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SoftExpert conquista novos clientes em Portugal

A SoftExpert, fornecedora de softwares e serviços para automação e aprimoramento dos processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa, conquistou quatro novos grandes clientes em Portugal.

Agora, as empresas Luís Simões, Bosch, Medway e Flex 2000 fazem parte do portfólio da companhia. De acordo com o CEO da SoftExpert, Ricardo Lepper, estes importantes resultados demonstram a assertividade da estratégia de internacionalização da marca da empresa.

A Luís Simões, operador logístico líder no mercado de fluxos rodoviários entre países ibéricos, adotou a solução para gestão de governança, riscos e regulamentos, SoftExpert GRC. O objetivo é contar com uma ferramenta para gerir necessidades relativas a seu Sistema de Gestão Integrada, cujas matérias se encontravam descentralizadas por diversas aplicações, além de suportar o crescimento da companhia nas questões relacionadas com governança, riscos e regulamentos.

Já a unidade da Bosch de termotecnologia, em Cacia – Aveiro, adotou a solução para gestão de processos de negócio, SoftExpert BPM. A SoftExpert atendeu os rigorosos requisitos tecnológicos e de segurança da Bosch, tendo a aderência às exigências operacionais da multinacional que é uma das maiores fabricantes de componentes automobilísticos do mundo.

A Medway, subsidiária da gigante MSC – Mediterranean Shipping Company, implementou o SoftExpert Excellence Suite, uma plataforma corporativa para a automação e aprimoramento de processos, conformidade regulamentar e excelência na gestão. A operadora ferroviária privada portuguesa, especializada no transporte de mercadorias, irá realizar a gestão dos seus processos de qualidade, segurança e governança corporativa com a solução completa da SoftExpert. O projeto contará com uma app que sincroniza toda a documentação legal destinada aos maquinistas, com tablets no sistema operacional Android. A mobilidade que permitirá total disponibilidade e atualização imediata, mesmo quando os equipamentos se encontram off-line.

Toda a transição para a nova norma IATF 16949 (sistema de gestão da qualidade para o setor automotivo) na Flex 2000, fabricante de bases e estruturas em espuma, será apoiada pelo SoftExpert Excellence Suite. Já foram implementados os módulos para Gerenciamento do Desempenho, Gestão de Planos de Ação, Gestão de Documentos e Registros, Não Conformidades e Reclamações, Gestão de Auditorias, Analytics, além do mapeamento dos principais Processos. Ainda serão implementados os módulos de Mapeamento e Avaliação de Competências, bem como a solução SoftExpert PLM, para Gestão do Ciclo de Vida do produto.

Expansão internacional

Em 2017, a SoftExpert registrou um crescimento de 56% em seu faturamento no exterior e o volume global de negócios ultrapassou os R$ 70 milhões. A empresa fechou o ano com 69 novos clientes no exterior.

“A expertise que alcançamos atendendo a multinacionais dos mais diversos segmentos em mais de trinta países, nos levou, nos últimos 5 anos, a um crescimento orgânico médio das exportações da ordem de 30% ao ano”, explica Lepper.

A companhia abriu um escritório nos Estados Unidos, onde possui clientes como a unidade americana da japonesa Yorozu Automotive, e também no México. Destaque para a Coppel, uma das maiores redes de lojas de departamento da América Latina, e a Prodemex, uma das empresas líderes do setor de construção e infraestrutura. Foram firmadas 24 parcerias internacionais, com destaque para operações estratégicas da Ricoh e da Baker Tilly na América Latina.

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Exportação além da Exportação – Reduzir custos para ser competitivo

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Por Rogério Borili
Vice-Presidente da Becomex

Inegavelmente o Brasil tem despertado para as exportações. A tecnologia na comunicação entre países facilitou os negócios no mundo globalizado. As exportações tem sido uma aposta dos empresários brasileiros nos últimos anos para inserir o País no comércio internacional definitivamente. Além disso, exportar é uma alternativa para minimizar os impactos da crise econômica que o País atravessa, ocupando a capacidade produtiva, elevando a qualidade e inovação das empresas aqui instaladas.

Segundo divulgação do MDIC (Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio), as exportações brasileiras cresceram 19% nos seis primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2016. No ano, as exportações totalizam US$ 103,081 bilhões e as importações, US$ 68,722 bilhões, com superávit de US$ 34,359 bilhões.

O caminho da internacionalização está tornando as empresas brasileiras mais atentas às exigências do mercado externo, o que tem obrigado o empresariado investir em mais tecnologia para aumento da produtividade e qualidade do produto final. Além de todo investimento feito, é fundamental que sejam aproveitados todos os incentivos fiscais disponibilizados pelo Governo aos exportadores, sem os quais se perde muito em termos de competitividade. Na prática, isso significa tornar a operação brasileira mais atrativa para novos mercados, já que é possível reduzir uma boa parcela dos custos nas exportações.

Enquanto o mercado brasileiro possui pouco mais de 200 milhões de consumidores, o mercado global ultrapassa 7 bilhões, tornando muito mais atrativo exportar. Para competir em pé de igualdade com outros países mais globalizados, a produção brasileira tem que ser muito mais competitiva e, neste cenário, a redução dos custos deixa de ser uma estratégia e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Essa redução da carga tributária ajuda a minimizar o efeito do denominado Custo Brasil, tornando o produto fabricado aqui mais equiparado em termos de preço ao dos concorrentes externos, permitindo desta forma conquistar uma fatia maior do mercado.

Enquanto na venda ao mercado externo o exportador goza de imunidade de pagamento do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) e fica isento da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), nas compras dos insumos para a produção, sejam estes nacionais ou importados, há toda uma taxação de tributos federais e estaduais cuja desoneração só ocorrerá de forma adequada se a empresa utilizar corretamente os regimes especiais disponibilizados.

Mas, quais são esses regimes afinal?

Ao longo dos anos o Governo foi desenvolvendo legislações específicas que procuram remediar a complexa legislação tributária brasileira, cujo objetivo é criar mecanismos que permitam ao exportar não “exportar” impostos. Dentre os vários regimes destacam-se o Drawback para uso geral das empresas, os entrepostos aduaneiros como Recof, Recap, Repetro cuja finalidade é mais específica para empresas de maior porte ou de segmentos específicos. Também temos legislação específica como a que trata empresas predominantemente exportadoras. Mais recentemente o governo instituiu um prêmio exportação denominado Reintegra cuja finalidade é devolver uma parcela dos impostos cobrados na cadeia de fornecimento dos produtos exportados. Além destes mecanismos que são comuns em outros países, temos outros programas como o INOVAR-AUTO que foi criado para incentivar a indústria automotiva local. Este programa vem sendo duramente criticado no âmbito da OMC, sendo que o Brasil terá que rever o mesmo a partir de 2017.

Como pode ser visto, temos inúmeros regimes, programas, leis e mecanismos que ajudam o exportador a ser mais competitivo, porém os benefícios ainda são subutilizados por falta, talvez, de uma gestão tributária eficiente. Uma análise bem-feita pode indicar o caminho para o melhor aproveitamento dos regimes para benefícios do exportador e ir além, estendendo esses benefícios por toda a sua cadeia produtiva. Sim, isso é possível.

Antes de sair usando determinado benefício a empresa precisa saber exatamente onde quer chegar. Somente um estudo apurado, realizado por especialistas, pode desenvolver um projeto para beneficiar a empresa e reduzir seus custos de produção diretos e indiretos. Aí está um ponto de atenção. Esse estudo deve incluir não só a empresa propriamente dita, mas toda a sua cadeia de valor.

Por exemplo, quando sua empresa fornece peças, componentes e serviços para integrar um produto que será exportado pelo seu cliente, isso também é uma exportação que pode ser beneficiada pela redução de impostos em parceria com seu cliente. Ou seja, os benefícios não atingem somente a empresa exportadora, estes ultrapassam seus portões e se estendem pela cadeia produtiva.

É o caso do Drawback Intermediário, um regime aduaneiro especial criado com este objetivo específico, que pode trazer uma redução dos impostos pagos pelo fornecedor nas compras dos insumos utilizados nos componentes que serão incorporados nos produtos exportados do seu cliente.

Estudos da Becomex apontam que existem mais de R$ 300 milhões em créditos a serem recuperados somente no setor automotivo por meio do Drawback Intermediário. Este valor considera as exportações de 2015-2016 e deverá crescer em virtude do aumento do volume de exportações do segmento. Ainda assim, apesar do enorme valor a ser reduzido, a complexidade da operação de recuperação acaba desmotivando as empresas a solicitar os benefícios, exigindo muito conhecimento, paciência e empenho para tornar viável a redução.

Outro regime denominado Reintegra também previa uma devolução de valores na ordem de R$ 19 bilhões. Mas, mesmo em tempos de crise, deste valor apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada até o final do ano passado. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras requisitarem algo que tem direito.

Finalmente, mais recentemente o Governo repaginou o RECOF, Regime de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado, criando uma nova modalidade denominada RECOF SPED. Esta mudança veio sintonizada com os avanços dos controles implementados pela Receita Federal como o SPED FISCAL e BLOCO K, devendo se tornar nos próximos anos um dos regimes mais utilizados pelas empresas. Por enquanto ainda há muita dúvida no mercado sobre os mecanismos de controle e gestão que serão exigidos pela fiscalização uma vez que um dos alicerces do regime, o Bloco K, vem sendo postergado.

Em resumo, não importa qual regime será utilizado pela empresa, o que importa é que seja utilizado de maneira correta, dentro da legislação vigente, de forma consciente, obtendo desta forma um dos poucos diferenciais competitivos que podemos ter. As empresas não podem se dar ao luxo de perder clientes no exterior por não conseguir utilizar os incentivos que estão disponíveis.

Mãos à obra e comecem hoje mesmo a procurar aquilo que melhor atende ao seu negócio.

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Softex amplia ações para internacionalização de startups

Parcerias abrem portas para diversas oportunidades e uma delas é a projeção no mercado exterior. A Softex, na sua missão de internacionalizar tecnologias brasileiras, principalmente aquelas desenvolvidas por startups e empresas de TICs, ampliou sua atuação com mais três HUBs, incluindo em seu portfólio parcerias com players internacionais: as canadenses Latam Startup e Dream2B e a americana International Accelerator.

A Latam Startup, Dream2B e International Accelerator colaborarão para projeção de empreendimentos brasileiros no mercado internacional com programas que oferecem inúmeras vantagens e oportunidades para sua empresa alçar voos mais altos, além de implementar a competitividade do ecossistema empreendedor brasileiro.

LatAm Startup

A LatAm Startup é uma aceleradora especializada em promover negócios entre empresas canadenses e latino-americanas. A sede localiza-se em Toronto, Canadá, o centro financeiro e o maior polo industrial do país, bem como um dos principais centros culturais e científicos. A aproximação com Waterloo, cidade próxima a Toronto, também é um diferencial. A região possui um forte centro industrial de alta tecnologia. A maior fonte de renda da cidade é a fabricação de computadores e produtos eletrônicos, seguida pelo fornecimento de serviços educacionais.

O foco do programa são aquelas empresas prontas para internacionalização. Durante quatro meses de imersão no Canadá, a aceleradora preparará a startup para entrar no mercado norte americano por meio de mentorias, conexões empresariais e comunidade digital, e acesso ao espaço de co-working, possibilitando ampliar ainda mais o network.

“O mercado brasileiro é enorme para ser ignorado pelo Canadá”, disse Miryam Lazarte, CEO da LatAm Startups.

A Dream2B

A Dream2B está localizada em Vancouver, Canadá, um dos centros de desenvolvimento de softwares e de biotecnologia do país. Entre os atributos da cidade estão a concentração de filiais de bancos nacionais e internacionais, mão de obra qualificada, diversas incubadoras e espaços de co-working e apenas a duas horas do Vale do Silício.
Durante dois meses, o programa oferecerá treinamentos para minimizar os impactos culturais da chegada no país disponibilizando escritórios estruturados, mentorias sobre como iniciar um negócio, vistos, network e suporte na contratação de equipes locais.

A Dream2B fez o primeiro programa de aceleração exclusivo para startups brasileiras no Canadá. As Startups que participaram do programa por 7 semanas tiveram 40% de taxa de sucesso, incluindo uma que recebeu investimento de um fundo americano (primeira vez que investiu em uma startup da américa latina) e outra que receberá o startup visa. O processo de aceleração coloca as startups em contato direto com os investidores e potenciais clientes com o treinamento desenvolvido especificamente para elas. Como também, a Dream2B tem parceria com o consulado Brasileiro em Vancouver, Ministry of Internacional Trade e NACO.

A startup Mecasei.com, especializada em gerenciar os preparativos para casamento, que também participou do programa Start-Up Brasil, sob a gestão operacional da Softex, fez parte do programa da Dream2B em 2016. “Participar do programa foi fundamental para internacionalização da MeCasei. Estamos nos preparando para entrar no mercado canadenses em 2018”, disse Marcio Acorci, CEO.

IA – International Accelarator

Para que as empresas brasileiras possam expandir a sua presença no exterior, a Softex, em parceria com a Apex-Brasil, desenvolveu o Projeto de Promoção de Exportação do setor de software e serviços de TI. Essa parceria impulsionou cerca de 50% das exportações brasileiras de TI no último ano. Ao assumir a Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) em 2016, a primeira missão do Secretário Maximiliano Martinhão incumbiu à Softex a tarefa de viabilizar a internacionalização de tecnologias brasileiras. E a parceria com a International Acceletator possibilita esse objetivo.

A IA, especializada em levar startups estrangeiras para os Estados Unidos, localiza-se em Austin, Texas, EUA. A região oferece fácil acesso a capital, baixo custo de vida, custo de operação viável e acesso a mão de obra qualificada. O programa é diferenciado e surgiu justamente para suprir as falhas de assistência para modelos de negócios e CEOs estrangeiros, pontos que não são abordados em programas convencionais.

Com duração de um ano, contempla o acesso a rede de investidores, mentores, clientes e parceiros nos EUA; treinamento individual criado para fundadores estrangeiros no país; suporte para descolamento e expansão.

“Com a estratégia dos Hubs internacionais, ampliando seu escopo de atuação, além de promoção comercial objetivamos também a transformação das startups brasileiras em empresas globais”, disse Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

A Softex conta com HUBs em Connecticut e Texas, EUA e agora em Toronto e Vancouvert, Canadá.

Fonte: Softex

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Por que registrar sua marca nos EUA?

Um dos patrimônios mais importantes de uma empresa é a marca. Registrar os sinais distintivos – palavras, figuras e/ou símbolos – não só garante a exclusividade da identidade visual e a segurança patrimonial, como também possibilita que investidores internacionais vejam a empresa com outros olhos.

Com a crescente onda de internacionalização de empresas brasileiras e a busca por exportar produtos e serviços, os empresários descobriram a necessidade de registro de sua marca no exterior.

Os EUA despontam como o destino preferencial para exportadores e empresas em expansão internacional e, naturalmente, também como local de registro de marcas brasileiras.

A celeridade do processo nos EUA é algo que chama a atenção; enquanto no Brasil um registro pode levar anos, o processo americano finaliza em torno de oito meses. Outra vantagem é que, diferentemente do Brasil, os EUA fazem parte do Protocolo de Madri, que facilita o registro em diversos países como Japão, China e Austrália.

Como fazer o registro

Pedro Drummond, sócio da consultoria internacional Drummond Advisors e advogado licenciado no Brasil e EUA, pontua que existem duas possibilidades de registro de marca nos Estados Unidos. “O órgão que regula o registro de marcas no território americano, o United States Patent and Trademark Office (USPTO), define como possível o registro do produto ou serviço que já está em uso (actual use) ou quando a marca que se pretende usar no futuro próximo (intent to use) ainda não está sendo utilizada”, diz.

Os passos para realizar o registro iniciam com uma pesquisa para identificar potenciais conflitos de marca. O conflito acontece quando a marca tem alguma semelhança com outra já existente, registrada ou não, que possa confundir o consumidor.

Após essa primeira análise, prefencialmente realizada por um profissional, pode-se iniciar o pedido de registro com mais segurança. “É importante mencionar que essa investigação prévia não garante que o registro seja autorizado. Além dos conflitos de marca, outros fatores podem impedir a liberação do registro, como o uso de um termo ofensivo ou do título de um filme ou livro, por exemplo”, explica Drummond.

Quando o órgão americano aprova o registro, a proteção da marca retroage à data do pedido e vigora por 10 anos. Entre o quinto e o sexto ano após a data de registro, deve ser enviada ao USPTO uma comprovação de uso da marca ou declaração justificada de não uso. Entre o nono e o décimo ano após o registro, deve ser enviada nova comprovação de uso e pedido de renovação do registro.

A taxa governamental de registro é de US$225 por classe de proteção.

Drummond enfatiza a importância de empresas brasileiras realizarem o registro de marca nos Estados Unidos. “Em um mercado com fronteiras cada vez mais fluidas, os empresários brasileiros devem buscar proteger a propriedade intelectual de forma global”, completa.

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Software de gestão brasileiro chega a hospitais da Europa e Oriente Médio

Com 20 anos de presença no mercado de saúde, o software brasileiro de gestão em saúde Tasy, adquirido pela Philips em 2010 e desenvolvido no Centro de Desenvolvimento da empresa, em Blumenau, se consolida no Brasil e mira voos ainda mais altos: o software está sendo exportado para instituições em países selecionados na Europa e no Oriente Médio.

O Tasy oferece a hospitais gerais e especializados, clínicas, operadoras de planos de saúde e bancos de sangue, entre outras instituições de saúde, a possibilidade de conectividade, traduzida na integração de sistemas. A implementação do software de gestão leva à automação que proporciona uma melhora expressiva no controle de processos, possibilitando maior eficiência, aumento de produtividade e também maior custo-benefício.

“A partir de 2015, a Philips implementou um novo modelo de atuação com foco na saúde. O Tasy faz parte da estratégia global da empresa de investir no cuidado contínuo da saúde, atuando em todas as fases da vida das pessoas, para conectar toda a cadeia do setor e melhorar a gestão e o cuidado da saúde”, diz Solange Plebani, gerente geral de EMR da Philips.

O software é responsável por um aumento de 62% no número de funcionários dedicado a ele no mundo nos últimos 3 anos. No Brasil, são cerca de 600 colaboradores divididos entre as áreas de Produto, Vendas, Desenvolvimento, Suporte e Implantação. Como resultado, o software está presente em mais 900 instituições brasileiras entre hospitais gerais e especializados, clínicas, bancos de sangue, entre outros.

Internacionalização

O processo de expansão internacional se iniciou em 2013, quando a empresa enviou um grupo de especialistas para o México, para conhecer o mercado e as instituições de saúde locais. A expansão para o país aconteceu de fato em 2014, com a implementação no Hospital San Javier.

O segundo país envolvido na internacionalização do software foi a Arábia Saudita, com o envio de um grupo de especialistas em produto e implantação. Segundo Solange Plebani, “o mercado saudita possui semelhanças com o mercado de saúde brasileiro, no entanto, há requisitos regulatórios e especificidades locais que precisam ser atendidas e para isso contamos com equipes dedicadas tanto na Arábia Saudita quanto no Brasil”. Além dele, a Alemanha conta com quatro funcionários exclusivamente dedicados ao software trabalhando localmente, enquanto a Índia conta com 40 especialistas da Philips.

Resultados para clientes: Hospital São Vicente de Paulo

No Hospital São Vicente de Paulo, localizado no Rio de Janeiro o Tasy contribuiu para a redução do nível de estoque em 35% e o aumento de faturamento em 30%. Na área financeira, com a implantação dos módulos de contas a pagar, contas a receber, tesouraria, contabilidade, fluxo de caixa, repasse a terceiros (honorários médicos), orçamento e custos, a organização obteve ganhos tanto no aspecto financeiro quanto no aspecto qualitativo da informação.

No encerramento do exercício de 2010, quando se iniciou a implantação do sistema Tasy, o hospital possuía um faturamento médio de R$ 8,7 milhões/mês e um recebimento médio de R$ 8,5 milhões mensais. Em menos de dois anos o HSVP já apresenta resultados financeiros expressivos, com um aumento no faturamento, em 2012, de 19,37% em relação ao ano de 2011 e um aumento de 13,76% nos recebimentos de convênios em relação ao mesmo período. O hospital é acreditado pela Joint Commission Internacional (JCI), a mais respeitada entidade independente de acreditação de unidades de saúde no mundo.

Hospital do Idoso Zilda Arns

Em Curitiba (PR), o Hospital do Idoso Zilda Arns adotou o Tasy para realizar o controle de faturamento de procedimentos passíveis de cobrança pelo SUS, alcançando um aumento de 80% em seu faturamento. “Aumentamos a conscientização entre os envolvidos nos processos da enfermagem, da farmácia, da importância da execução e atendimento correto das prescrições e solicitações, tanto do ponto de vista legal quanto econômico”, comenta Gustavo Justo Schulz, diretor de Atenção à Saúde, da Feaes, fundação que administra o hospital. Segundo ele, a eliminação de contas não faturadas somada à redução significativa no prazo médio de faturamento de 47 dias, em 2013, para 17 dias, em 2014, contabiliza resultados muito positivos ao hospital. O bom serviço prestado pelo hospital foi reconhecido com a certificação no estágio 6 pela HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society).

Hospital Encore

O Hospital Encore, em Aparecida de Goiânia (GO), obteve bons resultados financeiros e operacionais com a utilização do Tasy. Dentre as principais funções do software para a instituição estão: prontuário eletrônico, localização e redução de contas paradas e gestão de glosas hospitalares, eliminando cobranças incorretas feitas pelo hospital para os planos de saúde e que são recusadas total ou parcialmente.

“No primeiro ano de funcionamento pleno do Tasy nas várias “portas de entrada” do hospital, identificamos mais de 1 milhão de reais em contas paradas em diferentes setores do hospital, por motivos tão banais como uma justificativa de antibiótico ou mais significativos como guias de autorizações de materiais de alto custo”, destaca dr. Maurício Prudente, médico cardiologista intervencionista e CEO do Encore

“Por meio da função de retorno de convênios do Tasy, diminuímos em 60% o percentual de glosa, o que significa que se tínhamos uma glosa em torno de 12,5%, hoje temos um percentual em torno de 4,5%” completa Prudente. Além disso, antes da utilização do prontuário eletrônico, a localização de prontuários no arquivo morto demorava entre 2 e 5 dias, prazo que foi reduzido para um a dois minutos.

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SoftExpert expande atuação nas Américas com escritórios nos EUA e México

A SoftExpert, fornecedora de software e serviços para automação e aprimoramento de processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa, está expandindo sua estrutura internacional. A empresa já abriu um escritório no México e está abrindo outro nos Estados Unidos.

A operação mexicana já rendeu novos clientes, incluindo nomes como Cipro S.A.P.I., Avigrupo – Avícola San Andres, Givaudan de Mexico, Tecnicopy e Bestop SA. Para comandar este escritório, a SoftExpert contratou Roberto Carlos Ferrer, profissional com larga experiência no setor de Tecnologia, com passagens por empresas como Oracle (México) e Ricoh (Colômbia).

Já nos Estados Unidos, onde a SoftExpert já atende a clientes como as multinacionais Smiths Medical, Yorozu Automotive, Fitesa e Dekalb, quem assumirá o comando da futura unidade é Kelson Lunardelli, que atuou como diretor Comercial da SoftExpert por 16 anos.

“Na América do Norte, nossa meta é expandir as operações. A região concentra um grande mercado em potencial, e a expertise que temos pelo atendimento a multinacionais norte-americanas nos garante know how e respaldo para ampliar a atuação local”, comenta Lunardelli.

A abertura dos escritórios leva adiante um já bem-sucedido plano de internacionalização da SoftExpert. Há poucos meses – outubro de 2016 – a companhia firmou uma parceria na Colômbia com a Ricoh, que passou a atuar na revenda das soluções da empresa brasileira. Só com esta parceria, a meta é ultrapassar R$ 3 milhões em volume de negócios no primeiro ano.

Pouco antes, a companhia catarinense já havia fechado outra parceria, com a saudita Sela Digital Services, para vender seus sistemas no Oriente Médio.

Ao todo, a SoftExpert já tem operações em mais de 37 países, somando mais de 300 mil usuários de 2 mil empresas ao redor do mundo. Em 2015, a empresa gerou um volume de negócios de cerca de R$ 9 milhões no mercado internacional, número que subiu cerca de 30% em 2016, fechando em mais R$ 12 milhões.

Nos últimos 5 anos, a SoftExpert atingiu um crescimento orgânico médio das exportações da ordem de 30% ao ano. Focada na expansão, a empresa projeta ampliar operações em mercados como Europa, Ásia e Estados Unidos, além dos países que formam o G20.

Lunardelli destaca que as parcerias e operações próprias no exterior têm como aposta o SoftExpert Excellence Suite (SE Suite), principal produto da SoftExpert, que foi totalmente remodelado em 2016, com foco na diferenciação frente a competidores globais e venda em larga escala.

A partir disso, em 2017 e 2018 a meta é conquistar clientes de diversos portes e verticais de negócios, fomentando um plano de chegar a 2020 com faturamento de exportações representando cerca de 50% do faturamento total.

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Stefanini intensifica investimentos em ofertas voltadas à transformação digital

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, encerra o ano com resultados similares ao do ano passado, totalizando um faturamento de cerca de R$ 2,6 bilhões. Apesar da crise no Brasil, a companhia continuou investindo em novas oportunidades de negócios focadas em inovação.

Ao longo do ano, a Stefanini realizou algumas movimentações importantes. No primeiro semestre, a VANguard, coligada especializada em governança de TI, Segurança e Service Management, se fundiu com a Scala IT, um dos principais parceiros da IBM em software. Atualmente, a Stefanini Scala já atende a quase 100% do portfólio de software da IBM no Brasil.

Na área de segurança cibernética, a Stefanini anunciou a joint-venture com uma das maiores empresas de defesa israelense, a Rafael. A Stefanini Rafael terá uma atuação importante na segurança da automação industrial, especialmente com o crescimento de projetos envolvendo a Internet das Coisas (IoT).

Outra movimentação de destaque foi a aquisição da empresa colombiana Sysman, que trabalha com uma oferta diferenciada de ERP para Governo e complementou o portfólio de soluções do Grupo, dentro de seu projeto de expansão na América Latina.

Desde o ano passado a Stefanini vem intensificando seu processo de aquisições, fusões e joint-ventures. Em 2015 a multinacional brasileira realizou a fusão com a IHM Engenharia, que tem forte atuação no setor industrial. Também promoveu a joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market, além de lançar a Stefanini Inspiring, que nasceu como um braço de telecomunicações do grupo. A empresa ainda abriu um escritório em Ontário, no Canadá, e adquiriu 40% da gaúcha Saque e Pague com o objetivo de oferecer serviços inovadores para o varejo.

Antenada às principais tendências tecnológicas, a companhia conta com uma estrutura robusta para implementar mudanças importantes para que os clientes se preparem para a era da Internet das Coisas e da Indústria 4.0, também chamada de 4ª Revolução Industrial. A base tecnológica desta revolução é a utilização dos sistemas ciberfísicos, internet das coisas e computação em nuvem, além de uma rede de informações em tempo real, para que os processos de produção se tornem cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

“Hoje, conseguimos montar um banco 100% digital para qualquer instituição, promover o engajamento dos clientes com campanhas de fidelização, oferecer uma assistente virtual capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva, além de garantir mais eficiência operacional para as estruturas de backoffice”, destaca Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Segundo o executivo, quem atua no setor de prestação de serviços em TI, como é o caso da Stefanini, tem um desafio ainda maior: promover o Business Transformation. Para auxiliar seus clientes no processo de transformação digital, a Stefanini reúne o que há de mais moderno em inteligência cognitiva, plataformas de fidelização, Robotics, BPO, dentre outras soluções.

A Stefanini Inspiring, um dos centros de excelência e inovação do grupo, conta com soluções escaláveis que tratam grandes volumes de informações, transformando a jornada do cliente e, consequentemente, os negócios das empresas. Com o monitoramento em tempo real dos dados e personalização das informações, os clientes da Stefanini constroem a base para sua transformação digital, de maneira mais rápida e eficiente.

“Todas as nossas soluções podem ser conectadas, o que garante uma oferta inovadora, que eleva os níveis de excelência com redução de custos. Tentamos compreender as dores do cliente para mostrar de que forma a tecnologia poderá ajudá-lo. Nesse sentido, apresentamos ofertas direcionadas por segmentação, capazes de trazer resultados mais eficazes para nossos clientes”, afirma Monica Herrero, CEO da Stefanini no Brasil.

Inteligência Artificial

Batizada de Sophie, a plataforma inteligente da Stefanini é capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva. Evolução da plataforma Parli lançada inicialmente em 2014, se tornou uma ferramenta voltada para operações globais da Stefanini, assim como uma personalização da tecnologia de forma a torná-la mais adequada para um número maior de processos de atendimento, independente de seu volume.

De acordo com Alexandre Winetzki, presidente da Woopi, empresa de pesquisa e desenvolvimento da Stefanini e responsável pela implementação da tecnologia no Brasil, os benefícios da plataforma inteligente podem ser obtidos por qualquer empresa ou corporação que deseje aumentar sua capacidade de interagir com seus usuários, por meio de um conjunto de canais mais amplo que um call center tradicional.

Segundo estudo divulgado recentemente pela consultoria Research and Markets, o mercado mundial de produtos de inteligência artificial deve movimentar cerca de 23,4 bilhões de dólares até 2025.

Soluções de BPO

Para garantir que os processos sejam mais ágeis e eficazes, as ofertas de Business Process Outsourcing (BPO) podem ser uma boa solução. A demanda por elas tem crescido tanto que a Stefanini anunciou o processo de internacionalização das ofertas, que contará com quatro delivery centers principais – Brasil, Filipinas, México e Romênia, que são países com operações consolidadas e com grande oportunidade para agregar valor às ofertas de BPO.

“Nossa oferta está bem madura no Brasil, com uma média de crescimento acima do mercado. Por isso, decidimos ampliá-la para outros países, dentro da nossa estratégia de expansão acelerada da área de BPO”, afirma Wander Cunha, diretor da Business Consulting da Stefanini.

De acordo com ele, o grande diferencial da oferta de BPO da Stefanini é o alto nível de automação, que inclui soluções de robotização, analytics e inteligência artificial. “Como a área de BPO é uma das que mais crescem dentro da Stefanini, queremos aproveitar esse momento e a sinergia de gestão para gerar modelos de negócios avançados, que priorizem a eficiência operacional”, detalha. Em momentos de crise, quando as empresas precisam reduzir custos e ganhar produtividade, as soluções de terceirização se apresentam como uma tendência, pois permitem que seus gestores se concentrem nas decisões estratégicas de negócio.

20 anos de internacionalização

A Stefanini Argentina, primeira filial fora do Brasil, completa 20 anos. Apesar das taxas de inflação acima de 25% ao ano e da retração do câmbio, a companhia manteve sua visão de longo prazo e continuou investindo na região, o que permitiu crescer 40% em 2016.
Atualmente, a subsidiária argentina conta com 300 funcionários e 44 clientes ativos, que são atendidos pelos escritórios de Buenos Aires e Córdoba.

“A internacionalização é um dos pilares de crescimento da Stefanini. Estamos sempre observando novas oportunidades que possam agregar soluções inovadoras ao portfólio da companhia, de forma a promover o business transformation dos negócios de nossos clientes, tanto do ponto de vista da qualidade da oferta quanto da redução de custos”, afirma Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Pelo segundo ano consecutivo, a Stefanini aparece no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras 2016, divulgado pela Fundação Dom Cabral, como a 5ª empresa brasileira mais internacionalizada. Segundo a pesquisa, a Stefanini avançou nos critérios de avaliação sobre o número de países onde a empresa está presente e índice de ativos, ocupando a liderança do ranking nessas duas categorias.

Presença global da Stefanini

– Atuação em 39 países, 96 escritórios em 87 Cidades, 35 idiomas
– Mais de 21.000 funcionários
– Brasil: 12.000
– América Latina: 2600
– América do Norte: 2500
– EMEA: 2.300
– APAC: 1.800
– 1ª filial foi inaugurada em 1996, na Argentina, projetando a Stefanini como a primeira multinacional brasileira da área de tecnologia
– A Stefanini chegou aos Estados Unidos em 2001
– Na Europa, a primeira filial foi na Espanha, em 2003
– Chegou na Índia em 2006 e nas Filipinas em 2011
– Em 2010 a Stefanini dá um importante passo rumo à internacionalização ao adquirir a Tech Team

Em 2015 foram cinco movimentações:

1. Fusão com a IHM Engenharia (Fevereiro)
2. Joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market (Março)
3. Lançamento da Inspiring, braço de telecomunicações da Stefanini (Junho)
4. Criação do escritório em Ontário, no Canadá (Junho)
5. Aquisição de 40% da Saque e Pague (Agosto)

Em 2016:

1. Aquisição da empresa colombiana Sysman, especializada em ERP para Governo;
2. Fusão com a Scala IT (por meio da coligada VANguard)
3. Joint-venture com a israelense Rafael

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TMF Group inicia operações de corporate trust no Brasil

A TMF Group, fornecedora líder global de serviços de negócios de alto valor para os clientes que operam e investem internacionalmente, acaba de anunciar que vai assumir as operações de corporate trust do Deutsche Bank no Brasil. A companhia vem expandindo sua participação na área de Trust and Corporate Services na América Latina, incluindo financiamentos estruturados e serviços de mercado de capitais, como parte de sua estratégia de linha de serviços globais e planos de crescimento a longo prazo.

O grupo já oferece serviços corporativos e de trust em países vizinhos como Argentina, Uruguai, Chile, Peru e México. Além disso, a empresa com sede em Londres oferece uma gama de serviços corporativos globais, como de contabilidade e impostos, RH, folha de pagamento e secretariado corporativo.

“Essa transferência vai aumentar a capacidade da TMF Group Brasil de participar da recuperação econômica do país, posicionando a empresa como uma parte independente e de confiança em transações financeiras como empréstimos, fusões e aquisições, reestruturação de dívidas, financiamento de projetos e outras atividades sensíveis que exigem conhecimento, controle e compliance”, afirma Raimundo Diaz, diretor para as Américas da TMF Group.

Sob os termos da transferência e após o cumprimento de determinadas condições, as contas de corporate trust atualmente administradas pela unidade brasileira do Deutsche Bank vão passar a ser administradas pela TMF Group.

Os funcionários da equipe de corporate trust do Deutsche Bank vão se juntar ao time da TMF Group, permitindo que os clientes atuais recebam toda assistência que precisam pela mesma equipe de profissionais e com o mesmo nível de qualidade e compromisso.

A TMF Group Brasil, que adquiriu a divisão brasileira de outsourcing da PwC em março de 2015, apresentou crescimento acentuado nos últimos anos. A empresa conta com mais de 700 funcionários no país, que apoiam empresas de todos os tamanhos, tanto locais como internacionais.

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Resource IT avança em sua expansão internacional na América do Norte

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia mais um grande movimento de sua expansão internacional, com o início da operação no México e a inauguração de sua terceira filial nos Estados Unidos, em Dallas, no Texas. A companhia já possui escritórios consolidados na Flórida e na Califórnia. As iniciativas evidenciam o plano estratégico de internacionalização da empresa e ocorrem para atender os clientes que possuem atuação nas regiões, além de permitir a ampliação do atendimento a companhias locais nos dois países. “A abertura das novas filiais impulsiona a presença da Resource IT nos maiores mercados da América do Norte, o que proporciona aos nossos clientes que são, na grande maioria, empresas globais, um atendimento personalizado, de alto valor agregado”, comenta Gilmar Batistela, CEO Global da Resource IT.

A escolha dos locais foi estrategicamente planejada. O Texas possui a segunda maior economia dos Estados Unidos. Seu PIB (Produto Interno Bruto) é comparável com o da Espanha inteira. Por isso, segundo Batistela, “abrir uma unidade na região era um movimento natural dentro de nossa estratégia comercial. Projetamos um crescimento importante de nossa carteira de clientes com esse novo escritório”.

A Resource IT iniciou sua operação nos Estados Unidos em 2000, em Miami (Flórida). Em 2014, inaugurou uma unidade de pesquisa e inovação em Sunnyvale, no Vale do Silício (Califórnia), para levar as últimas tendências em tecnologia aos seus clientes. “Atendemos companhias com atuação internacional, principalmente nos Estados Unidos. Por isso, continuamos investindo para aumentar a nossa presença e capilaridade no mercado norte-americano”, afirma Fábio Back, Vice-Presidente de Negócios para a América do Norte da Resource IT.

A chegada da empresa em solo mexicano complementa a estratégia de expansão. “Como a segunda maior economia da América Latina e uma das 15 maiores mundialmente, o México possui muito potencial, principalmente em relação ao mercado de TI e de transformação digital”, comenta Back, que também é responsável pela filial mexicana. Um estudo produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a IDC evidencia a importância do país, que é o segundo maior mercado de TI da região latino-americana, com investimentos de US$ 26,6 bilhões em 2016.

O processo de internacionalização da Resource IT deverá avançar ainda mais no próximo ano. Com presença na América do Norte e América Latina, onde possui operações no Chile e na Colômbia, a companhia planeja abrir em breve uma filial no Peru. “Aproveitamos o momento de crise econômica no Brasil para nos estruturarmos, refazer nossas ofertas e desenvolver soluções muito mais aderentes e inovadoras, que podem ser comercializadas em escala e por segmentos de indústria”, comenta Batistela. Segundo o executivo, o cenário brasileiro gerou oportunidades para a empresa. “A economia brasileira dá sinais de aquecimento. Entendemos que a pior parte já passou e estamos prontos para acelerar e crescer”, comemora.

Os planos internacionais da Resource IT não param por aí. “Com o mercado nacional sob controle e a expansão na América do Norte e América Latina em andamento, temos agora mais energia para estudarmos a entrada da companhia no mercado Europeu”, finaliza Batistela.

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GoDaddy investe em internacionalização e maturidade da marca

Com quase 20 anos de atuação no mercado de Internet, a GoDaddy, maior provedor de tecnologia para pequenas empresas, se encontra em um momento de amadurecimento. Sua marca já está consolidada no universo de domínios, em que cresceu e se destacou, e, hoje, a empresa entende que os negócios de seus clientes são mais do que apenas um nome de domínio. Reconhecendo que construiu um forte diálogo com micro e pequenas empresas, a GoDaddy tem como missão ajudar esses empreendimentos a alcançar o sucesso com a criação de uma presença online para seus negócios.

No Brasil, existe alta iniciativa empreendedora, considerando que 25% das pessoas de 18 a 69 anos de idade têm a intenção de empreender nos próximos três anos e 56% reconhece que existem oportunidades para abrir uma empresa na região onde vivem, de acordo com levantamento do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2014. Porém, ainda de acordo com a pesquisa, o empreendedor brasileiro, na maioria das vezes, abre um negócio para sustentar-se, sem alto potencial de geração de muitos novos empregos em massa e com a tendência de manterem-se muito pequenos. Inclusive, uma pesquisa com microempresas no Brasil realizada pela GoDaddy em 2015 revelou que cerca de 66% dos entrevistados possui uma empresa com 2 a 5 funcionários, enquanto o restante gerencia seu negócio sozinho. Por isso, o setor de micro e pequenas empresas muito diversificado e pulverizado no país e essa distribuição e quantidade de micro e pequenos negócios leva a certa carência de soluções elaboradas especificamente para atendê-los. Foi aí que a GoDaddy encontrou seu espaço.

A companhia, que cresceu principalmente devido à comercialização e registro de domínios nos Estados Unidos, construiu uma relação de confiança com seus clientes, que cada vez mais começaram a contar com a GoDaddy para seu crescimento e manutenção, incorporando outras soluções para a Internet da empresa. “Com o posicionamento direcionado a micro e pequenas empresas, o amadurecimento da marca é algo que veio naturalmente”, comenta Cristiano Mendes, Diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy. “Depois de anos em contato com esse setor, olhamos para esses negócios e entendemos o que eles precisam para crescer. Dessa forma, nos tornamos parceiros tecnológicos desse mercado que ainda é altamente diversificado e carente de soluções especializadas”.

Hoje, a GoDaddy vai além do domínio: é um grande provedor de tecnologia para micro e pequenas empresas, oferecendo produtos de qualidade a preços acessíveis, que apoiam o empreendedor desde a criação até o crescimento e manutenção de seus negócios online. Além de as soluções serem fáceis de usar, possibilitando a construção, divulgação e gerenciamento da presença online de forma simples.

Expansão internacional

A GoDaddy se tornou líder mundial em vendas de domínios com atividades dentro dos Estados Unidos e, com a adoção da marca por clientes internacionais, a expansão foi o próximo passo.

“Encontramos um ambiente internacional muito receptivo em que pudemos quebrar barreiras de mercado, mesmo em países que já possuíam concorrentes consolidados”, afirma Mendes. Em 2015, a GoDaddy escolheu a agência de marketing e publicidade TBWA Global Marketing, e a primeira campanha global está programada para sair esse ano. Com a campanha internacional, a ideia é reforçar a marca da GoDaddy pelo mundo com uma mensagem forte e unificada.

Ainda no ano de 2016, a GoDaddy pretende continuar a expansão pelo mercado asiático e manter o esforço continuado nos países onde já atua, sempre buscando melhor se adaptar a cada mercado local. Atualmente, atende mais de 14 milhões de clientes em 53 mercados e em 26 línguas pelo mundo. Sua matriz fica em Scottsdale, Arizona, nos Estados Unidos, e globalmente, a empresa possui escritórios no México, Brasil, Reino Unido, Canadá, Austrália, Holanda, Cingapura e Índia. Para saber mais sobre a empresa, acesse: www.GoDaddy.com.

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5 passos para conquistar o mercado americano

O fluxo de investidores brasileiros rumo aos Estados Unidos saltou 40% em 2015, de acordo com dados do Consulado-Geral de Miami. A vontade de conquistar novos mercados ganha força com a crise econômica no Brasil, fazendo com que muitos empresários decidam concretizar a internacionalização do negócio. Mas, para tornar esse projeto realidade, e com o mínimo de riscos, é necessário ter algumas informações básicas. A Drummond Advisors – consultoria especializada em assuntos tributários, contábeis e jurídicos de transações internacionais – elencou cinco dicas valiosas para planejar a abertura da empresa nos EUA. Confira:

1- Avalie o ambiente onde vai investir: faça um mapeamento da região onde pretende atuar e veja se o local escolhido é o mais adequado para o seu segmento. Na Flórida, por exemplo, a indústria de aviação e de turismo são intensas, enquanto na Califórnia há mais investimentos na área de tecnologia. “Já no Meio-Oeste ganha destaque a atividade do agronegócio, e no Nordeste americano os setores de biotecnologia, TI e serviços são muito fortes”, explica Michel de Amorim, sócio da Drummond.

2- Conheça os requisitos locais para conseguir benefícios. Em regra, diz o consultor, quanto mais empregos o negócio gerar, maior oportunidade a empresa tem de obter benefícios fiscais e incentivos do governo. Porém, há uma oferta de benefícios específicos de acordo com o estado, e muitas dessas vantagens são aplicadas antes da abertura da empresa, por isso é importante fazer a prospecção cuidadosa logo no início do processo.

3- Saiba escolher o formato da empresa. Existem várias maneiras de ingressar no mercado americano. Um escritório de representação é uma forma comum, pois não exige a criação de pessoa jurídica. Entretanto, a atuação do empresário fica restrita a pesquisa, suporte, publicidade e compra de bens em nome da sede no exterior. A filial também não requer PJ, mas implica em obrigações tributárias, como a alíquota máxima de 30% antes do envio de dividendos à matriz. Outro caminho possível é a subsidiária, que consiste na criação de uma pessoa jurídica independente. “Esse modelo pode acarretar implicações na estrutura tributária da controladora do Brasil”, observa Amorim. A escolha do tipo de entidade vai depender do perfil do empreendimento. Cada caso tem peculiaridades, por isso é imprescindível uma análise minuciosa em conjunto com um especialista.

4- Fique por dentro da legislação tributária. Não é só o tipo de entidade que determina as implicações fiscais. Outros fatores, como a estrutura societária e o local de atuação, influenciam nos valores das alíquotas, o que afeta diretamente os rendimentos da empresa. Portanto, um planejamento tributário é essencial para maximizar o retorno financeiro. Assim como no Brasil, os tributos nos Estados Unidos são cobrados em âmbito federal, estadual e municipal. O mesmo tributo pode ser cobrado em níveis diferentes – é o caso do Imposto de Renda, que em alguns lugares do país é cobrado pelo órgão federal e estadual.

5- Entenda os vistos de entrada nos EUA. Existem inúmeras categorias e subcategorias de vistos. Na legislação americana, o processo para autorizar a entrada e permanência provisória (não imigrantes) é diferente daquele aplicado aos que desejam permanecer indefinidamente (imigrantes). “Cada tipo de visto estabelece um limite de permanência no país e define as atividades que podem ser exercidas”, diz Pedro Drummond, sócio da consultoria e advogado licenciado no Brasil e EUA. O L1 é o mais procurado por quem quer empreender, pois permite a transferência de executivos ou gerentes entre empresas do mesmo grupo econômico ou vinculadas.
Com as informações certas, a abertura de uma empresa em território americano deixa de ser um bicho de sete cabeças. Para fazer o negócio dar certo, o empreendedor estrangeiro deve contar com o auxílio de um time de profissionais habilitado para atuar nos EUA. Assim, o investidor estará preparado para lidar com as normas e leis do país, potencializando resultados e minimizando riscos.

Sobre a Drummond Advisors:

A Drummond presta serviços de consultoria internacional a empresas brasileiras e americanas, com foco nas áreas contábil, tributária, jurídica e de desenvolvimento de negócios. Fundada na cidade de Boston, a consultoria ampliou a sua presença para as cidades de Miami, São Francisco, Nova York, São Paulo e Belo Horizonte, como resultado do crescimento da sua base de clientes e do objetivo de prestar um atendimento personalizado. A empresa conta com uma equipe multidisciplinar de profissionais com certificação, formação e experiência em território brasileiro e norte-americano.

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Paraná cria agência para promover o comércio exterior

O governador Beto Richa participou nesta quarta-feira (7), em Curitiba, do lançamento da Agência de Internacionalização do Paraná, voltada para a promoção do comércio exterior no Estado. O órgão faz parte do programa Paraná Competitivo e representa o esforço do governo para consolidar um bom ambiente de negócios no Paraná a partir da associação entre diversas entidades ligadas ao comércio exterior. A agência é uma associação civil sem fins lucrativos constituída por empresas, pessoas físicas, instituições do setor privado, entidades associativas e os poderes públicos estadual e municipal. Leia mais…

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