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Cerca de 2/3 dos brasileiros querem abrir empresa própria para ter mais liberdade e autonomia

Pesquisa da MindMiners, encomendada pelo PayPal, também revelou que, entre os que já empreenderam, mais da metade tem familiares como sócios

Seja para voltar ao mercado, conquistar mais autonomia ou simplesmente reforçar o caixa e tentar driblar a crise, a verdade é que milhares de brasileiros vêm investindo tempo e dinheiro para abrir o negócio próprio. E a maioria o faz por necessidade – segundo o Sebrae, 11,1 milhões de empresas foram criadas nos últimos 3,5 anos no Brasil por esse motivo.

A maior parte dos candidatos a empreendedor, além de renda, quer juntar o útil ao agradável – ou seja, também almeja ter mais liberdade em sua vida. Isso demonstra bem como o empreendedorismo ainda é visto de forma um tanto romântica no Brasil. Isso porque, ao contrário do que se imagina, ter a própria empresa pode significar muito mais tempo dedicado ao trabalho e muito menos tempo disponível para a família, por exemplo.

O objetivo do estudo foi traçar um raio X do empreendedorismo no País. Para tanto, a fase de coleta da pesquisa foi dividida em duas etapas: a primeira ouviu pessoas que, de fato, já empreendem. E a segunda teve como foco homens e mulheres que nutrem o sonho de empreender.

Quais as principais diferenças existentes entre esses dois perfis? Que importância atribuem a cada etapa do planejamento de abertura de uma nova empresa? Onde buscam ajuda? E quais as maiores dificuldades de se empreender no Brasil? Foram diversas as questões formuladas pelos entrevistadores, e algumas respostas surpreenderam.

O estudo foi realizado entre os dias 31 de agosto e 11 setembro de 2017. Os highlights você confere abaixo:

EMPREENDEDORES ATUAIS (QUE JÁ TÊM EMPRESA ABERTA)

• Quando o assunto é encontrar um bom parceiro para tocar o negócio, mais da metade dos entrevistados que já têm empresa (51%) escolheram familiares como sócios. E outros 29% elegeram amigos.

• O estudo concluiu também que o conceito de multicanal (ou seja, estar presente em diversos canais ao mesmo tempo) vem movendo a maioria dos empreendedores. Cerca de 42% dos entrevistados afirmam ter loja física e online, enquanto 38% dizem ter apenas a versão física e outros 20% apenas a versão virtual.

• Quanto ao modelo de negócio, 34% investiram em uma empresa B2C (que vende diretamente ao consumidor final). Já 24% vendem para o varejo; 8% são marketplaces; 7% são B2B (vendem apenas para outras empresas); e apenas 3% focam na exportação.

• Questionados sobre as motivações que os levaram a empreender, 57% afirmaram que viam a empresa própria como a chance de ter mais liberdade e autonomia; para 53%, era uma oportunidade para crescer; 35% queriam deixar de ser funcionários e se tornar chefes; 19% citaram a frustração com o mercado de trabalho tradicional; 18% não viam outra saída para frear a crise; 17% queriam melhorar o Brasil; e 16% queriam gerar impacto social/disruptivo no mundo.

• Se 19% dos entrevistados juram que não investiram nem um centavo na empresa, a maioria (39%) diz ter colocado pelo menos R$ 10 mil do próprio bolso. Cerca de 13% investiram entre R$ 11 mil e R$ 20 mil; 12%, entre R$ 21 mil e R$ 50 mil; e 8% entre R$ 101 mil e R$ 500 mil.

• Considerando o período entre a idealização da empresa e sua abertura oficial, 56% dos pesquisados pela MindMiners garantiram que o processo levou menos de um ano; outros 21% disseram que levou entre 1 ano e 3 anos; 15%, entre 3 anos e 5 anos; e 8%, mais de cinco anos.

• Entre os medos mais recorrentes, ter de fechar a empresa porque ela “não deu certo” é um cenário que assusta 52% dos entrevistados; outros 38% temem não conseguir um investidor para ajudar a alavancar o negócio; e 21% têm medo de entrar em atrito com os sócios e/ou parceiros.

• Cerca de 28% dos pesquisados afirmaram que, se recebessem uma boa oferta de emprego, deixariam a empresa própria de lado; outros 43% não abandonariam a empreitada. E 61% concordam que o sucesso do negócio depende deles mesmos – mais do que qualquer outra pessoa envolvida.

• Na hora de buscar ajuda externa para tocar a empresa, 51% garantem ter procurado orientação no Sebrae; 21%, na associação do setor de sua atuação; e 20%, em órgãos relacionados ao governo, universidades e faculdades.

• Sobre os meios de pagamento que pretendem disponibilizar a seus clientes, 28% dos empreendedores entrevistados dizem buscar informação nas próprias empresas de meios de pagamento e com amigos e familiares; 26%, com os sócios; 22%, com parceiros; e 19%, em grupos de empreendedores.

• Em relação aos meios de pagamento já aceitos pela empresa, 62% delas trabalham com cartões de crédito; 58%, com cartões de débito; 47%, com boleto; e 41%, com PayPal. Entre as empresas que ainda não dispõem de meios eletrônicos de pagamento, 28% delas querem disponibilizar PayPal a seus clientes; 24%, cartões de crédito; e 21% cartões de débito.

EMPREENDEDORES DO FUTURO (QUE AINDA NÃO TÊM EMPRESA ABERTA)

• Entre aqueles que ainda não se decidiram pela aventura do empreendedorismo, a MindMiners descobriu que 66% pretendem ter negócio próprio para poder ter mais liberdade e autonomia em suas vidas.

• Destes futuros empreendedores, 20% pensam em criar uma empresa de tecnologia; 17% ainda estão em dúvida sobre o setor de atuação; 11% pensam em abrir um comércio ou um restaurante/bar/lanchonete; e 7% responderam que pretendem abrir uma empresa de engenharia.

• 51% querem ter loja física, além de um e-commerce; 20% garantem que terão somente espaços físicos; e 10% pensam em empreender apenas no mundo online.

• Quando questionados se já têm conhecimento sobre o setor em que pretendem atuar, uma surpresa: 52% responderam que “não”. E 68% ainda não investiram em nenhuma pesquisa de mercado. Neste último item, a razão é inversamente proporcional quando a pesquisa questionou os já empreendedores: 67% deles investem em pesquisas.

• 22% deles dizem ter até R$ 10 mil para investir em um negócio próprio; 44% ainda não sabem quanto terão para gastar; e 9% dizem ter em caixa entre R$ 21 mil e R$ 50 mil para tornar a empresa realidade.

• Nesse universo de pesquisados, 64% ainda não buscaram ajuda para iniciar o negócio, mas quem o fez procurou, principalmente, o Sebrae (19%), universidades (13%) e bancos (7%).

• O que mais atrasa a tomada de decisão? Para 49%, a falta de capital; outros 18% citam a falta de conhecimento sobre empreendedorismo; 14% dizem não ter tempo; e 12% se dizem inseguros.

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Paula Paschoal é nova diretora geral do PayPal no Brasil

O PayPal Brasil anuncia a promoção de Paula Paschoal ao cargo de diretora geral – função que Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina, acumulava desde maio de 2014. Em sua nova posição, Paula será responsável pela expansão dos negócios locais e pelo relacionamento com as autoridades regulatórias, trabalhando em estreita colaboração com a matriz em San Jose, nos Estados Unidos, para troca de práticas globais.

Desde dezembro de 2015, a executiva ocupava a diretoria Comercial do PayPal no Brasil, liderando o atendimento a grandes contas, além da área de SMB. Antes disso, desde julho de 2010, Paula foi diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios, período em que alcançou resultados expressivos na conquista de novos clientes e na expansão de parcerias já estabelecidas.

Durante quase sete anos no PayPal, Paula adquiriu significativa experiência global, conduziu habilmente suas equipes e teve papel fundamental na realização de transações que colocaram a companhia em um patamar de excelência no mercado. Formada em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), foi, anteriormente, head do site Fnac.com.br.

A promoção de Paula Paschoal evidencia a valorização das mulheres no PayPal Brasil, que em seu escritório conta com 50% dos cargos de liderança em diretoria ocupados por executivas. “É muito motivador fazer parte do time de uma empresa que realmente incentiva a igualdade de gêneros e valoriza o papel das mulheres em todo o mundo. O sucesso da companhia é resultado também da maneira como engrandece a dedicação de cada pessoa, sempre respeitando a individualidade de cada um e a diversidade de pensamento do grupo”, comenta Paula Paschoal.

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Os smartphones se tornarão o controle remoto do mundo – Por Mario Mello

Sim, existem diversos apps para Android e iOS que “transformam” o smartphone em uma espécie de controle remoto da TV. Mas essa é apenas uma faceta, digamos, inusitada, quase folclórica, desses aparelhos que, a cada dia que passa, se tornam onipresentes no bolso e na bolsa de usuários e usuárias pelo planeta afora.

E essa onipresença tem mesmo razão de ser: hoje, falar ao telefone celular é o que menos se faz; ele vem se transformando em uma carteira eletrônica completa, verdadeira central de serviços financeiros, trabalho e lazer como nunca se viu. Para se ter ideia do que isso representa, basta dizer que algo que há uma década parecia pouco provável já está acontecendo. Segundo recente pesquisa do IBGE, os equipamentos móveis se consolidaram de vez como principais meios de acesso à internet no Brasil. De acordo com o Instituto, 92,1% do acesso à rede são feitos por esse tipo de equipamento no País – batendo, pela primeira vez, os computadores pessoais.

Isso porque o smartphone reúne uma série de características que têm tudo a ver com a geração dos Millennials – que está recebendo o bastão e dará as cartas pela próxima década, no mínimo. Trata-se de uma geração hiperconectada, preocupada com o uso inteligente de seu tempo e com a sustentabilidade em todos os aspectos da vida e que transformou as redes sociais na versão digital (e visceral) do “power to the people”.

Atualmente, é possível pagar boletos por meio dos aparelhos móveis (além de gerenciar suas contas bancárias e seus cartões de crédito e débito de forma online), comprar produtos e serviços (como o tíquete do estacionamento no shopping, combustível em postos sem nem sair do carro e diversos meios de transporte urbano), além, claro, de assistir a filmes e séries, adquirir ingressos para cinema, teatro e shows e atualizar seus perfis na web a qualquer hora e em qualquer lugar.

E nem entramos ainda na discussão sobre o que será o smartphone (fisicamente) no futuro próximo. De acordo com o que já estamos testemunhando, sua e-wallet terá formatos cada vez mais ergonômicos, será à prova de quedas, poderá ter opções com tela dobrável e que se pode vestir, como um bracelete high-tech, ou até implantado no corpo. O protótipo de uma versão “gelatinosa”, combinação de alumínio com resinas naturais, já está operante, embora ainda não à venda – e ela é capaz, inclusive, de se consertar sozinha.

O smartphone do futuro também reconhecerá (além da impressão digital e da íris) o rosto do usuário, avaliará seu humor, e trabalhará com comandos de voz diretos, sem qualquer tipo de digitação necessária. Ou seja, se tornará orgânico, parte das pessoas. Isso quer dizer que a expressão “estou me sentindo nu sem meu celular” fará sentido quase literal.

De volta à realidade, e aos números do estudo do IBGE, é bom saber que eles vão ao encontro da terceira edição da pesquisa PayPal/Ipsos, divulgada em novembro do ano passado, segundo a qual 17% de tudo o que foi comprado online no Brasil nos 12 meses anteriores teve como ponto de partida um smartphone. Em 2015, o mesmo indicador havia registrado 13%. Ou seja, quem adquire o aparelho passa a usá-lo para tarefas antes mais fáceis de ser executadas à frente de um PC. É, sem dúvida, a revolução dos devices móveis.

Mais uma prova de que o futuro pertence a eles é outro estudo contratado em 2016 pelo PayPal Brasil, este à Euromonitor International. De acordo com ele, até 2020, cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo inteiro serão assinantes de internet móvel. No Brasil, esse número deve bater os 250 milhões de usuários até o final desta década.

Também segundo a Euromonitor, hoje 100% da população brasileira está coberta por redes celulares; e 94% contam com alguma cobertura de rede 3G. Aliás, o Brasil é o segundo colocado na América Latina em termos de penetração da tecnologia de internet móvel – atrás somente da Costa Rica.

A verdade é que não importa se o smartphone como o conhecemos se transformará em um item vestível ou um holograma ou o que quer que a imaginação humana possa inventar. A única certeza é que ele já está se tornando indispensável como nenhum outro device jamais sonhou ser – e se tornará, cada vez mais, o controle remoto do nosso mundo.

Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina

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PayPal ainda lidera em pagamento via mobile

O PayPal anuncia que sua comunidade de usuarios – dentre os quais consumidores, merchants e associações civis – acaba de atingir 200 milhões de contas ativas em todo o mundo. Ao mesmo tempo, em nível global, 50 milhões de clientes PayPal já utilizam o serviço OneTouch, produto de mais rápida adoção na história da plataforma de pagamentos eletrônicos – além disso, mais de 5 milhões de contas de lojas físicas ou online já disponibilizam o serviço para seus clientes.

Somente nos Estados Unidos, o OneTouch está disponível em 75% das 100 principais lojas de varejo do país e em 64% das Top 500 (segundo a Internet Retailer).

Com essas duas importantes notícias, o PayPal consolida sua posição de liderança no setor de pagamentos via equipamentos móveis, cujo crescimento, em grande medida, se deve exatamente à funcionalidade e confiabilidade de seus serviços.

O OneTouch tem como missão facilitar o processo de compra para os consumidores e aumentar a taxa de conversão para os lojistas. Para isso, ele elimina a necessidade de redigitação de login e senha a cada compra, tornando o checkout muito mais rápido..

Nos últimos anos, o PayPal vem se destacando no mercado de pagamentos móveis. No quarto trimestre do ano passado, por exemplo, a companhia processou mais de US$ 31 bilhões em pagamentos realizados com equipamentos móveis (53% a mais do que no mesmo período de 2015). Atualmente, smartphones e/ou tablets respondem por cerca de 1/3 de tudo que é pago via PayPal no mundo.

Pesquisa MindMiners/PayPal: carteiras digitais já fazem parte das opções de pagamento de 17% dos brasileiros que viajam ao exterior

Cartão de crédito ainda é a forma de pagamento mais usada lá fora (73%), seguido pela moeda local (69%) e pelo cartão de débito (45%). Em viagens domésticas, 39% dos entrevistados já se mostram dispostos a utilizar e-wallets

Em plena época de férias escolares (e, muitas vezes, familiares), a MindMiners, empresa especializada em big data, tabulou pesquisa sob encomenda do PayPal Brasil. Missão? Fazer uma ampla radiografia de preferências, costumes e preocupações dos brasileiros com relação aos serviços usados quando viajam pelo País e também internacionalmente.

E alguns dados chamam a atenção: apesar do momento econômico ainda complexo, 79% dos entrevistados garantem que têm a intenção de viajar para fora do País em 2017 – sendo Europa e EUA os destinos mais citados. E 92% garantem que vão tentar viajar domesticamente ainda este ano – sendo as praias do Rio de Janeiro e do Nordeste os destinos mais citados.

Além disso, 17% já adicionaram às opções de pagamento convencionais as chamadas carteiras digitais (e-wallets) para comprar serviços relacionados a turismo – da passagem aérea à hospedagem e também passeios e alimentação no exterior.

Quando questionados sobre se estariam dispostos a incluir as carteiras digitais também em suas opções de pagamento por serviços turísticos domésticos, 39% dos entrevistados se disseram bastante inclinados a fazê-lo – principalmente pela questão da praticidade. Um ponto fundamental para que o cartão de crédito continue sendo o preferido de quem viaja (tanto no Brasil quanto para fora do País) é a possibilidade de parcelamento. O quanto os entrevistados consideram atrativo o parcelamento? Para 47% dos turistas internacionais, trata-se de uma modalidade “muito atrativa”; somente 5% acham “nada atrativa”. Já entre os viajantes domésticos, os índices são de 46% e 11%, respectivamente.

O estudo foi realizado entre os dias 12 e 18 de janeiro e ouviu turistas brasileiros das classes ABC e de todas as regiões do País. Os highlights você confere abaixo:

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Pergunta feita pela MindMiners e cujas respostas sugerem uma mudança de paradigma quanto ao pagamento de serviços turísticos foi “Quais formas de pagamento você levou para sua última viagem a lazer internacional?”. O cartão de crédito foi o mais citado (73%), seguido pela moeda local (69%), pelo cartão de débito (45%) e pelos cartões pré-pagos (23%). A surpresa ficou por conta das carteiras digitais (e-wallets), citadas por 17% dos entrevistados. Os traveler’s checks foram opção para somente 5% dos brasileiros.

• Quando questionada sobre o principal meio de transporte usado durante a última viagem internacional a lazer que fizeram, a maioria respondeu avião (65%). Muita gente também usou carro (23%) para se deslocar; e apenas 11% marcaram a opção ônibus. Já quando a pergunta se refere à última viagem nacional a lazer, a vitória passa a ser do carro, com 45% das respostas. Ônibus e avião foram os meios de transporte mais usados por 27% dos pesquisados (cada um).

• A respeito do meio de pagamento usado para comprar a passagem aérea – no caso de viagem internacional -, a maioria (58%) marcou cartão de crédito; outros 19% pagaram em dinheiro; 11%, com cartão de débito; e 7% usaram um mix de dinheiro e milhas acumuladas. No caso de viagens de avião domésticas, o cartão de crédito ampliou a vantagem: 60% dos entrevistados optaram por essa modalidade. Dinheiro foi citado por 23%; e as milhas e/ou pontos foram a preferência de 8%.

• Cerca de 38% dos pesquisados informaram ter comprado as passagens aéreas internacionais diretamente no site da cia. aérea; e 32% usaram os serviços de operadoras de turismo. Quando a medição foi feita com as passagens nacionais, 58% disseram ter comprado os tíquetes diretamente nos sites das empresas aéreas; e somente 23% usaram os serviços de alguma operadora turística.

• Os motivos que levaram os entrevistados a escolherem uma cia. aérea em detrimento de outra? Nos voos internacionais, 42% foram levados pelo preço (“passagens mais baratas”); 41%, pela boa oferta de voos; 31%, pelos descontos oferecidos; outros 31%, pela facilidade de pagamento; e 16%, por causa do programa de fidelidade. Já entre os turistas domésticos, 68% disseram ter escolhido a cia. aérea por causa dos preços baixos; 43% citaram a boa oferta de voos; 15%, o programa de fidelidade; outros 15%, a facilidade de pagamento; e mais 15%, os descontos oferecidos.

• Tablets, PCs, smartphones e notebooks foram os mais usados pelos pesquisados na hora de adquirir os bilhetes aéreos internacionais nos sites das companhias aéreas: 69%. Cerca de 25% fizeram a compra pessoalmente, em uma loja; e 6% usaram apps via smartphone e/ou tablet. Em relação à compra de passagens nacionais, os tablets, PCs, smartphones e notebooks bateram a casa dos 75% de preferência (compras no site). Outros 20% disseram ter comprado os bilhetes diretamente em uma loja; e 5% optaram pelos apps via smartphone e/ou tablet.

• Uma diferença entre viagens internacionais e domésticas chamou a atenção. Quando perguntados sobre onde se hospedaram na última viagem de lazer fora do País, 69% disseram ter ficado em hotéis; 12%, em casa de parentes e/ou amigos; e 9% em hostels. Já a maioria dos viajantes nacionais ficou na casa de amigos e/ou parentes (34%); 32% escolheram hotéis; 25%, pousadas; e 4%, hostels.
• Fora do Brasil, o meio de pagamento mais usado para hospedagem foi o cartão de crédito (59%); outros 24% pagaram com dinheiro vivo; 12%, com cartão de débito; e 4%, via carteiras digitais. Já entre os turistas domésticos, o dinheiro vivo foi usado por 49% dos entrevistados; 36% preferiram os cartões de crédito; e 10%, os cartões de débito.

• As e-wallets também foram citadas por 4% dos entrevistados quando a pergunta foi sobre o meio de pagamento de pacotes de passeios no exterior. O líder nessa modalidade foi o cartão de crédito, com 47%, seguido por dinheiro em espécie (27%) e pelo cartão de débito (19%).

• O que mais encanta o viajante brasileiro no exterior? Os pontos turísticos históricos (78%); centros de compras, como shoppings e ruas comerciais famosas (71%); parques (69%); museus (47%); exposições (29%); e as praias (27%). No turismo doméstico, os líderes são os pontos turísticos históricos (64%), seguidos pelas praias (61%); pelos parques (45%); centros de compras (43%); exposições (19%); e museus (15%).

• Em relação à organização da viagem, 55% dos turistas internacionais garantem que fizeram tudo sozinhos; e 32% escolheram pacotes fechados, contratados antes da viagem. Já no caso dos turistas domésticos, 79% preferiram organizar tudo sozinhos; e apenas 13% contrataram pacotes fechados.

• Uma vez no destino, que tipos de transporte os turistas usam com mais frequência? Internacionalmente, o taxi foi citado por 51% dos entrevistados, seguido pelos ônibus públicos e pelo metrô (ambos com 38%); e pelo carro alugado (37%). Já nas viagens domésticas, os ônibus públicos foram citados por 32% dos turistas, seguidos por carros alugados (22%); e táxis (21%).

• Outra pergunta que chamou a atenção dos entrevistadores da MindMiners versou sobre se os brasileiros contratavam algum tipo de seguro para a viagem. Cerca de 44% dos que viajaram para fora do País o fizeram (sendo que 85% deles contrataram seguro de saúde/acidente; e 62%, de extravio de bagagem). Já os turistas domésticos ignoram essa necessidade: 95% responderam que não haviam contratado qualquer tipo de seguro.

“A pesquisa da MindMiners é mais uma prova de que o mercado de pagamentos eletrônicos está se tornando importante no Brasil – e de que as carteiras digitais têm tudo para se tornarem a maior amiga do turista, tanto em viagens internacionais quanto em suas aventuras domésticas. Até porque, se os cartões de crédito são lembrados pelo fato de que seus usuários podem parcelar as compras, isso também é possível com PayPal, por exemplo. Por isso nos dedicamos tanto às parcerias e focamos sempre em praticidade, mobilidade e segurança. Sabemos que nossos clientes querem investir tempo na hora de comprar produtos e serviços”, afirma Sheynna Hakim Rossignol, diretora Comercial do PayPal Brasil.

“Alguns pontos de nosso estudo chamaram muito a atenção dos entrevistadores. Não imaginávamos, por exemplo, que as carteiras digitais já fizessem parte das opções de pagamento de tantos brasileiros. Há um mercado gigantesco em perspectiva para quem enxergar a mudança de paradigma que já estamos vivenciando”, diz Katya Mora, gerente de Atendimento MindMiners.

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Claro e PayPal anunciam o lançamento do Claro pay

A Claro e o PayPal anunciam o lançamento do serviço Claro pay, uma carteira digital em que o PayPal será o meio de pagamento para os clientes da operadora adquirirem recargas e outros produtos e serviços. O aplicativo é voltado a todos os clientes Claro que utilizam o smartphone como plataforma de consumo digital.

Com o Claro pay, os clientes podem, entre outras facilidades, realizar recarga rápida ou recorrente de seu celular, além de solicitar créditos para familiares ou amigos. A solução também permite pagar outros serviços, como entrega de refeições e de mobilidade urbana.

Uma das grandes vantagens do serviço, é que os clientes pré, pós e controle podem acessar o Claro pay sem consumir sua franquia de dados. Além disso, o aplicativo conta com ofertas exclusivas, como descontos em ingressos online, entre outras parcerias e benefícios, atualizadas mensalmente.

“Na Claro temos a inovação como direcionamento estratégico dos nossos negócios, sempre buscando oferecer os melhores serviços aos clientes”, afirma Rodrigo Vidigal, diretor de marketing Claro. “A ideia é transformar o Claro pay em um hub de facilidades com serviços da Claro e de parceiros de diversos segmentos, trazendo mais segurança para o cliente realizar transações digitais”.

“A parceria une a força da marca Claro em internet móvel e a liderança global do PayPal em pagamentos online, para levar aos clientes da operadora inovação e praticidade”, afirma Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. “Os acessos móveis vão proporcionar mais mudanças no comércio durante a próxima década do que temos visto nos últimos cem anos, e o PayPal vai continuar liderando essa revolução ao investir em parcerias deste porte com importantes players de diferentes setores”.

Usar o Claro pay é muito simples: o primeiro passo é baixar o aplicativo no Google Play, em seguida criar uma conta no PayPal ou utilizar uma conta já existente. No lançamento, o app estará disponível para usuários Android.

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Pesquisa BigData Corp./PayPal desvenda o mercado de aplicativos para dispositivos móveis no País

Após análise em mais de 550 milhões de sites no mundo inteiro e lojas como Google Play e Apple Store estudo revela que o número de apps disponíveis cresceu mais de 82% no último ano – e que 90% dos programas “baixados” são gratuitos

O número de smartphones em uso no Brasil bateu os 168 milhões em maio deste ano, segundo dados da FGV-SP. E deve atingir 236 milhões até 2018. Nada mais lógico, portanto, que o mercado de apps (os aplicativos feitos exclusivamente para rodar em equipamentos móveis) também cresça, na esteira do sucesso do universo mobile.

Mas, de acordo com a segunda edição de pesquisa da Big Data Corp., feita sob encomenda do PayPal Brasil entre os meses de agosto e setembro, o que aconteceu no decorrer do último ano nesse setor da tecnologia ultrapassou as previsões mais otimistas: o número de apps disponíveis para o consumidor em lojas como o Google Play e a Apple Store cresceu 82,40%.

E a porcentagem de programas gratuitos também aumentou. Se, nos doze meses completados em setembro de 2015, 86,84% dos aplicativos eram free, esta nova pesquisa constatou que esse índice subiu ainda mais: agora, eles representam 90,86%.

Novidades

• Entre agosto de 2014 e agosto de 2015, os aplicativos até 1.000 downloads representavam 58,75% do mercado. Já nos últimos 12 meses, esse percentual passou para 59,96%. Ou seja, parte considerável do crescimento no número de apps criados no decorrer do último ano se deve a programas que não obtiveram mais de 1.000 downloads.

• Este item da pesquisa, diga-se, foi o único a registrar aumento no período. Todos os outros apresentaram queda, mesmo que pequena. Os apps baixados de 1.000 a 5 mil vezes, que representavam 16,55% do total em 2015, agora representam 16,40%; entre 5 mil e 10 mil downloads, o índice passou de 5,83% para 5,57%; entre 10 mil e 50 mil, de 10,36% para 9,93%; entre 50 mil e 100 mil, de 2,91% para 2,81%; entre 100 mil e 500 mil, de 3,72% para 3,61%; entre 500 mil e 1 milhão de downloads, de 0,76% a 0,72%; entre 1 milhão e 5 milhões, de 0,84% para 0,76%; entre 5 milhões e 10 milhões, de 0,14% para 0,12%; e entre 10 milhões e 50 milhões, de 0,12% para 0,10%.

• O gênero de app mais disponível para download? Games, aliás, como em 2015. Mas eles ampliaram a vantagem: passaram de 18,01% para 19,76% do total de apps existentes no mercado. Em segundo lugar, aplicativos dedicados à Educação (8,33%, com queda de 0,67 ponto em relação a 2015); e, em terceiro, Entretenimento, com 7,47%. Na sequência, Lifestyle, Negócios, Ferramentas e Personalização.

• Já no quesito “apps mais populares”, ou seja, que registraram mais de 10 milhões de downloads no decorrer do último ano, os joguinhos ganham de lavada, com 44,09%. Em um distante segundo lugar ficaram os aplicativos de ferramentas (11,29%), seguidos por fotografia (5,67%), produtividade (4,51%), comunicação (4,03%), entretenimento (4,03%) e música (3,67%).

• Esmiuçando o líder do setor, os Games, temos mais um ranking interessante: graças a aparelhos mais avançados tecnologicamente, os jogos de simulação, ação, aventura e corrida viram seus downloads aumentarem bastante nos últimos 12 meses. Mas o grande líder, embora com menor índice do que em 2015, continua sendo os games de quebra-cabeça (puzzles), com 19,01%. O segundo colocado são os chamados casual games (cujas regras são super-simples, como o icônico Pac-Man, por exemplo), que também sofreram queda em relação à pesquisa do ano passado (de 19,44% para 18,71%); e o terceiro da lista são os jogos arcade, que simulam clássicos como pinball (este com pequeno aumento de porcentagem em relação a 2015, de 16,52% para 17,08%).

• Um fato que demonstra bem o caráter dito libertário da internet, e do mundo digital como um todo, é perceber que os apps pagos não representam nem a décima parte dos aplicativos disponíveis nas lojas online. De acordo com a pesquisa da Big Data Corp., 90,86% dos apps para Android ou iOs são gratuitos. Na pesquisa de 2015, esse índice era de 86,84%. Este ano, os apps pagos são somente 9,14% do total.

• Quando se fala em apps pagos, os campeões do ranking são os que permitem a personalização do smartphone ou do tablet: 24,81% dos aplicativos desse gênero têm algum custo para o consumidor. Na sequência vêm aplicativos de histórias em quadrinhos (com 15,24%), de livros (14,69%), médicos (14,20%), de educação (13,58%) e de esportes (11,55%).

• Já os líderes entre os apps gratuitos são os dedicados a compras online: 98,72% de tudo o que há disponível nesse gênero nas lojas online são free. Na sequência vêm notícias e revistas (98,62%), negócios (97,39%), apps de redes sociais (96,47%) e demos e libs (com 95,14%).

Do universo pesquisado pela Big Data Corp., 84,36% dos aplicativos existentes no mercado não têm nenhum tipo de interatividade – ou seja, trata-se de programas que não necessitam que o usuário insira nenhuma informação pessoal.
Citações

“A pesquisa aponta um crescimento generalizado no uso de aplicativos, mas principalmente uma tendência de desconcentração. Embora categorias como Games tenham downloads bastante concentrados em alguns ‘big hits’, de forma geral, o crescimento maior acontece no ‘long tail’ dos aplicativos, refletindo uma busca por conteúdos e serviços mais específicos às necessidades do usuário” – Renato Pelissaro, diretor de Marketing do PayPal para a América Latina.

“Até por uma questão de realidade econômica, o Brasil ostenta muito mais usuários não dispostos a pagar por aplicativos em seus smartphones ou tablets. Mas é interessante constatar como os usuários se engajam com os programas, dedicando tempo postando reviews sobre eles. Isso pode ser um feedback importante para as empresas, para que possam desenvolver opções pagas de seus aplicativos” – Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp.

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A partir de agora, clientes Uber no Brasil pagam suas viagens com PayPal

A partir do dia 11 de agosto os usuários da Uber poderão contar com a facilidade, rapidez e segurança do PayPal para pagar as suas viagens. A parceria entre as empresas começou em novembro de 2013, quando usuários de 10 países – Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda e Itália – passaram a ter a flexibilidade e opção desta forma de pagamento. E agora, milhões de usuários terão a mesma opção de escolha no Brasil.

Utilizar o PayPal como meio de pagamento para as viagens de Uber é simples. Basta alterar a definição de “pagamento padrão” do perfil escolhido dentro do menu de “configurações” do app.

A parceria com a Uber facilitará ainda mais, tanto o dia a dia de quem pede um carro da Uber, quanto a rotina do motorista parceiro, que passa a contar com um sistema de pagamentos global e que também finaliza a transação automaticamente.

Novidades

• A Uber passa a oferecer o PayPal como mais uma opção de pagamento para seus usuários.

• A opção “Pagamento com PayPal” estará disponível a todos os usuários da Uber no Brasil a partir de 11 de agosto.

Para quem é novo na Uber e no PayPal

É muito simples pagar viagens da Uber com PayPal: basta baixar o aplicativo da Uber no smartphone – via Google Play ou Apple Store e fazer o cadastro no app. Em seguida, o usuário deve criar uma conta no PayPal, acessando o site www.paypal.com/br. Depois, seguir os passos de 2 a 5 abaixo.

Para quem já é cliente da Uber e do PayPal é mais simples ainda. Basta…

1. Atualizar o app da Uber.

2. Selecionar “Configurações” no menu do app.

3. Escolher o perfil que gostaria de usar o PayPal como forma de pagamento.

4. Em “Pagamento Padrão” escolher “Adicionar Pagamento”.

5. Selecionar o PayPal como opção de pagamento.

Pronto, é só começar a usar o aplicativo e pagar as viagens com uma plataforma global de pagamentos eletrônicos. Com essa nova opção de pagamento online, ambas as empresas esperam criar uma experiência ainda melhor para seus clientes. “A parceria com o PayPal, agora no Brasil, é mais um passo para que as pessoas possam ter opções para pagar as suas viagens em um Uber e, assim, deixar seu carro em casa”, afirma Gui Telles, Diretor Geral da Uber no Brasil
“A parceria com a Uber é essencial para o PayPal, pois nos dará a oportunidade de fazer parte da vida de milhões de brasileiros todos os dias. Além disso, vai ao encontro de nosso mote como empresa: colocar as pessoas acima de tudo, facilitando ao máximo a forma como gerenciam seu dinheiro”, diz Paula Paschoal, Diretora Comercial do PayPal Brasil

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Brasil exporta modelo de pagamento parcelado

O Brasil é um dos maiores mercados de comércio eletrônico do mundo com compras online parceladas atingindo a casa dos 80%. A cultura de parcelar foi determinada em grande parte pelos serviços de crédito tradicionais e utilizada como uma forma de gerenciar o orçamento, mas é também uma maneira de empoderar o consumidor, permitindo-lhe adquirir bens de ticket médio alto. Os benefícios para os comerciantes são evidentes no resultados das vendas, somado a consolidação de uma clientela habitual e fiel. É interessante notar que, conforme o nível de penetração da internet em toda a América Latina aumenta, a atratividade da compra parcelada vem conquistando cada vez mais os jovens na região.

Enquanto no Brasil o parcelamento é majoritariamente feito com o uso de cartões de crédito, em outros países, essa forma de pagamento está ganhando novas versões no cenário digital. No Reino Unido, acompanhamos o lançamento de planos alternativos de parcelamento pela PayPal e MasterCard, assim como a criação da Amazon Pay Monthly. O país foi o primeiro do mundo a ter acesso a este método de pagamento, oferecendo maior flexibilidade e liberando os consumidores de terem que recorrer a linhas de crédito para adquirir um bem.

O que também diferencia esses serviços é que eles atendem especificamente à crescente geração de pessoas que preferem Meios de Pagamento Alternativos (MPAs) para comprar mercadorias. MPAs incluem qualquer pagamento fora da esfera do mercado tradicional de cartão de crétido ou débito, englobando de eWallets até pagamentos móveis, e agora parcelamentos mensais que estão explodindo no mercado de meios de pagamento global.

Em seu mais recente Relatório Global de Pagamentos, a Worldpay descobriu que os MPAs avançaram sobre o tradicional mercado de pagamentos com cartão pela primeira vez em 2015, ganhando 51% de market share. Esta lacuna deve se ampliar em 2016 e ir além, à medida que mais consumidores optam pela conveniência das opções de “e-payments”.

A geração Y, hiperconectada, tem impulsionado o surgimento de empresas como a Klarna, um dos principais players que oferece a opção de parcelamento. A companhia percebeu que os consumidores digitais de hoje são atraídos pela rapidez, praticidade e capacidade de fazer compras mais seguras e mais simples. Com isso, já atingiram mais de 45 milhões de usuários e continuam expandindo por toda a Europa e os EUA.

Em toda a história do endividamento do consumidor, nossas preferências de compra mudaram com o advento de novos tipos de pagamento e vimos que as empresas que atenderam as novas expectativas dos consumidores avançaram junto com eles, enquanto aqueles que não o fizeram ficaram parados no tempo. Hoje, toda uma geração de jovens busca uma forma eficiente e econômica para comprar produtos mais caros, sem entrar em problemas de crédito. E, embora o conceito de pagar em prestações não seja novo, o potencial do mercado formado por essa geração de consumidores fez das compras parceladas um passo natural para os comerciantes em todos os lugares.

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Conheça as 8 ferramentas mais populares para cobrar por suas vendas online de forma segura

Por José Abuchaem Diretor de Marketing da Nuvem Shop

O comércio eletrônico revolucionou o mercado. A cada dia, ganha mais adeptos interessados em comprar no conforto do lar, com a facilidade de interfaces intuitivas e elaboradas. Uma única questão, contudo, ainda gera certa insegurança nas pessoas: o pagamento.
Afinal, como cada ferramenta funciona? Como administrador de um negócio online, você precisa estar por dentro desse tema e oferecer a opção mais segura e prática ao cliente e ao seu caixa.
Muitas das plataformas que dão suporte as lojas virtuais, oferecem integração com varias ferramentas ao mesmo tempo. Esse é o caso da Nuvem Shop por exemplo.
Neste artigo, trazemos algumas informações para que você entenda melhor os serviços e faça sua escolha com mais tranquilidade.

Algumas das ferramentas mais utilizadas no Brasil

Cielo

Considerada uma adquirente por fazer a conexão diretamente com as bandeiras de cartão, a Cielo é uma das plataformas mais populares do Brasil e oferece planos a partir de R$ 59,90 mensais.
O dinheiro das vendas feitas no débito é contabilizado em até um dia útil (com taxa de 2%), enquanto o das vendas em crédito leva até 31 dias corridos (com taxa de 2,5%).
O serviço não tem limite de vendas ou valores e conta com um monitoramento constante para evitar fraudes.

Moip

O Moip, por sua vez, atua como um facilitador de pagamento: coordena todas as transações de forma integrada e com checkout transparente, o que impacta diretamente na conversão dos visitantes.
Para compras no cartão de crédito, são cobrados uma taxa de 5,49% e R$ 0,69 por transação (ou 4,59% + R$ 0,69 se você usa a Nuvem Shop). Para boleto e débito online, os valores mudam: taxa de 3,49% e R$ 0,69 por transação (ou 2,39% + R$0,69 para os nossos lojistas). Compras parceladas têm proporções diferentes, que você pode conferir aqui.
Os prazos para recebimento do dinheiro também variam em cada caso e, com vendas e valores ilimitados, a plataforma ainda oferece o Programa Venda Protegida de cobertura antifraude.

PagSeguro

O PagSeguro é outra alternativa facilitadora de pagamento que tem um público significativamente grande. Além de cartões de crédito, débito e boleto bancário, também aceita vendas pagas através de depósito em conta e carteira eletrônica.
Um de seus diferenciais é a variedade de checkouts; você pode escolher entre três padrões diferentes de acordo com a necessidade de seu e-commerce: Padrão, Lightbox (janela interna) e Transparente (integrado).
O prazo para recebimento do dinheiro é de 30 dias, o valor fixo por transação é de R$ 0,40 e a taxa é de 3,99% em compras à vista ou parceladas.

PayPal

Outro intermediador de pagamento bastante popular e eficiente é o PayPal. Trabalha exclusivamente com cartões de crédito e débito em conta de bancos específicos, mas compensa essa “limitação” com a possibilidade de vendas internacionais, pouco comum entre os concorrentes.
Para transações à vista no Brasil, as taxas são de 4,99% mais R$ 0,60 (ou 3,99% + R$0,40 para quem usa a Nuvem Shop). Já as vendas a prazo contam com 2,39% em cada parcela. Em negociações para o exterior, há uma tarifa fixa de acordo com cada moeda e uma porcentagem de 5,99%.
O dinheiro é disponibilizado em sua conta PayPal dentro de 24 horas, ou em sua conta bancária em até três dias úteis. Se quiser, você ainda pode usar esse saldo para comprar produtos através da própria plataforma.

MercadoPago

O MercadoLivre é um excelente serviço de vendas, e integrá-lo à sua loja virtual traz diversos benefícios. Seu facilitador de pagamento próprio, o MercadoPago, também se mostra bastante eficiente.
Com taxas de 4,99% sobre cada transação, você permite que seus clientes parcelem as compras em até 24 vezes. Em até 14 dias após a comprovação do pagamento, o dinheiro é depositado em sua conta.
Para quem também usa o marketplace, contudo, não há custos e o saldo se atualiza apenas quando o consumidor e o lojista (você) qualificam a compra. O serviço conta ainda com um sistema completo de segurança, que garante acompanhamento 24 horas por dia e oferece o Programa de Proteção ao Vendedor.

DinheiroMail ou PayU

A PayU (antigamente conhecida como DinheiroMail) é outra boa opção facilitadora de pagamento. Seus principais destaques são a disponibilidade para sete países diferentes da América Latina e o Módulo Antifraude, que previne golpes e furtos.
Possui dois planos: o para lojistas de e-commerce iniciantes (com taxas de 3.99% mais R$ 0,39 por transação) e o avançado, com pagamento em um clique e outros recursos adicionais. O dinheiro das vendas é creditado em até 48 horas úteis.
Não há limite de transações, mas aquelas feitas através de boleto bancário devem ter valor entre R$ 10 e R$ 5000.

BCash

Outro facilitador de pagamentos eficiente e popular é o Bcash. Permitindo apenas vendas em território nacional, o serviço conta com taxas a partir de 4,95% para as mais diversas formas de pagamento e também possibilita o parcelamento em até 24 vezes.
O dinheiro pode ser retirado depois de 14 dias úteis e o primeiro saque de cada mês é gratuito, enquanto os outros custam R$ 2,50. Contas verificadas não têm limite de vendas ou valores, mas as não validadas permitem até R$ 1000 (versão pessoal) ou R$ 2000 (versão empresarial).
Você ainda conta com a ferramenta antifraude Fcontrol e pode escolher o plano mais adequado para a realidade do seu negócio.

Itaú Shopline

O Itaú, sendo um dos principais bancos do Brasil, também desenvolveu seu próprio facilitador de pagamento: Itaú Shopline. As vantagens de ter uma conta corrente e utilizar esse serviço em seu e-commerce é o controle através do Itaú Bankline Empresa, com funcionalidades e informações bastante úteis.
Além disso, você facilita a compra para seus clientes que usam o banco, permitindo que paguem pelas compras à vista por transferência ou através de boleto bancário, cartão de crédito Itaucard e financiamento por crediário automático.
As taxas e prazos variam de acordo com o seu contrato, portanto, vale a pena conversar com o seu gerente.

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Mais do que “se tornar mobile”, é preciso “ser mobile”. E pra já! – Por Paula Paschoal*

Segundo dados do Google Mobile Day, 2015 foi o ano em que a criação de conteúdo para aparelhos móveis ultrapassou o conteúdo criado para desktops. Prova de que muita gente “se tornou mobile” no decorrer dos últimos dois anos. Mas apenas se tornar mobile não é garantia de sobrevida no mercado. As marcas precisam entender o que isso pode significar para o futuro de seus negócios. É preciso, portanto, investir em “ser mobile” nativo. Por quê? De acordo com o mesmo estudo, as pessoas conferem seus dispositivos portáteis mais de 150 vezes por dia, mas o investimento das marcas em conteúdo 100% mobile ainda não ultrapassa os 5%. Elas se contentam em adequar o conteúdo web que sempre fizeram à telinha do smartphone.

Por isso mesmo, o passo mais importante neste momento é, além de tornar seu site responsivo – desenhá-lo para que ele se adapte, automaticamente, a qualquer tela, seja de smartphones, tablets, PCs, laptops, displays de carros, geladeiras etc. – torná-lo fundamental para seu cliente, por meio de serviços essenciais (como avisar sobre a proximidade do horário de um voo, uma novidade nas redes sociais, o recebimento de um depósito na conta corrente ou o risco de chuva nos próximos minutos).

Para que os exemplos acima se tornem “transparentes” para seu cliente, quase orgânicos, o conteúdo criado especificamente para um ambiente mobile é pedra de toque. Lembre-se de que o serviço responsivo precisa trafegar entre as interfaces sem perder relevância e mantendo-se 100% compreensível. Não estou me referindo a uma questão meramente visual, mas à experiência de acesso via mobile. Só uma experiência 100% prazerosa na telinha será capaz de estreitar os laços entre uma marca e seus consumidores/embaixadores.

Quer mais um motivo para investir em um site responsivo e em conteúdo nativo mobile? De acordo com recente estudo da Big Data Corp., feito sob encomenda do PayPal, entre os mais de 550 mil sites de m-commerce do País, somente 16% são responsivos. Ou seja, ainda é bastante difícil, na maioria dos sites brasileiros, fechar negócios via mobile, o que pode representar um diferencial e tanto na corrida pela conquista de novos clientes se sua empresa quiser ganhar terreno no comércio online.

Outro fator que você deve levar em consideração: desde 2010, a venda de smartphones ultrapassou a de computadores de mesa – e não se trata de moda passageira, mas de tendência irreversível. Isso porque a geração Millennial, nascida a partir de 1980, faz quase tudo remotamente e pelo celular. Os Millennials estão mudando o mundo, já são a faixa etária mais expressiva no mercado de trabalho norte-americano e, globalmente, têm um poder de compra estimado em US$ 2,5 trilhões. No Brasil, a consultoria Booz Allen afirma que essa geração será 44% da população economicamente ativa do País até o final de 2016, movimentando algo em torno dos R$ 268 bilhões.

Se o meio é mesmo a mensagem, como vaticinou o filósofo e professor canadense Marshall McLuhan (1911-1980), os Millennials estão se tornando os mais importantes (e potenciais) colaboradores das empresas no universo online. E em todos os lugares do mundo acontece o mesmo: nunca antes o conceito de “aldeia global”, também ideia de McLuhan, foi tão revelador do modo de agir da sociedade de consumo.

Por isso, para ser bem-sucedido nessa empreitada, é preciso entender que não basta “se tornar mobile”, mas “ser mobile”, no sentido de que a estratégia de negócios tem de estar absolutamente focada neste que vai se transformar, a cada dia, no principal canal de comunicação entre consumidores e marcas.

*Paula Paschoal é diretora Comercial do PayPal para o Brasil

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6 dicas para turbinar suas vendas online em tempos de crise – Por Gabriela Szprinc*

Se o comércio dito tradicional vive tempos conturbados, o eletrônico está em expansão. Segundo pesquisa da BigData Corp. encomendada pelo PayPal Brasil e publicada no final de março, o e-commerce cresceu mais de 21% no Brasil, entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016 – o País conta, atualmente, com mais de 550 mil sites que vendem algum tipo de item ao consumidor.

Ou seja, a competição está se acirrando. E, para garantir que seu site vai se dar bem nesse mercado, é fundamental ir além do simples “oferecer produtos e serviços de qualidade”.
Para facilitar a vida de quem se aventura no mundo virtual (principalmente em tempos de crise, quando fica mais difícil convencer o internauta a clicar no botão de compra), aí vão seis dicas fáceis de se colocar em prática, que podem atrair a atenção dos consumidores e lhe ajudar a construir uma carteira de clientes fiéis.

1. Invista em segurança. De acordo com recente pesquisa Ipsos/PayPal sobre comércio cross-border, 36% dos internautas temem por seus dados pessoais e bancários quando compram online. E 51% afirmam que o quesito segurança pode levá-los a comprar em sites fora do País. Por isso, tenha em vista, desde já, o certificado SSL para seu site – além de segurança, ele significa melhor posicionamento em buscas no Google. Para se tornar um portal sólido, lembre-se de que é preciso proporcionar segurança durante todo o processo de compra.

2. Otimize o checkout. Segundo recente estudo do Baymard Institute, as taxas de abandono de carrinho no mundo virtual podem chegar até os 68% – dependendo dos percalços que o cliente enfrenta entre a escolha do produto e o clique final de compra. Para diminuir esse risco, existem maneiras fáceis de agilizar seu processo de checkout. Uma delas é reduzir etapas na hora da compra – quanto menos cliques, melhor. Outras? Oferecer múltiplas opções de pagamento e não obrigar seus clientes a preencherem cadastros exaustivos.

3. Torne seu site responsivo. Esta talvez a mais importante das dicas aqui listadas. O comércio via tablet e smartphone cresce a cada dia – de acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, cerca de 13% das compras online já são feitas via dispositivos móveis. Por isso, seu site tem de se adaptar a qualquer tela, do desktop ao celular. Isso aumentará muito suas chances de vender pela internet.

4. Atraia clientes com remarketing. Se alguma vez você já procurou produtos online e, mais tarde, viu propagandas daquele mesmo produto ou empresa em outro website, você já foi impactado por uma ação de remarketing. Existem vários tipos de remarketing à disposição no mercado. Então, invista nele, pois é uma forma fácil de reconquistar a atenção de clientes que demonstraram interesse em seu estabelecimento na web.

5. Internacionalize suas vendas. Mais e mais consumidores fazem compras em sites fora de seu próprio país. Por isso, descubra quais produtos brasileiros são mais vendidos para clientes externos e tente comercializar itens semelhantes para esses mercados em seu site. De acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, o principal mercado para e-commerces nacionais é o México, seguido pela Índia.

6. Ofereça frete grátis. De acordo com recente estudo do WebShoppers, por causa da crise, o número de lojas que oferecem frete grátis no Brasil diminuiu drasticamente entre 2015 e 2016. E deve diminuir ainda mais. Ou seja, pode ser uma boa hora para investir nesse quesito como parte de sua campanha de marketing. Segundo pesquisa Ipsos/PayPal, 56% dos internautas se sentem mais encorajados a comprar em sites estrangeiros se a entrega for gratuita. E 28% simplesmente abandonam o carrinho ao deparar com custos de frete inesperados, de acordo com estudo realizado pela VWO eCommerce Survey. Uma boa prática é incentivar o cliente por meio de cotas de compras (por exemplo, “frete grátis em compras acima de R$ 50”).

Em um mercado que cresce a cada estação, se tornar aliado de seus clientes – oferecendo-lhes praticidade, segurança, bons serviços e rapidez na hora de fechar negócio – é receita de boas vendas na internet.

(*) Gabriela Szprinc é head de Pequenas e Médias Empresas (SMB)
o PayPal Brasil

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