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Worldline incorpora Ingenico e cria líder do mercado de meios de pagamentos

Ao juntar-se com a Ingenico, a Worldline torna-se o novo líder do setor de serviços de pagamentos na Europa, entrando para o rol das maiores empresas globais do segmento. A Worldline tem como missão oferecer soluções que promovam um crescimento econômico viável e reforcem a confiança e a segurança no âmbito social. Com sua presença global e foco em excelência, inovação e sustentabilidade, a Worldline pretende agilizar o desenvolvimento da indústria de pagamentos na Europa, desenvolvendo novos recursos para facilitar os processos de pagamentos, o dia a dia e os negócios dos usuários de seus serviços. 

A Worldline é a maior empresa de serviços de pagamentos da Europa e a quarta maior do mundo. Em 2019, a empresa registrou € 5,3 bilhões de faturamento pro forma.  Oferece aos clientes, onde quer que estejam, soluções sustentáveis, confiáveis e seguras em todas as etapas da cadeia das operações de pagamento, contribuindo assim para o crescimento das empresas. Com uma equipe de 20 mil colaboradores, desenvolvendo novos recursos para facilitar os pagamentos. A empresa presta serviços a aproximadamente 250 mil clientes de e-commerce e sites comerciais, aceitando mais de 350 meios de pagamento e trabalhando com mais de 150 adquirentes locais. Mundialmente reconhecido, seu gateway oferece funções digitais customizadas, disponíveis para comerciantes do mundo inteiro. 

A empresa é número um na Alemanha, tem sólida presença nos Países Nórdicos e uma ampla rede de parcerias com bancos e varejistas na França. Graças a esse extenso alcance geográfico, a Worldline oferece importantes vantagens para comerciantes que atuam em diferentes países, como o Brasil, proporcionando aos clientes alternativas internacionais de transações, com foco em eficiência operacional e inovação.  

Com o acordo, varejistas poderão contar com soluções e serviços que promovam seu crescimento, além ter acesso a uma vasta gama de soluções de pagamento digitais para melhorar a eficiência operacional e engajamento do cliente por meio de soluções de pagamento de última geração, tecnologia de ponta, avançada capacidade de inovação e sólida presença global. 

Segundo Gilles Grapinet, CEO da Worldline, “este é um momento único para a Worldline, especialmente por reforçar a proposta de valor do nosso negócio. Com o potencial de escala e presença global, redesenhamos todo o nosso Grupo para, mais do que nunca, sermos o melhor parceiro para nossos clientes, comércio e bancos, principalmente por oferecer serviços de pagamento eletrônico de última geração para alavancar o crescimento de seus negócios e para ajudar na transformação digital. Dessa forma, estamos ainda mais comprometidos em contribuir para um crescimento sustentável dos lugares onde operamos com o mais alto nível de responsabilidade social e ambiental. Apesar do período desafiador que todos estamos enfrentando, nunca estive tão animado com o potencial do Grupo, dos nossos 20.000 colaboradores e do futuro que temos pela frente”.  

 Presente em mais de 50 países, a Worldline é a única empresa europeia com atuação global capaz de competir com outros grandes players do setor. A oferta de soluções da Worldline cobre todo o ecossistema de pagamentos, desde a autorização de operações nas lojas até o processamento pelos adquirentes. Agora, com esse novo perfil ampliado, a Worldline passa a ter maior acesso ao mercado americano, mais visibilidade nos mercados da América Latina e na região da Ásia-Pacífico e maior potencial para expandir suas operações em países onde o uso de cartões ainda é baixo. 

A Worldline oferece serviços de pagamento do mais alto padrão, incluindo pagamentos on-line, soluções omnichannel, um amplo portfólio de terminais de pagamentos, banco digital e operações de emissão e aquisição. A empresa atende 1 milhão de comerciantes e 1.200 bancos e instituições financeiras, promovendo seu crescimento com base em sólidas economias de escala e expertise operacional diferenciada.  

Com a união entre as duas empresas, a Worldline alia, por um lado, sua ampla cobertura da cadeia de valor e sua expertise como adquirente em operações internacionais, e, por outro lado, a visibilidade global da Ingenico no segmento de e-commerce. A Worldline é a parceira ideal para os comerciantes, oferecendo uma cobertura incomparável em toda a cadeia de valor de pagamentos, com uma associação exclusiva de soluções para transações on-line, em estabelecimentos comerciais e em outros setores.  

A nova Worldline oferece aos clientes soluções para necessidades locais e globais. Em diversos países, a empresa está presente desde que surgiram os primeiros pagamentos eletrônicos, exibindo um longo histórico no cenário nacional de operações de pagamento em países como Bélgica, Luxemburgo, Suíça e Áustria. Cerca de 180 mil estabelecimentos dos setores de varejo, hotelaria e serviços poderão continuar confiando nos serviços de alto padrão prestados pela Worldline. Para os novos clientes, a integração será mais rápida e mais simples, graças às soluções digitais para PMEs e à plataforma de autenticação sem hardware.  

Com acesso imediato a alguns dos mais avançados terminais de pagamentos da indústria, a Worldline oferece ampla cobertura global e know-how quando se fala em autenticação em lojas e operações de pagamento. Disponibilizando soluções customizadas de autenticação de pagamentos para estabelecimentos comerciais e iniciativas inovadoras, a Worldline passa a oferecer aos clientes a melhor experiência no setor, em qualquer lugar do mundo.  

Na qualidade de maior processadora de pagamentos da Europa e com um bem-sucedido histórico de parcerias estratégicas com instituições financeiras, a Worldline lidera a nova geração de serviços de pagamento, que inclui inovações como pagamentos direto na conta e pagamentos instantâneos. A aliança com a Ingenico expande o volume de pagamentos da Worldline, potencializando as oportunidades de parceria com outras instituições financeiras, além das 1.200 instituições com as quais a Worldline já trabalha, processando cerca de 5,6 bilhões de operações de compra por ano.  

Para ajudar a desenhar o futuro do setor de meios de pagamentos e apoiar os clientes para adaptarem seus negócios aos novos hábitos de consumo provocados pela Covid-19 e por outros fatores, a Worldline compromete-se a impulsionar a inovação de produtos e reforçar sua capacidade de investimento, aumentando em € 300 milhões as verbas destinadas ao setor de P&D. Para criar novas formas de facilitar os pagamentos, o dia a dia e os negócios dos usuários de seus serviços, a Worldline continua explorando as possibilidades que o futuro oferece em diversas áreas, como terminal de pagamento próprios, novos métodos de pagamento em lojas, Social commerce / voice commerce, novas plataformas de pagamento, serviços de dados, venda eletrônica de ingressos e soluções de pagamento que promovem um crescimento econômico sustentável.

 A Worldline tem como missão desenvolver e oferecer transações e soluções de pagamento digitais que promovam um crescimento econômico sustentável e reforcem a confiança e segurança na nossa sociedade. Com a integração da Ingenico, a Worldline continuará a cumprir seu papel como parceira na área de pagamentos, oferecendo serviços confiáveis, seguros e que gerem menor impacto ao meio-ambiente. No atual cenário de grandes desafios econômicos e sociais, a nova Worldline deseja agilizar a transição para uma economia menos dependente de pagamentos em espécies, mediante um processo sustentável, responsável e socialmente inclusivo.  

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Segurança nas transações financeiras com o PIX

Por Marco Aurélio Rodrigues, Diretor de Software e Serviços Profissionais da Diebold Nixdorf no Brasil

A Transformação Digital já é uma realidade para muitas organizações e isso não seria diferente para os bancos. Antes mesmo da pandemia causada pelo COVID-19, as atividades bancárias ao redor do mundo buscavam formas de otimizar a jornada de seus usuários com o uso de tecnologias como reconhecimento facial, acesso a caixas eletrônicos sem cartão, aplicativos com biometria, assistentes virtuais e aplicativos para dispositivos móveis.

No Brasil, a atual expectativa de inovação para os meios de pagamentos está atrelada ao lançamento do PIX pelo Banco Central, com entrada em operação anunciada para novembro. Com a promessa de ser o primeiro sistema brasileiro de transferências monetárias eletrônicas instantâneas, o PIX – ou Sistema de Pagamentos Instantâneos – visa substituir os procedimentos TED e DOC vigentes. Na prática, a ferramenta utiliza uma rede em funcionamento constante para agilizar transações como pagamentos e depósitos que, de acordo com as determinações do BC, agora precisarão estar disponíveis 24 horas por dia, inclusive em finais de semana e feriados. Além disso, a solução d eve reun ir uma gama maior de instituições financeiras, ampliando assim a quantidade de serviços.

De fato, o PIX será uma revolução do modo como as pessoas utilizam os serviços bancários e de pagamento. Porém, da mesma maneira que pensamos as possibilidades promovidas pela ferramenta, é mandatório também nos preocuparmos com a segurança das operações desde o primeiro dia. Quando tratamos de um cenário altamente digital, os modelos mais convencionais de prevenção de fraudes podem acabar se tornando obsoletos rapidamente.

As instituições financeiras geralmente possuem recursos limitados para filtrar dados e identificar anomalias em seus sistemas on-line, por isso buscam parceiros experientes para ajudá-las a analisar e usufruir ao máximo do ambiente em rede, sem correr maiores riscos. O PIX oferece um ecossistema único e 100% conectado, de fácil acesso para usuários de dispositivos móveis, e necessitará de agilidade e adaptação para um gerenciamento efetivo da segurança.

Já existem no mercado modelos baseados em Inteligência Artificial e presentes em Nuvem que fornecem a melhor alternativa para as instituições, uma vez que promovem a automação e instantaneidade necessários para não prejudicar a experiência dos clientes, combatendo eventuais fraudes de forma centralizada e eficiente, resiliente a falhas e melhorando continuamente o tempo de resposta para possíveis anomalias.

As organizações ainda poderão aproveitar soluções com capacidade de efetuar a análise e o cruzamento de informações geradas por múltiplos canais e fontes de dados, identificando comportamentos suspeitos por meio do gerenciamento desses materiais. Assim, as ameaças podem ser mitigadas com antecedência, antes de se converterem em prejuízos ao usuário final. Além disso, é indicado que empresas do setor financeiro busquem plataformas centradas no cliente e na experiência do usuário, e orquestradas com chaves de segurança e regras de acesso exclusivas.

Para ter certeza de que a segurança está cobrindo os processos de ponta a ponta, é necessário realizar a checagem das informações, a análise comportamental de perfis e, ainda, contar com diferentes formas de autenticação. Essas medidas compõem uma abordagem assertiva de combate a fraudes que visa tornar as operações do PIX mais confiáveis e inteligentes.

Essa é a melhor maneira de aproveitar os benefícios proporcionados pela tecnologia para permitir que os clientes tenham uma experiência positiva e completa. As companhias que souberem realizar essa tarefa estarão um passo à frente dos concorrentes e, sem dúvida, em destaque no mercado.

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Seis dúvidas mais comuns das pequenas e médias empresas a respeito do PIX

Esperar para receber o dinheiro no próximo dia útil ou pagar altas taxas para a utilização de um meio de pagamento – como boletos – sempre foram dores comuns para as empresas de todos os portes. A partir de novembro, porém, será possível fazer recebimentos dentro de apenas dez segundos, em qualquer dia da semana e a qualquer hora. Trata-se do PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos operacionalizado pelo Banco Central.

“O PIX veio para mudar a forma como enxergamos os meios de pagamento. Por meio dele, tanto as pessoas físicas quanto as empresas poderão realizar transações de forma mais segura e inovadora, a custos muito mais baixos do que os meios utilizados até hoje”, afirma Luiz Paulo, diretor-executivo da NTW Contabilidade e Gestão Empresarial.

Luiz Paulo listou às seis principais dúvidas dos pequenos e médios empresários sobre como o PIX pode melhorar os processos e as transações dentro das organizações:

1 – Existem intermediários nesta modalidade de pagamentos?

Não. Pelo PIX, os pagamentos ocorrem diretamente entre pagador e recebedor. Por isso, eles são muito mais vantajosos do que os tradicionais boletos, por exemplo. Os intermediários, além de encarecerem as transações, as tornam mais demoradas. “Vale lembrar que a instantaneidade é uma das principais vantagens do PIX”, afirma Luiz Paulo.

2 – Preciso fazer o cadastro em vários bancos?

Segundo o especialista, o recomendado é cadastrar-se no banco que a empresa mais utiliza. Vale avaliar em qual banco o dinheiro rende mais, e também considerar o aplicativo mais intuitivo e menos burocrático. Luiz Paulo lembra que é possível cadastrar até cinco chaves, sendo dois e-mails, dois números de telefone, CPF e CNPJ. “Caso deseje trocar o banco, é possível fazer a portabilidade”, esclarece ele.

3 – O PIX substituirá a função do cartão de débito?

Esta será uma das suas funções, já que ele permite fazer pagamentos pelo celular por meio de um QR Code. “A partir de novembro, inclusive, empresas poderão usar apenas um código para receber via diferentes meios de pagamento, incluindo o PIX. Além de facilitar o processo, isso revoluciona: o cliente não precisará mais andar com uma carteira cheia de cartões”, avalia. Já o cartão de crédito deve permanecer firme por um bom tempo, já que o PIX não oferece a possibilidade de parcelamento das compras.

4 – Como serão revertidas as transações equivocadas?

Este ainda é um ponto nebuloso. Os bancos ainda verificam como deverão proceder, mas de qualquer forma o PIX requer mais cuidado e atenção na hora de conferir os dados. “Por enquanto, depois de confirmada a transação, o dinheiro só retorna se a pessoa que recebê-lo quiser devolver”, alerta o especialista.

5 – O PIX vai expor as movimentações para a Receita Federal?

Como se trata de um sistema centralizado no Banco Central, ficará cada vez mais fácil para os órgãos reguladores descobrirem as movimentações das pessoas físicas e jurídicas. “Quando a Receita encontra indícios de irregularidade em um CPF, automaticamente o status do documento já muda para pendente ou pendente de regularização. Com o PIX, isso pode ocorrer mais facilmente”, avalia Luiz Paulo.

6 – Existe a possibilidade de o PIX ser utilizado para recolhimento automático de impostos?

Sim, isso pode acontecer no futuro, tanto para as pessoas físicas quanto para as jurídicas, já que o governo conhecerá minuciosamente sua movimentação. Já imaginou nunca mais necessitar fazer a declaração do imposto de renda? Este dia pode estar mais perto do que se imagina.

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Pix vai acelerar a adesão do QR Code no Brasil

Por Rodrigo Petroni


A pandemia do novo coronavírus tem acelerado a adesão de novos meios de pagamentos no país. Se por um lado os brasileiros têm usado o dinheiro físico com menos frequência para evitar que alguma cédula contaminada toque as mãos, dando espaço para os pagamentos por aproximação, por exemplo, por outro, em decorrência das dezenas de shows digitais que estão sendo transmitidos ao vivo pelo Youtube nessa quarentena, a sociedade passou a criar uma certa familiaridade com o QR Code e as carteiras digitais, que realizam transações financeiras com praticidade, agilidade e segurança.


Com a chegada do Pix, ferramenta de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil (Bacen) marcada para novembro, o mercado financeiro vai passar por uma mudança ainda mais significativa, já que o sistema vai permitir que pagadores e recebedores movimentem o seu dinheiro online para toda e qualquer entidade, empresa e pessoa física cadastrada em até dez segundos, 24 horas por dia, sete dias da semana – inclusive feriados – e com baixo custo. Esse método de pagamento exigirá apenas dados como o telefone, e-mail, CPF ou CNPJ do destinatário ou a leitura de QR Codes pelos smartphones.


Como os novos métodos de pagamentos dependem apenas de um dispositivo móvel, acredito que a inclusão financeira será o próximo efeito da Covid-19 por aqui. E já existem dados que vão na direção do meu pensamento: de acordo com um estudo sobre m-Commerce e m-Payment feita pelo Panorama Mobile/Opinion Box – conjunto de pesquisas periódicas sobre hábitos dos brasileiros no consumo de conteúdos e serviços móveis – em agosto, o número de pessoas que realizaram compras ou pagamentos via celular aumentou de 85% para 91% entre aqueles que acessam a internet pelo aparelho.


O levantamento citado também apurou que, em relação aos meios de pagamento, o QR Code foi utilizado por 48% dos consumidores, ou seja, o mobile payment deixou de ser uma promessa e hoje já é realidade. Faço ainda uma outra observação: tendo em vista que o pagamento por QR Code não exige smartphones caros, a tendência é que ocorra uma grande inserção do público de baixa renda nas operações, uma vez que a quantidade de fintechs que oferecerem esse tipo de pagamento ao custo muito inferior, é enorme.


Vejo que a mobilidade urbana precisa se modernizar e acompanhar as tendências do mercado para poder evoluir. Oferecer novos métodos de pagamento nos ônibus, metrôs e CPTM é de fundamental importância. Atualmente, os usuários de transporte público perdem muito tempo em filas para compra ou recarga de bilhetes. Com a disseminação do pagamento por QR Code, os trabalhadores teriam mais facilidade no dia a dia e ganhariam tempo para se deslocar pela cidade. A tecnologia é uma solução mais democrática e atende a todos, sem distinção.


O nosso país conta com 45 milhões de pessoas que não mexem na conta bancária há mais de seis meses ou que optaram por não ter conta em banco, mas que movimentam cerca de R$ 800 bilhões anualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Eles serão os grandes beneficiados dos métodos de pagamento que desburocratizam trâmites bancários e rompem barreiras. O Brasil estava precisando dessas mudanças para poder progredir. O caminho ainda é longo, mas demos o primeiro passo.

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Mapa da Visa mostra que transações por aproximação cresceram 40% no primeiro semestre de 2020

O uso do pagamento por aproximação tem crescido nos últimos meses, principalmente por conta do trabalho intenso da indústria e do comércio bem antes da pandemia, que acabou por reforçar seus benefícios como segurança e agilidade nas compras realizadas presencialmente. A nova edição do “Mapa dos pagamentos por aproximação do Brasil”, criado pela Visa Consulting & Analytics, consultoria da Visa, mostra esse comportamento, e destaca um crescimento em junho de quase 40% em relação aos números de transações Visa por aproximação em janeiro de 2020.

O uso acentuado tem feito com que a tecnologia por aproximação ganhe mais representatividade frente ao total dos pagamentos eletrônicos no país. Entre janeiro e junho, a penetração praticamente dobrou. Alguns estados como Distrito Federal, Santa Catarina, Amapá, Paraná e Tocantins se destacaram por apresentar uma média de uso da tecnologia superior à média brasileira. No caso do Distrito Federal, teve uma penetração do pagamento por aproximação quase 3 vezes superior ao visto no Brasil.

Disponível em cartões, celulares, pulseiras e outros dispositivos móveis, a solução vem redefinindo a forma de comprar e vender produtos e serviços, principalmente a partir da propagação do coronavírus. Com mais praticidade e segurança tanto para o consumidor quanto para os estabelecimentos comerciais, o uso do pagamento por aproximação é mais rápido e pode ser mais higiênico, em alguns casos bastando apenas aproximar o dispositivo da maquininha, evitando assim qualquer contato físico.

O crédito por aproximação ainda é maioria, concentrando 65% das transações Visa em junho, com um ticket médio de gastos de R﹩ 86. Porém, nota-se um crescimento do débito por aproximação maior a cada mês, mais que dobrando se compararmos os resultados de junho e janeiro de 2020. Essas transações registraram um ticket médio em torno de R﹩ 46 em junho. Segundo análise do time da Visa Consulting & Analytics, isso demonstra que o brasileiro passa a ter mais clareza dos benefícios do pagamento por aproximação ao utilizá-lo cada vez mais no dia a dia. “O aumento do limite nas transações por aproximação sem senha de R$ 50 para R$ 100, que se espera acontecer em breve, vai permitir que mais pessoas efetuem pagamentos com a tecnologia, aumentando o ticket médio que vemos hoje. Percebemos que quando o consumidor tem a primeira experiência com este tipo de pagamento, ele assimila os benefícios e o incorpora em seu cotidiano”, conta Oscar Pettezzoni, diretor da Visa Consulting & Analytics.

Quando analisado o crescimento de uso da aproximação entre janeiro e junho nas soluções disponibilizadas pela Visa, é possível ver um crescimento em todos os segmentos. Vê-se um salto exponencial em categorias como Gold e Classic acima de 100%. E as categorias premium continuam nesse mesmo movimento: Visa Infinite e Platinum cresceram em torno de 70%. “Vemos que a tecnologia tem sido adotada por diferentes perfis da população, que passaram a incluir a inovação em seus hábitos de compra. Em parceria com importantes instituições financeiras, bancos digitais, estabelecimentos comerciais, credenciadores e segmentos como o transporte, a Visa tem trabalhado para que todos possam ter acesso à tecnologia”, conta Pettezzoni.

O “Mapa do pagamento por aproximação do Brasil” também verificou a penetração do uso por estado. Em relação ao crescimento no primeiro semestre, os dados da Visa Consulting & Analytics mostram que o Amapá se destacou com o uso da inovação, apontando o maior crescimento do país: 161%. Seguido pelo Rio Grande do Norte (147%), Tocantins (144%), Mato Grosso do Sul (136%) e Rondônia (114%).

Nos primeiros seis meses de 2020, os segmentos que mais se receberam pagamentos Visa por aproximação foram:

• Mercados e lojas diversas relacionadas à alimentação como hortifruti, conveniências, cafeterias, entre outros (não incluindo restaurantes e fast food)
• Postos de gasolina
• Farmácias
• Padarias

Sendo que o segmento de mercados/alimentação recebeu o triplo de pagamentos por aproximação em relação ao segundo setor, postos de gasolina.

O “Mapa do pagamento por aproximação do Brasil” foi elaborado pela Visa Consulting & Analytics com base nas transações Visa realizadas com a tecnologia no Brasil entre janeiro e junho de 2020.

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PIX: Uma forma de pagamento pode transformar negócios e hábitos de consumo

Por Rodrigo Godoi, Head de Meios de Pagamento na Compasso UOL

O PIX é uma das principais mudanças que veremos nesse ano quando falamos sobre pagamentos e transações. Dentre muitos debates, está claro qual é o ganho que ele traz para o consumidor, que passa a ter um novo método de pagamento seguro e rápido, sem possíveis aborrecimentos como demora em processamento de pagamentos como vemos em boletos ou as taxas muito diferentes (e as vezes confusas) de máquinas de cartão, operadoras e bancos. Muito mais do que um substituto de DOC e TED, é uma forma de simplificar transações em todo o sistema.

O discurso revolucionário, porém, esconde ganhos práticos: o PIX não é o fim do cartão de crédito, de débito, ou dos boletos. Cheques, afinal, ainda existem. Novos produtos e plataformas não devem ser vistas como substitutos, e sim como mais opções para o consumidor e para o comércio. Esse tipo de transferência automática com taxas baixas pode ser de grande impacto para pequenos comércios, que trabalham com um alto volume de transações e ticket médio baixo. Além de receber instantaneamente o pagamento, há um desconto menor sobre as transações.

Isso abre outras possibilidades também no e-commerce, em que pessoas sem acesso, por exemplo, a cartões de crédito, e com limitações de acesso que dificultam o uso de boletos para pagamentos à vista, passam a poder fazer transferências diretas, reconhecidas automaticamente. Compras com sensibilidade a tempo, como passagens aéreas, por exemplo, passam a ser viáveis dessa forma sem depender de outros meios de pagamento que podem ser restritivos.

Nós na Compasso UOL temos mais de 14 anos de experiência em gerenciamento de meios de pagamento e atuação como gateway, assim estamos atentos às tendências e mudanças que essa nova tecnologia vem trazendo e ainda trará. Não se trata de inventar soluções mágicas, e sim de pensar nisso como uma aposta que dará acesso a um novo grupo de clientes – o cartão continua útil entre o público que busca parcelar compras ou procura crédito imediato; o boleto continua importantíssimo para uma parte da população não-bancarizada.

O ganho para empresas será integrar todos esses meios e trazer ao consumidor mais opções seguras para compras. Empresas que precisam de auxílio em entender a tecnologia e como melhor utilizá-la, podem nos buscar para que consigamos criar, juntos, uma implementação que de fato abra as oportunidades que o PIX tem em seu potencial.

O PIX é uma inclusão em nosso sistema bancário e de pagamentos com potencial verdadeiramente transformador – mas não podemos pensar que um meio de pagamento – por melhor que seja – fará uma transformação sozinho. Temos que pensar como ele atende a nossos clientes e consumidores, como ele pode transformar modelos de negócios de empresas grandes e pequenas e com isso pensar em estratégias que sirvam aos nossos objetivos de negócios – e isso só é possível se a empresa que trabalhar com você esteja realmente preparada e entenda o que o PIX é e o que ele pode ser para o seu negócio.

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Clientes podem cadastrar chave Pix a partir de segunda-feira (5)

A partir da próxima segunda-feira (5), os clientes interessados em usar o Pix, sistema de pagamentos instantâneos, poderão começar a cadastrar suas informações para aderir à nova solução, que permitirá pagamentos e transferências de dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, em até 10 segundos. O Pix começará a funcionar para toda a população a partir de 16 de novembro.

Para que as transações eletrônicas ocorram de forma simples e ágil, sem que o cliente tenha que passar todos os seus dados para o usuário que irá realizar a transferência, o PIX terá chaves de endereçamento para identificação de contas transacionais. Intitulada “chave Pix”, o cadastramento será feito através de um “apelido” que será usado pelo cliente para identificar sua conta no sistema.

Algumas instituições optaram por realizar um pré-cadastro da chave Pix com seus clientes. Entretanto, mesmo tendo feito esse processo, a partir de 5 de outubro, os bancos terão de confirmar com os usuários o efetivo cadastramento das chaves no Pix.

Como irá funcionar o Pix?

O ícone do PIX estará dentro do aplicativo bancário e no internet banking do cliente, assim como já estão outras funcionalidades, como DOC e TED. A chave Pix vincula as informações básicas do usuário aos dados completos que identificam a conta transacional do cliente (identificação da instituição financeira ou de pagamento, número da agência, número da conta e tipo de conta).

Os quatro tipos de chaves Pix que poderão ser usadas e cadastradas são:

• Número de CPF/CNPJ;

• Endereço de e-mail;

• Número do telefone celular

• EVP (Uma sequência alfanumérica de 32 dígitos que, após solicitação do cliente ao seu banco, será enviada pelo Banco Central à instituição, e com ela será possível criar um QR Code

Não é obrigatório cadastrar uma chave para fazer ou receber um Pix. Caso o usuário queira usar o sistema de pagamento instantâneo, sem a chave Pix, será preciso digitar todos os dados bancários do destinatário para realizar uma transação.

Além das chaves de endereçamento, o PIX também trará a experiência do QR Code que possuirá dois formatos:

– Estático: que poderá ser utilizado para transferências ou no comércio quando as informações para pagamentos não mudam, incluindo o valor do pagamento (exemplo: um sorveteiro, em que o preço do picolé é o mesmo sempre)

– Dinâmico: que poderá ser utilizado no comércio quando as informações para pagamentos mudam a cada momento (ex: em um supermercado, quando o valor de cada compra é diferente).

Inovação, comodidade e menor circulação de dinheiro em espécie

Para Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN, o Pix é uma inovação que trará mais segurança e conveniência ao consumidor em suas transações financeiras, como já ocorreram com outras ferramentas, como tokenização, mobile baking e internet banking. “O Pix irá aumentar a inclusão financeira no país, estimular a competitividade e aprimorar a eficiência no mercado de pagamentos. O acesso a serviços financeiros constitui um passo crucial para a inclusão social e para o combate à desigualdade no país”, diz.

Para aderir ao PIX, os bancos brasileiros estão investindo recursos adicionais em infraestrutura, tecnologia e segurança para padronizar e organizar um sistema dentro um ambiente de comodidade e confiabilidade para o cliente. Segundo Isaac Sidney, as medidas são condizentes com os investimentos que o setor bancário vem fazendo em modernização tecnológica, da ordem de R﹩ 24,6 bilhões anuais.

Leandro Vilain, diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da FEBRABAN, também ressalta que a Federação é favorável a medidas que reduzam a necessidade de circulação de dinheiro em espécie, que somente de custo de logística totalizam cerca de R﹩ 10 bilhões ao ano. “A FEBRABAN e os bancos estão se preparando para esse novo modelo de negócios e com a expectativa de reduzir o custo de logística de numerário”, diz.

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Black Friday: varejo precisa oferecer novas opções de pagamento para garantir o sucesso das vendas

Por Ralf Germer


A pandemia do novo coronavírus transformou as vendas no varejo. Com o fechamento temporário das lojas físicas ou funcionamento em horário reduzido devido aos decretos municipais de contenção da transmissão da Covid-19, empreendedores precisaram se reinventar, migrar para plataformas digitais e pensar em alternativas para continuar movimentando o negócio. Um exemplo disso é a antecipação da Black Friday em diversos estados do Brasil, com promoções que estimulam o consumo em um período fraco para o comércio.

Se de um lado os clientes vão precisar de planejamento e prudência para evitar descontos pouco proveitosos, por outro, as empresas terão que se adaptar para atrair o público de forma mais verdadeira. Além de oferecer melhorias no valor dos produtos, disponibilizar novas opções de pagamento no ato da compra é fundamental para o sucesso do faturamento. Os e-commerces, principal elo de relação entre as pessoas e o mercado durante a quarentena, devem se adaptar para atender com eficiência os seus consumidores, inclusive os desbancarizados.


Além dos métodos de pagamentos tradicionais, como dinheiro físico, cartão de crédito e débito, cheques e boletos, alternativas vêm ganhando espaço no país. A Cielo, por exemplo, empresa brasileira de serviços financeiros, registrou um aumento de 260% na solução de pagamento via link, que permite que as vendas sejam realizadas por meio de canais online, sem exigir que os comerciantes tenham uma loja virtual. Para se ter uma ideia, 83% dos brasileiros passaram a fazer compras pelo WhatsApp, segundo a Accenture, empresa de consultoria.


Outra mudança de comportamento da sociedade diz respeito a utilização dos pagamentos por aproximação. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), essa opção de pagamento movimentou R$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre de 2020, um crescimento de 330% em relação ao mesmo período de 2019. Até o momento, o QR Code é o método mais popular e já foi usado por 35% dos brasileiros com smartphones, conforme aponta um estudo da área de Inteligência de Mercado da Globo.


O Banco Central do Brasil (Bacen) divulgou o lançamento dos pagamentos instantâneos (Pix). Previstos para chegar em novembro e revolucionar a forma como lidamos com os pagamentos – uma vez que as transações serão realizadas em até dez segundos, sem restrição de datas e horários – a tecnologia abre um leque de possibilidades para o varejo e os consumidores, já que pagadores e recebedores movimentarão o dinheiro de forma online e imediata para toda e qualquer entidade, empresa e pessoa física.


Lojistas que estão se preparando para conceder descontos aos clientes nesses últimos meses do ano, visando uma possível recuperação do varejo, estão no caminho certo para tentar fechar 2020 no azul. No entanto, quem deseja sair na frente da concorrência, deve estar atualizado e conectado com as inovações do mercado. Disponibilizar novas opções de pagamento no ambiente virtual é obrigação para quem quer garantir números melhores para o comércio no geral.

Ralf Germer, CEO e cofundador da PagBrasil

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iugu recebe investimento de R﹩ 120 milhões em rodada liderada pela Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs

A iugu, fintech brasileira de meios de pagamentos e plataforma de automação financeira para empresas, anuncia que está recebendo 120 milhões de reais por meio de uma rodada de investimentos liderada pelo Merchant Banking do Goldman Sachs, braço de investimentos proprietários do banco. A rodada, prevista para ser inicialmente menor, foi ampliada após poucos meses, em função do forte desempenho da empresa e dos planos para acelerar o seu crescimento. Para o Merchant Banking do Goldman Sachs, que é um dos principais investidores em fintechs no mundo, esse será o primeiro investimento no equity de uma empresa desse segmento no Brasil. Os recursos desse aporte permitirão que a iugu amplie a oferta de produtos, acelere a contratação de talentos e fortaleça a sua estrutura de capital.

“Desde a nossa fundação, temos como propósito fundamental descomplicar a gestão financeira para as empresas no Brasil, através de uma plataforma inteligente e de fácil uso. Acreditamos que, tendo o Goldman Sachs como investidor, conseguiremos acelerar nosso próximo ciclo de crescimento. Trabalhar com eles tem sido desde já uma experiência incrível. O time do Goldman tem nos apoiado em todas as iniciativas relevantes, de atração de talentos até conexões com outras companhias do seu portfólio pelo mundo, passando também pela adoção das melhores práticas globais em diversos tópicos. São investidores que realmente dedicam tempo de qualidade no processo de criação de valor em conjunto conosco”, afirma Patrick Negri, fundador da iugu.

A iugu fornece soluções automatizadas para clientes corporativos ao longo de todo o ciclo financeiro, incluindo emissão de boletos, processamento de pagamentos e reconciliação de faturas pagas com contas a receber. A plataforma da fintech processa diversos métodos de pagamento e oferece serviços de split de pagamentos e recorrência de cobranças, todos automatizados por meio de APIs ou em ambiente em nuvem. As soluções da iugu são flexíveis e facilmente adaptáveis ​​a diferentes modelos de negócios e empresas, independentemente de tamanho ou nível de maturidade tecnológica delas.

“Estamos muito impressionados com o trabalho de toda a equipe. O desempenho de todos eles e o foco constante na melhoria da experiência do cliente são os grandes diferenciais da iugu. Estamos honrados em termos a oportunidade de investir na empresa e apoiar seu crescimento”, diz David Castelblanco, diretor responsável por investimentos em Private Equity na América Latina para a Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs.

“O que, inicialmente, nos atraiu na iugu foi a sua impressionante plataforma de pagamentos. No entanto, na medida em que avançamos em nosso entendimento sobre a proposta de valor, percebemos que o sucesso da companhia é impulsionado por seu DNA de solucionador de problemas para os clientes, em vez de ser simplesmente um provedor de meios de pagamento. Estamos muito contentes por trabalhar com o Patrick e sua equipe”, afirma Cristiano Camargo, diretor da Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs no Brasil.

Em 26 de agosto, o Banco Central autorizou a iugu a operar no Brasil como Instituição de Pagamentos regulamentada, um marco importante para a empresa. Com essa licença, a fintech poderá oferecer diretamente novos serviços por meio de sua plataforma, como recebimento de transferências eletrônicas e pagamento automático de contas e impostos, além da opção de um cartão de débito.

Nos últimos anos, a iugu vem aumentando rapidamente seu volume de transações processadas e espera uma aceleração do seu crescimento como resultado do novo investimento e da licença recentemente concedida pelo Banco Central.

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PIX: A ponte da cédula para as criptomoedas?

Por Wagner Gomes Martin, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da VeriTran

A sociedade está em um momento em que, da mesma forma que é possível acompanhar uma entrega em tempo real pelo GPS, conseguimos seguir os passos de um amigo em uma viagem pelas mídias sociais ou falar com alguém em qualquer lugar do mundo com apenas um toque e sem a necessidade de códigos de operadora. E tudo isso sem grandes custos ou mesmo gratuito.

Toda essa evolução tecnológica também é vista no sistema bancário, e a pandemia do Covid-19 acelerou em anos a necessidade de inovação. No Brasil, dinossauros caríssimos como DOC e TED são os dominantes entre os meios de transferência, além do boleto, que é mais caro que o TED, possui compensações que demoram dias e só processam durante um determinado horário. Por isso, as instituições financeiras sabem que precisam manter seu ambiente digital com usabilidade rápida e simples e, como lidam com dados valiosos de seus usuários, também necessitam de uma proteção robusta sobre tais informações.

A criptomoeda é uma base monetária muito eficiente, interoperável e que ainda possui como característica a ausência de regulador nos países. Por outro lado, elas não possuem uma usabilidade simples e aceitação massificada.

Um entorno mais digital, com mecanismos de instantaneidade e facilidade de transferência gera uma demanda cada vez mais virtual, onde podemos ter um cenário de uma criptomoeda emitida por uma reserva federal com cotação oficial assim como a moeda corrente de um país. Ambas podem ser indexadas entre si ou podem ter cotações independentes, podemos supor vários cenários econômicos.

Com isso, todo o movimento de Open Banking que o Banco Central do Brasil vem promovendo está em linha com as premissas de necessidade de rapidez, facilidade, baixo custo e segurança.

O PIX oferta instantaneidade a custo baixo e com segurança de processamento. Esse será um instrumento de transferência que, independente de conta ou titularidade, se instrumentaliza por leitura de QR Code ou dados do recebedor, podendo ser presencial ou por link e capaz de sacar dinheiro em estabelecimentos comerciais. Temos um instrumento de transferência competitivo, com alto potencial de canibalizar os outros formatos e que propõem a ascensão do digital, uma vez que reduz a necessidade de sacar dinheiro.

Com isso é possível vislumbrar uma criptromoeda regulada por um banco central operando através de meios de transferências digitais e online. O PIX é um dos instrumentos essenciais para o futuro de uma moeda digital dentre outros do entorno Open Banking, promovendo esta digitalização funcional para o momento atual. Todo este movimento é a prova de que as empresas precisam estar de olho em soluções que aceleram e simplificam a implementação de projetos digitais na mesma velocidade em que o entorno financeiro está evoluindo.

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Visa aponta crescimento no uso do débito online e de pré-pagos durante a pandemia

A pandemia realmente fez crescer as compras online e está mudando o hábito de consumo no mundo todo, e no Brasil não podia ser diferente. Destaque para o uso dos cartões de débito online e dos pré-pagos em geral, que contribuem com a inclusão digital de muitos consumidores brasileiros. Dados da Visa mostram que, de março a junho, primeiros meses do período de isolamento social, o uso dos cartões de débito Visa nas transações online aumentou em 9% no Brasil. Já as transações com pré-pagos Visa têm crescido 30% ao mês no comércio eletrônico entre março e junho.

“Acredito que o uso do débito online e dos pré-pagos ampliarão a inclusão digital de mais consumidores, especialmente entre os que não possuem acesso aos cartões de crédito. Com a migração de muitas empresas e consumidores para o e-commerce, a indústria de pagamentos tem trabalhado para disponibilizar soluções e formas modernas de pagamento, que dão autonomia aos clientes escolherem como preferem pagar ou ser pagos,” comenta Percival Jatobá, VP de Soluções da Visa do Brasil.

A popularização do débito e do pré-pago no mundo online tem sido crucial graças a atualização do protocolo de autenticação de transações, o chamado 3DS 2.0, responsável por impulsionar essas transações com mais segurança como método de pagamento no varejo online. A atualização do protocolo tem estabelecido um fluxo de comunicação e troca de informações entre a indústria de pagamentos e estabelecimentos comerciais para aprovação das transações com mais assertividade, o que contribui para a redução de fraudes, melhor experiência de compra por parte do consumidor e, consequentemente, maior conversão de vendas para o e-commerce. As modalidades têm sido implementadas principalmente em empresas digitais que buscam uma usabilidade sem interrupções, ticket médio baixo e recorrência, como os aplicativos e serviços digitais de streaming e de transporte compartilhado.

O uso dos pré-pagos tem se mostrado mais presente no dia a dia dos consumidores brasileiros, indo além das compras online. Ainda segundo dados da VisaNet, é possível ver um crescimento de mais de 20% no número de transações com cartão pré-pago em estabelecimentos físicos desde março até junho. Além disso, é possível ver um movimento em busca de experiências de pagamentos mais limpas. Ainda entre março e junho, as transações pré-pagas realizadas por aproximação com Visa também foram aceleradas, houve um crescimento em média de 45% ao mês.

PicPay anuncia vice-presidente de Marketing e Growth

O executivo Phillip Klien foi anunciado como vice-presidente de Marketing e Growth do PicPay, a maior carteira digital do país, com mais de 24 milhões de usuários.

Sob o comando dele, a vice-presidência de marketing e growth da fintech continuará dividida em duas grandes áreas: Growth, comandada por Rodrigo Polacco, responsável pelas estratégias de Customer Lifetime Management, Product Growth e Performance; e Marketing, à frente de Branding, Criação, Mídia e PR, dirigida por Armando Areias.

Formado em Marketing e Finanças pela Tulane University (New Orleans, EUA), Phillip possui experiência em empresas internacionais de tecnologia. Em seu histórico profissional, o executivo apoiou o crescimento acelerado e a consolidação de empresas como OLX, Uber e Twitter.

À frente do Marketing do PicPay, Klien terá como grande objetivo impulsionar o uso pelos brasileiros. “Estou bastante empolgado com o desafio de uma das maiores e mais revolucionárias fintechs, que mudará a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro”, disse.