada empresa se prepara para oferecer aos times de softwares os meios para aproveitar as oportunidades de crescimento “, concluiu Berkes.

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Brandili melhora a segurança e o controle do negócio com ERP da Infor

A Infor, líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que a Brandili, empresa do setor têxtil, conseguiu ótimos resultados na segurança e melhor controle do negócio com o ERP da Infor.

Novidades

A Brandili enfrentava alguns desafios e precisava melhorar os seus processos de operação. Tais como:

– Controle de todas as etapas do processo produtivo;
– Otimização e integração de processos de negócio;
– Redução de custos;
– Redução de lead time;
– Redução dos níveis de estoques;
– Consistência na base de informações;
– Informações uniformes em toda a empresa;
– Granularidade de informações;
– Redução de erros manuais;
– Pessoas mais direcionadas à análise do que input de informações;
– Implementação do custo real.

O processo de escolha do ERP para a Brandili começou com a definição de uma série de requisitos para atendimento às necessidades atuais e futuras da empresa. Foram convidadas para participar da cotação de preços apenas empresas com renome de mercado e com implantações de sistemas realizadas com sucesso. A Infor foi escolhida em função do atendimento ao maior número de requisitos e, desta forma, foi necessário um menor número de customizações.

Após a implementação, foram anunciados os seguintes resultados:

– Antes do ERP uma nota fiscal era lançada em 5 telas diferentes e havia grande dificuldade de ter a mesma informação em diversos setores da empresa. Após a implementação do ERP a nota fiscal é lançada apenas uma vez e é toda integrada: a mesma informação alimenta todos os setores;
-As compras já são totalmente definidas na requisição de compra: preço, quantidade, prazo, fornecedor, tributos, etc, reduzindo a possibilidade de erros no lançamento da nota;
– Os colaboradores passaram a dedicar mais tempo para análise de informações ao invés de trabalhos operacionais para uma melhor tomada de decisões;
– Automatização de processos manuais;
– Obtenção do custo real detalhado a nível de SKU;
– Fornecimento detalhado de informações para alimentar o planejamento estratégico da empresa;
– Redução de lead time;
– Redução de números de colaboradores em áreas administrativas.
– Acuracidade dos estoques;
– Melhoria na avaliação por parte da auditoria externa;
– Segurança nos controles operacionais;
– A implementação do ERP possibilitou a implementação de solução de business intelligence para controle e acompanhamento diário das principais variáveis do nosso negócio;
– Redução do lead time de fechamento contábil.

“Estamos muito satisfeitos com a implementação do Infor ERP LN. O ERP é muito estável, confiável e possui uma gama ampla de funcionalidades, com a qual conseguimos controlar todos os nossos processos de negócios. Agora, após a implementação do LN a empresa pode se focar em atividades estratégicas que trarão melhores resultados sem se descuidar de seus controles, afirmou Flávia Brandes, Diretora Administrativa Financeira, Brandili.

As organizações já sabem que um mesmo software para todas as empresas não é o melhor, que as funcionalidades específicas são um grande benefício. Infor LN. fornece recursos para apoiar processos, para setores específicos, como a indústria têxtil, e as organizações podem melhorar suas ofertas substancialmente, além de obter mais eficiências. Brandili está assumindo a liderança na forma como atende o seu cliente e estamos orgulhosos de desempenhar um papel integral no apoio à sua transformação empresarial”, diz Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Brasil e Sul da América do Sul.

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Linx expande estratégia Digital com aquisição da ShopBack

A Linx, líder em software de gestão para o varejo, anuncia a aquisição da empresa ShopBack. A companhia tem a plataforma cloud líder para retenção, reengajamento, remarketing e recaptura de usuários, por meio de Big Data e inteligência para engajamento. Cerca de 85% do volume do e-commerce brasileiro trafega mensalmente pela solução da empresa. Com essa aquisição, a Linx se torna líder neste segmento.

Pela ShopBack, a Linx pagará R$ 39 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de específicas metas financeiras e operacionais entre os anos de 2017 e 2019, poderá pagar o valor adicional de até R$ 17.558 milhões.

“Essa mais recente aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Linx de aquisições de tecnologias para o varejo, especialmente as que ajudem nossos clientes a melhorar a experiência de compra dos consumidores. Além disso, seguimos acelerando a migração para a nuvem e criando novas oportunidades em Big Data e inteligência para engajamento”, ressalta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

A ShopBack foi fundada em 2015 como uma exclusiva multiplataforma cloud focada na retenção, reengajamento e recaptura dos 98% dos usuários que abandonam os sites dos clientes sem converter. Hoje conta com mais de 800 clientes entre eles, Webmotors, Nissan, Carrefour, Microsoft, Avianca, Hoteis.com, Bradesco, Arezzo, Schutz, Giuliana Flores, Telha Norte, Sephora, Honda, Renner, O Boticário, Motorola, C&C, Azul, Brastemp, Vivo, Oi.

Histórico das Aquisições Linx

O crescimento sustentável é objetivo da Linx. A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e até hoje foram 23 processos nacionais e um processo internacional (Synthesis, em julho de 2017).

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Morena Rosa aumenta eficiência de suas operações de venda em franquias com ERP Cigam

A Morena Rosa, uma das referências do varejo de moda do Brasil, otimizou suas rotinas nos Pontos de Venda (PDV) franqueados com a solução da Rede Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI). A empresa, que conta com cerca de 1.300 colaboradores diretos e um dos maiores parques industriais de confecção do país, aumentou sua produtividade graças à estabilidade, eficiência e suporte técnico efetivo da ferramenta.

Com unidades fabris e escritórios nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, a Morena Rosa tem uma produção de aproximadamente 2 milhões de peças/ano e operações em mais de 10 países, a companhia precisava de uma solução simples, ágil e que qualquer pessoa pudesse utilizar nas operações dos PDV.

“Nosso sistema anterior gerava dificuldades com pessoas que eram leigas em sistemas de gestão. Trabalhamos com uma gama de colaboradores de perfil variado e nem todos, mesmo com treinamento, conseguiram se adaptar à ferramenta anterior. Isso acarretava acionamentos constante de suporte técnico e este não era sempre eficiente”, explica Álvaro Grolli, do departamento de Franchising da empresa.

A empresa tem uma extensa e complexa demanda nos canais diretos e indiretos. Contando com lojas próprias e franquias Clube Morena Rosa, a companhia vê no ERP Cigam um sistema de gestão que foi pensado com a cabeça do lojista.

“Além da confiabilidade dos dados, um dos principais diferenciais do software é a facilidade de operação. Ele foi desenhado para uma demanda densa de varejo, onde o lojista que utiliza o sistema consegue ter soluções rápidas e fáceis. O PDV não tem tempo para treinamentos ou paralizações de trabalho, pois o foco são as vendas e o atendimento e, nesse sentido a Cigam nos ajudou muito a aumentar a nossa produtividade e otimizar o nosso tempo”, afirma Grolli, que salienta que as reclamações nas lojas e franquias, que antes eram recorrentes, estão praticamente eliminadas.

MOBILE

No projeto, também foram disponibilizadas as soluções para gestão via dispositivos móveis – Android e IoS – da Cigam. Com o Gerencial Mobile é possível o gerenciamento de vendas por meio de smartphones ou tablets, aumentando o controle sobre metas de vendas das lojas, franquias, vendedores, grupos de franqueados, supervisores de campo e demais formas de visualização dos indicadores de sua cadeia de Varejo.

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Tecnologia para aumentar produtividade do agronegócio

Um dos principais motores da economia do país é o agronegócio, com grande destaque para a produção de soja. No ciclo atual, 2017, foram cultivados 2,52 milhões de hectares e a projeção da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), e a estimativa é de que a produtividade média seja a mesma da temporada passada: 51,5 sacas por hectare, mas que a produção cresça 2,4%, passando de 7,601 milhões de toneladas para 7,787 milhões de toneladas, um novo recorde para o estado.

No Brasil, atualmente, contamos com 33 milhões de hectares que produzem 104 milhões de toneladas de soja. Nos próximos 10 anos este número deve saltar para 43 milhões de hectares e o país deverá se tornar o maior produtor do insumo no mundo. Mesmo com a instabilidade econômica e política, o setor primário cresce com força e precisa investir cada vez mais na melhoria de sua gestão. Segundo o diretor da Cigam IC Planejamento, Ricardo Araújo, um bom software de gestão, o chamado ERP, pode aumentar nitidamente a produtividade e eficiência da operação do setor.

“É o momento de investir em melhorias de processos e fazer a empresa funcionar de uma maneira mais fácil. Com a solução da Cigam, ajudamos os players do setor facilitando a gestão financeira, de pessoas, estoques e produção” afirma Araújo.

E são muitos os motivos que justificam o uso da tecnologia na gestão do agronegócio. Com um sistema de gestão adequado às necessidades, é possível aumentar a produção, diminuir custos de insumos, manutenção e logística, tudo isso com sustentabilidade.

O produtor tem que fazer o Planejamento Estratégico da safra, desde a plantação até a colheita, gerenciamento de produtividade, armazéns, riscos financeiros e estar em conformidade com as obrigações tributárias e ambientais – estas duas últimas comumente passam por modificações de órgão públicos e agências reguladoras, como é o caso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que passará a ser exigida pelo Governo, o que requer a atenção redobrada.

“O nosso objetivo é agregar conhecimento tecnológico ao gerenciamento, que acompanhará todo processo operacional do plantio, cultivo e colheita. O ERP aumenta a confiabilidade das informações através da integração de setores, otimiza tempo, amplia a produtividade e reduz controles manuais”, afirma Araújo.

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Só no futebol? – Por Reinaldo Yocida

Na América Latina, notícias sobre a adoção de soluções tecnológicas em clubes de futebol despertam o interesse de torcedores e do mercado. Grandes times, como o River Plate, na Argentina; o Palmeiras, no Brasil, ou mesmo clubes de menor porte, como o do Botafogo de Ribeirão Preto (SP), já aderiram, usufruindo resultados positivos em sua gestão e análise do esporte.

Quinze anos atrás, o cenário era bem diferente. O uso de análises no Esporte ainda era algo estranho para o mercado. Até que os times começaram a vencer com a adoção do Big Data. Treinadores, jornalistas, empresas esportivas e profissionais de todas as áreas ligadas ao esporte acordaram para a nova estratégia. Hoje, estádios em todo o mundo usufruem de soluções tecnológicas complexas, mas de simples adoção e uso, que tornam não apenas o jogo mais competitivo mas também mais atraente para os torcedores, com informações online e muita interatividade. E proporcionam rentabilidade com soluções de e-commerce e ofertas personalizadas.

O que poucos ainda percebem, no Brasil, é que o futebol não é o único Esporte que pode usufruir desse versátil “120 jogador” em seus times. A tecnologia pode otimizar o desempenho de várias outras modalidades, melhorando a gestão de equipes, planejamento de treinamentos, gestão da condição física dos jogadores e a própria visão do desempenho.

Soluções de análise de dados proporcionam inúmeros benefícios, sob várias perspectivas. Os treinadores ganham em assertividade no preparo de treinos (customizados) para os atletas, avaliação de desempenho, desenvolvimento de programa de prevenção de lesões, gestão logística e engajamento das equipes, entre outras vantagens. Aplicativos também podem estimular o compartilhamento de interesses relacionados ao Esporte nas mídias sociais, permitindo que os torcedores acompanhem os jogos de onde estiverem, a partir de qualquer dispositivo, recebendo informações online e real time.

Basquete, Tênis, Vela, Hockey, são apenas algumas das modalidades para as quais já existem ferramentas de alta tecnologia – e simples aplicação – para otimização de seus resultados, o que aumenta o interesse de seus torcedores e estreita o relacionamento com os fãs. Novos sites, com informações detalhadas (associando vídeos e estatísticas) sobre as equipes e jogadores favoritos fazem sucesso em organizações como a NBA, que aumentou seu número de pageviews em 63% já na temporada 2014-2015. Na WTA (Associação de Tênis Feminino), desde 2014, softwares que proporcionam análises de desempenho de tenistas tanto em tempo real quanto após as partidas e aplicativos móveis engajam os torcedores oferecendo tudo que eles precisam saber sobre os eventos e conteúdos exclusivos.

Esportes marítimos também podem ganhar com a tecnologia. A seleção alemã de Vela adotou uma solução que permite aos velejadores analisar com precisão seu desempenho na água para se prepararem melhor. Os espectadores das regatas, por sua vez, acompanham as disputas em mar aberto em imagens 2D e 3D em tempo real, o que dá ainda mais vida aos comentários da TV além de poderem assistir ao evento online on-line, em dispositivos móveis ou em telões no local.

Para os que ainda acreditam que a tecnologia representa apenas gastos com investimentos sem retorno, o aplicativo lançado no início deste ano pela equipe alemã de Hockey, Adler Mannheim, demonstra que ela pode ser uma grande aliada para geração de novos fluxos de receita. A solução oferece vendas on-line de ingressos, merchandising, consumo de alimentos e bebidas e dados contextuais em tempo real, recompensando os torcedores com pontos de fidelidade para cada compra, além de fornecer informações, estatísticas, live ticker e posts de mídias sociais.

O cardápio de Esportes é imenso. E soluções de análise de dados e aplicações em nuvem podem dar mais sabor a esse universo. O futuro, com certeza, é dos atletas, equipes e instituições esportivas digitais.

Reinaldo Yocida, vice-presidente de vendas de soluções analíticas da SAP Brasil

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JEFER Siderúrgica reafirma pioneirismo e investe em projeto de SAP S/4 HANA ENTERPRISE MANAGEMENT no Brasil

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Com enorme sucesso no mercado, a JEFER é uma das principais referências no segmento nacional de siderurgia. Para apoiar o dinamismo e a diversificação de suas linhas de negócios, a companhia buscou uma solução de gestão empresarial baseada em uma plataforma inovadora, robusta, escalável e funcionalmente abrangente. Assim, nasceu o projeto de implantação do sistema SAP S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT, realizado pela AdopTI, consultoria especializada na plataforma de gestão empresarial da fabricante alemã. Quando em operação, a JEFER será a primeira empresa a receber os benefícios do S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT, na qual possui todos os processos empresarias integrados e disponíveis ao negócio em mobilidade, além de atender todos os processos fiscais, estaduais e municipais na plataforma TDF da SAP. O salto no patamar de gestão e eficiência que proporcionará à siderúrgica, viabilizará um plano de expansão ambicioso, cujas metas de crescimento são de 50% nos próximos cinco anos e, 100% em 10 anos.

O S/4 HANA ENTERPRISE MANAGEMENT é considerado a maior inovação da SAP por redefinir a forma como o software corporativo pode criar valor em uma economia digital e conectada. Todo o seu ecossistema foi desenvolvido para tirar proveito da sua potente base tecnológica, modernizar a experiência de usuário em qualquer dispositivo e conectar nativamente o Big Data, a Internet das Coisas, redes de negócios, entre outros benefícios. A JEFER, sediada em Leme, no interior paulista, pretende com esta tecnologia estabelecer uma estrutura robusta, segura e ágil, que ao mesmo tempo simplifique seus processos internos, agilize e potencialize a tomada de decisão em diferentes níveis da organização.

Para a aquisição da plataforma e a implementação do projeto, a JEFER contou com a expertise e apoio da AdopTI, consultoria especializada em SAP, e uma das principais estruturas de suporte e de serviços da plataforma da gigante alemã do interior do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto. A implantação está em andamento e, quando finalizada, contemplará – exceto a área de RH – todos os demais setores da empresa: financeiro, fiscal, logística, controladoria, industrial, compras e vendas. Mais de 500 colaboradores de todas as empresas do Grupo serão beneficiados, sobretudo com a simplificação de processos e apoio à tomada de decisão e assim, a JEFER poderá atender ao mercado de forma ainda mais dinâmica e competitiva.

“Nosso grande objetivo é obter o controle unificado dos negócios e uma maior agilidade na tomada de decisão. Por meio da plataforma S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT teremos essa vantagem competitiva, com recursos remotos em mobilidade, nos permitindo inclusive ampliar as linhas de negócios do Grupo com agilidade e rapidez”, destaca Clóvis Rigo, CIO da JEFER.

Por ser uma empresa familiar, com apenas 17 anos de existência, que experimentou um crescimento acelerado e diversificação de suas linhas, a JEFER teve a complexidade operacional e as necessidades de gestão ampliadas rapidamente. Com os recursos avançados do S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT a empresa passará a mapear e controlar seus processos internos com maior segurança e dinamismo. A nova estrutura e o aparato de recursos contidos na plataforma, entre eles os aplicativos de mobilidade, assim como a simplificação dos processos, potencializarão a gestão e a produtividade, possibilitando programar um grande crescimento da produção, que atualmente é de 30 mil toneladas aço/mês, para 50 a 60 mil toneladas aço/mês.

Silvia Sanches, CFO da companhia, acredita que o sucesso e o diferencial deste projeto estão baseados na experiência e especialização da AdopTI, associadas ao padrão mundial das soluções SAP. “Escolhemos trabalhar com a AdopTI por sua experiência no segmento siderúrgico, pela expertise frente aos concorrentes e principalmente pela segurança e conhecimento que demonstraram acerca das necessidades da JEFER, antes de posicionarem nosso negócio no SAP, a AdopTI fez um estudo e benchmarking em seu laboratório de pesquisa e desenvolvimento, o que proporcionou maior aderência e absorção de conhecimento de nossos usuários de negócios ao SAP”, explica a executiva.

A JEFER Produtos Siderúrgicos foi fundada em 1999 para a produção de tubos e outros produtos da indústria de siderurgia. A empresa familiar tem sede na cidade de Leme e filiais em Betim (MG) e Araguari (SC).

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AdopTI aposta em projetos de inovação para triplicar receita até 2020

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Sempre alinhada às tendências mais inovadoras do mercado, a AdopTI, consultoria exclusiva e especializada na plataforma de gestão empresarial SAP, aposta no potencial de projetos de inovação e demandas digitais para alavancar seus negócios. A companhia colocou em curso uma estratégia de expansão apoiada na criação de um Centro de Desenvolvimento Tecnológico SAP, para viabilizar projetos de tecnologia empresarial de última geração e na segmentação das suas linhas de negócios. Com isso, a empresa que despontou no mercado nos últimos 5 anos, pretende alcançar um faturamento de R$ 45 milhões até 2020.

De acordo com Marcos Pazeto, fundador da empresa e diretor de serviços, a AdopTI compõe um seleto grupo de consultorias pertencentes ao ecossistema SAP, que além da elevada expertise na plataforma ERP tem acesso aos conteúdos técnicos mas atualizados, evoluções tecnológicas e estratégias diferenciadas, que representam atalhos seguros para que os clientes atinjam a inovação. Neste contexto, a AdopTi já está desenvolvendo para uma indústria de São Paulo, o primeiro projeto do mercado brasileiro em arquitetura SAP S/4HANA Enterprise Management com dispositivos móveis, a tecnologia mais avançada da empresa alemã que suporta também aplicações IoT (Internet das Coisas), bem como Big Data e outras inovações. “Nosso diferencial é dispor de um centro de desenvolvimento tecnológico avançado, com laboratório de estudos e testes para a plataforma S/4 HANA, nas áreas Fiscal, Logística, Gestão Agrícola e Commodities, que nos permite realizar simulações da aderência das tecnologias aos processos de nossos clientes, antevendo resultados para garantir o sucesso das operações”, explica.

Para alcançar suas metas a AdopTI investirá R$ 3 milhões na reestruturação da companhia e segmentará sua oferta em quatro frentes de negócios. A área de Consultoria de Negócios e Processos é responsável pelo desenvolvimento do projeto completo, desde a análise das reais necessidades das empresas, definição da plataforma de gestão mais aderente ao negócio, até o término da implantação. Já a Consultoria de Implementação prioriza a execução do projeto com soluções focadas em um módulo específico ou completo. A área de Sustentação de Processo e Plataforma de Gestão foi criada para gerenciar e dar suporte ao cliente por meio de uma estrutura de atendimento integral (24 horas X 7 dias) e em mais de um idioma. A companhia conta ainda com uma robusta Fábrica de Software, responsável pelo desenvolvimento de projetos customizados e de evolução de aceleradores para otimizar o processo de negócios.

O plano de expansão foi liderado e respaldado por Marcos Pazeto, reconhecido no mercado por seu grande conhecimento e experiência em tecnologia SAP, além do seu perfil empresarial visionário e empreendedor. “Para superar 90% de crescimento que realizamos nos últimos três anos com mais de 60 projetos entregues, reestruturamos a empresa para fortalecer os alicerces, pois enxergamos boas oportunidades apesar do atual cenário econômico desfavorável”, ressalta.

Para esta nova fase, a AdopTI reforçou sua diretoria com a contratação de experientes executivos do mercado brasileiro. Liderando a frente de Vendas e Gestão está Luciano Fernandes. O executivo assume o cargo comprometido com o objetivo de auxiliar na expansão da AdopTI e, para isso, considera estratégico impulsionar a parceria com a SAP. “Vamos trabalhar fortemente para aprofundar nossas competências e conquistar novas certificações, além de tornar a empresa um distribuidor SAP”. Entre os novos planos de Fernandes, destaque para a oferta de um centro de capacitação empresa-escola, com universidades para formação de novos profissionais especializados em processos e plataforma de gestão. Segundo Fernandes a estratégia de vendas está calcada em projetos de implantação, de migração de ECC para S/4HANA e de manutenção preventiva de ambientes complexos, em base instalada SAP.

Estrategicamente estruturada na cidade de Ribeirão Preto (SP), capital brasileira do agronegócio, a AdopTI tem atuação nacional, com presença nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Pernambuco. A companhia atende empresas nacionais e multinacionais principalmente dos segmentos agropecuário, logístico, siderúrgico, manufatura, produtos de consumo e utilities.

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Fintech oferece antecipação de recebíveis dentro de software ERP

Quem tem uma pequena ou média empresa sabe que um dos pontos mais sensíveis do negócio é o fluxo de caixa. Vende-se à prazo para os clientes, mas paga-se à vista para os fornecedores. Essa é uma realidade que faz com que muitos empreendedores tenham que recorrer a bancos e factorings para antecipar duplicatas e conseguir capital de giro para fazer o negócio funcionar. A boa notícia é que acaba de ser concluída uma parceria inédita entre uma Fintech israelense, WorkCapital, e o ERP brasileiro Omie, especializado na gestão de PMEs, que promete mudar completamente o modo como se faz essa operação.

Esse recurso de antecipação é amplamente utilizado pela empresária do ramo de móveis para escritório, Aline Silva, de Campinas. Há 15 anos na profissão, ela sempre recorreu a bancos públicos e privados, além de factorings, para antecipar recebíveis. “Vendo para meus clientes em até 10 vezes, mas tenho que pagar meus fornecedores em no máximo 30 ou 40 dias”, revela. Não fosse essa saída, provavelmente sua empresa não teria sobrevivido. Contudo, essa vantagem tem um preço, e não é baixo. “Em média, eles descontam em torno de 6% do que me antecipam”.

Além de cara, a operação também é burocrática. “Mesmo sendo correntista do banco, somos submetidos a uma série de procedimentos, que retardam o processo. O pior deles é que precisamos entregar as notas fiscais assinadas pelo cliente, para comprovar o que há para receber. O problema é que, no nosso caso, vendemos também para outros estados, ficando muito difícil recolher essas assinaturas”, se queixa. É preciso contar ainda com a boa vontade dos funcionários. “Precisamos ficar em cima deles. A análise dos documentos pode levar dois ou três dias para ser concluída. Por sermos pequenos, os bancos não nos levam muito a sério. Não temos poder de barganha. Enquanto isso, ficamos sem saber se teremos o capital ou não”.

Sua realidade começou a mudar há cerca de um mês. Cliente Omie há oito meses, assim que tomou conhecimento da parceria com a WorkCapital, a empresária resolveu testar a novidade. “O máximo que os bancos e factorings com que já trabalhei topavam me antecipar era R$ 5 mil. De cara, a Fintech já me liberou R$ 15 mil, o triplo do que tinha antes”, comemora. O atendimento diferenciado é apontado como uma das grandes vantagens. “É tudo automático dentro do sistema. Simplesmente não tenho mais o desgaste psicológico que tinha com os bancos. Não há nenhuma burocracia e, a negociação para conseguir um limite maior também é super simples. É tão bom que fiquei imaginando onde estaria a pegadinha”, brinca.

Mas, a maior vantagem está mesmo é no bolso. As taxas que ela vem pagando pela operação são, em média, a metade do que pagava a outras instituições financeiras, algo em torno de 3%. “Em apenas um mês, imagino ter feito uma economia de aproximadamente R$ 5 mil. O bom é que, conforme vamos pagando, o crédito é liberado automaticamente. Ou seja, a rotatividade desse valor é grande e simples, o que nos dá muito mais autonomia para nos concentrarmos em coisas mais importantes para o nosso negócio. Agora tenho mais tempo para a minha empresa e não preciso ser maltratada pelos bancos”, evidencia.

Para Marcelo Lombardo, CEO da Omiexperience, empresa desenvolvedora do Omie, o relato de Aline é extremamente gratificante. “Omie foi desenvolvido especialmente para as PMEs e, como acompanhamos as finanças dos nossos clientes em tempo real, junto ao contador, notamos que as altas taxas de juros do Brasil muitas vezes comprometem a saúde financeira das empresas, chegando a inviabilizar a existência de muitas. Resolvemos atuar proativamente para mudar essa situação”, lembra. A comprovação de que esse era o caminho se deu logo na semana do lançamento do serviço. Cerca de 450 empresas solicitaram a antecipação, somando R$ 53 milhões em pedidos.

Segundo Simão Neumark, único brasileiro entre os sócios da WorkCapital, a ideia é promover e ampliar o acesso ao crédito via antecipação de duplicatas com taxas mais baixas, que cabem no bolso dos pequenos empresários. “Fazemos uma análise algorítmica completa da empresa, algo nunca feito no mercado de crédito para PME. Como acompanhamos a contabilidade, o risco de inadimplência é menor, o que nos possibilita trabalhar com taxas menores que as dos bancos”, explica.

Os primeiros clientes já se demonstram plenamente satisfeitos com a novidade. Agora, a empresa planeja novas conquistas. “Os testes foram concluídos com sucesso. Nossa expectativa agora é aumentar o número de clientes que antecipam duplicatas dentro do Omie em X%. Queremos provar que é possível fazer essa operação de forma rápida, segura. Temos certeza que isso pode revolucionar o mercado, à medida que as PMEs se tornarão mais competitivas e menos dependes dos bancos, que tradicionalmente sempre privilegiaram os grandes negócios”, finaliza Lombardo.

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Melhor case SAP do Brasil é da FH pelo terceiro ano consecutivo

Com o objetivo de oferecer uma experiência omnichannel para os consumidores, a DPaschoal focou seus esforços no ambiente CEC (Customer Engagement and Commerce), implementando o SAP Cloud for Costumer (Sales e Service) para gerir carteiras de clientes, vendedores, oportunidades, atividades e, principalmente, iniciar a transformação omnichannel da companhia. Tudo isso foi feito por meio do projeto “CRM 2.0”, realizado pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software. O case conquistou o primeiro lugar no ASUG Impact Awards 2016, principal evento de premiação da comunidade SAP.

O terceiro lugar do prêmio também foi para a FH, com o projeto “HANA.A”, executado para o Aché Laboratórios. O trabalho focado na transformação digital possibilitou o upgrade tecnológico dos ambientes SAP ECC do Grupo Aché para a nova plataforma de banco de dados in-memory SAP HANA, o que garantiu a substituição das transações standard, com menores custos de sustentação no futuro e informações disponíveis de forma analítica, entre outros benefícios.

A entrega do Asug Impact Awards, que destaca os melhores cases de TI do Brasil, foi feita no último dia 6 de outubro, durante a 19ª Conferência Anual da ASUG Brasil. Esta é a terceira vez consecutiva que a FH fica entre os três melhores cases SAP do País, sendo que este é o quinto título ASUG Impact Awards recebido pela companhia.

Em edições anteriores, foram premiados: “Projeto 2154 – Gestão da Cadeia de Suprimentos com AFS e EWM”, realizado para a empresa AREZZO (terceiro lugar/2015); “Projeto Avance – Um novo patamar tecnológico para a Ourofino” (primeiro lugar/2014) e “Grupo Boticário – Gestão de categorias e sortimento em uma plataforma de varejo” (primeiro lugar/2011).

O Asug Impact Awards avalia projetos desenvolvidos por empresas de tecnologia que possuem originalidade, melhores práticas, inovação e que trazem melhorias no nível de serviço. O projeto executado na DPaschoal, com duração de quatro meses e Go Live em abril deste ano, englobou tudo isso e trouxe ganhos reais à empresa do segmento automotivo, que reduziu 73% dos custos em relação às licenças e manutenção sem perdas de funcionalidades ou business capabilities, aumentou em 12% o lucro bruto e em 68% o número de clientes ativos. “Isso foi possível graças à implementação de uma plataforma de CRM mais adequada às necessidades do negócio”, explica Sandro Stanczyk, Gerente de Technology da FH, que coordenou o projeto.

O gerente diz ainda que, ao redefinir a estratégia de CRM, foi possível ter uma visão mais clara de roadmap para a companhia. Durante o evento, Stanczyk reforçou que a premiação traz, mais uma vez, reconhecimento para a FH e às equipes envolvidas no projeto. “Conquistar o ASUG Impact Awards mostra que estamos no caminho certo e reforça o nosso compromisso diário com os nossos clientes, além da confiança e respeito mútuo legitimado pela FH”, completa.

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