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O Instagram será o novo shopping neste Natal?

Por Alexandra Avelar

A Covid-19 tornou o ano de 2020 o mais difícil até agora para os varejistas – de cortes de empregos a fechamentos de lojas, tem sido um teste após o outro para a indústria. Com a aproximação do Natal e da Black Friday, as campanhas e a agitação em direção a esse período do ano, conhecido como Golden Quarter nos EUA, normalmente estariam a pleno vapor.

As marcas já teriam planejado estratégias de anúncios festivos, dedicado uma grande parte de capital para investir em influenciadores e e-mails convidativos para compras. O impacto da pandemia significa que as marcas não podem mais contar com a experiência do cliente em comprar na própria loja, de ter desde o assistente prestativo até música e luzes de Natal para oferecer uma ótima vivência. Agora, a experiência marcante precisa começar na rede social e terminar com o cuidado pós-compra. No entanto, o que as marcas podem fazer para tornar o quarto trimestre ótimo para seus clientes e seus negócios?

Aprender com o bloqueio. Assim que a pandemia chegou, mudanças dramáticas em nossas vidas diárias aconteceram da noite para o dia. Para a maioria das pessoas, isso significa mais tempo online e muito menos tempo com amigos e familiares. Para as marcas, os planos e estratégias de marketing existentes tiveram de se ajustar rapidamente a este novo mundo de hábitos de consumo, com empresas como o Walmart até mesmo afirmando que seus negócios passaram por cinco anos de mudanças em cinco meses a fim de atender às necessidades dos clientes no mundo digital.

Com o bloqueio, vimos as marcas restringirem seus orçamentos de marketing. Em março, uma queda acentuada nos gastos com publicidade foi observada na Europa e nos EUA. No final de junho, no entanto, os investimentos em propaganda global aumentaram e voltaram aos níveis pré-pandêmicos, indicando que as empresas estavam se ajustando e se adaptando rapidamente à crise. Na verdade, o comportamento do consumidor durante o bloqueio forneceu às companhias insights valiosos sobre seus públicos e mostrou-lhes a importância do marketing digital na construção de comunidades e nas vendas durante uma crise. Agora, as marcas devem fazer bom uso desses insights para descobrir o que podem fazer para trazer a magia de volta neste Natal – para seus clientes e seus resultados financeiros.

Pense na experiência do consumidor primeiro. A prioridade agora para as organizações é comercializar com a experiência do cliente em mente. Neste Natal, é improvável que os fregueses queiram passar horas examinando lojas físicas. Portanto, as empresas precisarão girar e atender a um público online, garantindo que os consumidores ainda possam descobrir novos produtos e comprá-los com facilidade e simplicidade, sem ter que entrar de fato nos estabelecimentos.

Embora alguns usem plataformas de comércio eletrônico de propriedade externa, os profissionais de marketing experientes irão (se ainda não o fizeram) aos recursos de comércio social, que envolvem os consumidores conforme eles navegam por seus feeds de mídia social. Quando se trata de reconhecimento e descoberta de produtos, 60% dos usuários do Instagram agora dizem que encontram novas mercadorias no Instagram. É aqui que o comércio social é estimulante para os clientes e inestimável para as marcas.

Diferentes táticas e canais desempenham papel no alcance de públicos mais amplos e na construção da fidelidade do cliente. Se uma empresa deseja atingir a Geração Z, ela sabe que uma parceria de marca no TikTok é uma aposta segura. Para os com mais de 50 anos, os anúncios do Facebook costumam ser a melhor escolha. Uma área que se provou popular para todos os grupos demográficos nos últimos anos é o marketing de influenciadores. No entanto, conforme a pandemia se instalou, os orçamentos para esse propósito também foram reduzidos, resultando em uma diminuição de 11% no uso de influenciadores e #ad nas redes sociais durante o segundo trimestre do ano. Apesar de um declínio geral, vimos as marcas se voltando para formadores de opinião menores, que eram capazes de conduzir campanhas com sua base leal de seguidores a um custo reduzido. Olhando para o quarto trimestre, podemos esperar que o marketing de influência permaneça uma ferramenta poderosa para os profissionais da área, à medida que as marcas alavancam influenciadores de menor escala com comunidades altamente engajadas para se conectar com seu público e contar uma história mais autêntica.

A razão pela qual os próximos três meses são tão críticos para as marcas é simples: o dinheiro está curto. A pandemia não mudou apenas o estilo de vida das pessoas, mas também a forma como gastam seu dinheiro. Agora, mais do que nunca, os consumidores procuram marcas que lhes proporcionem uma experiência excepcional. Então, o que as companhias podem fazer para oferecer aos clientes uma experiência que eles adoram?

Assim como os consumidores se relacionam com os influenciadores em um nível pessoal, os profissionais de marketing devem pensar de forma criativa sobre como podem fornecer aquele toque pessoal aos seus clientes de outras maneiras – mesmo quando os consumidores não podem visitá-los pessoalmente. Um ótimo exemplo de uma marca que pensa criativamente é a empresa de beleza britânica Natural Living. Sua fundadora, Bella Middleton, mudou a experiência online, enviando amostras grátis, reescrevendo descrições de produtos e melhorando imagens para encorajar as pessoas a comprar online.

Isso fez com que os clientes existentes voltassem ao site em um momento em que os produtos de beleza caíam para o fim das listas de compras. A marca viu um grande aumento nas pessoas que compram presentes “Miss You” para entes queridos que não podiam ver pessoalmente. Qual foi a chave para seu sucesso? Simples. Ela entendeu o cenário de seu público e como seus clientes se relacionam com a empresa – então, adaptaram seus negócios às necessidades deles.

Com os compradores ainda sem vontade de correr para a rua, as marcas precisam buscar novas maneiras de trazer a experiência da loja para dentro de casa. Seria o momento de os profissionais de marketing adotarem a realidade aumentada? A FittingBox introduziu uma solução de provador virtual que permite aos compradores experimentar óculos sem entrar em uma loja. Uma alternativa divertida para atrair os consumidores online.

Embora, de acordo com John Donahoe, CEO da Nike, os consumidores estejam mais fundamentados digitalmente do que nunca, a morte do marketing físico não está próxima – apesar do que o catálogo da Argos possa sugerir. Vimos a John Lewis abrir sua loja de Natal mais cedo para impulsionar o movimento e as vendas em um momento em que muitos de nós ainda queremos tocar e sentir – e desfrutar um pouco da magia do Natal.

Com a aproximação do período de festas, o que sabemos é o seguinte: a pressão sobre os profissionais de marketing para gerar impactos reais nos negócios é maior do que nunca. Para conquistar novos compradores, as marcas devem ser capazes de se adaptar a eles, ao que eles querem e onde querem, desde o início, como nas redes sociais, até o atendimento pós-compra. Hoje, mais do que nunca, os clientes estão exigindo uma experiência omnicanal excepcional, quer saibam disso ou não. Do Facebook ao TikTok, da realidade aumentada a anúncios de TV e até mesmo promoções na loja. Os profissionais de marketing precisam das ferramentas úteis para capturar o público certo, com a mensagem correta, no momento exato. É assim que eles vão desenvolver sua comunidade e trazer seus negócios de volta aos trilhos.

À medida que os profissionais de marketing de marca concentram seus esforços de marketing ainda mais no mundo digital, podemos ter certeza de uma coisa: pelo menos neste ano, o mundo digital pode ser apenas o novo shopping.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil

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Você sabe despertar o desejo de compra no seu cliente?

Por Thiago Mazeto

Em um oceano de gatilhos mentais, imagens chamativas e Call to Actions bem posicionados, está cada vez mais difícil prender a atenção do cliente. Entretanto, há um canal capaz de reunir tudo isso e guiar o usuário a compra, o Instagram.

Nesta rede a palavra de ordem é desejo. O cliente precisa, por meio de imagens, ter vontade de ter aquele produto/serviço. Pensando em ajudar o lojista online, separei algumas dicas sobre como despertar o desejo de compra no cliente – e como o Instagram pode ajudá-lo nessa missão. Confira!

A utilidade do Instagram para vender mais

Esta rede social te ajuda a vender mais, e isso é fato. Porém, para extrair o máximo dela, é necessário atenção a alguns pontos, começando por ele, o público. É importante entender quem ele é, o que quer, quais são as necessidades e qual tom de comunicação deve ser usado para ser o mais assertivo possível e também despertar o desejo de compra.

No Instagram, a comunicação adotada está diretamente atrelada à identidade visual, sendo a rede que melhor explora o conteúdo imagético. Por isso, é importante estar atento aos componentes que constroem a sua identidade, como padrões de cores, estilo de imagens e a qualidade das postagens, tudo isso sem esquecer de usar os filtros, gifs e ícones, sempre que possível.

Por falar em imagens, atenção às fotos dos produtos. No e-commerce, o desejo de compra é concebido ali. Vale apostar em fotos que apresentem a interação “produto & pessoa”, pois isso gera identificação, humaniza as postagens e aumenta o engajamento. Lembre-se que você está buscando despertar desejo, e não há nada melhor para isso do que vender um estilo de vida.

Agora que você já observou seu público, traçou sua identidade visual e anotou todas as dicas para capturar a melhor foto do seu produto, vamos para a parte técnica do assunto. Afinal, esta é peça importante do processo.

Instagram Shopping

Para que o Instagram traga o retorno esperado em vendas, é necessário que o perfil da loja seja “comercial”. Isso permitirá a obtenção de relatórios, criação de anúncios e utilização do Instagram Shopping – a popular Lojinha do Instagram.

Essa ferramenta é fundamental no tema que estamos tratando neste artigo. Pense comigo: o cliente está rolando o feed e é impactado pela comunicação. Nasce o desejo pelo produto, mas para visualizar mais informações, ele precisa entrar no perfil e clicar no popular “link da bio”.

Se a foto do produto não deixou esse usuário “babando”, as chances de continuar passeando pelo feed e encontrar o concorrente são grandes. Por isso, o uso do Instagram Shopping é fundamental para guiar o cliente até a etapa de compra, minimizando os ruídos ao longo do caminho.

E aqui entramos em outro tópico importante, a experiência de compra.

Experiência de Compra

Quando falamos em Instagram para e-commerce, o fluxo que o usuário percorre para finalizar a compra precisa ser o mais curto possível. É importante direcioná-lo até o produto em poucos passos, diminuindo ao máximo as objeções durante o processo.

Para isso, vale aprimorar a descrição dos itens e dar destaque às avaliações, por exemplo. O cliente sentirá mais segurança ao saber que outros usuários já compraram aquela mercadoria e a ‘aprovaram’.

Agora é colocar esta dicas em prática e aumentar as vendas do e-commerce por meio de mais um canal: o Instagram.

Thiago Mazeto, head de experiência do cliente da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

WhatsApp é o app de rede social mais usado pelos internautas brasileiros

O aplicativo de mensagens WhatsApp é o app mais usado pelos internautas brasileiros. Pesquisa do CONECTA mostra que o aplicativo é usado por 91% dos internautas, o que o deixa no topo do ranking dos apps mais utilizados no país, conforme indica o resultado do CONECTAí Express, pesquisa online nacional, multiclientes. Facebook, Instagram, Messenger e Twitter completam a lista dos cinco primeiros.

Confira quais são os apps mais utilizados:

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Pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAí Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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Uso de bloqueadores de publicidade online chega a 15% da audiência no Brasil e preocupa marcas e anunciantes

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Os principais anunciantes e veículos digitais em todo o mundo estão muito preocupados com os ad blockers, aplicativos que bloqueiam a visualização dos anúncios na internet. E com razão. Apenas no Brasil, de acordo com o levantamento realizado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), cerca de 15% da audiência no Brasil já se utiliza deste tipo de software para driblar a publicidade online. E este número tende a crescer: pesquisa divulgada ano passado pela Page Fair em conjunto com a Adobe apontou um crescimento de 41% no uso global de ad blockers entre 2014 e 2015.

Em resposta a esta forte perda de receita, alguns veículos já começaram a utilizar bloqueadores dos bloqueadores. Na prática, eles impedem o acesso ao seu conteúdo por pessoas que estejam usando ad blockers e não sejam assinantes pagos. “Estamos vivendo um verdadeiro ‘braço de ferro’ entre a liberdade de acesso ao conteúdo dos usuários e o direito dos veículos de obterem receita pela produção de seu material”, explica Celso Ribeiro, fundador e diretor comercial da BR Media Group. Ribeiro defende algo que parece óbvio, mas não tem sido posto em prático: é preciso entender o que o consumidor busca para se dirigir e comunicar com ele, seja ao transmitir informações ou publicidade.

Consumidor: o que ele quer dizer com o uso de ad blockers?

O que hoje já se sabe é que a reação do consumidor que busca bloquear a publicidade on-line não deve ser menosprezada. Mais do que falta de paciência, ela revela uma desconexão entre as mensagens e formatos com o público que estes anúncios deveriam conquistar. Mais uma vez, se opta pela antiga prática de tentar colocar a publicidade ‘goela abaixo’ do consumidor.

“Enquanto é absolutamente lícito que os veículos busquem garantir, por meio da publicidade, a sustentabilidade econômica de seus negócios, os anunciantes precisam entender que é hora de tornar suas mensagens o menos invasivas possível”, explica Celso Ribeiro.

Publicidade invasiva x marketing de conteúdo

Como resposta a este tipo de publicidade invasiva vem à tona o marketing de conteúdo, ou seja, a inserção das marcas e suas mensagens no próprio conteúdo passa a ser uma opção cada vez mais relevante para garantir sua audiência. O que antes era feito através do merchandising hoje se desenvolveu em uma série de novos modelos e formatos com o crescimento das mídias digitais.

Não é a toa que este novo mercado de ativação nas redes sociais de influenciadores apresenta um crescimento anual de cerca de 60% desde 2013, curva que deve se acelerar ainda mais com a disseminação dos ad blockers.

Nas redes sociais, por exemplo, a presença das marcas em vídeos, clipes musicais, fotos e posts de influenciadores cresceu de forma impressionante. Isso vale tanto para o Instagram e Facebook, quanto para o Snapchat, Facebook Mentions, Twitter e, de forma acentuada, para o YouTube.

Novas formas de marketing de conteúdo: product placement e brand interaction

Atualmente é possível se fazer relevante sem ‘brigar’ com seu público-alvo ou ‘empurrar goela abaixo’ sua mensagem publicitária. Muitas marcas já perceberam que a modalidade pre-roll (comerciais antes dos vídeos) além de serem um dos alvos preferenciais dos ad blockers, têm uma grande rejeição por parte dos usuários, que em grande maioria aguardam o tempo mínimo para sair deste material e ver o que realmente os levou àquele link.

Recentemente, por exemplo, a fabricante de celulares Asus mostrou ao mercado e ao público como fazer isso. A empresa apostou numa ação de product placement (merchandising) de seu Zenfone no clipe da música ‘Romântico Anônimo’ da dupla Marcus e Belutti. “Com mais de 27 milhões de visualizações, a ação teve um custo para o cliente de apenas R$ 0,002 por view, totalizando um valor de mídia muito abaixo do praticado pelo mercado e com forte engajamento dos usuários por estar de uma forma contextualizada com o roteiro do vídeo clipe. Além de tudo, este tipo de ação é totalmente livre do bloqueio dos ad blockers”, comemora Celso Ribeiro, diretor da BR Media Group, responsável pela ativação.

Mais do que simplesmente evitar a ação dos bloqueadores, a presença das marcas dentro do conteúdo dos influenciadores (brand interaction) torna a mensagem muito mais amigável. O consumidor busca a informação ou entretenimento que deseja, e a marca aparece dentro de um contexto que combina suas mensagens com o estilo e propósito daquele canal. “Cada vez mais os próprios influenciadores atuam, em conjunto com as agências especializadas, para garantir que a ação comercial esteja alinhada, não correndo o risco de agredir sua audiência”, conta Ribeiro.

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Aplicativo direciona clique em foto do Instagram para e-commerce

Marcas de sucesso e renome como Valisere, Hotel Urbano, UZA Shoes, Polishop, Sephora e Shoulder já usam a plataforma para converter

Na lista das redes sociais mais usadas no mundo todo, o Instagram, que em outubro de 2015 completa 5 anos, já superou o Twitter e hoje conta com mais de 300 milhões de usuários. Após perceberem isso, o desenvolvimento em ritmo acelerado do e¬commerce no Brasil e a demanda crescente de seguidores à procura dos produtos postados no Instagram, Rafael Bluvol e Fellipe Guimarães decidiram criar a Instaby.

O projeto surgiu quando os atuais sócios da empresa viram uma plataforma no exterior que realizava um trabalho semelhante. “Nós resolvemos adaptar a ideia, trazê-la para o Brasil, e adicionar algumas funcionalidades que nós do mercado de e-commerce brasileiro precisamos”, conta Guimarães.

Na plataforma, as fotos do Instagram são clicáveis e redirecionam para a página de compra. Uma oportunidade boa, já que, 40% do tráfego de um e-commerce vem de acessos feitos por dispositivos móveis.

O Instaby gera uma página semelhante à do Instagram, somente com imagens, e cada uma já direciona o cliente direto ao site para finalizar a transação daquele produto. Para isso, o usuário deve apenas disponibilizar o link personalizado do sistema do Instaby em seu perfil.

“Antes do Instaby, os clientes eram redirecionados para um site, para de lá ter que pesquisar os produtos, o que causa certa frustração. Com a plataforma, o cliente acha de forma mais fácil o produto que está procurando”, esclarece Guimarães.

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A Cia. Marítima aumentou em 150% a taxa de conversão com a plataforma que foi testada por três meses antes de entrar para o mercado. Logo no primeiro mês de experimentação, investindo somente na funcionalidade de posts, a Instaby tornou se 10% do faturamento do e-¬commerce da marca.

Cobrança
O Instaby trabalha com um sistema de cobrança no qual o usuário (loja ou empreendedor) só paga quando realiza vendas por meio da plataforma.

Sobre a Instaby
Pioneira no país, a companhia que visa aumentar as vendas através do Instagram inspirou-se em uma plataforma que realiza trabalho semelhante no exterior e, é a única que faz isso hoje no Brasil. Entre seus clientes, estão marcas de sucesso e renome como Cia. Marítima, Valisere, Hotel Urbano, UZA Shoes, Polishop, Sephora e Shoulder.

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Salesforce Marketing Cloud lança solução de analytics para publicidade e engajamento no Instagram

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A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em plataforma de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), anuncia hoje um novo conjunto de ferramentas para que os profissionais de marketing possam se engajar com os clientes no Instagram. As novas soluções fazem parte da suíte de produtos de Marketing Cloud: Social.com, para o gerenciamento de campanhas publicitárias em escala; Active Audiences, para desbloquear e sincronizar os dados de CRM no Salesforce para otimizar a publicidade; e Social Studio, para publicação, engajamento, serviço ao cliente e analytics.

Marketing e storytelling visual têm sido sinônimos desde os dias de anúncios de página inteira em jornais e revistas até os outdoors e TV em cores. No mundo digital e móvel, nunca houve um canal em escala para rivalizar com a TV em sua capacidade de engajar fortemente os consumidores com a beleza da imagem visual.

Isso durou até que o Instagram fosse lançado no final de 2010. Quase de um dia para o outro, ele atraiu um grande público ansioso por usar suas câmeras de smartphones cada vez melhores, para compartilhar o que capturou em um canal exclusivamente dedicado à narrativa visual. Os filtros elegantes do Instagram tornaram a experiência ainda mais interessante, e nasceram comunidades de fãs em torno de diferentes interesses, como moda, alimentação e viagens.

Não demorou muito para que profissionais de marketing inovadores reconhecessem essa adoção global, e as marcas começaram a estabelecer sua presença no Instagram para tirar proveito dos níveis de engajamento, que hoje incluem 70 milhões de uploads de fotos por dia e 2,5 bilhões de “likes” por dia. Marcas globais como L’Oreal, McDonald, KLM e Chobani estavam entre os primeiras a entrar no Instagram, utilizando essa nova rede social para se envolver com os clientes, converter fãs em defensores da marca e encontrar novos clientes.

Quando o Instagram lançou inicialmente seu serviço de publicidade em 2013, sua comunidade de usuários era de 150 milhões de pessoas. Em junho de 2015, essa comunidade já contava com mais de 300 milhões globalmente. De acordo com um relatório recente da eMarketer, é esperado que o Instagram represente mais de 10% das receitas globais do Facebook em 2017, incluindo 28% de toda a receita proveniente de anúncios em dispositivos móveis nos Estados Unidos.

Nós já estamos observando um grande sucesso com nossos consumidores que sincronizam seus dados de CRM e listas de emails com publicidade digital. Aqui estão alguns exemplos:

– A operadora do parque de diversões Cedar Fair viu um ROI de marketing de 3x ao vender ingressos para a temporada para clientes do ano passado que haviam comprado um passe para um dia, e para pessoas com perfis parecidos a esses clientes.

– Um varejista on-line atingiu 77% a mais de sua lista de e-mail ao adicionar publicidade eficiente no. A empresa viu um ROI de 17:1 em anúncios que atingiram openers de e-mail, e implantou imediatamente publicidade coordenada em e-mails e no Facebook como uma tática corriqueira.

– Um varejista de vestuário ganhou um ROI de 10:1 ao atingir os clientes que tinham se registrado recentemente por email em uma loja, convidando esses clientes a comprar online.

– A Apartments.com viu um aumento de 35% nas taxas de engajamento, e teve um custo 30% menor para direcionar o tráfico online para sua promoção usando o Active Audiences, para atingir assinantes e consumidores com perfis semelhantes.

“A L’Oreal, como líder mundial em beleza, utiliza canais visuais para se comunicar com nossos consumidores, com o objetivo de promover a educação em torno de nossos produtos de beleza. A nossa ambição de proporcionar beleza para todos requer uma abordagem própria em nossas mensagens. O Social.com nos permite ter uma hipervisualização nas mídias sociais, e entregar a mensagem certa para o público certo. Isso é particularmente relevante para o redirecionamento no Instagram, uma vez que essa plataforma é 100% visual. ” – Marco Ruschioni, diretor de CRM da L ‘Oreal,

Com a integração da Salesforce Marketing Cloud e Instagram, os profissionais de marketing podem:

– Anunciar: Compre e gerencie publicidade no Instagram com o Social.com. Os anunciantes têm agora uma plataforma única para Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn. A maior parte da segmentação de anúncios disponíveis para Facebook também está disponível para o Instagram, incluindo o Active Audiences. O Active Audiences desbloqueia seus dados de CRM no Salesforce para atingir seus clientes, identificar “lookalikes” e otimizar publicidade dentro da jornada do consumidor com força e segurança. Usando o Active Audiences, os clientes da Marketing Cloud podem agora sincronizar segmentos de audiência para o Instagram, para publicidade direcionada.

– Publicar: Os profissionais de marketing querem entender a eficácia de suas campanhas no Instagram em alcance e eficácia de condução. Eles também querem usar o seu conteúdo mais atraente de Instagram em outras campanhas digitais. O Social Studio ajuda esses profissionais a publicar um excelente conteúdo para Instagram, rastrear o desempenho da campanha e compartilhar as imagens de maior sucesso com várias equipes e através de redes sociais.

– Engajar: Os profissionais de marketing podem ganhar uma voz mais relevante na comunidade do Instagram participando das discussões que acontecem em seus perfis. Com o Social Studio, as equipes de gerenciamento de comunidades podem rever discussões, encaminhar e priorizar respostas críticas automaticamente e colaborar como uma equipe.

– Servir: As marcas líderes do mundo estão resolvendo questões de serviço ao cliente via mídias sociais, ao lado do uso de e-mails, dispositivos móveis, chat e outros canais de atendimento. Com o poder combinado do Service Cloud e do Marketing Cloud, as marcas poderão resolver os problemas de atendimento ao cliente no Instagram em tempo hábil e oferecer uma experiência incrível.

– Analisar: Nossos poderosos recursos de social listening e análise das mídias, nascidas do Radian6 e agora parte do Social Studio, capacitam os profissionais de marketing a analisar conversas no Instagram, entender feedbacks das comunidades, sentimentos e tendências, e a otimizar sua estratégia no Instagram de acordo com esses dados. Os profissionais de marketing também podem colocar em seu bolso os recursos de publicação, engajamento e análise do Instagram, com o app para dispositivos móveis do Social Studio.

“Como o Instagram diz de forma tão eloquente, as imagens são uma linguagem universal. A Salesforce está agora entusiasmada em oferecer aos profissionais de marketing a oportunidade de ampliar seu alcance a clientes em um dos canais móveis que mais propicia engajamento, e coordenar esses esforços com todos os outros canais na jornada do consumidor.

Na Salesforce, temos uma história de liderança e inovação na publicidade digital e marketing em mídias sociais. Nós somos um parceiro de todas as principais redes sociais, incluindo o Facebook, onde nós somos um Facebook Marketing Partner através de Ad Technology, Content Marketing, Community Management e Audience Onboarding. Além disso, a Salesforce é uma parceira de lançamento dos programas Ads API, do Twitter; do MarTech Developer Alpha, do Pinterest; e do Sponsored Updates, do LinkedIn.”, comentou Scott McCorkle, CEO da Salesforce Marketing Cloud por meio de um blog post que comunicou o novo lançamento da empresa.

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Gerencianet lança app mobile de venda pelo instagram em oito países

Fazer compras e vendas pela internet já está mais fácil. A partir de hoje, o Letsell já está disponível para download gratuito na Google Play e App Store. O aplicativo foi desenvolvido para permitir a realização de compras e vendas pelo Instagram. Com investimento inicial de R$ 160 mil, o app foi lançado no Brasil e em mais sete países, como Estados Unidos, Espanha e Alemanha e está disponível em inglês, espanhol e português.

Criado em outubro de 2010, o Instagram se tornou uma das redes sociais mais populares, alcançando a marca de mais de 300 milhões de usuários no final de 2014. Devido ao grande alcance da rede e o aumento do comércio online, a empresa Gerencianet viu a oportunidade de criar uma forma de possibilitar os negócios diretamente pela ferramenta. Só no ano passado, as transações pela internet cresceram mais de 19% no Brasil, segundo dados do eMKeter.

De acordo com o CEO da Gerencianet, Evanil de Paula, o aplicativo foi criado para pessoas comuns anunciarem objetos que desejam vender, sejam novos ou usados, mas pode ser utilizado também por empresas que querem começar a vender pela internet ou aumentar a exposição dos produtos na rede.

O app permite que toda a transação seja realizada pelo celular e possui ferramentas que auxiliam no processo, como o chat online, que serve como canal direto para a negociação de vendedores e compradores, e o campo de inserção do endereço de entrega para cálculo do frete. No app, o usuário pode acompanhar todas suas compras, vendas e histórico de negociações e alterar os dados cadastrais.

Outra facilidade é a integração com o PayPal, que já atua em vários países e, por isso, facilita o processo de pagamento, permitindo também a negociação entre pessoas de países diferentes. O vendedor só paga a taxa quando uma venda é efetivada. O comprador não paga nada além do valor da compra.

“O app traz uma abordagem inovadora e diferente de outras propostas existentes no mercado para a venda de produtos pelo Instagram. Procuramos oferecer em uma única aplicação todo o processo do e-commerce, da inclusão do item pelo vendedor até o pagamento do comprador, tudo de forma simples e segura”, explica Evanil.

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Oracle Social Cloud é compatível com Instagram e Weibo

Para ajudar as organizações a alcançar, segmentar e envolver clientes globais de forma eficiente nos canais da mídia social, a Oracle anunciou que sua plataforma de Social Relationship Management (SRM) no Oracle Social Cloud agora é compatível com Instagram e Weibo. Graças aos novos recursos, a Oracle ajudará as empresas a proporcionar a melhor experiência possível ao cliente, acrescentando duas das plataformas de crescimento mais rápido na mídia social ao crescente grupo de redes sociais aceitas no Oracle Social Cloud.

O cenário da mídia social está em contínua expansão e torna-se mais fragmentado a cada dia. Um recente estudo realizado pela Pew Research revelou que o número de adultos que usam dois ou mais canais sociais aumentou de 42% em 2013 para 52% em 2014. Neste ambiente fragmentado, as organizações nunca tiveram tanta dificuldade para obter uma visão clara do cliente e gerenciar as interações em todos os canais da mídia social de maneira eficiente.

Com as novas features, o Oracle Social Cloud passou a oferecer compatibilidade com funções analíticas e de envolvimento para o Instagram e com recursos analíticos, de envolvimento e publicação ao Weibo. A inclusão do Instagram ajuda as organizações a usar uma das redes sociais de mais rápido crescimento no mundo a fim de envolver a cobiçada categoria de jovens adultos. A importância das imagens na mídia social elevou a popularidade do Instagram, com mais da metade dos internautas jovens adultos (entre 18 e 29 anos) utilizando a plataforma atualmente. A Weibo é uma rede social muito popular, usada por mais de 175,7 milhões de consumidores chineses e 800.000 empresas, conectando pessoas com foco na comunicação, informação, envolvimento e comércio.

“Estamos empolgados com o nosso relacionamento com a Oracle porque, como consequência, a base global de clientes da Oracle vai entender melhor e interagir com a tremenda base de clientes chineses da Weibo,” disse Bryan Cheng, diretor geral da Divisão de Plataformas e Produtos Empresariais da Weibo. “A Weibo se empenha em fornecer uma plataforma social onde consumidores, empresas e celebridades possam se conectar e interagir melhor em um animado ambiente on-line.”

“Com o surgimento de novas plataformas sociais, a capacidade de monitorar, envolver e obter valiosos insights sobre os clientes em um único hub de gerenciamento é crucial para melhorar o desempenho dos negócios sociais,” disse Meg Bear, vice-presidente de grupo, Oracle Social Cloud. “A capacidade de monitorar um número maior de plataformas em mais idiomas, usando avançados recursos de listening (escuta) e sentiment analysis (análises de emoções) e a possibilidade de interagir em tempo real e manter conversas contextualizadas permite que as organizações desenvolvam relacionamentos sociais centrados no cliente em escala global e melhorem significativamente a experiência do cliente”.

A inclusão do Instagram e do Weibo reforça ainda mais o compromisso do Oracle Social Cloud de fornecer aos clientes globais avançadas tecnologias e recursos empresariais na mídia social, inclusive nos sites e redes sociais em âmbito regional. O Oracle Social Cloud faz parte do Oracle Customer Experience Cloud, que também inclui Oracle Marketing Cloud, Oracle Sales Cloud, Oracle Service Cloud, Oracle Configure, Price and Quote Cloud e Oracle Commerce Cloud.

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Redes sociais influenciam produtividade dos profissionais brasileiros

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Estudo da E.life: imagens publicadas no Instagram identificam looks da Copa do Mundo

Das unhas aos animais de estimação, Buzzmonitor, ferramenta de monitoramento exclusiva da E.Life, compilou os principais assuntos e temas das fotos dos usuários da plataforma associados às hashtags look, dodia, lookdodia, unha, make e cabelo

Em tempos de Copa do Mundo de Futebol no Brasil, as cores da seleção canarinho estão nas vitrines, nas ruas, nos bares, nas escolas e também dominam o Instagram. É o que mostra o mais novo estudo da E.life, realizado com sua ferramenta de monitoramento das redes sociais, Buzzmonitor, para identificar os principais assuntos e temas das imagens publicadas pelos usuários do Instagram em relação ao visual para acompanhar as partidas – roupas, acessórios, penteados, unha e maquiagem.

O Buzzmonitor permite a indexação de dados com maior facilidade e análises mais aprofundadas e complexas que envolvam estudos de imagem e semiótica. “De acordo com um estudo recente da Forrest Research, foi constatado que o engajamento na plataforma de fotos é cerca de 60 vezes superior a do Facebook”, comenta Stefany Oliveira, executiva de desenvolvimento de negócios da E.life Intelligence. A E.Life é líder na América Latina em serviços e software para inteligência estratégica e gestão da comunicação on-line.

Para o estudo Looks da Copa do Mundo 2014 – Análise de Instagram, a E.life coletou depoimentos com as hashtags #worldcup2014, #worldcup, #copa, #copadomundo, #copadascopas, #fifaworldcup, #fifaworldcup2014, #copa2014, #brasil2014 e #brazil2014 associadas à “look”, “dodia”, “lookdodia”, “unha”, “make” e “cabelo”. Foram analisadas 958 publicações no período de 13 a 17 de junho, utilizando um filtro de língua em português – e os principais destaques foram:

Looks envolvendo roupas, unhas e maquiagens foram, nessa ordem, os 3 tipos mais publicados no Instagram.
• Nail Art: as mulheres estão caprichando nos desenhos de suas unhas, feitos pela manicure ou por elas próprias (358 posts).
• As mulheres também estão elaborando maquiagens especiais para os jogos, com sombra para olhos nas cores verde e amarela em degradê (150 posts).
• Perucas e penteados inusitados também foram usados para compor o look da torcida (49 posts). Entre os acessórios, as pulseiras apareceram com maior frequência, em variados modelos, mas também se contam colares, brincos, cachecóis e até uma mochila estampada com a bandeira do Brasil.
• O look de Claudia Leitte na abertura da Copa rendeu elogios, piadas e brincadeiras como a comparação com a Galinha Pintadinha, e também posts de lojas que comercializam produtos similares ao usado pela cantora – como brincos e anéis.

O estudo ainda destaca as três publicações que receberam mais curtidas – um post do estudante ‘luis_h’, com quase 1100 “likes”, uma publicação da ‘lorealparisbrasil’ destacando os cabelos de Jennifer Lopez, com 974 curtidas, e uma de ‘vestidosc’ com sugestões de looks para torcer pela Alemanha com estilo, com 729 likes -, e os usuários que publicaram sobre o tema com mais frequência no período.
Mais informações sobre o Buzzmonitor estão no site www.buzzmonitor.com.br, onde também é possível conhecer e usar uma versão freemium do software, primeiro web-based low cost para coletar e classificar dados em mídias sociais e interagir com utilizadores. A busca no Instagram está disponível apenas na versão paga do Buzzmonitor
Mais informações sobre a E.life: www.elife.com.br

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IDG NOW: Instagram atinge marca de 150 milhões de usuários

Fonte: IDG NOW

O Instagram anunciou nesse domingo, 8/9, que superou a marca de 150 milhões de usuários no mundo. No anúncio em seu blog oficial, a rede social de fotos e vídeos curtos lembra que a comunidade continua a surpreender ao compartilhar imagens tão distintas como protestos no Egito ou “a viagem” da vida das pessoas.

Com esse número, o Instagram ganhou cerca de 50 milhões de novos usuários em seis meses, já que havia registrado a marca de 100 milhões de usuários no final de fevereiro deste ano.

Por fim, o Instagram agradece aos novos fãs e nota que agora mais de 60% de todos os seus usuários são de fora dos Estados Unidos.

Comprado pelo Facebook em 2012 por cerca de 1 bilhão de dólares, o Instagram lançou há alguns meses um recurso de vídeos curtos, com até 15 segundos de duração, para concorrer com o rival Vine, do Twitter.

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Symantec identifica golpe na internet relacionado ao Instagram

O Instagram – rede social para compartilhar fotos e vídeos, adquirido pelo Facebook – é alvo de Spam e golpes digitais. Essa semana, foi compartilhado um anúncio em in-stream para um programa chamado Instagram para PC (Instagram for PC) na linha do tempo do Facebook. Esta aplicação alega executar o Instagram em um emulador, de modo que os usuários de PCs possam acessar o serviço sem utilizar um aparelho de celular.

Ao tentar baixar uma cópia do Instagram para PC, é possível observar dois arquivos maliciosos distintos:
Arquivo n º 1: Missing Dynamic Link Library (.dll) File

O primeiro golpe é um grande arquivo RAR empacotado em uma série de bibliotecas de vínculo dinâmico (.DLL), juntamente com a suposta aplicação. Quando um usuário tenta executar o aplicativo, ele é recebido com o que se parece com uma tela de login para o Instagram.

Na realidade, essa tela de login é uma farsa. Se um usuário tenta fazer o acesso, recebe um falso “Erro Fatal 2.4.5” da mensagem, alegando que falta um arquivo.

Ao selecionar “Sim” na caixa de diálogo para a arquivo que está faltando, os usuários são redirecionados para uma página que discute o erro e como ele pode ser corrigido.

A linguagem utilizada para explicar o erro é suspeita. Ainda, a mesma página de erro afirma que, se a transferência “não funcionar”, o usuário deve clicar em uma variedade de opções de compartilhamento social, antes de tentar o download novamente.
Quando o usuário tenta baixar o arquivo. Dll que falta, ele é convidado a preencher um questionário.

Arquivo n º 2: Ativar o Instagram

A segunda ameaça maliciosa é a mais recente versão do Instagram para PC, que afirma que, para o aplicativo funcionar, o usuário precisa “ativar” o Instagram. Na parte inferior do aplicativo há ainda um aviso em vermelho que o serviço “não está ativo.”

Ao clicar em “Clique aqui para ativar”, uma nova janela pop-up se abre e pede ao usuário para “completar a oferta rápida ou pesquisa”, a fim de ativar o Instagram.

Ambas as supostas versões do Instagram para PC não entregam o que foi prometido. Este é apenas mais um veículo utilizado pelos scammers para convencer os usuários a preencher os questionários, com o objetivo de obter dinheiro por meio de programas ilícitos.
Mais de 4.000 pessoas no mundo já postaram sobre o Instagram para PC no Twitter e no Facebook, e mais de 2.000 usuários compartilharam no Google+.

Ao usuário que baixou os arquivos, não há funcionalidade maliciosa atrelada ao software, como um keylogger ou backdoor. Os produtos da Symantec detectam estes arquivos como Downloader.MisleadApp.

Para os usuários de PC que pretendem acessar o Instagram de seu computador, não procurem mais o endereço instagram.com. O acesso deve ser feito no próprio site que fornece o serviço em qualquer navegador e em qualquer plataforma.

Para os usuários das redes sociais, é importante ter cuidado com os golpistas que tentam encontrar formas de convencê-lo a fornecer os seus dados de login, instalar aplicativos, ou copiar e colar o código em páginas da Web. Além disso, é importante não clicar em links suspeitos e relatar quaisquer links suspeitos usando a funcionalidade de relatórios dentro do Facebook e outras redes sociais

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