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Abstartups realiza mentoria de mobile para startups Growth

Para as startups que estão no processo de expansão e crescimento, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos representante do ecossistema de inovação, promove, em 25 de fevereiro, a primeira edição 2021 do Programa Bench360, focado em startups que buscam ampliar suas vendas, produto e operações.

Das 8h30 às 10h, os associados dos planos Growth e Impact poderão ter sessões de mentorias exclusivas com o Country Manager Brazil da AppsFlyer, Daniel Simões, que falará mais sobre “Atribuição no Mundo Mobile”, com a missão de ajudar os participantes a compreender todos os conceitos envolvidos no ecossistema de atribuição mobile e ensinará a fazer o melhor uso das ferramentas disponíveis para o planejamento e mensuração de aplicativos.

Com um total de seis mentorias com profissionais reconhecidos e relevantes do mercado, realizados ao longo do ano, o programa é focado nas oito áreas essenciais de uma startup growth: Vendas, Customer Success, Marketing, Recursos Humanos (cultura e diversidade), Finanças, Tecnologia, Jurídico e Operações + Investimentos.

Informações e inscrições: https://www.abstartups.com.br/bench360

2020: o easter egg do mercado de games e mobile

Por Antonio Affonseca, general manager da Liftoff para o Brasil

Se há algo que vamos nos lembrar quando falarmos de 2020 será o distanciamento social ao qual tivemos que nos submeter. E, até por causa desta característica, há outro fator que marcou este ano: a alta dos games para mobile. Nunca antes os jogos de celular foram tão baixados e o faturamento desse setor nunca esteve tão alto quanto neste momento. Um estudo da Techjury.net aponta que 43% do tempo de uso dos smartphones são para essa finalidade. A quarentena influenciou as pessoas a passarem mais tempo se dedicado ao entretenimento online, em substituição a eventos ao ar livre.

Esse mesmo levantamento revela que o mercado de Mobile Games movimentará quase US ﹩80 bilhões em 2020, globalmente. Um dos fatores desse aumento pode ser verificado pelo incremento de 24% nas transações in-app em jogos de 2020, em comparação com 2019. De todos os downloads feitos, jogos representam de 20 a 25%, tanto em Android quanto em iOS.

Na quarentena, as pessoas passaram a usar mais seus celulares, o que levou a um aumento na instalação de aplicativos. O cenário gerou um aumento no número de impressões, o que reduziu o CPM (custo por impressões). Esse valor de CPM abaixo do padrão foi rapidamente explorado pelas empresas. O índice de downloads foi exponencial.

No entanto, a audiência não conhecia muito bem os apps, o que, na contramão desse fluxo, gerou uma proporcional taxa de desinstalação (algo categorizado por nosso setor como baixa retenção). Essa oportunidade nos CPMs também foi muito bem explorada pelo setor de e-commerce, que viu nessa oportunidade um potencial de alavancar suas vendas on-line em substituição às quedas nas vendas das lojas físicas.

Uma das preocupações, em um segundo momento pós-instalação de múltiplos aplicativos, é a retenção do usuário. Após baixar, experimentar e se acostumar a usar um aplicativo X, o usuário acaba desinstalando outros aplicativos da mesma categoria. Esse processo costuma ser classificado em algumas etapas: descoberta, retenção e, por fim, monetização. Esse último estágio varia bastante de formato, conforme o país ou a região. Atualmente, já se nota uma desaceleração nos downloads, talvez devido à flexibilização no isolamento e à ligeira retomada da vida social.

Ao entrar em detalhe sobre o mercado na América Latina, percebe-se que a região possui o menor CPI dentre todas as outras regiões, algo avaliado como positivo, ao mesmo tempo em que possui os menores ROAS (retorno de investimento em publicidade) e retenção, obviamente fatores desfavoráveis. O mercado em si é bem desafiador, o consumidor é exigente e a adesão a opções freemium é bem alta. Em geral, as compras in-app em jogos são baixas e, por causa disso, é mais comum que a monetização seja feita por publicidade. Concluindo, devido a esses desafios, se um jogo emplaca com o usuário latino-americano, será possivelmente bem-sucedido em qualquer outro lugar.

Atualmente, o mercado de marketing para aplicativos conta com modelos de otimização para a monetização dos jogos levando em consideração tanto a receita por publicidade (Ads Revenue) quanto os “eventos” de compras (CPA ou ROAS). Para que isso aconteça, é preciso investir em ações de retenção – fatores responsáveis pelo aumento da exposição à publicidade – que, consequentemente, incrementam receita.

Recentemente, divulgamos nosso relatório anual com foco nesse tema – o “Mobile Gaming Apps Report” – com dados globais sobre esse segmento, inclusive com abas específicas para o consumo brasileiro. Foram analisados 314 milhões de engajamentos de anúncios, mais de 303 milhões de instalações e 6,5 milhões de compras em 697 apps de jogos entre junho de 2019 e maio de 2020.

Para não atribuir essa alta somente à quarentena, outro relatório de relevância para o setor – o “Hyper Casual Gaming in 2020”, da Adjust – mostrou que o crescimento dos downloads começou mesmo antes da declaração da pandemia global. Tais dados só nos levam a crer que, seja em casa ou nas ruas, o mercado de jogos se encontra em plena ascensão mundialmente.

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5G deve gerar US$ 22,5 bilhões em negócios B2B até 2024, aponta Movimento Brasil Digital

A implantação do sistema de conectividade móvel de quinta geração (5G) no Brasil deve gerar cerca de US﹩22,5 bilhões em negócios entre empresas (segmento B2B) até 2024, aponta estudo encomendado pelo Movimento Brasil Digital, união de empresas que buscam construir propostas que tragam tecnologia e inovação para o centro da estratégia do País, ao IDC, fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global.

O documento mostra que o 5G deve expandir o mercado de novas tecnologias no Brasil –, entre elas destacam-se IoT (internet das coisas), Public Cloud Services, Big Data & Analytics e Security, especialmente a partir de 2022. Para o período 2020-2024, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) deverá ser de 179% no período.

Já a expectativa para o investimento das empresas fornecedoras de serviço para a implementação da infraestrutura do sistema de conectividade para o 5G deverá ser de USS 2,5 bilhões, no mesmo período, e US﹩3,9 bilhões até 2025. O montante – e o apetite ao risco das empresas – está diretamente relacionada ao leilão de frequências para a rede 5G, que teve o cronograma afetado pela pandemia de COVID-19 e deve ser realizado em 2021.

“O 5G proporcionará a conectividade com excelência, sendo o grande vetor do desenvolvimento tecnológico do Brasil e do mundo na próxima década. O MBD quer ser um agente ativo nas discussões para viabilizar a tecnologia no Brasil, apontando oportunidades e ganhos que o País pode ter em diversos setores, além, claro, da geração de empregos na nova economia”, afirma o diretor executivo Vitor Cavalcanti.

Fonte: IDC

Novo ecossistema: indústria 4.0 no centro

O estudo do IDC mostra que o novo sistema de conectividade também impactará no rearranjo do ecossistema de tecnologia. Se antes a função central era exercida pela operadora, porque era a provedora de todos os elos da cadeia, agora o papel de ligação será feito por quem implanta a tecnologia, tendo o Use Case no centro das atenções, em seus mais variados setores, como utilities, manufatura, saúde, educação ou agronegócio.

Essa mudança de arquitetura, embora possa indicar perda de protagonismo para as operadoras, nem de longe significa uma redução de importância tampouco ostracismo. “Os players terão um grau de interdependência muito grande entre si. Para que as implantações prosperem é importante que não apenas as operadoras, mas todos os demais elos de uma mesma cadeia estejam dispostos a estabelecer esse grupo de alianças”, explica Luciano Sabóia, gerente de Telecomunicações da IDC Brasil, responsável pelo estudo.

“Uma vez que a implantação das novas tecnologias vai para o centro e o senso de ecossistema ganha ainda mais força, a missão do MBD de ajudar na capacitação de pessoas em habilidades digitais torna-se ainda mais urgente.”, completa Cavalcanti.

Exemplos de atividades que poderão ser adotadas em massa com o 5G

Fonte: IDC 2020

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“Go Ignite” lança chamada global para startups focada em casos de uso do 5G

Após o sucesso das chamadas globais anteriores, a Go Ignite, uma aliança de quatro empresas de telecomunicações líderes no mundo, lança a chamada “Go Ignite: 5G Open Call for startups” (Chamada Aberta 5G para startups). O público-alvo é formado por startups ou empresas apoiadas por capital de risco que desenvolvam produtos ou serviços 5G destinados a consumidores ou ao setor empresarial.

A Go Ignite é composta por hubraum, Orange Fab, Singtel Innov8 e Connected Open Innovation, que são as áreas de inovação aberta das empresas Deutsche Telekom, Orange, Singtel e Telefónica, respectivamente.

Os participantes interessados podem enviar suas propostas até 7 de setembro de 2020 em www.go-ignite.com. Elas serão avaliadas pelos membros da aliança quanto ao grau de inovação tecnológica, viabilidade, rapidez de execução e maturidade de cada projeto. As startups selecionadas terão a oportunidade de apresentar suas propostas aos principais diretores das companhias que formam a Go Ignite, em um workshop on-line que será realizado de 21 a 23 de setembro de 2020. O evento pretende ajudar as startups selecionadas a validar suas propostas com a participação das unidades de negócios dos membros da aliança. Posteriormente, as soluções poderão ser aprimoradas e ajustar suas estratégias para alinhar melhor suas inovações aos requisitos do mercado.

As startups que concluírem com sucesso o workshop on-line estarão melhor posicionadas para lançar seus produtos ou serviços 5G no mercado, pois os membros do Go Ignite totalizam mais de 1,2 bilhão clientes na África, Europa, América Latina, Oriente Médio, Sudeste da Ásia e Austrália.

Axel Menneking, responsável pela hubraum: “A incubadora de tecnologia da Deutsche Telekom já realizou programas 5G de sucesso com startups, a partir dos quais surgiram projetos interessantes. Esperamos novos e interessantes casos de uso, que demonstrem o potencial dessa tecnologia.”

Karine Dussert Sarthe, vice-presidente executiva de Marketing e Design de Produtos na Divisão de Inovação da Orange: “Queremos muito colaborar com startups para desenvolver novos casos de uso do 5G. Estamos convencidos de que o 5G poderá agregar valor acelerando a transformação digital em um mundo que enfrenta desafios econômicos e ecológicos sem precedentes. Acreditamos firmemente que alavancar um novo ecossistema 5G vai acelerar a criação de valor 5G para o benefício de todos.”

Edgar Hardless, diretor-geral da Singtel Innov8: “Esperamos ansiosamente a participação de startups que tenham ideias interessantes para aproveitar os benefícios do 5G. Através da chamada global da Go Ignite, queremos ajudar as startups a levar suas soluções inovadoras aos mercados da região do sudeste asiático, onde o Grupo Singtel está lançando o 5G. A inovação do ecossistema nos permitirá aproveitar o potencial do 5G como um divisor de águas para acelerar a transformação digital das empresas e fornecer ofertas inovadoras e diferenciadas aos consumidores.”

Miguel Arias, diretor global de empreendedorismo da Telefónica: “A Telefónica está comprometida com a tecnologia 5G, que abrirá nosso ecossistema de telecomunicações para uma ampla gama de indústrias do mercado vertical, em que, com produtos escaláveis e de impacto global, as startups poderão desenvolver provas de conceito de novos serviços, produtos, experiências e modelos de negócios no futuro.”

Para mais informações sobre a Go Ignite e inscrições, acesse o site.

WhatsApp absoluto: presença recorde em 99% dos smartphones no Brasil

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel no Brasil, realizada com oferecimento da Infobip, confirma a liderança do WhatsApp como o principal aplicativo de mensageria no país: em dois anos, o app subiu de 96% para 99% a sua presença nos smartphones no Brasil. Mais: 93% dos seus usuários declaram que abrem o aplicativo todo dia e 5%, “quase todo dia”, revela a pesquisa.

Outra descoberta é que que subiu de 69% para 76% a proporção de usuários que se comunicam com marcas pelo aplicativo, o que movimenta as empresas a utilizarem este canal de comunicação com os clientes. Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e organizador da pesquisa, o WhatsApp está pavimentando seu caminho para se tornar um super app no Brasil. “Primeiro, em agosto de 2018, abriu sua API para que grandes empresas pudessem utilizá-lo como canal na comunicação com os consumidores. Agora, em 2020, promete lançar um meio de pagamento integrado ao aplicativo, chamado de WhatsApp Payments”, comenta. “A expectativa é que esta iniciativa provoque uma grande agitação no mercado de meios de pagamentos móveis e faça com que outros gateways passem a buscar melhorias para suportarem a competição, que promete ser acirrada” acrescenta.

Marcas fortes no WhatsApp: tendência de crescimento

Desde a abertura da API do WhatsApp, diversas grandes marcas experimentaram campanhas de marketing via aplicativo ou o usaram como canal de suporte ao cliente. Netflix, Nestlé, Unilever, TIM, Oi, Banco do Brasil são apenas algumas destas iniciativas. “Consequentemente, o brasileiro se acostuma cada vez mais a falar com empresas através desse mensageiro. Em apenas seis meses, além do aumento da proporção de usuários de WhatsApp no Brasil que se comunicam com marcas, passou de 60% para 65% a proporção de usuários do aplicativo que consideram adequado usá-lo para receber suporte técnico de marcas, e de 51% para 54% aqueles que gostariam de comprar produtos pelo mensageiro”, comenta Paiva.

Pagamentos: desejo que será atendido.

A proximidade entre usuários e as marcas fez crescer o interesse do brasileiro em usar o WhatsApp pagamentos. Em seis meses, aumentou de 56% para 61% a proporção de usuários do WhatsApp que desejam essa funcionalidade. E quase a metade destes, ou 47%, gostariam de criar uma conta bancária digital no próprio WhatsApp em vez de associar seu cartão de crédito ou uma conta bancária tradicional ao aplicativo.

Telegram duplica o número de usuários e agora está em 27% dos smartphones nacionais

O desempenho do Telegram foi uma das grandes surpresas nesta edição da pesquisa. A sua base instalada vem crescendo gradativamente há um ano, quando o app estava instalado em 13% dos smartphones. Em agosto do ano passado foi para 19% e agora está em 27%. “Ou seja, mais que dobrou em um ano. Uma possível explicação é a grande exposição de mídia espontânea que o aplicativo teve no ano passado, em razão do escândalo envolvendo o hackeamento de contas de figuras públicas”, comenta Fernando Paiva. “Todavia, essa ascensão do Telegram talvez seja um voo de galinha” pondera ele. “A proporção dos seus usuários que abrem o app todo dia ou quase todo o dia caiu de 61% para 53% em seis meses. E aquela dos que não abrem o app nunca ou quase nunca passou de 13% para 16%. Além disso, em seis meses, foram registradas quedas no uso de todas as funcionalidades ou formas de comunicação do Telegram medidas pela pesquisa, desde troca de mensagens de texto, de imagens, de vídeos, de áudios e de emojis, até chamadas de voz”, acrescenta.

Sobre a Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel no Brasil: Nesta edição da pesquisa foram entrevistados 2.072 brasileiros com mais de 16 anos de idade, que acessam a Internet e possuem celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas online entre 15 e 20 de janeiro de 2020. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. O relatório integral pode ser baixado em www.panoramamobiletime.com.br

Brasil é terceiro país do mundo com mais downloads de aplicativo, segundo Liftoff

A Liftoff , líder em marketing e retargeting de aplicativos para dispositivos móveis, lançou o Relatório de Tendências de Apps para Dispositivos Móveis de 2019. O levantamento traz novidades da economia de apps, análise geográfica, tendências em aquisição e retenção de usuários e os desafios que o setor deve enfrentar nos próximos meses.

Segundo a pesquisa, os apps já correspondem a 80% de todo o tempo que usuários gastam nos smartphones. Em 2019, já foram feitos 143 bilhões de downloads, o que representa US$ 120 bilhões em gastos nas lojas de apps ao redor do mundo. Entre os países que mais baixam aplicativos, o Brasil se encontra na terceira posição, atrás apenas de Índia e EUA.

“O Brasil tem como característica o aumento nos downloads impulsionado por novos usuários, devido à entrada de novos dispositivos no mercado e de uma demanda reprimida por aplicativos de todos os tipos”, diz Antonio Affonseca, diretor de vendas da Liftoff no país. Isso faz com que os brasileiros estejam entre os menos leais aos aplicativos que baixa. Em 30 dias, apenas 2,5% dos usuários continuam utilizando um app, por exemplo.

Esse comportamento se reflete no uso de aplicativos de Compra. Segundo o relatório, 27% dos usuários se registram, mas não fazem compras. Porém, 60% dos e-shoppers brasileiros já utilizaram esses canais, segundo recente pesquisa do Google. E, com a proximidade de datas como a Black Friday, conforme levantamento da AppAnnie, os downloads aumentam 27%. O comportamento também está relacionado ao fato de que Jogos e Compras não são categorias de apps que as pessoas baixam com finalidades específicas, como é o caso de Finanças e Namoro.

Por outro lado, o relatório mostra que a América do Norte tem os usuários mais engajados, mas também os mais caros, enquanto a região EMEA – que engloba Europa, Oriente Médio e África – tem o melhor equilíbrio entre retenção de usuários e preço. O Japão lidera com o maior índice de retenção de usuários, de 5,4%. A diferença do Brasil em relação aos norte-americanos, europeus e asiáticos, no entanto, é compensada em outros níveis: o país sul-americano fica atrás apenas da Indonésia entre os que mais crescem para profissionais de marketing de aplicativos.

De maneira geral, o relatório mostra que 65% dos profissionais do setor têm centralizado seus esforços em adquirir consumidores, e só promovem o reengajamento quando o interesse já passou. Dos usuários, 25,2% continuam interagindo com apps no primeiro dia e esse índice já cai 48% até o terceiro dia. “É uma incoerência perigosa já que um aumento de 10% na retenção pode significar um aumento nos lucros que pode até ultrapassar 100%”, ressalta Affonseca.

Por fim, o relatório também destaca que um grande desafio para o setor são as fraudes em anúncios, que custam bilhões de dólares às empresas. O comércio eletrônico é hoje o segmento que corre o maior risco, já que responde por quase um terço (30,76%) das instalações fraudulentas de apps.

Sobre a metodologia

O Relatório de Tendências de Apps para Dispositivos Móveis da Liftoff tem como base a análise de dados internos entre 01/07/2018 e 31/08/2019, incluindo 349 bilhões de impressões, 5,35 bilhões de cliques, 128 milhões de instalações de apps e 76,6 milhões de eventos pós-instalação.

Galaxy S10 bate recorde de vendas no Brasil

Após um mês do lançamento, o Galaxy S10 continua um sucesso entre os consumidores brasileiros superando em 80% as vendas do Galaxy S9 e S9+ no mesmo período. Durante a pré-venda, a nova linha já havia superado em duas vezes o antecessor demonstrando a excelente aceitação do produto no Brasil.

“É com grande satisfação que recebemos esse feedback tão positivo do consumidor brasileiro. Seguimos firmes em nosso compromisso de oferecer os melhores produtos e serviços para tornar o dia a dia das pessoas ainda melhor com o uso da nossa tecnologia”, afirma Antonio Quintas, Vice-Presidente da Divisão de Dispositivos Móveis da Samsung Brasil.

A linha Samsung Galaxy S10 conta com o Galaxy S10, S10+ e S10e – todos especialmente projetados para usuários que buscam por inovação em smartphones. Entre os principais destaques do Galaxy S10 estão os diferenciais da câmera de última geração, para aqueles que buscam garantir os melhores registros; a inovadora função de Compartilhamento sem fio de bateria, que possibilita carregar facilmente dispositivos compatíveis com carregamento sem fio1; display cinematográfico; leitor de impressão digital ultrassônico2; além de outras características que proporcionam uma experiência ainda mais completa.

Para mais informações, acesse: www.samsung.com/br.

1 Wireless PowerShare limitado à produtos Samsung ou outros smartphones compatíveis com carregamento sem fio WPC Qi, como Galaxy S9, S9 +, S8, S8 +, S8 Active, S7, S7 edge, S7 Active, S6, S6 edge, S6 Active, S6 edge +, Note9, Note8, Note FE, Note5 e dispositivos wearables Samsung, incluindo o Galaxy Watch Active, Gear Sport, Gear S3, Galaxy Watch (46/42 mm) e Galaxy Buds. O carregamento sem fio pode não funcionar com acessórios ou capas que não sejam Samsung e ainda afetar a recepção de chamadas ou serviços de dados, dependendo do seu ambiente de rede.

2 Disponível no Galaxy S10 e no S10+. O Galaxy S10e possui leitor de impressão digital localizado no botão de energia. Galaxy S10 e S10+ já possuem película protetora aplicada. O correto funcionamento do leitor biométrico está condicionado ao uso de películas originais Samsung.

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M-Commerce já responde por mais de 1/3 dos pedidos online, aponta Ebit | Nielsen

As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado nesta segunda-feira (25).

O m-commerce é um dos principais responsáveis pelo crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico no ano passado. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%, conforme o balanço divulgado em fevereiro pela Ebit | Nielsen. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio em torno de R$447, aumento de 3%.

“O m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”, afirma Ana Szasz, head da Ebit | Nielsen.
As categorias responsáveis pela expressiva alta de pedidos no m-commerce são Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).

A democratização do e-commerce também pode ser notada pelo avanço para além do Centro-Sul, em especial no Norte (+22%) e, principalmente, no Nordeste (27%). O faturamento foi de R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, o que representa 13,2% do total geral.

“Ainda é pouco na comparação com o Sudeste, que concentra quase 60% das compras, mas houve um salto expressivo de 2,3 pontos percentuais em relação a 2017. O Nordeste tem uma demanda reprimida e, por consequência, muito espaço para crescer, especialmente para empresas de logística e operação, já que é a região do Brasil que registra a menor taxa de produtos entregues dentro do prazo (81%), abaixo da média nacional, que é de 86%”, explica.

CATEGORIAS

A categoria campeã em faturamento total em 2018 foi a de Eletrodomésticos, com 19,6% de importância no mercado, seguida de perto por Telefonia & Celulares, com 18,2% (contra 21,2% em 2017). Completam o top 5 Casa & Decoração, Informática e Eletrônicos.

Como o grande destaque do crescimento do mercado em 2018 foi o número absoluto de pedidos, é o ranking das categorias mais pedidas que chama a atenção. Liderando o pódio está a campeã Perfumaria, Cosméticos & Saúde, com 16,4% de participação em pedidos (4,4 pontos percentuais a mais de pedidos em relação à 2017), seguida de Moda & Acessórios, com 13,6%. As duas primeiras, principalmente, ajudam a explicar o crescimento menor no ticket médio de um ano para outro.

Completam o ranking das mais pedidas em 2018 Casa & Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas & Apostilas, com 7,5%, outra categoria com um ticket médio não muito alto.

FRETE GRÁTIS

A porcentagem de lojas que utilizaram frete grátis como estratégia apresentou leve variação durante o ano de 2018. Ao analisar os dez maiores players do mercado, esse aumento acontece em dois momentos: no segundo e no quarto trimestre do ano devido à greve dos caminhoneiros e período de Natal (que inclui Black Friday), respectivamente.

CROSS BORDER TRADE

As compras realizadas por brasileiros em e-commerces internacionais totalizaram US$ 2,1 bilhões em 2018, queda de 22,2%. Considerando a alta acumulada do dólar no ano, convertendo para o valor médio em reais, a queda foi um pouco menor, 10,9%. O número de pedidos caiu 6%, de 73,8 milhões para 69,4 milhões, e o tíquete médio baixou 17,2%, de US$36,79 para US$30,48. Entretanto, o número de consumidores que efetuaram pelo menos 1 compra cross border trade cresceu 3%, comparando com o ano anterior, para 23,1 milhões.

De acordo com Ana Szasz, o cenário de queda está ligado ao preço do dólar e o consequente aumento de preços. Em 2017, a cotação média do dólar no Brasil foi de R$3,19, já em 2018 saltou para R$3,65 (média), uma alta de 14,4%. “Vale pontuar também que, em agosto do ano passado, os Correios passaram a taxar os consumidores por compras internacionais com um valor fixo de R$15”, explica a head da Ebit | Nielsen.

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Metade dos internautas brasileiros não consegue ficar um dia sem o smartphone

Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone? O IBOPE Conecta fez essa pergunta aos internautas brasileiros e descobriu que 52% deles não conseguem ficar um dia inteiro longe do aparelho. Os que conseguem ficar um dia sem o smartphone somam 18% e há 30% que indicam que conseguem ficar sem seu celular por mais de um dia.

Dentre os que pouco conseguem ficar sem o aparelho, 8% dizem que aguentam no máximo uma hora, 11% citam entre 2 e 3 horas, mesmo percentual dos que mencionam até 6 horas, e 7% aguentam até 12 horas. Todavia, há 15% que revelam que não conseguem ficar sem smartphone em momento algum.

O celular afeta negativamente sua vida? Três em cada dez internautas (31%) apontam que não. Por outro lado, 27% informam que se sentem afetados pelo dispositivo na hora de dormir e 23% indicam que o aparelho afeta o relacionamento com as pessoas, mesmo percentual dos que indicam distração com as tarefas diárias.

A pesquisa mostra também que 16% dos entrevistados apontam que o uso do smartphone atrapalha no âmbito profissional, quantidade similar de internautas que relata que o relacionamento com a família é afetado. Há também 12% que revelam ser afetados quando estão dirigindo e recebem ligações/mensagens, 9% que dizem que sua saúde é afetada de maneira negativa, 8% que se sentem afetados no ambiente escolar e 6% apontam que o smartphone atrapalha na vida sexual.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 18 a 22 de outubro de 2018, com 2.000 internautas das classes A, B e C de todas as regiões do Brasil.

O Mobile First e seu impacto no e-commerce

Por Thiago Mazeto

Talvez você já tenha ouvido falar em Mobile First, mas não sabe exatamente como funciona. O termo vem ganhando destaque nos principais portais sobre tecnologia e e-commerce nas últimas semanas e tem deixado muita gente preocupada por conta das mudanças que deve trazer. Para entender melhor tudo isso, vou contextualizar a história.

Ele está só seguindo a onda

O Google e seus algoritmos de SEO são os responsáveis pelo Mobile First Index, seu nome completo. A verdade é que essa história só está seguindo a onda dos smartphones. O número de aparelhos ativos já é maior do que o de pessoas no mundo, o que o faz o principal meio para pesquisas na internet.

Para ter ideia, segundo a FGV – Faculdade Getúlio Vargas – só no Brasil são 220 milhões de smartphones com acesso à web. No primeiro semestre de 2018, 32% das vendas online foram transacionadas através de um desses aparelhos de acordo com o 38º Webshoppers, do Ebit/Nielsen.

Dá para acreditar nisso?

A migração do desktop para o mobile é uma tendência anunciada. Há tempos o comportamento do usuário de internet vem migrando para os dispositivos móveis e o consumo acompanhou essa direção. O Google, obviamente, percebeu isso.

Primeiro, passou a posicionar melhor nos resultados de busca os sites que possuíam uma versão responsiva, favorecendo o acesso por meio de celulares. Agora, essa vantagem vai para quem é Mobile First.

Mas, afinal, o que é Mobile First?

Hoje, na hora de desenvolver um site é comum criá-lo pensando na sua visualização para desktop e, posteriormente, adaptá-lo para o mobile. Com essa mudança do Google, o desenvolvimento terá que fazer o caminho contrário.

Essa alteração na forma como o Google encara a construção dos sites atinge todo mundo. Independentemente do segmento, seja consumo ou conteúdo, o posicionamento nas buscas será prejudicado para quem não atender essa diretriz, impactando em diferentes métricas.

O Google utiliza mais de 200 regras diferentes para avaliar o SEO de um site e ranqueá-lo nas primeiras páginas organicamente. Na última atualização anunciada pela grandiosa do Vale do Silício, o Mobile First foi um dos itens que expôs o “calcanhar de Aquiles” da internet.

Não se desespere! Tudo tem solução

Todo o trabalho de SEO da loja virtual não será lançado ao limbo de uma hora para outra, não é preciso se preocupar com isso. A virada para o Mobile First é uma mudança gradativa e o Google não vai penalizar os milhões de sites que não se adequarem a nova regra de forma imediata.

Buscar um desenvolvedor para ajudar na adaptação do site ou mesmo entrar em contato com a plataforma de e-commerce, que certamente já possui uma versão de template compatível, são alternativas que podem ajudar. O importante é entrar em ação e não ficar para trás. Sair na frente com um site que se enquadre nesse novo formato pode garantir um melhor posicionamento para a loja virtual.

Thiago Mazeto, head de varejo da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

App da Hoteis.com mostra como planejar viagens por comandos de voz

De acordo com o Hoteis.com™ Mobile Travel Tracker*, atualmente quase um quarto (ou 22%) dos viajantes ao redor do mundo usa comandos de voz para buscar e reservar viagens. Aproveitando essa tendência, a Hoteis.com passou a ser uma das primeiras empresas de viagens a incorporar os Atalhos da Siri® no seu app, como parte do lançamento desse recurso para o iOS12.

Com 70 milhões de downloads do aplicativo no mundo, a Hoteis.com vai disponibilizar esse novo recurso de atalho em 90 países e territórios, em 40 idiomas. Os clientes da Hoteis.com só precisam abrir as suas reservas no app, clicar no botão “Adicionar à Siri” e gravar um comando de voz relativo à sua estadia.

Quando chegarem aos seus destinos e quiserem saber o endereço do hotel, ver a localização no mapa ou encontrar o horário do check-in, os clientes devem apenas repetir o comando de voz nos Atalhos da Siri para abrir as reservas no app da Hoteis.com.

“Quantas vezes chegamos a um aeroporto com as mãos cheias de bagagem e não conseguimos imprimir nem encontrar o e-mail de confirmação da reserva? Agora a chave é a nossa voz! Com os Atalhos da Siri no app da Hoteis.com, você tem todas as informações que precisa com apenas um comando de voz, sem nenhum estresse ou complicação”, explica Daniel Craig, Vice-Presidente do Departamento de Mobile da Hoteis.com. “O uso de comandos de voz no planejamento de viagens é uma tendência crescente e este é o recurso perfeito para os viajantes de hoje, que necessitam de informações imediatas nas pontas dos dedos, ou melhor, na ponta da língua!”, completa Craig.

O premiado app da Hoteis.com é um dos mais bem avaliados (+ de 4,5 estrelas) nas lojas da Apple e Android. Disponível para download em dispositivos iOS e Android, o nosso app é a maneira mais fácil de reservar as suas viagens. Além disso, você ganha descontos na hora e diárias grátis para futuras estadias.

*Comissionada pela Hoteis.com, em outubro e novembro de 2016, a One Poll conduziu a pesquisa Mobile Travel Tracker com 8.377 entrevistados de 28 países.

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Insurtech cresce no mercado com soluções focadas em mobilidade

Há dois anos no mercado, a insurtech Planetun, criada pelo grupo que leva o mesmo nome, vem expandindo sua atuação no mercado com o desenvolvimento de soluções cujo o foco principal é a mobilidade. Suas diversas tecnologias têm como objetivo levar agilidade e praticidade para o setor, tanto para os segurados como para as seguradoras.

O sócio-fundador da insurtech, Henrique Mazieiro, afirma que o futuro será 100% móvel e é nesse nicho que estão mirando: “O Brasil hoje conta com cerca de 220 milhões de celulares ativos, ou seja, é mais de um por pessoa, e ainda existem mais de 306 milhões de dispositivos portáteis, como smartphones, tablets e notebooks, em uso. Esses dados demonstram uma grande percepção de mercado de que o consumidor busca cada vez mais mobilidade, e nós temos trabalhado justamente para entregar essa autonomia”. E completa: “Nos encaixamos na grande necessidade do setor de poder contar com empresas parceiras de tecnologia que levem soluções avançadas e implantações rápidas, seguindo o modelo MVP (Minimum Viable Product, ou, em português, Produto Minimamente Viável), com custos viáveis de investimento”.

Ao longo de 2017, a insurtech realizou 33 mil processos e até maio deste ano já foram 32 mil, com expectativa de alcançar 150 mil até o final do ano. Sua principal tecnologia são os aplicativos web, que levam mobilidade para diferentes processos de negócios do setor de seguros e automotivo, como vistoria, sinistro e inspeção. Utilizando a ferramenta, o próprio segurado consegue enviar fotos do seu bem diretamente para a avaliação da seguradora, sem a presença de um terceiro no processo. A solução inovadora não precisa ser instalada e roda nativamente no navegador do celular, ou seja, não ocupa espaço na memória. Também pode ser personalizada de acordo com a identidade visual de cada cliente, e ainda conta com serviços como geolocalização, para verificar a autenticidade do endereço cadastrado, além de recursos avançados de chat, áudio e vídeo.

“Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats). Já estamos trabalhando em integrações e chatbots que também permitirão ao cliente solicitar o token pelos mais diversos canais de comunicação com as seguradoras. Com os app´s web, o usuário realiza os processos no seu tempo, não precisa se deslocar e nem esperar a visita de alguém. Estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança”, explica Mazieiro.

Para as seguradoras, o uso desta solução trouxe uma grande redução de custos e permitiu ampliar a abrangência de seus negócios. De todos os tokens enviados, a Planetun tem adesão e retorno positivo em 70% dos casos, e o índice de satisfação de 0 a 5 está em 4,71 pontos, tendo uma média também de 70% de respostas realizadas pelo próprio aplicativo.

A insurtech ainda acaba de lançar mais uma inovação que trabalha aliada com seus aplicativos. A empresa desenvolveu um algoritmo que compara todas as imagens que estão em sua plataforma. Com isso, no momento em que o usuário insere novas fotos, o algoritmo faz uma série de leituras e verifica se esta imagem já foi utilizada em algum outro processo, se já existia antes do disparo do token e ainda se a localização da foto está dentro do raio aceitável para as características daquele processo. Caso o sistema detecte que algo possa estar errado, a Planetun e a seguradora são alertadas do problema imediatamente.

Com uma equipe própria composta por desenvolvedores de projetos e designers, as aplicações tecnológicas da Planetun têm entregado ao mercado não só mobilidade, mas também comodidade, segurança, agilidade, e redução de custos, facilitando os processos de negócios do setor.

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