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O impacto do Wi-Fi 6E no ambiente de negócios e nas redes domésticas

Por Moisés Montaño

A chegada do Wi-Fi 6 trouxe consigo uma notável melhoria na eficiência do uso de espectro, aumentando a capacidade da rede e permitindo que mais dispositivos sejam conectados simultaneamente, com um melhor desempenho em relação às gerações anteriores de redes Wi-Fi, com maior velocidade de conexão e economia de energia.

E a tecnologia Wi-Fi 6E incorpora todos esses elementos, ao mesmo tempo que oferece uma melhoria considerável ao operar na frequência de 6 GHz, aumentando 1.200 MHz de largura de banda. Isso é algo que os governos e autoridades da América Latina já estão considerando. Com certeza veremos a liberação desse espectro de rádio para uso de Wi-Fi ao longo deste ano. O novo espectro permitirá a implementação de Wi-Fi 6E e é até cinco vezes maior que o das versões anteriores. Desta forma, espera-se que até 2022 a tecnologia Wi-Fi 6E seja implementada em grande parte da região, melhorando a velocidade e a eficiência da rede.

A casa é a extensão do escritório

Desde o início da pandemia da Covid-19, milhares de empresas foram forçadas a realocar suas operações para um ambiente remoto. Agora, muitos funcionários precisam de uma excelente rede doméstica para poder desempenhar suas funções. As estatísticas sugerem que, mesmo após a pandemia, o home office continuará presente no ambiente de negócios. Por isso, a tecnologia terá que resolver os dois principais problemas que afetam este modelo de trabalho: a velocidade do serviço de Internet e a gestão da banda larga em casa. Sem dúvida o Wi-Fi 6E virá com propostas para atender e melhorar a experiência do consumidor.

Como mencionei anteriormente, uma vantagem que se destaca na tecnologia Wi-Fi 6E é a largura de banda adicional de 1200 MHz, ao ter este novo espaço disponível para implementação de Wi-Fi poderemos eliminar interferências que afetam as versões anteriores, uma vez que há muitos dispositivos de diferentes utilizações e tecnologias que se conectam e operam na mesma banda das atuais gerações de Wi-Fi, o que satura a rede e provoca interferências, afetando sua velocidade e eficiência.

É fato que cada vez mais dispositivos estão conectados à internet simultaneamente. Com o Wi-Fi 6E, vários usuários poderão realizar diferentes atividades simultaneamente e que demandam um alto desempenho da rede Wi-Fi, que hoje não são viáveis ​​com as tecnologias wireless existentes. Estamos falando de questões como streaming de vídeo em 8K e realidade virtual, além das atividades já cotidianas. De uma forma geral, os consumidores aproveitarão ao máximo seu serviço de Internet.

Um futuro com redes mais rápida

Em escritórios, escolas, fábricas, armazéns, hotéis ou qualquer outro local, grandes benefícios serão percebidos, já que a combinação da eficiência no uso do espectro que o Wi-Fi 6 nos traz com as principais adições da versão 6E, como o aumento da largura de banda disponível, o aumento da velocidade e da capacidade, bem como a redução drástica das interferências, proporcionarão um salto considerável na utilização e aproveitamento do acesso à internet sem fio.

É importante esclarecer que haverá regras diferentes para o uso de Wi-Fi 6E em ambientes internos e externos. Nos espaços internos, os pontos de acesso (APs, da sigla em inglês) serão de baixa potência e não exigirão controle, no entanto é claro que devem respeitar os níveis de potência permitidos em cada país.

Embora seja provável que existam outros sistemas operando no mesmo espectro de rádio de 6 GHz (inclusive em alguns países pode ser uma frequência operada sob licença), nos ambientes externos  a proposta é usar uma função conhecida nos Estados Unidos como Coordenação Automática de Frequência (AFC, da sigla em inglês), por meio da qual um AP valida com um banco de dados se a área em que está implementado possui restrições ao uso de qualquer faixa de frequência dentro da banda de 6 GHz, e, em caso afirmativo, evita operar dentro das frequências restritas, garantindo que não irá interferir em outras sistemas existentes que têm a frequência atribuída pelo órgão regulador.

Na América Latina, os governos da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México, Peru e Porto Rico estão interessados ​​em implementar essa tecnologia e liberar o espectro de 6 GHz para implantação em 2022. Especialistas em tecnologia estão analisando a largura de banda ou realização de consultas públicas que ajudarão a decidir quanto espectro pode ser liberado sem uma licença para a implementação de Wi-Fi 6E. O Chile é o primeiro país a tomar oficialmente a decisão de liberar o espectro para banda larga, enquanto Brasil e Peru devem ser os próximos a fazê-lo.

Moiisés Montaño, diretor da área de produtos RUCKUS da CommScope nas regiões da América Latina e Caribe

Cinco tendências de segurança de redes para 2020

Por Guilherme Araújo, Diretor de Serviços da Blockbit

Dois trilhões de dólares. Segundo pesquisas globais, esse é o tamanho do prejuízo provocado por crimes virtuais ao longo de 2019, em uma lista de ataques que inclui todo o tipo de fraudes e contaminações em busca do roubo e sequestro de dados. De fato, números como os registrados este ano deixam claro que nunca foi tão complexo manter a segurança digital das informações como hoje em dia. Afinal de contas, ao mesmo tempo em que a tecnologia evolui, os cibercriminosos também continuam a desenvolver suas armadilhas e truques.

Nesse cenário, garantir a segurança da infraestrutura de TI demanda uma postura proativa, que invista em soluções e processos que mitiguem as possíveis ameaças, eliminando as brechas e vulnerabilidades que, porventura, existam dentro das organizações como um todo. Além disso, é fundamental ter sistemas de segurança capazes de monitorar a estrutura tecnológica de forma contínua.

Com ajuda da tecnologia, é possível aumentar a proteção digital das empresas e iniciar uma jornada de maior performance empresarial. Para manter as empresas em alerta, destacamos as tendências que merecem destaque e atenção dos executivos líderes de TI e, também, dos responsáveis por segurança. As cinco principais tendências de segurança digital para 2020:

1. Privacidade de Dados – Com a entrada em vigor da nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) prevista para agosto de 2020, a “privacidade de dados” será um tema bastante frequente para as empresas, especialmente aquelas com grandes operações e diversos canais de atendimento a clientes. Contudo, vale destacar que as organizações serão responsáveis por todos os tipos de dados pessoais – incluindo o de parceiros e colaboradores, além dos consumidores. Isso exigirá que os líderes de negócios e TI trabalhem para fortalecer suas defesas, incluindo a gestão de links e o reforço de políticas de controle de acesso às informações.

2. Gestão de dispositivos pessoais – Aproximadamente dois terços dos problemas de segurança acontecem por meio de falhas humanas, com erros de processo e negligência durante as operações. Outro ponto interessante é que a maior parte dos ataques virtuais começam com contaminações de equipamentos “pessoais” (dos colaboradores), que são usados dentro da rotina corporativa. Isso significa, portanto, que gerenciar redes com cada vez mais dispositivos conectados é uma atividade verdadeiramente desafiadora – e complexa – para as equipes de cibersegurança. Em ambientes onde os usuários podem usar seus próprios equipamentos, é indicado que as companhias estabeleçam políticas de segurança mais rigorosas, com filtros de conteúdo práticos. Outra medida importante é contar com firewalls de próxima geração, com recursos avançados para o monitoramento e proteção das informações.

3. Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) – À medida que a Quarta Revolução Industrial avança, podemos esperar que novas ameaças contra os novos padrões de interação homem-máquina surjam gradualmente. Os projetos de IoT estão sendo construídos em diferentes camadas, com redes e sistemas que podem ser atacados em diferentes pontos e formatos. Hoje, estudos já indicam o aumento das tentativas de fraude direcionadas aos sistemas de automação, sensores e access points utilizados na estrutura geral. Além disso, clusters em Nuvem e servidores locais também podem ser alvos de contaminações. É recomendado investir em novas ferramentas de identificação de ameaças, com detecção inteligente de invasões e anomalias de rede.

4. Foco nas pessoas – Um dos desafios das empresas para 2020 será conscientizar e engajar os profissionais para a importância do tema cibersegurança, uma vez que a proteção digital depende da atenção e do empenho de todos. Com processos cada vez mais rápidos e alta exigência por eficiência, é extremamente importante que os usuários entendam seus papeis dentro da segurança da organização como um todo. Até porque é bastante provável que as tentativas de Phishing – envio de iscas maliciosas por e-mail, mensagem e redes sociais – siga sendo o principal mecanismo de infecção de vírus e malwares. Nesse cenário, as empresas devem treinar seus colaboradores, estabelecendo regras práticas de atuação. O objetivo é diminuir ao máximo as vulnerabilidades, sem abrir mão da produtividade trazida à tona pela transformação digital.

5. Prepare-se para mudanças – Estamos diante de um cenário em evolução tecnológica, no qual as ameaças cibernéticas também estão aumentando ano após ano em todo o planeta. Vale deixar claro, porém, que os ataques não visam apenas as grandes empresas – hoje, até mesmo os pequenos negócios são alvo de hackers, que ficam à procura de brechas em seus sistemas de segurança. Para enfrentar esse ambiente desafiador, as organizações devem adotar ferramentas para monitorar seu ambiente de TI e contar com o apoio de especialistas que trabalham constantemente para manter as configurações bem ajustadas às necessidades de desempenho e proteção das redes. É fundamental observar a segurança das redes como um ponto estratégico, com impactos diretos às vendas, à produção e, desse modo, ao resultado geral da companhia. É hora de se antecipar às ameaças buscando as inovações que permitirão aos líderes uma nova experiência para gerenciar os riscos e maximizar as oportunidades.

Smart cities começam pelas redes convergentes

Por Eduardo Jedruch

As chamadas smart cities (cidades inteligentes, que adotam inovações tecnológicas) irão melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, além de tornar os governos locais mais eficientes quanto ao atendimento das necessidades de seus moradores. Smart city é o novo “termo da moda”, assim como IoT (a Internet das Coisas) foi nos últimos 5 anos. Da segurança ao conforto e mesmo à geração de renda, as aplicações para smart cities mudarão a forma como as cidades funcionam e como vivemos e trabalhamos. No entanto toda essa mudança está diretamente ligada com aos sistemas de comunicação.

Para que isso se torne realidade, moradores, veículos, sistemas e aplicativos precisam estar conectados por meio de redes cabeadas e também redes sem fio. Sensores e dispositivos conectados à Internet estarão em todos os lugares, assim como aplicativos de compartilhamento de dados, como por exemplo aqueles que gerenciam o trânsito, estacionamento dinâmico, Wi-Fi público, medidores inteligentes e segurança pública com prédios inteligentes, estádios e centrais de trânsito.

Contudo, nada disso será possível sem redes que conectem os dispositivos e aplicativos de IoT. Sistemas de redes de telecomunicações disseminados por toda a região são um pré-requisito para a existência de uma smart city. Redes de comunicação fornecem as conexões essenciais entre os serviços e dispositivos que processam e agem de acordo com as informações coletadas.

Os service providers (provedores de serviços) são geralmente as empresas responsáveis por implementar as redes que conectam usuários e a IoT. Redes com fio utilizam cabeamentos novos e atuais de fibra e de cobre (par trançado ou coaxial) para conectar prédios e também outros terminais, como pontos de acesso Wi-Fi, câmeras de monitoramento, small cells e sistemas de antenas distribuídas (DAS, da sigla em inglês). Já os protocolos de redes sem fio incluem Wi-Fi, LTE, 5G, Bluetooth e Zigbee, entre outros.

E como construir uma cidade com conexão em todos os lugares? Aqui estão quatro estratégias essenciais:

Visão de longo prazo

Muitas cidades procuram soluções a curto prazo com resultados menos expressivos, como a troca da iluminação pública por lâmpadas de LED. No entanto, especialistas em planejamento urbano devem se atualizar sobre tecnologias emergentes e se prepararem para o seu uso. Por exemplo, uma cidade que instalou um sistema básico de câmeras de segurança em postes de luz, mas ao mesmo tempo não instalou um sistema de conexão com fibra óptica que resultasse na possibilidade de instalação de small cells nesses postes ou até na implementação de um sistema de reconhecimento facial instantâneo nas câmeras. Com a adição dessa conectividade no mesmo momento da instalação da câmera de segurança, o custo seria um pouco maior. No entanto, o custo será ainda mais alto para posteriormente atualizar a estrutura para a conectividade mais moderna.

Com o intuito de evitar a necessidade de um grande upgrade futuro dessas redes, os especialistas em planejamento urbano devem se adequar às tecnologias emergentes. Por isso é importante o contato constante com fabricantes e provedores de redes de conexão para o desenvolvimento de um plano de soluções para um longo prazo. Por exemplo, algumas cidades na Suécia e nos Estados já implementaram redes de fibra de alta velocidade ao redor da cidade com largura de banda suficiente para suportar dispositivos IoT e serviços futuros.

Plano para a convergência entre redes com e sem fio

A convergência para uma única estrutura de rede (com e sem fio) para maximizar sua utilização faz todo sentido. O custo para manter redes separadas é substancial. Exemplos reais incluem a implementação de redes fiber-to-the-home (FTTH). Meses depois de adotadas, a mesma equipe de construção desenterrou a rede na mesma rua, para acrescentar fibra a uma célula, o que é um desperdício. Convergência de redes significa o desenvolvimento para plataformas diferentes. É necessário lembrar da abordagem da flexibilidade e escalabilidade dessas redes para atender às necessidades de hoje e do futuro, com a expansão da perspectiva da eficiência econômica.

As cidades estão ainda mais complexas, e é provável que diferentes tipos de redes, construídas por operadoras de telecomunicações tradicionais, operadoras de cabo, empresas como o Google, serviços públicos e pelos próprios municípios tenham que coexistir. O surgimento da quinta geração do serviço de redes sem fio (5G) traz a possibilidade de mais uma rede fixa de suporte, se sua implementação não for planejada de forma adequada.

Os profissionais do planejamento urbano necessitam pensar sobre a convergência dessas novas redes para evitar custos e aumentar a eficiência. Já existem redes convergentes dentro de prédios (um backbone Ethernet trafega voz, dados, vídeo e dados móveis); essa tendência deve ser estendida para as cidades, com redes de fibra convergentes. Algumas cidades inovadoras estudam a possibilidade de instalação da chamada Universal Telecommunications Connectivity Grid (UCTG), uma rede universal de comunicação que pode conectar dispositivos com fio e sem fio.

Planos para a onipresença

Com o intuito de realizar a convergência de redes em toda a cidade, um dos maiores desafios é levar a conectividade tanto àqueles que têm acesso como os que ainda não têm. Operadores de redes sempre trabalharam para atender os que têm acesso, ou seja, os clientes que podem pagar, enquanto os menos privilegiados não se conectam. As cidades precisam acabar com essa separação digital ao garantir que tanto o comércio, indústria e moradores tenham acesso adequado a serviços de banda larga, com ou sem fio.

Financiamento para a inovação

Poucas cidades ao redor do mundo podem arcar com o custo de implementação da próxima geração de redes, portanto, para fazer essa obra é necessário criar parcerias tanto com provedores de serviços, operadoras de utilities e outras organizações que podem financiar esses grandes projetos. Obtenção simplificada de licenças, acordos de infraestrutura e parcerias público-privadas são alguns modelos que podem ser seguidos.

As ofertas de serviços de cidades inteligentes ainda estão em fase inicial, mas conexão de alta velocidade confiável por todos esses municípios é uma necessidade essencial que os gestores podem começar a resolver hoje. Ao planejar agora, criando a base para as redes convergentes de fibra, as cidades estarão preparadas para serem realmente inteligentes no futuro.

Eduardo Jedruch, gerente regional da área de vendas da CommScope e presidente na América Latina da Fiber Broadband Association

Combatendo silos de rede, agora na nuvem

Por John Maddison, Vice-Presidente Sênior de Produtos e Soluções da Fortinet

Durante a década de 1990, as organizações dedicaram muito tempo e esforço ao desenvolvimento de um modelo de rede com o datacenter no centro e um perímetro bem definido e seguro próximo à borda. Embora inovadora na época, essa abordagem isolava departamentos, linhas de negócios e escritórios regionais – principalmente quando começaram a adotar suas próprias tecnologias de rede e segurança para atender às suas necessidades e exigências específicas. Com isso, os engenheiros de sistemas e os profissionais de segurança que tinham que gerenciar esses hubs de rede desenvolvidos organicamente ficavam funcionalmente sem visibilidade para rastrear dados e recursos ou descobrir e responder a ameaças.

Por fim, as equipes de TI, ao assumir a tarefa de centralizar o gerenciamento e a segurança da rede nos anos 2000, viram que precisavam integrar sistemas incompatíveis, avaliar e dispensar dezenas de fornecedores concorrentes e lidar com equipes locais resistentes a abandonar suas redes desenvolvidas internamente. Ainda pior, a essa altura, muitos desses silos de conteúdo e tecnologia isolados estavam ligados a processos de negócios fundamentais, tornando a transição para um modelo de TI centralizada não apenas demorada e frustrante, mas também muito dispendiosa.

Estamos prestes a fazer tudo isso novamente, agora na nuvem

Com o desafio de abordar essas redes e dados em silos no passado, você imagina que as organizações possuem hoje um plano bem elaborado para a adoção de redes e serviços na nuvem. Mas não é isso que temos visto. A realidade é que qualquer departamento ou pessoa com um cartão de crédito e uma ideia pode comprar seu próprio serviço de nuvem. Com isso, as empresas que analisam sua presença na nuvem geralmente descobrem dezenas ou até centenas de soluções na nuvem não autorizadas e mal protegidas, incluindo coisas tão simples (e potencialmente perigosas) como armazenar dados corporativos ou de clientes em um aplicativo na nuvem e infraestruturas de rede totalmente na nuvem que gerenciam dados e fluxos de trabalho.

Mas não são apenas pessoas e departamentos desonestos que fazem isso. A TI é responsável por boa parte disso. As organizações estão implementando arquiteturas na nuvem complexas, compostas de vários ambientes de nuvem pública e privada. Em vez de seguir um script de integração, essas implementações estão sendo feitas por projeto, com tentativas de abordar questões como segurança – incluindo visibilidade, gerenciamento e orquestração, e controles como correlação de inteligência e resposta a ameaças – após a ocorrência de um fato. Esse é um dos motivos pelos quais os profissionais de segurança relataram aumento de 300% nos ataques a serviços na nuvem em 2017.

Três coisas que você pode fazer

Você não consegue proteger o que não pode ver ou controlar, e isso é exatamente o problema criado por uma rede em silos. Considerando o crescimento e a gravidade dos ataques aos ambientes na nuvem e o possível impacto de qualquer interrupção no seu modelo de negócios digital, é essencial que você fique à frente desse desafio. Aqui estão três coisas que a Fortinet recomenda ao adotar ou expandir sua arquitetura na nuvem:

Desenvolva um plano e obtenha a adesão dos grupos envolvidos. Cada grupo envolvido da sua organização precisa entender os riscos de uma abordagem não estruturada para a adoção de ambiente na nuvem. Todos os aspectos da transformação digital, principalmente a nuvem, precisam fazer parte de um plano integrado ao qual todos devem contribuir, compreender e apoiar. Isso ajudará bastante a evitar que as pessoas ou os departamentos desenvolvam suas próprias soluções de TI inadequadas, conhecidas como Shadow IT, e introduzam riscos novos e desconhecidos.

Crie um ambiente de resposta positiva. Por baixo de cada adição indesejada e desconhecida na nuvem, está uma necessidade de negócio não atendida. Uma das principais razões pelas quais as equipes adotam suas próprias soluções de rede, armazenamento ou aplicativos é que elas sentem que suas necessidades não são compreendidas pelo departamento de TI. Quanto mais rígida for sua abordagem e quanto mais restritiva for sua resposta às solicitações, maior a probabilidade de ter dados e recursos fundamentais armazenados e processados em locais não aprovados. Ouvir e responder às solicitações ajudará muito a eliminar o problema de Shadow IT.

Use e exija padrões abertos. Os dados fluem entre os ecossistemas da rede. Porém, tentar fazer isso conectando e integrando tecnologias isoladas do sistema legado pode sobrecarregar recursos limitados de TI. Os dispositivos de segurança precisam operar usando padrões abertos e sistemas operacionais comuns para rastrear o tráfego de dados e os recursos em diferentes ecossistemas de rede, orquestrar centralmente e gerenciar políticas de segurança, correlacionar informações coletadas de todos os cantos da rede distribuída e coordenar automaticamente uma abordagem unificada com qualquer ameaça detectada em velocidades digitais, desde o núcleo até a nuvem.

Os silos da rede são inimigos da segurança eficaz. Infelizmente, tendo enfrentado esse problema há quase duas décadas, estamos à beira de ter que lutar essa mesma batalha mais uma vez, agora na nuvem. Ironicamente, a raiz do problema é quase idêntica à primeira vez que tivemos que lidar com isso: o desenvolvimento de rede não estruturado e não planejado e o crescimento lento de uma arquitetura acidental de rede e segurança. Só que desta vez, os cibercriminosos possuem ferramentas mais sofisticadas, projetadas para explorar melhor as lacunas que essa abordagem cria e causar mais danos. Ao mesmo tempo, com o crescimento da nova economia digital, mais coisas estão em jogo. Como profissionais de TI, é fundamental estarmos conscientes sobre esse problema antes que ele sobrecarregue nossos recursos e coloque nossos negócios digitais em risco.

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Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Por Melissa Strait

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande
show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre
conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória incluiuma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo,
fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos. Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade
de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem.

Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes eaté a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para podersuportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, emuma praça de esportes conectada.Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para
aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular,
ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou
autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.
*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Melissa Strait, jornalista, editora e assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

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Aruba potencializa rede Wi-Fi na Assembleia Legislativa do Espírito Santo

A renovação da infraestrutura de TI da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) com a implementação de soluções HPE Aruba conseguiu reverter o quadro frequente de indisponibilidade de rede (em que usuários ficavam sem acesso à internet, aos servidores, ao banco de dados e a aplicações) e viabilizou à instituição agregar mais serviços aos usuários internos e visitantes. “A velocidade da rede também melhorou muito”, relata Jonston Caldeira, superintendente de TI na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. “Agregado a isso, a rede sem fio, que é o forte da Aruba, veio dar mobilidade ao serviço que disponibilizamos dentro da casa. Tínhamos essa questão como uma insatisfação muito latente, pois apesar de ser um prédio só, essa falta de flexibilidade para os usuários da Assembleia era uma funcionalidade de TI que só pudemos resolver com a ajuda da Aruba”.

De acordo com Caldeira, a casa possui um cenário de utilização de rede Wi-Fi bem complexo: ao receber um cidadão na ALES precisamos prover acesso sem fio a todos os visitantes, mesmo tendo uma enorme gama de visitação diária. “O dimensionamento da solução Aruba inicialmente me preocupava ser insuficiente, mas tanto a demanda de usuário interno quanto a de visitantes não me preocupa mais. Temos registrado cerca de dois a três mil acessos diários, então só tenho elogios à marca e à tecnologia utilizada”, destaca.

A HPE Aruba venceu o processo licitatório para um projeto de substituição de todos os ativos de rede. De acordo com Caldeira, a ALES tinha uma infraestrutura de comunicação interna bem obsoleta com equipamentos de mais de 15 anos e sem garantia. No decorrer do processo, o projeto com a Microware que contemplava recursos do portfólio HPE Aruba foi ganhando corpo, aumentando o número de equipamentos de rede que promovem a comunicação entre os computadores e os recursos de TI na Assembleia, consolidando funcionalidades de rede sem fio ao projeto – carro-chefe da Aruba.

A solução implementada foi composta com os seguintes itens:

– 2 Switches core – HPE FlexFabric 5940
– 58 Switches de acesso – Aruba 2930M 48G PoE+
– Controladora Wi-Fi – Aruba 7205
– 100 APs – Aruba AP-325
– Software de gerenciamento da rede “LAN” – HP IMC
– Software de gerenciamento Wi-Fi – Aruba AirWave

Resultados

“Estamos bastante satisfeitos com a tecnologia HPE Aruba. Nosso conhecimento sobre a empresa era superficial por meio de casos de sucesso, mas na prática nós nunca tínhamos tido muito contato. A Aruba não só atendeu como superou todas as nossas expectativas. Queremos ampliar o projeto agregando outras soluções que a Aruba oferece. Foi uma excelente contratação que fizemos, acho que melhor custo-benefício não encontraríamos no mercado”, reforça o especialista.

Caldeira destaca também que um diferencial importante durante o processo foi o acompanhamento muito próximo do time da Aruba. “Até hoje, apesar do projeto finalizado, eles estão sempre em contato com a gente, trocando ideias e com perspectivas de melhorias. Essa relação com o fabricante é muito bacana e positiva que para mim foi um grande diferencial”, diz Caldeira. Segundo ele, a Aruba não tem só um produto de qualidade, mas uma equipe que fornece todo o amparo necessário. “Adquirimos uma solução de rede cabeada e não cabeada e gostaríamos de continuar agregando valor com atualizações e novas soluções no projeto já para o próximo ano”, conta.

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) é dividia em três torres, sendo elas: Torre Legislativa, Torre Administrativa e Torre de Conexão. Em cada pavimento de cada torre, há um eixo para suportar a infraestrutura de rede em que os switches de acesso são interligados ao core da rede.

A comunicação da rede legada da ALES (switches de acesso com o switch core) era realizada por fibra, atingindo velocidade de 1Gbps e 100Mbps para os dispositivos do cliente. De acordo com Eduardo Rangel, da integradora Microware responsável pelo projeto, antes a ALES não possuía o gerenciamento de sua rede LAN, tampouco o gerenciamento de redes WiFi, improvisadas por alguns funcionários. “Com a implantação da solução HPE Aruba, os switches proveram acesso a 1Gbps e comunicação de 10Gbps com o switch core, um aumento considerável em qualidade e velocidade de rede. A estrutura WiFi foi importante para manter todos os funcionários e visitantes online, possibilitando a comunicação por meio da internet e facilitando o uso de estações de trabalho móveis por todas as torres”.

A representatividade da marca Aruba é maior e mais consolidada em soluções de rede sem fio. Após a aquisição pela HPE, a empresa também passou a oferecer equipamentos para rede cabeada, que consistia no projeto original com a ALES.

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Aruba é reconhecida pelo Gartner como líder em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio

Pelo 13º ano consecutivo, a Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, é escolhida pelo Gartner como líder no Quadrante Mágico em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio.

“Acreditamos que a inclusão da HPE (Aruba) no Quadrante Mágico do Gartner é uma confirmação de que estamos no caminho certo. Nós nos sentimos honrados com esse reconhecimento”, diz Eduardo Gonçalvez, country manager da Aruba. “A filosofia ‘cliente em primeiro lugar’ nos permitiu criar uma visão e uma estratégia que promove o sucesso dos nossos clientes e sermos consistentemente líderes do mercado.

De acordo com o Gartner, a evolução dos requisitos corporativos para maior inteligência de camada de acesso e a automação continua desafiando os fornecedores de rede. Líderes de operações devem avaliar a infraestrutura de LAN com e sem fio com base em necessidades cada vez mais complexas de serviços e de gerenciamento de redes de acesso. O Gartner estima que até 2020, apenas 40% das equipes de operações de rede usarão a interface de linha de comando (CLI) como sua principal interface, abaixo dos 75% em 2018. A adoção de redes gerenciadas em nuvem por empresas de todos os tamanhos dobrará, passando de menos de 10% em 2018 para mais de 20% até o final do ano de 2023.

Embora a missão da Aruba seja permitir experiências memoráveis para seus clientes, a empresa também busca simplificar a vida do pessoal de TI, eliminando a complexidade das operações de rede nos ambientes móveis, de IoT e na nuvem cada vez mais imprevisíveis, onde os incidentes de cibersegurança atingiram um nível histórico, e que não podem ser resolvidos com as redes legadas. É por isso que a Aruba criou a Arquitetura Mobile First: para conectar com segurança dispositivos móveis, e agora a IoT também. Ela foi construída especificamente para a era digital, possibilitando a rápida inovação e transformação de redes para fornecer experiências incríveis e simplificar a vida do pessoal de TI. A Arquitetura Mobile First fornece uma experiência de rede segura, inteligente e ininterrupta em uma arquitetura única, aberta, definida por software, que cobre desde os ambientes de campus até as filiais, garantindo uma experiência de TI consistente em todas as localidades

“Seguimos comprometidos com o sucesso dos nossos clientes, ajudando a acelerar a transformação digital e a sua evolução de fornecedores de bens e serviços para empresas que proporcionam experiências incríveis aos seus usuários e clientes. É desta forma que nossos clientes geram vantagem competitiva, fortalecem a fidelidade e aumentam o engajamento e a retenção dos funcionários”, finaliza Gonçalves.

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, fornece soluções de rede de próxima geração para organizações de todos os tamanhos do mundo inteiro. A empresa provê soluções de TI e de cibersegurança que permitem às organizações atender à geração mais recente de usuários móveis conectados que fazem uso de aplicativos de negócios na nuvem para cada aspecto do trabalho e da vida pessoal.

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CommScope recebe o prêmio Network Transformation 2017

A CommScope, empresa líder na área de soluções para infraestrutura de redes, anuncia a conquista do prêmio Layer123 Network Transformation Awards, na categoria “melhor lançamento”, pelo seu desenvolvimento de antenas compactas de painel plano em frequências licenciadas. A premiação internacional reconhece os casos de sucesso no avanço da indústria, reconhecendo a inovação focada em redes de trabalho definidas por software (SDN) e virtualização de funções de rede (NFV).

Até agora, as antenas compactas de micro-ondas de painel plano não eram compatíveis com as redes backhaul móveis, devido aos custos e problemas de rendimento associados a elas. Porém, a CommScope modificou esse panorama com o lançamento de modelos menores e de maior ganho, antenas de painel plano que não só satisfazem as especificações de rendimento ETSI Classe 3, como as superam em muitas áreas, com padrões de radiação típicos de Classe 4 e uma eficiência extremadamente alta.

“As implementações de cabos de fibra para backhaul continuarão crescendo, e essa é uma área de negócio forte para a CommScope”, destaca Derren Oliver, diretor de desenvolvimento comercial da unidade de Microwave Systems na CommScope.

Com a evolução do 5G as operadoras estão densificando suas redes e implementando células pequenas em áreas urbanas. Estas áreas representam desafios para o retorno de micro-ondas, devido às diferentes arquiteturas e gargalos wireless.

Por esta razão, o mercado atual de telecomunicações está cada vez mais competitivo. Tentam inovar em soluções que resolvam os desafios que o futuro apresenta e esse é um trabalho no qual a CommScope foi reconhecida.

“Diferente de qualquer outra antena plana atualmente disponível no mercado, os novos modelos da CommScope têm alta eficiência de abertura (ganho) e tipicamente padrões de radiação de Classe 4 em bandas de frequência licenciadas, além de também minimizar o impacto estético em áreas urbanas. Estão disponíveis em tamanhos nos quais é possível integrar facilmente pacotes de rádio de micro-ondas”, acrescenta Oliver, da CommScope.

O Network Transformation Awards destaca as pessoas e empresas mais inovadoras da indústria, reconhecendo seus maiores sucessos na tarefa de impulsionar a transformação das redes no último ano. Os concorrentes são julgados de forma independente por um grupo analistas de destaque, convidados pelo “SDN NFV Congress Analyst Partners”, e são avaliados em função dos critérios publicados utilizando um sistema de pontos ponderados para garantir consistência, profundidade e rigor na análise.

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CommScope premia os parceiros de maior destaque no ano, durante o CALA Partner Challenge

Pelo décimo ano, a CommScope, empresa global e líder no mercado de soluções de infraestrutura, realizou seu encontro anual CALA Partner Challenge. O local escolhido para a edição 2017 foi a Praia do Forte, na Bahia, onde 45 de seus revendedores e 5 de seus distribuidores mais importantes da região se reuniram com o objetivo de manter uma colaboração próxima e reconhecer seu trabalho conjunto, tendo em vista os desafios futuros.

“Realizar o Partner Challenge a cada ano é de suma importância para nós. Desta forma podemos continuar fortalecendo nossa relação com os parceiros de negócio e, trabalhando juntos, os estimulando a não só oferecer produtos, mas ir além para que possam apoiar os clientes com soluções completas”, comentou Matias Fagnilli, diretor de vendas da CommScope para a região do Caribe e América Latina. “Da mesma maneira, os parceiros que vão ao evento podem conhecer em primeira mão a estratégia para o próximo ano, além de se manterem em dia com tudo o que virá no futuro.”

Durante o evento, que acontece em um momento de evolução dinâmica da tecnologia, dos modelos de negócio e do desenvolvimento do mercado na América Latina, salientou-se a importância para a CommScope de trabalhar muito próximo a seus parceiros, algo diferente do que é feito no setor, e que destacou a empresa em toda região.

“O evento girou em torno do compartilhamento de visão, estratégia e táticas para que, junto com a comunidade de canais e distribuidores possamos oferecer não apenas a melhor tecnologia, mas o melhor serviço e suporte para os usuários finais. Também nos familiarizamos com as mudanças que estão acontecendo nos centros de computação, redes corporativas e mercados verticais de rápido crescimento e investimento, tudo com a finalidade de estar preparados para os novos desafios”, acrescentou Carlos Morrison Fell, diretor de engenharia para a região do Caribe e América Latina na Commscope.

Para Matias Fagnilli e Carlos Morrison Fell, um dos aspectos mais relevantes que o Partner Challenge tem é a possibilidade de compartilhar a estratégia global corporativa da empresa, tanto de estrutura interna, capacidade de inovação e manufatura, como seu programa de desenvolvimento de parceiros de negócio e seu foco local para América Latina, por meio do qual os parceiros de negócio tornam-se consultores de confiança para os clientes.

“Este ano contamos com a presença de mais de 100 participantes de 45 de nossos parceiros de países como México, Argentina, Brasil, Colômbia e Costa Rica; além de cinco dos principais distribuidores, que compareceram como patrocinadores e compartilharam toda sua experiência de trabalho com os clientes de maneira mais próxima. É importante assinalar que, para que os parceiros possam comparecer a este evento, devem atender a certos requisitos ao longo do ano e alcançar objetivos determinados”, acrescentou Matias Fagnilli.

Durante o encontro foram entregues os CALA Awards 2017 aos parceiros que mais se destacaram em diversas categorias: Newcom como ‘Partner com o rendimento de treinamento que mais se destacou’; PGCOM, como ‘Partner com a implementação mais bem-sucedida imVision’; ERA Telecomunicações como ‘Partner com os rendimentos mais altos’; e RETO como ‘Partner com o desempenho que mais se sobressaiu no processo de garantias”, entre outros.

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CEO da CommScope é nomeado Líder Empresarial do Ano

Eddie Edwards, Presidente e Diretor Executivo da CommScope, foi escolhido o Líder Empresarial do Ano pelo Conselho Empresarial da famosa Universidade Lenoir-Rhyne, fundada em 1891 e localizada em Hickory, na Carolina do Norte – Estados Unidos. Sua visão estratégica e seus reconhecidos sucessos na liderança transformaram-no em um modelo para os líderes da indústria, bem como para os estudantes da Universidade, o que o coloca como a escolha ideal para o prêmio.

“Agradeço ao Conselho Empresarial por este reconhecimento, bem como pela liderança e papel que desempenha na comunidade”, mencionou Edwards. “Hoje, ao receber este reconhecimento, aplaudo também a equipe global da CommScope, cuja paixão pela inovação e o suporte que dão aos nossos clientes levaram a nossa empresa ao sucesso.”

Como Diretor Executivo, Eddie Edwards foi fundamental em diversas aquisições recentes da empresa, ajudando a transformar a CommScope em uma empresa com uma presença global extremamente forte. “Sob a liderança do Sr. Edwards, a CommScope desenvolveu algumas das melhores redes de comunicação do mundo. Estamos muito contentes de acrescentá-lo à nossa prestigiosa lista de Líderes Empresariais do Ano”, explica Dr. Robert E. Allen, diretor executivo da Universidade Lenoir-Rhyne (LRU).

Antes de exercer a função de Diretor de Operações, Eddie Edwards foi vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Negócios e Gerente Geral da área de Wireless Network Solutions. Em 2011 foi nomeado CEO da empresa e Presidente do Conselho Diretivo. Hoje a CommScope se encontra entre uma das maiores empresas da Carolina do Norte, empregando aproximadamente 1.900 pessoas no estado, e mais de 20.000 em todo o mundo. Em 2016, Edwards foi reconhecido também com o Prêmio Louis V. Gerstner, Jr. à Excelência, pelo Grupo Carlyle, prêmio que reconhece a cada ano um CEO que represente excelente liderança, perspicácia nos negócios e excelência na gestão.

A Universidade Renoir-Rhyne reconhece a cada ano um homem ou uma mulher que exemplifique os dons da liderança dentro do seu negócio, bem como dentro da comunidade que o cerca. Este prêmio, selecionado por um comitê da universidade entre uma série de candidatos, é patrocinado pelo Conselho Empresarial da Universidade e foi criado em 1983 para promover uma melhor compreensão da LRU e seus programas dentro da comunidade empresarial, para proporcionar oportunidades únicas de aprendizagem para estudantes e empresas e para apoiar os programas da LRU.

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Tata Communications inicia operações no Brasil

A Tata Communications – uma das maiores provedoras mundiais de serviços de rede, cloud e segurança – anuncia o início das operações no Brasil, a partir da interligação do novo Seabras-1, sistema de cabo submarino, à rede global da companhia. A empresa quer aproveitar sua experiência em mercados emergentes e sua capacidade de ajudar as organizações na transformação digital para suportar o crescimento do mercado brasileiro, assim como do resto da América Latina.

Com os investimentos no Seabras-1 e a conexão com a rede global da Tata Communications, a companhia está pronta para endereçar as demandas crescentes por digitalização de empresas e operadoras brasileiras. Além disso, pode ampliar a oferta completa de serviços de conectividade, cloud computing, segurança, mobilidade e colaboração para multinacionais que operam no Brasil, interessadas em acelerar a transformação digital dos negócios ao redor do mundo.

A expansão da Tata Communications para a América Latina é parte de uma estratégia de crescimento global da companhia. A iniciativa está baseada na experiência de 15 anos em ajudar empresas multinacionais a romper barreiras tecnológicas e operar de forma bem-sucedida entre mercados desenvolvidos e economias emergentes de mais rápido crescimento.

O Seabras-1 está integrado com a Wall da Tata Communications, rede de cabos submarinos em Nova Jersey (Estados Unidos), evitando assim as rotas altamente congestionadas de Miami (Flórida) e fazendo o link direto entre os centros financeiros de Nova Iorque e São Paulo. A Wall, por outro lado, passa a oferecer às operadoras e empresas uma conexão mais rápida não só para a América Latina, mas também para Londres e o resto da Europa, assim como para os mercados emergentes do Oriente Médio e Ásia, por meio da infraestrutura da Tata Communications. Isso reduz ainda mais as barreiras para os negócios da América do Norte, Europa, Oriente Médio e Ásia para o Brasil e para empresas brasileiras interessadas em crescer no mercado internacional.

“Nossa expansão para o Brasil é parte do nosso compromisso de continuamente construir nossas capacidades e atender à crescente demanda por dados dos nossos clientes ao redor do mundo”, afirma Bob Laskey, Vice-Presidente Senior e Head de Américas da Tata Communications. “Empresas de diversos setores como serviços financeiros, tecnologia e manufatura estão aderindo à computação em nuvem, mobilidade e Internet das Coisas para sobreviver e navegar em ambientes em constante transformação. Uma conexão segura, confiável e super rápida em uma escala global é a base para a transformação digital. O poder combinado do Seabras-1, nossa rede global e nossos serviços em cloud – como o IZO™ Hybrid WAN e IZO™ SDWAN – demonstram que nós estamos melhor posicionados do que nunca para ajudar as empresas na América Latina e além para atingir suas ambições de crescimento.”

“A Ovum vê crescimento contínuo no setor de serviços de TI do Brasil e expansão em áreas-chave como serviços em nuvem. A combinação da rede global da Seabras-1 e da Tata Communications reforça o link entre duas das maiores cidades das Américas e o resto do mundo, fortalecendo e ampliando o alcance dos serviços da empresa em benefício de seus clientes e parceiros corporativos em todo o mundo”, afirma Brian Washburn, Practice Leader da Ovum.

A Tata Communications mantém e opera a única rede de cabos submarinos que circunda o globo. Essa rede consiste em 210 mil quilômetros de fibra terrestre e 500 mil quilômetros de fibras submarinas, permitindo que pessoas e empresas se conectem a 240 países e territórios. Hoje, cerca de 25% das rotas mundiais de internet passam pela rede da companhia.

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Norma brasileira para cabeamento estruturado auxilia projetistas e instaladores – Por Richard Landim

Utilizadas para padronizar e indicar um determinado nível de qualidade, as normas regulamentadoras estabelecem o consenso internacional. Desta forma, seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é fundamental não apenas para que não existam conflitos, mas também para a comparação de pesquisas relacionadas a um mesmo tema.

Ao realizar um projeto, o primeiro cuidado é verificar se existe uma norma nacional para aquela atividade e, em caso positivo, reestruturar todo o projeto com base no regulamento já estabelecido.

Para o desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado no Brasil, por exemplo, é necessário seguir a norma elaborada pela Comissão Executiva (CE 003:046.005) associada ao COBEI (Comitê Brasileiro Eletricidade Eletrônica Iluminação), composta de forma heterogênea por profissionais de alto padrão de diferentes seguimentos e inclusive de diferentes fabricantes e integradores/instaladores.A norma brasileira ABNT NBR 14565 tem como escopo especificar “um sistema de cabeamento estruturado para uso nas dependências de um único edifício ou um conjunto de edifícios comerciais em um campus, bem como para a infraestrutura de cabeamento estruturado de data centers. Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico”.

O documento auxilia tanto o projetista como o instalador de cabeamento estruturado na realização da especificação correta e focada nas melhores práticas de instalação.

Muitas vezes, em decorrência do atual cenário econômico, as empresas buscam poupar investimentos na instalação de sistemas de cabos e realizam essas ligações de forma um pouco improvisada. Muitas vezes, os projetos de cabeamento estruturado são feitos sem que haja um planejamento e o cumprimento das normas estabelecidas, não atendendo aos requisitos mínimos de segurança. Entretanto, o desconhecimento da norma ABNT NBR 14565 é outro grande motivo para o seu não cumprimento, uma vez que ainda um grande parte dos projetistas não saiba da existência dessa norma nacional.

O documento foi originalmente publicado no ano 2000, sendo revisado em 2007 e 2012, recebeu uma emenda em 2013, e está em fase de homologação a revisão efetuada em 2016.

Embora de pouco conhecimento, o seu descumprimento pode gerar multas. A ANATEL é o órgão regulador que fiscaliza o segmento de cabeamento. Em casos de descumprimento das normas brasileiras da ABNT NBR 14565, a ANATEL é notificada, caso a empresa não cumpra as exigências no prazo determinado, o responsável é multado e fichado por crime contra o bem estar público. Posteriormente, será intimado a prestar esclarecimentos à justiça em âmbito cível (financeiro) e penal (em caso de possíveis riscos a vida)

Como a falta de conhecimento da norma NBR 14565 pode ser resolvida?

É notória a importância que deve ser dada ao sistema de cabeamento estruturado em qualquer empresa. O cumprimento das normas publicadas pela NBR-14565 é essencial para garantir eficácia e segurança no sistema de cabeamento, sem colocar em risco o bem-estar público e o desenvolvimento da empresa. Trata-se de uma decisão que impactará positiva ou negativamente na confiabilidade da transmissão de dados, principal objetivo das redes informatizadas.

É necessário que as empresas tenham ciência dessas normas e procurem técnicos especializados para implantação do sistema de cabeamento que atendam a todas as exigências da ABNT e realizem um trabalho responsável.

Já as entidades de classes que atuam na área de instalação de cabeamento devem garantir o compromisso de seus associados para que cumpram as normas que regulam este setor. Temos como exemplo a UBIC (União Brasileira de Instaladores de Cabeamento), que garante que suas empresas associadas se familiarizem com as normas e leis relativas às tecnologias de instalação e realizem seus projetos de acordo com a regulamentação estabelecida.

Richard Landim, especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, líder mundial no fornecimento de soluções de testes em redes de cobre e fibra óptica.

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