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O que impulsiona as compras no TikTok

Por Ruth Temianka, da VidMob

Os TikTokers no Reino Unido estão menos envolvidos com as marcas do que em outros aplicativos sociais, especialmente quando se trata de clicar em anúncios para comprar coisas. Nossas descobertas mostram que 92% dos usuários do TikTok no Reino Unido nunca clicaram em um anúncio para fazer uma compra.

Esse é especialmente o caso entre a Geração Z e mulheres da geração Y, das quais apenas 4% se envolveram com mídia paga no aplicativo até agora. Os homens, por outro lado, especialmente aqueles com 25 anos ou mais, apontam para uma tendência mais promissora para os comerciantes do Reino Unido. Os usuários do sexo masculino são mais propensos a fazer compras no aplicativo depois de clicar em anúncios, comprar coisas depois de ver um anúncio e também se envolver com marcas em geral no TikTok.

Embora os anúncios do TikTok no Reino Unido ainda estejam começando, o forte desempenho em mercados mais estabelecidos, junto com padrões semelhantes de uso no Reino Unido e nos EUA, sugere que o aplicativo provará ser um terreno fértil para o comércio social em ambos os lados do Atlântico no ano que vem.

Vídeos geram engajamento e conversões de marca

Na verdade, o aplicativo já gerou US﹩ 456,7 milhões para marcas em todo o mundo, US﹩ 86,5 milhões dos quais foram nos EUA em abril de 2020 – tornando-se o segundo maior mercado do aplicativo. Um em cada três usuários no Reino Unido afirma que provavelmente faria uma compra depois de ver um vídeo sobre o produto ou serviço. Além do formato do anúncio, algo está motivando os 800 milhões de usuários ativos globais da TikTok a fazer uma compra?

Este “algo” é o que você coloca em seus vídeos. Metade dos entrevistados no Reino Unido afirmam que o conteúdo que uma marca publica influencia a probabilidade de comprar seus produtos ou serviços.

Para os profissionais de marketing, isso deve ser uma notícia empolgante. Como mostraram redes como o YouTube – onde 70% das pessoas dizem que compram coisas ao ver um vídeo – as visualizações podem ser um grande negócio.

Como o algoritmo da TikTok calcula classificações de vídeo e alcance subsequente, com base no envolvimento geral e não apenas nas visualizações, apenas o conteúdo mais envolvente pode atingir o público mais amplo e gerar conversões para as marcas. Isso começa com a criação de TikToks que incentivam os espectadores a ficarem de olho nas postagens, salvá-las ou compartilhá-las, sejam eles fãs da marca ou não.

Enquanto isso, como mostra nossa análise nos EUA, focar no engajamento dos TikTokers em primeiro lugar, independentemente do objetivo da campanha de marketing, significa aprimorar ativos criativos que apelam para o demográfico central do aplicativo.

As preferências do público geram consideração criativa

Não é surpresa que, dado o público principal do aplicativo, descobrimos que os resultados criativos e o engajamento são amplamente baseados no que os usuários mais jovens gostam de assistir.

Por exemplo, uma narração de áudio mais rápida no criativo de vídeo, com quatro ou mais palavras por segundo, leva a melhores conversões para mídia paga. Enquanto isso, dada a popularidade dos vídeos de música no aplicativo, altamente avaliados por um terço de todos os usuários do TikTok pesquisados ​​- e por quase metade das mulheres da geração Y – os espectadores respondem bem à música na mídia paga também.

A velocidade da locução é importante. Peças com narração mais rápida, com mais de quatro palavras por segundo, gera mais de 40% de conversões em comparação com faixas de áudio mais lentas com apenas duas ou três palavras por segundo .

Na verdade, nossa análise mostra vídeos com trilhas de áudio, ou onde os vocais foram aprimorados com efeitos de áudio, geram quase o dobro da taxa de cliques em comparação com aqueles que apresentam apenas os vocais.

Por fim, apresentar uma variedade de emoções humanas no criativo do vídeo leva a melhores conversões para as marcas do que os vídeos mais passivos. Na mesma linha, quebrar um olhar direto em um vídeo quase duplica a consideração da marca do espectador, implicando que um sentimento criativo mais natural é mais eficaz em gerar engajamento do que um monólogo direto para a câmera.

Mostrar uma gama de pelo menos quatro emoções humanas diferentes em um vídeo resultou em três vezes mais conversões para marcas do que vídeos com três ou menos emoções.

Seja a sua melhor marca

Para marcas, também vale a pena notar uma nuance extra para TikToks. Fora do gênero, ou dos efeitos criativos, nossos resultados mostram que compartilhar o propósito da sua marca e o alinhamento com causas, como ativismo social ou questões ambientais, pode mudar positivamente o controle dos consumidores em vídeo.

Dois terços dos usuários no Reino Unido dizem que o propósito de uma marca e a conexão com causas sociais ou sem fins lucrativos influenciam suas decisões de compra.

Descobrimos que isso é verdadeiro para a maioria dos usuários pesquisados, mas especialmente para os usuários mais jovens do TikTok. As mulheres da Geração Z, em particular, são atraídas por marcas que se alinham com causas sociais ou parecem mais voltadas para a missão. Quase 80% dos entrevistados neste grupo são mais propensos a considerar a compra de produtos ou serviços de uma marca como resultado.

Embora a missão de uma marca possa assumir muitas formas, essa é uma oportunidade criativa por si só, independentemente do KPI de marketing. No Reino Unido, por exemplo, a varejista de moda Asos reconheceu a importância de permanecer fiel às suas raízes “sem julgamento” na campanha de conscientização imersiva deste verão no TikTok, que pediu aos fãs que mostrassem suas próprias combinações de roupas inspiradoras, em vez de deixar a marca ditar a moda.

Nos Estados Unidos, a NBA usou conteúdo local para cultivar uma grande base de fãs no TikTok, apresentando uma mistura de clipes de esportes e conteúdo de vídeo inspirador dos jogadores, uma estratégia inspirada por seu público mais jovem no TikTok, e que difere da presença da marca em outras redes sociais.

Principais vantagens para marcas

Então, o que tudo isso significa para as marcas que buscam impulsionar as compras (ou outras metas de marketing) no TikTok?

Primeiro, embora os usuários britânicos atualmente tendam a se envolver com marcas de forma diferente no aplicativo em comparação com outros aplicativos mais estabelecidos, a oportunidade de desenvolver relacionamentos valiosos com eles por meio de mídia paga no TikTok é enorme.

Em seguida, conteúdo envolvente e autêntico e vídeos sobre tópicos da vida real, como política, raça e questões de gênero, funcionam melhor quando se trata de envolver o mais amplo grupo de usuários do TikTok. Também influencia seu comportamento de compra. Mais do que apenas o assunto, porém, permanecer fiel ao propósito da sua marca não é importante apenas para os usuários, mas também aumenta a probabilidade de assistir ou postar conteúdo novamente e comprar coisas.

Por fim, apresentar a combinação certa de música, voz e emoções humanas em seu criativo (nos Estados Unidos, no Reino Unido e em outros lugares) pode ajudar a apoiar uma série de objetivos de marketing, desde o reconhecimento da marca e consideração até a conversão.

No entanto, como acontece com todos os conselhos analíticos, é importante notar que o público da sua marca e sua reação ao que você faz no TikTok, tanto quanto em qualquer outra rede e plataforma, são provavelmente únicos.

Com isso em mente, trate isso como uma oportunidade criativa para testar uma variedade de ideias e use as lições aprendidas em um nível criativo para implementar suas campanhas de marketing mais impactantes até agora no TikTok e além.

O Instagram será o novo shopping neste Natal?

Por Alexandra Avelar

A Covid-19 tornou o ano de 2020 o mais difícil até agora para os varejistas – de cortes de empregos a fechamentos de lojas, tem sido um teste após o outro para a indústria. Com a aproximação do Natal e da Black Friday, as campanhas e a agitação em direção a esse período do ano, conhecido como Golden Quarter nos EUA, normalmente estariam a pleno vapor.

As marcas já teriam planejado estratégias de anúncios festivos, dedicado uma grande parte de capital para investir em influenciadores e e-mails convidativos para compras. O impacto da pandemia significa que as marcas não podem mais contar com a experiência do cliente em comprar na própria loja, de ter desde o assistente prestativo até música e luzes de Natal para oferecer uma ótima vivência. Agora, a experiência marcante precisa começar na rede social e terminar com o cuidado pós-compra. No entanto, o que as marcas podem fazer para tornar o quarto trimestre ótimo para seus clientes e seus negócios?

Aprender com o bloqueio. Assim que a pandemia chegou, mudanças dramáticas em nossas vidas diárias aconteceram da noite para o dia. Para a maioria das pessoas, isso significa mais tempo online e muito menos tempo com amigos e familiares. Para as marcas, os planos e estratégias de marketing existentes tiveram de se ajustar rapidamente a este novo mundo de hábitos de consumo, com empresas como o Walmart até mesmo afirmando que seus negócios passaram por cinco anos de mudanças em cinco meses a fim de atender às necessidades dos clientes no mundo digital.

Com o bloqueio, vimos as marcas restringirem seus orçamentos de marketing. Em março, uma queda acentuada nos gastos com publicidade foi observada na Europa e nos EUA. No final de junho, no entanto, os investimentos em propaganda global aumentaram e voltaram aos níveis pré-pandêmicos, indicando que as empresas estavam se ajustando e se adaptando rapidamente à crise. Na verdade, o comportamento do consumidor durante o bloqueio forneceu às companhias insights valiosos sobre seus públicos e mostrou-lhes a importância do marketing digital na construção de comunidades e nas vendas durante uma crise. Agora, as marcas devem fazer bom uso desses insights para descobrir o que podem fazer para trazer a magia de volta neste Natal – para seus clientes e seus resultados financeiros.

Pense na experiência do consumidor primeiro. A prioridade agora para as organizações é comercializar com a experiência do cliente em mente. Neste Natal, é improvável que os fregueses queiram passar horas examinando lojas físicas. Portanto, as empresas precisarão girar e atender a um público online, garantindo que os consumidores ainda possam descobrir novos produtos e comprá-los com facilidade e simplicidade, sem ter que entrar de fato nos estabelecimentos.

Embora alguns usem plataformas de comércio eletrônico de propriedade externa, os profissionais de marketing experientes irão (se ainda não o fizeram) aos recursos de comércio social, que envolvem os consumidores conforme eles navegam por seus feeds de mídia social. Quando se trata de reconhecimento e descoberta de produtos, 60% dos usuários do Instagram agora dizem que encontram novas mercadorias no Instagram. É aqui que o comércio social é estimulante para os clientes e inestimável para as marcas.

Diferentes táticas e canais desempenham papel no alcance de públicos mais amplos e na construção da fidelidade do cliente. Se uma empresa deseja atingir a Geração Z, ela sabe que uma parceria de marca no TikTok é uma aposta segura. Para os com mais de 50 anos, os anúncios do Facebook costumam ser a melhor escolha. Uma área que se provou popular para todos os grupos demográficos nos últimos anos é o marketing de influenciadores. No entanto, conforme a pandemia se instalou, os orçamentos para esse propósito também foram reduzidos, resultando em uma diminuição de 11% no uso de influenciadores e #ad nas redes sociais durante o segundo trimestre do ano. Apesar de um declínio geral, vimos as marcas se voltando para formadores de opinião menores, que eram capazes de conduzir campanhas com sua base leal de seguidores a um custo reduzido. Olhando para o quarto trimestre, podemos esperar que o marketing de influência permaneça uma ferramenta poderosa para os profissionais da área, à medida que as marcas alavancam influenciadores de menor escala com comunidades altamente engajadas para se conectar com seu público e contar uma história mais autêntica.

A razão pela qual os próximos três meses são tão críticos para as marcas é simples: o dinheiro está curto. A pandemia não mudou apenas o estilo de vida das pessoas, mas também a forma como gastam seu dinheiro. Agora, mais do que nunca, os consumidores procuram marcas que lhes proporcionem uma experiência excepcional. Então, o que as companhias podem fazer para oferecer aos clientes uma experiência que eles adoram?

Assim como os consumidores se relacionam com os influenciadores em um nível pessoal, os profissionais de marketing devem pensar de forma criativa sobre como podem fornecer aquele toque pessoal aos seus clientes de outras maneiras – mesmo quando os consumidores não podem visitá-los pessoalmente. Um ótimo exemplo de uma marca que pensa criativamente é a empresa de beleza britânica Natural Living. Sua fundadora, Bella Middleton, mudou a experiência online, enviando amostras grátis, reescrevendo descrições de produtos e melhorando imagens para encorajar as pessoas a comprar online.

Isso fez com que os clientes existentes voltassem ao site em um momento em que os produtos de beleza caíam para o fim das listas de compras. A marca viu um grande aumento nas pessoas que compram presentes “Miss You” para entes queridos que não podiam ver pessoalmente. Qual foi a chave para seu sucesso? Simples. Ela entendeu o cenário de seu público e como seus clientes se relacionam com a empresa – então, adaptaram seus negócios às necessidades deles.

Com os compradores ainda sem vontade de correr para a rua, as marcas precisam buscar novas maneiras de trazer a experiência da loja para dentro de casa. Seria o momento de os profissionais de marketing adotarem a realidade aumentada? A FittingBox introduziu uma solução de provador virtual que permite aos compradores experimentar óculos sem entrar em uma loja. Uma alternativa divertida para atrair os consumidores online.

Embora, de acordo com John Donahoe, CEO da Nike, os consumidores estejam mais fundamentados digitalmente do que nunca, a morte do marketing físico não está próxima – apesar do que o catálogo da Argos possa sugerir. Vimos a John Lewis abrir sua loja de Natal mais cedo para impulsionar o movimento e as vendas em um momento em que muitos de nós ainda queremos tocar e sentir – e desfrutar um pouco da magia do Natal.

Com a aproximação do período de festas, o que sabemos é o seguinte: a pressão sobre os profissionais de marketing para gerar impactos reais nos negócios é maior do que nunca. Para conquistar novos compradores, as marcas devem ser capazes de se adaptar a eles, ao que eles querem e onde querem, desde o início, como nas redes sociais, até o atendimento pós-compra. Hoje, mais do que nunca, os clientes estão exigindo uma experiência omnicanal excepcional, quer saibam disso ou não. Do Facebook ao TikTok, da realidade aumentada a anúncios de TV e até mesmo promoções na loja. Os profissionais de marketing precisam das ferramentas úteis para capturar o público certo, com a mensagem correta, no momento exato. É assim que eles vão desenvolver sua comunidade e trazer seus negócios de volta aos trilhos.

À medida que os profissionais de marketing de marca concentram seus esforços de marketing ainda mais no mundo digital, podemos ter certeza de uma coisa: pelo menos neste ano, o mundo digital pode ser apenas o novo shopping.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil

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Locaweb anuncia aquisição da Etus

A Locaweb anuncia a aquisição da Etus, empresa que oferece a mais completa e robusta solução para gestão e marketing digital em redes sociais do mercado e já conta com mais de 100 mil marcas sendo atendidas. A plataforma ajuda empresas a fazerem essa gestão completa em um único ambiente, de forma simples e descomplicada.

“Sempre apoiamos as PME’s e já temos um grande volume de serviços para ajudá-los no processo de digitalização de suas operações, oferecendo soluções de Commerce (plataforma para loja virtual, meios de pagamento, integração com marketplaces, entre outros), Presença Digital e SaaS. A presença em rede social tornou-se de extrema relevância para clientes do perfil atendido pela Locaweb e encontramos na Etus a solução que melhor se integra em nosso portfólio. Sabemos que existe grande sinergia para os dois lados, pois os clientes da Locaweb precisam de soluções como as da Etus para venderem ainda mais e ampliarem a sua presença digital. Ao mesmo tempo, os clientes da Etus precisam das soluções que a Locaweb oferece. Como já temos um processo de cross-sell bem estabelecido na companhia, a Etus já chega podendo fazer uso imediato de todo esse potencial de vendas para a nossa base”, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

“Estamos animados em divulgar ao mercado mais uma importante aquisição depois da abertura de capital, que ocorreu em fevereiro deste ano. Como sempre fazemos em nossas aquisições, fomos extremamente cautelosos e avaliamos centenas de empresas para chegar até a Etus. Estamos falando de um produto de assinatura, tecnicamente muito bem estabelecido, com potencial de cross-sell e com fundadores que continuarão conosco na operação. É a receita que gostamos. Uniremos nossos esforços e seguiremos ainda mais firmes no propósito de fazer negócios nascerem e prosperarem por meio da tecnologia “, completa o CEO.

Criada em 2015, a Etus oferece para todos os tamanhos de empresas e agências uma plataforma completa e robusta para a gestão de redes sociais e marketing digital em um mesmo ambiente. Nela, é possível agendar e impulsionar posts, gerenciar interações com perfis das redes, captar leads, ter relatórios completos de todas as ações e muito mais. Possui funcionalidades avançadas para garantir excelente posicionamento, o que aumenta sensivelmente o sucesso dos clientes, a conversão e melhora no pós-vendas.

A maioria das empresas que entram nas redes sociais precisa de perfis nas principais como: Facebook, Instagram, Linkedin, Pintrest, Twitter entre outras. Fazer uma gestão de todas essas redes separadamente é extremamente complicado e ineficaz. A plataforma da Etus vem para facilitar a vida das empresas, que apostam nesse meio e sabem da importância dele para vender mais, divulgar seus produtos e serviços e estar mais próximo dos seus clientes e prospects.

Com um modelo de negócio SaaS (software as a service), a Etus oferece tudo isso e o cliente paga um valor mensal pelo uso da plataforma, mesmo modelo adotado pela Locaweb nos seus serviços. A companhia já vem crescendo organicamente de forma muito expressiva nos últimos anos, agora poderá acelerar ainda mais esse crescimento graças às integrações com a Locaweb.

“A Etus nasceu para resolver o problema que a maioria das empresas possui no marketing digital, a gestão de suas redes sociais aliada a produtividade e resultados. Meus sócios e eu atuávamos como publicitários com especialização em marketing digital desde 2010 e perdíamos muito tempo gerenciando as redes sociais dos nossos clientes. Precisávamos de algo completo e robusto para ajudar nessa tarefa. Desenvolvemos a solução e com isso tivemos mais tempo para evoluir e escalar os nossos negócios”, conta o cofundador e CEO da Etus André Patrocínio.

“Escolhemos a Locaweb porque enxergamos uma sinergia enorme entre o que a companhia oferece aos clientes e o que podemos complementar nesse portfólio para proporcionar uma presença digital completa para as empresas. Também nos identificamos com a cultura da companhia assim como o propósito de ajudar a pequena e média empresa na digitalização dos seus negócios”, afirma.

Seguindo o modelo de atuação da Companhia em outras aquisições, os fundadores André Patrocínio, Márcio Garcia e Bruno Rafael Nery permanecerão responsáveis pela operação da Etus.

Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou seis aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui mais de 1,5 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 19 mil desenvolvedores parceiros. Com 22 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos bem como de aquisições.

Pesquisa do LinkedIn aponta que 29%dos funcionários de grandes empresas se sentem obrigados a voltar ao trabalho

Com a reabertura parcial de atividades comerciais e empresariais sendo instituída em vários estados e municípios brasileiros, o LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, foi entender como os profissionais se sentem. A pesquisa, realizada entre 1 e 14 de junho entre usuários cadastrados na plataforma constatou que boa parte não se sente segura em voltar e teme não estar protegida o suficiente para evitar contágio. Os 1.261 respondentes foram divididos entre as gerações millennial (nascidos entre a década de 80 e começo dos anos 2000), Geração X (nascidos no início de 1960 até o início dos anos 80) e Baby Boomers (nascidos entre os anos de 1946 e 1964).

A confiança para voltar ao local físico de trabalho é divergente entre as gerações. A pesquisa concluiu que os millennials e baby boomers são os que mais se sentem obrigados a voltar ao escritório, num total de 16% em cada geração. Essa percepção muda para a Geração X (8%). Em contrapartida, ainda entre os millennials, um quarto (27%) alegou que já faz home office ou prefere ficar em casa enquanto houver risco.

As principais preocupações sobre a retomada do local de trabalho físico dizem respeito à segurança. Os trabalhadores brasileiros que se sentem obrigados a voltar ao trabalho estão preocupados com a higienização do local e ao acesso a equipamentos de proteção. 57% dos respondentes afirmam ainda que temem a exposição a outras pessoas que não levam a sério as diretrizes e precauções de segurança. Entre os millenials, essa preocupação é de 67%, uma diferença de 10 pontos percentuais.

Também são preocupações do total de profissionais consultados:

41% – áreas de trabalho próximas a outros colegas ou clientes
31% – áreas de alimentação ou descanso em espaços públicos / compartilhados
31% – grandes reuniões / encontros para o trabalho
29% – trajeto para o trabalho

O comportamento também difere de acordo com o tamanho da empresa onde se trabalha. 26% dos funcionários de pequenas empresas não se sentem seguros retornando a um local de trabalho físico e, portanto, continuarão trabalhando remotamente por enquanto. Já 25% dos funcionários de empresas de pequeno porte mantiveram as atividades em local físico desde o início da pandemia, esse número cai para 24% em funcionários de grandes companhias.

Entre os que se sentem obrigados a voltar, 29% são funcionários de grandes empresas, 15% estão em companhias de médio porte e outros 7% trabalham em pequenos negócios.

Como fica o trabalho remoto com a retomada das contratações?

A pandemia da Covid-19 teve um enorme impacto em nossas vidas profissionais e novos dados do LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, mostram que o novo padrão de trabalho remoto pode ter vindo para ficar, num momento em que a curva de contratações no Brasil dá sinais de estabilidade.

O LinkedIn constatou que a busca por trabalho remoto aumentou 60% em todo o mundo desde março. No Brasil, as visualizações das vagas de trabalho remotas são 1,67 vezes maiores em comparação ao período anterior ao isolamento. O levantamento também mostra que as empresas deveriam repensar suas formas de trabalho, como manter a indicação das formas de cumprimento da jornada de trabalho (o famoso horário comercial, das 9h às 18h), já que as vagas na para o trabalho remoto, com flexibilidade de horário, são 4,92 vezes maiores – um aumento de 392% desde meados de março deste ano.

Essa mudança no perfil de busca por trabalho vem acompanhada de um momento de estabilidade na taxa de contratação registrada pela Plataforma. O LinkedIn analisa esse movimento globalmente. No Brasil, a análise mostra o desempenho das contratações entre 12 de fevereiro e 17 de junho deste ano. Globalmente, as contratações apresentam estabilidade e até mesmo recuperação em alguns países, como China e Cingapura, nas últimas 6 semanas em comparação às quedas registradas entre março e abril. A análise mostra que países como Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e Brasil as taxas de contratação estão estáveis e mostram otimismo desde o início de junho.

O Brasil pode ver sinais positivos no mercado de trabalho já que algumas empresas estão se preparando para uma volta gradual de seus negócios. Essa tendência pode ser também motivada pelo relaxamento das medidas de isolamento do comércio e da quarentena, mas que só poderá ser confirmada ao longo das próximas semanas, uma vez que ainda há uma grande variação nas determinações de abertura impostas por diferentes Estados. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o desemprego saltou de 11,2% até janeiro deste ano para 12,2% no primeiro trimestre de 2020 tendo como um dos motivadores a pandemia, uma vez que a saída para a procura por trabalho diminuiu em atendimento ao isolamento social.

Taxa de contratação do LinkedIn – picos e quedas geralmente são causados por feriados nos países. No Brasil, historicamente o feriado de Carnaval afeta as análises. Entre o final de fevereiro 3 início de março deste ano, houve um pico de contratações para posições em diversas indústrias, como o varejo, serviços, entretenimento e audiovisual. O feriado do Dia do Trabalho também afetou a China do final de abril ao início de maio e o feriado da Páscoa afetou muitos países em meados de abril.

Apesar da variação na taxa de contratação ao longo da quarentena, a busca por recolocação profissional na Plataforma continuou sendo registrada com uma crescente mudança no perfil de pesquisa, sendo que as vagas remotas ganharam mais atenção. As 10 principais vagas para trabalhos remotos mais procuradas no Brasil:

• Representante de Suporte ao Cliente (Call Center)
• Gerente de Contas
• Engenheiro
• Analista de Negócios
• Engenheiro de software sênior
• Desenvolvedor de aplicativos
• Executivo de Vendas
• Desenvolvedor
• Engenheiro de software Java
• Arquiteto

“Estamos em um ponto de inflexão no qual as pessoas estão começando a perceber que desejam a flexibilidade de um cargo remoto para trabalhar da maneira que melhor lhes convier – seja evitando trânsito ou um transporte público lotado, ou ser capaz de passar mais tempo com a família. Os empregadores também estão começando a pensar sobre, já que a produtividade do home office foi comprovada, e há cada vez mais cargos remotos disponíveis para candidatura no LinkedIn. Embora seja improvável que signifique o fim do escritório, não tenho dúvida de que a noção de trabalho verdadeiramente flexível está aqui para ficar”, destaca Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para América Latina.

Metodologia da análise dos dados

Em relação ao trabalho remoto, fizemos análises por meio do uso de palavras-chave (por exemplo: trabalho remoto e trabalho em casa) em diferentes idiomas buscamos entender como o comportamento dos candidatos na busca por emprego está mudando. Para a maioria das vagas de trabalhos remotos, o LinkedIn examinou todos os trabalhos remotos que receberam candidaturas e os classificou pelo crescimento de todos os demais postos de trabalhos abertos em 2020, antes e depois de 1º de março de 2020.

Quanto à taxa de contratação, nós analisamos a porcentagem de usuários do LinkedIn que adicionaram um novo empregador ao seu perfil no mesmo mês em que começaram no novo trabalho em relação ao total de usuários do LinkedIn naquele país. A análise leva em consideração possíveis atrasos nos usuários que atualizaram seus perfis e cria índices dessazonalizados. Nessa análise, utilizamos dados de 12 de fevereiro de 2020 até 17 de junho de 2020.

Twitter anuncia reposicionamento de área focada em levar próximas ideias e movimentos às marcas e agências

A partir de hoje (23), Twitter Next será o nome do time responsável por atuar em parceria com marcas e agências para desenvolver estratégias e criar experiências com foco nas pessoas e seus interesses. Chamada de Estratégia de Marca desde 2012, quando foi criada, a equipe tem seu reposicionamento anunciado para refletir melhor a missão, oferta de serviços e funções da área.

Essa frente de trabalho do Twitter vai além da estratégia da marca e se ramifica no desenvolvimento de campanha e conteúdo, definição de voz da marca e um laboratório em que tecnólogos, produtores e designers espalhados pelo mundo testam novas ideias e campanhas em parceria com os clientes.

“Em linha com o #ComecePelasPessoas – posicionamento do Twitter que destaca os diferenciais de nossa audiência -, desenvolvemos novos serviços e funções para que reforçar essa missão e trazer, cada vez mais, foco para quem realmente importa: as pessoas. Além de nos tornarmos referência, o objetivo com a ressignificação de nossa identidade é possibilitar que marcas e agências se conectem às próximas grandes ideias e momentos”, afirma Daniela Bogoricin, Diretora do Twitter Next no Brasil.

Antes composto apenas por estrategistas de marca, o time agora também conta com planejadores de marca, especialistas em criação, tecnólogos, gerentes de programa, desenvolvedores e cientistas de dados. A nova área passa a atuar em mais de 20 mercados onde o Twitter possui escritórios, com destaque para o Brasil, México, Canadá, Reino Unido, França, Espanha, Dubai, Cingapura, Japão, Índia e Austrália.

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Twitter divulga novo posicionamento de marca para o mercado B2B

O Twitter apresentou ao mercado publicitário nesta quinta-feira (9) seu novo posicionamento global de marketing B2B, #ComecePelasPessoas, concebido com base nos diferenciais de sua audiência, que é mais receptiva e influente que a média online.

A construção do novo posicionamento teve como ponto de partida características das pessoas que estão no Twitter, como mostra um estudo global realizado com a Kantar Media* em 23 mercados, incluindo o Brasil. De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas que utilizam o Twitter estão sempre em busca de novidades e entre as primeiras a experimentar novos produtos; são mais dispostas a compartilhar que a média online e influenciam amigos e familiares em suas decisões de compra. Elas são também receptivas e abertas a novas mensagens por apresentarem um mindset de descoberta ao acessar o Twitter; e estão mais propensas a interagir com marcas em comparação com quando estão navegando em outras plataformas.

“O Twitter é o lugar em que as pessoas vão para ver e comentar sobre o que está acontecendo, e são exatamente as pessoas no Twitter que fazem a diferença na plataforma, devido ao seu comportamento único. E se uma marca quer se conectar ao que está em pauta na sociedade hoje, o Twitter é por onde ela deve começar sua campanha, porque é nele que encontrará uma audiência mais receptiva à sua mensagem e com influência para reverberá-la”, afirma Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil.

Para auxiliar os anunciantes a aproveitar esse engajamento e influência das pessoas que estão no Twitter e transmitir sua mensagem de forma assertiva, a plataforma mapeou algumas das comunidades mais ativas em conversas no Brasil**. O objetivo do levantamento é prover insumos para que as marcas encontrem formas de interagir com naturalidade e contexto com o seu público, iniciando ou participando de conversas que são do interesse de seus consumidores e criando, assim, uma conexão genuína com essas pessoas.

Loucos por futebol: o futebol motiva conversas intensas que conectam diariamente – e durante eventos ao vivo – torcedores, atletas, times, produtores de conteúdo e marcas no Twitter. Os loucos por futebol são aqueles que lideram as conversas e trazem os assuntos para a plataforma.

Apaixonados por música: os mais diversos perfis de consumidores se identificam com o tema no Twitter. As conversas se desenrolam entre fãs, artistas, produtoras e marcas e grande parte delas vem dos apaixonados por música. O gênero pop, que traz uma nova geração de estrelas (Anitta (@Anitta), Ludmilla (@Ludmilla) e Pabllo Vittar (@pabllovittar), por exemplo), tem sido assunto das conversas dessa comunidade.

Ligados em reality shows: são uma forte comunidade no Twitter, impulsionando as conversas durante todo o ano. Seja “Big Brother Brasil”, “MasterChef” ou “The Voice”, os programas de reality show figuram nos Assuntos do Momento com frequência.

Gamers: os “e-Sports” têm grande popularidade entre os brasileiros, seja para se divertir construindo coisas, conquistando territórios ou até para seguir uma profissão. Independentemente dos tipos de plataformas usadas pelos gamers, o número de conversas dessa comunidade sempre é surpreendente.

Mulheres empoderadas: as mulheres brasileiras têm lutado, cada vez mais, pelo empoderamento, igualdade de direitos e oportunidades de carreira em diferentes áreas. Todo esse movimento é refletido no Twitter, que possibilita que todas as pessoas tenham voz e liberdade de expressão.

*Fonte: Estudo Kantar Media, dezembro de 2017.

**O levantamento foi baseado no cruzamento do volume de Tweets sobre diversos assuntos e o número de autores únicos que participaram das conversas sobre esses temas, o que mostra não só o grande volume de conversas que um tópico gerou, mas também a grande quantidade de pessoas envolvidas nessas conversas.

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Twitter apresenta novas soluções de conteúdo para marcas

O Twitter apresentou nesta quarta-feira (13) ao mercado soluções de conteúdo em vídeo que têm como objetivo prover às marcas diferentes formas de impactar sua audiência de maneira relevante e assertiva. Uma grande novidade anunciada pela plataforma é um novo formato oferecido por Niche, comunidade do Twitter que une criadores de conteúdo às marcas gerando sinergia entre suas produções e as mensagens dos anunciantes. Chamada Creator Originals, a solução permite que marcas se associem a conteúdos idealizados pelos criadores.

“O mercado já conhece Niche como uma solução que convida criadores de conteúdo para conectar marcas à audiência com quem desejam se comunicar. Nesse sentido, co-criamos campanhas e projetos customizados para as marcas. Creator Originals é o inverso: o criador produz uma série em torno de um assunto sobre o qual ele já gostaria de falar, atinge sua audiência cativa de forma autêntica, e nós encontramos as marcas que mais se adequam àquele conteúdo”, explica Thaiza Akemi, head de Niche na América Latina. Ainda que o criador não produza a partir de um briefing, existe a possibilidade de fazer integrações da marca ao conteúdo, desde que elas estejam inseridas ao contexto.

O primeiro anunciante a investir no formato no Brasil é a Rappi (@RappiBrasil), que está patrocinando a série “28 coisas que meu pai nunca fez”, do @naosalvo. Para a Rappi, que já fazia campanhas no Twitter com o objetivo de se aproximar de seus consumidores, o investimento na série é um importante passo em sua frente de construção de marca no mercado brasileiro. “Estamos investindo em diferentes canais para construir e fortalecer a nossa marca no Brasil. O Twitter é uma mídia bastante inovadora que oferece conteúdos inteligentes e voltados para performance. Com a ampliação da nossa parceria, esperamos aumentar ainda mais o awareness em relação a Rappi”, destaca Fernando Vilela, head de Growth e Marketing da Rappi no Brasil.

“Não poderia ter um lugar melhor para lançar a série como no Twitter, a plataforma mais pessoal e acolhedora da internet. A recepção está sendo incrível e o número de pessoas que dizem que terminam de assistir e vão dar um abraço nos pais é reconfortante. Me sinto inspirando os outros e isso é maravilhoso”, diz o creator Mauricio Cid.

Niche já conta com outros seis programas para oferecer a marcas interessadas em se associar a conteúdos de qualidade que atingem uma audiência receptiva.

Edição de vídeo e patrocínio de conteúdos de parceiros

O Twitter também traz uma nova facilidade para as marcas interessadas em investir em vídeo na plataforma: a possibilidade de editar, dentro de casa, peças produzidas inicialmente para outras mídias, como a TV, e torná-las mais alinhadas às melhores práticas de vídeo da plataforma, de acordo com o consumo de conteúdo em dispositivos móveis.

“O sucesso de um vídeo no Twitter está atrelado a uma combinação entre estratégia de mídia e boas práticas de conteúdo. Na maioria dos casos, vemos que vídeos curtos, de em torno de seis a 15 segundos, com logo da marca desde os primeiros segundos e elementos visuais que ajudam a contar a história mesmo sem som, performam muito bem na plataforma. Como sabemos que muitas vezes as marcas produzem conteúdos originalmente mais longos, que são concebidos tendo em mente outras mídias, passamos a oferecer uma solução de edição que aumenta o potencial de o formato funcionar bem no Twitter, sem qualquer prejuízo à mensagem do anunciante”, afirma Renata Altemari, gerente de soluções de vídeo do Twitter para a América Latina.

Além disso, a área de parcerias de conteúdo do Twitter reforçou as oportunidades de patrocínio de produções realizadas por parceiros da plataforma no Brasil. Entre os pacotes para os próximos meses estão conteúdos relacionados a grandes momentos de conversas no Twitter, como Lollapalooza, Game of Thrones, Copa do Mundo Feminina, Copa América, Libertadores, Prêmios MTV MIAW, Rock in Rio, entre outros. “Esta é uma forma de as marcas impactarem o seu público a partir de conteúdos seguros e de qualidade. Para os parceiros, é uma maneira de alcançar uma audiência complementar à de outras plataformas e monetizar seu conteúdo”, diz Gabriela Malta, gerente de parcerias de conteúdo do Twitter Brasil.

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Cresce o uso de ferramentas que permitem transações bancárias em redes sociais

Antenada ao comportamento da geração Millennial, que passa cerca de 2,5 horas por dia em aplicativos de mensagens e redes sociais, bancos e empresas de soluções financeiras estão ampliando a oferta de ferramentas para realização de serviços bancários de qualquer plataforma social ou de mensagens, sem ter que abrir o aplicativo do banco.

Agora, o usuário pode fazer transferência de dinheiro pelo celular sem precisar sair do aplicativo que estiver utilizando, como WhatsApp e Facebook, por exemplo. O formato é de um teclado seguro integrado com o aplicativo móvel ou a carteira eletrônica de um banco. Além das transferências, com o recurso é possível acessar uma variedade de serviços financeiros, como consulta de saldos, pagamentos, depósitos, programação de saques e localização de caixas eletrônicos.

Uma das pioneiras deste setor é a multinacional brasileira Valid. Em 2017, em parceria com a start-up israelense Paykey, a companhia desenhou para o Banco Davivienda, banco privado da Colômbia com mais de mais de 6,6 milhões de clientes, uma solução que permite ao usuário gerenciar seu dinheiro facilmente pelo smartphone sem ter uma conta bancária ou cartão de débito. O app oferece ainda a possibilidade de realizar transações bancárias via Facebook Messenger – os valores das operações são creditados diretamente nas contas dos beneficiados – e a transferência para colombianos que estejam no exterior.

De acordo com Pierre Lassus, VP de Software & Serviços da Valid, a solução Valid Social Banking foi pensada exatamente para trazer mais uma inovação para os bancos, migrando as transações bancárias para as redes sociais. “Nosso objetivo é oferecer aos bancos uma solução rápida, fácil e segura para essa exigente da geração Millennial”, explica Pierre.

O potencial para utilização da nova função é significativo. O número de transações bancárias realizadas por aparelhos móveis no Brasil ultrapassou a quantidade de operações feitas em computador. O dado, revelado em pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, aponta ainda que o país superou a marca de um smartphone por habitante e hoje conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos. “O mercado financeiro representa um dos principais mercados consumidores de tecnologia da informação, movido por agilidade, segurança e transparência”, pontua o executivo.

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Neymar é o jogador da #Copa2018 mais mencionado no Twitter globalmente

Com o término da primeira rodada de jogos do Mundial na Rússia, o Twitter realizou um levantamento para identificar quais os jogadores da #Copa2018 foram mais mencionados na plataforma globalmente durante os seis primeiros dias do torneio. O brasileiro Neymar lidera a lista, seguido pelo português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o também brasileiro Philippe Coutinho. O levantamento considera Tweets publicados em todo o mundo desde a última quinta-feira (14), data da primeira partida da #Copa2018.

Confira abaixo a lista dos 10 jogadores da #Copa2018 mais mencionados no Twitter globalmente até o momento:

Neymar #BRA

Cristiano Ronaldo #POR

Messi #ARG

Philippe Coutinho #BRA

Antoine Griezmann #FRA

Harry Kane #ENG

James Rodriguez #COL

Paul Pogba #FRA

Romelu Lukaku #BEL

Mohamed Salah #EGY

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Mulheres inspiradoras: Twitter divulga lista das mais mencionadas em Tweets com a hashtag #SheInspiresMe

Levantamento da plataforma também mostra que conversas sobre direito das mulheres tiveram um crescimento de 50% nos últimos seis meses

‘Mãe’, a cantora Lady Gaga (@ladygaga), a ativista Malala Yousafzai (@Malala) e a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama (@MichelleObama) são as mulheres que mais inspiram os usuários do Twitter no mundo. A lista é fruto de um levantamento da plataforma sobre as mulheres mais mencionadas em Tweets com a presença da hashtag #SheInspiresMe (ela me inspira).

Os direitos das mulheres também têm sido cada vez mais tema de conversas no Twitter no mundo: nos últimos seis meses, as conversas relacionadas ao assunto tiveram crescimento de 50% em comparação com os seis meses anteriores – incluindo termos globais como feminismo, direitos das mulheres e equidade de gênero.

Campanhas criadas para denunciar e prevenir algum tipo de assédio, abuso e desequilíbrio de gênero no ambiente de trabalho também vêm tendo grande destaque na plataforma no mundo. A hashtag #MeToo tem protagonizado conversas em mais de 67 países e foi mencionada em 8 milhões de Tweets no mundo desde o dia 1 de outubro do ano passado. A campanha #TimesUp já contabiliza mais de 1 milhão de Tweets desde janeiro, quando foi criada.

O Twitter também criou um emoji especialmente para o Dia Internacional da Mulher. Ao Tweetar com a hashtag #DiaDaMulher, #DiaDasMulheres, #ElaMeInspira e/ou #MesDasMulheres, já é possível visualizar a imagem do símbolo feminino, que estará disponível até o dia 31 de março.

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Twitter contrata diretor de parcerias de notícias para a América Latina

O Twitter anuncia a chegada de Gustavo Poloni como diretor de parceiras de notícias para a América Latina. Por ser público, aberto e conversacional, o Twitter é o lugar onde as pessoas vão para ver e falar sobre o que está acontecendo no mundo e buscar assuntos de seu interesse. Essa vocação tão particular da plataforma dá a produtores de conteúdo como os veículos de comunicação a oportunidade de alcançar, em tempo real, uma audiência engajada e aberta a receber informações e participar de conversas sobre as últimas notícias e os fatos mais recentes.

Poloni será responsável por liderar as parcerias de conteúdo com redes de rádio e televisão, mídia impressa e digital e formadores de opinião em geral, além de buscar novas oportunidades para meios de comunicação não tradicionais. “Minha principal missão será estreitar o relacionamento com veículos de comunicação a fim de entender suas necessidades e ajudar a amplificar o acesso a seus conteúdos para uma audiência cada vez maior”, diz o novo diretor de parceiras de notícias para a América Latina. “A ideia é oferecer soluções em conjunto com as diversas áreas do Twitter para que os parceiros da mídia aprimorem seu uso da plataforma e, com isso, tragam mais conteúdo de qualidade aos usuários”, afirma.

Formado em jornalismo, Gustavo Poloni desenvolveu sua carreira em grandes grupos de comunicação, como Editora Abril, onde foi repórter da Veja e liderou o editorial da revista Info, e Editora Globo, como editor-chefe da revista Galileu. Foi também um dos apresentadores do programa Morning Show, da rádio Jovem Pan. No último ano, viveu na Cidade do México, onde também produzia conteúdo para diferentes mídias e publicações da América Latina.

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