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Startup Doctoralia abre novas vagas de emprego

Considerada a maior plataforma de saúde do mundo e responsável por mais de 2 milhões de agendamentos de consultas por mês, a Doctoralia está com inscrições abertas para 16 vagas de empregos.

Serão destinadas 15 vagas para o Programa de Estágio 2020, englobando cursos como Administração, Marketing ou Direito, e uma vaga para Pré-Vendas, na qual o profissional realizará o primeiro contato comercial, com o objetivo de prospectar novos clientes. Para realizar a inscrição, os candidatos devem acessar os seguintes links: Pré-vendas (SDR) e Programa de Estágio 2020. Os selecionados vão trabalhar na sede da empresa, em Curitiba (PR).

A inteligência artificial será tão essencial para a medicina quanto a energia elétrica

Por Diego Figueredo, CEO da Nexo AI

A nossa maior riqueza é a saúde. Para uma vida longa e plena, é essencial que a nosso corpo esteja saudável. Isso, inevitavelmente, passa pela medicina. Com o surgimento da ciência, ganhamos ferramentas importantes para sobreviver aos infortúnios diários. Apesar do avanço, no entanto, o erro hospitalar é uma das principais causas de morte dos pacientes. Aproximadamente 440.000 americanos morrem por ano como consequência de equívocos e quase 86% das mortes são evitáveis.

A redução desses números passa obrigatoriamente pela implementação das inovações tecnológicas que estão sendo desenvolvidas para o setor. A inteligência artificial (IA), por exemplo, caminha para ocupar todos os lugares. Em breve, não existirá nenhum setor ou especialidade que não sofreu algum impacto dessa tecnologia. E a saúde segue exatamente na mesma direção.

Desde a detecção precoce de doenças até o diagnóstico, onde acontecem alguns dos maiores erros. Do desenvolvimento de medicamentos à pesquisa clínica. A IA ajudará a melhorar os resultados com prazos menores e custos reduzidos. Os sistemas se apoiarão em metodologias comuns de comparação de sintomas e um enorme banco de dados de casos anteriores para fornecer uma análise assertiva.

A IA pode examinar imagens médicas, como raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética para fornecer feedback sobre o que provavelmente passaria despercebido pelo olho humano. Condições crônicas também serão combatidas com mais precisão. Câncer, diabetes e doenças cardíacas devem receber tratamentos mais acurados por terem padrões bem definidos e facilmente identificados.

A medicina de precisão, ramo da biologia molecular que lida com a estrutura, evolução, função e mapeamento de genomas também será prontamente melhorada. A ciência é responsável por buscar conexões para doenças a partir das informações obtidas do DNA. Combinada com inteligência artificial, será possível detectar doenças complexas em estágio precoce e ajudar a prevenir problemas de saúde com base nos genes dos pacientes.

Outra aplicação ainda mais simples e que já estamos vendo são os bots de assistência médica, usados para agendar consultas com o prestador de serviços de saúde do paciente. Esses bots também podem ajudar pacientes com medicação e melhorar o atendimento oferecendo suporte ininterrupto.

As mudanças proporcionadas pelos avanços na área estimulam o debate sobre a substituição dos médicos pela tecnologia no futuro. Algumas especialidades serão certamente dominadas pela IA, mas novas funções surgirão e os médicos já estão passando por um processo de transformação, como acontece sempre que estamos diante de uma tecnologia disruptiva. Desde a revolução industrial até a chegada da internet, passamos por momentos parecidos.

No entanto, a IA ajuda os médicos humanos a tomarem melhores decisões e com isso o tempo será direcionado para o que é mais importante. O setor da saúde é complexo e altamente regulado, por isso tem resistido tanto à reinvenção tecnológica em comparação com outros setores. Mas é inevitável que a transformação aconteça. O movimento que potencializa a conexão entre máquinas e hospitais já começou. Em breve, a inteligência artificial será tão fundamental para os médicos quanto a internet ou energia elétrica.

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Telemedicina no Brasil e proteção de dados do paciente: estamos preparados para este passo?

Por Luciana Soldá

A discussão em torno das atualizações das normativas para a telemedicina é uma das novidades que impactaram o universo da saúde e que ainda muito se tem debatido. Muito se tem discutido sobre a eficiência deste recurso, mas o fato é que, assim como a tecnologia muito tem agregado em outras áreas de nossas vidas, mesmo na própria medicina, ela com certeza pode preencher lacunas que, dependendo apenas de atendimentos físicos, impactam a vida do paciente.

O principal valor da telemedicina não é substituir a interação presencial, mas preencher todo aquele intervalo de tempo entre as consultas e garantir que o paciente irá sempre retornar. A partir dela, podemos agilizar processos urgentes, encurtar distâncias, otimizar o tempo, além de conseguir atender regiões precárias e de pouco acesso à medicina avançada. Em um país com 210 milhões de habitantes e apenas 500 mil médicos, não há dinheiro que resolva a dificuldade de acesso à saúde.

Porém, há uma dúvida que precisa ser solucionada antes de qualquer outra: temos uma base sólida para atender remotamente os pacientes da melhor maneira possível?

Pensando em atendimento remoto, precisamos analisar principalmente a questão da proteção de dados do paciente. No último ano, entrou em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para estabelecer regras sobre a privacidade de todos os cidadãos, além de ter reorganizado a maneira como empresas lidam com dados privados. Esse é o principal ponto de atenção. A partir do momento em que uma consulta é realizada remotamente, na casa de um médico ou qualquer outro lugar fora de um hospital ou clínica, como os dados do paciente seriam protegidos? Como garantir a transmissão segura de informações, sem que haja vazamento de dados ou até mesmo a perda deles?

Hoje, já existem empresas especializadas em telemedicina que possuem fortes programas de proteção de dados para um melhor atendimento ao paciente. A normativa estabelece que os dados e imagens dos pacientes devem trafegar na internet com infraestrutura que assegure guarda, manuseio, integridade, veracidade, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional das informações. Esse é um dos principais pontos de atenção que precisam ser estudados antes de a telemedicina começar a funcionar de fato em nosso país.

A regularização da telemedicina tem tudo para ser um grande avanço para o nosso país – a medicina precisa ser escalável, precisa estar disponível para todos. A aplicação correta desta nova prática – com a segurança e a proteção de dados dos pacientes garantidas – é o que definirá o sucesso. Afinal, muitas complicações da saúde humana e mesmo de vidas podem estar diretamente relacionadas ao nível de exposição indevida de informações.

Luciana Soldá, Head da Proxismed, empresa referência em jornada de relacionamento em saúde por meio de produtos que compõem um Medical Call Center Omnichannel.

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Inteligência artificial e recursos de apoio à decisão clínica: um superpoder para os profissionais da saúde

Por Diana Nole

Não é novidade que a inteligência artificial – capacidade de máquinas tomarem decisões e aprenderem padrões – tem impactado o dia a dia de todos e provocado mudanças disruptivas nos mais diversos setores. No setor da saúde não é diferente e a AI (Artificial Intelligence) veio para ficar, graças ao impacto para melhorar os serviços, tanto no atendimento aos pacientes como nos “bastidores” dos hospitais. A ideia não é, obviamente, que ela substitua os profissionais da saúde, mas sim os auxilie nas tomadas de decisão. As tendências e possibilidades são inúmeras e atingem, de maneira geral, a todos os profissionais da saúde. Porém, ao ser integrada aos recursos de apoio à decisão clínica, os resultados são ainda melhores.

Em primeiro lugar, vamos aos exemplos mais gerais. No caso do time de enfermagem, a inteligência artificial colabora para detectar os primeiros sinais de possíveis doenças, riscos de infecções, antes que seja tarde demais. Tudo isso monitorando e descobrindo padrões inerentes às centenas de casos que os enfermeiros acompanham. Esse gerenciamento da saúde pode ser feito também à distância, quando os pacientes estão já se recuperando em casa. A equipe que presta esse serviço consegue personalizar as chamadas, direcionando a conversa com até um milhão de possíveis variações. Esses algoritmos ajudam a identificar de maneira inteligente respostas de alto risco, sinalizando inclusive as situações que requerem rápida intervenção. Sem falar que a AI também permite usar a linguagem natural para processar anotações médicas e histórico dos pacientes e ainda combinar todos esses dados não estruturados das anotações no prontuário eletrônico do paciente (PEP) e nos históricos de pacientes mais antigos. Enfim, inúmeras aplicações.

É importante também ter clara a ideia de que a combinação da AI com a expertise e conhecimento médicos pode reduzir drasticamente as taxas de erro (em até 85%). Por isso, essa tecnologia tem sido incorporada aos prontuários eletrônicos e também aos recursos de suporte à decisão clínica, aliando informações baseadas em evidências, com experiência clínica e especificidades de cada paciente. Isso eleva a ferramenta a outro patamar: passando de um conteúdo mais consultivo para um recurso de apoio com base em contexto. Avançados guias interativos, já disponíveis no mercado, permitem inserir informações sobre o paciente (como idade, sintomas, exames já realizados e resultados) e, com base em algoritmos dinâmicos, traçar o melhor caminho a ser seguido no diagnóstico e tratamento.

Esse tipo de proposição é extremamente importante na medida em que conhecer outros casos semelhantes ajuda a criar, manter e garantir a adoção de padrões para o tratamento de doenças que apresentam maior variabilidade nos cuidados. Ademais, de certo modo, esclarece pontos de dúvidas dos médicos e faz com que eles, além de aprenderem no momento do atendimento, possam automatizar esse conhecimento, que é o que a inteligência artificial e a aprendizagem por máquinas preconizam.

A variabilidade é um problema recorrente, associado à ausência de padrão nos protocolos clínicos e que não só onera os recursos e ocasiona uma série de desperdícios, como é também uma das principais causas de erros médicos evitáveis. Por isso, ao diminui-la, as organizações de saúde têm a oportunidade de melhorar os resultados a custos mais baixos. E é nesse sentido que a inteligência artificial e os recursos de apoio à decisão clínica atuam juntos. Além de ajudarem os profissionais da saúde a entregarem cuidados consistentes, de alta qualidade e efetivos, também trazem maior segurança para o paciente e ajudam a reduzir a variabilidade.

Em suma, a adoção desse tipo de solução não só simplifica o processo de atendimento, como ajuda os médicos a estabelecerem um fluxo de tomada de decisão mais interativo e chegarem a decisões mais assertivas sobre os seus pacientes, inclusive do ponto de vista de diagnósticos laboratoriais e também aprenderem com isso. Existem objetivos e, para atingi-los, temos que confiar no que a tecnologia pode nos oferecer. Acho que há uma visão de longo prazo em que precisamos nos concentrar, mas que o futuro já hoje é promissor, isso é.

Diana Nole, CEO da Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde

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MTM Tecnologia implementa plataforma mobileCare no Hospital da PUC Campinas

A MTM Tecnologia, uma das empresas líderes no Brasil em desenvolvimento e licenciamento de soluções inovadoras para tecnologias móveis, anuncia a oferta da plataforma mobileCare para o Hospital e Maternidade Celso Pierro, hospital universitário que pertence à Pontifícia Universidade Católica (PUC) – Campinas. Com as soluções da MTM, o hospital sai à frente do mercado no uso de tecnologia de ponta que garante mais praticidade e segurança para a instituição, corpo clínico e pacientes por facilitar o relacionamento com médicos e pacientes, além de prover mais agilidade e segurança nos serviços prestados pelo hospital.

O mobileCare é uma plataforma que permite incorporar os smartphones aos fluxos de trabalho das instituições de saúde. Funciona completamente integrada aos principais sistemas hospitalares do mercado. Com ela, é possível configurar a solução para consultar no smartphone qualquer informação clínica, fluxos completos de atendimento e de aprovação, envio de alertas e mensagens para os médicos e pacientes usuários dos apps, e outras aplicações.

“A solução é composta por uma série de módulos que visam atender as mais variadas necessidades das instituições de saúde, aprimorando e oferecendo mais segurança aos processos internos, agilizando os atendimentos e melhorando a experiência dos usuários”, explica Gustavo Perez, Diretor Executivo da MTM Tecnologia.

Segundo Margareth Camargo, Gerente de TI do hospital, a adoção da plataforma marca um novo momento da nossa instituição em que estamos focados na experiência e segurança de nossos médicos e pacientes por meio da incorporação de um canal digital baseado em plataformas móveis. “Com a plataforma da MTM Tecnologia, nossos médicos e pacientes conseguirão acessar todas as informações de interesse, compartilhar exames, receber mensagens e realizar solicitações a nossa instituição de forma prática e segura direto do smartphone. Além disso, por se tratar de um hospital universitário, é muito importante que os nossos médicos preceptores possam acompanhar as atividades dos residentes a qualquer momento”, diz a executiva.

Além do acesso a informação, está em implantação a adoção da plataforma mobileCare em processos críticos, permitindo que médicos realizem a revisão e aprovação de prescrições medicamentosas direto do smartphone, garantindo o monitoramento de todo o processo. “Alguns tipos de prescrição precisam de aprovação de médicos especialistas. Estamos substituindo o uso do telefone pela plataforma para que os especialistas possam acessar todas as informações da ficha do paciente pelo mobileCare e aprovar os medicamentos de forma completamente segura e com toda rastreabilidade”, explica.

As funcionalidades da plataforma mobileCare são adotadas em fases, seguindo o modelo tradicional de evolução contínua praticado pelos aplicativos mobile. “Um dos fatores determinantes na contratação da plataforma é o seu alto grau de customização. Como hospital universitário, vários de nossos fluxos de trabalho são específicos, por isso precisávamos de algo bem flexível. Temos o objetivo de continuar incorporando nossos fluxos importantes a apps do hospital, com foco na segurança e experiência de médicos, pacientes e colaboradores”, diz Margareth.

O mobileCare Médicos é direcionado aos profissionais do hospital universitário e possibilita, a qualquer momento, visualizar pelo smartphone as informações sobre o hospital e seus pacientes, como prontuário completo e resultados de exames, além do recebimento de notificações e alertas diversos, como aviso de liberação de resultados de exames de seus pacientes e informativos internos. Pelo aplicativo também é possível que médicos infectologistas validem medicamentos prescritos por outros médicos, acompanhem repasses de honorários e dos atendimentos dos pacientes, incluindo prescrições, evoluções, exames do atendimento e resumo da alta.

Já o aplicativo PUC – Campinas Pacientes, que inclui o módulo pacientes do mobileCare, tem como objetivo potencializar, facilitar e aprimorar o atendimento e a rapidez na disponibilização das informações e dos serviços oferecidos pelo Hospital e Maternidade Celso Pierro. O aplicativo permite atualizar os dados cadastrais, verificar resultados de exames, consultar as unidades acessíveis, especialidades atendidas, médicos e convênios disponíveis e receber notificações como avisos, resultados de exames, agenda de consultas e exames, incluindo para o SUS e informativos institucionais.

O mobileCare atende hospitais e laboratórios, unificando todos os canais de relacionamento entre instituição, médicos e pacientes por meio dos seus smartphones. A plataforma conta com apps móveis para médicos e pacientes e uma solução de retaguarda web para a gestão dos apps, envio de mensagens e gestão das solicitações dos usuários. A solução, que pode ser personalizada de acordo com as necessidades de cada instituição de saúde, permite realizar check-in, consultar resultados de exames, enviar mensagens, incluindo lembretes e alertas via tecnologia PUSH (mensagens enviadas aos dispositivos móveis que notificam os usuários diretamente na tela principal do seu smartphone), fazer pesquisas sobre a organização, médicos ou pacientes, além de gerir os dados da unidade de atendimento, com sistema de mapas e opções de contato. Em breve, será possível compartilhar exames e realizar pré-agendamentos de consultas e exames diretamente pelo aplicativo.

Os aplicativos para médicos e pacientes estão disponíveis nas lojas do Google Play para Android e App Store para iOS.

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Instrumentos robóticos miniaturizados aumentam as possibilidades das intervenções cirúrgicas

World’s Smallest Robotic Wrist (PRNewsfoto/MMI Srl)

A Medical Microinstruments S.r.l. (MMI), desenvolvedora de soluções robóticas inovadoras para necessidades médicas ainda não atendidas, apresentou hoje sua plataforma robótica especificamente projetada para microcirurgia aberta. A plataforma permite que o cirurgião controle dois microinstrumentos articulados minúsculos que simplificam os procedimentos de reconstrução depois de lesões traumáticas e depois da retirada de tumores em tecidos moles e ossos, e oferece a possibilidade de melhores taxas de sucesso cirúrgico e melhores resultados para os pacientes.

Os instrumentos da MMI possuem os menores pulsos articulados, com 3 mm de diâmetro externo e pontas com apenas 150 mícrons de largura. O pulso é decisivo para a realização da microcirurgia robótica em ambientes clínicos reais e permite a fácil manipulação de suturas pequenas, com tamanhos de 9-0 a 12-0.

“Graças ao uso de materiais avançados e de processos inovadores de microfabricação, projetamos o menor pulso articulado para fornecer aos microcirurgiões destreza no uso dos instrumentos e precisão robótica inéditas”, disse Massimiliano Simi, cofundador e vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento.

O cirurgião opera os microinstrumentos sentado no console cirúrgico e fazendo a monitoração através do microscópico cirúrgico. A plataforma robótica da MMI captura os movimentos da mão do cirurgião, e uma imagem reduzida do movimento é imposta sobre os microinstrumentos.

“Desenvolvemos essa tecnologia pioneira junto com microcirurgiões, desde a concepção do produto; o feedback positivo e as respostas que recebemos desde então têm sido realmente impressionantes e nos fazem crer que estamos no caminho certo para desenvolver um robô feito pelos microcirurgiões e para eles”, disse Hannah Teichmann, cofundadora e vice-presidente clínica.

O prof. Marco Innocenti, chefe de microcirurgia reconstrutiva e plástica do Hospital da Universidade Careggi em Florença e consultor clínico da MMI, que apresentou o trabalho pré-clínico com o robô da MMI no 9º Congresso da Sociedade Mundial para Microcirurgia Reconstrutiva em Seul, inclusive anastomose vascular robótica de 0,35 mm, comentou:

“Creio que a plataforma robótica da MMI impulsionará a microcirurgia para além das capacidades da mão humana, permitindo assim que mais cirurgiões executem procedimentos mais complexos e possibilitando também a supermicrocirurgia, como reconstrução linfática, para aqueles mais especializados.”

O presidente e cofundador da MMI, Giuseppe Maria Prisco, estima que o potencial anual de oportunidade de mercado seja de cerca de $ 2,5 bilhões.

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Como a TI pode apoiar a Consumerização da Medicina?

Por Keith Bromley, Gerente Sênior de Soluções de Marketing da Ixia

A consumerização da medicina está se tornando fundamental para as instituições de cuidados de saúde e tem sido adotada tanto pela indústria de cuidados de saúde quanto pelos pacientes. Segundo a operadora de planos de saúde Anthem, 76% dos pacientes acredita que a tecnologia tem o potencial de ajudá-los a melhorar a sua saúde. Ao mesmo tempo, essa tendência de consumerização vem criando um ônus para a indústria de TI durante o processo de transição e implantação desses novos serviços.

O que é a consumerização da medicina? Embora este tema possua várias vertentes, as três principais áreas responsáveis pela transformação da indústria de cuidados de saúde são:

• A expansão das redes de Wi-Fi para dar suporte às novas tendências para dispositivos pessoais e distribuídos (IoT e BYOD).
• A modernização dos sistemas de pagamentos médicos (sistemas de cobrança online em portais de pacientes, pontos de venda e Apple pay).
• A explosão dos serviços de Telemedicina e Telesaúde.

A fim de serem considerados “de vanguarda”, muitos hospitais adotaram a tecnologia Wi-Fi (tanto para os profissionais de cuidados de saúde quanto para os pacientes) e implantaram IoT para os seus equipamentos médicos (como dosadores de remédio eletrônicos e monitores de estatísticas vitais dos pacientes). No entanto, uma das desvantagens dessa consumerização é que a expansão do uso de redes de Wi-Fi dentro das instalações de cuidados de saúde está causando o consumo desenfreado de banda larga. Como nem todo consumo é igual ou linear, a TI precisa estar preparada para gerenciar esse recurso.

Um exemplo disso é a adoção da BYOD pelos hospitais para os profissionais de cuidados de saúde e a implantação de Wi-Fi para os pacientes. Alguns exemplos dessa tendência incluem: sistemas de comunicação médica baseados em Voice over IP (VoIP) para médicos e enfermeiros (tais como o Vocera badge); o download de dados para os laptops e notepads de instituições de cuidados de saúde; e o acesso dos pacientes à visualização de dados e de vídeos. Enquanto tudo isso está acontecendo, a TI precisa dispor de banda larga suficiente e priorizar tipos de dados que garantam que as transações médicas em tempo real passem pela rede sem atrasos. Por isso, a TI precisa saber com precisão quem está utilizando a banda larga e quem está abusando dela. Por exemplo, quem está de fato utilizando a banda larga dos hospitais? Os Vocera Wi-Fi badges para a comunicação entre os funcionários ou os pacientes assistindo à Netflix?

Nos últimos anos, houve uma explosão de dispositivos médicos que utilizam IoT. Alguns exemplos disso são as bombas de infusão que administram remédios sem a necessidade de um enfermeiro presente e os monitores de paciente eletrônicos. Estes dispositivos fazem mais do que enviar dados periodicamente para a enfermaria, enquanto que as bombas de infusão precisam baixar bibliotecas inteiras de remédios e os transmissores de telemetria que utilizam a WLAN (rede de área local sem fio) enviam alarmes e dados em configuração de onda para uma estação central.

A consumerização também está impulsionando outras formas de comunicação IP, tais como cobrança online, pontos de venda (PDV) e sistemas de pagamento móvel, já que os consumidores querem ter acesso a uma variedade de opções de pagamento que atendam as suas necessidades. No entanto, isso significa que além do processo de cobrança eletrônica padrão, a indústria de TI precisa dar apoio a ferramentas de e-commerce, de processamento de cartão de crédito e a sistemas de cobrança BYOD. Além de lidar com a complexa integração desses quatro tipos de sistemas de pagamento, é necessário aderir aos padrões de conformidade regulatória (HIPAA, PCI-DSS, SOX, etc.).

A telemedicina (e a telesaúde) também requerem o uso de tecnologia. A telemedicina consiste em consultas médicas através de ferramentas eletrônicas (computadores, tablets, dispositivos móveis, etc). Segundo a Anthem, essa prática pode gerar uma economia anual de 6 bilhões de dólares aos consumidores norte-americanos, e esse mercado global deve exceder 34 bilhões de dólares até 2020. A telemedicina é conveniente e acessível para consumidores que vivem em regiões remotas ou que estão muito ocupados, pois oferece acesso imediato e 24 horas por dia a médicos (tais como Teladoc, Doctor on Demand e LiveHealth Online), com custos baixos e sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Esta é uma excelente opção para gripes e erupções cutâneas. Segundo 67% dos pacientes, a telemedicina aumentou a sua satisfação com os cuidados médicos. Devido ao aumento no uso de registros médicos eletrônicos (RME) promovido pelo Affordable Care Act (lei de proteção do paciente e dos serviços de saúde acessíveis), as informações coletadas através da telemedicina podem ser usadas para atualizar os registros dos pacientes e assim, facilitar o trabalho dos médicos. Segundo a Anthem, 51% dos médicos acessam de maneira eletrônica as informações de pacientes de outros médicos, enquanto que mais de 91% dos hospitais já adotaram os registros eletrônicos.

Há também um volume enorme de informações que estão sendo acessadas e disponibilizadas em dispositivos móveis e com acesso à internet. Cinquenta e dois por cento dos usuários de smartphones acessam informações sobre saúde através de aplicativos móveis, enquanto que. 93% dos médicos acreditam que os aplicativos móveis podem ajudar a melhorar a saúde dos pacientes. Além disso, 70 milhões de pessoas nos EUA utilizam dispositivos de monitoramento vestíveis. Alguns desses dispositivos podem transmitir dados para os consultórios dos médicos, que podem ser incluídos nos RME dos pacientes e assim, manter os seus registros médicos atualizados. Por exemplo, rastreadores de atividade, marca-passos e bombas de insulina podem enviar dados de saúde para os médicos. Estima-se que essa tecnologia vestível deverá reduzir os custos hospitalares em até 16% nos próximos cinco anos e 86% dos médicos afirmam que esses dispositivos vestíveis deixam os pacientes mais envolvidos com a própria saúde.

Sendo assim, como a TI poderá superar todos esses desafios? Em primeiro lugar, tanto a tecnologia de suporte quanto a de interface com o usuário precisam estar preparadas para garantir o funcionamento desses serviços. Além da implantação de uma infraestrutura básica, é necessário fazer testes de rotina no sistema de Wi-Fi e na rede com fio. As redes sem fio podem oferecer uma série de deficiências devido a vários fatores: questões de planejamento de frequência, obstáculos à construção, a presença de paredes revestidas de chumbo em salas de radiologia e banheiros revestidos de azulejo, a proliferação de dispositivos BYOD portados por funcionários e pacientes, desempenho individual das rádios (já que nem todas as rádios são feitas da mesma forma) e questões relacionadas ao roaming entre pontos de acesso. Devido à intensidade de tráfego em conexões LAN sem fio, a TI precisa fazer os seguintes testes na rede LAN: detecção de interferência na frequência, geração de tráfego para cargas, casos de testes automatizados e análises de desempenho através da quantificação do desempenho do aplicativo e da perspectiva do usuário.

Após determinar a adequação da rede às operações, uma solução de visibilidade de rede (NPB) com inteligência para aplicativos pode ajudar a identificar quais aplicativos estão sendo utilizados na rede e quem está abusando da banda larga de rede (por exemplo: se há muita gente assistindo à Netflix). Subsequentemente, outro tipo de tecnologia pode ser utilizada para regular o uso da rede, de forma que a telemedicina e os dispositivos IoT disponham de banda larga suficiente.

Graças à IoT, hoje em dia há literalmente milhares de dispositivos dentro de um hospital e para facilitar o entendimento da TI sobre o que está ocorrendo dentro da rede, é comum separar os diferentes tipos de dispositivos (dispositivos de infusão, de monitoramento de pacientes, VoIP) com base nas redes VLAN e SSID. Como parte da estratégia de monitoramento dos aplicativos e da rede (para garantir a qualidade da experiência e a validação do serviço), esses tipos de dados podem ser segmentados através de um NPB (com base nas informações da rede VLAN) e os dados necessários podem ser enviados para as ferramentas de monitoramento de aplicativo adequadas. Soluções de monitoramento proativo também podem ser utilizadas para observar o desempenho da rede em tempo real.

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Healthcare Innovation Show conecta todos os segmentos do mercado de Saúde e Medicina com o uso de novas ferramentas de TI

Um dos maiores eventos para a área de Saúde e Medicina na América Latina, o HIS – Healthcare Innovation Show 2017 abre espaço para as empresas apresentarem as soluções na gestão médica, atendimento e diagnósticos ao nível mais elevado da tecnologia e que tragam bem-estar para os pacientes. O HIS acontece entre os dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo, e vai receber um público altamente qualificado entre executivos de empresas de saúde, gestores hospitalares, médicos, pesquisadores e demais profissionais da área.

Entre as novas interfaces e modelos de atuação para os profissionais que serão apresentadas aos visitantes do trade show, estão orientações médicas e psicológicas à distância, serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais, plataformas de bem-estar web para redução de custos nas empresas, alternativas para melhorar a eficiência nos estacionamentos e soluções integradas de gestão para fluxo de medicamentos, entre outras novidades.

Conheça alguns dos serviços e inovações em produtos que serão apresentados ao público:

Acompanhando a modernidade e o ambiente online, a Brasil Telemedicina aposta em orientação de saúde à distância. Laudo 24hs, Médico 24hs, Psicologia 24hs e Monitorização 24hs são plataformas desenvolvidas pela empresa, que proporcionam assistência de forma rápida e descomplicada. Disponíveis também em forma de aplicativo para celulares e tablets, a tecnologia garante, ainda, melhor administração de tempo, pela flexibilidade de horário, disponibilização de profissionais em todo o território nacional e, já que o atendimento é pela internet, a facilidade em realizá-lo seja onde o paciente estiver.

A Hi Technologies apresenta ao setor de saúde o Hilab, primeiro serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais, como: HIV, vírus Zika, Chikunguya, dengue, hepatite, teste de gravidez, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, dentre outros em apenas alguns minutos. O serviço Hilab, desenvolvido com tecnologias Microsoft e Intel, revoluciona o mercado ao introduzir uma nova categoria em análises clínicas que associa internet das coisas e inteligência artificial para acelerar o diagnóstico médico, tornando-o mais rápido que os métodos tradicionais. O dispositivo cabe na palma da mão e é solução também para os pacientes que tem medo de agulha. Isso porque o sangue é coletado da ponta do dedo, fazendo com que o processo seja menos invasivo.

A Philips, líder global em tecnologia da saúde, leva para o Healthcare Innovation Show a plataforma de visualização IntelliSpace Portal 9.0, um conjunto completo de ferramentas para suporte a decisões clínicas, multimodalidades e multifornecedores, e de TI que proporcionam maior excelência clínica e até mesmo redução de custos para área de radiologia. Seu novo recurso de machine learning faz com que a ferramenta aprenda automaticamente, a partir da última utilização da aplicação, antecipando a série e o tipo de dados em que o processamento prévio deve ser aplicado. Além disso, o público poderá conhecer de perto algumas das novidades relacionadas ao software de gestão em saúde Tasy, como a nova ferramenta de Gestão de Planos Terapêuticos (GPT), que permite a conferência da prescrição em menos tempo por enfermeiros e farmacêuticos, e de Prescrição Eletrônica do Tasy em HTML5, capaz de manter a solicitação até segunda ordem sem a necessidade de cópia diária, tornando o processo muito mais ágil.

A PwC Brasil irá debater durante o Healthcare Innovation Show (HIS) 2017 desafios e soluções para sustentabilidade econômica e segurança da informação do setor de saúde no Brasil e no mundo. As análises ocorrem em três painéis: “A jornada financeira da proposição de valor em saúde”, “Estruturação de custos e o futuro dos modelos de pagamento” e “Segurança e privacidade de dados: quem tem medo de ransomware”. Além dos painéis, a PwC Brasil leva para o evento o Health Dynamo, solução digital de gestão de processos de serviços de saúde e localização em tempo real de pessoas e ativos com foco no desafio da eficiência operacional. A Firma também apresentará soluções em cyber security para adoção de novos modelos digitais de atendimento, mantendo o desempenho e eficiência, sem deixar de lado o sigilo de dados.

A Shift, especialista em tecnologia da informação para medicina diagnóstica e preventiva, participa pela primeira vez do evento. Com 25 anos de história, a empresa apresenta ao mercado as melhores e mais modernas soluções para o aumento da produtividade e do aprimoramento de gestão na área da saúde. Durante o encontro, será realizada ainda a entrega da premiação do Great Place to Work 2016, em que a Shift foi contemplada no segmento de “Saúde”.

A UniHealth é reconhecida por sua experiência em soluções integradas de gestão do fluxo de medicamentos e insumos médicos. Com mais de 13 anos de história na logística intra-hospitalar, faz uso de tecnologias como a robotização e automatização de processos. Entre as novidades que a empresa apresenta no HIS estão o software UnilogWF, o robô Pharma Picking, capaz de separar 350 prescrições por hora, e a UniBox, máquina de dispensário automático de medicamentos e insumos médicos.

Outro destaque é a NDVIDA, plataforma de bem-estar web para aumento da produtividade e redução de custos com suporte à saúde nas corporações. O sistema SMART tem objetivos específicos, definidos na avaliação individual e um plano de ação detalhado, com metas atingíveis para cada colaborador. A empresa faz a gestão total do processo junto ao setor de recursos humanos, dispensando recurso adicional para operar a plataforma.

A Icone Medical Group, companhia especializada em equipamentos eletromédicos com tecnologia Laser de Diodo e Laser de CO2 Fracionado, dedicados ao tratamento de alterações dermatológicas e aplicações estéticas, apresenta no HIS o Sistema de Aquecimento de Fluídos (SAF), uma tecnologia inovadora concebida a partir de uma década de pesquisas e desenvolvimento meticuloso, visando a prevenção da hiportermia e melhor controle da homeostase do paciente no pré, intra e pós-operatório.

Tecnologias para estacionamentos também estarão sendo expostas no HIS. A Pare Bem tem como missão estabelecer um novo padrão de eficiência no segmento e apresenta soluções inteligentes para a gestão de estacionamentos em hopitais. Entre os destaques que podem ser conferidos no estande da empresa estão o controle da operação em tempo real e as tecnologias desenvolvidas para o setor e processos de automação do estacionamento.

O HIS 2017 é ainda constituído por três grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.

HIS – Healthcare Innovation Show 2017
Data: 25 e 26 de outubro de 2017
Horário: das 8h30 às 19h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo
http://saudebusiness.com/his/

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Plataforma digital une paciente e médico por geolocalização

O Brasil atualmente abriga cerca de 160 milhões de pessoas que não possuem convênio médico e dependem 100% da saúde pública. Este cenário tornou possível o nascimento da plataforma Vida Class, que está no mercado para unir o paciente e o médico por geolocalização.

Com a proposta de oferecer acesso a serviços de saúde a preços competitivos para essa população que não possui convênio médico, a Vida Class disponibiliza serviços das mais diversas especialidades, bem como exames de imagens e laboratoriais, sem que o usuário tenha que pagar qualquer mensalidade ou uma taxa de adesão. O cliente só paga uma taxa administrativa quando efetivamente adquirir uma consulta ou um procedimento.

Para Vitor Moura, CEO da startup, a criação da Vida Class também ajuda a diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a população chega a esperar até seis meses para agendar uma consulta ou exame. “Você passa de meses a anos para ser atendido e enquanto isso acontece, as doenças estão se agravando e esses brasileiros são esquecidos e morrem nas filas. Portanto, dar acesso rápido a um exame e uma consulta acelera diagnóstico”, alerta o CEO, dando ênfase ao impacto social que a Vida Class gera.

Por oferecer serviços médicos a preços acessíveis para o paciente, a Vida Class torna a saúde democrática, popular, no qual o indivíduo é cada vez mais empoderado e decisor de suas próprias escolhas. É uma relação win-win em que paciente e médicos são beneficiado pela velocidade no serviço, agendamentos em tempo real, diminuição da usual burocracia brasileira, antecipação de diagnóstico e facilidade no pagamento/recebimento.

A plataforma funciona pelo site ou por meio de um aplicativo. “O usuário realiza o cadastro de forma gratuita, e pode fazer a busca pelo serviço que precisar: consultas médicas ou exames à sua escolha e ainda com filtro por preço ou proximidade”, diz Vitor. São, ao todo, três diferentes serviços: agendamento de consultas, agendamento de exames e descontos em farmácias por intermédio do Vida Class Farma, (atualmente em mais de 22 mil farmácias em todo o país, com descontos de até 60% em 95% dos medicamentos comercializados no Brasil). Para este serviço, é necessário aderir a uma mensalidade de R$ 7,99, que tem como contrapartida um bônus mensal de R$ 8,00 nos celulares pré-pagos.

Com mais de 10 mil parceiros cadastrados, para consultas e exames, a expectativa da startup é aumentar para 50 mil o número de prestadores e 500 mil usuários cadastrados até o final de 2018. A Vida Class realiza todas as suas transações a partir do site (www.vidaclass.com.br/) ou pelo próprio aplicativo disponível gratuitamente na Apple Store e no Google Play. “A nossa ideia é fazer com que toda a população brasileira se beneficie de ótimos serviços, como os oferecidos em clínicas particulares, com o diferencial do preço acessível”, finaliza Vitor.

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Philips anuncia mudanças na gestão e lançamentos de produtos na América Latina

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) continua consolidando sua posição na América Latina como empresa voltada para a tecnologia de saúde criando um impacto no setor de cuidados da saúde. Durante esta primeira metade do ano, a empresa deu continuidade ao seu processo de transformação como empresa na área da tecnologia da saúde, ou HealthTech, acompanhando as pessoas em sua trajetória de saúde desde a prevenção, a vida saudável, o diagnóstico, o tratamento e os cuidados em casa.

“A América Latina está passando por mudanças socioeconômicas importantes que estão impactando o setor de cuidados da saúde, onde se espera que os gastos com assistência médica aumentem 2,4% ao ano até 2020. Levando-se isso em consideração, continuamos nos dedicando fortemente a melhorar a saúde das pessoas por meio de inovações de impacto, ao nos convertermos em parceiros estratégicos dos prestadores de serviços de saúde e dos protagonistas do setor na região”, disse David Reveco Sotomayor, CEO da Philips na América Latina.

Como parte desta estratégia, a Philips anuncia a nomeação de:

Fabia Tetteroo-Bueno, como líder Regional Personal Health, Royal Philips na América Latina, concentrando-se nas inovações que melhoram o cuidado pessoal e em casa. Tetteroo-Bueno tem uma vasta experiência na organização com posições de liderança, sendo a mais recente como diretora do Mercado de Sistemas de Saúde, Marca e Comunicações. Antes disso, atuou como gerente-geral das Filipinas para a Philips, construindo uma ampla trajetória multinacional em mercados com grandes oportunidades de crescimento.

Mark Stoffels, como líder Regional Health Systems, Royal Philips na América Latina, que continuará incentivando o acesso e o uso de tecnologias e soluções de ponta em hospitais e clínicas dos sistemas de saúde da região. Nos últimos cinco anos, Stoffels atuou como diretor-geral da Royal Philips no México. Antes disso, trabalhou no desenvolvimento de estratégias de mercado e negócios na América Latina, ocupando vários cargos com diferentes experiências e cargos de liderança em diversas unidades de negócio para os mercados da Índia, China, Rússia e América Latina.

César López Moreno, como líder Regional da Unidade de Sleep and Respiratory Care, Royal Philips na América Latina. Possui 20 anos de experiência na área comercial em diferentes mercados. López Moreno está há mais de 11 anos na Philips, desempenhando funções estratégicas de marketing e vendas, principalmente no mercado da Península Ibérica (Espanha, Portugal, Andorra e Gibraltar). Em 2016, chegou à América Latina como Gerente de Marketing e negócios para a linha de SRC da Philips.

Durante este ano, e com vistas para o futuro, a Philips procura continuar maximizando o uso da tecnologia nos segmentos de Health Systems, Personal Health e SRC, que abrangem áreas essenciais do setor da saúde, incluindo cuidados para mães e recém-nascidos, cuidados respiratórios, cardiologia e oncologia. Globalmente, como parte de sua estratégia de crescimento, a empresa continua expandindo seu portfólio por meio de aquisições. Durante o segundo trimestre de 2017, a Philips adquiriu a Spectranetics e a CardioProlific, duas empresas norte-americanas, para reforçar sua liderança em soluções de terapia guiada por imagens. Também acrescentou à lista de aquisições a empresa Health & Parenting Ltd., líder no desenvolvimento de soluções móveis relacionadas à saúde, à família e aos futuros pais.

Entre as principais iniciativas que contribuíram, na primeira metade do ano, para o avanço da estratégia da Philips na América Latina, incluem-se:

Tecnologias para hospitais e clínicas – Tasy. Solução desenvolvida na América Latina que digitaliza os prontuários médicos e os processos administrativos em hospitais e clínicas, continua sua expansão global com a implantação no México, Europa e Oriente Médio. Recentemente, a solução foi adotada pela importante rede de clínicas e hospitais do México, o Sistema de Saúde CHRISTUS MUGUERZA. A solução Tasy permitiu obter um aumento de até 50% na rentabilidade e uma redução de 20% nos custos operacionais.

Equipamentos médicos de última geração – Azurion. A plataforma inovadora de terapia guiada foi lançada mundialmente e já está entrando no mercado latino-americano. O software permite otimizar a realização de procedimentos minimamente invasivos, oferecendo uma nova opção de tratamento para pacientes que não podem suportar uma cirurgia aberta, reduzindo também os tempos de recuperação.

Para atender à demanda por esse tipo de tecnologia na América Latina, a Philips também inaugurou no Brasil, no início do ano, uma nova fábrica de equipamentos médicos em Varginha, onde produz equipamentos de raios-x, ressonância magnética, tomografia e ultrassom.

Iniciativas que fortalecem a comunidade médica para melhorar a assistência médica – Conexão Saúde. A iniciativa seguiu sua trajetória na região, abrangendo do México à Argentina. Por meio dessa iniciativa, a Philips procura unir atores essenciais do setor médico, a fim de encontrar soluções inovadoras para melhorar a saúde materno-infantil na região.
Nesse contexto, a Philips também revelou o M.A.M.I (Móvel de Atendimento Materno Infantil) na Argentina, uma iniciativa que oferecerá às mulheres ultrassonografias obstétricas gratuitas e palestras educacionais sobre a importância e sobre os métodos de amamentação.

Conscientização sobre doenças crônicas. As doenças não transmissíveis agora constituem a maior parte da carga total de doenças nos países da América Latina e do Caribe. Doenças como a apneia do sono são subdiagnosticadas, razão pela qual a Philips procura conscientizar a população sobre os sintomas, além de proporcionar ferramentas para um diagnóstico preciso e um curso de tratamento adequado. Por exemplo, a empresa está habilitando o cuidado em casa por meio de soluções portáteis conectadas, permitindo que as pessoas continuem seu curso de tratamento fora do hospital.

Saúde pessoal e vida saudável Medidas preventivas por meio da adoção de hábitos saudáveis são essenciais para reduzir a incidência de doenças. Com isto em mente, a Philips continua introduzindo nos mercados da região soluções que permitem que as pessoas vivam de forma mais saudável. Uma ampla gama de aparelhos eletrodomésticos que permitem preparar receitas saudáveis e exclusivas, como os liquidificadores Viva e Duravita, o AirFryer e o Pasta Maker. A empresa também trabalha para oferecer à mãe e ao bebê os melhores produtos inovadores que garantam a saúde com sua linha Philips Avent. Além disso, este ano a Philips está apresentando sua linha de escovas de dente Sonicare, estimulando a adoção de uma melhor saúde oral.

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Grupo Fleury divulga III Prêmio de Inovação

A terceira edição do Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF) abre inscrições para estudantes e pesquisadores de 7 de agosto a 21 de agosto. Com o objetivo de reconhecer trabalhos científicos inovadores, esse prêmio incentiva a pesquisa e promove a interação da equipe de Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Fleury com os cientistas do País, estreitando o relacionamento com a comunidade científica.

São elegíveis estudos em estágio inicial ou avançado de desenvolvimento, incluindo teses de pós-doutorados; pequenas empresas e startups (sendo necessário indicar data prevista de defesa do mestrado/doutorado e/ou ingresso no pós-doutorado). O objetivo é dar destaque à pesquisa translacional – que começa na ciência básica e resulta na aplicação prática do conhecimento – e aproximar as instituições acadêmicas da organização. As pesquisas devem ser voltadas para a área de genômica.

Será premiado como grande vencedor um único trabalho que receberá o prêmio de R$ 5.000,00 em vale presente, como incentivo ao desenvolvimento educacional. O pesquisador vencedor poderá receber, ainda, um convite para o estabelecimento de uma parceria para codesenvolvimento do projeto, com um aporte de até R$ 200.000,00. Serão reconhecidos também, como menção honrosa, dois projetos, que receberão um vale-presente no valor de R$ 500,00 cada um.

A divulgação dos vencedores acontecerá em 24 de outubro. Os interessados podem consultar o edital completo em http://www.grupofleury.com.br/SitePages/pif

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3º Desafio Pfizer vai premiar jovens empresas de tecnologia e inventores

Já estão abertas as inscrições para o 3º Desafio Pfizer, um prêmio criado para valorizar jovens empresas de tecnologia (startups) e inventores responsáveis por soluções digitais e produtos inovadores que facilitem a prática médica e a busca por saúde e bem-estar. A premiação é promovida pela Pfizer, com apoio da Innovster. Por meio de uma parceria com a Associação Nacional dos Inventores (ANI), as soluções vencedoras ganharão um registro de patente.

Os vencedores participarão de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. Além disso, também poderão escolher três áreas nas quais desejam receber mentoria da Innovster. “A Pfizer, que investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento de opções terapêuticas inovadoras, está convencida da importância de impulsionar o desenvolvimento de soluções originais e de alta tecnologia que ajudem a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea na área de saúde”, afirma o diretor comercial da companhia, Vagner Pin.

Intitulada “A Revolução Cibernética da Saúde”, a terceira edição do Desafio Pfizer traz algumas novidades. Neste ano, poderão concorrer startups em criação, startups em expansão e inventores. Estão contempladas na primeira categoria empresas em processo de estruturação, que estão em busca de seus primeiros clientes. A segunda é destinada a empresas consolidadas, que desejam aprimorar seus produtos. Já a última engloba criativos que não têm empresa, mas sim um produto, um novo conceito ou um processo com potencial de melhorar a saúde.

Os inscritos serão selecionados por uma banca formada por executivos da Pfizer e da Innovster, além de convidados relevantes para o setor de saúde e investimentos. No dia 7 de novembro, os três finalistas de cada categoria deverão participar do Pfizer Innovation Day, uma tarde de negócios com investidores, executivos da Pfizer e profissionais importantes do mercado de saúde. Nesta ocasião, serão anunciados os vencedores.

Os interessados poderão se inscrever por meio do portal www.desafiopfizer.com.br. A página traz, ainda, as perguntas mais frequentes relacionadas ao prêmio, o cronograma da premiação e depoimentos dos vencedores das edições anteriores.

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