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Microsoft lança solução de gestão voltada a PMEs no Brasil

Acaba de ser disponibilizado para o Brasil o Microsoft Dynamics 365 Business Central, ferramenta de gestão de negócios para micro, pequenas e médias empresas da Microsoft. A solução permite que empresas façam gestão de finanças, vendas, serviços e operações para simplificar os processos de negócios, promovendo integração de dados e auxiliando na tomada de decisão.

De acordo com uma pesquisa recente do Sebrae realizada com empreendedores de todo o país para entender as maiores dificuldades enfrentadas nos negócios, 52% dos entrevistados admitiram que necessitam de uma maior capacitação na área de controle e gestão financeira. O período desafiador pelo qual estamos passando durante a pandemia levou muitos negócios para o digital e essa mudança trouxe a necessidade de ferramentas para passar por essa transformação.

Outro dado que chama atenção no estudo é que 24% avaliam a dificuldade de conquistar a clientela como maior desafio. Entender o cliente e retirar dos dados insights para melhorar o atendimento é de extrema relevância nos negócios atualmente. Essa é uma funcionalidade disponível na plataforma Business Central, que conta com sistema de análise de dados que podem gerar dados relevantes não só no atendimento ao cliente como no controle de estoque, entre outras informações que podem auxiliar na tomada de decisões mais assertivas aos negócios.

A solução pode ser integrada com outros produtos do M365, permitindo gestão integrada com outras ferramentas como o Outlook e o Microsoft Teams, por exemplo. O serviço também pode ser acessado de diferentes dispositivos, permitindo acesso multi-telas.

Por rodar na plataforma de nuvem Microsoft Azure, o Business Central garante todas as proteções de dados disponíveis e está adequado à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Ele também conta com um aplicativo para conformidade de dados, auxiliando as empresas a se adequarem à legislação.

“Sabemos que muitos negócios surgiram na pandemia ou migraram para o digital neste período, e muitos deles podem não ter tido acesso a ferramentas para auxiliá-los. O Business Central chega ao Brasil em um momento muito necessário, trazendo ferramentas que podem auxiliar na retomada econômica”, diz Marcondes Farias, diretor de aplicações de negócios na Microsoft Brasil.

Para saber mais, acesse: https://dynamics.microsoft.com/pt-br/business-central/overview/

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Startup desenvolve tecnologia para digitalizar pequenos negócios

Diante de uma demanda da indústria, a startup Kaztor desenvolveu em parceria com a EMBRAPI (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), uma plataforma web para que pequenos e médios empreendedores pudessem digitalizar o seu negócio local.

A fase inicial do projeto, ainda com foco mais voltado para operações da indústria para com o varejo, foi desenvolvida com pesquisadores da Unidade EMBRAPII – CEEI Centro de Engenharia Elétrica e Informática (CEEI) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Denominado Showkase, atualmente o projeto já é produto promovendo inteligência para os negócios locais de forma simples e integrada a todos os canais digitais, retirando toda a complexidade envolvida no processo de digitalização da loja.

“O apoio que a EMBRAPII tem dado às startups é essencial neste processo de transformação e inovação, tanto financeiro quanto na disponibilização de profissionais com amplo know-how tecnológico para o desenvolvimento do projeto, desde o processo de modelagem até a organização de sua funcionalidade”, afirma Jefferson Araújo, CEO da Kaztor Tecnologia. “Ter uma unidade EMBRAPII com alta capacidade de execução próximo da gente faz toda a diferença, o apoio foi essencial para a realização do projeto desde a sua concepção até a entrega final, sempre com zelo nas entregas e um nível de organização muito estruturado.”

Apoio para startups

A EMBRAPII é uma organização social que tem contrato de gestão com o Ministério da Educação (MEC), de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e Saúde. Em seis anos de operação, já apoiou quase 1000 projetos em parceria com empresas nacionais de diferentes portes e segmentos, totalizando R﹩ 1,5 bilhão em investimentos.

Em seu modelo operacional, os valores dos projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) são divididos entre a instituição, as Unidades EMBRAPII (centros de pesquisa credenciados) e a empresa demandante. Os recursos aportados são não reembolsáveis. No caso de projetos com startups, há linhas especiais de financiamento que diminuem a contrapartida das empresas e aumentam as facilidades para inovar. A instituição conta ainda com acordo com o Sebrae que amplia a abrangência dos recursos aportados para que o pequeno empreendedor possa compartilhar suas propostas tecnológicas no setor produtivo.

Pequena empresa tem 5 bilhões de reais

Por Francisco Camargo

Apesar de as leis vigentes no Brasil apoiarem as empresas menores, existem muitos entraves ao desenvolvimento das chamadas MPMEs – Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mesmo que a Constituição Brasileira, no seu artigo 179, estabeleça o papel do Estado no incentivo a essas companhias, a realidade sempre foi bastante diferente. Por isso, desde 2017, em diversos contatos com o governo e suas agencias, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software tem recomendado especial atenção ao problema das garantias exigidas das MPMEs e a pouca capilaridade dos programas governamentais.

Criar e dirigir uma MPME não é tarefa fácil. É necessário conquistar clientes, conseguir o capital necessário para investimento e capital de giro, e ainda enfrentar a falta de segurança jurídica, que tem prevalecido em duas áreas-chave: a tributária e a trabalhista.

Não basta existirem vários programas de financiamento e fomento, como os elencados no Guia de Fomento da ABES , se na hora da necessidade as empresas enfrentam alguns problemas com os agentes repassadores, sua burocracia, a exigência de garantias reais (hipoteca, fiança bancária) e a falta de capilaridade desses agentes.

Para acesso às linhas de crédito para projetos, do BNDES ou FINEP, citando dois exemplos, é preciso passar por um processo longo e com altos custos, especialmente quando se contrata uma consultoria para ajudar na formatação. Se aprovado o projeto, vem a exigência de garantias reais, hipotecas ou fiança bancária.

Para as grandes empresas que possuem departamentos dedicados ou contam com consultorias, esses entraves burocráticos e as garantias não costumam ser um problema. Mas, quando o assunto é a micro ou pequena empresa, a situação, na prática, é diferente da teoria. E a importância dessas empresas é inegável: elas respondem por boa parte dos empregos e do PIB – Produto Interno Bruto brasileiro. Somente no universo de duas mil empresas associadas e conveniadas da ABES, mais de 75% são MPMEs que enfrentam problemas similares ao exposto.

A necessidade de ação para assegurar, para além do papel, a efetivação e o acesso das MPMEs aos benefícios a quem têm direito motivou a ABES a desenvolver um trabalho junto ao Governo Federal e suas agências de fomento para equacionar o grave problema das garantias para obtenção de crédito. Uma das propostas era a de utilizar os diversos fundos de garantia do governo, de forma unificada, para que que eles assegurassem (dando aval) uma parte substancial dos financiamentos tomados pelas MPMEs junto aos bancos comerciais, públicos ou privados.

Com isso se resolveriam três problemas principais:

• Capilaridade, os bancos comerciais têm mais de 20 mil postos de atendimento espalhados pelo território nacional;

• Garantias, pois o aval dos fundos garantidores é muitas vezes melhor que a exigência de garantias reais;

• Recursos, o governo federal não precisaria transferir recursos do Tesouro para o BNDES, a fim de suprir as necessidades de financiamento do sistema, mas apenas dar a garantia para o risco representado pelas MPMEs.

Os Fundos e o BNDES dariam somente a garantia do risco de crédito, como fazem outros organismos modernos. Um exemplo é a francesa COFACE (Compagnie Française d’Assurance pour le Commerce Extérieur), que alivia a necessidade de caixa do governo federal, especialmente neste momento crítico para o orçamento da união.

Depois de algum tempo de peregrinação da ABES para viabilizar essa recomendação, a equipe da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade ouviu e entendeu o alcance da demanda. A solução ficou a cargo da Secretaria Adjunta de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços e da Subsecretaria de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, que, finalmente, criaram o Programa Emergencial de Acesso a Crédito, por meio da MP 975, bem como outros do BNDES/FINEP.

Melhor do que exercer o direito de ser ouvido, que está previsto no Artigo 5º., Inciso XXXIV, item A, da Constituição Federal, é saber que as recomendações eram legitimas e foram adotadas. Estas medidas defendidas pela ABES beneficiaram todas as micros, pequenas e médias empresas do Brasil, sem necessariamente estarem ligadas a uma associação ou sindicato ou a determinado setor. Efetivamente, vemos que as recomendações da ABES serviram como alerta para a criação da solução que possibilitou que as MPMEs tenham acesso à linhas de crédito, muito necessárias nesta época de Covid-19.

A ABES espera que esse sistema seja aperfeiçoado para épocas mais “normais”, por meio da criação de um Sistema Brasileiro de Garantias e Avais, que por meio da coordenação de todos os fundos de avais, da União, Estados, Municípios, Bancos, Associações, permita reduzir o risco sistêmico pela compra e venda de Swaps de Credito. O sistema será mais seguro e barato, quando os fundos de avais também puderem receber, direta ou indiretamente, contragarantias convencionais (recebíveis, etc.) e não-convencionais (ações ou quotas, marcas, patentes, sistemas, etc.), das empresas beneficiadas, reduzindo o custo cobrado por esses avais.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, pois acreditamos que a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades, melhorando a qualidade de vida de todos, de forma inclusiva e igualitária, assegurando um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

A ABES agradece a todos os envolvidos por terem encontrado a solução em tão curto espaço de tempo.

*Francisco Camargo é presidente do conselho da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software e fundador da CLM, distribuidora latino-americana de valor agregado.

Por Francisco Camargo*

Apesar de as leis vigentes no Brasil apoiarem as empresas menores, existem muitos entraves ao desenvolvimento das chamadas MPMEs – Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mesmo que a Constituição Brasileira, no seu artigo 179, estabeleça o papel do Estado no incentivo a essas companhias, a realidade sempre foi bastante diferente. Por isso, desde 2017, em diversos contatos com o governo e suas agencias, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software tem recomendado especial atenção ao problema das garantias exigidas das MPMEs e a pouca capilaridade dos programas governamentais.

Criar e dirigir uma MPME não é tarefa fácil. É necessário conquistar clientes, conseguir o capital necessário para investimento e capital de giro, e ainda enfrentar a falta de segurança jurídica, que tem prevalecido em duas áreas-chave: a tributária e a trabalhista.

Não basta existirem vários programas de financiamento e fomento, como os elencados no Guia de Fomento da ABES , se na hora da necessidade as empresas enfrentam alguns problemas com os agentes repassadores, sua burocracia, a exigência de garantias reais (hipoteca, fiança bancária) e a falta de capilaridade desses agentes.

Para acesso às linhas de crédito para projetos, do BNDES ou FINEP, citando dois exemplos, é preciso passar por um processo longo e com altos custos, especialmente quando se contrata uma consultoria para ajudar na formatação. Se aprovado o projeto, vem a exigência de garantias reais, hipotecas ou fiança bancária.

Para as grandes empresas que possuem departamentos dedicados ou contam com consultorias, esses entraves burocráticos e as garantias não costumam ser um problema. Mas, quando o assunto é a micro ou pequena empresa, a situação, na prática, é diferente da teoria. E a importância dessas empresas é inegável: elas respondem por boa parte dos empregos e do PIB – Produto Interno Bruto brasileiro. Somente no universo de duas mil empresas associadas e conveniadas da ABES, mais de 75% são MPMEs que enfrentam problemas similares ao exposto.

A necessidade de ação para assegurar, para além do papel, a efetivação e o acesso das MPMEs aos benefícios a quem têm direito motivou a ABES a desenvolver um trabalho junto ao Governo Federal e suas agências de fomento para equacionar o grave problema das garantias para obtenção de crédito. Uma das propostas era a de utilizar os diversos fundos de garantia do governo, de forma unificada, para que que eles assegurassem (dando aval) uma parte substancial dos financiamentos tomados pelas MPMEs junto aos bancos comerciais, públicos ou privados.

Com isso se resolveriam três problemas principais:

• Capilaridade, os bancos comerciais têm mais de 20 mil postos de atendimento espalhados pelo território nacional;

• Garantias, pois o aval dos fundos garantidores é muitas vezes melhor que a exigência de garantias reais;

• Recursos, o governo federal não precisaria transferir recursos do Tesouro para o BNDES, a fim de suprir as necessidades de financiamento do sistema, mas apenas dar a garantia para o risco representado pelas MPMEs.

Os Fundos e o BNDES dariam somente a garantia do risco de crédito, como fazem outros organismos modernos. Um exemplo é a francesa COFACE (Compagnie Française d’Assurance pour le Commerce Extérieur), que alivia a necessidade de caixa do governo federal, especialmente neste momento crítico para o orçamento da união.

Depois de algum tempo de peregrinação da ABES para viabilizar essa recomendação, a equipe da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade ouviu e entendeu o alcance da demanda. A solução ficou a cargo da Secretaria Adjunta de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços e da Subsecretaria de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, que, finalmente, criaram o Programa Emergencial de Acesso a Crédito, por meio da MP 975, bem como outros do BNDES/FINEP.

Melhor do que exercer o direito de ser ouvido, que está previsto no Artigo 5º., Inciso XXXIV, item A, da Constituição Federal, é saber que as recomendações eram legitimas e foram adotadas. Estas medidas defendidas pela ABES beneficiaram todas as micros, pequenas e médias empresas do Brasil, sem necessariamente estarem ligadas a uma associação ou sindicato ou a determinado setor. Efetivamente, vemos que as recomendações da ABES serviram como alerta para a criação da solução que possibilitou que as MPMEs tenham acesso à linhas de crédito, muito necessárias nesta época de Covid-19.

A ABES espera que esse sistema seja aperfeiçoado para épocas mais “normais”, por meio da criação de um Sistema Brasileiro de Garantias e Avais, que por meio da coordenação de todos os fundos de avais, da União, Estados, Municípios, Bancos, Associações, permita reduzir o risco sistêmico pela compra e venda de Swaps de Credito. O sistema será mais seguro e barato, quando os fundos de avais também puderem receber, direta ou indiretamente, contragarantias convencionais (recebíveis, etc.) e não-convencionais (ações ou quotas, marcas, patentes, sistemas, etc.), das empresas beneficiadas, reduzindo o custo cobrado por esses avais.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, pois acreditamos que a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades, melhorando a qualidade de vida de todos, de forma inclusiva e igualitária, assegurando um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

A ABES agradece a todos os envolvidos por terem encontrado a solução em tão curto espaço de tempo.

Francisco Camargo, presidente do conselho da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software e fundador da CLM, distribuidora latino-americana de valor agregado.

A importância da educação para as Micro e Pequenas Empresas

Por Ana Beatriz Cesa, Presidente da Brasil Júnior 2020

Nossa geração nunca presenciou um cenário tão fragilizado como este que estamos atravessando em decorrência da pandemia. As empresas, mais do que nunca, são conduzidas a enfrentar desafios sobre desemprego, fluxo de trabalho e produtividade da equipe, além de graves dificuldades financeiras e permanência no mercado. Compreendemos que, no país, esse cenário ganha um agravante ainda maior diante do contexto dos pequenos negócios.

Mesmo que correspondam a mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso País – de acordo com dados do SEBRAE, esse é o perfil de empresa que mais enfrenta dificuldades, seja em gestão, adaptação no mercado, conhecimento sobre o setor e estratégias de crescimento, situação que tende a se agravar cada vez mais diante da crise atual.

Ainda assim, as MPEs são a principal fonte de emprego no país. No Brasil, existem 6,4 milhões de estabelecimentos, desse total, 99% são Micro e Pequenas Empresas, o que torna ainda mais essencial o desenvolvimento dos pequenos negócios e o aumento na sua competitividade, de modo a aumentar sua chance de sobrevivência no mercado.

Frente à tudo isso, nos encontramos diante de um fator essencial para o fortalecimento dos pequenos negócios: a educação, sobretudo, empreendedora. A educação em si é o fator mais determinante para o desenvolvimento de um país e do indivíduo. É por meio dela que se garante o desenvolvimento social, econômico e cultural, e que mudanças e inovações da sociedade são construídas.

A educação empreendedora, inclusive, é a principal bandeira do Movimento Empresa Júnior. E, pensando em como contribuir com o país diante do contexto de crise, criamos o “Unidos pelo Brasil”, projeto que conecta os valores agregados da educação empreendedora às PMEs. A plataforma conduzirá as Empresas Juniores – empresas formadas por universitários de todo país, a realizar consultorias gratuitas para pequenos negócios. Somente em 2019, foram atendidas pelas empresas juniores, mais de cinco mil MPEs e foram oferecidas mais de 20 mil soluções para o mercado.

No final das contas, o entendimento da importância da educação é capaz de guiar a transformação nas universidades, formando lideranças por meio da educação empreendedora. Acredito que com a união do empreendedorismo, da educação e da força da juventude, é possível alcançar o equilíbrio entre os pilares mais importantes da sociedade, auxiliando Micro e Pequenas Empresas a se fortalecerem no mercado e assim, fazer do Brasil um país cada vez mais empreendedor.

Fintech cria iniciativas para ajudar pequenas empresas

Segundo o boletim semanal da Sebrae, 88% dos pequenos empresários declararam queda de faturamento entre os dias 3 e 7 de abril, registrando uma redução de 69% comparado à uma semana normal. Pensando nisso, a iZettle , fintech sueca de meios de pagamento, está criando uma série de iniciativas buscando dar assistência a esses pequenos empreendedores.

Para compor as iniciativas de apoio, a fintech realizou uma pesquisa interna com os próprios clientes. Desta forma, criou ações de acordo com as principais respostas dos mesmos. O maior retorno dos entrevistados estavam relacionados a Redução de Taxas, Possibilidade de Empréstimos e redução no Prazo de Recebimento, o que fez a iZettle criar uma série de facilidades gratuitas e com valores acessíveis, endereçando cada um desses temas.

Sistema de Delivery

A primeira delas já está funcionando. É uma parceria com a Click Entregas, em que os clientes da fintech de toda São Paulo podem usufruir dos serviços de delivery da plataforma, ganhando três vouchers gratuitos. A ideia é ajudar empresas que não estavam habituadas a oferecer essa opção, criando uma oportunidade para continuarem funcionando.

Pagamento em um dia útil, sem acréscimo de taxas

Além disso, um benefício que passou a fazer parte da rede da iZettle em 17/04 é a redução de dois para um dia útil o prazo de pagamento do cliente. Isso significa uma antecipação no recebimento sem nenhum tipo de custo extra, e será válido para todos os usuários da máquina, de forma automática.

Acesso a crédito

Outra ação envolve parcerias para oferecer empréstimos para essas pequenas empresas, de forma pensada, personalizada e justa. Segundo a fintech, como eles possuem o background dos clientes (ou seja, informações pertinentes colhidas ao longo do período que os mesmos permanecem com a iZettle), fica mais fácil de criar um formato que ajude melhor o empreendimento. A ideia é ter diversos parceiros, para ter mais possibilidades de adaptação.

Afinal, quais são os segredos para as PMEs sobreviverem à crise?

Por Francisco Ferreira, fundador da BizCapital

Não é novidade dizer que os setores mais afetados pelo coronavírus são aqueles que dependem da presença física do cliente, como restaurantes, lanchonetes e salões de beleza. Entretanto, a pandemia nos obrigou a despertar um novo olhar sobre esses negócios. Serviços de delivery ou vendas online podem ser alternativas para que essas empresas sobrevivam a esse momento.

Os dados só comprovam o que já sabemos: o cenário atual não parece promissor. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 89% das micro e pequenas empresas brasileiras já observam uma queda no seu faturamento. O estudo foi realizado com mais de 9 mil donos de pequenos negócios e mostrou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%.

E para que esses índices não piorem ainda mais, é preciso ter cautela. É provável que tenhamos uma redução na receita da maior parte das empresas por alguns meses. É difícil prever como as organizações irão se manter daqui para frente, mas a intensidade e a duração da quarentena, bem como as ações para a retomada após o fim da epidemia, vão ditar os próximos passos do empresariado.

E por esse motivo, além de se reinventarem e encontrarem outros caminhos, alguns aspectos relacionados à estratégia passam a ser fundamentais nesse momento. Agora mais do que nunca, os negócios precisam investir em gestão financeira. Mapear todos os custos e entender o que é fixo e o que é variável. É importante renegociar contratos e postergar pagamentos quando for possível. Manter o crédito na praça também é fundamental. É a hora de entrar em contato com os credores, propor alternativas e negociar.

Diante disso, o que podemos fazer agora para nos organizarmos? Na minha visão, uma opção bastante viável é reduzir ou cortar gastos: a crise é sempre uma boa hora para rever despesas desnecessárias e negociar contratos com fornecedores e parceiros. Outra alternativa é buscar novas fontes de receitas.

O Brasil respondeu rápido a pandemia com medidas bastante contundentes. E se essas providências forem implementadas com agilidade, os impactos serão menores, e teremos mais empresas atravessando esse momento de dificuldade. No entanto, quando confinamento for reduzido ou encerrado, alguns setores terão uma retomada mais rápida, enquanto outros precisarão de mais meses para se recuperar.

Acredito que o consumidor precisará de mais tempo para recuperar a confiança. Um dos motivos para isso é a insegurança da sociedade com possíveis contaminações, que vai continuar afetando setores que dependem da presença física. Outra razão é a diminuição do poder de compra por conta da redução da atividade econômica.

As crises são sempre oportunidades para melhorar: as empresas precisam se reinventar e buscar mais produtividade e novas oportunidades. Embora o momento seja desafiador, é importante seguir em frente com os negócios. A Covid-19 vai passar e as empresas continuarão aqui para atender às demandas dos clientes.

Como as fintechs podem ajudar no desenvolvimento das PMEs?

Por Dan Cohen

A demanda por crédito das micro, pequenas e médias empresas se mantém aquecida. Dados do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) revelam que no ano passado essas organizações receberam R$ 30,1 bilhões, o mesmo que 44,7% do total desembolsado pelo banco, sendo esse o maior percentual já registrado na série histórica e um aumento de 4% na comparação com 2017. O ano de 2018, no entanto, foi o de pior desembolso de recursos do BNDES desde 2009, com R$ 69,3 bilhões liberados, indicando uma forte prevalência da demanda por crédito pelas menores empresas brasileiras.

Uma pesquisa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) de julho do ano passado ajuda a entender as principais dificuldades que assolam as PMEs quando o assunto é crédito. Entre 500 empresas paulistas entrevistadas, 44,4% afirmaram ter dificuldades para pagar as parcelas de seus empréstimos, 6,9% tiveram uma redução do limite de crédito após atrasar o financiamento e 70,7% têm alguma dificuldade de relacionamento com o seu banco.

Por outro lado, é importante lembrar que as PMEs são responsáveis por 27% do PIB e pela geração de renda de 70% dos brasileiros no setor privado, de acordo com o Sebrae. Logo, os impactos do endividamento dessa classe de empresas e a falta de crédito para inovação são sentidos pelas indústrias, pelas famílias e no desenvolvimento econômico do País.

Impulsionar a oferta, facilitar o acesso e desburocratizar o crédito para os pequenos e médios empresários têm sido tarefas que as fintechs abraçaram. Na Finpass, por exemplo, em menos de três anos reformulamos nossa marca e escopo de negócio diante do desejo de apoiar os menores empreendedores brasileiros, eliminando maratonas improdutivas aos bancos e ainda contribuindo para o crescimento do Brasil.

Ao promoverem inclusão financeira, as fintechs entregam diversos benefícios para o mercado, entre eles a redistribuição do poder aquisitivo. Essas startups oferecem serviços mais segmentados, logo, conseguem ter mais foco e direcionar sua expertise para uma determinada solução demandada. Suas estruturas mais enxutas também diminuem a burocracia, facilitando adaptações às necessidades dos clientes, assim como, por serem digitais, têm um custo menor. Esse conjunto de fatores ajudou as fintechs a crescerem e, como consequência, o poder financeiro que antes era restrito a algumas instituições foi distribuído para uma nova cadeia de inovação em finanças, chegando mais fácil a quem precisa desses serviços.

Outra transformação que as fintechs estão proporcionando é a inclusão financeira. O acesso a linhas de crédito oferecidas apenas para clientes com um longo histórico de relacionamento com os bancos é uma das restrições do mercado que essas startups agora buscam solucionar, democratizando as oportunidades e incluindo ao sistema financeiro pequenas empresas desbancarizadas.

Novidade no País até pouco tempo atrás, o empréstimo entre pares, ou peer-to-peer lending (em inglês), é uma modalidade de empréstimo coletivo que também foi introduzido pelas fintechs. Esse serviço conecta empresas em busca de recursos financeiros a investidores pessoas físicas que desejam ter mais rentabilidade. Com uma análise de crédito 100% online, as fintechs conseguem viabilizar recursos financeiros com melhores taxas de juros para os tomadores e retornos maiores para os investidores em processos sem burocracia e mais rápidos.

As oportunidades para as PMEs com as fintechs são inúmeras. Cada vez mais os empreendedores poderão obter recursos para capital de giro e para investimentos em inovação e em infraestrutura sem passar pelos bancos tradicionais, mantendo a capacidade de trabalho de suas organizações, gerando empregos e produzindo um mundo mais inclusivo hoje e para o futuro.

Dan Cohen, fundador e CEO da Finpass, marketplace de crédito para PMEs.

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Como as fintechs de crédito podem ajudar os pequenos empresários com seus negócios?

Por Daniel Orlean

Não há nada mais típico em empreender ou gerir uma empresa do que questionar continuamente o fluxo de caixa do negócio, principalmente em datas próximas a compromissos financeiros como pagamento de folha de pessoal ou impostos. Todo empreendedor já passou por isso. Outra situação que faz o empresário ou gestor pensar nos recursos em caixa é quando se cogita realizar uma expansão ou investimento no negócio – seja para o investimento em si ou para manter o negócio rodando sem solavancos durante ou depois dessa decisão.

Em ambas as situações as empresas precisam buscar sua sustentabilidade financeira, mas apenas uma pequena parte dos empreendedores percebe nas linhas de crédito disponíveis um caminho positivo e viável. Boa parte disso acontece por conta de toda a burocracia que as empresas reportam ter que passar ao solicitarem o valor desejado em bancos convencionais, por exemplo.

De acordo com dados apurados em todo o país pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL), três em cada dez micro e pequenos empresários consideram difícil o processo de contratação de crédito, sendo o excesso de burocracia e as exigências dos bancos os principais entraves mencionados por 45% desses empresários.

Esse cenário muda rapidamente, com o crescimento e consolidação das fintechs de crédito, que vêm se destacando no mercado como grandes aliadas para atender a necessidades específicas das empresas. Na maioria das vezes, o retorno para liberação do crédito é mais rápido do que as instituições tradicionais, já que atuam de forma mais automatizada e com menos burocracia, sem deixar de proporcionar um atendimento personalizado.

Com o uso de ferramentas de inteligência artificial, automatização de processos e acesso integrado a bases de dados distribuídas, por exemplo, as propostas podem serem feitas de forma totalmente customizada e de acordo com a necessidade de cada perfil de cliente. O analista (que muitas vezes já é um robô) recebe a solicitação tendo acesso imediato ao histórico, aos desafios, às necessidades e a diversos scores de avaliação de risco e da viabilidade de concessão do empréstimo. O atendimento humanizado que se segue já trata cada cliente de forma muito mais profunda e empática, uma abordagem bem diferente da tradicional venda feita por um gerente que atende simultaneamente a diversas solicitações, com metas de vendas de diversos produtos e que depende de um processo manual e com critérios engessados.

Se você que é micro, pequeno ou médio empresário, e necessita de crédito para seu negócio, vale a pena cogitar e pesquisar um pouco sobre o universo das fintechs, e ver quais são as oportunidades e soluções que elas oferecem. O mercado financeiro está em constante evolução e quanto mais informações você tiver, melhor preparado você estará para solicitar seu crédito. Tenho certeza que esse é o melhor caminho para conseguir empréstimos com as melhores condições para sua empresa.

Daniel Orlean, Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

A importância do Planejamento Tributário para micro e pequenas empresas

Diversos sinais, como o aquecimento da economia e as mudanças na política, indicam que 2018 será um bom ano para micro e pequenas empresas. No entanto, para aproveitar essas oportunidades e vencer todos os obstáculos, é preciso estar preparado. Um levantamento do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) revelou que 95% das empresas no Brasil pagam mais impostos do que deveriam, por isso uma análise nas contas e um planejamento tributário são essenciais para fazer o negócio decolar.

Heber Dionizio, Contador da Contabilizei, escritório responsável pela contabilidade de mais de 5 mil empresas em todo o Brasil, defende um bom planejamento como chave para o crescimento em 2018. “O empresário tem que usar os aprendizados da crise dos últimos anos para se planejar melhor. Reduzir custos e melhorar a eficiência é obrigação daqui para frente.” alerta. Confira algumas dicas que a Contabilizei preparou para ajudar os empreendedores a se prepararem para 2018:

Encontre o regime tributário ideal.

No Simples Nacional, por exemplo, vários impostos são reduzidos ou até isentos, como a tributação de 20% sobre a folha de pagamento para a maioria dos anexos. Além disso, o custo da contabilidade para este regime costuma ser mais barato, uma vez que os impostos são simplificados e emitidos em uma única guia, a DAS.

Em outros casos, o enquadramento no Lucro Presumido ou no Lucro Real pode trazer mais vantagens, como aponta a contadora da Contabilizei Adrielle Freitas: “No setor da medicina, onde o ISS pode ser fixado, o Lucro Presumido acaba sendo uma melhor opção frente aos outros regimes. Já o Lucro Real é indicado para empresas que têm prejuízos contábeis frequentes, pois neste caso elas não pagam IR, o que costuma deixar o imposto mais vantajoso”.

Reduza os impostos – sem descumprir a lei!

Existem alguns detalhes que muitas vezes o empresário desconhece. As empresas do Simples Nacional, por exemplo, são isentas da retenção de impostos na fonte pagadora. Na prática, quando você vende um serviço (com algumas exceções) para outra empresa ela deve descontar do seu pagamento os valores referentes aos tributos federais como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. Mas, se a sua empresa for do Simples Nacional você já paga esses tributos na sua DAS e, de acordo com a lei, está isento desta retenção.

Preveja o futuro!

Evite que o imposto seja aplicado na sua empresa antes mesmo de ele nascer. Um bom exemplo é por meio do CEPOM – Cadastro de Prestadores de Outros Municípios. Normalmente, você já paga o ISS no seu município mas, quando emite uma nota fiscal referente a um serviço prestado em outra cidade, precisa pagar o ISS para esta outra cidade também. “É uma bitributação que muita gente paga e nem sabe que poderia evitar, realizando este cadastro. A dica é entender as cidades onde você fará negócios e se adiantar. Até porque o imposto que incide sem o CEPOM costuma ser de 5% do valor total da nota.” conta Heber.

Organize pagamentos, ganhe fôlego.

Muitas vezes adiantar um pagamento gera desconto, mas este desconto nem sempre ajuda mais do que ter dinheiro no caixa para outras dívidas. É importante saber organizar o fluxo e definir corretamente as prioridades.

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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Fintech oferece crédito a PMEs em até duas horas e sem burocracia

Em uma época de crise econômica, antecipar os recebíveis pode ser uma ótima solução para as pequenas e médias empresas que pretendem honrar compromissos como o pagamento do 13º salário e, ao mesmo tempo, fechar o ano no azul. E é, justamente, com esse objetivo que a TrustHub chega ao mercado no início de novembro, para oferecer crédito a PMEs em até duas horas, de maneira completamente digital e sem a burocracia dos bancos.

Sob a chancela da SRM – multinacional gestora e administradora de fundos de investimento com 20 escritórios espalhados por Brasil, Chile e Peru – a fintech aposta na tecnologia e no know-how de sua provedora para conquistar o mercado brasileiro. “A TrustHub conta com o mesmo sistema operacional da SRM, que oferta antecipação de recebíveis a clientes de médio e grande porte, com um volume de 10 mil transações diárias e mais de R$ 6 bilhões movimentados anualmente. A diferença, porém, é que oferece esse serviço digitalmente às pequenas e médias empresas”, pontua Alexandre Góes, Diretor de Meios de Pagamentos da TrustHub.

O executivo explica que o know-how de uma marca tão respeitada no setor financeiro como a SRM faz toda a diferença e que, aliado a modernos softwares de análise comportamental, garante que o serviço seja seguro, ágil e bem estruturado. “Nós operamos de maneira muito simples e eficiente: após um rápido cadastro, o cliente passa a ter uma conta de pagamento digital em nossa plataforma e logo pode solicitar a antecipação de recebíveis com o envio de duplicatas. Não há burocracia em nenhum momento do processo, outro problema enfrentado por muitos que tentam liberar crédito em bancos”, comenta.

Com os serviços da TrustHub, uma fábrica de roupas, por exemplo, que fez uma venda de R$ 50 mil com pagamentos parcelados em dez vezes, pode receber a quantia imediatamente ao fornecer a nota fiscal. “Ao antecipar o que receberiam a prazo, as empresas evitam dívidas e pagam apenas uma taxa de desconto por operação. A praticidade e o baixo risco, certamente, tornam esse serviço muito atrativo para o empresariado”, detalha Góes.

Antecipação de recebíveis no contexto econômico do país

Mesmo perante um cenário geral de contenção de crédito, a modalidade de antecipação de recebíveis por meio de desconto de duplicatas vem crescendo no Brasil: segundo dados do Banco Central, o volume movimentado pelo serviço em maio de 2017 foi de R$ 16,7 bilhões – 61,7% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

“Estamos em um momento crucial da economia, no qual o crédito é fundamental para que o Brasil possa retomar o ciclo de crescimento. Com a antecipação de recebíveis, os micro, pequenos e médios empreendedores podem conseguir crédito imediato, sem riscos, para investir em máquinas, estrutura e nas pessoas”, acrescenta o executivo. “Na contramão dos bancos, que deixaram de oferecer crédito, a TrustHub surge para garantir que as PMEs tenham o capital de giro necessário para investir no próprio negócio e, assim, colaborar com o desenvolvimento do país”, finaliza.

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Aruba lança solução de Wi-Fi focada para empresas de pequeno porte com gerência simplificada e por aplicativo móvel

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A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, anuncia uma nova solução de Wi-Fi que fornece a pequenas empresas uma rede sem fio de nível corporativo, segura e confiável, com APs fáceis de configurar via um aplicativo móvel intuitivo. O HPE OfficeConnect OC20 é uma solução econômica desenvolvida para empresas sem recursos de TI dedicados. Com o OC20, pequenas empresas de qualquer vertical, podem implementar e gerenciar a rede Wi-Fi de maneira rápida.

Organizações de menor porte estão adotando aplicativos para smartphones, tablets e outras aplicações que ficam hospedadas na nuvem. Cerca de metade (43%) dos responsáveis usam seu smartphone conectado à rede Wi-Fi como o principal dispositivo para executar suas operações, e 65% fazem a contabilidade em aplicativos na nuvem, o que confirma a necessidade de conectividade sem fio confiável e onipresente. Mesmo com benefícios competitivos e operacionais claros da mobilidade, o fator determinante geralmente se refere à instalação e configuração. Geralmente, as pequenas empresas têm recursos de TI bem limitados, então é essencial ter uma opção que seja simples de ser configurada e que eles possam contar com a ajuda de uma revenda se necessário.

O HPE OfficeConnect OC20 resolve esses desafios, oferecendo às empresas de pequeno porte uma ferramenta intuitiva e econômica, simples de gerenciar sem a necessidade de conhecimento técnico avançado. Os revendedores podem agora prover aos seus clientes uma solução rápida de rede Wi-Fi de nível corporativo que mantém seus funcionários conectados e produtivos.

Menos problemas com uma solução confiável de nível comercial

Os AP’s OC20 oferecem conectividade Wi-Fi de alto desempenho e confiável para operar as aplicações fundamentais aos negócios, incluindo voz, vídeo e aquelas na nuvem. Otimizam de forma inteligente a cobertura e o desempenho da rede sem fio, além de minimizar a interferência, intensificando a experiência do usuário final. O filtro de sites integrado bloqueia o acesso a sites mal-intencionados, protegendo o sistema de pequenas empresas de ameaças online e sites inadequados ou fora de conformidade.

Reduza o tempo de configuração com o aplicativo móvel intuitivo

Com o aplicativo móvel OfficeConnect, a empresa ou os seus revendedores podem configurar e monitorar uma rede em questão de minutos a partir de qualquer local. Múltiplos escritórios podem ser gerenciados de uma só vez, podendo resolver rapidamente às mudanças na rede e eventuais interrupções remotamente, sem indisponibilidade da rede.

Quando as empresas estiverem prontas para expandir sua rede, os novos APs OC20 podem ser automaticamente incorporados copiando as configurações de um AP OC20 configurado anteriormente. A solução permite criar uma rede para visitantes opcional e separada com a opção de acesso aberto para visitantes, login na rede Wi-Fi por meio de senha simples ou conta de Facebook, incluindo o logotipo da empresa para promover a marca da mesma customizando a página de acesso.

Recursos remotos de monitoramento e solução de problemas

O aplicativo móvel OfficeConnect para iOS ou Android oferece recursos de monitoramento e solução de problemas. Um painel de controle da rede fornece visibilidade do sistema rapidamente, incluindo informações sobre desempenho da rede sem fio, número de dispositivos e de quem está conectado.

Além do AP OC20, a Aruba oferece o switch OfficeConnect 1920S, que protege e amplia os sistemas de pequenas empresas. O 1920S também pode ser monitorado pelo aplicativo móvel OfficeConnect.

O HPE OfficeConnect oferece mais recursos de maneira simplificada, permitindo que pequenas empresas compartilhem recursos e colaborem como uma rede corporativa, mas sem a necessidade de uma configuração muito complexa. Para organizações de pequeno porte que estão começando ou já planejando expandir seus negócios, a solução OfficeConnect os permite implementar uma rede sem fio de nível comercial que atenda suas necessidades em cada etapa do seu crescimento.

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