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Gastos de e-commerce com publicidade mobile supera a de desktops

A SEMrush, líder mundial em marketing digital e fornecedora de ferramentas de monitoramento online, anuncia os resultados de uma pesquisa realizada mundialmente com mais de 8 mil sites de comércios eletrônicos, divididos em 13 categorias. O estudo identificou as principais tendências de marketing digital para 2018.

Com a proposta de coletar informações sobre fontes de tráfego, quantia investida em publicidade, tipo e tamanho de anúncios gráficos, assim como os dispositivos visualizados, as palavras e frases mais populares, entre outros aspectos do e-commerce mundial, o estudo revelou que os gastos em publicidade digital para dispositivos móveis foram consideravelmente superiores (85,39%) aos voltados para desktops (14,81%).

Partindo da divisão do total de sites estudados em diversas categorias – como alimentação, eletrônicos, vestuários, livros e viagens -, a pesquisa da SEMrush registrou que mais de 50% das lojas online que fizeram parte do estudo investiram em torno de U$ 1.000 em publicidade paga. A segunda maior faixa de gastos com anúncios foi de US$ 10.000 a U$ 50.000; Do total, cerca de 15% dos e-commerce gastaram entre US$ 1.000 e US$ 5.000.

Dentre as categorias analisadas, marcas do segmento de “Moda e Vestuário” são as que mais investem em anúncios pagos, com 81% do orçamento total acima de US$ 10.000, seguida por “Livros” (80%) e “Casa e Jardim” (47%).

O estudo ainda aponta que o tráfego direto é a principal forma como os clientes acessam os sites de e-commerce: o formato corresponde a 42,18% dos acessos, seguido por ferramentas de pesquisas, responsáveis por 40,1%. Um dado interessante revelado pelo estudo é que, embora haja intensos investimentos sendo feitos pelas marcas em redes sociais, os consumidores estão clicando pouco em sites pelas redes sociais, sendo que apenas 2,92% deles chegam aos sites de e-commerce por este caminho.

“As estratégias em relação ao e-commerce têm mudado globalmente e o Brasil não fica de fora dessa estatística. Este mercado encontra-se em pleno crescimento e a principal mudança que notamos é a preferência pelos dispositivos móveis, evidenciada por esse aumento de investimento em publicidade mobile, em comparação aos gastos com anúncios em desktops”, comenta Maria Chizhikova Marques, coordenadora do Mercado Brasileiro da SEMrush.

A pesquisa da SEMrush também listou os termos que mais envolvem emoções nos anúncios e despertam a curiosidade dos consumidores. A frase mais usada é “frete grátis”, seguida de “sem juros” e “melhor preço”. O estudo destaca ainda que os e-commerce apostam em algumas táticas para ativar os gatilhos emocionais que fazem os consumidores comprarem, como mencionar garantias e fazer chamadas que transmitam sensação de urgência.

Sobre o estudo E-commerce 2017

A pesquisa reuniu um grande conjunto de dados de mais de 8 mil sites de e-commerce visitados entre os dias 1 de janeiro e 31 de novembro de 2017 em diferentes países como Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Espanha, Alemanha e outros. Dividido em 13 categorias, como Eletrônicos, Alimentação, Vestuário e moda, Livros, Móveis, Viagens, entre outras, o estudo completo pode ser conferido no link abaixo: pt.semrush.com/ebooks/pesquisa-ecommerce-2017/

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Empresa facilita campanha mobile para PMEs

Uma plataforma inovadora está tornando mais simples a divulgação de produtos e serviços por meio dos smartphones no Brasil. De times de futebol, a restaurantes, lojas e clínicas, empresas brasileiras começam a ter na palma das mãos campanhas mobile rápidas, fáceis de fazer e a baixo custo. Até então, para uma comunicação eficaz das marcas pelo celular, PMEs precisavam contratar um programador, designer e redator – ou adaptar campanhas de outros meios para o celular – com baixa conversão e alto investimento.

168 milhões de aparelhos em uso no Brasil

Criada pela Louyt– empresa europeia que disponibiliza tecnologia de soluções em mobile marketing para mais de 24 países – a franquia conhecida como Plataforma ADA permite criar conteúdos 100% mobile, distribuir em diferentes canais e mensurar as campanhas em tempo real. É possível gerar, por exemplo, ações de storytelling, em que a pessoa pode virar a história como as páginas de um livro – bastante utilizada em catálogos, cardápios e em ações comemorativas.

Páginas de landing page possibilitam fazer pesquisas de satisfação, formulários dedicados e cupons e, o e-mail marketing é adaptado para interação mobile. Toda a interface é pensada para o engajamento pelo smartphone – de SMS, e-mail a redes sociais – considerando o tamanho da tela, tempo de exposição à campanha e o local dos clientes. No Brasil, a empresa atua por meio de franquias regionais, permitindo um atendimento próximo ao cliente.

“O smartphone já passa o desktop como o primeiro ponto de contato, principalmente no Brasil, onde são mais de 168 milhões de aparelhos em uso. Então as empresas precisam estar presentes, serem úteis e rápidas, exatamente onde seus clientes estão, no mobile”, diz Alexandre Ribas, CEO da marca.

De times de futebol a restaurantes

No país, os cases de sucesso se multiplicam. “Times de futebol lançam campanhas que atraem torcedores ao estádio e aumentam número de sócios, lojas rapidamente trazem clientes para suas promoções, restaurantes aumentam o ticket médio e mantém sua base de dados atualizada, interagindo diretamente com o cliente pelo smartphone”, explica a diretora de marketing no Brasil, Bruna Schwerz.

Uma companhia aérea espanhola, por exemplo, aumentou em 75% a taxa de resposta a sua pesquisa de satisfação após os passageiros receberem o formulário pelo smartphone assim que o avião pousava. “A atenção do consumidor está muito disputada. Para engajar o cliente, é preciso estar no canal certo, no momento certo, do jeito certo”, explica.

Plataforma ADA

A Plataforma ADA é um conjunto completo de produtos integrados para gerar o engajamento do cliente final. Ela foi projetada para que o usuário tenha um relacionamento forte e duradouro com seus clientes, permitindo que haja maior criatividade em seu manuseio e rapidez em suas publicações. Com ADA é possível criar, distribuir e mensurar soluções para qualquer tipo de negócio.

Mais informações sobre produtos

StoryTelling – Com essa ferramenta, é possível criar histórias com páginas ricas em conteúdo multimídia em que o público pode “folheá-las” como se estivesse lendo um livro.

Landing Page – Promove diferentes produtos e serviços no mobile, como pesquisas, formulários dedicados e cupons exclusivos. São nove modelos que permitem agilidade para envolver clientes instantaneamente, capturar dados e gerar leads com perfil já sabendo suas preferências.

Uppermail Mobile-Friendly – Uppermail é uma ferramenta 100% otimizada para todos os dispositivos mobile e é um excelente editor de web que permite em poucos passos a criação de campanhas de e-mail marketing profissionais com mobile-first approach.

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5 Ferramentas para incluir no seu arsenal contra a fraude mobile

Por Andreas Naumann, Especialista em Fraudes da adjust

A fraude por cliques em anúncios é um problema de bilhões de dólares. Muito do tempo,
dinheiro e recursos das empresas são gastos na tentativa de resolver uma campanha
comprometida. Por isso, é cada vez mais importante que todos que lidam com o mercado
digital e mobile tenham um time de marketing com capacidade para lidar com as fraudes. Mais
do que isso, é necessário que esse time conheça o leque de ferramentas que pode usar nessa
guerra.

Aqui está nossa recomendação com 5 tipos de ferramentas que podem ser incluidas no seu dia
a dia e no da sua empresa.

1) Treinamentos (tanto dentro da empresa quanto enviando seu time para fora)

Quanto seu time sabe a respeito dos tipos de fraude que existem nos dias de hoje? Eles estão
cientes das melhores práticas para identificá-las? Talvez seja a hora de pensar em elevar o
nível de conhecimento deles – não somente em fraude, mas também sobre as melhores
práticas de marketing mobile em geral.

Com fraudadores ficando cada vez mais experientes em burlar as campanhas, é fácil ficar para
trás e perder um entendimento sólido dos melhores KPI’s e o que é, de fato, um bom
benchmark em cada cenário. Envie seu time para conferências, faça um workshop de
treinamento, e divida conhecimento sobre marketing mobile.

2) Ferramentas para capturar conjuntos de dados dentro da sua própria plataforma de
Business Intelligence (BI)

Colocar uma campanha de mobile marketing no ar é uma tarefa bastante complexa, por isso
mesmo, existe uma gama variada de peças e dados dentro do ecossistema que podem ajudar
você a rastrear fraudes em sua campanha. O problema é que cada pessoa envolvida na
campanha tem um tipo de permissão e acesso aos dados dentro da cadeia de valor.

Isso acontece por diferentes razões, que vão desde regulamentação de privacidade até
medidas internas de segurança da empresa. Por exemplo, se um funcionário do marketing é a
primeira parte da cadeia, ele poderá ter acesso ao banco de dados com informações bem
detalhadas.

Mas um funcionário da parte de mobile ads, que está na terceira parte do ecossistema, terá
apenas o target e a ferramenta de postagem à sua disposição. Já as plataformas de atribuição
(como a adjust) ficam no meio do caminho, com um pouco de cada tipo de permissão.
Somente aqueles que estão na primeira parte da cadeia tem a permissão para coletar essas
informações e ter um ponto de vista macro e completo da situação. Por isso, é necessário que
eles tenham à mão algum tipo de plataforma de BI criada internamente ou mesmo licenciada. A
maioria dos sistemas irá permitir que ele exporte esses dados e os divida com mais pessoas de
maneira segura. Isso também será útil para o próximo ponto da nossa lista.

3) Ferramentas que barram fraudadores de forma ativa

Depois de coletar informações de diferentes fontes e gerar conclusões com elas, as
ferramentas de prevenção de fraude podem entrar no jogo de maneira otimizada. Um dos
principais pré-requisitos das soluções em prevenção de fraude é a capacidade de barrar
campanhas de forma direta e ágil. Isso é importante para impedir que os fraudadores
continuem recebendo o dinheiro da campanha ao serem identificados.

Ainda pior do que prejudicar uma campanha ativa, se as conversões fraudulentas passam
pelos seus sistemas, vão acabar afetando seu time na hora de concluir sobre o tráfego de
todas as campanhas. É uma tarefa árdua e primordial limpar esses sistemas de dados de
maneira retroativa.

É necessário aplicar esses filtros antes que os dados sejam encaminhados para outras partes,
como um sistema de BI interno. Isso pode ser feito com uma plataforma de atribuição, ou
através de um intermediário.

4) Ferramentas que enviam metadados para endereços de IP

Similar aos sistemas de prevenção de fraudes, as empresas deveriam ter algum tipo de banco
de dados de IP, que envia metadados para endereços ao longo de vários pontos da cadeia de
valor. Isso é importante porque permite combinar os dados do IP para confirmar a validade
deles. A validação dos endereços de IP é talvez a forma mais fácil e forte de confirmar se o
tráfego não está vindo de uma fonte suspeita (como um centro de dados ou uma saída de Tor),
além de checar se o tráfego não está vindo dos pontos geográficos diferentes daqueles você
planejou.

5) Ferramentas que calculam KPI’s específicos e fontes de tráfego

Por fim, as empresas devem ter um banco de dados com um bom front end (talvez até
construído internamente). Esse banco seria capaz de dar KPI’s para tráfego, além de permitir
que o time comparasse benchmarks. Idealmente, essa ferramenta também permitiria que você
importasse e gerenciasse dados brutos de diferentes fontes, para possibilitar pesquisas e
comparações no caso de mitigação de fraude.

Conclusão:

Devido à complexidade do ecossistema dos anúncios mobile e o crescimento das fraudes, listar
essas 5 ferramentas se torna um importante primeiro passo. Esperamos que com elas, você
consiga visualizar a chave para construir uma infraestrutura capaz de prevenir e evitar
problemas com fraudes. Muitas empresas acabam focando somente na parte de atribuição –
tentando descobrir de onde o trafego de anúncios vem – mas essa é somente uma parte do
jogo.

As plataformas de atribuição vão permitir que você compare diferentes fontes, e acompanhe
seu funil de conversões, mas as fraudes podem sempre tomar diferentes formas, então é
importante estar atento e atualizado. As dicas e ferramentas que estamos recomendando aqui
podem ser usadas imediatamente por times que estão buscando certa autonomia e capacidade
de resolver problemas causado por fraudes.

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Mobile: do empirismo aos dados – Por Alberto Pardo

Os smartphones estão nas mãos das pessoas seja enquanto caminham pelas ruas, no local de trabalho, em casa e até mesmo no carro ao dirigir. Sempre conectados. Este olhar empírico já revela o quanto os dispositivos móveis se tornaram parte das nossas vidas. Para aqueles que trabalham no segmento de publicidade mobile não há dúvida sobre o quanto esta relação quase íntima com os aparelhos celulares representa em oportunidade para a comunicação das marcas. Ainda que os profissionais de marketing tenham a mesma percepção, alguns questionamentos persistem. Quão efetivo é a publicidade mobile? Como é o seu desempenho em comparação à outras mídias? Quais são as evidências de que investir em mobile gera retorno financeiro?

A busca por respostas a essas perguntas motivou a MMA – Mobile Marketing Association – a realizar o estudo SMoX.me (Smart Mobile Cross Marketing Effectiveness). O material tem alta relevância por trazer à tona, de forma inédita, os dados da performance de campanhas reais de marcas como Coca-Cola, MasterCard, AT&T, Walmart e Unilever.

Tive a oportunidade de analisar o estudo e, como disse o executivo Fabiano Destri Lobo, Managing Director Latam da MMA, pela primeira vez, o valor da publicidade mobile foi mensurado de forma clara, evidenciando o seu papel como gerador de vendas, bem como a relação do retorno versus investimento ser mais favorável do que em relação à outras mídias. Há ainda insights valiosos para guiar os gerentes de marcas sobre como otimizar o budget com a alocação ideal de cada mídia dentro do mix publicitário. A conclusão que merece ser dita aos quatro ventos é de que a mídia mobile é duas vezes mais eficiente do que os outros meios na análise do funil de vendas. Desta forma coloca-se um ponto final na hipótese de que mobile não seria capaz gerar retorno financeiro para as marcas

Outra percepção confirmada diz respeito ao natural conservadorismo envolvido em mobile, por ser uma mídia relativamente nova. Muitas marcas ainda estão em período de experiência no que tange os investimentos em publicidade mobile. O estudo demonstra, no entanto, que já é tempo de apostas mais agressivas, sem risco e com garantia de bons frutos. De acordo com o SMoX, a média de alocação dos investimentos em mobile dentro do mix é de 3 a 5%. O valor apontado como ideal para se obter os melhores números possíveis seria entre 12 a 20%. Este incremento impactaria em uma melhora de awareness (18%), imagem (17%) e vendas (14%).

Em termos práticos, o estudo detalha uma das campanhas da Coca-Cola, no Brasil. Com foco no público entre 12 e 49 anos, a ação em mobile foi dividida entre os formatos display, vídeo e social. Todo o esforço nesta mídia representou desempenho superior como gerador de resultados, tanto em intenção de compra como em vendas, em comparação a todos os outros meios, como OOH (Out Of Home), TV e cinema.

A análise minuciosa dos dados comparativos, revelam que o investimento adequado em mobile deveria ter sido de 19% para gerar 47% do total de vendas promovidos pela campanha, ou traduzindo, um incremento de 40% no lucro. Já no caso da campanha da marca Magnum, com target focado em mulheres entre 25 e 54 anos e peças em TV, impresso e digital, apenas a realocação do budget, chegando ao nível de 15% do total destinado à mobile, garantiria lucro 9% superior, podendo chegar a 13% com o melhor aproveitamento criativo. Novamente, são provas concretas de que o tempo do conservadorismo em mobile deve ficar no passado. Os números mostram claramente que é possível, e até recomendado, ampliar o share de investimentos nesta mídia dentro mix.

Ao analisar os formatos mobile de forma individualizada, o estudo apresenta, no caso da campanha de Coca-Cola, os vídeos com desempenho seis vezes superior às outras telas (TV e vídeo em desktop). Novamente, a sensação dá lugar aos dados. Para aqueles que acreditam estar investindo o bastante em vídeos, a dica é reavaliar a estratégia. Nesta ação especificamente, por exemplo, dada a eficácia deste formato, o investimento em vídeo de 34% do total deveria passar para em torno de 42%. Outro fator que contribuiria para melhorar o resultado dos vídeos seria o target para mulheres mais jovens, entre 18 e 24 anos, pois foi exatamente esse perfil que melhor respondeu a esta solução.

A mesma constatação vale para a campanha da marca Magnum. A performance dos vídeos em mobile (seja em redes sociais ou não) foi altamente superior aos meios TV e desktop. O resultado poderia ser 25% maior, caso o alvo fosse o público entre 45 e 54 anos e sem filhos. Um detalhe relevante apontado na campanha da Unilever é de que os vídeos de 15 segundos foram mais eficientes em gerar intenção de compra do que aqueles de 30 segundos. A pista é de que a comunicação em mobile deve capturar a atenção dos usuários logo nos primeiros segundos e ser a mais direta e breve possível. Um desafio e tanto.

A análise da campanha de Magnum traz outros importantes insights do ponto de vista da estratégia a ser adotada em mobile. Os banners em mobile utilizados com base no targeting por condição climática obtiveram melhor ROI que os demais e geraram melhor awareness (25 pessoas a mais atingidas por dólar investido). Da mesma forma, o recurso de Rich Media possibilitou impactar 300 usuários a mais por dólar investido, além de melhor ROI.

Estes insumos referentes aos detalhes estratégicos da campanha são fundamentais para que as marcas entendam que a mídia mobile é a que possibilita a entrega da mensagem no contexto adequado, utilizando recursos de segmentação e geolocalização. Definitivamente a era do empirismo mobile está chegando ao fim e o SMoX.me é o “empurrão” final que faltava para que os profissionais de marketing tenham evidências sobre o valor do mobile adversting no funil de vendas, além de parâmetros claros sobre como equalizar melhor o budget, ao otimizar os investimentos e garantir o melhor retorno possível.

Alberto Pardo é CEO e fundador da Adsmovil

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Zenvia adquire unidade de negócios de VAS da Spring Mobile Solutions

A Zenvia anuncia que chegou a um acordo com a Spring Mobile Solutions para a aquisição da área de Serviço de Valor Agregado (VAS). A aquisição faz parte da estratégia de consolidação de mercado da Zenvia, que visa fortalecer sua presença no segmento de mensagens móveis, mobile marketing e carrier billing. A área de VAS da Spring possui, aproximadamente, 400 clientes nos setores financeiro, varejo, saúde e consumo, oferecendo soluções de mensageria, mobile marketing e tarifação de serviços e bens virtuais.

“Este é um passo muito importante para o mercado, pois o portfólio de VAS da Spring Mobile traz mais agilidade e sinergia para nossas operações”, diz Cassio Bobsin, CEO da Zenvia. De acordo com Bobsin, a plataforma adquirida proporcionará aos clientes Zenvia mais recursos, maior capacidade e qualidade de serviço aos clientes. “Estamos expandindo a nossa oferta de serviços e, ao mesmo tempo, consolidando nossa liderança no mercado”, explica Bobsin.
“A Spring Mobile Solutions sempre foi, prioritariamente, uma empresa de software de mobilidade para os representantes de campo na indústria de bens de consumo. Por isso, a venda da unidade de VAS fez sentido, pois nos permitirá novos investimentos e foco na nossa unidade de negócio de SaaS. Agora, temos a possibilidade de nos concentrarmos no crescimento da nossa participação no mercado e melhorar o nosso alcance e capacidade mundial”, diz o presidente da Spring, Conor Keane.

A Spring Mobile Solutions continuará investindo em novos produtos e em inovação para, assim, expandir sua capacidade de entrega global. A empresa, que já possui escritórios e centros de distribuição nos Estados Unidos, Colômbia, Brasil, México e Rússia, planeja abrir filiais na Ásia, África e Europa.

Os cerca de 50 colaboradores que já trabalhavam na área de VAS da Spring deverão permanecer na operação. “Nossos planos para 2015 consistiam em contratar mais de 80 novos profissionais para expandir a oferta dos serviços e colocar em prática nosso plano de crescimento para essa área. Com a aquisição, essas contratações devem diminuir, pois já contaremos com profissionais preparados. Será um movimento excelente do ponto de vista de equipe”, diz Bobsin.

“A expectativa da Zenvia para 2015 é dobrar o faturamento que, no ano passado, foi superior a R$ 150 milhões”, finaliza o CEO.

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Especialista aponta as vantagens do mobile marketing para os negócios

Diante das mudanças tecnológicas e de uma geração cada vez mais conectada via celular, as agências precisarão se reinventar e apostar em estratégias diferenciadas na web

O computador não será mais o centro das experiências das pessoas. A bola da vez agora é Social Mobile. Afinal, os brasileiros são os maiores usuários da tecnologia via smartphones. De acordo com o Estudo Mobile Report, do Ibope Media, o número de pessoas que possuem smarthphones com acesso à internet aumentou em 42% no período de janeiro a julho deste ano, atingindo 25,5 milhões de usuários.

O levantamento mostrou ainda as principais diferenças no comportamento e hábitos de compra dos brasileiros. Dos paulistas entrevistados 57,7% compram aplicativos e jogos pela internet, 40,9% deles optam por compras coletivas e 32% adquirem ingressos de shows. Já os cariocas usam deliberadamente smartphones, 37,1% buscam informações sobre lazer e 11,1% dicas de viagens. Para 32% dos entrevistados cariocas, eles utilizam o smartphones para acessar à internet.

Os mineiros e capixabas foram os que mais compraram via smartphones. Dos usuários abordados, 41% pesquisaram e compraram produtos eletrônicos e 30,7% por itens relacionados à moda. Já no sul do País, os sulistas preferem conteúdo de entretenimento em 47% dos casos e 44,9% deles gostam de ver vídeos. O interessante é que 25,9% têm o hábito de pesquisar sobre preços.

Já no norte, nordeste e centro-oeste do país, concentraram a maior parte da população que mais comprou itens de informática com 60,3% dos casos. A maioria 47,1% disse ter acessado sites de músicas no período e 27,2% declaram usar o aparelho enquanto assistem TV.
Este dado mostra que o País avançou em internet móvel e a previsão é crescer ainda mais, afinal, este aumento refere-se a 15% da população.

Os americanos, por exemplo, já têm enraizado na cultura o costume de comprar pela internet e, a projeção até 2017, é que tenham nos Estados Unidos 88% de usuários americanos são influenciados pelo mobile, segundo informações divulgadas pelo eMarketer.

Para o sócio diretor de engajamento da Cappuccino, Vitor Elman, com mais de 15 anos de experiência em comunicação digital, os smartphones tem, e cada vez mais, uma parcela importante no consumo diário de mídia. “Hoje temos uma geração conectada a várias telas e que muda o tempo todo. A chamada Geração C está acostumada com tecnologia e as marcas precisam estar em contato frequente com esse perfil de usuário, de formas variadas e dinâmicas. Para isso, é preciso focar em uma experiência em tempo real que acompanhe esse público, criando ações de engajamento na web”, explica Elman.
Para ele, uma das formas de atingir esse público é por meio do conhecimento do target (hábitos, gostos, anseios, tipos de lugares frequentados) chegando na mensagem/conteúdo certo, na hora e local preciso via a tecnologia (mobile). “É preciso deixar de lado a forma engessada de pensar em digital e partir para a criação de um marketing de qualidade, diferenciado e que transmita e possibilite experiências.”, diz.

Afinal, os consumidores atuais querem participar da criação dos produtos. No entanto, a pergunta que fica e o desafio para a maioria das agências de comunicação digital do país é como criar aplicativos que tragam valor, engajamento e interação com as marcas? Dados divulgados pela comScore mostram que, em quatro anos, aumentou em 116% o número de usuários na internet subindo para mais de 73 milhões.

Os investimentos em ações digitais chegam em aproximadamente R$ 6.538.399 milhões em 2013, o equivalente a 21%. O engajamento cresce também. Em abril desse ano, 97,5% de usuários foram engajados e impactados de alguma forma, enquanto que, em abril de 2012, esse número corresponde em 86,1%.

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