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Ranking Connected Smart Cities 2020 aponta São Paulo como a cidade mais inteligente do País

Nos dias 08, 09 e 10 de setembro acontece o evento nacional Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020, mais importante iniciativa de cidades e mobilidade do Brasil e que, em função da pandemia da Covid-19, será apresentado no formato 100% virtual e por meio de plataforma dedicada.

Durante a Cerimônia de Abertura do evento, que aconteceu hoje, às 15h, e contou com a participação de autoridades, representantes de empresas e especialistas nacionais e internacionais, foi divulgado o resultado do Ranking Connected Smart Cities 2020. O estudo, elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, está na 6ª edição e mapeia todos os 673 municípios com mais de 50 mil habitantes, com o objetivo de definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil.

O destaque no Ranking Geral 2020 foi para a cidade de São Paulo, que atingiu a primeira colocação. O segundo lugar ficou com Florianópolis (SC), seguida por Curitiba (PR), Campinas (SP) e Vitória (ES). Em sexta colocação está São Caetano do Sul (SP); seguida por Santos (SP); Brasília (DF); Porto Alegre (RS); e Belo Horizonte (MG).

Além do título de cidade mais inteligente e conectada do Brasil, a capital paulista conquistou, ainda, a primeira colocação nas categorias: Região Sudeste; Cidades com mais de 500 mil habitantes; Tecnologia e Inovação; e Mobilidade e Acessibilidade. São Paulo ficou em segundo lugar nas Categorias Urbanismo e Empreendedorismo; 5º em Economia e 12ª colocação em Governança.

A partir da edição 2019, o Ranking incorporou conceitos e novos indicadores baseados na ISO 37122 -Sustainable Cities And Communities – Indicators For Smart Cities, mantendo-se como a melhor referência para comparação e análise de cidades inteligentes no Brasil. O resultado é apresentado em 4 frentes: geral, por eixo temático, por região e por faixa populacional. O estudo é composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, mesmos eixos temáticos do evento nacional Connected Smart Cities.

“Nesses seis anos de atuação, a Plataforma Connected Smart Cities vem desempenhando papel fundamental junto às empresas, entidades e governos na busca pela inovação, tendo como objetivo fundamental tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas, principalmente no atual momento de pandemia da Covid-19”, comenta a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, Paula Faria.

DESTAQUES SÃO PAULO


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), cita que os destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities 2020 reflete os investimentos feitos em tecnologia nos últimos anos.

“Nós acreditamos que é importante que a cidade seja cada vez mais uma smart city por motivos como: a geração de emprego e renda que, através da tecnologia, proporcionamos as mesmas oportunidades aos jovens da periferia, reduzindo a desigualdade social na cidade de São Paulo (…). Investir em uma cidade inteligente é investir em serviços públicos prestados com alto nível de excelência (…). Outra motivação para investir em tecnologia é ampliar a transparência; possibilitar que a população possa fiscalizar e participar da implementação de políticas públicas e trazer as pessoas para dentro da governança”.

O prefeito também fez referência a importância da tecnologia para o desenvolvimento de outras áreas na capital paulista. “Ter apostado no desenvolvimento da tecnologia, seja por meio de ações realizadas diretamente pela Secretaria de Inovação e Tecnologia, seja por várias ações realizadas nas áreas de educação, saúde, licenciamento, habitação e mobilidade, foi importante e fico muito feliz com o reconhecimento (…). E vale a pena investir em uma cidade mais inteligente para que possamos melhorar a qualidade de vida da população”, disse.

O secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Juan Quirós, comenta que a cidade de São Paulo concentra grande número de empresas e organizações com produtos de base tecnológica, o que torna o ecossistema da capital referência quando se trata de inovação.

“O município também se destaca no que diz respeito à disponibilidade de mão de obra qualificada, com ampla oferta de universidades no setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação). E esses elementos são fundamentais para a construção de uma estrutura que responda rapidamente às demandas sociais e econômicas, e as transformações digitais da atualidade. A Prefeitura tem acompanhado esse movimento a partir de iniciativas e projetos que visam simplificar, facilitar, desburocratizar e ampliar o acesso dos cidadãos aos serviços públicos municipais de qualidade, desde antes do início da pandemia de Covid-19”, conclui Quirós.

SÃO PAULO EM NÚMEROS


Centro financeiro do país, com o maior PIB, e uma das cidades mais populosas do mundo, a capital paulista atingiu a primeira colocação no Ranking Connected Smart Cities, após dois anos na segunda posição do Ranking (edições 2018 e 2019).

São Paulo se destaca em Mobilidade e Acessibilidade, principalmente pela diversidade de modais existentes, e se mantém na primeira posição. Para tanto, foram fundamentais a expansão da Linha de Metrô e construção e planejamento de novas linhas; Aeroporto de Congonhas com mais de 40 destinos (atualmente com obras na pista principal), além de proximidade com o Aeroporto de Guarulhos. Em relação à última pesquisa, houve expansão da capilaridade rodoviária interestadual, com transporte para mais de 900 destinos fora do Estado, além de mais de 400 km de ciclovia e 0,06% dos veículos são do tipo de baixa emissão (última pesquisa eram 0,04% da frota).

A cidade de São Paulo conta com 3 parques tecnológicos e 11 incubadoras e um percentual de 4,1% dos empregos formais no setor de tecnologia e inovação e 4,6% no setor de educação e pesquisa e desenvolvimento, mesmo com a grande diversidade econômica da cidade. São Paulo também apresentou alta de 1,79% do PIB per capita, sendo que 84,7% dos empregos na cidade estão no setor privado. A cidade conta, ainda, com 0,63 empregos formais por habitante na População Economicamente Ativa (PEA); 71,0% da receita municipal não é oriunda de repasses e a renda média dos trabalhadores formais é R$ 3.935.

A capital paulista contempla também 85 pontos de acesso a internet por 100 habitantes e 56,3% das conexões de banda larga com velocidade superior a 34 mb (a última pesquisa apontava menos de 50%). Em 2019, o município recebeu em bolsa CNPQ o equivalente a R$ 14.401 por 100 mil habitantes e quase 1/3 dos empregos formais são ocupados por profissionais com ensino superior.

DESTAQUES DO RANKING CONNECTED SMART CITIES 2020


A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, sendo seis municípios entre os 10 mais bem colocados (em 2019 foram seis e, 2018, sete). Três municípios são da região Sul e um do Centro-Oeste, sendo que as regiões Norte e Nordeste não têm representante entre os 10 melhores. Palmas (TO) está na 32ª colocação no Ranking Geral e Recife (PE) na 15ª. Na classificação por região, destacam-se: no Centro-Oeste, Brasília (DF) com a 1ª colocação no Ranking Connected Smart Cities; no Nordeste, Recife (PE); no Norte, Palmas (TO); no Sudeste: São Paulo (SP); e no Sul: Florianópolis (PR). Jaguariúna (SP) é o destaque das cidades entre 50 e 100 mil habitantes; de 100 a 500 mil: Vitória (ES); e acima de 500 mil habitantes: São Paulo (SP).

Para o Presidente da Urban Systems e sócio da Plataforma Connected Smart Cities, Thomaz Assumpção, o Ranking Connected Smart Cities ano a ano vem auxiliando as cidades a entenderem o seu nível de desenvolvimento inteligente e sustentável, oferecendo parâmetros para que as cidades possam se planejar e criar estratégias para tornarem-se mais humanas e propiciar qualidade de vida a seus habitantes.

“A edição 2020, diferentemente de outros anos, apresentou uma menor movimentação das cidades nas primeiras posições, refletindo a preocupação cada vez maior das cidades brasileiras em manterem e melhorarem seus indicadores. Destaque para o setor de tecnologia e inovação, que apresentaram melhora nos itens de infraestrutura e no setor de educação, que apresentou mais cidades com crescimento em seus indicadores”, enfatizou.

OS VENCEDORES POR EIXO TEMÁTICO


O primeiro lugar em Urbanismo foi para Curitiba; Mobilidade e Acessibilidade: São Paulo (SP); Meio Ambiente: Santos (SP); Empreendedorismo: Rio de Janeiro (RJ); Economia: Barueri (SP); Tecnologia e Inovação: São Paulo (SP); Saúde: Vitória (ES); Educação: São Caetano do Sul (SP); Segurança: Ipojuca (PE); e Governança: Balneário Camboriú (SC).

DIAS 09 E 10 DE SETEMBRO – CONNECTED SMART CITIES E MOBILITY DIGITAL XPERIENCE 2020


Iniciativa da Necta, a 6ª Edição do Connected Smart Cities e Mobility acontece até a próxima quinta (10/09), em formato totalmente virtual, e tem o objetivo de debater amplamente iniciativas que possam revolucionar o mercado de smart cities e mobilidade urbana no país, considerando o atual cenário da Covid-19, por meio da interação dos principais atores. A edição 2020 traz, ainda, a Expo Virtual, que apresentará soluções para o mercado de cidades e mobilidade, por meio da presença de empresas nacionais e internacionais.

“Essa edição é histórica e a nossa expectativa é reunir mais de 3 mil participantes, representantes de governo, empresas, entidades e especialistas nacionais e internacionais para debater o futuro das cidades brasileiras, incluindo o contexto da Covid-19. Destacamos ainda o Fórum, que contempla mais de 70 sessões distribuídas em 11 palcos virtuais simultâneos, 300 palestrantes nacionais e internacionais, somando 140 horas de conteúdo”, comenta Paula Faria.

“A decisão do formato online é pioneira no país para eventos com esta dimensão e envolve gestores de todas as regiões do Brasil, além do alcance internacional. O formato 2020 atende a nossa realidade atual, onde as mudanças na vida pessoal e profissional da sociedade em geral são necessárias, inclusive, por uma questão de saúde pública”, concluiu a idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility e CEO da Necta, Paula Faria.

PRÊMIO CSC DX
O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam ser mais inteligentes. A apresentação dos empreendedores do Prêmio 2020, acompanhamento dos insights da banca e o anúncio dos ganhadores acontece no segundo dia do evento (09/09), a partir das 09h.


Connected Smart Mobility Digital Xperience
Data: 08, 09 e 10 de setembro de 2020
Local: 100% digital
Mais informações: http://evento.connectedsmartcities.com.br/
Programação:http://evento.connectedsmartcities.com.br/programacao-evento-nacional/
Inscrições:http://evento.connectedsmartcities.com.br/inscricoes/

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Edição 2020 do Connected Smart Cities e Mobility será digital e alinhada ao cenário atual

Com agenda confirmada para os dias 09 e 10 de setembro de 2020, a 6ª edição do ConnectedSmart Cities e Mobility será digital e totalmente alinhada ao cenário atual do país, bem como ao mercado mundial, que busca novas ferramentas e tecnologias para promover ações e iniciativas para o desenvolvimento das cidades em meio à pandemia de Covid-19. A decisão do formato online é pioneira no país para eventos com esta dimensão, que reúne mais de 3 mil pessoas, envolve gestores de todas as regiões do Brasil, além do alcance internacional.

Iniciativa da Necta e a que que mais gera resultados para o mercado de cidades inteligentes do Brasil, o evento envolve governos, empresas, entidades e especialistas nacionais e internacionais, com o objetivo de debater amplamente iniciativas que possam revolucionar o mercado de smart cities no país. Com o atual cenário do Coronavírus, o papel da Plataforma expandiu o alcance e tem cumprido o papel de reunir os principais atores e buscar soluções para minimizar os impactos da pandemia nas cidades.

De acordo com a idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility e CEO da Necta, Paula Faria, o novo formato do evento 2020 é especial e vem ao encontro da realidade atual, onde as mudanças na vida pessoal e profissional da sociedade em geral são necessárias, inclusive, por uma questão de saúde pública.

“Mesmo com a agenda para setembro e entendendo que o cenário no segundo semestre possa ser de retomada das atividades, decidimos pela realização do evento no formato online. Nesse sentido, consideramos a questão da locomoção dos agentes públicos, principalmente, e demais públicos da Plataforma, que demandaria investimentos financeiros por parte dos governos e, ainda, teríamos a aglomeração de pessoas, visto que a iniciativa reúne mais de duas mil pessoas”, disse.

A executiva reforça que outros pontos também pesaram na decisão, como o sucesso das séries online que a Necta vem realizando no contexto da Covid-19, com foco no transporte aéreo, mobilidade, cidades, além do novo marco legal do saneamento básico, bem como a proposta de conectividade e tecnologia trabalhada pela empresa no contexto de smart cities, com ênfase para a campanha preparada para o evento, que demonstra a importância do lado humano e da conexão das pessoas em um momento de isolamento social, mesmo que em um ambiente virtual.

“O resultado alcançado em função das séries online que estamos realizando foi fundamental para a decisão, mas considero como primordial, também, as ferramentas e tecnologias que dispomos paraentregar um evento além das expectativas do formato presencial, com reuniões de negócios, feira virtual com expositores e total interação entre os diferentes atores, além da nossa responsabilidade com o nosso ecossistema. Com a antecipação da confirmação da agenda, também proporcionamos melhor planejamento aos participantes do Connected Smart Cities e Mobility. Sem dúvida, teremos uma edição diferente e incrível”, enfatizou.

Acompanhe os diferenciais que a organização do Connected Smart Cities e MobilityDigital Xperience preparou para os participantes em 2020

A organização do evento está trabalhando no desenvolvimento de uma plataforma dedicada ao novo formato, tendo como objetivo garantir um ambiente onde seja possível a conexão e a interação entre osparticipantes, proporcionando o engajamento antes e durante a realização do evento, por meio de uma experiência digital simples e intuitiva.

Além da plataforma CSCM DX, o evento contará com um aplicativo exclusivo que será disponibilizado para todos os inscritos a partir de julho de 2020, momento em que terá início uma série prévia de eventos e que serão disponibilizados somente para os inscritos na edição. Já para facilitar o acesso aos assuntos de interesse do público, será implementado no aplicativo canais exclusivos para apoiar as discussões e a troca de informações entre os participantes sobre: Empreendedorismo; Energia; Governança; Meio ambiente;Mobilidade PPPs; Saúde; Tecnologia; e Urbanismo; além dos temas relacionados à Mobilidade, no contexto do Connected Smart Mobility.

FÓRUM CSC DX

O Fórum contará com a participação de especialistas nos temas abordados explorados no evento e apresenta experiências concretas de iniciativas realizadas em smart cities ao redor do mundo, contemplando os temas: Cidades Conectadas; Urbanismo Sustentável nas Cidades; Cidades Participativas e Engajadas; Cidades Empreendedoras; Cidades Humanas, Resilientes e Inclusivas; e Cidades Prósperas.

RANKING CSC DX
Feito com o objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, o Ranking Connected Smart Cities trará indicadores desenvolvidos pela empresa de consultoria UrbanSystems- em parceria com a Necta, que vão qualificar as cidades mais inteligentes do país.

O resultado do ranking 2020 contará com a participação dos representantes das cidades premiadas e será transmitido online e ao vivo para os inscritos e pelas redes sociais do CSC.

PRÊMIO CSC DX

O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam ser mais inteligentes. As apresentações dos empreendedores do Prêmio 2020, acompanhamento dos insights da banca e o anúncio dos ganhadores será transmitido ao vivo para os inscritos e pelas redes sociais do CSC.

EXPO VIRTUAL CSCM DX

Serão quatro opções de estande na expo virtual CSC DX: Apresentador, Platinum, Diamante e Ouro, e Prata.

RODADAS DE NEGÓCIOS CSCM DX

No CSC DX as rodadas de negócios serão realizadas em salas digitais com o apoio técnico de nossa equipe para dar todo o suporte necessário para nossos patrocinadores realizarem as reuniões virtuais com as organizações indicadas no agendamento.

RESUMO CSCM

Na 6ª edição, o Connected Smart Cities e Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas alcançadas mensalmente, 9 mil participantes, 9.300 participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Negócios, 500 marcas participantes, 250 painéis de discussão, 750 palestrantes, além de mais de 230 Apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019, contou com a participação de aproximadamente 300 municípios.

Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience
Data: 09 e 10 de setembro de 2020
Local: 100% digital
Mais informações: www.connectedsmartcities.com.br
Organização: Necta (www.nectainova.com.br) e Urban Systems

Unisys anuncia 2ª edição de Hackathon em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia

Com o tema “Making Smart Cities Safer”, estão abertas as inscrições para a segunda edição do Hackathon da Unisys, em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia. A edição 2019 do evento acontece em 23 de maio, durante a Semana Mauá de Inovação, Liderança e Empreendedorismo (SMILE), na unidade do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano do Sul (Grande São Paulo). O evento promete atrair mais de uma centena de participantes e abordará a segurança digital das cidades inteligentes.

Os interessados podem inscrever-se para a maratona tecnológica em equipes de três a cinco membros, pelo site do evento http://hackathonunisys.com.br, até 30 de abril. As premiações totalizam R$ 6 mil reais, dos quais R$ 3 mil são para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O primeiro colocado também terá a chance de apresentar o projeto vencedor ao board de executivos da Unisys e receberá mentoria da empresa nas áreas de cibersegurança e negócios por três meses.

“O principal objetivo de nosso Hackathon, em parceria com a Mauá, é fomentar inovações na área de segurança digital dos centros urbanos. A tecnologia tem desempenhado uma função cada vez mais importante para os cidadãos e governos, ajudando a solucionar os desafios da transformação digital, e a segurança cibernética tem papel fundamental nesse processo. O Hackathon é uma maneira de incentivarmos o surgimento de boas e novas ideias, que impactarão positivamente a vida das pessoas”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para a América Latina.

Para o professor Everson Denis, gestor dos Hackathons na SMILE, as maratonas tecnológicas são importantes, porque proporcionam troca de experiências entre os alunos e o público externo, ajudam a reforçar a integração das áreas de atuação da Mauá (Administração, Design e Engenharia) e estreitam o relacionamento com empresas e profissionais que atuam no mercado.

“Os participantes poderão ampliar seus conhecimentos, desenvolver a criatividade, trabalhar em equipe, tomar decisões, definir ações estratégicas, fazer networking, estimular o empreendedorismo, participar de um projeto real e colaborativo, além de deixar um legado para a sociedade”, afirma o professor Everson.

A competição é aberta a participantes de todo o Brasil com idade igual ou superior a 16 anos. É recomendável que os times sejam formados por integrantes com habilidades em áreas diferentes e complementares (como Engenharia, Tecnologia, Comunicação, Administração, Marketing, Design etc.) para as equipes reunirem tanto conhecimento técnico, quanto soft skills, a fim de estruturarem o projeto que será avaliado pela comissão julgadora, formada não apenas por executivos da Unisys e professores da Mauá, mas também por clientes e parceiros.

Na seleção dos candidatos, a equipe de jurados avaliará informações técnicas, inovação dos projetos, cumprimento dos prazos e habilidade das equipes, a partir do documento fornecido para avaliação antes da competição e durante as atividades desenvolvidas no dia da maratona. O anúncio dos participantes selecionados para a competição será feito no dia 10 de maio no site oficial do evento (http://hackathonunisys.com.br).

Ao se inscreverem, os candidatos terão de optar por um dos quatro temas-chave, no qual se basearão para desenvolver seus projetos. São eles:

1. Smart Networks – exercício utilizando a plataforma Stealth* da Unisys, para projetar soluções de proteção para um ambiente público conectado por redes inteligentes e/ou que contenham dispositivos IoT, para conter e isolar a ameaça e permitir a continuidade dos negócios;

2. Zero Trust – exercício para idealizar solução de gerenciamento de vulnerabilidades que possa alertar cidadãos, empresas e autoridades competentes sobre níveis de riscos e/ou ameaças proeminentes e, assim, contribuir para infraestruturas mais resilientes;

3. Safer Traffic – proposta que utilize dados públicos (estruturados e não estruturados) para fornecer informações e/ou análises que possibilitem o deslocamento mais fluido e seguro de pessoas em áreas urbanas;

4. Better Place – criação de uma solução que corrija ou aperfeiçoe um processo, serviço ou estrutura identificada no campus da Mauá, tendo como prioridade o tratamento da segurança lógica e física.

*Participantes que optarem pelo tema número 1 terão acesso a um treinamento disponibilizado gratuitamente pela Unisys sobre a plataforma Stealth™.

Hackathon Unisys e Mauá

Tema: “Making Smart Cities Safer”

Data: 23 de maio de 2019

Local: Instituto Mauá de Tecnologia – São Caetano do Sul (Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul – SP – Brasil)

Horário: 7h30 às 19h

Inscrições e informações: http://hackathonunisys.com.br

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Projeto do Inatel habilitado pelo BNDES vai transformar Santa Rita do Sapucaí em uma cidade inteligente

Santa Rita do Sapucaí está prestes a se tornar uma cidade inteligente. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de habilitar o Inatel para a execução de um projeto piloto que será conduzido em parceria com a Prefeitura Municipal de Santa Rita do Sapucaí (MG), com as empresas Ericsson e TIM, e com as startups Pixel, Das Coisas, Fractum e Laager. Após a execução, a ideia é ele seja replicado também nas cidades de Caxambu (MG) e Piraí (RJ).

O projeto prevê a implantação de soluções inteligentes para iluminação, segurança e rastreamento de veículos, dentro do contexto de Internet das Coisas. De acordo com Marcelo Goldenstein, engenheiro do BNDES, o projeto foi selecionado e habilitado, mas ainda precisa cumprir diversos requisitos e ser submetido à aprovação da Diretoria. Após a liberação dos recursos, que deve ocorrer dentro de seis meses, a instituição terá 24 meses para disponibilizar as aplicações.

“O primeiro passo será conectar os postes da cidade para criar uma rede cobrindo todo o município. Com isso, será possível habilitar os serviços inteligentes de iluminação. Na sequência, serão instaladas câmeras de segurança em todos os postes. Com o ambiente preparado, será possível posteriormente implantar outras tecnologias, como soluções de identificação facial, estacionamento inteligente etc. Portanto, a intenção é que o projeto induza o surgimento de novas soluções que atendam às necessidades do município”, explica o gerente de Desenvolvimento de Negócios do Inatel, Leandro Guerzoni.

A iniciativa integra as ações do Inatel Smart Campus, que tem como uma de suas finalidades estender os resultados das pesquisas realizadas dentro da instituição para a comunidade. O novo projeto dará sequência ao projeto experimental que ocorreu no passado, quando o Inatel instalou 18 câmeras de monitoramento na cidade.

Para o prefeito de Santa Rita do Sapucaí, Wander Chaves, o projeto trará inúmeros benefícios para o município, bem como para os cidadãos santa-ritenses. “É de extrema importância termos esse apoio para implantar melhorias na iluminação e segurança pública. Essa iniciativa vai impulsionar o desenvolvimento econômico e social de nossa cidade”, destacou.

As ações irão estimular ainda o desenvolvimento das startups do Vale da Eletrônica, como a Fractum, fabricante de soluções em RF. Segundo o empresário André Leite, a expectativa com este projeto é bem alta, pois poderá abrir novos mercados para a empresa além de trazer inúmeros benefícios para a população. “Poder beneficiar nossa cidade com a nossa tecnologia é um dos nossos grandes orgulhos. Empregar nossa tecnologia no sistema de iluminação pública permitirá implementar diversas outras ações futuras de IoT” ressaltou.

O projeto se tornou viável em função da parceria com grandes empresas do setor de TIC, como a TIM e a Ericsson, que vem trabalhando em conjunto e investindo no desenvolvimento tecnológico da rede.

A rede 4G, ativada comercialmente pela TIM em Santa Rita do Sapucaí, desde o ano passado, é a primeira no Brasil habilitada com a funcionalidade NB-Iot, que permite viabilizar a criação de soluções inteligentes para a cidade. “A TIM acredita que a Internet das Coisas é um dos pilares da reinvenção digital dos modelos de negócio, habilitando modelos mais eficientes e destravando novas oportunidades de negócio. Com esse espírito, a TIM é uma entusiasta e pioneira na implementação do Narrow Band IoT (NB-IoT) no Brasil e na América Latina, uma rede de internet móvel dedicada a conectar as Coisas. O NB-IoT é um padrão global de conectividade das coisas com benefícios evidentes para os seus desenvolvedores, tais como: menor consumo de energia, menor custo de componentes – escala global, maior alcance de cobertura em prédios e subsolo, maior segurança e confiabilidade de rede, tudo isso sobre a maior cobertura 4G do Brasil”, explica Janílson Bezerra, head de Innovation & Business Development da TIM Brasil.

“Com a população já conectada através dos celulares, nosso foco nesta parceria será em permitir que a nova geração de dispositivos se utilizem da mesma conectividade fornecida pelas operadoras para trazer benefícios tanto às municipalidades – como redução de custos e gerenciamento integrado de recursos –, quanto aos cidadãos, que poderão usufruir de mais segurança e organização. A Ericsson se posiciona como agente tecnológico desta mudança, integrando as camadas do ecossistema (dispositivos, conectividade, aplicações) e permitindo que novas ideias sejam rapidamente convertidas em soluções práticas”, diz Leandro Nobre, CTO da Ericsson para a TIM.
Realizada em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC), a chamada do BNDES recebeu 53 planos de projetos-piloto, dos quais 15 foram selecionados e receberão aporte de 50% do valor total do projeto.

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2019 será o ano de preparar o terreno para os smart buildings

Por Jaxon Lang

Tendências muito abordadas em 2018, Internet das Coisas, análises de dados, conectividade wireless, mobile edge computing (MEC), cabeamento e definições de novos padrões serão os principais impulsionadores de mudanças no mercado de prédios inteligentes, os chamados smart buildings, nos próximos meses. Elas serão as responsáveis pela convergência e pela tendência de preparação, conforme os prédios se transformam na base para campus e cidades inteligentes. Olhando para o futuro, 2019 será o ano da preparação e convergência, com os administradores e proprietários de edifícios estabelecendo as bases para os futuros desenvolvimentos destinados a atender às novas demandas.

Dados são essenciais para a transformação

Em 2018, muito se falou sobre a importância da integração na transformação de um edifício em um verdadeiro smart building. O advento da Internet das Coisas, no entanto, significou que não se trata apenas de integração de redes e de conectividade, mas também da tecnologia que as complementa. Sensores de IoT, por exemplo, podem suportar volumes altíssimos de dados e também uma variedade de informação que não temos acesso ainda, mas que em um futuro próximo precisaremos. No fim das contas, para a transição para um smart building, será necessário o aproveitamento de todos os dados disponíveis nesses novos sistemas (muitos deles já estão implantados), e de todos os dados do sistema legado de edifícios. E então utilizar essas informações para tomar as decisões que irão otimizar a “saúde” do empreendimento e sua manutenção.

Podemos fazer algumas suposições sobre como isso irá se desenrolar, mas é impossível saber exatamente o que nos espera. O melhor conselho que podemos dar aos donos de negócios é para se adequarem e atualizarem seus sistemas e estruturas para suportar o grande volume de dados, e que também sejam flexíveis o suficiente para permitir o uso de futuros sistemas que serão lançados. Em vez de tentar adivinhar que solução analítica será adotada pelo mercado, a melhor estratégia será habilitar um prédio a gerar o máximo possível de dados, assim oferecendo hoje flexibilidade para a plataforma de análise que virá.

Conectividade wireless

Com a evolução da Internet das Coisas e a crescente geração de dados, veremos fabricantes e revendas disponibilizando dispositivos para todo o tipo de equipamento, desde conexão básica até a coleta de dados, além da convergência de tecnologias. A exigência de latência ultrabaixa em alguns desses dispositivos e de redes com fio e sem fio que permitirão seu funcionamento, vai gerar adoção cada vez maior de MEC, com a capacidade computacional e de armazenamento sendo movida cada vez mais para a borda da rede. E, embora muitos dispositivos de Internet das Coisas, como sensores, não exijam muita largura de banda, todos eles necessitarão de conectividade com redes. Veremos, portanto, um maior uso de conexões wireless dentro dos edifícios, por conexão Wi-fi ou celular, especialmente agora que o 5G está chegando. O suporte na mudança de 1 Gbps para 7-8 Gbps na taxa de transferência por usuário, que é um dos casos de uso do 5G, indica que os donos de edifícios comerciais precisam fazer o upgrade de seus sistemas Cat 5 Ethernet para o Cat6A. O sinal 5G utilizará altas frequências que não conseguem penetrar com qualidade nos edifícios, por isso é necessária uma infraestrutura Cat6A para a adesão da tecnologia 5G.

Cabeamento e padrões

As tendências wireless podem ditar o ritmo de adoção de cabeamento nos edifícios. Energia é outro item que está ditando as mudanças nos edifícios. Por exemplo, em setembro de 2018 foi apresentado o padrão mais recente para Power of Ethernet (PoE) de quatro pares, o IEEE 802.bt, que introduziu dois tipos de energia adicionais – Type 3, para mais de 55 W, e Type 4, entre 90 e 100 Watts. Como resultado, podemos esperar uma proliferação do número de dispositivos com maior foco na entrega de energia em cabeamento estruturado do que com largura de banda.

Os padrões mundiais como esses serão cada vez mais importantes no mercado global, afinal de contas, diferentes regiões possuem exigências diversificadas. Com a abordagem baseada em padrões tecnológicos e na sua implementação, porém, e com conselhos como do IEEE mantendo uma presença global e consciência cultural, será possível para os negócios competirem em um campo relativamente equilibrado, enquanto permanecem suficientemente flexíveis para acomodar diferenças regionais.

Em busca da convergência

Algumas operadoras já começaram a fazer a convergência de redes com fio e sem fio e isso continuará ao longo de 2019 e além. Com as redes wireless cada vez mais predominantes, será necessário, por exemplo, o acompanhamento com suas contrapartes com fios, componentes que tendem a ser envolvidos no backhaul. Desenvolvimentos na tecnologia PoE trarão a convergência entre a entrega de energia e largura de banda, e essa tendência também será vista nas soluções de automação dos edifícios, como o AIM (gerenciamento inteligente da automação, da sigla em inglês), na rede com fio. Enquanto essas soluções são comumente conectadas por links proprietários, podemos esperar uma mudança para a conectividade com base em Ethernet, com fio ou sem fio.

Base para o futuro

Embora muitas dessas tendências já tenham sido discutidas em 2018, podemos colocar 2019 como um ano de preparação antes que muitas delas entrem no mercado com força total. Mesmo que estejam apenas preparando o terreno para estruturas com fio e sem fio, para análise de dados, ou para o cabeamento dentro dos edifícios, decisões são tomadas hoje para empreendimentos que estarão disponíveis pelas próximas décadas. Desenvolvimentos em processos como Internet das coisas, 5G, MEC e novos padrões em PoE significam que a tecnologia está mudando rapidamente, e que nem sempre é possível ter certeza do que está por vir. Nesse cenário, é importante que essa fundação forneça flexibilidade para as tecnologia e serviços que virão a seguir.

Smart building, smart campus, smart city…

É possível ver a transformação começando em edifícios e seguindo para o campus inteligentes e para smart cities. A evolução de prédios tecnológicos para smart buildings está atingindo também a estrutura de universidades em vários edifícios ou mesmo em um mix com centros comerciais que representam o exemplo mais recente de integração em ação. Um smart building usará as informações disponibilizadas pelos sistemas, enquanto o campus inteligente usará as informações fornecidas por esses prédios. Com o uso de redes wireless ou fibra óptica na integração dos empreendimentos imobiliários que compõem essas estruturas, decisões podem ser tomadas para a comunidade como um todo, em áreas como uso da água e de eletricidade. A criação dessas redes, e a integração de cada estágio, irão gerar mais dados, permitindo a tomada de decisões mais abrangentes.

Para o setor de edifícios, 2019 será um ano de muita ação, motivado pelo impacto de tecnologias como a Internet das coisas, assim como novidades com e sem fio. Isso levará à convergência de estruturas e da tecnologia que será adotada não apenas nos prédios, mas nas universidades e nas cidades inteligentes como um todo.

Jaxon Lang, vice-presidente da CommScope

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Grandes nomes do urbanismo abordam desenvolvimento inteligente das cidades no 8º Complan

A 8ª edição do COMPLAN – Seminário sobre Comunidades Planejadas, Loteamentos e Desenvolvimento Urbano – promovido pela ADIT Brasil (Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil), acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro, em Fortaleza, no Ceará.

Neste ano, o evento homenageará o fundador da Alphaville, Renato Albuquerque, por sua contribuição no mercado com o painel “Legado ADIT: Uma vida que valeu a pena ser vivida”, que contará com Felipe Cavalcante e Sérgio Villas Bôas, presidente e vice-presidente da ADIT Brasil, respectivamente, além de Paulo Toledo, da CIA Inteligência Imobiliária.

Mais uma vez, o encontro reunirá os players do desenvolvimento das cidades, como arquitetos e urbanistas, agentes públicos, construtoras, incorporadoras, loteadoras, escritórios jurídicos, instituições financeiras, redes hoteleiras, investidores, proprietários de terrenos, entre outros, para discutir inovação, sustentabilidade, novas tecnologias, regulamentação e demais temas de interesse da área.

O evento promoverá diálogo e atualização sobre como o setor imobiliário pode auxiliar na qualidade de vida da população ao exercer as melhores práticas do urbanismo nas cidades. “Projetos previamente finalizados foram transformados completamente após o conhecimento das melhores práticas e tendências mundiais apresentadas no evento”, comenta Felipe Cavalcante.

Programação

Entre os palestrantes, destaca-se a presença do fundador do escritório Zedfactory, Bill Dunster, que é considerado um dos maiores expoentes mundiais em desenvolvimento sustentável e, graças ao seu trabalho, foi homenageado pela Coroa Britânica como Oficial da Ordem do Império Britânico (OBE).

Na palestra do britânico, que tem como tema “ZEDlife Urban System”, os participantes irão entender como planejar a transição de cidades poluídas, congestionadas, barulhentas e dependentes de combustíveis fósseis em comunidades urbanas de maior valor, projetadas em torno de uma economia circular.

Já o arquiteto e urbanista Maurício Duarte, que atua em um dos mais importantes escritórios de arquitetura e urbanismo do mundo, o Gehl Architects, apresentará os melhores métodos utilizados no escritório dinamarquês aplicados em bairros planejados.

O fundador e editor do site Caos Planejado, Anthony Ling, é outro nome confirmado para esta edição. Conhecido por pensar em práticas urbanísticas de forma inovadora, Anthony apresentará o conceito “Comunidade planejada como uma startup urbana” durante o Complan.

Enquanto Caio Esteves, fundador da primeira agência brasileira dedicada à construção e fortalecimento de marcas-lugar, a Places for us, mostrará na palestra “Place Branding e Placemaking”, como potencializar um lugar (cidade, bairro, estado, entre outros espaços urbanos), por meio do diálogo com os principais stakeholders, explorando a vocação e identidade do espaço, entendendo o que só aquela localidade tem de única.

E para falar sobre vendas no segmento imobiliário, a ADIT contará com o diretor da empresa de consultoria Suahouse e do Grupo Zap Viva Real, Marcelo Dadian. Com ampla experiência em marketing e inovação, Dadian apresentará o tema “Como a tecnologia pode ajudar a vender mais e controlar seus leads”, abordando as vantagens de gerenciar as informações de potenciais clientes e as formas de usá-las e ter mais chances de gerar vendas.

A programação completa está disponível em adit.com.br/complan/programacao-complan-2018/
Inovação

Este ano acontece ainda o COMPLAN Tech, chamada pública para selecionar empresas de tecnologia com soluções para problemas de desenvolvimento urbano, mobilidade, gestão de espaços públicos e comunidades. Uma comissão selecionará quatro finalistas, que terão a chance de apresentar seus projetos inovadores para empresários e gestores públicos presentes no seminário, gerando novos negócios.

No encerramento do Seminário serão realizadas visitas técnicas para Eusébio, Porto das Dunas ou Pecém, de acordo com a opção do congressista, onde serão conhecidos empreendimentos com soluções inovadoras.

COMPLAN 2018

Data: 22 e 23 de outubro

Local: Fortaleza (CE)

Horário: das 8h30 às 20h30

Site do evento – www.adit.com.br/complan/

Mais Informações – (82) 3327-346

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Ranking Connected Smart Cities 2018 aponta Curitiba como a cidade mais inteligente do País

Durante a Cerimônia de Abertura do Connected Smart Cities, que ocorreu hoje (04/09), em São Paulo, foi divulgado o resultado do Ranking Connected Smart Cities 2018, principal estudo sobre cidades inteligentes do Brasil e realizado pela Urban Systems, em parceria com a Sator. O Ranking, que conta com a participação de cerca de 700 cidades, analisadas a partir de 70 indicadores, apontou Curitiba como a cidade mais inteligente e conectada do País, seguida por São Paulo (SP), Vitória (ES), Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ) na 10ª colocação. A capital paranaense conquistou, ainda, o 1º lugar nas categorias: por Faixa Populacional com mais de 500 mil habitantes, Região Sul e Governança. Curitiba se classificou em 2° lugar em Empreendedorismo e Urbanismo e em 3º na categoria Tecnologia e Inovação.

Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: Geral, por Eixo Temático, Região e por Faixa Populacional. O Ranking é composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities.

O Prefeito de Curitiba, Rafael Greca, enfatiza que as ações desenvolvidas pelo Connected Smart Cities têm contribuído para a cidade se tornar uma cidade mais inteligente. “Desde o início da minha gestão, em 2017, a capital paranaense vem recuperando sua capacidade de inovar e ser novamente referência nacional também na gestão pública. O município tem o compromisso de melhorar a qualidade de vida dos curitibanos com uma gestão moderna e inteligente. Dessa forma, a Prefeitura vem incentivando e fomentando esse ambiente de inovação da cidade com o Vale do Pinhão, o movimento de todas as áreas da Prefeitura e do próprio ecossistema da capital para tornar a cidade a mais inteligente do País. O Vale do Pinhão é focado em cinco pilares: educação e empreendedorismo, ações integradas de incentivo à tecnologia, revitalização de regiões com emprego e renda, fomento (incentivos) e integração e articulação”, disse.

Greca cita que a Prefeitura relançou, este ano, o Curitiba Tecnoparque, programa de atração de empresas de base tecnológica para a capital, que oferece desconto de 5% para 2% no Imposto Sobre Serviços (ISS) às empresas que investem em tecnologia e inovação. “O Tecnoparque é um dos pilares do Vale do Pinhão, sendo um programa estratégico para Curitiba. Em 2017, o Engenho da Inovação, sede do Vale do Pinhão, recebeu mais de 50 eventos voltados à inovação. Já o Paiol Digital, evento gratuito, acontece mensalmente. E, como resultado destes esforços, a capital vem subindo ano a ano no Ranking Connected Smart Cities e, em 2018, atingiu o primeiro lugar no Ranking Geral e em todas as categorias. Este reconhecimento mostra que a cidade está no caminho certo”, comenta o Prefeito de Curitiba.

Segundo dia do evento

A 4ª Edição do Connected Smart Cities acontece até amanhã (05/09), no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista e, no primeiro dia, reuniu os diversos agentes relacionados aos governos, empresas e entidades nacionais e internacionais. Com uma programação com foco em debater e apresentar soluções para o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil, o evento deve reunir mais de 2 mil pessoas.

“Essa edição é especial e conta com muitas novidades. São cerca de 300 palestrantes e 90 painéis, com apresentações simultâneas em 9 palcos, além da presença de cerca de 150 prefeituras e 60 entidades nacionais e internacionais. Hoje conhecemos as cidades mais inteligentes, conectadas e humanas do Brasil, por meio da divulgação do mais importante Ranking de cidades inteligentes e que contempla os eixos temáticos: Economia, Educação, Empreendedorismo, Energia, Governança, Meio Ambiente, Mobilidade, Saúde, Segurança, Tecnologia e Inovação e Urbanismo. Já no segundo dia do evento, teremos o anúncio dos vencedores do Prêmio Connected Smart Cities, com foco em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para o desenvolvimento de uma cidade inteligente”, comenta Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities.

Ranking Connected Smart Cities 2018

Após a realização dos Encontros Regionais (2017-2018) em Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, foram realizadas adaptações e atualizações nos indicadores do Ranking Connected Smart Cities, resultando em algumas mudanças no resultado do estudo, principalmente nos eixos de Energia, Educação, Mobilidade, Tecnologia e Inovação e Meio Ambiente.

Destaques

Além dos destaques no Ranking, como o 1° lugar na classificação geral, Curitiba se destaca ainda por possuir 4 Parques Tecnológicos (Polos), 7 incubadoras de empresa e apresentou crescimento de 20% das micro empresas individuais. A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, sendo sete municípios entre os 10 mais bem colocados. Três municípios são da região Sul, sendo que as regiões Norte, Nordeste e Região Centro-Oeste não têm representante entre os 10 melhores. Campo Grande (MS) está na 12ª colocação no Ranking Geral Recife (PE) na 13ª e Palmas (TO) em 18ª colocação. Com o 2º lugar no Ranking Geral, São Paulo conquistou o 1º lugar em três categorias: Ranking Região Sudeste, Mobilidade e Urbanismo.

Para o Presidente da Urban Systems e sócio da Plataforma Connected Smart Cities, Thomaz Assumpção, o Ranking Connected Smart Cities novamente mostra a importância de um planejamento estratégico das cidades considerando a conexão entre os 11 eixos temáticos analisados e a sinergia existente entre o resultado de investimentos. “A educação, por exemplo, que muitas vezes é visto como um eixo básico, tem uma grande importância no desenvolvimento do empreendedorismo e na busca da sustentabilidade econômica das cidades, permitindo que mais atores sejam responsáveis pelo desenvolvimento da cidade.”

E complementa: “Curitiba este ano assume a liderança no Ranking. E esse resultado demonstra a importância das ações de curto e médio prazo realizadas em anos anteriores e dos planos estratégicos das cidades, que devem ser mais do que planos de governo que não necessariamente sigam apenas o ciclo político de 4 anos, mas que prevejam estratégias e ações em diferentes tempos: curto, médio e longo prazo”, finaliza Assumpção.

Vitória (ES) ficou com o 3º lugar no Ranking Geral Connected Smart Cities, 1º lugar em três categorias: Faixa Populacional de 100 mil a 500 mil habitantes, Saúde e Educação. Já Campinas (SP) se destaca com a 4ª posição no Ranking Geral. Na classificação por região, destacam-se, no Centro-Oeste, Campo Grande (MS) com a 1ª colocação no Ranking Connected Smart Cities; no Nordeste, Recife (PE); e, no Norte, Palmas (TO). Viçosa (MG) é a 1ª colocada no Ranking Connected Smart Cities: Cidades de 50 a 100 mil habitantes.

Os vencedores por Eixo Temático

O primeiro lugar para Urbanismo e Mobilidade e Acessibilidade foi para São Paulo; Meio Ambiente: Santos (SP); Energia: Pirassununga (SP); Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação: Rio de Janeiro (RJ); Saúde e Educação: Vitória (ES); Segurança para Ipojuca (PE); Governança: Curitiba (PR); e Economia para Barueri.

Histórico

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Connected Smart Cities apresentará melhores práticas para uma cidade inteligente

Em sua quarta edição, o Connected Smart Cities vem desde 2015 reunindo diferentes segmentos da sociedade para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. Os setores participantes do evento se dividem em tecnologia, mobilidade, energia, urbanismo, meio ambiente e segurança. Já estão confirmados como patrocinadores da edição 2018: Aceco TI, Atech, BMPI, Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), Deloitte, Engie, Egis, Fundação Ezute, Fala Cidadão, Geoambiente, Itron, Kido Dynamics, Midiacode, Philips, Prefeitura de Barueri, Ubicquia, Via, além do apoio de mais de 40 entidades.

O Connected Smart Cities será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca, apoiador estratégico e que garante ao evento uma infraestrutura diferenciada. No primeiro dia do Fórum, será apresentado o Ranking Connected Smart Cities 2018, desenvolvido em parceria com a Urban Systems e que apresenta os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras participantes do levantamento. Com expectativa de reunir mais de duas mil pessoas, o Connected Smart Cities abordará os temas Urbanismo Sustentável nas Cidades; Cidades Prósperas; Cidades Conectadas; Mobilidade e Acessibilidade nas Cidades; Cidades Empreendedoras; Cidades Resilientes; e Cidades Participativas e Engajadas.

“Essa edição do evento contará com cerca de 90 painéis e 300 palestrantes que se apresentarão simultaneamente em 9 palcos, superando os números das edições anteriores. Também teremos a Expo, onde as empresas que apoiam o evento apresentam as suas soluções para uma cidade inteligente, além do Prêmio voltado para empresas que estão oferecendo soluções inovadoras para as cidades; as Rodadas de Negócios, reuniões entre organizações que oferecem soluções e cidades que têm interesse em implementar novos modelos, sendo que a nossa expectativa é de organizar mais de 600 reuniões durante o evento; e o lançamento do nosso Manifesto”, cita a idealizadora do Connected Smart Cities e diretora executiva da Sator, Paula Faria.

A executiva enfatiza, ainda, que o evento está sendo oficialmente lançado e muitas novidades serão apresentadas durante o Connected Smart Cities 2018 e que as ações do evento, com foco em uma cidade inteligente, apresentam resultados positivos em várias cidades brasileiras, como em Belo Horizonte, capital que implementou soluções do Connected Smart Cities, por meio do Programa Estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, e São João da Boa Vista/SP, por meio do Plano Estratégico “São João 2050”. “O trabalho desenvolvido por nós já reflete e resultados positivos em cidades do país, como em São João da Boa Vista, Salvador, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, entre outras cidades que implementaram soluções sugeridas pelo Connected Smart Cities, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida para a população, principal objeto da nossa iniciativa”, ressalta.

Manifesto Connected Smart Cities

Durante o evento será lançado o Manifesto do Connected Smart Cities, com o objetivo de destacar o propósito da iniciativa. “A missão do Connected Smart Cities é desenvolver e participar de ações que tenham como principal objetivo tornar as cidades brasileiras mais desenvolvidas e sustentáveis, onde os projetos implantados reflitam na qualidade de vida dos seus habitantes. A nossa missão é unir forças, por meio da sinergia entre todos os envolvidos, pois acreditamos e trabalhamos para que cada vez mais as nossas ações resultem em resultados efetivos. E o Manifesto do Connected Smart Cities reforça, ainda mais, o nosso objetivo”, Conclui Paula Faria.

Acesse o Manifesto Connected Smart Cities: www.connectedsmartcities.com.br/manifesto/

A edição desse ano também conta com o lançamento do Connected Smart Cities Mapping, ferramenta online de dados abertos que disponibiliza soluções por meio de um software livre para a coleta de informações, visualização e mapeamento interativo de recursos, ou seja, um mapa georreferenciado colaborativo para a inclusão gratuita de soluções. A INCLUSÃO DE SOLUÇÕES está disponível por meio do link: www.connectedsmartcities.com.br/2018/07/31/ferramenta-oferece-mapeamento-gratuito-de-solucoes-para-cidades-inteligentes/

Para mais informações sobre o Programa Estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, acesse o Case de Belo Horizonte: www.connectedsmartcities.com.br/2018/05/25/belo-horizonte-implementa-solucoes-do-connected-smart-cities/

Para mais informações sobre o Plano Estratégico “São João 2050”, acesse o case de São João da Boa Vista/SP: www.connectedsmartcities.com.br/2018/08/08/desenvolvimento-de-sao-joao-da-boa-vista-conta-com-acoes-do-connected-smart-cities/

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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Ferramenta oferece mapeamento gratuito de soluções para cidades inteligentes

O Connected Smart Cities Mapping é mais uma iniciativa do Connected Smart Cities, principal evento do setor no Brasil e que envolve empresas, entidades e governos para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. O principal objetivo do Mapa é que organizações possam compartilhar gratuitamente soluções em operação, além das alternativas em fase pré-operacional e, assim, gerar um banco de dados único, onde será possível qualquer cidadão, empresa ou governo acessar livremente as informações, independente da região do País.

O lançamento oficial do mapa georreferenciado colaborativo de dados abertos será durante o Evento Nacional – Connected Smart Cities, que será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. No entanto, organizações da sociedade civil, poder público e setor privado já podem fazer a inscrição de soluções. Para participar, o responsável pela solução clica em ADICIONE SUA SOLUÇÃO (LINK: bit.ly/2vkuEcY) e preenche os itens do formulário. Posteriormente, a solução será analisada pelos administradores do Connected Smart Cities Mapping, que irão averiguar a veracidade das informações, e, quando aprovada, a iniciativa fará parte do mapa colaborativo georreferenciado.

O objetivo do Connected Smart Cities Mapping é mapear soluções dentro dos eixos temáticos: Economia, Educação, Empreendedorismo, Energia, Governança, Meio Ambiente, Mobilidade, Saúde, Segurança, Tecnologia e Inovação e Urbanismo. Tais temas são desenvolvidos dentro da plataforma e servem como base para o Ranking Connected Smart Cities, que destaca os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras, e o Prêmio Connected Smart Cities, com foco em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para o desenvolvimento de uma cidade inteligente.

Paula Faria, Idealizadora do Connected Smart Cities, explica que o Mapping disponibilizará soluções inovadoras por meio de um software livre e “open source” para a coleta de informações. “Assim como já vem acontecendo em outros países e com outros segmentos, essa iniciativa vai contribuir com a disseminação de soluções inovadoras e qualificadas, sendo uma ferramenta de grande valia para quem oferece e, principalmente, para o interessado em adquirir tal solução. Dessa forma, teremos um banco de dados único que passa a oferecer, não apenas inspiração, mas as diversas possibilidades de implementação de projetos para o desenvolvimento de cidades inteligentes”, comenta.

Segundo a executiva, com o objetivo de destacar uma solução cadastrada na ferramenta, o Connected Smart Cities Mapping possui recursos para indicação de prêmios, certificações, reconhecimentos e validações do parceiro que utiliza a iniciativa. “As soluções cadastradas no mapa também servirão de parâmetro para destacarmos essas iniciativas junto às ações e premiações da plataforma Connected Smart Cities. Ressalto que o lançamento da ferramenta está inserido no propósito do nosso Manifesto, que destaca, na construção de cidades mais inteligentes, humanas e sustentáveis, os princípios de Integração; Inovação; Colaboração; Transparência; e Foco nas pessoas”, argumenta Paula Faria.

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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Evento apresentará melhores práticas para uma Cidade inteligente

Em sua quarta edição, o Connected Smart Cities vem desde 2015 reunindo diferentes segmentos da sociedade para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. Os setores participantes do evento se dividem em tecnologia, mobilidade, energia, urbanismo, meio ambiente e segurança. Já estão confirmados como patrocinadores da edição 2018: Caixa Econômica Federal, BNDES, Engie, Itron, Aceco TI, Atech, Midiacode e BMPI, além do apoio de mais de 40 entidades.

O Connected Smart Cities será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e, no primeiro dia do Fórum, será apresentado o Ranking Connected Smart Cities 2018, desenvolvido em parceria com a Urban Systems e que apresenta os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras participantes do levantamento.

Com expectativa de reunir mais de duas mil pessoas, o Connecteed Smart Cities abordará os temas Urbanismo Sustentável nas Cidades; Cidades Prósperas; Cidades Conectadas; Mobilidade e Acessibilidade nas Cidades; Cidades Empreendedoras; Cidades Resilientes; e Cidades Participativas e Engajadas.

“Essa edição do evento contará com cerca de 90 painéis e 300 palestrantes que se apresentarão simultaneamente em 9 palcos, superando os números das edições anteriores. Também teremos a Expo, onde as empresas que apoiam o evento apresentam as suas soluções para uma cidade inteligente, além do Prêmio voltado para empresas que estão oferecendo soluções inovadoras para as cidades; as Rodadas de Negócios, reuniões entre organizações que oferecem soluções e cidades que têm interesse em implementar novos modelos, sendo que a nossa expectativa é de organizar mais de 600 reuniões durante o evento; e o lançamento do nosso Manifesto”, cita a idealizadora do Connected Smart Cities e diretora executiva da Sator, Paula Faria.

A executiva enfatiza, ainda, que o evento está sendo oficialmente lançado e muitas novidades serão apresentadas durante o Connected Smart Cities 2018 e que as ações do evento, com foco em uma cidade inteligente, apresentam resultados positivos em várias cidades brasileiras, como em Belo Horizonte, capital que implementou soluções do Connected Smart Cities, por meio do programa estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”. “O trabalho desenvolvido por nós já reflete e resultados positivos em cidades do país, como em São João da Boa Vista, Salvador, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, entre outras cidades que implementaram soluções sugeridas pelo Connected Smart Cities, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida para a população, principal objeto da nossa iniciativa”, ressalta.

Manifesto Connected Smart Cities

Durante o evento será lançado o Manifesto do Connected Smart Cities, com o objetivo de destacar o propósito da iniciativa. “A missão do Connected Smart Cities é desenvolver e participar de ações que tenham como principal objetivo tornar as cidades brasileiras mais desenvolvidas e sustentáveis, onde os projetos implantados reflitam na qualidade de vida dos seus habitantes. A nossa missão é unir forças, por meio da sinergia entre todos os envolvidos, pois acreditamos e trabalhamos para que cada vez mais as nossas ações resultem em resultados efetivos. E o Manifesto do Connected Smart Cities reforça, ainda mais, o nosso objetivo”, Conclui Paula Faria.
Acesse o Manifesto Connected Smart Cities.

Prêmio Connected Smart Cities

Estão abertas até o dia 25 de junho as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Connected Smart Cities. Podem participar pessoas jurídicas, com sede no Brasil, e que apresentem um negócio inovador, com foco em cidades inteligentes.
Mais informações e Inscrições, CLIQUE AQUI!

Para mais informações sobre o programa estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, acesse o Case de Belo Horizonte.

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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T-Systems Brasil apresenta sua visão de cidade inteligente

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, foi um dos destaques do Smart City Business America 2018. A companhia participou em duas frentes: na área de exposição, apresentou as soluções de logística inteligente desenvolvidas em parceria com a Roambee; e, entre os palestrantes, contou com o head de Digital Transformation, Luis Fernando Tadei, falando sobre tecnologia para cidades inteligentes.

“Uma cidade se torna inteligente quando conta com um ecossistema suportado por soluções baseadas em Tecnologia da Informação que ajudam a digitalizar seus serviços públicos”, afirma Tadei. O executivo ressalta, no entanto, que a transformação digital não é um fim. Ao contrário, o objetivo final de uma cidade inteligente deve ser ampliar a qualidade de vida de seus cidadãos, atrair visitantes e suportar o desenvolvimento econômico.

“Para nós, significa que queremos ser o melhor parceiro das cidades que estão se movendo nesse processo, e é sobre isso que vamos falar em nossa palestra”, adianta. Tadei lembra que a T-Systems vem ajudando administrações municipais de vários países a endereçar e gerenciar pressões econômicas e ambientais, assim como as necessidades de transformação urbana que garantam crescimento e avanço tecnológico. “Com a qualidade de vida das pessoas em mente, temos trabalhado para garantir conectividade e soluções de TI que façam a diferença no dia-a-dia dessas cidades”, reforça.

Soluções

Exemplo disso são algumas das soluções que foram apresentadas pela T-Systems Brasil na área de exposições. Uma delas é a BeeBeacon, lançada recentemente em parceria com a Roambee. A solução é a primeira tecnologia de monitoramento móvel que combina as tecnologias BLE/Wi-Fi/GSM com os Beacons para fornecer visibilidade ao conteúdo do pacote e gerenciamento de ativos.

Trabalhando com a plataforma IoT Honeycomb (Colmeia) da Roambee e aplicativo móvel para smartphones, o novo BeeBeacon e o Bee, hardware que atua como ponto de acesso, fornecem inteligência em tempo real para empresas globais monitorarem condições físicas de mercadorias e seus ativos em locais fechados, abertos e em trânsito. A Roambee transforma a cadeia de suprimentos em um negócio completamente digitalizado com uma abordagem pay-as-you-go, que elimina investimentos iniciais pesados e habilita a utilização em grande escala.

O evento

O Smart City Business America 2018 ocorreu entre os dias 16 e 18 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reuniu os principais líderes dos setores público e privado, além de especialistas em soluções tecnológicas, planejamento, gestão pública, segurança, mobilidade, conectividade e sustentabilidade, criando um ambiente propositivo de negócios e de diálogo sobre o desenvolvimento das metrópoles.

Além disso, o evento contou com um espaço de 6000m2 para exposição e 200m2 na praça da tecnologia, além das áreas dos eventos paralelos. O Congresso teve mais de 50 painéis, nos quais profissionais, pesquisadores, empresários e representantes do poder público, nacionais e internacionais, apresentaram suas ideias e discutiram os principais pontos em torno das cidades inteligentes, de modo a criar o mercado de Smart Cities.

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Evento em Salvador apresenta panorama de Cidades inteligentes

De acordo com o Ranking Connected Smart Cities, realizado pela Urban Systems em parceria com a Sator, Salvador está na primeira posição na categoria Urbanismo, segunda colocação entre as cidades do nordeste e terceira em Meio Ambiente e educação na classificação regional.

Assim como Salvador- cidade anfitriã do Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste, outras cidades do estado também serão destaques durante o evento. Realizado pela Sator em parceria com a prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação – SECIS, o evento acontece no próximo dia 15 de março de 2018 (quinta-feira), no SENAI CIMATEC, Salvador/BA. O Fórum faz parte do Connected Smart Cities, principal evento do setor no Brasil, que conta com a participação de empresas, entidades e governo, tendo como objetivo encontrar soluções inovadoras com foco em cidades mais inteligentes e conectadas.

Salvador é considerada referência entre as cidades da Região Nordeste, de acordo com Ranking Connected Smart Cities, em função de indicadores atingidos, tais como a marca de sexta colocada em Empreendedorismo e sétima em Mobilidade e Acessibilidade considerando todas as cidades analisadas, entre outros destaques que serão apresentados durante o evento por meio do case Região Nordeste – Salvador. “A beleza de Salvador, naturalmente, já proporciona à cidade um destaque entre os outros municípios do país. Além disso, nos últimos anos, a capital baiana vem conquistando um espaço importante nos cenários nacional e internacional em assuntos que, em um passado recente, seriam impossíveis de imaginar, como empreendedorismo, meio ambiente, urbanismo, saúde, educação e mobilidade. Tudo isso fruto de muito planejamento e de uma relação próspera e transparente entre poder público e sociedade”, destaca ACM Neto, prefeito de Salvador.

O evento também contará com a apresentação dos cases de Fortaleza: 2° lugar em Educação, Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação, 3° em Governança e 5° em Economia; Teresina: 4° lugar em Educação e Mobilidade e Acessibilidade e 6° em Saúde; João Pessoa: 1ª colocada em Meio Ambiente e 3ª em Saúde; e Recife: primeiro lugar nos indicadores: Educação e Tecnologia e Inovação e 3ª posição em Empreendedorismo. Todos os indicadores são relacionados ao Ranking Região Nordeste. O fórum contará com representantes das cidades mencionadas e de outras localidades do Nordeste.

Programação

Segundo Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa organizadora do evento, sem dúvida, o encontro é uma oportunidade ímpar para a discussão das melhores práticas sobre cidades inteligentes no Brasil. “O nosso objetivo é que o encontro em Salvador, seguindo o mesmo propósito da edição 2016 realizada em Recife, permita traçar um panorama de cidades inteligentes focado na Região Nordeste. Abordaremos, por exemplo, temas relacionados ao papel da tecnologia da informação, da inovação, das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e das organizações de fomento no desenvolvimento de Smart Cities”, acrescenta.

O evento contará, também, com os palestrantes Thomaz Assumpção, Presidente da Urban Systems e Sócio do Connected Smart Cities, Luciana Xavier de Lemos Capanema, do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento, André Gomyde, Presidente da RBCIH – Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas, Guilherme Naves, da Radar PPP, Américo Tristão Bernardes, Diretor do Departamento de Inclusão Digital da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e Rodolfo Ribeiro, Fundador da Spinafre e parceiro do Connected Smart Cities.

Os Encontros Connected Smart Cities são realizados paralelamente ao evento principal, que este ano acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP. Os eventos regionais buscam debater soluções para o desenvolvimento das cidades com base em informações e necessidades de cada região.

Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste – Salvador/BA
Data: 15 de março de 2018
Horário: das 9h00 às 17h00
Local: SENAI CIMATEC – Av. Orlando Gomes, 1845 – Piatã – Salvador

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