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Como as fintechs podem ajudar no desenvolvimento das PMEs?

Por Dan Cohen

A demanda por crédito das micro, pequenas e médias empresas se mantém aquecida. Dados do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) revelam que no ano passado essas organizações receberam R$ 30,1 bilhões, o mesmo que 44,7% do total desembolsado pelo banco, sendo esse o maior percentual já registrado na série histórica e um aumento de 4% na comparação com 2017. O ano de 2018, no entanto, foi o de pior desembolso de recursos do BNDES desde 2009, com R$ 69,3 bilhões liberados, indicando uma forte prevalência da demanda por crédito pelas menores empresas brasileiras.

Uma pesquisa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) de julho do ano passado ajuda a entender as principais dificuldades que assolam as PMEs quando o assunto é crédito. Entre 500 empresas paulistas entrevistadas, 44,4% afirmaram ter dificuldades para pagar as parcelas de seus empréstimos, 6,9% tiveram uma redução do limite de crédito após atrasar o financiamento e 70,7% têm alguma dificuldade de relacionamento com o seu banco.

Por outro lado, é importante lembrar que as PMEs são responsáveis por 27% do PIB e pela geração de renda de 70% dos brasileiros no setor privado, de acordo com o Sebrae. Logo, os impactos do endividamento dessa classe de empresas e a falta de crédito para inovação são sentidos pelas indústrias, pelas famílias e no desenvolvimento econômico do País.

Impulsionar a oferta, facilitar o acesso e desburocratizar o crédito para os pequenos e médios empresários têm sido tarefas que as fintechs abraçaram. Na Finpass, por exemplo, em menos de três anos reformulamos nossa marca e escopo de negócio diante do desejo de apoiar os menores empreendedores brasileiros, eliminando maratonas improdutivas aos bancos e ainda contribuindo para o crescimento do Brasil.

Ao promoverem inclusão financeira, as fintechs entregam diversos benefícios para o mercado, entre eles a redistribuição do poder aquisitivo. Essas startups oferecem serviços mais segmentados, logo, conseguem ter mais foco e direcionar sua expertise para uma determinada solução demandada. Suas estruturas mais enxutas também diminuem a burocracia, facilitando adaptações às necessidades dos clientes, assim como, por serem digitais, têm um custo menor. Esse conjunto de fatores ajudou as fintechs a crescerem e, como consequência, o poder financeiro que antes era restrito a algumas instituições foi distribuído para uma nova cadeia de inovação em finanças, chegando mais fácil a quem precisa desses serviços.

Outra transformação que as fintechs estão proporcionando é a inclusão financeira. O acesso a linhas de crédito oferecidas apenas para clientes com um longo histórico de relacionamento com os bancos é uma das restrições do mercado que essas startups agora buscam solucionar, democratizando as oportunidades e incluindo ao sistema financeiro pequenas empresas desbancarizadas.

Novidade no País até pouco tempo atrás, o empréstimo entre pares, ou peer-to-peer lending (em inglês), é uma modalidade de empréstimo coletivo que também foi introduzido pelas fintechs. Esse serviço conecta empresas em busca de recursos financeiros a investidores pessoas físicas que desejam ter mais rentabilidade. Com uma análise de crédito 100% online, as fintechs conseguem viabilizar recursos financeiros com melhores taxas de juros para os tomadores e retornos maiores para os investidores em processos sem burocracia e mais rápidos.

As oportunidades para as PMEs com as fintechs são inúmeras. Cada vez mais os empreendedores poderão obter recursos para capital de giro e para investimentos em inovação e em infraestrutura sem passar pelos bancos tradicionais, mantendo a capacidade de trabalho de suas organizações, gerando empregos e produzindo um mundo mais inclusivo hoje e para o futuro.

Dan Cohen, fundador e CEO da Finpass, marketplace de crédito para PMEs.

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Nova oferta de videoconferência em nuvem da DIGITALNETBR atende especialmente o mercado PME

Décio Rigotto é Diretor Executivo da DIGITALNETBR

Décio Rigotto é Diretor Executivo da DIGITALNETBR

Com investimentos da ordem de R$ 1 milhão e o envolvimento de um time de especialistas dedicados por 18 meses, a nova plataforma OnPeople, além de agilizar e garantir adoção dos mais avançados recursos de Comunicações Unificadas para empresas de todos os portes, de forma flexível e escalável, proporciona excelentes vantagens na relação custo x benefício.

Investir em uma estrutura própria de TI, além de caro, demanda tempo e desvia a atenção do que é primordial, o core business da empresa. Para responder a este desafio, a DIGITALNETBR, integradora de soluções de alta tecnologia em Colaboração e Comunicações Unificadas, está disponibilizando no mercado brasileiro a plataforma OnPeople, novo serviço em nuvem que possibilita a rápida adoção dos mais avançados recursos de Videoconferência (Vaas) e Comunicações Unificadas (UCaaS) de forma flexível e escalável. Com a oferta, que demandou investimentos de mais de R$ 1 milhão e o envolvimento de um time de especialistas totalmente dedicados por cerca de 18 meses, a DIGITALNETBR pretende fortalecer sua receita e atingir um crescimento médio anual de 20% nos próximos três anos.

De acordo com Décio Rigotto, Diretor Executivo da DIGITALNETBR, a criação do novo serviço foi impulsionada por uma necessidade crescente do mercado. “A prestação de serviços em nuvem é uma tendência irreversível pelas grandes vantagens que oferece, especialmente na demanda por modalidades que não exigem investimento e nem equipe própria qualificada para gerenciar e operar a solução”, enfatiza.

Para ter acesso à plataforma OnPeople o cliente pagará somente pelo serviço e pela capacidade efetivamente utilizada, evitando o investimento em uma infraestrutura própria que geralmente é delimitada e difícil de ser expandida ou reduzida. Além disso, a empresa não precisará ter equipe própria especializada na área de TI para operar e gerenciar a infraestrutura dentro de seu ambiente. E também não estará exposta à obsolescência de equipamentos, que neste segmento é muito acelerada. O serviço é implementado, ativado e disponibilizado aos usuários de forma ágil, rápida e simples.

Para ter acesso à sala de reunião virtual (VMR) da DIGITALNETBR é necessário apenas um computador com webcam e uma conexão com a internet com uma banda larga mínima de 512 Kbps, capaz de assegurar uma boa qualidade de áudio e vídeo. O acesso pode ser feito através de computadores pessoais, aplicativo de software previamente instalado, ou até mesmo por meio de um convite recebido por e-mail contendo um endereço eletrônico para conectar-se. Dispositivos móveis como smartphones e tablets também podem ser utilizados através de conexão de dados 4G. Já em ambientes corporativos, o acesso pode ser feito em salas de reuniões equipadas com terminais de videoconferência com as mais variadas configurações.

“Toda infraestrutura em nuvem que compõe a plataforma OnPeople é de propriedade da DIGITALNETBR, baseada em tecnologia Polycom que possibilita integração nativa com o Skype for Business da Microsoft”, explica Rigotto. “A utilização da plataforma é feita através de um portal muito simples e intuitivo que oferece uma interface de usuário amigável para agendamento e controle das reuniões, além de ferramentas de gerenciamento para monitorar e assegurar a efetividade do uso da solução”, completa o executivo.

“A oferta de salas de reuniões virtuais (VMRs) já é uma realidade no mercado brasileiro. Por isso, aprimoramos este tipo de serviço oferecendo algo mais customizado, com alternativas para registros de terminais, agregando pacotes com locação de terminais. Nosso grande diferencial é a hospedagem de nossa plataforma em datacenters com redundância geográfica, além de um centro de operações (VNOC) no Brasil, provendo suporte, monitoramento proativo, concierge, tudo em português”, ressalta Rigotto.

Por tratar-se de uma plataforma segura e altamente gerenciável, os serviços podem ser adotados por empresas de todos os portes, entretanto, são ainda mais efetivos para PMEs, uma vez que não demandam qualquer tipo de gestão interna de TI. Segundo Rigotto, o novo serviço deve impactar diretamente os negócios da companhia. “O maior incremento virá do segmento das PMEs que não dispõe de recursos financeiros e humanos para investir em plataformas próprias e exclusivas para comunicação e colaboração. A transição do modelo de venda de projetos para prestação de serviços é muito saudável para a DIGITALNETBR porque o faturamento recorrente traz mais estabilidade e previsibilidade dos resultados, além de possibilitar a fidelização dos clientes por meio de um relacionamento ainda mais próximo e frequente”, esclarece o executivo.

“A Polycom aplaude a iniciativa da DIGITALNETBR. O mercado brasileiro busca formas simples e confiáveis para o consumo de tecnologia. O lançamento da plataforma OnPeople atende a uma clara demanda de nossos clientes que buscam obter os benefícios da colaboração por vídeo, voz e dados com baixo investimento inicial, extrema simplicidade aos usuários e grande escalabilidade do serviço. Não temos dúvidas sobre o sucesso deste serviço no mercado”, finaliza Pierre Rodriguez, Vice-presidente da Polycom para a América Latina e Caribe.

Com sede em Ribeirão Preto e equipes próprias em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, a DIGITALNETBR é um parceiro Platinum e o canal com o mais alto nível de certificação técnica da Polycom, por isso, a companhia está habilitada a oferecer o portfólio completo de produtos da fabricante.

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Brasoftware faz parceria em cloud para PMEs

De cada dez brasileiros adultos, quatro já possuem ou estão envolvidos com a criação de uma empresa, conclui nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2015, patrocinada pelo Sebrae no Brasil. No ano passado, a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,9%, o maior índice dos últimos 14 anos e quase o dobro do registrado em 2002, quando a taxa era de 20,9%. Neste contexto, a Brasoftware se consolida como um dos mais tradicionais provedores de tecnologia do mercado brasileiro, oferecendo soluções de hospedagem de serviços em nuvem para grandes e pequenas empresas.

“Nossa oferta Brasoftware Cloud além de disponibilizar um portfólio de soluções que até bem pouco tempo atrás só grandes empresas poderiam ter acesso, trazem às PMEs um modelo atrativo, onde elas pagam pelo que realmente utilizam, com soluções simples de serem implementadas e com tecnologia de ponta”, conta Amanda Almeida, Diretora de Marketing da Brasoftware.

“As ofertas Brasoftware Cloud já contam com mais de 350 empresas com serviços online com pagamento mensal, e nos últimos 3 meses teve crescimento de mais de 60% no número de usuários contratando soluções Office 365, como e-mail corporativo, intranet, mensageria e mais de 380% de empresas contratando Microsoft Azure, para uso com maquinas virtuais, backup, site recovery, hospedagem entre outros”, afirma Bruno Testoni Gerente de Soluções Cloud e responsável pela equipe de atendimento e suporte.

Parcerias

Duas empresas de destaque do segmento de médias e pequenas empresas são exemplos de como o modelo de contratação de serviços em nuvem, são aderentes para este segmento. Uma delas é a Gail, empresa de pisos e cerâmicas com sede em Guarulhos, em São Paulo. A empresa sofria desajustes no seu sistema de mensagens. “Fizemos um trabalho para migração do Exchange 2007 para o Office 365. Com essa mudança, hoje a gerência da Gail está satisfeita; a equipe de TI foi desonerada e não ficou mais sobrecarregada. Agora não se preocupam mais com demandas relacionadas ao servidor de e-mails e conseguem se concentrar apenas na gestão e controle dos usuários”, afirma Bruno.

A Alex Stewart é outro exemplo de parceria de sucesso com o uso da tecnologia Cloud Microsoft, contratada junto a Brasoftware. Fornecedora de serviços de administração de garantias, análises laboratoriais, inspeção, consultoria e certificação para soft commodities e metais e minerais, a empresa passou a usar o Office 365, além do Microsoft Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, para hospedar todo o controle operacional da empresa.

Benefícios

As duas empresas optaram pelo modelo de contratação Brasoftware Cloud, que disponibiliza pagamento mensal conforme a quantidade de serviços Microsoft Cloud solicitados. Além de atender as necessidades do segmento de SMB, o modelo é flexível e também voltado para um mercado de até 500 máquinas. “Para empresas menores, é uma contratação que não tem compromisso anual, o cliente pode cancelar a qualquer momento e incluir novas contratações de acordo com suas necessidades de negócio”, declarou Bruno sobre as vantagens da contratação.

Com a implantação dos novos serviços do Exchange Online para a Gail, houve queda no downtime dos e-mails (tempo em que o sistema de computador fica inativo decorrente de um problema inesperado), redução do tempo da TI em relação ao gerenciamento dos e-mails, gerenciamento unificado e simplificado por meio de plataformas desktop e mobile, segurança e governança. Como consequência, as empresas ganham aumento de produtividade dos usuários e do departamento de TI aliada à redução de custos com a infraestrutura interna.

“Fizemos a migração 100% via Skype for business, a partir da Microsoft em Seattle. A migração ocorreu durante uma noite e quem fez toda a ponte foi a Brasoftware”, contou Guilherme Pereira, gerente de TI da Gail. O executivo também indicou a principal vantagem da nova plataforma em nuvem: “Anteriormente, o servidor de e-mail caía aos finais de semana, inclusive nos domingos, mas isso não acontece mais”.

Já a Alex Stewart Armazéns Gerais do Brasil tinha como necessidade hospedar o site institucional da empresa no sistema em nuvem. A tecnologia adotada foi o Microsoft Azure. “Tivemos muitas vantagens com a instalação, como elasticidade e disponibilidade de informações, principalmente para as demandas online, além da redução de custos com infraestrutura”, explica Paulo Nishimura, gerente de TI da empresa. O executivo ressalta ainda a forma de pagamento e controle administrativo do Brasoftware Cloud: “com a Brasoftware, recebemos uma nota fiscal mensal com pagamento preestabelecido, bem como temos acesso a um painel administrativo onde podemos controlar nosso consumo e usuários”.

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Gustavo Chapchap assume gerência de marketing e vendas na JET e-business

A JET e-business, empresa pioneira de tecnologia que oferece soluções para negócios em comércio eletrônico, anuncia a contratação de Gustavo Chapchap, 34, para ocupar o cargo de Gerente de Marketing e Vendas da empresa.

Formado em Comunicação Social pela Universidade Anhembi Morumbi e com especialização em Gestão de Projetos na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Chapchap traz sua experiência acumulada nas áreas de comunicação e e-commerce para reforçar as estratégias comerciais da empresa, que recentemente reposicionou sua marca para o mercado e passou a focar suas ações em e-business.

“Já estava completamente envolvido no dia a dia da JET e-business, pois, através da BEST, prestamos um serviço de consultoria que ajudou a reformular o posicionamento da empresa”, explica Gustavo. “A partir de agora, com uma função fixa, tenho o desafio de consolidar todas as mudanças e trazer novos negócios para a JET seguir crescendo”, afirma.

O novo Gerente de Marketing e Vendas da JET prestou consultoria a diversas empresas de TI, varejo eletrônico e comunicação. Gustavo atuou também como Coordenador de Marketing da ABRADi-SP. Lá, redigiu o projeto que originou o Dia do Profissional Digital #404DigitalDay, além de colaborar com o projeto do Guia de e-Commerce ABRADi-SP, em parceria com o Sebrae-SP, e participar da organização da versão brasileira do Social Media Week #SMWSP, a versão brasileira do maior evento de mídias sociais do mundo, nas suas edições de 2014, 2015 e 2016.

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Uma em cada três PMEs brasileiras já começou o processo de adoção de serviços na nuvem

Os investimentos em TI pelas pequenas e médias empresas brasileiras deve saltar de US$ 48 bilhões em 2016 para US$ 63 bilhões até 2020, com as tecnologias baseadas em computação em nuvem e mobilidade crescendo de três a sete vezes mais rapidamente do que as tecnologias tradicionais on premise. Os dados são da pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada pela AMI Partners a pedido da Intel Brasil. O estudo mapeou tendências e perspectivas na migração para novas tecnologias em todo o universo brasileiro de pequenas e médias.

Segundo Fabio de Paula, diretor da Intel para o mercado corporativo, em momentos de turbulência econômica, como o que vivemos atualmente, o investimento em serviços de tecnologia que tornem a operação mais eficiente e ágil em curto e médio prazo é essencial para manter a empresa competitiva. Um forte indicador disto é que o fator preço como principal critério no momento da aquisição de serviços de TI caiu 18%, segundo o estudo. ”

Essa visão também é compartilhada por parte dos tomadores de decisão entrevistados: 48% das empresas médias e 30% das pequenas consideram como prioridade nos próximos 12 meses o investimento em tecnologia para a redução de custos e maior eficiência. Estes números superam aqueles que priorizam o corte de gastos (23% apontados pelas pequenas e 27% pelas médias) ou encerramento de operações e unidades de trabalho (12% pelas médias e 16% das pequenas), por exemplo. Em relação as que já adotaram serviços de tecnologia, quando perguntadas o motivo, 49% das pequenas empresas e 62% das médias responderam que a economia nos custos operacionais é um dos fatores que estão levando as PMEs e buscar novas tecnologias.

Cloud e Mobilidade são prioridades

A pesquisa também registrou que a adoção de soluções em Cloud Computing e Mobilidade devem crescer de 3 a 7 vezes mais rápida do que as soluções tradicionais, on premise. As áreas de investimento neste cenário incluem as DaaS (Data as a Service), IaaS (segurança, storage e servidores), PaaS (Plataform as a Service) e aplicações SaaS (Software as a Service). As preferências por estes modelos variam de 10% a 35% dos entrevistados, enquanto soluções on premise não passam dos 10%.

Os perfis de soluções procuradas variam de acordo com o tamanho e foco das empresas. A pesquisa identificou que as principais necessidades das médias empresas são virtualização de servidores, segurança e prevenção de dados. Já as pequenas demandam uma maior velocidade de conexão, marketing em social media e soluções em comunicação.

“Nossa estimativa é que o mercado de soluções em Cloud para pequenas e médias empresas em 2020 no Brasil alcance os U$ 6,6 bilhões, já que ainda há um grande terreno a ser conquistado”, afirmou Fabio de Paula. “Comparando com os EUA e Canadá, onde cerca de 30 a 40% das PMEs ainda não começou um processo de transição para a nuvem, no Brasil, esse número ainda está próximo dos 70% no País. Apenas 3% das PMEs nacionais foram plenamente transformadas pela nuvem, enquanto nos EUA esse número é de 14%. ”

Demais conclusões

As preocupações com a segurança no momento da adoção de soluções em nuvem também foram abordadas na pesquisa. Perguntadas sobre a preferência por serviços privados ou públicos de nuvem, as empresas médias citam a segurança como fator na escolha pela nuvem privada (36%), enquanto a maior parte das empresas pequenas (36%) não tem preferência. De modo geral, as médias se mostram mais resistentes do que as pequenas na migração para serviços de nuvem pública, justamente por uma preocupação maior com questões relativas à segurança da informação. “Ainda há um trabalho a ser feito pela indústria para desfazer mitos e inseguranças com relação à segurança da nuvem pública dentro do mercado de médias empresas. Para essas empresas, o modelo de nuvem híbrida tem se mostrado uma solução mais interessante”, comentou Fábio de Paula.

As soluções de segurança mais usadas atualmente pelas empresas são serviços de filtro de Web (13% em empresas pequenas e 25% em empresas médias) e anti-spams (13% e 29% respectivamente). Já quando perguntadas quais serviços de segurança pretendem adotar nos próximos 12 meses, a preferência das pequenas é por gerenciamento unificado de ameaças (sigla UTM em Inglês) com 19%, enquanto 25% das empresas médias pretendem adotar serviços de VPN.

Em relação às aplicações voltadas para a administração dos negócios, as soluções de gestão de documentos são as mais utilizadas tanto nas pequenas quanto nas médias empresas (23%). As médias também já estão adotando soluções de business intelligence (23%) e CRM (17%). Quanto às adoções futuras, 28% das pequenas visam adquirir soluções voltadas especificamente para sua área de atuação, enquanto 21% das médias enxergam serviços de CRM como o próximo passo.

Quando perguntadas sobre a adoção de softwares de comunicação e colaboração, 59% das pequenas empresas usam aplicações para a gestão de redes sociais e marketing digital. Entre as empresas de porte médio, o número é ainda maior, chegando a 71%. Nos próximos 12 meses, 30% das pequenas pretendem adotar serviços de edição compartilhada de documentos, enquanto 40% das médias pretendem utilizar servidores VoIP.

Sobre a pesquisa

A pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada no primeiro semestre de 2016, entrevistou 251 tomadores de decisão em pequenas e médias empresas que atuam em setores como agronegócio, finanças, manufatura, serviços, varejo, educação, saúde, turismo e entretenimento. A pesquisa não considerou ONGs e órgãos governamentais e nem empresas que não possuem um endereço comercial (home office/home business). A margem de erro é de 5%.

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E-commerce fica mais acessível para pequenas e médias empresas

Após o fechamento de contrato OEM com a SAP, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, passa a ter mais autonomia para oferecer os seus produtos e serviços de e-commerce aos clientes, que buscam melhor custo-benefício na compra.

OEM é a sigla de Original Equipment Manufacturer – Fabricante Original do Equipamento. Produtos que possuem o selo OEM são vendidos por preços diferenciados para empresas que desenvolvem a solução final. No caso da FH, o produto desenvolvido foi o Flieger Commerce, software de digital commerce para pequenas e médias empresas, criado sob a plataforma SAP Hybris, lançado em 2015.

Segundo o Diretor de Operações da FH, Wilmar Lima, após fechar o contrato com a SAP – o primeiro de OEM da América Latina – a FH passou a montar modelos comerciais diferenciados para oferecer às empresas de pequeno e médio porte. “Assim, o cliente passa a ter um único fornecedor para suportar todas as necessidades do e-commerce (desde a aquisição do software; licença; implementação; agência digital, hosting e suporte). Isso traz mais segurança e praticidade durante as operações”, relata.

Ele acrescenta ainda que “agora, com o contrato de OEM em mãos há uma tabela com os custos de aquisição, licença e implementação do produto já definidos, ou seja, os clientes pagarão um preço mais acessível pela solução”, explica Lima.

De acordo com Cristiano Silvestrin, Executivo de Vendas da SAP, o OEM é um modelo global de parceria focado em empresas de desenvolvimento de software e hardware, onde a SAP disponibiliza parte do seu portfólio, como por exemplo, banco de dados, plataformas de desenvolvimento e Internet das Coisas (IoT), ferramentas de BI, entre outros, e os parceiros podem desenvolver, embarcar ou complementar seus próprios produtos a partir da tecnologia SAP.

“A FH é uma das principais parceiras da SAP desde 2007, já consolidada e bem relacionada no mercado. Com este contrato, a companhia ganha mais autonomia no mercado varejista. Tudo isso está alinhado à transformação digital e ao perfil dos consumidores modernos, que buscam experiências diferenciadas de compra”, reforça.

A proposta da SAP é fazer com que a companhia paranaense, com seis unidades no Brasil, duas no exterior e atuação em 26 países, trabalhe diretamente com as pequenas e médias empresas. “Como a FH é considerada uma importante parceira para implementação de soluções SAP Hybris do mercado, e possui todas as certificações, temos plena confiança no resultado dos projetos voltados para as empresas que atuam no varejo”, conclui Silvestrin.

Flieger Commerce acelera projetos em pequenas e médias empresas

Segundo o Diretor de Relações Internacionais da FH, Martin Strempfer, o Flieger Commerce é a aposta da companhia para as pequenas e médias empresas aumentarem o portfólio de produtos e oportunidades de negócio, uma vez que muitas delas têm investido em e-commerce para reduzir os gastos com infraestrutura e funcionários, por exemplo.

A solução digital commerce voltada para o varejo foi concebida com a soma da experiência de negócio da FH e do conhecimento de oito anos de SAP Hybris da Flieger, empresa adquirida em janeiro de 2015. Com a aquisição, a companhia ampliou o conhecimento e passou a ter a maior capacidade instalada do Brasil para projetos de omnichannel.

Existe uma percepção grande na experiência de navegação, devido às funcionalidades diferenciadas, responsive designer, alta performance, exatidão nas informações e possibilidade de usar diversos canais. Com o Flieger Commerce, o consumidor tem a mesma experiência seja na loja física, no site ou ainda nas redes sociais. É algo único e integrado. O software da FH também permite uma visão completa dos canais de venda ao contemplar cenários como: B2B, B2C, B2B2C, venda direta (porta a porta), mobile, venda assistida, entre outros.

Entre os clientes da FH estão grandes corporações como Hering, Marisa, Leroy Merlin, Cantu Pneus e Dpaschoal. “Agora, queremos levar a nossa tecnologia para as pequenas e médias empresas. O Flieger Commerce, com base em OEM, barateia o investimento e descomplica o processo. A média de investimento inicial varia entre R$ 200 e R$ 300 mil, além de um percentual sobre as vendas que seja atrativo para o cliente. Em contrapartida, oferecemos o nosso conhecimento digital para fazer do canal um sucesso de receita para o cliente e, consequentemente, para a FH”, diz Strempfer.

A aposta da FH não é só para o mercado brasileiro como também para o exterior. “Um dos nossos primeiros clientes do Flieger Commerce com base em OEM é a Adveo, empresa espanhola que vende materiais para escritório”, reforça o Diretor de Relações Internacionais.

Expansão

Desde 2015, as vendas de produtos e serviços da unidade de Technology da FH (responsável pelos produtos desenvolvidos sob a plataforma SAP Hybris) triplicaram. A meta da companhia para os próximos três anos é fazer com que esta unidade fature tanto quanto as unidades de consultoria, responsável por uma boa parte do faturamento anual da empresa, que deve ultrapassar R$100 milhões.

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Seminário propõe como financiar o futuro das pequenas e médias empresas

Realizado pela Fiesp viabiliza organização financeira às micros, pequenas e médias empresas

Precisa investir? Que tal se preparar antes com especialistas do setor? Gostaria de condições especiais de financiamento? Saiba como reestruturar sua empresa de forma sustentável, com estratégias sugeridas por especialistas de bancos e agências de desenvolvimento, na terceira edição do Seminário Finanças e Financiamento. O evento é promovido pelo Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que será realizado no dia 22 de julho, das 8h30 às 13h.

O seminário trará linhas e programas de financiamento como uma oportunidade para as instituições financeiras apresentem suas estratégias de atendimento. Também serão abordadas formas para melhoria da comunicação entre empresas e bancos, com foco na transparência nas prestações de contas.

Terá painéis e palestras com informações importantes para empreendedores e empresários em busca de formas para melhoria de acesso a essas linhas de crédito. Entre os participantes estão diretores e superintendentes dos bancos Caixa Econômica Federal; Banco do Brasil; Desenvolve SP e BNDES.

Paralelamente ao encontro, será oferecida a Sala de Crédito, com atendimento empresarial e financeiro exclusivo. A ideia é informar e orientar sobre linhas de financiamento de longo prazo, facilitar o acesso ao crédito, orientar de forma estratégica as demandas de financiamento das micro, pequenas e médias indústrias, quanto a aquisição de máquinas e equipamentos; construção ou reforma de instalações; projetos de pesquisas e desenvolvimento; exportação; projetos de sustentabilidade; capital de giro e compra de matéria-prima.

Para mais informações e inscrições acesse o site http://www.fiesp.com.br/agenda/216518

Programação:

8h30 RECEPÇÃO E CREDENCIAMENTO

Café de Boas Vindas

9h ABERTURA DO SEMINÁRIO

Diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria

9h20 – Contextualização: A Visão das Empresas e dos Agentes Financiadores

Palestra: O papel da empresa na relação de crédito.

Palestrante: SERASA Experian

Palestra: Obtenção do crédito – transparência e prestação de contas.

Palestrante: Escola de Negócios Saint Paul Institute

10h30 – Soluções: Formas de Financiamento

O que é relevante? / Como financiar hoje o seu negócio? / Pensando no futuro, como financiar?

Palestrantes:

Ana Paula Bernardino Paschoini, Gerente do Departamento Regional Sul do BNDES

Ana Paula Shuay, Superintendente de Negócios da DESENVOLVE SP

Thiago Montero, Gerente de Mercado Pessoa Jurídica e Assessor da Superintendência São Paulo do Banco do Brasil

Representante da Superintendência da Regional São Paulo da Caixa Econômica Federal

Representante do Departamento de Empréstimos e Financiamento – DEF do Bradesco

12h30 – Check List “Ações Objetivas para Acesso ao Crédito”

Diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria – DEMPI/FIESP

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