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Twitter contrata diretor de parcerias de notícias para a América Latina

O Twitter anuncia a chegada de Gustavo Poloni como diretor de parceiras de notícias para a América Latina. Por ser público, aberto e conversacional, o Twitter é o lugar onde as pessoas vão para ver e falar sobre o que está acontecendo no mundo e buscar assuntos de seu interesse. Essa vocação tão particular da plataforma dá a produtores de conteúdo como os veículos de comunicação a oportunidade de alcançar, em tempo real, uma audiência engajada e aberta a receber informações e participar de conversas sobre as últimas notícias e os fatos mais recentes.

Poloni será responsável por liderar as parcerias de conteúdo com redes de rádio e televisão, mídia impressa e digital e formadores de opinião em geral, além de buscar novas oportunidades para meios de comunicação não tradicionais. “Minha principal missão será estreitar o relacionamento com veículos de comunicação a fim de entender suas necessidades e ajudar a amplificar o acesso a seus conteúdos para uma audiência cada vez maior”, diz o novo diretor de parceiras de notícias para a América Latina. “A ideia é oferecer soluções em conjunto com as diversas áreas do Twitter para que os parceiros da mídia aprimorem seu uso da plataforma e, com isso, tragam mais conteúdo de qualidade aos usuários”, afirma.

Formado em jornalismo, Gustavo Poloni desenvolveu sua carreira em grandes grupos de comunicação, como Editora Abril, onde foi repórter da Veja e liderou o editorial da revista Info, e Editora Globo, como editor-chefe da revista Galileu. Foi também um dos apresentadores do programa Morning Show, da rádio Jovem Pan. No último ano, viveu na Cidade do México, onde também produzia conteúdo para diferentes mídias e publicações da América Latina.

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Relatório da ONU: pagamentos pela rede social já atingem quase US$ 3 trilhões na China

Um novo documento da ONU revela que a Alipay e a WeChat Pay habilitaram US$ 2,9 trilhões de pagamentos digitais na China em 2016, representando um aumento de 20 vezes nos últimos quatro anos. Os dados mostram que pagamentos digitais, usando as plataformas e redes existentes, fornecem acesso a um leque mais amplo de serviços financeiros digitais, expandindo a inclusão financeira e a oportunidade econômica em toda a China e países vizinhos.

O novo relatório da Better Than Cash Alliance (Aliança Melhor que Dinheiro) baseada na ONU, Redes Sociais, Plataformas de E-Commerce e o Crescimento dos Ecossistemas de Pagamento Digital na China – O que Isso Significa para Outros Países, contém lições essenciais, que podem ajudar outros países a incluir mais pessoas na economia, ao fazer a transição de dinheiro para pagamentos digitais. Essa mudança pode aumentar o PIB em economias em desenvolvimento em 6% até 2025, adicionando US$ 3,7 trilhões e 95 milhões de empregos, de acordo com um relatório do Instituto Global McKinsey.

“As redes sociais e as plataformas de e-commerce estão crescendo em todas as economias, sejam grandes ou pequenas”, diz a diretora de Administração da Better Than Cash Alliance, Ruth Goodwin-Groen. “Na China, os pagamentos digitais estão prosperando nesses canais, incluindo milhões de pessoas na economia. Isso é importante porque sabemos que quando as pessoas — especialmente mulheres — ganham acesso a serviços financeiros, elas podem economizar, construir patrimônios, resistir a choques financeiros e ter mais chance de melhorar suas vidas”.

Descobertas fundamentais do relatório:

Mais pessoas têm oportunidades de economizar e investir. Plataformas como a Yu’e bao da Alibaba torna o dinheiro de investimento em diversos conjuntos de produtos financeiros mais acessíveis às populações de baixa renda. Esse produto permite a elas investir o dinheiro deixado em contas digitais, que resultam gradualmente em poupanças de longo prazo. De 2013 a 2016, a Yu’e bao cresceu a ponto de gerir US$ 117 bilhões e serve, agora, mais de 152 milhões de clientes.

As finanças digitais ajudam pequenas empresas a aumentar substancialmente seu acesso a capital. Até setembro de 2016, uma provedora, a Ant Financial da Alibaba (que opera a Alipay), havia emprestado um total de RMB 740 bilhões (US$ 107,3 bilhões) a mais de 4,11 milhões de pequenas e micro empresas e empreendedores.

Big data gerada através dessas plataformas ajuda a construir um histórico de pontuação de crédito e impulsiona o acesso ao crédito, particularmente para as populações de renda baixa, financeiramente excluídas. Por exemplo, a Sesame Credit oferece uma avaliação alternativa de capacidade creditícia, examinando o histórico de crédito, comportamento financeiro, capacidade contratual, identidade e redes sociais dos usuários.

O documento também revela que a Alipay e a WeChat estão se expandindo para além da China e investindo em grandes negócios de fintech (finanças e tecnologia) e provedoras de pagamentos. A elas se juntam outras grandes plataformas de comunicação, porque a oportunidade de usar as redes sociais e plataformas de e-commerce existentes para impulsionar os pagamentos digitais e a inclusão financeira é especialmente forte em países onde há uma alta adoção de smartphones e colaboração entre os setores público e privado:

– Na África do Sul, 78% de todo o tráfego da internet se dá através de canais móveis — uma das taxas mais altas do mundo. Entretanto, apesar do contínuo crescimento das taxas de adoção, apenas 15% dos sul-africanos declararam que fizeram uma compra através de um telefone móvel, no mês que antecedeu a pesquisa de 2016.

– Na Índia, a Ant Financial e a Tencent entraram no mercado indiano de pagamentos móveis, que está passando por um rápido crescimento, sob novas regulamentações. A Ant Financial, em particular, investiu até $ 900 milhões na PayTM, com a qual compartilhou pessoal e expertise técnica. Resultado: a PayTM cresceu de 5 milhões para 200 milhões de usuários em poucos anos.

– A Indonésia foi o mercado de m-commerce de crescimento mais rápido no mundo em 2016, expandindo 155% de janeiro de 2016 a janeiro de 2017. Parte desse crescimento se deve ao lançamento, em 2015, do Instant Mobile Payments (Pagamentos Móveis Instantâneos) da BBM Pay. O popular aplicativo de bate-papo da BBM tem mais de 55 milhões de usuários na Indonésia e continua a se desenvolver.

– Na América do Sul, os mercados têm a infraestrutura necessária para desenvolver ecossistemas de pagamento similares aos da China: 59% da população sul-americana usa a mídia social e 52% se conectam à mídia social através de seus telefones móveis. Entretanto, o espaço para pagamentos digitais continua mal utilizado e nenhuma provedora de pagamentos ligou seu serviço a essas plataformas de uma maneira significativa ou vice-versa.

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Como as redes sociais podem ajudá-lo a conquistar um emprego?

O recrutamento online oferece muitas vantagens para as empresas e para os candidatos, entre elas a agilidade e a assertividade. Mas como utilizar a visibilidade no meio digital em benefício da carreira, inclusive para conquistar um novo emprego?

“As redes sociais são a porta de entrada para se chegar a um candidato. É a primeira fonte de contato e coleta de informações”, afirma Marcelo Braga, consultor de Recursos Humanos e sócio da REACHR, plataforma digital inédita e gratuita, voltada a vendedores e estagiários, que usa algoritmos para analisar dados de candidatos e de vagas e a expertise de headhunters para conectar empresas e pessoas.

Segundo o especialista, entre as informações que os recrutadores costumam buscar nos perfis das redes sociais estão empresa, setor, tempo de experiência, formação acadêmica, idiomas e cargo que ocupa ou já ocupou. Entretanto, apenas a presença em mídias sociais não é suficiente para conquistar essa visibilidade.

“A REACHR é uma plataforma que busca ter claro quais são os objetivos dos candidatos, o seu perfil em todas as frentes, o momento de carreira. Ciente disto, e ciente do que a empresa busca para cada vaga é possível fazer a conexão adequada, gerando assertividade para empresas e para os candidatos. Também é possível fazer diversas comparações de carreira, identificando quais perfis são mais aceitos, quais os aspectos a desenvolver que o profissional deve focar. Estes feedbacks são essenciais para que os candidatos concentrem seus esforços de desenvolvimento onde de fato precisam, evitando dispêndio de recursos financeiros desnecessários”, explica.

Nesse sentido, quanto mais detalhado o perfil online do candidato na plataforma, mais chances existirão de o avaliador tomar a decisão correta. “O cadastro deve ser o mais completo possível, passando por dados cadastrais, acadêmicos, cursos realizados, histórico profissional, mas também deve trazer os objetivos de carreira para o momento, remuneração, aspectos comportamentais, interesses e hobbies”, explica.

Etiqueta digital ‒ Com isso, surge também uma preocupação: até que ponto as postagens nas redes sociais influenciam a opinião/decisão das empresas sobre a contratação ou não de um candidato?

Para o consultor, a não ser que a pessoa tenha um posicionamento muito radical sobre algum assunto e o perfil da empresa seja mais conservador, são raros os casos em que haverá uma pré-seleção. Entretanto, é preciso cautela para não prejudicar a carreira profissional, visto que geralmente o que é publicado torna-se público e em alguns casos não pode ser removido.

“Ter uma noção do que publicar e para quem publicar é importante. Há redes sociais mais voltadas para o trabalho, outras para os amigos. Você pode ainda fazer parte de comunidades especificas. Tudo que é colocado nas redes sociais torna-se público. Nunca sabemos o dia de amanhã. Imagina fazer um comentário grosseiro sobre uma empresa e depois se candidatar para uma vaga na mesma empresa? Portanto, todos devem buscar um uso adequado para os públicos adequados.”

Outro ponto que o consultor aconselha evitar é copiar o job description na descrição das atividades para se parecer mais atrativo para uma vaga. “Mentiras só atrapalham o processo de seleção. O candidato pode avançar uma etapa a mais, pode inclusive ser contratado, mas uma hora a ‘máscara cai’ e ele será prejudicado. Apenas ter informação sobre a empresa ou compartilhar com ela opiniões não é suficiente para se destacar, pode no máximo gerar mais interesse para uma avaliação. O perfil para uma contratação é algo completo, passa pelo aspecto técnico, acadêmico, comportamental, perspectivas futuras, momento atual, remuneração, empatia, fit cultural, etc.”

O uso excessivo das redes sociais é visto como algo negativo pelas empresas? Nem sempre, diz o consultor. “Existem empresas e gestores de todos os estilos e culturas. Sem dúvida para alguns, dependendo de suas crenças, da dinâmica do trabalho, do nível de exposição que o candidato tem e o quanto seu comportamento pode espelhar um comportamento da empresa, pode sim ser visto como prejudicial”, afirma. “Entretanto, em outros casos pode ser visto como positivo. O certo é que cada vez mais empresas autorizam seus funcionários ao usar as redes sociais para o trabalho, inclusive para se relacionar com clientes e fornecedores”, completa.

Saiba mais sobre a REACHR e cadastre-se gratuitamente: www.reachr.com.br

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“A loja é a rede social” será tema do evento The Everywhere Store

Conferência internacional promovida pela Tlantic acontecerá no dia 18 de janeiro de 2017, logo após o Retail’s BIG Show (NRF), em Nova Iorque

O varejo estará em destaque no mês de janeiro de 2017, em Nova Iorque, com dois importantes eventos voltados para o setor. De 15 a 17, com o Retail’s BIG Show (NRF) onde a Tlantic marcará presença e, no dia 18, com a 3ª edição de The Everywhere Store, conferência internacional organizada pela Tlantic, empresa especializada em soluções para o varejo.

“A Tlantic, tal como a maioria de seus clientes, participa assiduamente da NRF e, ao levarmos nosso evento para Nova Iorque, tornamos ainda mais relevante e inspiradora a presença na cidade”, afirma Paulo Magalhães, CEO da Tlantic.

The Everywhere Store é uma conferência think tank que envolve temas e intervenientes empenhados na transformação do varejo e, em particular, do conceito de loja.

Sob o mote A Loja é a Rede Social, a conferência cruzará tecnologia, varejo internacional e academia contando, como habitualmente, com a participação de profissionais de todo o mundo, como a FNAC, Sonae MC, Lojas Marisa, Procter&Gamble, IE Business School e Wharton University, que irão compartilhar suas histórias de sucesso, mostrando como têm conseguido incríveis economias e lucros através da readaptação das suas operações de loja por meio de soluções desenhadas para o seu negócio.

“Nesta edição, o evento explorará os desafios colocados ao varejo sobre a emergência da onipresença e a forma como a necessidade de participar nesta transformação permite às lojas tornarem-se os verdadeiros agentes de conexão entre pessoas, artigos e serviços”, comenta o CEO da Tlantic.

Ainda segundo Paulo Magalhães, outro ponto em destaque será a demonstração de casos de sucesso de lojas bem operadas, que interagem com o cliente garantindo uma boa experiência de compra e atendimento pós-venda qualificado.

“Queremos falar sobre produtividade, eficiência e excelência operacional, e responder a questões urgentes para o varejo tais como “A forma de se manter atual e interessante aos olhos de seu cliente, envolvendo-os em todos os canais de compra”, ou mesmo “Como um computador em cada bolso está mudando a forma como as operações de loja são gerenciadas”, complementa.

O evento contará também com um momento dedicado à apresentação de ideias por jovens empreendedores e startups, dando espaço a negócios inovadores e promovendo a irreverência de ideias para a inovação do varejo.

O evento tem lugares limitados e as inscrições podem ser realizadas diretamente no website: http://retailconf.tlantic.com/en/book-your-seat-now/

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Enem 2016 gera 4,2 milhões de menções no Twitter

Realizado no último final de semana, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) gerou grande movimentação no Twitter. De 0h de sábado (5) às 23h59 de domingo (6), foram contabilizadas 4.231.101 menções ao Enem 2016 no Twitter no mundo. Só no Brasil, foram 3.107.692 menções ao tema. As hashtags mais utilizadas durante esse período foram #ShowDosAtrasados, #AprendiNoENEM e #ENEM2016.

Os maiores picos de conversas sobre o assunto no Twitter aconteceram no sábado (5). O maior deles foi às 13h, com comentários, fotos, GIFs, vídeos e memes referentes aos estudantes que chegaram atrasados para o Exame; outro momento com grande volume de conversas ocorreu às 10h, com a expectativa para o início das provas; e às 19h, com comentários sobre o primeiro dia do Enem.

Confira abaixo um gráfico com o comportamento das principais hashtags analisadas durante o período:

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Redes sociais são decisivas para o e-commerce: cinco dicas para alcançar o público certo

As redes sociais passaram a ocupar um lugar que até então era liderado pelas buscas orgânicas quando o assunto são os canais de vendas para atingir e auxiliar os consumidores na decisão da compra. De acordo com pesquisa elaborada pelo Sebrae, 72% dos entrevistados utilizam as redes sociais como um dos principais canais para a concretização das vendas online. Os sites de busca, que até então lideravam o índice, ficaram em segundo lugar, mencionados por 68% dos entrevistados.

O CTO e sócio da Trezo, André Felipe T. da Luz, afirma que a pesquisa vai ao encontro das experiências vivenciadas no dia a dia profissional. “Ao elaborar as lojas online, percebemos a preocupação dos clientes em contemplar as redes sociais, devido à importância que elas têm tido na comercialização dos produtos, seja para encontrar a loja, se relacionar e até mesmo conferir a opinião dos demais consumidores sobre a loja em questão”, explica André.

As redes sociais, de acordo com André, possibilitam, antes de tudo, interação e colaboração, e, partir disso, é possível se relacionar e vender. Entre principais e mais usadas redes sociais estão o Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, Pinterest e Foursquare. Porém, André lembra que existem outras opções e é preciso saber usar cada uma de acordo com a sua finalidade. Confira as dicas de André para fazer sucesso por meio das redes sociais e converter mais:

1. Escolha as redes sociais mais adequadas ao seu negócio

Não adianta criar contas em diversas redes sociais sem antes fazer um planejamento levando em conta o tipo de produto comercializado pela loja virtual e o público a que se destina. Além disso, é preciso analisar o que a rede escolhida permite em termos de ações.

Por isso, analise o seu produto e o seu público e converse com a sua equipe em quais redes sociais sua empresa estará presente.

2. Mantenha as redes sociais atualizadas

Criar a conta em uma rede social é apenas o primeiro passo. É necessário realizar um cronograma de publicações e criar conteúdo relevante aos seguidores. Procure fazer uma atualização diária.

Importante: não transforme sua rede social em uma vitrine da sua loja virtual. É importante aproveitar o espaço pra falar dos produtos, promoções e lançamentos, mas também abordar assuntos que sejam de interesse dos consumidores, como informações sobre os produtos que você vende e dicas sobre como melhor utilizá-los.

3. Promova a interação e o engajamento

Converse com as pessoas nas redes sociais. Procure saber o que elas desejam e como gostariam de ser tratadas. Lembre-se de ouvir seu público, responder as dúvidas e reclamações, sempre sendo sincero. É assim que você criará um relacionamento com o público e estará sempre presente na memória dele positivamente.

Por meio da interação e engajamento você poderá conhecer melhor o perfil do seu público e assim vender mais e melhor.

4. Seja multimídia

Que as imagens são essenciais nas redes sociais você já sabe. Então, invista na qualidade delas e ganhe destaque em seus posts. Mas, vá além. Produza vídeos e animações para chamar mais a atenção do consumidor e ter maior interação.

5. Use hashtag

Muito mais que “modinha” ou “bonitinhas”, a hastag (#) é uma importante ferramenta para segmentar as mensagens por assunto e monitorar o alcance do post ou tema. Use hashtag tanto nos posts, quanto nos comentários e lembre-se de monitorar. Utilize essa ferramenta para interação, mas também como estratégia das próximas ações.

Essas são as principais dicas quando o assunto são as redes sociais como ferramentas de negócios, mas sempre é possível incluir outras ações e cuidados durante o planejamento. Para finalizar, André reforça que a base de tudo é o relacionamento. “Procure se relacionar bem com o consumidor, pois assim a compra e a fidelização serão consequências”, afirma o especialista.

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BotChatters para redes sociais: o fim dos aplicativos mobile – Por Marcelo Arakaki

Após o lançamento da Apple Store (iOS), em julho de 2008, e do Play Store (Android), os aplicativos mobile tornaram-se uma febre no atendimento. Desde então, praticamente todas as grandes empresas lançaram seus aplicativos com o objetivo de facilitar o relacionamento e estar mais próximo dos clientes. Porém, com o surgimento dos chamados botchatters para redes sociais, os aplicativos parecem estar perdendo sua força original.

Devido à capacidade de processar a linguagem natural escrita e falada, os botchatters conseguem iniciar o atendimento com uma pergunta aberta “Como posso ajudar?” e resolver as demandas básicas dos consumidores, eliminando o chamado “labirinto de menus” (típico da tradicional navegação por categorias e opções dos aplicativos).

De olho nessa oportunidade, em abril deste ano, o Facebook disponibilizou a sua API para que os desenvolvedores de botchatters pudessem utilizar o Messenger como um novo canal de atendimento automático. Isso ocorre da mesma forma em outras redes sociais, como Skype e Twitter. O Telegram, por exemplo, com a intenção de atrair desenvolvedores de botchatters, ofereceu prêmios de 25 mil dólares para quem desenvolva um botchatter “surpreendente” em sua plataforma.

Como resultado, atualmente (jul/2016) já existem mais de 10k botchatters de redes sociais em desenvolvimento pelo mundo. Apesar destas iniciativas, acreditamos que muitos usuários frequentes de algum produto ou serviço continuarão instalando os aplicativos para se comunicar com as empresas. Por outro lado, os usuários não frequentes (e até parte dos usuários frequentes) certamente preferirão o botchatter, para que a sua solicitação seja atendida com mais agilidade (inteligência artificial) e sem a necessidade de sair de sua rede social preferida, quando já estiver logado (conveniência).

Além da maior portabilidade dos botchatters entre os aparelhos iOS, Android e Windows Phone, a forte presença das redes sociais no espaço limitado da home-screen (smartphones) lança uma grande expectativa sobre o brilhante futuro dos botchatters. Resta saber como será a divisão do bolo do negócio de atendimento com os aplicativos.

Marcelo Arakaki, sócio fundador e COO da Bluelab, empresa especializada em automatizar o atendimento ao cliente, que possibilita em algumas operações solucionar até 95% das demandas dos clientes via telefone, webchat ou Facebook.

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Social Media: 30 minutos por dia, tempo suficiente para começar a ter sucesso

Meia hora. Este tempo é o suficiente para fazer a manutenção das mídias sociais de uma empresa de pequeno ou médio porte diariamente. A SEMrush, uma das empresas líderes mundiais em marketing digital, traz algumas dicas de como se engajar nas redes de forma estratégica e obter resultados significativos.

Mais do que dedicar poucas horas apenas uma ou duas vezes na semana para as redes sociais, o ideal é separar alguns minutos por dia para a atividade. Mas antes disso, é preciso definir qual seu público e a melhor plataforma para atingi-lo. O ideal para entender quais redes seus clientes mais utilizam é usar o Google Analytics.

Veja abaixo o plano de 30 minutos diários para começar a inserir sua marca nas mídias sociais:

– 10 minutos para buscas: descubra o que está acontecendo no seu segmento seguindo pessoas e empresas da área. Fique de olho nos concorrentes e faça monitoramento de menções das marcas tanto deles quanto das suas.

– 10 minutos para publicar: mesmo que não tenha tanto tempo para criar seu próprio material. Misture conteúdo original com selecionado, assim você evita que pareça autopromoção. Para ter um bom fluxo de posts, é importante agendá-los com antecedência. A frequência ideal é de três a quatro posts por dia no Facebook e Google+ e um post a cada 30 minutos no Twitter – já que seu “tempo de vida” é muito curto.

– 10 minutos para comunicação: mas publicar posts periodicamente não é o suficiente para ter sucesso nas mídias sociais. Você precisa aumentar sua audiência conectando-se com 50 a 100 novas pessoas diariamente. A maneira mais fácil de ter sucesso nesta tarefa, é comunicar-se diretamente com seu público. Ouça o que estão falando e responda-os prontamente. Isso te ajudará a estreitar a relação com os seguidores.

Sobre o SEMrush

A SEMrush é um software de busca competitiva e business intelligence que entrega dados e análises de buscas pagas e orgânicas, SEO de websites, social media e link-building mundialmente. Com um conjunto de ferramentas de análise competitiva poderoso, a SEMrush oferece o que é necessário para auxiliar as empresas a otimizarem sua presença online com ideias de SEO e monitoramento de marca.
Os principais clientes da SEMrush são agências de digital marketing e websites de e-commerce. Entre os clientes estão Rock Content, Resultados Digitais, Kickante, Forbes.com, Paypal, ELLE, CareCloud, The Webmarketing Group, SdNcenter.com, e outros.

65% das mulheres já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais, diz SPC Brasil

Nove entre cada dez brasileiras fazem uso das redes sociais, mas TV ainda é a principal fonte de informação. Ainda assim, para 58,5% as propagandas não refletem as mulheres como elas são na realidade

Que as redes sociais e a mídia são utilizadas para diversos fins de consumo já é um fato amplamente conhecido. Porém, mostrar como especificamente as mulheres se comportam e respondem à influências de compra e avaliar a percepção da sua imagem utilizada pelos meios de comunicação é o objetivo da série de pesquisas “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras” do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).Segundo o estudo, 64,8% das brasileiras entrevistadas admitem que já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais. Ou seja, o fato de acompanhar posts, dicas e comentários teve algum efeito sobre o cotidiano e comportamento de consumo dessa mulher, fazendo com que ela passasse a comprar produtos sugeridos ou mudasse algumas prática do dia a dia.

De acordo com os dados obtidos, as redes sociais são utilizadas por 94,3% das entrevistadas. A plataforma mais popular é o Facebook, citado por 89,2% das mulheres entrevistadas, seguido pelo Youtube (43,4%) e pelo Instagram (34,4%). A pesquisa também abordou os temas que mais mobilizam as postagens, compartilhamentos e acompanhamento das mulheres nas redes sociais: culinária (65,1%), moda (46,8%) e beleza (40,3%).

Em contrapartida, o tema finanças pessoais está entre as áreas menos acompanhadas entre as brasileiras, citado por 9,2% das entrevistadas. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o baixo interesse pelos assuntos relacionados ao orçamento pessoal não é um bom sinal. “É importante buscar instrumentos que facilitem a organização da vida financeira e o melhor controle dos gastos, e as redes sociais podem ser de grande ajuda nesta tarefa”, diz Kawauti. “Ao compartilhar informações sobre esse tema, as consumidoras podem ampliar seu conhecimento sobre finanças pessoais e agir de forma mais consciente, inclusive ensinando outras pessoas como amigos e parentes.”

52,6% das mulheres fazem avaliações de produtos na internet

Se as redes sociais são importantes ferramentas para aprender e debater, também servem para divulgar suas opiniões sobre os produtos comprados. Mais da metade das mulheres entrevistadas (52,6%) costuma fazer avaliações ou comentários na internet sobre os produtos que compra, sendo que três em cada dez (32,4%) o fazem independente de a compra ter sido considerada boa ou ruim; e 20,2% somente quando o produto é ruim. Dentre as mulheres que possuem este hábito, os itens mais avaliados são os celulares (63,0%), as roupas (56,6%), calçados (45,8%), alimentos (32,8%) e equipamentos de TV, DVD e som (30,6%).

“Ao potencializar a circulação e a troca de informações dos produtos comprados, as redes sociais aumentam o poder de escolha das consumidoras, podendo até mesmo provocar mudanças consideráveis em suas preferências e hábitos”, explica Kawauti.

Para a economista, as redes sociais assumem um papel cada vez mais importante no dia-a-dia das brasileiras.

“Novos meios online de acesso à informação proporcionam um espaço ilimitado para que as mulheres interajam e compartilhem suas experiências de consumo, funcionando como fóruns de discussão e ajudando na decisão de compra de outras consumidoras”, diz.

Com o aumento do uso de smartphones, os aplicativos também ganham cada vez mais espaço no consumo das mulheres. A pesquisa mostra que cinco em cada dez entrevistadas (49,9%) fazem uso de apps no dia-a-dia, sobretudo as pertencentes às classes C, D e E (45,1%). Dentre as mulheres que utilizam essa ferramenta, os mais populares são aqueles que servem para compra online de roupas e sapatos (24,4%), pedir comida (11,2%), auxiliar a dieta (9,6%) e chamar táxi (9,5%). Já os aplicativos para auxiliar o planejamento do orçamento são citados por 8,8% das entrevistadas.

TV ainda é a principal fonte de informação, mas internet ganha força

Considerando os diversos canais que são utilizados para obter informação, o estudo do SPC Brasil e da CNDL revela que a internet já ultrapassou parte dos meios mais tradicionais como jornais e revistas, assumindo um papel cada vez mais importante na vida das brasileiras. Ainda assim, a televisão lidera, sendo mencionada por 68,4% das entrevistadas. Logo após foram citados o Facebook (64,7%), o aplicativo Whatsapp (48,0%) e os portais de notícias (42,0%).

Além de ocupar uma boa posição entre as fontes mais populares para obter informação, o Whatsapp também é citado como o meio de comunicação com maior média de horas dedicadas por dia: são 4,2 horas contra 3,0 horas diárias para o Facebook; 2,9 horas para a TV e 2 horas para o rádio.

Apesar da tecnologia e da variedade de canais informativos, o boca-a-boca com amigos ou familiares foi identificado na pesquisa como o meio mais confiável para as entrevistadas, seguido pela conversa com outros consumidores e pelos jornais. Já as propagandas menos confiáveis na visão das mulheres são aquelas feitas por SMS e por vendedores.

58% acreditam que as propagandas não retratam a mulher real

Ainda que os canais online e tradicionais sejam utilizados pelas mulheres para obter informações, nem sempre elas se sentem plenamente identificadas nesses veículos. Para 58,5% das entrevistadas, as propagandas não refletem suas atitudes e quem elas são.

Entre as brasileiras que acreditam que o perfil de mulher presente na mídia não corresponde à realidade, as principais justificativas são que elas são muito diferentes fisicamente das mulheres reais (59,6%); que elas se sentem incomodadas pela propaganda que as apresenta como objetos sexuais (32,1%); e que as mulheres são sempre mostradas como sendo felizes em famílias perfeitas, e isto não reflete a vida real (29,5%).

A pesquisa então procurou saber quais são os segmentos em que a propaganda mais precisa se adequar para refletir a mulher de hoje e revela que os mais distantes do que as brasileiras pensam ser ideal são o de cerveja, de automóveis, e de moda e beleza.

Quando questionadas sobre como gostariam de ser representadas na propaganda, as entrevistadas afirmaram querer ser retratadas como mulheres guerreiras (49,2%), reais e sem o padrão de beleza inatingível dos filmes e da TV (46,6%), dinâmicas (33,0%) e independentes (32,7%).

O estudo do SPC Brasil também investigou a influência do padrão estético das propagandas no consumo das mulheres e mostra que, ainda que 41,8% das entrevistadas acreditem que esse padrão da mídia não influencia no consumo delas, outros 53,7% das entrevistadas admitem comprar roupas e acessórios vistos na mídia para acompanhar as tendências, desde que esses produtos atendam ao gosto pessoal.

Apenas 11,9% das mulheres brasileiras admitem que o padrão estético exerce muita influência nos hábitos de compra, uma vez que sempre compram os produtos ou serviços indicados.

Metodologia

O SPC Brasil inicia a série de pesquisas “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras”. A amostra abrange 810 mulheres com idade igual ou superior a 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

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Redes sociais: ESET alerta para a importância de proteger a privacidade dos dados

No dia do aniversário do Facebook, especialistas da ESET alertam para a importância dos usuários reforçarem o cuidado com o excesso de exposição nas redes sociais

Nesta quinta-feira (04/02), o Facebook completa 12 anos e comemora o fato de ser hoje o segundo site mais visitado no mundo. No Brasil, trata-se da rede social mais popular e também uma das formas mais fáceis de buscar informações pessoais dos internautas para praticar crimes e atividades ilegais, alertam os especialistas da ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação.

“O aniversário do Facebook é um bom momento para alertar os internautas brasileiros sobre a importância de reforçar a proteção da privacidade”, alerta Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Atualmente, uma boa parte dos usuários do Facebook não está ciente dos riscos que correm com o excesso de exposição nas redes sociais. Muitas pessoas compartilham informações sensíveis, como data de nascimento, número de telefone, endereço, localização, entre outros. Isso pode ser usado pelos cibercriminosos para disseminar phishings ou para roubo de identidade e extorsão. Por isso a importância de cuidar da privacidade dos dados”, complementa.

Para ajudar os internautas a reduzir os riscos a que estão expostos nas redes sociais, os especialistas da ESET elaboraram uma série de dicas e procedimentos que precisam ser seguidos por quem acessa o Facebook com frequência:

Reveja suas configurações de privacidade em suas contas nas redes sociais. Certifique-se de que tudo o que você compartilha só será exibido para as pessoas próximas (amigos). Em caso de dúvida, crie grupos separados para amigos, colegas de trabalho, entre outros. Mas seja seletivo e o mais rigoroso possível na hora de permitir conexões.

Nunca compartilhe sua localização. Os usuários das redes sociais muitas vezes usam a geolocalização para mostrar onde estão, mas para seu próprio bem, desative esse recurso. Além disso, exclua o histórico de localização armazenado em seu perfil, pois o mesmo pode ser usado para a prática de crimes.

Verifique todos os grupos dos quais participa ou participou. Alguns grupos podem estar configurados como “público”, o que significa que suas informações estão disponíveis para todos. Outra opção é sair do grupo ou entrar em contato com o administrador e solicitar a alteração das configurações do grupo.

Avalie a necessidade da postagem. Antes de postar qualquer comentário ou fazer upload de uma foto ou vídeo em seu perfil, pense se mostraria para um estranho na rua. Você se sentiria confortável? Caso contrário, o melhor é não fazer.

Trate cada foto ou vídeo como se fosse um investigador da polícia. Verifique todos os detalhes possíveis que possam revelar alguma informação confidencial. Alguns exemplos são fotos em frente ao carro novo (mostrando a placa), número do passaporte e outros documentos, entre outros. Todos esses lugares e coisas podem revelar informações que podem causar sérios danos se caírem em mãos erradas.

Leia a política de privacidade do site para entender de que forma a empresa lida com suas informações confidenciais. Se você não está satisfeito, não se inscreva.

Nunca envie informações confidenciais, como dados do cartão de crédito, senhas, números de telefone ou documentos por meio de mensagens ou por e-mail. Caso precise enviar essa informação, opte por decodificá-las. Além disso, embora possa parecer óbvio, nunca poste qualquer informação publicamente.

Para manter seus dados seguros, crie senhas fortes de acesso e as mude com frequência. Além disso, muitos serviços online trazem um recurso de autenticação de dois fatores que acrescentam uma etapa adicional de segurança para o processo de login da conta.

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Brasileiros com internet no smartphone já são mais de 70 milhões

Redes sociais e serviços de comunicação lideram entre os aplicativos mais populares no Brasil
Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

O número de pessoas que usam o smartphone para ter acesso à internet continuou em crescimento no Brasil e chegou a 72,4 milhões no segundo trimestre de 2015. O aumento foi de 4%, ou cerca de 4 milhões de pessoas a mais em relação aos 68,4 milhões do primeiro trimestre.

Mas houve uma diminuição no ritmo de crescimento na comparação com o quarto trimestre de 2014, quando o número de pessoas com smartphones online era de 58,6 milhões, sobretudo entre os jovens.

O maior crescimento nos últimos meses do uso de internet pelo smartphone ocorreu entre adultos e idosos. O grupo a partir de 35 anos de idade, que representava 35% dos usuários de smartphones conectados no quarto trimestre de 2014, chegou a 38% no segundo trimestre de 2015.

Total de pessoas que usam smartphone com internet, segundo as faixas etárias – Brasil – 4º trimestre de 2014 a 2º trimestre de 2015

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Fonte: Mobile Report – Julho/15 – Nielsen IBOPE

O aumento do uso do smartphone como meio de acesso à internet também vem sendo maior entre as mulheres. Elas eram 50% dos usuários de smartphones no quarto trimestre de 2014. Passaram para 51% no primeiro trimestre de 2015 e chegaram a 52% no segundo trimestre.

Redes sociais, comunicação e bancos são os apps mais usados

A partir do total de usuários de smartphones apurado no segundo trimestre de 2015, a Nielsen IBOPE realizou no mês de julho uma pesquisa para identificar quais os aplicativos campeões de uso entre os brasileiros.

As redes sociais e os aplicativos para comunicação continuaram predominando entre os apps mais populares. Entre os vinte aplicativos mais usados pelos 72,4 milhões de brasileiros conectados por smartphones, seis são de redes sociais ou de troca de mensagens, quatro são de bancos, três são de e-mail e dois são de mapas e localização.

Os 20 aplicativos mais utilizados no smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Selecione os sete apps que você mais utilizou em julho em seu smartphone

Fonte: Mobile Report – Julho/15 – Nielsen IBOPE

Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

A pesquisa Mobile Report também perguntou aos brasileiros quais as situações em que o smartphone é mais utilizado. Navegar na internet dentro do banheiro apareceu entre os momentos mais comuns. Um quinto dos usuários brasileiros de smartphones disse que faz isso. E praticamente a metade dos usuários disse que consulta o smartphone antes de dormir. Esse hábito é muito mais comum entre os adolescentes. Enquanto na média de todos os usuários de smartphones conectados 48% olham o smartphone antes de deitar, entre os adolescentes esse hábito atinge 62%. Já o uso do smartphone no banheiro é maior na classe A.

Os maiores momentos de uso do smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Quais os três momentos em que você mais usa a internet do smartphone?
Fonte: Mobile Report- Julho/15 – Nielsen IBOPE

Acesso à internet pelo computador continua acima de 100 milhões

O número de brasileiros que moram em domicílios com acesso a um computador com internet chegou a 96,1 milhões em julho de 2015, segundo a pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE. Dessas pessoas com acesso domiciliar, 58,1 milhões usaram a internet no computador de casa pelo menos uma vez no mês.
Quando se considera todo o conjunto de pessoas com acesso ao computador com internet em casa ou no local de trabalho, o número é de 103,4 milhões. Dessas pessoas com acesso em domicílios ou no trabalho, 72,3 milhões foram usuárias ativas em julho, ou seja, usaram pelo menos uma vez no mês.

Evolução do número de pessoas com acesso ao computador com internet, usuários ativos e tempo médio online (hh:mm:ss) – Brasil – trabalho e domicílios – janeiro a julho de 2015

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Fonte: NetView-Julho/15 – Nielsen IBOPE

A pesquisa Mobile Report é realizada em duas etapas. Primeiro identifica uma vez por trimestre, por meio de um levantamento aleatório, a quantidade e a distribuição dos possuidores de smartphones em todo o Brasil. Em seguida, aplica um questionário mensal em um painel de usuários para mapear os hábitos de uso da internet pelo aparelho. A pesquisa que identificou os aplicativos e os momentos de uso do smartphone foi realizada pela internet com 898 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 28 de julho e 5 de agosto de 2015.

A pesquisa NetView é um monitoramento do uso da internet em computadores realizado pela Nielsen IBOPE no Brasil desde setembro de 2000 que informa ao mercado brasileiro todos os meses sobre o comportamento dos internautas, desde a audiência de sites e serviços até dados para planejamento publicitário.

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Redes sociais podem se tornar as novas carteiras móveis?

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Por Felipe Regis Lessa*

Desde o ano passado, temos visto que as redes sociais estão se movimentando em torno e até a favor do mercado varejista digital e online. Facebook e Twitter começaram a testar seus botões de compras ainda no primeiro semestre de 2014 e, já no começo de 2015, Pinterest e Instagram pegaram carona na – até então – tendência, mas que atualmente já dá sinais de uma nova estratégia para o e-commerce e, consequentemente, m-commerce mundial com as chamadas lojas embutidas.

Esses botões mostram não apenas posicionamentos das empresas por trás dessas redes sociais em relação ao comércio, mas oportunidades de negócios também aos empresários, empreendedores e – claro – para o outro lado da ponta: o cliente que, por meio das novas funcionalidades e experiência de compra, pode usufruir mais uma atividade dentro das próprias redes sociais já citadas.

Ainda que possamos notar, é claro, muita discussão em torno do real papel que as redes sociais devam cumprir nesse universo de consumo, algumas mudanças já podem ser (re)avaliadas. No 1º semestre deste ano, por exemplo, a IBM divulgou um estudo sobre novos canais de e-commerce e constatou que sites de redes sociais, como Pinterest e Facebook, ajudam a impulsionar as vendas de varejo online, especialmente por servirem de ponte para que usuários acessassem lojas virtuais. Ou seja, já vemos um avanço real para o e-commerce: um tráfego direcionado e proveniente da social media, web ou mobile.

De acordo com esse levantamento, no caso do Pinterest, o valor gasto em média pelos usuários era um pouco maior do que os que escolhiam o Facebook para acessar os canais de compra – até pela exposição sem anúncios, trazendo mais confiança por parte do usuário e eficácia na condução das vendas – sem contar no formato interessante e atrativo da plataforma para exposição de produtos; muitas empresas usam mesmo como uma vitrine. Você já observou?

O Facebook, entretanto, mistura anúncios patrocinados aos posts comuns em seu feed de notícias, sendo assim menos convidativo e, para alguns, até inconveniente demais. Mesmo com essa menor aceitação aparente, a maior rede social do mundo continua crescendo em sua base de usuários, muito em razão da adesão cada vez maior dos acessos via dispositivos mobile – lembrando que os usuários móveis da rede chegaram a 1,31 bilhão, sendo que cerca de 844 milhões de pessoas acessam via smartphones ou tablets.

A movimentação de outras redes em direção ao mercado de comércio móvel neste ano de 2015 mostra, aliás, que a disputa por uma fatia desse bolo pode estar apenas começando. No caso do Twitter, a ideia (que vem sendo bem criticada) de inserir o botão de compras Buy It teve como mote principal a predileção dos chamados formadores de opinião pelo microblog.

Já o Instagram resolveu investir em uma ideia mais simples para impulsionar seus recursos de compra, criando botões azuis que transportam o usuário a realizar uma compra ou a baixar um aplicativo, redirecionando a partir de informações do perfil pessoal do usuário no Facebook. A presença dessas quatro importantes redes pode começar, então, a resolver (ou começar a ajudar) um problema antigo do mobile commerce: os usuários utilizam o celular muito mais para pesquisar preço e features dos produtos do que para comprar, efetivamente.

Essa resposta ao problema pode estar na usabilidade: esses botões funcionam como uma carteira digital e com apenas alguns cliques a compra pode ser facilitada, direcionada e/ou finalizada, sem contar que o cartão de crédito de cada usuário pode ser armazenado pela própria rede social, como o PayPal já faz, por exemplo, no Facebook.

Para reforçar meu, até então, palpite nessa reflexão vale pontuar que a receita do segmento de varejo mundial correspondente aos aplicativos móveis deve crescer gradualmente em 30,9% durante o período de 2014 e 2020, de acordo com o Transparency Market Research. Esses números reforçam a importância dos canais móveis para a transformação digital do setor varejista e, reitero, a começar pelo e-commerce e chegando – sim – ao m-commerce.

Afinal, com a crescente base de usuários engajados, as redes sociais são cada vez mais estratégicas para encurtar o caminho do êxito as compras – por diversas características de experiências, usabilidade e navegação – também no comércio digital. Você concorda? E, depois de analisar todos esses dados, gostaria que me respondesse: você já comprou algo por meio dessas redes sociais? Irá adquirir algo novamente? Acredita no potencial da social media como um atalho para o comércio online e mobile?

*Felipe Régis Lessa é diretor de produtos e marketing da Pagtel, uma das primeiras empresas de pagamentos móveis do país.

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