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Técnica Pomodoro: Saiba como melhorar sua produtividade

Por Marcelo Furtado

Com a correria do dia a dia, não importa em que área você atue, é preciso saber lidar com o tempo para poder otimizar as demandas e ter mais horas para realizar suas tarefas. Estudos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres indicaram que exercer mais de uma atividade ao mesmo tempo reduz a produtividade em até 40%. Esse dado mostra a importância de nos organizarmos para concluir e gerir todas as atividades.

Como fazer isso é particular de cada um, mas para quem precisa de ajuda existem algumas técnicas que podem auxiliar, como por exemplo a técnica Pomodoro. Nela você tem a oportunidade de focar em uma atividade por vez e identificar os pontos de distração. Ao mesmo tempo, garante a revisão das atividades e utiliza seu potencial para a demanda que precisa de mais atenção.

O método de gerenciamento de tempo Pomodoro consiste em dividir os fluxos de trabalho em quatro períodos de 25 minutos. Durante esse intervalo é preciso ter atenção total à sua atividade e depois de cumprir o prazo previsto. Você pode ter uma folga de cinco minutos para descansar o cérebro e realizar outras tarefas importantes, ao final descanse por um período maior, entre 15 e 30 minutos. Mais quais são as vantagens de melhorar sua produtividade com essa técnica?

A maioria dos gestores reclamam que o colaborador brasileiro produz pouco. Isso acontece por uma série de fatores, mas se resume em saber como aumentar a produtividade. Os benefícios derivados da gestão do tempo são variados e passam até pela qualidade dos processos. Isso porque o não cumprimento de um padrão ocasiona conflitos e gera pressão entre os profissionais, que precisam realizar as tarefas com muita agilidade e sem o cuidado necessário.

Da mesma forma, é mais fácil estabelecer prioridades e delegar tarefas, ou seja, com essa prática é possível definir exatamente o que precisa ser feito com urgência, o que é importante e o que pode ser deixado para uma outra hora.

Como ela ajuda na produtividade do Departamento Pessoal?

Uma situação bastante comum nos DPs é o profissional ter que lidar com diferentes atividades ao longo do dia. Em muitos casos, o que acontece é que determinada tarefa foi iniciada, mas não finalizada. Ou porque surgiu algum imprevisto e mudou sua prioridade ou porque deixou o que estava programado em segundo plano. Mas, para não perder o controle de sua lista de afazeres, essa técnica ajuda a descobrir como seu tempo é gasto e quantas horas ou minutos cada atividade leva para ser realizada. Ao mesmo tempo, você aprende a lidar com as distrações.

É fato que o monitoramento do tempo possibilita fazer uma análise mais aprofundada de como as rotinas são executadas. Com essas questões em mente, você tem mais argumentos para mudar seus processos e sugerir uma reestruturação que otimize o trabalho e maximize a sua produtividade.

A técnica Pomodoro é uma boa alternativa para identificar erros e acertos, aprender a se planejar e a saber como programar melhor as suas atividades. Com a otimização do tempo, suas rotinas serão executadas com mais rapidez e precisão, o que tornará todo o processo muito mais fácil e eficiente.

Marcelo Furtado, professor de Inbound Marketing na ESPM e CEO da Convenia.

7 atitudes do profissional de alta performance

Por Claudia Santos

Diante da era da transformação nas empresas, onde a necessidade de mudanças de cultura comportamental e de estrutura se fazem cada vez mais presentes, é importante que os profissionais estejam atentos às atitudes que garantam excelência no trabalho e que o qualificam de forma positiva. As empresas precisam cada vez mais de profissionais que colaborem com vantagem competitiva diante de um cenário de maior concorrência e crise, onde somente o profissional de alta performance eleva a chances de apresentar este diferencial. Sendo assim, contam com profissionais que:

1) São proativos – Ter iniciativa é um valor importante para o profissional de alta performance. Ao fazer não só aquilo que lhe é pedido, mas sim, tudo o que precisa ser feito, o profissional demonstra que é capaz de analisar o trabalho como um todo e de pensar de forma estratégica, prevendo os próximos passos e diminuindo riscos;

2) Sabem receber feedbacks – É importante saber ouvir o retorno do seu líder sem pré-julgamentos e entender quais aspectos do seu trabalho são positivos e quais podem ser aprimorados. Trabalhando juntos e avaliando onde a mudança será melhor aproveitada, o trabalho com certeza irá render mais;

3) Busquem a excelência – Profissionais que buscam alta performance realizam as tarefas com zelo, dedicação e disciplina. Esses atributos reunidos são de extrema importância para quem busca ser o melhor naquilo que faz;

4) Aceitem bem as mudanças – Num mundo tão veloz quanto o nosso é preciso estar apto às mudanças e aos novos modos de operação. É normal ao ser humano se sentir desconfortável diante de mudanças muito bruscas, mas, ao entender que são melhorias e que os processos são adaptáveis, a alta performance no trabalho irá despontar;

5) Desenvolvam a inteligência emocional – Nem sempre é possível trabalhar apenas ao lado de pessoas que gostamos ou fazer apenas as tarefas que consideramos agradáveis. Assim como na vida social, no ambiente de trabalho também é preciso saber lidar com as situações adversas, não se deixando influenciar pelo pessimismo e outros sentimentos que não o ajudarão a crescer;

6) Trabalhem bem em equipe – Estar preparado para o diálogo, para ouvir novas ideias ou contrariedades é fundamental no ambiente corporativo. Aliado à inteligência emocional, o trabalho em equipe flui e apresenta resultados satisfatórios para o funcionário e para a empresa;

7) Orientam-se por resultados – Ao lembrar que o foco no ambiente de trabalho é cada vez mais os resultados apresentados – e não o bater cartão em horário estipulado – pensar no que se quer atingir com cada ação é outro atributo importante de quem deseja se destacar nas empresas.

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, palestrante, coach executiva e diretora da Emovere You.

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3 fatores necessários para promover a implementação do trabalho colaborativo

A computação em nuvem, por exemplo, se tornou essencial para a gestão de dados e documentos e execução de tarefas dentro das empresas – seja com clientes, colaboradores ou parceiros. De acordo com projeções do mercado, esse modelo de armazenamento tem apresentado taxas de crescimento que superam os 60% e espera-se que esse ritmo continue nos próximos dois anos. Em 2017, a Global Data entrevistou executivos brasileiros e apurou que 94% deles pretendem implementar soluções em nuvem até 2020.

Essa evolução acompanha e facilita os adeptos das duas maiores tendências dos formatos de trabalho no mundo corporativo: o trabalho remoto e o trabalho colaborativo. Isso porque, além de oferecerem infraestrutura de armazenamento de dados, algumas soluções possibilitam aos usuários o compartilhamento de documentos, a edição e backup em tempo real, migração de dados e alta conectividade do sistema.

Com todas essas ações possíveis, o profissional consegue otimizar e organizar suas demandas. Mas, para que a gestão na nuvem seja eficiente, apresente bons resultados e englobe todas essas ferramentas, é preciso considerar alguns recursos. Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral da Axway para América Latina – uma empresa que acelera a transformação digital – elenca três fatores essenciais para o compartilhamento e sincronização de arquivos empresariais com sucesso:

1. Segurança: uma nuvem, antes de tudo, precisa ser segura. E essa ainda é uma das maiores barreiras que impedem sua popularização. A pesquisa ‘The State of Cloud Analytics’, realizada em 2016, indicou que 40% dos entrevistados viam questões de segurança e compliance como o principal obstáculo para a implementação do serviço. Por isso, investir em um serviço maduro que permita ao usuário proteção global de última geração e conformidade com a máxima visibilidade e controles de segurança é essencial para obter sucesso.

2. Sincronização: manter informações sincronizadas é outro aspecto importante e que deve ser avaliado no momento de escolher uma solução de compartilhamento de arquivos. Imagine a seguinte situação: duas pessoas estão trabalhando em um projeto e precisam editar o arquivo ao mesmo tempo, em dispositivos e locais diferentes, sendo assim uma solução que permite a colaboração e atualização em tempo real, com acesso contínuo ao conteúdo se torna essencial.

3. Mobilidade: sabe-se que o trabalho remoto já se tornou um modelo dentro de muitas empresas, sejam elas multinacionais, que precisam conectar profissionais alocados diferentes países e regiões, ou aquelas que oferecem a possibilidade do home office para seus colaboradores. De acordo com o Future Workforce Report – elaborado pela UpWork – os gerentes de RH já estimam que 38% de seus colaboradores estejam trabalhando remotamente, o que faz com que soluções de compartilhamento e sincronização de arquivos sejam capazes de serem acessadas a qualquer momento, de onde a pessoa estiver – seja de um notebook, desktop, tablet ou celular.

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Já passou o tempo das reuniões sem fim

Por Sílvio Celestino, Alliance Coaching

Um dos maiores problemas para manter a agenda em ordem é a quantidade de reuniões que têm horário para começar, mas não acabam nunca. Isso é motivo de muita perda de energia, estresse e sensação de impotência diante do acúmulo de problemas. Principalmente quando o responsável pelo prolongamento da reunião é o chefe.

Eu já participei de reuniões nas quais as pessoas davam voltas para esclarecer o que estava ocorrendo. Não eram claras sobre o que precisavam. Pior, em alguns casos, somente ofendiam os demais participantes. Alguns jogavam a culpa de seus fracassos em todos e nunca assumiam os próprios erros e responsabilidades. Outros se recusavam a oferecer ajuda, só críticas. E, o que é pior, depois de horas de duração era comum ver que a reunião terminava com a marcação de outra para decidir o que deveria ter sido decidido.

Esse tipo de comportamento destrói a agenda e a energia de todos, o que é exasperante.

A causa disso é que os participantes de reuniões, inclusive os gestores, assumem que podem falar qualquer coisa, de qualquer jeito e para qualquer um.

A solução passa necessariamente pela estruturação rigorosa das reuniões. Não me refiro somente à pauta, que deveria ser um item básico, mas ao estabelecimento do que pode ser falado na reunião e de qual estrutura deve ser seguida.

O gestor mais famoso nesse rigor foi Allan Mulally, que foi CEO da Ford e da Boeing Commercial Airplanes. Toda semana, às terças-feiras, às 7 horas, havia a reunião de revisão do plano de negócios. Os executivos eram obrigados a participar, e a máxima concessão era que entrassem na reunião via conference call. Não podiam enviar representantes. Celulares deveriam permanecer desligados. Na reunião cada um, por sua vez, tinha de começar dizendo qual era seu nome, qual cargo ocupava, em qual ponto do business plan se encontrava. E dizer se a situação estava em código vermelho, amarelo ou verde. Representando problemas, ou se estava tudo bem.

Na eventualidade de precisar de ajuda o executivo tinha de ser específico em seu pedido. Os demais somente poderiam oferecer ajuda. Nada de críticas, ou opiniões.

Não preciso dizer o quanto muitos executivos não se adaptavam a essa estrutura. Ninguém gosta de ver sua fala em uma camisa de força. Mas o fato é que ele foi um dos executivos mais bem-sucedidos de seu tempo. E as empresas que ele administrou deram a volta por cima ante situações muito difíceis, que envolviam desde concorrência acirrada a embates duríssimos com sindicatos.

Portanto, idealmente falando, antes de cada reunião o organizador deveria especificar uma estrutura que todos deveriam seguir ao falar.

Isso exige boa vontade, treino e muitos ajustes ao longo do tempo. Mas os resultados podem ser a diferença entre a ruína e o sucesso da companhia.

É fato que somos frutos de uma cultura, mas também é certo que somos agentes de sua transformação. Como podemos ser precisos no horário de término das reuniões sem rigor nas falas e na exigência para que os envolvidos apresentem informações relevantes para a tomada de decisão? Não podemos!

As pessoas terão maior produtividade, mais energia, menos estresse e mais tempo para focar os resultados se as reuniões forem mais produtivas, relevantes e decisivas.

Vamos em frente!

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O círculo vicioso da baixa produtividade

Por Rubens F. Passos

Dentre os conhecidos fatores da baixa competitividade de nossa economia, um dos mais graves é a produtividade dos trabalhadores, conforme acaba de ratificar pesquisa da Fundação Getúlio Vargas: num ranking de 68 nações, ficamos na desconfortável 50ª posição, atrás da Argentina e até mesmo da esfacelada Venezuela.

Nesse contexto, é preciso ficar muito clara a relação de causa-efeito entre o problema e a precariedade da Educação Básica e do acesso ao Ensino Superior de excelência. Por isso, é preocupante o resultado de novo estudo do Banco Mundial (BIRD), o qual mostra que jovens de 15 a 25 anos de lares afetados por quedas nos rendimentos têm 2,3% mais chances de abandonar os estudos. Dentre os de 18 anos, o índice sobe para 4,5%. Segundo o relatório, o número de famílias brasileiras que tiveram cortes no orçamento passou de 20%, em 2013, para 30%, em 2014.

Ou seja, a recessão afetou negativamente o nosso já combalido sistema de ensino, podendo agravar ainda mais a produtividade dos trabalhadores. Afinal, a boa formação escolar, desde a Educação Infantil, é cada vez mais determinante, à medida que a tecnologia avança e os processos produtivos tornam-se paulatinamente mais sofisticados, menos mecânicos e manuais.

A persistente baixa produtividade dos recursos humanos continuará afetando a competitividade e limitando o potencial de crescimento do PIB, o que reduz a capacidade de investimento do Estado na educação. É um círculo vicioso! O País paga um preço alto por ter abdicado de construir um sistema de ensino eficaz, ao contrário de algumas nações que fizeram da sala de aula o grande trampolim de seu desenvolvimento.

O resultado dessa perniciosa equação também torna o Brasil mais suscetível às oscilações da economia internacional e às instabilidades internas. Temos um permanente caldo de cultura propício à proliferação de crises, que, de fato, têm sido intermitentes, inviabilizando um ciclo duradouro de crescimento sustentado. Por mais que seja repetitivo a cada eleição, o ensino precisa ser enfatizado na campanha eleitoral deste ano. Entrarão para a história os políticos que, por meio da redenção da escola, promoverem o grande salto de competitividade de nosso país.

Rubens F. Passos, economista pela FAAP e MBA pela Duke University (EUA), é Senior VP Latam da Acco Brands e diretor do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP).

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AMcom desenvolve projeto de PLM para a Cia. Hering

Até pouco tempo, as empresas iniciavam o controle sistêmico de seus produtos somente quando eles estivessem acabados ou utilizavam controles que nem sempre permitiam medir umas das principais áreas de seu negócio, o ciclo de vida do produto. Neste aspecto, a transformação digital vem revolucionando a forma como o mercado de manufatura gerencia este processo, como é o caso da Cia. Hering.

A gestora das marcas Hering, Hering Kids, PUC e DZARM, precisava de inteligência nas diversas etapas de concepção de suas coleções de roupas e, para isso, contratou a AMcom, empresa especializada em desenvolvimento customizado e sustentação de sistemas, que atuou na automação de seus processos de desenvolvimento de coleções.

A desenvolvedora realizou a digitalização dos processos de desenvolvimento de produtos da Cia. Hering e forneceu soluções eficientes de automação que reduzem o desperdício e o tempo de produção, melhorando a qualidade dos itens fabricados, bem como corroboram para agregar transparência e valor ao negócio.

“A otimização de procedimentos e a redução de custos promovidos com o aumento da automação são iniciativas inevitáveis para redução do Time to Market que, sobretudo, conferem uma programação de produção mais lógica, evitando ter que agir de forma reativa e adotando procedimentos benéficos que favoreçam o alcance dos objetivos e metas da empresa”, explica Rodrigo Strey, diretor de serviços da AMcom.

Com a união de diversos sistemas, como por exemplo, de design e produção, tais como CAD, CAM e CAE, à manufatura digital (DM) e ao gerenciamento colaborativo propostos pelo projeto de PLM, cada etapa de fabricação dos produtos – da sua concepção e produção ao processo produtivo – fica documentada e disponível, no formato e contexto necessários, para os colaboradores responsáveis, que conseguem ter controle de todo o ciclo de vida do produto e do processo.

A ferramenta denominada simulador de custos, por exemplo, otimiza o cálculo de custos estimados para a produção de um produto. Se antes, a simulação era feita de forma manual utilizando dados disponíveis em excel e calculadora, hoje o próprio PLM, com base em bancos de dados, gera automaticamente os custos de confecção dos produtos. Com isso, as coleções podem ser alteradas, adaptadas, avaliadas e, consequentemente, melhoradas nas simulações realizadas.

O projeto de PLM também removeu as barreiras geográficas entre os fornecedores internacionais e a Cia. Hering, além de construir uma rede conectada, integrada e responsiva.

Os parceiros também se beneficiaram com a Ficha de Instrução Operacional. Direcionada para a melhoria do processo de fabricação externo, o formulário on-line traz informações e imagens sobre o padrão de desenvolvimento das peças, como os tipos de aviamento e de tecido, assim como a metragem, entre outros itens que são inseridos pelos profissionais responsáveis.

Para a AMcom, a jornada da transformação digital não é restrita apenas às mudanças internas das empresas, mas engloba uma cadeia de stakeholders, possibilitando integrar parceiros, clientes e fornecedores de forma colaborativa.

“A eficiência das soluções oferecidas pelo conceito de PLM propõe ações como simulações e gerenciamento on-line que permitem tomadas de decisão adequadas para a construção de melhores produtos, além de um ambiente mais produtivo e sustentável sob a ótica da indústria e mais aproximado das necessidades dos consumidores, permitindo interações e redução de retrabalhos”, finaliza Strey, acrescentando que a maturidade da Cia. Hering em aderir à eficiência das soluções oferecidas pelo conceito de PLM é a prova de que a nova economia dá passos rumo à transformação digital.

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Bem-estar nas empresas aumenta produtividade dos colaboradores

Mais do que o aumento da qualidade de vida, o bem-estar dentro de uma empresa pode mudar a produtividade dos funcionários. De acordo com uma pesquisa realizada pela Winning With Talent, um ambiente agradável aumenta em até 65% o desempenho de quem trabalha na companhia. Por este motivo, startups como GetNinjas e Nubank oferecem benefícios fora do convencional, buscando levar conforto e satisfação aos colaboradores.

Fundado por Eduardo L’Hotellier, o GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, oferece aos seus mais de 100 funcionários serviços como massagem, mesa de sinuca, espaço para churrasco e descanso com puffs, redes e cadeiras de praia, além de frutas durante o dia. “Após a massagem rápida, volto para minha mesa com mais disposição e fico ainda mais concentrada nas atividades”, conta Sandya Coelho, funcionária da empresa, que é uma frequente utilizadora do serviço.

“Em geral, as pessoas passam uma parcela considerável do dia no trabalho. É necessário cuidar do bem-estar, da mente e da qualidade de vida de todos. Somos uma equipe e é importante que todos estejam alinhados e satisfeitos para conquistarmos um bom resultado final”, diz L’Hotellier.

O Nubank, líder em tecnologia de serviços financeiros na América Latina, é também uma empresa focada no bem-estar de seus funcionários, a começar pelo seu escritório. O espaço, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, foi montado pensando em oferecer conforto de uma maneira que incentive a criatividade e troca de ideias. Hoje, são mais de 1000 funcionários que contam com serviços de massagem, frutas frescas servidas ao longo do dia, videogame, mesa de pebolim e sinuca, mini quadra de basquete e futebol, piscina de bolinhas, e facilidades como manicure, pedicure e design de sobrancelhas. Além disso, os pets são muito bem-vindos e acompanham seus donos em todo o prédio.

“Vida pessoal e profissional estão cada vez mais conectadas e todas as facilidades que o Nubank dá estão alinhadas com os nossos objetivos. Sempre com isso em mente, temos liberdade para pensar em inúmeras possibilidades e implementá-las. Queremos que todos os Nubankers se sintam bem, mentalmente e fisicamente, para desenvolver o máximo de seu potencial de uma maneira saudável e produtiva”, afirma Ricardo Frias, responsável pela área de benefícios do Nubank.

Para levar bem-estar ao local de trabalho, existem algumas dicas que podem ser bem-vindas a qualquer empregador.

Tornar o ambiente divertido;

Integração entre os funcionários;

Flexibilidade de espaço e horário;

Feedbacks frequentes;

Comemorar as conquistas.

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Como lidar com o estresse e ser mais produtivo? – Por Christian Barbosa

O estresse é um problema muito comum nos dias atuais, além de ser um dos maiores inimigos da produtividade. Quando tratamos do assunto, a primeira coisa que precisamos entender é que é não existe uma maneira de eliminar o estresse; afinal, ele é uma reação natural do organismo a qualquer situação que causa tensão e esgotamento.

O acúmulo de estresse traz consequências ruins para a mente e para o corpo, e isso afeta diretamente os seus resultados. O que podemos fazer, diante disso, é criar algumas estratégias.

Para começar, precisamos nos empenhar para tirar da nossa rotina os elementos que desencadeiam essa sensação. Se você sabe que ver notícias ruins, por exemplo, te deixa estressado, elimine esse hábito.

Quando o problema relaciona-se a outra pessoa, a estratégia muda. Se o seu cônjuge está te deixando estressado, é claro que você não vai dispensá-lo por isso. Sente-se, converse, exponha o que está te incomodando e as consequências que esse incômodo vem trazendo para você. Conclua essa conversa com uma solução.

Aprender a gerenciar o seu tempo é outra prática importante e que não pode ser dissociada da busca por equilíbrio e bem-estar. Isso é um processo, não acontece do dia para a noite. A gente aprende a ter mais tempo, tomar melhores decisões e ter uma vida mais plena colocando o nosso tempo dentro da nossa agenda depois de definir prioridades e cortar hábitos improdutivos.

Muitos estudos associam a prática de meditação à melhora do humor e ganho de qualidade de vida. Por que não tentar? Você não precisa passar horas meditando, mas pode baixar um aplicativo que te guie sobre meditação e reservar algum momento para isso. Um simples exercício pode ajudar muito. Se você não se identificar com a prática, procure algo que te faça se sentir mais tranquilo. Pode ser um hobbie, um filme, uma música ou a prática de um esporte.

O estresse está intimamente ligado à ansiedade. Passamos muito tempo nos estressando com coisas que ainda vão acontcer, e com problemas que não cabe a nós resolver. Concentre sua atenção nas suas atividades mais importantes Essa é uma tarefa diária e complexa, mas com dedicação é totalmente possível. Vamos começar?

Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade e CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

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O conceito de Digital Workplace pode levar a uma jornada de trabalho mais curta?

Dias de trabalho mais curtos dificilmente acontecem na rotina corporativa. Pelo contrário: é comum que o dia a dia das empresas se transforme em um modelo de “sempre disponível”, em que seus funcionários ficam “de plantão”, podendo ser contatados a qualquer momento por meio de smartphones e laptops, independentemente do horário de trabalho oficial. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup feita em 2014 nos Estados Unidos, a média semanal é de 47 horas trabalhadas. Ainda assim, um alto número de horas trabalhadas não está relacionado à alta produtividade. Na verdade, percebeu-se um claro declínio de produtividade à medida que aumentou o número de horas trabalhadas.

Então, um dia de trabalho mais curto seria uma inovação na vida empresarial. Mas será que um número menor de horas trabalhadas poderia manter os negócios tão produtivos quanto as 40 ou mais horas semanais padrão? Isso poderia levar a uma inovação nos modelos de negócio? E será que esta inovação não pode ser alavancada pelo conceito de digital workplace, ou seja, uma maior mobilidade e trabalhos realizados remotamente? E será que estes smartphones e laptops pessoais, até então responsáveis por colaboradores ligados 24 horas em seus trabalhos, não permitiriam justamente uma jornada de trabalho mais curta?

Fomentando a inovação para otimizar a produtividade

A BroadSoft acredita que sim. A companhia é líder mundial em serviços de comunicações unificadas na nuvem, tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo e acredita na expansão da comunicação unificada mundialmente e no território nacional. Esta ‘comunicação unificada’ representa perfeitamente o conceito de digital workplace, mobilidade e trabalhos remotos.

A empresa oferece soluções de Comunicações Unificadas na Nuvem (UCaaS) para o segmento corporativo. Por meio de um único aplicativo instalado no PC e no celular, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e vídeo conferencia, compartilhamento de arquivos e de tela etc).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho “tocando” no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e vídeo conferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Colaboradores no Brasil da BroadSoft, cuja sede fica em Washington, DC (EUA) trabalham em sistema remoto, comprovando a eficácia da solução.

E como anda o Digital Workplace no Brasil?

A adesão das empresas aqui no Brasil à prática do home office está progredindo. É o que mostrou uma pesquisa divulgada neste ano, realizada pela SAP Consultoria RH. O estudo ouviu mais de 300 companhias de diferentes segmentos, entre setembro de 2015 e março deste ano e apontou que 37% das corporações do país já permitem que os funcionários trabalhem de casa. O número é maior do que o registrado em 2014, quando a primeira edição do levantamento foi realizada.

A pesquisa apresentou três movimentos distintos de crescimento da prática em comparação ao estudo de 2014:

50% de aumento no número de empresas que estão implantando a prática;

15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação da prática;

28% de aumento na formalização da prática.

Basicamente, o digital workplace permite maior economia para a empresa e menos desgaste ao colaborador, que não precisará se preocupar com deslocamentos de trânsito – problema das grandes metrópoles mundiais. Paralelamente, por meio da inovação, pode propiciar maior produtividade à companhia e encurtar a jornada de trabalho do colaborador.

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Como manter o engajamento dos colaboradores em empresas investigadas – Por Alexandre Slivnik

Cada vez mais, notícias sobre o envolvimento de empresas em escândalos financeiros tomam contam dos veículos de comunicação. Gestores, lideres ou cargos de alta gestão, quando implicado nesses processos, afetam de forma significativa a imagem e a cultura da instituição ao qual fazem parte.

A crise pode afastar os investidores, dificultar o acesso ao crédito comprometendo toda a cadeia de produção, o desempenho e o engajamento da equipe.

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, explica que estar envolvido em uma investigação de um possível escândalo não necessariamente é a comprovação de um crime. Entretanto, pode gerar uma grande instabilidade. “ O líder precisa dar o suporte necessário aos seus colaboradores e ser sempre verdadeiro. Por isso, eledeve assumir a responsabilidade do engajamento da sua equipe e criar um ambiente onde a comunicação possa fluir de maneira natural”, destaca.

Normalmente, pessoas que erram gravemente e participam de atos criminosos são demitidos ou até mesmo, em alguns casos, presos. Isso pode criar uma situação constrangedora, fazendo com que algumas pessoas, que têm valores mais sólidos, não queiram mais trabalhar.

Alguns colaboradores que já estão com a cultura da empresa incorporada ao seu dia a dia, podem pedir o desligamento imediato acarretando em uma perda de talentos significativa, sendo necessário investir novamente em treinamento, busca e adaptação. “Muitas vezes, as empresas envolvidas são grandes e, por isso, possuem processos minuciosos de desenvolvimento e normalmente contratam bons profissionais e que não gostariam de ter a sua imagem ligada a uma crise deste tipo”, avalia Alexandre.

Para evitar que essa situação ocorra, o gestor deve se antecipar ao problema e sempre procurar o seu time para conversar e explicar detalhadamente os passos a serem adotados. “A empresa e os líderes devem ser verdadeiros. Caso fique comprovado que alguém errou, é preciso reconhecer o erro, punir os envolvidos e criar uma nova cultura. E, para isso, os líderes precisarão criar um ambiente de mudança que deve partir dos próprios colaboradores”, avalia Slivnik.

Esse cuidado é fundamental para que a empresa possa evitar que alguns talentos ou alguns colaboradores que já estão com a cultura da empresa incorporada ao seu dia a dia, peçam desligamento. Segundo Alexandre, isso sobrecarregaria ainda mais a empresa, sendo necessário treinamento, busca, e adaptação de novos funcionários. “Para evitar que isso aconteça, os líderes (ou novos líderes) devem criar um ambiente de mudança, envolvendo seus colaboradores na construção de uma nova empresa.

Para resgatar a imagem e a credibilidade da empresa de forma mais rápida, assim que for comprovada alguma ação ilícita, Alexandre recomenda reconhecer o erro, punir o os envolvidos, mudar a liderança e resgatar a confiança. “ O primeiro passo é um pedido de desculpas efetivo. Além disso, para seguir em frente, é preciso promover mudanças estruturais, criar uma cultura totalmente nova e com valores mais conectados entre as pessoas e a empresa”, destaca.

Alexandre Slivnik é autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA), sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

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Ferramenta ajuda colaboradores a gerir melhor seu tempo de trabalho

A Digisystem, empresa de tecnologia da informação 100% brasileira e com 25 anos de mercado, anuncia o lançamento de uma ferramenta que vai possibilitar uma administração melhor do tempo nas empresas. A plataforma Prodigi é um sistema de gerenciamento de produtividade que permite aos gestores o acompanhamento em tempo real de tarefas diárias de suas equipes. A solução reduz desperdícios e procrastinações no ambiente de trabalho e aumenta em até 20% a produtividade da empesa.

Os benefícios da ferramenta vão desde o acompanhamento de picos de improdutividade para remarcar horários de reuniões, reconhecimento dos profissionais mais produtivos, pontualidade e se as horas extras são realmente necessárias. Todas essas ações do sistema servem para entender se o potencial do time está sendo bem aplicado e, como consequência, o resultado é um ganho considerável em produção e competividade saudável entre os colaboradores.

Mas para alcançar esse objetivo, as empresas precisam de um plano de ação para eliminar a ociosidade no trabalho. Os setores da indústria, bancos, comércio são algumas das áreas que sofrem com a ineficiência de execução de serviços prioritários. O desperdício de tempo é um dos vilões nesses ambientes corporativos e o grande problema é identificar de que forma e quando ele acontece.

A ferramenta fornece uma visualização de sites e aplicativos ofensivos à produtividade do seu time. Mas para garantir a privacidade das pessoas, o Prodigi não captura informações sigilosas ou pessoais. Outro diferencial do sistema é que o funcionário pode escolher um horário durante seu expediente que não será monitorado, isso deixa o colaborador livre para realizar uma pausa.

Com o Prodigi, vai ser possível acompanhar de perto a rotina das equipes e trazer melhoras significativas para o negócio, sempre orientadas pelo conceito de qualidade e aumento da produtividade.

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Crise, CRM e descaroçador de algodão

Por João Lee

Em 1794, no sul dos Estados Unidos, Eli Whitney, um recém-formado em engenharia pela Universidade de Yale, registrava a patente do seu descaroçador de algodão: uma combinação de manivela, tela de arames e pequenos ganchos, que aumentava em dezenas de vezes a produtividade das fazendas de algodão.

O sucesso foi tanto que, em pouco tempo, os fazendeiros adotaram a invenção e logo a produção e a exportação de algodão explodiram. Como consequência, o produto se tornou por muitos anos uma das bases da economia americana.

Parece um tempo distante, mas o mercado brasileiro vive um momento bem parecido com o dos Estados Unidos em 1794. No lugar de arames, máquinas a vapor e metal fundido, estão os servidores em nuvem, microprocessadores e telefones celular com acesso à internet; e, no lugar de algodão, bancos de dados densos, prontos para serem descaroçados e interpretados.

O desafio que vivemos hoje em um universo de dados e consumidores conectados: como enviar a mensagem correta para o consumidor correto, no momento correto, fazendo o investimento correto?

Em um ano de crise, não podemos desperdiçar nossos esforços nos comunicando com um público que não quer receber nossa mensagem. Também não podemos adotar uma linguagem genérica, enquanto temos consumidores cada vez mais heterogêneos. Para isto, contamos com o CRM (costumer relationship managment), que são sistemas que automatizam os processos.

Se você não conhece o termo, tudo bem! Certamente já foi impactado por ele. Lembra de ter recebido um e-mail com um desconto exatamente no produto que você estava procurando? Ou de receber uma recomendação de O Poderoso Chefão, depois de assistir Scarface? Estes são exemplos de sistemas de CRM básicos funcionando.

Bons sistemas de CRM são capazes de analisar banco de dados de clientes (quem são, onde vivem, o que compram…) e, com base nisto, entrar em contato com eles por diversos pontos de contato no momento certo e com a informação correta.

E como o mundo e o mercado não param, hoje as ferramentas de CRM podem (e devem!) ser integradas aos ambientes de Big Data e de mídias digitais. Esta abordagem nos permite, por exemplo, o envio automático de mensagens diferentes para um menino de 17 anos, uma mulher de 40 anos e para um consumidor que não interage com a marca há mais de 10 dias.

Para quem quer ir ainda mais longe, podemos integrar estes sistemas de disparo de mensagem à uma plataforma que use algoritmos complexos, redes neurais e recursos matemáticos processados na nuvem para descobrirmos que toda quarta-feira o João gosta de comer carne moída e, por isso, ofertar o produto para ele às terças.

Este mesmo sistema torna possível gerir e otimizar dinamicamente o investimento em mídia. Podemos então escolher se queremos investir nosso dinheiro em consumidores mais engajados com nossas marcas, ou nos que ainda não a conhecem melhor, e tudo isso pode ser medido e controlado.

Falamos então de segmentação, personalização, big data e investimento em mídia. No final do dia é isto: Novas tecnologias auxiliam o desenvolvimento dos negócios enquanto tornam a vida cotidiana de milhões de consumidores mais fácil e divertida! Se há 200 anos o descaroçador mudou o mercado de algodão, hoje o CRM transforma o mercado de comunicação e amanhã outras inovações nos aguardam! E agora, what’s next?

João Lee, Head de CRM & Plataformas da ID\TBWA

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