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Futurecom: CommScope apresenta soluções inéditas e aborda temas como 5G, Saúde 5.0 e IoT

A CommScope, umas das líderes globais em soluções de conectividade para redes de comunicação, participará da Futurecom Digital Week, evento virtual e totalmente gratuito que será realizado de 26 a 30 de outubro, com uma ampla programação, que destaca produtos e temas como novas soluções para arquitetura de acesso distribuído (DAA), 5G, Wi-Fi 6 e 6E, IoT e a crescente demanda por conectividade, entre outros.

O evento, que terá mais de 60 horas de conteúdo disponíveis online, deve receber cerca de 10 mil visitantes virtuais.  “A Futurecom é uma ótima oportunidade para apresentarmos nossa visão sobre as principais tendências no mercado de tecnologia e nosso completo portfólio para infraestrutura de rede”, explica Adriana Antonelli, gerente de marketing para América Latina.

No dia 26/10, às 10h30, o destaque é a entrevista com o vice-presidente sênior de service providers para as regiões da América Latina e Caribe da CommScope, Marcos Takanohashi, que falará sobre os desafios nas áreas de Infraestrutura e Conectividade. No mesmo dia (26/10, às 14h20), Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe, comanda o webinar A crescente demanda por conectividade e seu impacto na infraestrutura e qualidade da entrega

Já no dia 27/10, às 11h, Ramos fala ao vivo sobre o tema 5G – Interconectando tecnologias e serviços, transformando negócios. E ainda no dia 27/10, às 16h30, Ricardo Wassermann, executivo de contas da CommScope comanda um MeetUp (encontro virtual que reúne executivos do setor para debater tecnologia e gestão) sobre um tema muito relevante no cenário atual: Saúde 5.0: o paciente empoderado e protagonista do cuidado.

No dia seguinte (28/10 às 9h40), Eduardo Oliveira, executivo de contas da CommScope RUCKUS, será o responsável pelo MeetUp Governo: Importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos. No mesmo horário passa a estar disponível online o podcast IoT e 5G, com o especialista Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

Nesse mesmo dia (28/10, às 16h30) o tema será o MeetUp Promovendo maturidade para Indústria 4.0: Rumo à fábrica inteligente, em um encontro virtual com executivos do setor que terá a mediação dos executivos da CommScope Marcelo Oliveira e Lucio Marques. No dia 29/10, às 9h40, Gustavo Barros, executivo de contas da CommScope RUCKUS, fala sobre um tema extremamente importante no cenário atual no MeetUp Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo Low Touch

Além de acompanhar todas essas atividades, os visitantes virtuais poderão conhecer novos produtos da CommScope, que acabam de ser lançados pela empresa no exterior,   como os três novos equipamentos que capacitam as operadoras globais a dar o próximo passo em direção ao 10G na última milha, com o uso das mais recentes tecnologias de Remote PHY (R-PHY), Remote MACPHY e do conceito de Arquitetura  de Acesso Distribuído (DAA). Entre eles está o E6000n RD2322 RxD, que tira proveito da base instalada de nós de fibra das operadoras como a base para conduzir o poder de processamento mais próximo das instalações do cliente, com maior eficiência operacional, operações simplificadas de headend e facilidade para a virtualização.

Para ter acesso aos conteúdos exclusivos oferecidos pela CommScope no evento, visite https://commscopenofuturecom.com.br

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RPA, Workflow e IoT para otimizar os recursos remotamente e aproveitar o impulso da pandemia

Por Thiago Guimarães


Ainda encontramos nas empresas um ponto em comum: a utilização de papéis e planilhas na execução de processos de negócio. Podemos citar desde um formulário de acesso à portaria, o qual um funcionário se certifica de anotar os dados, tanto do veículo, quanto do visitante, a formulários mais complexos, os quais são preenchidos por operadores com dados dos equipamentos de produção, que depois serão compilados.

Às vezes, tais formulários, dão um passo em direção à “digitalização” com a inserção das informações em planilhas ou sistemas de gestão, mas, em sua maioria, os montantes de papéis são arquivados em caixas que acabam empilhadas nas salas de arquivos. Se, em algum momento, alguém precisa de algumas das informação nesses papéis, a consulta é morosa e onerosa e, também, não são raros os casos em que os gestores acabam verificando que os processos não foram executados corretamente ou até mesmo não foram. Isso porque, a rotina de papéis e de planilhas demanda muito esforço da gestão no acompanhamento e monitoramento dos processos a fim de garantir sua correta execução.

Adicione tal complexidade ao cenário de pandemia do Coronavírus, que exige das empresas um olhar mais crítico de seus custos e continuidade das operações à distância, para ampliação de potenciais problemas nestes processos, abrindo as portas para as ineficiências, os erros e as fraudes. Portanto, podemos observar que a brincadeira que circula na internet traz uma verdade: o maior agente da Transformação Digital nas empresas não foram os executivos C-level, mas o Coronavírus.

Afinal, num momento em que é necessário o controle dos processos à distância, mas com restrição de orçamento, a implementação de tecnologias como RPA (do inglês, Robotic Process Automation), Workflow Automation (Automação do Fluxo de Trabalho) e IoT (Internet das Coisas) passou a fazer a diferença para muitas empresas nas situações mais variadas.

Podemos citar, por exemplo, o controle de temperatura de alimentos nos supermercados, momento em que, normalmente, os varejistas colocam uma pessoa para realizar a medição da temperatura três vezes ao dia e anotá-la em papéis para, posteriormente, passar para planilhas. Nesse cenário, através de um sensor remoto (IoT), é possível coletar e enviar os dados via nuvem, permitindo o acesso às temperaturas do produto sem a necessidade da medição de campo por uma pessoa.

Outra oportunidade de utilização de tecnologia está no processo de recebimento de produtos pelas empresas e pagamento. Normalmente a Nota Fiscal do fornecedor é recebida em papel e enviada para a área fiscal neste formato para depois ser lançada num sistema. Ao invés desse processo, é possível extrair o arquivo direto do site da Secretaria da Fazenda e processar a Nota Fiscal, lançando-a diretamente no sistema de pagamento por meio de um robô.

Muitas vezes temos situações de automação óbvias, mas que acabam passando desapercebidas nas rotinas empresariais. Se a empresa tem grande circulação em papéis, provavelmente terá oportunidades de automação para explorar.

Que tal “entrar na onda” da Transformação Digital ditada pelo Coronavírus e usar este momento como impulsionador para conhecer como as novas tecnologias que podem auxiliar sua empresa na maximização da produtividade do time que está trabalhando remotamente e, ainda, reduzir custos.

Thiago Guimarães, gerente sênior de riscos e performance na ICTS Protiviti

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Check Point adquire startup israelense e amplia a segurança de dispositivos IoT

A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, anunciou uma nova ferramenta de tecnologia de cibersegurança para IoT. A Check Point é a primeira empresa a oferecer uma solução de segurança consolidada que fortalece e protege o firmware dos dispositivos IoT, fornecendo uma camada de proteção contra os ataques mais sofisticados. A empresa oferecerá essa solução a partir da aquisição da Cymplify, uma startup baseada em Tel Aviv cuja tecnologia será integrada à arquitetura do Check Point Infinity.

A proliferação de dispositivos de IoT em ambientes corporativos e pessoais, bem como nos setores da indústria e saúde, e seus pontos fracos inerentes à segurança, criaram um ponto cego na proteção com o qual os cibercriminosos aproveitam para lançarem ataques cibernéticos de quinta (5ª) e sexta (6ª) gerações. Com isto, eles visam comprometer ou violar a segurança desses dispositivos (como câmeras de vigilância IP), manipular sua operação (invasão de dispositivos médicos) ou, até mesmo, controlar as infraestruturas críticas (como fábricas) que podem derivar em danos substanciais.

Com a tecnologia da Cymplify, agora é possível levar segurança a uma câmera IP, uma Smart TV, um controlador de elevador ou um dispositivo médico, como uma bomba de infusão, e de maneira rápida restringindo e protegendo contra ataques avançados de zero day.

“O anúncio desta aquisição representa o nosso esforço contínuo para proporcionar a melhor cibersegurança em todas as plataformas digitais”, afirma Dr. Dorit Dor, vice-presidente de produtos da Check Point. “As 5ª e 6ª gerações de ciberameaças impulsionam a crescente utilização de plataformas novas e em desenvolvimento incluindo dispositivos IoT, os quais requerem o aumento dos recursos das soluções de cibersegurança.

A incorporação da tecnologia Cymplify na arquitetura Infinity da Check Point reforçará a nossa capacidade de reduzir a exposição dos nossos clientes ao risco cibernético da IoT, e assim combater de forma proativa as ameaças e vulnerabilidades relacionadas à IoT sem interromper operações críticas”, reforça o executivo da Check Point.

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Internet das coisas tem o maior potencial de transformação dos negócios nos próximos três anos, aponta KPMG

A pesquisa da KPMG “Inovação na indústria de tecnologia 2019” (Technology Industry Innovation Survey) apontou a internet das coisas como o principal direcionador da transformação dos negócios nos próximos três anos. O levantamento entrevistou 740 líderes da indústria de tecnologia este ano que analisou as dez ferramentas que irão mudar as empresas a curto prazo.

Segundo o estudo, a automação robótica de processos (RPA, do inglês “Robotic process automation”) subiu para a segunda tecnologia com maior potencial para transformar o negócio. Essa foi a principal mudança já que na pesquisa anterior constava na nona posição. De acordo com os entrevistados, a robótica está mais associada a ganhos de eficiência e lucratividade e, na sequência, ao aumento da fatia de mercado. Ainda, segundo o levantamento, o maior desafio da adoção dessa ferramenta é a complexidade da implantação.

A pesquisa mostrou ainda que a inteligência artificial e aprendizado de máquina (machine learning) foram elencadas na terceira posição, perdendo uma posição em relação ao estudo anterior. Os entrevistados indicaram que as principais dificuldades de implementação dessas ferramentas são as dúvidas em relação à viabilidade econômica, complexidade da tecnologia e questões regulatórias.

As outras ferramentas foram citadas pelos entrevistados são blockchain (4? lugar), robótica e automação, incluindo veículos autônomos) (5?), realidade aumentada (6?), realidade virtual (7?), rede social e tecnologias colaborativas (8?), biotecnologia e saúde digital (9?) e plataformas de compartilhamento (10?).

“A pesquisa mostrou que estamos vivendo um período em que empresas de praticamente todos os setores estão se posicionando para implementar modelos de negócios inovadores baseados em tecnologia”, analisa o sócio-diretor da KPMG no Brasil, Felipe Catharino.

Para ter acesso à pesquisa completa, basta clicar no seguinte link: info.kpmg.us/content/dam/info/en/techinnovation/pdf/2019/top-10-technologies-for-business-transformation.pdf

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Siemens abre inscrições para o primeiro Hackaday MindSphere Brasil

Não é todo dia que programadores e start-ups têm a chance de apresentar soluções reais em IoT (Internet das Coisas) para clientes da Siemens. Mas, no Hackaday MindSphere Brasil, que acontece no dia 23 de maio, no Digital Enterprise Experience Center da Siemens, os participantes conhecerão de perto os desafios dos clientes da Siemens, estabelecendo networking com contatos estratégicos além de ampliarem seus conhecimentos com os conceitos e aplicações da indústria 4.0 desenvolvendo um aplicativo dentro do MindSphere, plataforma de IoT da Siemens

O evento foi criado com o objetivo de estabelecer uma ponte entre a inovação criativa e todas as pontas da cadeia produtiva. “A expectativa da Siemens é aumentar o relacionamento da empresa com desenvolvedores. Nosso intuito é que junto com eles possamos resolver os desafios reais de clientes potenciais para introduzi-los aos primeiros passos da Industria 4.0,” explica Murilo Morais, especialista em MindSphere da Siemens no Brasil.

Ao todo, 45 participantes serão selecionados para participar do Hackaday. Os participantes podem ser startups já formadas ou participantes individuais que terão suas equipes montadas durante o evento. Essa seleção será feita pela própria equipe da Siemens, depois de analisar vídeos de um minuto enviados pelos candidatos completando a seguinte frase: “O que me motiva a participar deste desafio é imaginar que eu e minha equipe somos capazes de _____”, além de um questionário com informações básicas relacionadas à experiência. Ao se inscrever, a(o) participante receberá um DevKit, kit do desenvolvedor contendo o material de estudo preliminar e toda a agenda do evento.

Os participantes terão que entender o problema do cliente, pensar de forma inovadora e criar a primeira versão de um aplicativo dentro da plataforma MindSphere, sistema operacional aberto baseado em nuvem da Siemens. Posteriormente eles terão a oportunidade de apresentar suas ideiasno estande da Siemens na Fispal Tecnologia, reconhecida como o maior evento de soluções e tecnologia para o segmento de Alimentos e Bebidas da América Latina.

Por meio dessa iniciativa, além de expandir o conhecimento desse novo mercado para desenvolvedores, start-ups e programadores, espera-se apresentar à diferentes segmentos da indústria soluções para Indústria 4.0, aumentando a competitividade dessas empresas globalmente, por meio de solução que conectem seus ativos ao mundo digital.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 02 de maio tanto em grupo* quanto individualmente, sendo que neste caso, os grupos serão formados previamente pela Siemens. Para se inscrever, basta acessar o link: http://new.siemens.com/br/pt/empresa/eventos/hackaday-mindsphere-2019.html#Contato

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T-Systems e SAP anunciam parceria para IoT

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acabam de anunciar a conexão de suas plataformas baseadas em nuvem para sensores e equipamentos integrados em rede. A parceria vai permitir aos clientes das duas empresas a integrar com facilidade dados IoT em seus sistemas SAP.

“Estamos tornando esse processo muito simples para nossos clientes: conectar sensores e ativa-los. Desta forma, a internet das coisas pode ser facilmente utilizada para automação de processos”, afirma o CEO da T-Systems, Adel Al-Saleh, lembrando que a solução já está disponível.

A integração foi feita inicialmente para o setor de logística. O módulo de telemática não apenas reconhece a posição do veículo, via GPS, mas também sua velocidade. Ele também fornece dados sobre choques e temperatura. E outros dispositivos estão a caminho, como um botão para pedidos ou um módulo que vai coletar dados em máquinas. A previsão é que no futuro exista uma etiqueta digital para uso em logística.

Na prática, componentes como estes coletam dados e os transmitem, encriptados, para a plataforma de IoT da T-Systems. Com a integração das plataformas, estes dados serão agora automaticamente transferidos para o SAP Leonardo IoT, solução de Internet das Coisas da SAP. Isso vai permitir aos clientes melhorar seus processos com o uso de sistemas SAP, como o SAP S/4HANA.

Atualmente, IoT é um componente importante da estratégia da T-Systems, com foco nos setores de manufatura e logística. Até 2020, a expectativa é que exista cerca de 30 bilhões de sensores em todo o mundo e que cerca de 40% dos dados gerados por eles terão origem em máquinas e veículos.

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Equinix destaca 4 premissas que os líderes precisam saber sobre IoT

Com o crescimento no número de dispositivos conectados e o avanço da Internet das Coisas (IoT), as implicações socioeconômicas desta mudança no cenário de tecnologia estão ganhando mais atenção também dos líderes de negócios, à medida que tentam encontrar o equilíbrio entre o aproveitamento e a proteção da explosão de dados de bilhões de dispositivos. Pensando nisso, a Equinix, empresa global de interconexão e data center, destaca quatro premissas que os líderes de negócios precisam saber para terem sucesso nos projetos de IoT (Internet das Coisas).

1 – Os ecossistemas são o cerne da Internet das Coisas

A IoT é alimentada por ecossistemas. Um único dispositivo de IoT fabricado por uma empresa depende de dados e informações externas para funcionar. Esses dados e informações, muitas vezes, vêm de um ecossistema de ponta a ponta, que requer a participação e a integração de tecnologias e/ou serviços de várias empresas. Um dispositivo de navegação pode, por exemplo, depender de dados provenientes de diferentes parceiros, como dados de tráfego, meteorológicos ou até possíveis acidentes. O dispositivo capaz de fornecer a inteligência necessária para processar esses dados terá vantagem competitiva sobre os demais.

Muitas implementações de Internet das Coisas de grande escala podem envolver interações entre mais de uma dúzia de agentes, com um ou vários ecossistemas. Quando estes ecossistemas parceiros são estabelecidos estrategicamente, uma organização pode implementar e gerenciar sistemas de IoT completos para gerar vantagem competitiva mais facilmente. E à medida que sistemas de IoT se tornam mais sofisticados e especializados, as interdependências entre os agentes de ecossistemas de IoT têm se tornando cada vez mais vitais e complexas. Participar de um ecossistema de IoT pode trazer muitos benefícios para as empresas, tais como velocidade de inovação, diferenciação competitiva, alcance de mercado, time-to-market e criação de valor.

2 – Há ouro em todos esses dados de IoT

Atualmente, a internet das coisas colabora com a criação de grandes volumes de dados todos os dias. Imagine a quantidade de informações gerada e usada por, digamos, um veículo autônomo. Ou considere quantos dados você gera em um dia, caso tenha habilitado o serviço de localização em seu dispositivo móvel.

À medida que o volume de dados de IoT cresce, outros aplicativos ou funções se beneficiam desses dados. Por exemplo, o equipamento de perfuração marítima em uma plataforma offshore analisa a profundidade, velocidade, ângulo, temperatura, pressão principal e outros dados operacionais. Isso é útil para gerenciar essa operação de perfuração em particular. No entanto, esses dados se tornam ainda mais valiosos quando combinados com dados de centenas de outras operações de perfuração. Por meio da análise de informações, operadores podem prever e otimizar o desempenho de perfurações em locais ou ambientes semelhantes.

Combinar dados de diferentes fontes fornece uma visão ainda maior, que pode beneficiar vários participantes no ecossistema – operadores, fabricantes, equipe de manutenção e outras empresas do setor. Quanto maior o volume de informações, mais valioso se torna o dado. Muito do valor da IoT provém da interconexão de dispositivos, processamento e armazenamento no nível físico, e das inúmeras aplicações e serviços que transformam os bits em informação. Estes dados adquirem ainda mais valor quando compartilhados com segurança com partes legitimamente interessadas.

Então, como o valor das informações vem crescendo, torna-se ainda mais importante capturar, gerenciar e compartilhá-las com segurança. As abordagens anteriores para gerenciamento de dados não são mais adequadas para lidar com o volume, a diversidade e a interconectividade que caracterizam a Internet das Coisas. Gerenciamento centralizado e infraestrutura escalável são necessários para implementar estratégias de gestão de dados eficazes, que podem lidar com desafios de escala, gravidade, integração e segurança de dados de IoT.

3 – Os dados de Internet das Coisas precisam de proteção especial

Com a importância do papel da IoT em nossas atividades diárias, preocupações com roubo de dados, interrupção de serviços e aquisição de equipamentos críticos se tornam mais consequentes. Os grandes volumes de dados gerados combinados com o crescente número de dispositivos conectados tornam a segurança da IoT um enorme desafio. Modems e roteadores são o alvo principal de ataques à IoT, sendo a falta de segurança, senhas fracas, negligência na correção de vulnerabilidades e apropriações de atualizações de software os meios mais comuns de entrada.

4 – Conscientização contextual melhora os resultados da IoT

A conscientização contextual é a capacidade de um determinado aplicativo acessar informações sobre um ambiente físico e automaticamente adaptar seu comportamento adequadamente em tempo real. Um sistema contextualmente consciente é capaz de detectar – e antecipar – circunstâncias novas no ambiente e reagir a elas em tempo real, com a resposta certa.

Quando aplicada de forma eficaz, a conscientização contextual define o intervalo de resultados ou comportamentos que a Inteligência artificial deve sugerir, estreitando o campo de resultados possíveis. Isto é particularmente importante em aplicações de Internet das Coisas, nas quais comportamentos específicos devem ser alcançados rapidamente, com o mínimo de processamento de dados e uso de energia. E com o crescimento exponencial de conjuntos de dados, essa também é uma maneira barata de criar soluções de Inteligência Artificial mais rápidas e precisas. Quanto maior o contexto, maior o valor dos dados.

Os avanços nos dispositivos conectados à IA e à IoT estão ultrapassando os limites entre os mundos físico e digital e possibilitando que a tecnologia seja um importante propulsor da transformação. Desta forma, líderes de todo o mundo estão explorando as maneiras pelas quais a tecnologia, inteligente e interconectada, pode ajudar a resolver os desafios macroeconômicos, beneficiando a indústria e a sociedade.

Portanto, para que o ecossistema de IoT trabalhe de maneira eficiente, os líderes de negócio devem considerar uma base de interconexão direta e segura que possa fornecer o desempenho, a escalabilidade e a segurança necessárias para construir um mundo mais inteligente. As práticas recomendadas para uma IOA (Interconnection Oriented Architecture, a Arquitetura Orientada à Interconexão) permitem o tipo de interação segura e em tempo real entre pessoas, locais, nuvens, dados e coisas para conectar todos esses pontos na Edge digital.

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Microsoft e o BMW Group lançam a plataforma aberta de fabricação

A Microsoft Corp. e o BMW Group anunciaram uma nova iniciativa comunitária para possibilitar uma inovação mais rápida e com mais eficiência em relação ao custo no setor de fabricação. Na fabricação da atualidade, a produção e a lucratividade podem ser prejudicadas por sistemas proprietários complexos que criam silos de dados e tornam a produtividade mais lenta. A Plataforma Aberta de Fabricação (OMP – Open Manufacturing Platform) é projetada para quebrar essas barreiras por meio da criação de uma estrutura de tecnologia aberta e comunidade interindustrial. Espera-se que a iniciativa apoie o desenvolvimento de soluções inteligentes de fábrica que serão compartilhadas por par ticipantes OMP em setores de produção automotiva e mais amplos. A meta é acelerar os futuros desenvolvimentos industriais da IoT, reduzir o prazo de maturação e impulsionar eficiências de produção tratando, ao mesmo tempo, de desafios industriais comuns.

Desenvolvida na plataforma em nuvem para IoT industrial Microsoft Azure, a OMP tem a intenção de proporcionar aos membros da comunidade uma arquitetura de referência com componentes de código aberto baseados em padrões industriais abertos e um modelo aberto de dados. Além de facilitar a colaboração essa abordagem de plataforma é projetada para destravar e padronizar modelos de dados que possibilitam cenários de aprendizado automático (machine learning) e analítica — dados que têm sido tradicionalmente gerenciados em sistemas proprietários. Utilizando casos de uso industrial e código de amostra, os membros da comunidade e outros parceiros terão a capacidade de desenvolver seus próprios serviços e soluções mantendo, ao mesmo tempo, o controle sobre seus dados.

“A Microsoft está unindo forças com o BMW Group a fim de transformar a eficiência de produção digital por toda a indústria”, declarou Scott Guthrie, vice-presidente executivo, Microsoft Cloud + AI Group. “Nosso comprometimento com o desenvolvimento de uma comunidade aberta vai criar novas oportunidades para colaboração por toda a cadeia de valor de fabricação.”

Atualmente com mais de 3.000 máquinas, robôs e sistemas de transporte autônomos conectados à plataforma IoT do BMW Group, que é desenvolvida na nuvem da Microsoft Azure, IoT e capacidades de IA, o BMW Group planeja contribuir com casos de uso inicial relevantes à comunidade OMP. Um exemplo é o uso por parte da empresa de sua plataforma de IoT para a segunda geração de seus sistemas de transporte autônomo na fábrica do BMW Group em Regensburg, Alemanha, um dos 30 locais de montagem e produção do BMW Group em todo o mundo. Esse caso de uso permitiu ao BMW Group simplificar grandemente seus processos de logística por meio de uma coordenação central do sistema de transportes, criando uma eficiência logística ainda maior. No futuro, esse e outros casos de uso — como os feedback loops digitais, gestão digital de cadeia de suprimentos e manu tenção preventiva — serão disponibilizados e, de fato, desenvolvidos ainda mais dentro da comunidade OMP.

“Especializar-se na complexa tarefa de produzir produtos premium individualizados requer soluções de software de TI inovadoras”, declarou Oliver Zipse, membro do conselho administrativo da BMW AG, Production. “A interconexão dos locais de produção e sistemas, bem como a integração segura de parceiros e fornecedores são especialmente importantes. Temos confiado na nuvem desde 2016 e estamos desenvolvendo, de maneira consistente, novas abordagens. Com a Plataforma Aberta de Fabricação como o próximo passo, queremos tornar nossas soluções disponíveis a outras empresas e alavancar, em conjunto, nosso potencial a fim de assegurar nossa sólida posição no mercado no longo prazo”.

A OMP é a próxima evolução da parceria tecnológica duradoura e do comprometimento mútuo à inovação e à criação de oportunidades para sucesso coletivo em toda a indústria por parte do BMW Group e da Microsoft. Por meio da OMP, os membros da comunidade terão maiores oportunidades de destravar o potencial de seus dados, permitindo-lhes desenvolver e integrar soluções industriais mais rapidamente e com segurança bem como, por sua vez, beneficiar-se da contribuição e do aprendizado de outras organizações.

A OMP será projetada para tratar de desafios industriais comuns, como a conectividade à máquina e integração de sistemas nas instalações. Isso vai facilitar a reutilização de soluções de software entre as OEMs, fornecedores e outros parceiros, reduzindo significativamente os custos de implementação. Por exemplo, um padrão de robótica baseado em ROS para sistemas de transporte autônomos para produção e logística será contribuído para a OMP a fim de que qualquer um possa utilizá-lo. A OMP será compatível com a arquitetura de referência da Indústria 4.0, alavancando o padrão de interoperabilidade industrial OPC UA.

“São notícias realmente muito boas para o setor de fabricação”, declarou Stefan Hoppe, presidente e CEO da OPC Foundation. “O uso de padrões abertos da indústria internacional como OPC UA na comunidade OMP permite aos fabricantes, desenvolvedores de máquinas e fornecedores integrar seus sistemas e equipamentos existentes de maneira eficiente e segura. Por muito tempo, as empresas promoveram ecossistemas proprietários e fechados — o comprometimento da OMP ao desenvolvimento aberto moldará a fabricação do futuro.”

A plataforma subjacente continuará a evoluir com o tempo, junto com os requisitos de fabricação, a fim de incorporar novas inovações incluindo áreas de analítica, inteligência artificial e feedback loops digitais.

A comunidade OMP mais ampla está sendo formada agora, com recrutamento de parceiros adicionais em andamento. Espera-se que o Comitê Consultivo da OMP esteja em operação com um conjunto inicial de quatro a seis parceiros em vigor e um mínimo de 15 casos de uso implementados em ambientes de produção seletos até o final de 2019. Os dois parceiros iniciais, a Microsoft e o BMW Group, encorajam outros fabricantes e fornecedores, incluindo empresas de fora do setor automotivo, a unirem-se à comunidade.

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Plano Nacional de Internet das Coisas precisa sair da retranca

Por Werter Padilha

Segundo a McKinsey, a Internet das Coisas (IoT) tem o potencial de movimentar US$ 200 bilhões no Brasil, a partir de 2025, contribuindo para a melhora na competitividade da economia nacional, no aprimoramento dos serviços públicos e na qualidade de vida da população. É um mercado que movimenta softwares, dispositivos, serviços e conectividade, provendo-os para todos os setores econômicos e serviços públicos. Os números mundiais também são impactantes e nós, brasileiros, queremos nos posicionar entre os principais mercados globais de IoT. Mas, em qual estágio o Brasil se encontra?

Para responder a esta questão, quero me referir à uma nova versão da metáfora do copo: “O pessimista verá o copo meio vazio. O otimista, o verá meio cheio. O empreendedor vai em busca de mais água para completar o copo”.

Em 2016, quando o Brasil deu o pontapé para a elaboração do Plano Nacional de IoT (IoT.br), a iniciativa conferiu ao país uma posição entre os primeiros a se preocupar em ter políticas macro para essa tecnologia. Financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o consórcio foi capitaneado pela consultoria McKinsey, com a participação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e do escritório Pereira Neto I Macedo Advogados. Ou seja, formou-se uma seleção com ótimos participantes, que contou ainda com o apoio de um comitê consultivo, do qual tive o privilégio de ser um de seus integrantes.

Deste esforço compartilhado passo a passo com a sociedade, por meio da divulgação de relatórios, realização de pesquisas e eventos envolvendo mais de 4.000 profissionais, elaborou-se o IoT.br com, 76 ações e identificação de quatro ambientes prioritários para o uso em larga escala da IoT: agronegócio, saúde, cidades e indústria, apresentado ao público no final de 2017. Entretanto, atualmente, o mercado vive a expectativa de sua oficialização como política pública brasileira, pois falta a assinatura presidencial no documento que estabelecerá as principais diretrizes.

É relevante destacar que, mesmo no aguardo da oficialização do IoT.br, tivemos o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento); a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii); a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), entre outros, disponibilizando, em 2018, ações e linhas de financiamentos à inovação, por meio de chamadas públicas e editais, que já estão estimulando o desenvolvimento de tecnologias IoT inovadoras para as verticais priorizadas, seja por meio de testbeds, networking e incentivos à construção de ecossistemas. Uma demonstração clara de que todos os que trabalharam na montagem do plano estão conscientes do senso de urgência de “fazer acontecer”.

Comparando o atual cenário com uma partida de futebol, diria que o Brasil preparou de forma muito competente sua estratégia de jogo em IoT para entrar no ataque desde o início, mas está, atualmente, na retranca, desde a divulgação do IoT.br, em 2017. Em 2018, “jogadores” habilidosos em campo realizaram algumas jogadas individuais, conduzidas pelos órgãos de fomento à inovação, centros de inovação e pesquisa, empresas e startups. Eles têm mantido a bola em movimento, mas o Brasil necessita que o programa de políticas públicas saia do papel, com a assinatura do decreto por parte do presidente e a fim de voltar ao ataque como protagonista em IoT no mundo.

Cogita-se que a questão tributária seja um importante entrave para a assinatura do decreto, pois discute-se em quanto taxar as novas receitas advindas de IoT. Mas, o bom senso deve prevalecer. É certo que o MCTIC e o Ministério da Economia sabem que esta equação tem que ser bem resolvida e podem propor estratégias viáveis para desenvolver IoT no Brasil para que o país não fique dependente de subsídios, não acarrete insegurança jurídica ou desincentivo ao empreendedorismo brasileiro.

Precisamos ser incentivados para a produção de soluções de IoT, envolvendo softwares, middlewares, dispositivos, serviços e conectividade. Mas, naturalmente que existirá algum tipo de tributação, pois o Estado precisa arrecadar. Por fim, como sempre digo: Não estamos em uma corrida de 100 metros rasos. Estamos correndo a “maratona mundial de IoT” e, nesta disputa, a estratégia é a de nos mantermos no pelotão de elite, formado por Estados Unidos, Coreia do Sul, China, entre outros países. E, que não nos deixemos levar pelo pessimismo e que continuemos a encher o copo com nossa capacidade empreendedora e inovadora.

Por Werter Padilha, Coordenador do Comitê de IoT da ABES

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SAP anuncia plataforma Leonardo Internet das Coisas para ambientes industriais

A SAP SE (NYSE: SAP) apresentou durante o Mobile World Congress (MWC), realizado nesta semana em Barcelona, a plataforma SAP Leonardo Internet das Coisas (IoT), a mais abrangente tecnologia para gerar e impulsionar a transformação digital em ambientes industriais e indústria 4.0. Além disso, a SAP anunciou a interoperabilidade de nuvens do SAP Leonardo IoT com o Microsoft Azure IoT Hub, garantindo aos clientes uma opção de conectividade e gestão de dispositivos.

O SAP Leonardo IoT tem como objetivo impulsionar os níveis de produtividade, redefinir a experiência dos clientes e aumentar os fluxos de receita. A solução direcionada para ambientes industriais dará aos clientes a capacidade de incorporar a IoT na linha de produção para aprimorar aplicações e inclusive suportar novos modelos de negócios, baseados nas informações captadas a partir dos dispositivos e processos conectados.

A SAP conta com um sólido ecossistema de parceiros para IoT e entende o valor que, conjuntamente, podem oferecer aos clientes. “A plataforma SAP Leonardo IoT somada à experiencia da SAP na indústria para aplicações de alto desempenho e obtenção de informações valiosas, tem forte potencial para ajudar os clientes a ampliarem sua vantagem competitiva, se destacando da concorrência e impulsionando a transformação digital e a indústria 4.0”, explica Rui Botelho, SVP da área de Digital Core da SAP Brasil. “A combinação de IoT com tecnologias inovadoras, como aprendizagem de máquina e analytics, tem sido a força motriz da empresa inteligente”, completa.

O SAP Leonardo IoT vai permitir que os clientes inovem e melhorem os processos de negócio usando a inteligência orientada por dados e o contexto operacional de máquinas, produtos, cadeias de fornecimento, consumidores e parceiros. O SAP Leonardo IoT oferece três caminhos de inovação com base nas demandas de negócios específicas das empresas:

Combinação dos dados de IoT com dados dos processos de negócio para possibilitar aplicações integradas, acelerando a adoção para garantir a capacidade de inovar rapidamente usando soluções como SAP S/4HANA, pacote SAP C/4HANA, SAP SuccessFactors, SAP Ariba e o portfólio SAP Digital Supply Chain;

Extensão das atuais aplicações IoT da SAP para gerar mais valor de negócio;

Desenvolvimento de novas soluções inteligentes utilizando SAP Leonardo IoT para criar aplicações escaláveis, permitindo novos tipos de processos de negócios orientados por IoT, mantendo os processos centrais estáveis.

Interoperabilidade do SAP Leonardo IoT com Microsoft Azure IoT Hub

A nova linha de cooperação planeja oferecer a possibilidade de utilizar o Microsoft Azure IoT Hub como camada de conectividade e gestão de dispositivos para dados de telemetria IoT, que são perfeitamente retransmitidos para o SAP Leonardo IoT.

Além disso, o SAP Leonardo IoT Edge pretende dar aos clientes a opção de estender o suporte para seus processos de negócio localmente sobre o tempo de execução do Microsoft Azure IoT Edge. Espera-se que os módulos essenciais de função de negócios baseados no SAP Leonardo IoT Edge também possam ser executados em contêineres no Microsoft Azure IoT Edge, reduzindo a dependência dos clientes em termos de latência, largura de banda e conectividade.

A SAP está empenhada em trabalhar com seu ecossistema para ajudar as empresas a superar as expectativas dos clientes e manter suas vantagens competitivas. A SAP planeja oferecer a mesma interoperabilidade com outros parceiros no futuro.

SONDA assina parceria com startup de IoT

A SONDA, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, assinou uma parceria com a Sigmais, startup brasileira de internet das coisas (IoT), para oferecer soluções de indústria 4.0 aplicadas em fábricas conectadas, shopping centers, varejo inteligente, entre outras aplicações.

O acordo combina a tecnologia de sensores da Sigmais, que capta as informações por meio de uma rede dedicada à internet das coisas, com as plataformas de inteligência analítica e Big Data da SONDA.

“A parceria possibilita que ofereçamos uma solução completa de IoT, passando pelas quatro fases do processo: o dispositivo, a conectividade, o backend e o analytics”, comenta Caio Rainerio, vice-presidente de Aplicativos da SONDA.

A Sigmais nasceu com foco no desenvolvimento de dispositivos de comunicação de redes sem fio e com baixo consumo de energia. A empresa mantém um laboratório próprio de Pesquisa & Desenvolvimento no Espírito Santo e possui certificação de rede lpwan (low power wide-area network). Com isso, as baterias dos dispositivos chegam a durar até 10 anos. Além do Brasil, a startup já levou seus produtos para empresas na Austrália, Cingapura, Chile, Costa Rica, Equador, Malásia e México, em menos de dois anos de atuação.

Os dispositivos não dependem de energia cabeada, o que diminui a necessidade de ajustes na infraestrutura e cabeamento de redes de comunicação. Além disso, a lpwan consume pouca energia para a transferência de dados. “Esse é um dos grandes benefícios das nossa solução. Ela requer uma instalação e manutenção mais prática e eficiente, comparada com os sistemas cabeados”, explica Heitor Nogueira, diretor de novos negócios da Sigmais.

Após a coleta dos dados por meio dos sensores, a SONDA passa a atuar na análise das informações em tempo real para oferecer indicadores preditivos e prescritivos. Com isso, o cliente pode tomar decisões enquanto as ações ocorrem, contribuindo para uma gestão de ativos e processos mais eficazes.

3 Tendências no setor de Healthcare para 2019

Por Barrett Coakley

2018 foi um ano interessante para o setor de saúde e, 2019 prepara-se para ser tão bom quanto. Há um enorme mercado que precisa ser explorado devido ao envelhecimento da população mundial e o anseio de que os idosos vivam sozinhos pelo maior tempo possível. Permitir esse desejo tem sido o foco de reguladores, fabricantes e investidores.

De acordo com dados da Conta-Satélite de Saúde Brasil 2010/2015, divulgados pelo IBGE no fim de 2017, o consumo final de bens e serviços de saúde no Brasil cresceu, atingindo R$ 546 bilhões, valor equivalente a 9,1% do PIB. Deste total, R$ 231 bi (3,9% do PIB) corresponderam a despesas de consumo do governo e R$ 315 bi (5,2% do PIB) a despesas de famílias e instituições sem fins lucrativos.

O novo ano deve ver o impacto contínuo desses fatores, juntamente com o surgimento de novas tendências para apoiar o crescimento e o desejo de reduzir os custos. Três áreas terão grande impacto no mercado da saúde em 2019. Vamos explorar algumas tendências que devem se destacar nos serviços de healthcare este ano:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) desempenhou um papel proeminente em 2018 e continuará a evoluir em 2019. O principal destaque da IoT e dos dispositivos conectados é a significativa economia de custos na prestação de cuidados. De fato, o atendimento remoto via IoT pode reduzir os custos de assistência médica dos EUA, por exemplo, em até US$ 6 bilhões por ano, de acordo com a consultoria de saúde Willis Towers Watson. Esses dispositivos conectados, incluindo sensores internos e os dados coletados, permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor.

Uma infinidade de dispositivos já utiliza a Internet das Coisas para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. As empresas também passaram a usar os dispositivos conectados para rastrear sinais vitais do paciente e vários indicadores de status de saúde. Isso tem melhorado os resultados dos pacientes, permitindo que os provedores realizem mais atendimento, diminuam as visitas hospitalares e reduzam os custos gerais com a saúde.

Outro ponto ainda mais relevante é que esses sensores e dispositivos possibilitam que os idosos tenham uma vida normal em casa. Discretamente, os dispositivos coletam e compartilham leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser descoberto, e qualquer lembrete diário de medicação é enviado proativamente aos pacientes. Por isso, espera-se que tanto o atendimento domiciliar quanto o setor de saúde fiquem cada vez “mais inteligentes”.

Fusões e aquisições

Reguladores, hospitais e seguradoras também já perceberam os benefícios de prestar cuidados remotamente. No entanto, dada a dificuldade do emprego, um mercado de trabalho restrito e uma força de trabalho que se aposenta, a contratação tem sido mais difícil. O mercado de saúde também tem sido tradicionalmente apoiado por um grande número de organizações menores que se concentram em determinadas geografias ou especialidades. No entanto, devido a essa oportunidade de mercado, os investidores têm sido muito ativos com diversos negócios de fusões e aquisições em larga escala para ajudar a construir organizações maiores com mais alcance e escala geográficos. Por exemplo, a ação da M&A no terceiro tri de 2018 registrou o terceiro trimestre consecutivo com mais de 20 aquisições, de acordo com dados da empresa de inteligência de mercado Irving Levin & Associates. No geral, 2018 viu um volume trimestral “muito mais alto” em relação à 2017.

Lisa Phillips, editora do The HealthCare M&A Report, que publicou os dados acima, afirmou: “a consolidação está impulsionando a atividade recente neste mercado, apesar do reembolso e dos obstáculos regulatórios. Como os sistemas de saúde buscam reduzir os custos, esperamos que mais se voltem para as agências de cuidados domiciliares em contextos tradicionais pós-agudos, como instalações de enfermagem especializadas ou instalações de cuidados agudos de longo prazo”.

Como não há líder em participação de mercado e a necessidade de reduzir custos é eminente, espera-se que 2019 seja um ano ativo para os investidores, à medida que as empresas de saúde planejam expandir e ganhar cada vez mais participação no mercado.

Adoção de Tecnologia

Historicamente, o back-office do atendimento ao paciente é arcaico e manual, com o uso do Excel, por exemplo, para agendamento e produção das planilhas de horas. No entanto, por conta de tendências como o aumento da demanda, escassez de talentos para atender o crescente número de pacientes, mudanças na regulamentação e a necessidade de reduzir custos, os provedores de assistência médica domiciliar precisarão apostar em novas tecnologias. Isso inclui o Customer Relationship Management (CRM) para gerenciar vendas e informações de clientes, e o Human Capital Management (HCM) para treinamento e recrutamento de profissionais.

A tecnologia de gerenciamento de serviço em campo também deve ser considerada para ajudar os provedores domésticos a fornecer melhores cuidados, aumentar a participação de mercado e melhorar as operações. À medida que mais recursos e empregados são adicionados ao cronograma, torna-se quase impossível para um humano considerar todos os fatores inerentes à criação do cronograma otimizado. Aqui estão alguns exemplos sobre como a escala aumenta a complexidade:

– Com três funcionários móveis e três empregos, existem seis maneiras possíveis de agendar o trabalho

– Existem 720 maneiras diferentes de despachar seis funcionários para fazer seis trabalhos

– Existem 1.307.674.368.000 maneiras diferentes de despachar 15 funcionários para fazer 15 trabalhos

Como resultado, é quase impossível agendar e monitorar manualmente os profissionais ou usar um software de agendamento que não seja construído especificamente para lidar com esse nível de complexidade – pelo menos sem sacrificar a eficiência e a produtividade. A sofisticação envolvida nesses cenários exige uma tecnologia direcionada para conseguir auxiliar de fato as inúmeras organizações a fornecer melhor atendimento ao paciente, aprimorar operações e reduzir custos.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware

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