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Carrefour é a 1ª varejista no Brasil a utilizar blockchain para rastrear alimentos da fazenda até a gôndola

O Carrefour avança no uso de tecnologia para rastreamento dos produtos comercializados em suas lojas e lança sua primeira linha de produtos com blockchain. A partir desta semana, a linha de Suíno Sabor & Qualidade, disponíveis em 18 cortes, chega a todas as lojas da rede no Estado de São Paulo. Com a tecnologia, inédita no varejo brasileiro, os clientes da rede poderão acessar informações detalhadas de todas as etapas de produção e distribuição, desde a fazenda até a chegada em loja. Até o fim desse ano, a expectativa é incluir mais quatro produtos nesse rastreamento. Trata-se do primeiro passo da rede para ter, até 2022, 100% dos produtos Sabor & Qualidade utilizando a tecnologia de rastreio. A iniciativa conta com parceria da empresa Safe Trace.

Com o objetivo de armazenar e transmitir a informação, a plataforma blockchain permite rastrear todo o histórico de um produto, atingindo os níveis máximos de segurança alimentar e transparência. Por meio da leitura de uma etiqueta com QR Code, o consumidor poderá conhecer informações específicas de cada lote, como o modo de criação, nome do criador, localização da fazenda, alimentação dos animais, cuidados veterinários, condições de transporte até os frigoríficos e dados sobre bem-estar do animal até chegar às gôndolas das lojas do Carrefour.

Segundo Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil, o lançamento da tecnologia blockchain para a cadeia alimentar brasileira marca um passo importante na implantação do plano de transformação Carrefour 2022. “Esta primeira cadeia de rastreamento deverá ser seguida de outras, cobrindo todos os produtos Sabor & Qualidade até 2022. Com isso, atenderemos uma prioridade absoluta: garantir aos consumidores total transparência na rastreabilidade de nossos produtos”, destaca o executivo.

A plataforma blockchain também traz vantagens importantes para toda a cadeia produtiva. Para o Carrefour, a tecnologia proporciona total controle e eficiência em casos de bloqueio e recall, além de assegurar que os rigorosos padrões de segurança alimentar exigidos pela rede são atendidos. Já para os fornecedores, permite uma visão 360º sobre todo o processo de distribuição e valorização da qualidade do produto.

A colaboração entre o Carrefour e a Safe Trace, líder na rastreabilidade da cadeia produtiva de alimentos e pioneira no Brasil na aplicação da tecnologia blockchain, permitiu apoiar tecnicamente os parceiros para mapear seus processos e interligar seus sistemas de informações ao blockchain, além de permitir o uso das etiquetas com QR Code nas bandejas de suínos Sabor & Qualidade.

A aplicação pioneira do blockchain no varejo alimentar no Brasil é mais uma iniciativa importante que faz parte do Act For Food – movimento global lançado pelo Grupo Carrefour em 2018 com o objetivo de estimular uma mudança positiva nos hábitos alimentares, ampliando o acesso do consumidor a alimentos saudáveis com maior qualidade, seguros, produzidos com responsabilidade socioambiental e a preços justos.

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NRF 2019: o varejo precisa de Customer Success para vender mais

Por Ricardo Pinho, diretor de Customer Success da Linx

“Medimos o sucesso pelas interações com nossos clientes, não pela venda”. A frase de Jeremy King, Chief Information Officer (CIO) e Chief Technology Officer (CTO) do Walmart, durante um dos painéis sobre tendências tecnológicas para o varejo na NRF Big Show 2019 – maior feira dedicada ao varejo em todo o mundo – reflete uma filosofia assertiva que exploramos aqui na Linx.

Isso nos ajuda a desenvolver e ofertar soluções capazes de ajudarem nossos clientes a construir e fidelizar o relacionamento com seus consumidores. Este conceito apresentado pelo executivo esteve presente nas mais diferentes formas, em muitas apresentações de grandes líderes empresariais do varejo global, no encontro realizado em janeiro e sediado na cidade de Nova Iorque (EUA).

Autenticidade, colaboração, relevância e propósito parecem marcar essa fase do chamado “New Retail”, ou novo varejo, que ressurge totalmente modificado. As relações passam a ser mais de longo prazo do que apenas resumidas a poucas transações e a experiência do cliente ganhou mais importância do que a venda em si. Assim, nosso entendimento é de que as marcas têm que apresentar um propósito pra ser relevante aos novos consumidores porque, caso contrário, não serão capazes de sobreviver e prosperar.

A inovação de gigantes

Na novíssima e tecnológica House of Innovation, imensa flaghship inaugurada pela Nike na Quinta Avenida, no Midtown Manhattan, ponto nobre e movimentado do comércio nova-iorquino, os vendedores são bonificados pelo engajamento dos consumidores que atendem com a marca, e não por vendas propriamente ditas.

Na unidade, existe também a possibilidade de o cliente agendar um horário para uma consultoria personalizada com os “Nike Experts” no último – e exclusivo – andar da loja, que soma uma área total de pouco mais de 6 mil metros quadrados. Lá, os clientes ganharam um canal pelo qual podem resolver qualquer problema e tirar qualquer dúvida sobre os produtos, construindo uma relação próspera com seus clientes. Esses colaboradores fazem o trabalho de verdadeiros executivos de Customer Success.

E isso não acontece apenas com gigantes como a empresa de artigo esportivo, o mercado de luxo também está dando o tom desta nova era de engajamento. Duvida? A quase centenária Gucci, dona de uma história baseada em exclusividade e sofisticação, inaugurou em maio de 2018 sua “experience store”, no Soho, outro badalado bairro de Nova Iorque. A intenção da grife italiana é desinibir os visitantes e encorajá-los a interagir com a marca de luxo, algo que para muitas pessoas pode parecer intimidador e inalcançável.

Em vez de seguranças sisudos na porta, o espaço de 930 m² conta com “conectores” (sim, não são chamados de vendedores), cujo objetivo é fazer com que os clientes desenvolvam a melhor experiência possível com todo o luxo exposto nas prateleiras. As contratações dos profissionais para a loja da Gucci são feitas com base no potencial de engajamento com os clientes, e não no track record de vendas do colaborador.

O resultado? Os clientes compram, e compram muito! Os mais VIPs chegam a levar à flagship seus vendedores preferidos para realizar a compra lá, simplesmente porque é a melhor experiência que a marca pode oferecer. A companhia, aliás, estima um crescimento de aproximadamente 35% em 2019.

O modelo de negócios passa por mudanças

Scott Galloway, da L2, instituto de pesquisas controlado pelo Gartner, destacou em seu painel que as empresas crescerão em receita pela conquista e retenção dos clientes. Corroborando essa ideia, a RH New York, espécie de galeria-loja localizada na efervescente região do Meatpacking District, já possui 45% de sua receita advinda de assinaturas.

Os clientes cadastrados no clube de assinatura chegam a ter descontos especialíssimos na aquisição de mobiliário para escritórios e residências. Os negócios da loja vêm crescendo assustadoramente rápido e neste ano projeta receitas na casa dos US$ 100 milhões. Um detalhe curioso: o restaurante localizado dentro da loja já responde por 10% desse faturamento. Tudo isso para encantar o cliente e fazer com que ele queira ir até a loja.

E o que tudo isso tem a ver com Customer Success?

Tudo! Basta olhar o propósito desses varejistas para entender que há uma mudança radical no modelo de atendimento a clientes e consumidores. As diretrizes e os incentivos são todos atrelados à relação de longo prazo. Vende-se não mais ao cliente, mas pelo cliente.

O Chief Marketing Officer (CMO) da Microsoft, Chris Capossela, deu um show em sua palestra mostrando como a companhia teve que se reinventar durante a transformação digital. O case já é bem conhecido pela comunidade de Customer Success, mas assistir ao vídeo que mostra a preocupação de gerar propósito e relevância da marca em seus consumidores foi de arrepiar. Pra quem vendia “caixinhas de CD”, a adaptação ao modelo “mission-driven” na era do Software as a Service (SaaS) está sendo radical.

Não faltaram “coincidências” entre as novidades expostas na NRF, sobre o modelo de atendimento que ampara todas essas iniciativas. Às vezes o termo “Customer Success” não era citado nas palestras, mas nem foi preciso. É um conceito nítido em cada slide, em cada discurso, e provocava em nós, profissionais do sucesso do cliente, a vontade de seguir firmes nesta jornada.

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87% dos internautas gostariam de comprar em supermercado sem caixa

O brasileiro está preparado para comprar em um supermercado sem caixa, com cobrança online? Uma pesquisa do IBOPE Conecta realizada com internautas revela que 87% deles comprariam nessa situação, pois acham que seria mais prático, mais rápido e gostam de novas experiências de compra. Para os 13% que não comprariam, o motivo é o receio de não ter alguém para solucionar um problema e por não parecer tão seguro.

Outra opção de cobrança, o totem, como já existe nos estacionamentos de shoppings, precisa de um pouco mais de incentivo, pois 45% dos entrevistados afirmam nunca ter usado o totem quando disponível em algum ponto de atendimento. Entre os que já usaram, a ferramenta agrada: 61% acham mais prático e 45% dizem que o atendimento é mais rápido, além dos 15% que preferem não falar com um atendente.

A pesquisa também questionou sobre as Guide Shops, estabelecimentos como uma vitrine de produtos, geralmente ligados a um e-commerce. Por enquanto, são desconhecidas no Brasil, já que 80% dos entrevistados nunca ouviram falar nesse tipo de loja, mas gostariam de comprar. Para os 14% que afirmam que não comprariam, os principais motivos são receio do produto vir errado ou com defeito, não levar o produto para a casa na hora e a falta de confiança nesse tipo de serviço. Os poucos (4%) que já compraram nessas lojas, gostaram: 70% ficaram satisfeitos com a experiência.

Outro método que começa a aparecer em maior número no país é o de pagar apenas aproximando o celular da maquininha. Mais da metade dos internautas brasileiros (57%) já ouviram falar desse tipo de pagamento, mas nunca o utilizaram. Outros 31% também não conhecem, mas ficaram interessados em utilizar. Por enquanto, apenas 2% já utilizaram, sobretudo em lojas de roupas e supermercado.

O IBOPE Conecta também perguntou qual o sistema de pagamento inovador preferido do internauta. Pagar com a biometria é o escolhido por metade dos entrevistados (48%), seguido de pagar com o celular (27%) e reconhecimento facial (12%). Apesar do desejo de avanço tecnológico, 42% acreditam que o Brasil não tem capacidade de ter essas tecnologias como lojas sem atendentes, pagamentos via celular e outros. Também há a barreira cultural: 64% preferem pagamento com cheque e 49% preferem o sistema de carnê/boleto bancário (as respostas eram de múltipla escolha).

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 8 a 13 de março, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

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Stefanini apresenta armário inteligente no evento LATAM Retail 2018

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará no LATAM Retail Show, evento para fomentar o crescimento do varejo, que acontece de 28 a 30 de agosto, no Expo Center Norte (SP). Na ocasião, a multinacional brasileira fará uma série de demonstrações de soluções avançadas para o segmento.

O tema central do evento será ‘A Transformação do Ecossistema de Negócios com Resultados’, e tem como finalidade abordar todas as variações pelas quais a cadeia de negócios vem passando, alterações no perfil do consumidor e a necessidade de um equilíbrio nas relações, tanto no varejo, como na indústria, shopping centers, e-commerce, food service e franquias.

No estande será apresentado o Smart Locker, “armário inteligente” da Stefanini, que pode ser incorporado por grandes varejistas. Por meio de um aplicativo específico, o cliente final poderá, após fazer sua compra via e-commerce ou aplicativo, retirar os produtos em um lugar e momento de sua preferência, por exemplo, uma padaria, posto de gasolina, entre outros. “É uma tecnologia de fácil aplicação. O cliente utiliza a solução, comanda a abertura da porta e retira sua encomenda, de forma segura, rápida e prática”, explica Nelson Duarte Soares, Head of Digital Retail and Logistics da Stefanini.

Os visitantes também serão recepcionados por um robô, que foi treinado com a tecnologia de inteligência cognitiva da Stefanini. Ele poderá interagir com as pessoas e oferecer, por comando de voz, opções diferenciadas de café. Cada pedido será enviado, de maneira personalizada, para o barista. No estande da Stefanini, os visitantes poderão também conferir soluções de aferição remota de planogramas (desenho gráfico que orienta o posicionamento de um produto na gôndula, no ponto de venda) e de aprendizado virtual, baseadas em realidade virtual e realidade aumentada.

Utilizando os óculos de realidade virtual (VR), disponíveis no estande da empresa, a Stefanini também explicará aos visitantes sua metodologia de Design Thinking, levando o usuário/cliente para o ambiente de navegação e aprofundamento nos assuntos que podem ser resolvidos com a solução Dive, uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de Design Thinking, Design Sprint e Lean Startup, desde a concepção do problema até a entrega de um modelo legitimado da solução desenvolvida. O foco é apresentar uma solução digital, mirando os resultados para o negócio do cliente.

“A transformação digital está impactando o varejo, com o consumidor no centro das decisões. Temos como finalidade oferecer aos nossos clientes equipes constantemente dedicadas para encontrar soluções mais rentáveis, explorando cada oportunidade, que permita modernizar os processos e promover uma experiência diferenciada ao consumidor final”, complementa Soares.

Além das novas soluções direcionadas ao varejo, a Stefanini levará para o estande outras ofertas que poderão compor toda a cadeia de negócios: backoffice digital, processo automático de digitalização de documentos para originação de crédito, automação dos centros de distribuição com soluções do portfólio de Indústria 4.0, performance de marca, entre outras.

“O segmento varejista é um mercado potencial, pois tende a ampliar investimentos em inovação para manter a competitividade. A digitalização assume um papel de relevância para atender consumidores cada vez mais exigentes e será, com certeza, uma tendência inevitável”, finaliza.

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Os consumidores querem Inteligência Artificial e personalização nas lojas físicas

Por Alan Prando

A última edição do relatório anual Connected Shoppers, elaborado pela Salesforce, em oito países – incluindo o Brasil, para investigar os hábitos de consumo e como as pessoas usam a tecnologia como parte do processo de compra trouxe índices interessantes para o varejo. Dos entrevistados brasileiros, 75% disseram que aceitariam compartilhar suas preferências e outros dados pessoais em troca de uma personalização que oferecesse um serviço mais rápido e conveniente nas lojas físicas, enquanto que 80% afirmaram que gostam de receber recomendações de produtos com base em seu histórico de compra.

O que já é comum no mundo digital, traz à tona uma carência no varejo físico: a necessidade de personalização e recomendação de produtos. Com o empoderamento do consumidor, independente do seu canal de compra, ele quer se sentir único, e não apenas mais um. Ele não quer ser encarado como uma cifra, mas como um cliente exclusivo. Os varejistas, por sua vez, precisam satisfazer os desejos desses compradores, com experiências mais inteligentes e cada vez mais personalizadas e, assim, manter sua competitividade.

Embora os e-commerces ofereçam muitas praticidades, as lojas físicas ainda têm um papel importante no varejo. Nele, o consumidor tem a possibilidade de comprar e levar o produto na hora, além de negociar descontos; pode tocar e testar o produto. Brasileiro tem essa mania de “ver com as mãos”, é cultural. Também é possível evitar taxas de entrega, uma vez que o frete é um dos entraves do e-commerce.

A tecnologia, associada ao uso de Inteligência Artificial, pode ser uma forte aliada para dar suporte às vendas do varejo tradicional. Da mesma maneira que o e-commerce tem acesso direto aos dados de consumo dos clientes, a tendência é que as lojas físicas comecem a fazer isso também, com o uso de dispositivos já disponíveis no mercado, como o foot tracking, que permite entender e analisar o caminho que os consumidores fazem dentro de uma loja.

Outro ponto importante para considerar é que todos os canais de venda precisam estar conectados e se complementar, com a possibilidade de trocas nas unidades físicas de compras feitas no e-commerce, por exemplo, ou a implementação de conceitos como “click and collect” e “pick-up in store”, que permitem recolher na loja uma mercadoria adquirida na internet.

Em um futuro próximo, as lojas farão sugestões de produtos para seus clientes de maneira semelhante ao que é feito nos e-commerces, por meio de vitrines personalizadas e e-mail comportamental, por exemplo. Para isso, também serão utilizadas tecnologias diversas, como espelhos inteligentes, aplicativos sincronizados e cadastro universal.

Toda experiência positiva cativa e fideliza clientes, além de atrair novos consumidores, por meio do famoso “boca a boca” – que nunca sai da moda e funciona como uma eficaz ferramenta de propagação (gratuita) da marca. No mundo “real”, essa experiência tem a vantagem do “tête-à-tête”, pois todo mundo gosta de um cumprimento, de um sorriso, de receber uma atenção especial. E se a tecnologia pode melhorar essa relação, então o objetivo de proporcionar uma experiência completa será concluída com sucesso.

Alan Prando é CTO e cofundador da Biggy, plataforma especializada em Big Data e Inteligência Artificial, com foco em personalização e recomendação de e-commerce.

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Via Varejo amplia soluções de Fullcommerce

A Via Varejo, empresa detentora das marcas Casas Bahia e Pontofrio, ampliará as soluções para lojistas interessados em terceirizar suas atividades comerciais no varejo online, conceito conhecido por “Fullcommerce”. Esse novo pacote de serviços será composto por módulos que poderão ser contratados de acordo com a necessidade de cada cliente que busca uma parceria com know-how para apoiar a operação em diferentes níveis.

“Com essa plataforma avançamos em um mercado extremamente promissor pela grande quantidade de lojistas que buscam qualificação profissional de suas operações no e-commerce. Ao oferecer todas as nossas fortalezas e conhecimento, os clientes terão a oportunidade de potencializar os resultados com mais precisão e assertividade, desde a elaboração do site até o atendimento ao consumidor”, explica Paulo Madureira, diretor de Marketplace, Soluções e Serviços da Via Varejo.

Ainda segundo o executivo, com a solução Fullcommerce, a empresa vai disponibilizar a opção dos varejistas adquirirem um espaço em um dos 26 centros de distribuição, onde os produtos serão armazenados. “Quando o pedido for feito na plataforma, realizaremos a entrega ao consumidor final, aproveitando toda nossa malha logística”, completa. A solução tornará viável também a oferta do serviço Retira Rápido para terceiros, ou seja, o cliente pode comprar do seller do marketplace e retirar em uma das lojas físicas da Casas Bahia ou Pontofrio.

O portfólio completo contará com soluções distribuídas entre Gestão (planejamento comercial, incluindo a gestão de vendas por canal e acompanhamento das necessidades do negócio); Plataforma (criação de loja própria e integração com marketplaces); SAC (atendimento ao cliente via chat, e-mail, telefone e, futuramente, via whatsapp); Logística (realização de transporte, entrega e reversa de produtos); Marketing (planejamento das campanhas, incluindo a parte de criação e gestão das mídias, CRM e Analytics) e Pagamento (análise de risco, oferecendo garantia de confiabilidade nas transações financeiras).

Todas as soluções adquiridas serão coordenadas por uma equipe especializada da Via Varejo, que estará em contato direto com o parceiro para alinhar as estratégias de negócios. A contratação de cada um dos serviços poderá ser feita via agendamento de visita comercial por meio do e-mail comercial.servicos@viavarejonegocios.com.br.

A Via Varejo tem atuação consolidada neste ramo de mercado desde 2008, quando apenas era possível contratar todas as soluções do pacote de serviços, terceirizando a operação do e-commerce de maneira integral e não apenas parte dela. Com a utilização da ampla estrutura de centros de distribuição da Via Varejo, que compõe a segunda maior malha logística do país. Atualmente, a unidade de negócios possui parceiros, ligados aos segmentos de material esportivo, informática, produtos digitais e conteúdo editorial.

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Diebold Nixdorf traz inovação para jornada de compra conectada

A experiência de compra e atendimento personalizado nunca foram tão falados no varejo brasileiro. Imagine que você está em um Self-Checkout supermercado e recebe uma notificação em seu celular de que a loja oferece diversas ofertas e uma delas é de molhos de tomate. Não seria estranho, já que você está na sessão de macarrão. Mas, como a loja sabe que você está naquele local exato? As soluções de software da DN utilizam dispositivos de geolocalização, que mostram como é possível localizar o cliente dentro de determinada sessão e direcionar ofertas intuitivas e personalizadas. “Sabemos que dentro da jornada de compra o protagonista é o consumidor. Por isso, desenhamos produtos que ofereçam opções customizadas para cada perfil de consumo”, explica Miriane Paulino, líder de negócios de Varejo da DN no Brasil.

Seguindo a linha de soluções que promovem a experiência do cliente nas lojas, o Self-Checkout que já está disponível no mercado brasileiro e permite que o próprio consumidor pese os produtos, escaneie cada um dos códigos de barras e efetue o pagamento via cartão de crédito ou débito.

Albert AEVI 2

Já o dispositivo Albert AEVI possibilita que pagamentos sejam feitos em qualquer lugar do supermercado. A solução inédita no Brasil é um smartPOS móvel que se destaca por ter um marketplace único e definido a partir da linha do negócio do varejista. Com ele, é possível baixar apps e oferecer novas opções a um ponto de venda que vão além do pagamento de compras ou fechamento de comanda. Com ele é possível pedir táxi, adquirir ingressos, dentre outras conveniências para o cliente.

A plataforma de software DN Mobile faz parte do app de relacionamento que conecta a loja física à digital. Por meio de biometria facial, escaneamento no totem ou gôndola, os clientes podem efetuar pagamento em moeda digital ou checkout mobile. Para blindar todo o sistema das lojas, o DN Analytics Cloud é a solução de segurança e combate às fraudes para transações digitais. Ela é integrada ao DN Mobile e mapeia o perfil comportamental dos clientes com intuito de eliminar fraudes em transações eletrônicas e programas de fidelidade.

De acordo com Miriane, o mercado brasileiro oferece diversas oportunidades para implantação de tecnologias disruptivas que podem gerar valor para as experiências do novo perfil de consumo. “Vemos que o setor está se remodelando para conectar os mundos físico e digital. Por isso, nosso foco é na jornada de compras guiada por conexões e experiências do cliente. Com isso, podemos colaborar com o desenvolvimento do comércio conectado no país”, comenta a executiva.

Essas soluções estão expostas na Convenção da ABRAS 2018, que acontece de 19 a 21 de março, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

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Fórum LIDE do Varejo: tecnologia influencia mudanças no mercado

O primeiro dos três painéis do 6º Fórum LIDE do Varejo, realizado entre 16 e 18 de março no Hotel Sofitel Jequitimar, em Guarujá (SP), destacou a crescente influência da tecnologia tanto no desenvolvimento de processos e gestão de negócios como no atendimento a um consumidor cada vez mais atuante nas mídias sociais e no uso de tecnologia para realizar suas compras. O evento, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, com curadoria do LIDE COMÉRCIO, reuniu cerca de 350 empresários e líderes do setor varejista para três dias de palestras e networking e abordou como tema central “A expansão e democratização do consumo”. O encontro foi aberto pelo prefeito do Guarujá, Valter Suman e por Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE.

Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da GS& e presidente do LIDE COMÉRCIO, abriu o painel, destacando a retomada do crescimento do mercado. “Estamos saindo de dois anos difíceis, em que tivemos uma redução de 7,1,% do PIB e queda nas vendas de 10,2%. O que temos hoje é muito melhor do que o passado recente, mas aquém do precisamos buscar no longo prazo”.

Este cenário de retomada de crescimento tem ainda o desafio de atrair consumidores cada vez mais conectados digitalmente. Segundo Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, com 56% dos brasileiros conectados por celular, o importante é não ter medo de inovar. A tecnologia digital tem permitido que os funcionários das lojas físicas da rede acessem vários aplicativos para realizar vendas, acompanhar estoques, e verificar o atendimento das demandas do consumidor. Nas redes sociais, ele destacou a criação de fanpages das lojas, administradas por eles e que intensificam o relacionamento com os consumidores regionais. Por outro lado, ele ressaltou o potencial do e-commerce, motivado pelo crescimento de meios de pagamento.

A integração entre ambientes físico e digital foi apontada também por Mario Laffitte, vice-presidente da Samsung. Segundo ele, o próximo passo é melhorar a experiência do cliente, transformando as lojas físicas em centros de serviços ao consumidor”.

Ao lado de Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE, estiveram presentes no primeiro painel do 6º Fórum LIDE do Varejo: Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza; Junior Durski, sócio-fundador do Madero; Mario Laffitte, vice-presidente da Samsung; Marcilio Pousada, presidente da Raia Drogasil; Miguel Abuhab, CEO da Neogrid; Vander Giordano, vice-presidente da Multiplan; e Urubatan Helou, diretor-presidente da Braspress.

O 6º Fórum LIDE do Varejo conta com participação especial da BRAGA, NASCIMENTO & ZILIO, LINX, NEOGRID e SYNAPCOM. São colaboradores: 3 CORAÇÕES, ACCENTURE, ARIZONA, ARYZTA, ATHIE WOHNRATH, AUDI, BRASPRESS, GOCIL, MAGAZINE LUIZA, MARTINS, MULTIPLAN, POLISHOP, PROSEGUR, RIACHUELO, UOL e WAZE. Entre os fornecedores oficiais estão ONE MORE DRINK, 3 CORAÇÕES, 3 SEG, ANTILHAS, APIS HEALTH TECH, CACAU SHOW, CARUSO LOUNGE, COCA-COLA FEMSA, ECCAPLAN, ECOSIMPLES, F&Q BRASIL, FORMAG’S, FREDISSIMO, GRUPO CDI, JOHNNIE WALKER – DIAGEO, PROGRAMASOM, ROBERTO RISCALA PAISAGISMO, RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, SUNGLASS HUT e UPS. O evento também conta com o apoio institucional do GRUPO GS&. Como mídia partners estão a rádio JOVEM PAN, o jornal O ESTADO DE S.PAULO, PROPAGANDA & MARKETING, PR NEWSWIRE, ATMO, LIDE PLAY e REVISTA LIDE

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Como usar etiquetas eletrônicas em uma estratégia Omnichannel?

Por Denise Lefol de Paiva, Gerente de Marketing da Seal Sistemas

Com a expansão dos canais de relacionamento, o imediatismo tornou-se regra e não mais diferencial no processo de decisão de compras dos clientes, que preferem a interação virtual para consultas de promoções e, principalmente, aquisição de produtos. Uma amostra dessa mudança de comportamento está no crescimento do comercio eletrônico no Brasil. Em mais um ano difícil para economia nacional, o e-commerce se destacou na comparação com o varejo físico e registrou um crescimento de 12% em relação a 2016, com faturamento de R$ 59,9 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM). E o número de consumidores que fizeram compra on-line também cresceu. De acordo com a Ebit, consultoria especializada em comércio virtual, temos hoje cerca de 25 milhões de compradores virtuais.

Mas o diálogo entre consumidor e empresa precisa da resposta para uma questão primordial: como integrar off-line e on-line? Com o incremento das redes sociais como componente importante dessa comunicação e a facilidade de comprar pela internet, surgiu a necessidade de convergir todas essas ferramentas em um único canal. É nesse momento que entra o conceito de Omnichannel.

Mais do que uma junção de estratégias para conquistar novos clientes, Omnichannel é uma mudança de processos e comportamento no modelo de consumo. O consumidor passou a comprar em qualquer meio. Pode iniciar a compra na internet e retirar na loja, fazer a compra pelo e-commerce e receber em casa; consultar pelo telefone e finalizar pela internet. Estamos experimentando uma mudança geral de processos.

No mundo, há bons exemplos de projetos Omnichannel, como Amazon e Wal-Mart, para serem observados. E no Brasil? O conceito ainda está caminhando por aqui, mas já conseguimos sentir uma movimentação de empresas com intuito de criar estratégias de negócios baseadas em integração completa de formas de atender o cliente. E uma das soluções mais procuradas para viabilizar esses projetos são as etiquetas eletrônicas, que entre outros benefícios, também permitem atender a necessidade de ter preços sincronizados.

Baseadas no conceito de canal único de compras, as ações promocionais precisam, necessariamente, acompanhar a dinâmica de preços. Imagine o consumidor que visualizou um produto na loja física e ao acessar o e-commerce da loja 3 minutos depois, percebe que entrou uma promoção on-line do mesmo item. O preço da prateleira ainda está mais caro, afinal, nenhum colaborador teve tempo de atualizar o preço na etiqueta de papel e o consumidor não leva o produto na hora e o varejista perde uma venda momentânea. No mundo ideal do conceito Omnichannel, as promoções podem entrar simultaneamente em todos os meios, seja físico ou on-line.

Para incorporar velocidade no processo de princing da loja física, as etiquetas eletrônicas permitem, com um único clique, trocar os preços das gôndolas no mesmo timing do on-line, possibilitando a programação de promoções mais assertivas.

As etiquetas eletrônicas também garantem ganhos operacionais para a empresa. Na média, uma grande rede varejista desperdiça cerca de R$ 20 mil com descontos por causa da divergência de preços entre prateleira e caixa. Com a precificação automática, esse custo é eliminado. Além da economia com o fim da divergência de preços, os colaboradores que eram responsáveis pela troca das etiquetas de papel são realocados para outras atividades de maior relevância da operação, como abastecimento de loja. Para o consumidor, trata-se de facilidades de compra e acesso, já para o varejista, as vantagens são redução de perdas e aumento de vendas.

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Cresce o número de startups com soluções voltadas ao varejo

Um bom ponto comercial na rua ou no shopping, por si só, não é mais garantia de excelente resultado de venda. Além de uma mercadoria de qualidade, colaboradores bem treinados, preços atrativos e facilidades na negociação do pagamento, o consumidor busca algo a mais. É pensando nisso e na possibilidade de oportunizar a compra sem sair de casa, pesquisar fora de horário ou até mesmo adquirir numa determinada loja e retirar o produto noutra que centenas de startups brasileiras tem se dedicado a pensar melhorias tecnológicas para o varejo.

A inovação que antes parecia coisa de ficção científica ganhou a palma da mão. Nos últimos 10 meses, segundo uma pesquisa desenvolvida pelo OasisLab (primeiro centro de inovação especializado em varejo do Brasil), em conjunto com a Startse, maior hub de startups do Brasil, e a Neomode, o número de startups nacionais focadas em tecnologias voltadas para melhorar a forma de relacionamento com o consumidor subiu de 115 para 194. É o que mostra o estudo “Loja 4.0: Panorama das startups brasileiras do varejo – 2ª edição 2018”, recém lançado em São Paulo para mais de 200 empresários e profissionais das áreas de varejo e tecnologia de todo o país.

Segundo a especialista em varejo e responsável pelo laboratório de startups do OasisLab, Fabíola Paes, a integração entre os pontos de venda on-line e off-line possibilita a criação de novos mercados para as empresas e isso significa alternativas extras para quem está interessado em crescer, mesmo em meio à crise.

“A adição de 85 novas startups ao estudo mostra o aumento da tecnologia e novas macrotendências de inovação como logística, sustentabilidade e e-commerce, que traz muitas facilidades para o cliente e o varejista. Mais do que retratar profundas transformações na forma de comercialização de produtos no país, a pesquisa revela que embora a loja física ainda seja referência para o varejo, a cada dia aumenta a necessidade de interação com tecnologias digitais mais acessíveis e amigáveis para o consumidor, tais como smartphones, tablets, relógios conectados e óculos de realidade virtual”, conta a especialista.

Para Cláudia Backes, Gerente de Comunidade da Startse, a busca por um cliente satisfeito tanto com o produto, quanto com a experiência de compra, fez surgir um novo mercado. É aí que entram as startups que aparecem no estudo. “Estudos como este nos mostram que o Brasil tem potencial de se posicionar em um mercado global nesta vertical. Temos muitas startups desenvolvendo negócios inovadores, na maioria resistindo aos primeiros anos de atuação, que representam a maior taxa de mortalidade de startups. É muito bom perceber que o mercado parece estar se dando conta das suas fragilidades e apoiando as startups como parte fundamental da sua transformação para a Nova Economia”, completa.

Soluções e inovações

Para desenvolver o estudo a equipe do OasisLab contou com o banco de dados da Startse, além de acessar os dados da primeira pesquisa feita em 2017, que contava com a base da Associação Brasileira de Startups, o Ranking 100 Open Startup e do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo. O objetivo foi apontar as novas empresas de tecnologia brasileiras que tem como força motriz a inovação e como elas estão dispostas a resolver “as dores do lojista”, que englobam todos os detalhes do processo de compra e entrega; situações que vão desde dificuldades de gerenciamento de estoque, atrasos de entrega, questões de relacionamento com o cliente, entre outros.

Assim, as startups foram dispostas num grande círculo que remete à figura de uma mandala, organizada em nove eixos que sintetizam soluções e inovações nas áreas de realidade virtual, inteligência artificial, e-commerce, engajamento do consumidor, internet das coisas, logística, operação, pagamentos e sustentabilidade.

“Reunir os fornecedores de tecnologia de forma tão didática para quem precisa da informação especializada, no caso o varejista, é algo sensacional. Sem falar na riqueza que é ver o Brasil produzindo soluções que também estão sendo colocadas em prática no comércio da Europa e da América do Norte”, explica um dos principais apoiadores do projeto e fundador do OasisLab, Hélio Biagi. Em janeiro, ele esteve na NRF Retail’s Big Show, nos Estados Unidos, e acompanhou o impacto que a tecnologia ofertada pelas startups traz ao comércio do mundo todo. “Temos uma nova realidade de mercado e de varejo e não podemos mais pensar isso tudo sem as startups”, completa.

Para visualizar o quadro com a mandala, seus nove eixos e os desenvolvedores de tecnologia basta acessar o link https://oasislab.com.br/ panorama-das-startups- brasileiras-que-estao- transformando-o-varejo-loja-4- 0-2a-edicao-2018/

Esse desenvolvimento teve o apoio acadêmico do Núcleo de Varejo Retail Lab da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do CEPEV- USP Centro de Pesquisa de Varejo da USP.

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Como o uso dos tablets pode agilizar e personalizar o atendimento no varejo

Por Arnaldo Mello

Tecnologia, inovação, globalização… Esses termos têm tudo a ver com a realidade que o mundo vive hoje e como tudo isso está inserido no contexto do varejo moderno. O tema, inclusive, foi abordado em uma palestra presidida pelo VP da “ArmorActive”, Travis Hooper, durante a NRF.

Em sua apresentação, Hooper falou, entre outros assuntos, sobre como a mobilidade dos tablets está transformando a forma de fazer negócios. De acordo com ele, a modernização do varejo físico é inevitável e imprescindível para não perder espaço perante o comércio digital.

Nos últimos tempos, as pessoas têm optado por um atendimento rápido e personalizado e é justamente nesta oportunidade que o tablet se encaixa, uma vez que contribui para a agilizar o atendimento aos consumidores.

Com ele em mãos, o atendente tem acesso a todo o estoque da loja sem sair de perto do cliente. Ao usá-lo, o atendimento não só ganha velocidade, como também aumenta, consideravelmente, a busca por produtos capazes de agradar o cliente.

A experiência do consumidor (em inglês, customer experience) é o epicentro de todas as marcas e indústrias, seja qual for a parte do mundo. Devido a sua importância, a capacitação digital vem ganhando força e espaço nas discussões estratégicas de grandes empresas.

Ainda segundo Travis Hooper, há seis fatores que conduzem as agendas de reuniões estratégicas. São elas: a discussão digital deve sempre estar presente na pauta dos encontros; as marcas precisam de um relacionamento íntimo com os clientes; o oferecimento de uma experiência diferenciada; a possibilidade de financiamento governamental; a presença de eficiência operacional, bem como a redução de custos; e a permanência no mercado de forma relevante e inovadora.

Não é de hoje que a inclusão de um gadget como o tablet no dia a dia do varejo transforma a maneira como as vendas são efetuadas, otimiza o tempo e faz com que o atendimento fique ainda mais personalizado. Além disso, ele permite que o vendedor tenha acesso imediato a outras informações sobre o cliente como também facilita a finalização do pedido e pagamento.

Mas, se são tantas as vantagens para o varejo, por que ainda não está sendo utilizado em todos os estabelecimentos? A resposta é simples: seu uso requer preparação e planejamento para superar os desafios que poderão surgir com o decorrer do tempo, como, por exemplo, desvencilhar a imagem de entretenimento do aparelho, trazendo uma imagem profissional para o seu uso; como protegê-lo enquanto estiver sendo usado; e qual será o melhor modelo, software e sistema operacional a ser utilizado.

Por último, mas não menos importante, os responsáveis pela área de equipamentos e inovação devem considerar que vale a pena investir no equipamento. Isto contribuirá tanto para criar uma experiência única no que se refere ao atendimento como também será um diferencial na forma como as empresas se apresentam aos seus consumidores.

Arnaldo Mello é colaborador da Academia de Varejo

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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