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Impostômetro da ACSP atinge R$ 1 trilhão amanhã às 13h20; arrecadação cresce 5,86% em um ano

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge nesta sexta-feira (24/5), às 13h20, a marca de R$ 1 trilhão, com 11 dias de antecedência em relação ao ano passado. O valor corresponde ao total de impostos, taxas, multas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano para as três esferas de governo: municipal, estadual e federal.

Há exatamente um ano (dia 24/5/2018), o painel registrou R$ 944,6 bilhões, ou seja, a arrecadação apresentou crescimento (nominal) de 5,86% de um ano para outro, explicado pela inflação do período e pela ligeira alta do PIB, segundo Marcel Solimeo, economista da ACSP.

“O Brasil cobra hoje de sua população um total de 63 tributos (impostos, taxas e contribuições). É muita coisa e o retorno disso em serviços para os cidadãos é muito tímido. Fazer uma reforma tributária é essencial para o Brasil se desenvolver e se modernizar. Num primeiro momento, o caminho tem de ser a simplificação, de maneira a diminuir a quantidade de tributos. Num segundo momento, quando a economia estiver melhor, é preciso focar na redução da carga tributária”, diz Solimeo.

Essa é a primeira vez que a marca de R$ 1 trilhão do Impostômetro é atingida no mês de maio. Para se ter uma ideia da evolução da carga tributária no Brasil ao longo dos anos, em 2010 o valor de R$ 1 trilhão foi alcançado em outubro. O painel foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis. No portal www.impostometro.com.br é possível diversas informações.

DATAS DO R$ 1 TRILHÃO

• 24/10/2010
• 03/09/2011
• 15/08/2012
• 25/07/2013
• 10/07/2014
• 29/06/2015
• 05/07/2016
• 16/06/2017
• 04/06/2018
• 24/05/2019

Relação dos 63 tributos cobrados no Brasil

Tributos Federais

1 – Contribuição à Direção de Portos e Costas (DPC)
2 – Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) – “Salário Educação”
3 – Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA)
4- Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
5- Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena Empresa (Sebrae)
6- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC)
7- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT)
8- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI)
9- Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR)
10- Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI)
11- Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC)
12- Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
13- Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST)
14- Contribuição Confederativa Laboral (empregados)
15- Contribuição Confederativa Patronal (empresas)
16- Contribuição Sindical Laboral
17- Contribuição Sindical Patronal
18- Contribuição Social sobre o Faturamento (COFINS)
19- Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
20- Contribuições aos Órgãos de Fiscalização profissional (OAB, CREA, CRECI, CRC, etc)
21- Contribuições de Melhoria
22- Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST
23- Fundo Aeronáutico (FAER)
24- Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
25- Imposto de Renda (IR PF e PJ)
26- Imposto sobre a Exportação (IE)
27- Imposto sobre a Importação (II)
28- Imposto sobre a propriedade Territorial Rural (ITR)
29- Imposto sobre operações de Crédito (IOF)
30- IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
31- Contribuição Previdenciária – INSS: Empregados, Autônomos, Empresários e Patronal
32- Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL
33- Fundo Nacional da Cultura
34- Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
35 – Taxa Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM)
36 –Taxa Ambiental
37- Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
38- Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
39- Taxas CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
40- Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
41- Taxas IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente)
42- Contribuição ao Funrural
43- Taxas de Fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Lei 9.961
44- Taxa de Pesquisa Mineral DNPM (Portaria Ministerial 503/99)
45- Contribuição de 10% sobre o montante do FGTS em caso de despedida sem justa causa (Lei Complementar nº 111/2001)
46- Contribuição de 0,5% sobre o total da folha de pagamento (Lei Complementar nº 111/2001)
47 – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE: sobre Combustíveis, Royalties e Energia Elétrica.
48 – Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar (MP 235/04)

Tributos Estaduais

1- ICMS (Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços) – Estadual
2 – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) – Estadual
3 – Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) – Estadual
4 – Contribuições de Melhoria
5 – Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)

Tributos Municipais

1 – Contribuições de Melhoria
2 – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) – Municipal
3 – Imposto sobre Serviços (ISS) – Municipal
4 – Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI) – Municipal
5- Taxa de Coleta de Lixo
6- Taxa de Combate a Incêndios
7- Taxa de Conservação e Limpeza Pública
8- Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
9 – Taxa de Iluminação Pública
10- Taxa de Licenciamento e Alvará Municipal

OBS: As Contribuições de Melhoria podem ser instituídas pelas três esferas, mas trata-se de um único tributo.

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Pela primeira vez, Impostômetro da ACSP registra R$ 2,1 trilhões; marca será alcançada amanhã, às 8h

Nesta quinta-feira (21/12), por volta das 8 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) baterá um recorde e chegará à marca de R$ 2,1 trilhões. O valor projetado abarca todos os tributos (impostos, taxas e contribuições) pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano para a União, os estados e os municípios.

Para 31/12/17, a estimativa da ACSP é de que o painel alcance valor próximo de R$ 2,170 trilhões, o que representa elevação de 8,4% em relação à arrecadação total de 2016 (em 31/12/16, o painel marcou R$ 2,004 trilhões). Os números informados pelo Impostômetro são nominais (sem descontar a inflação). “O que mais contribuiu para esse aumento de um ano para o outro foi a retomada da atividade econômica, principalmente do setor industrial, que, quando está em expansão, recolhe mais tributos”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele aponta outros dois fatores para o resultado de 2017: a elevação de alíquotas no primeiro semestre deste ano e a inflação. “Quando os produtos e serviços ficam mais caros, o valor arrecadado em imposto também cresce. Mesmo com recuos em 2017, a inflação ainda está em patamar elevado. A mordida maior do Leão afasta a necessidade de aumentos ou recriação de impostos e reforça a urgência de se administrar melhor os gastos ”, finaliza Burti.

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Impostômetro registra R$ 500 bilhões nove dias antes que em 2016

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Meio trilhão de reais! Esse é o valor total pago pelos brasileiros em impostos, taxas e contribuições só em 2017. A marca de R$ 500 bilhões exibida pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) nesta segunda-feira (20), por volta das 6h50, abrange o montante nominal de tributos – ou seja, sem descontar a inflação.

Em relação ao ano passado, o valor foi alcançado nove dias antes (o painel registrou R$ 500 bilhões dia 29/03/2016).

Para o presidente da ACSP e da Federação da Associação Comercial de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, esse aumento arrecadatório de um ano para outro é um incentivo para que o governo federal descarte elevação ou criação de impostos. “Esse crescimento é sinal de que a recessão perde força e a economia começa a reagir. O controle de gastos e as reformas ajudarão a sanear as contas públicas nos próximos anos. Por isso, vemos como desnecessário qualquer aumento tributário, visto que isso retardaria a retomada da economia”, declara Burti.

No portal do Impostômetro é possível visualizar, por exemplo, curiosidades e valores arrecadados por período, estado e município. O painel foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos melhores. Está localizado na sede da Associação, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista.

Fonte: Associação Comercial de São Paulo

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Impostômetro da Associação Comercial de SP chega a R$ 1,6 trilhão na segunda-feira (24/10) às 8 horas

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registra, às 8 horas de segunda-feira (24/10), a marca de R$ 1,6 trilhão. O valor representa o total de impostos, taxas e contribuições pagos pela população brasileira desde o começo do ano.

Em 2015, esse montante foi arrecadado dia 19 de outubro. “Esse atraso de cinco dias em relação ao ano passado é consequência do ritmo mais fraco da economia. Mesmo assim, o peso da tributação para as empresas e para os consumidores continua o mesmo”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar os valores arrecadados em cada estado e em cada município brasileiros. Também está disponível a arrecadação por categoria, como produção, circulação, renda e propriedade.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo chega à marca de R$ 1 trilhão nesta terça às 13h30

Pela 1ª vez, valor é registrado com atraso sobre o ano anterior: em 2015, valor foi alcançado dia 29 de junho

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge, nesta terça-feira (5/7), às 13h30, a impressionante marca de R$ 1 trilhão. O valor abrange o total de impostos, taxas e contribuições pagas pela população brasileira nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal) desde 1º de janeiro de 2016.

Em 2015, o Impostômetro registrou esse mesmo montante seis dias antes, em 29 de junho. A demora em 2016 representa uma efetiva queda na arrecadação, decorrente da crise que atinge o País e enfraquece a atividade econômica.

Mesmo com esse enfraquecimento, o painel chega ao vultoso valor de R$ 1 trilhão em função do avanço da inflação: com preços mais altos, o consumidor desembolsa, também, maiores valores em impostos, já que esses são calculados sobre o preço final das mercadorias e serviços.

O atraso no registro de R$ 1 trilhão é inédito – até então, as marcas foram alcançadas antes do que no ano anterior, mostrando que o painel girava mais rapidamente. A primeira vez que o Impostômetro chegou a R$ 1 trilhão foi no dia 18 de dezembro de 2007 – o painel foi implantado em 2005.

“O atual governo precisa focar no controle dos gastos de médio prazo e deixar a economia se recuperar. Embora o PIB não vá crescer neste ano, já há fortes indícios de que o segundo semestre será melhor para todos os setores da atividade econômica”, diz o presidente da ACSP, Alencar Burti.

“Defendemos que não deve haver aumento de impostos, porque isso só pioraria a situação. Apesar dos aumentos realizados pela administração anterior, vimos que a arrecadação não melhorou em nada. Ou seja, não surtiu nenhum efeito nos cofres do governo. E a carga tributária já está no limite”, reforça Burti, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

O painel

O Impostômetro foi concebido pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram seus próprios painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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Impostômetro alcança R$ 300 bilhões nesta sexta-feira (19)

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingirá a marca de R$ 300 bilhões nesta sexta-feira (19), às 20h55. O montante corresponde ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. Em 2015 esse valor foi registrado também em 19 de fevereiro.

Para o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, o fato da arrecadação estar crescendo menos evidencia a necessidade urgente do governo começar a controlar seus gastos. “Para equilibrar suas contas, o governo insiste em aumentar impostos, mas não se empenha em reduzir gastos. Essa falta de compromisso com o controle fiscal, inclusive, motivou mais um rebaixamento da nota de risco do País. Por isso, é imprescindível que se abandonem iniciativas de elevação tributária – o que só aprofundaria a recessão. É preciso racionalizar os gastos e realizar as reformas”, diz Burti, que complementa: “Aumentar impostos num momento de retração simplesmente não é viável”.

Redução do PIB

Burti ressalta que a queda de 4,08% do PIB nacional – segundo estimativa divulgada hoje pelo Banco Central – mostra que a sociedade continua pagando muito imposto.

“A marca de R$ 300 bilhões foi atingida no mesmo dia que no ano passado, mas sobre um PIB menor, ou seja, sobre um nível de atividade menor. Em outras palavras, significa dizer que o brasileiro está gerando menos riquezas, mas pagando os mesmos impostos de antes. E o governo ainda quer mais”, afirma.

O que dá para fazer com R$ 300 bilhões

Fornecer mais de 2.174.650.995 bolsas família.

Contratar mais de 22.822.424 professores do ensino fundamental por ano

Comprar mais de 11.275.968 carros populares

Construir mais de 1.057.122 postos de saúde equipados.

Adquirir mais de 276.773.763 geladeiras simples

Pagar 20.329 meses a conta de luz de todos os brasileiros

Construir mais de 264.740 km asfaltado de estradas.

Plantar 60.890.227.857 de árvores

Construir mais de 8.698.604 casas populares de 40 m2.

A arrecadação de tributos corresponde a 253.709.283 Notebooks

Construir mais de 3.309.252 km de redes de esgoto.

Comprar mais de 3.782.002 ambulâncias equipadas.

Construir mais de 22.061.677 salas de aula equipadas.

Construir mais de 6.342.732 postos policiais equipados.

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Impostômetro registra R$ 200 bilhões neste domingo (31), às 7h40

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingirá, às 7h40 deste domingo (31), a marca de R$ 200 bilhões. Trata-se do total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. Em 2015, esse mesmo montante foi registrado um dia mais tarde, em 1º de fevereiro.

“Nota-se um crescimento nominal em relação à arrecadação do ano passado, embora tenha havido queda em termos reais. Por conta disso, é ainda mais importante que o governo controle seus gastos e defina prioridades em suas despesas, assim como faz o trabalhador, cujo rendimento médio também caiu”, destaca Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

“Vemos que a dívida pública continua aumentando, pois os gastos não diminuem no ritmo necessário. Ou seja, o poder público precisa rapidamente cortar despesas não essenciais e focar seus investimentos em áreas de maior relevância”, complementa Burti.

O que dá para fazer com R$ 200 bilhões

Construir mais de 178.052 km asfaltado de estradas
Construir mais de 2.225.645 km de redes de esgoto
Contratar mais de 15.349.275 professores do ensino fundamental por ano
Construir mais de 710.970 postos de saúde equipados
Contratar mais de 12.717.971 policiais por ano
Fornecer cestas básicas para toda a população brasileira por 3 meses
Construir mais de 4.265.819 postos policiais equipados
Construir mais de 14.837.633 salas de aula equipadas
Plantar 40.951.866.720 de árvores
Comprar mais de 7.583.679 carros populares
Construir mais de 5.850.267 casas populares de 40 m2

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Pela primeira vez, Impostômetro da Associação Comercial de SP chega a R$ 2 trilhões

Pela primeira vez desde quefoi implantado, em 2005, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo(ACSP) registrará o valor de R$ 2 trilhões. A marca – que será alcançada nestaquarta-feira (30/12), às 11 horas – representa o total pago em tributos(impostos, taxas e contribuições) pela população brasileira para a União, osestados e os municípios.

“Se fossem melhor aplicados, R$ 2 trilhões em tributospagos pelas empresas e cidadãos seriam mais do que suficientes para atender àsnecessidades de todos os brasileiros”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP eda Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

“É imprescindível uma reforma tributária no Brasil, que sópoderá ser feita se houver solução satisfatória para a crise política, naurgência que o País requer”, finaliza Burti.

Estudo
Levantamento encomendado pela ACSP ao IBPT (InstitutoBrasileiro de Planejamento e Tributação) revela informações referentes à marcade R$ 2 trilhões.

Segundo o estudo, após arrecadar R$ 1,95 trilhão em 2014, oBrasil fechará o ano de 2015 com arrecadação nominal superior a R$ 2 trilhõesem 2015, apesar da crise econômica, o representa um crescimento nominal de 2,8%sobre 2014.

Esses resultados seguem nova metodologia de cálculo doImpostômetro implantada em maio de 2015 pelo IBPT. Ela decorre da alteração daforma de medição da carga tributária, em função da mudança na metodologia docálculo do PIB implementada em março pelo IBGE. Com isso, os valores exibidospelo painel passaram a considerar novos dados de arrecadação de Imposto deRenda Retido dos funcionários públicos estaduais e municipais e novas taxas econtribuições federais determinadas pela Lei nº 13.080/2015 (arrecadações deentidades e fundos como contribuições para o Sistema S, FNDE, INCRA, DPC,APEX-BR e ABDI). Também foram incluídas arrecadações de municípios que nãoestavam sendo informadas à Secretaria do Tesouro Nacional.

Os tributos federais representam 65,95% da arrecadação deR$ 2 trilhões. Já os tributos estaduais equivalem a 28,47% e, os municipais, a 5,58%.

Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96%do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e COFINS (10,13%).

O estudo informa a arrecadação por tributo e mostra o quedá para fazer com R$ 2 trilhões. Entre as possibilidades estão construir maisde 90 milhões de casas populares, fornecer medicamentos para a populaçãobrasileira por mais de 800 meses e pagar mais de 2,6 bilhões de salários mínimos.

Há, também, curiosidades. Dois trilhões de notas de R$ 1 correspondem,empilhadas, à altura de 6.666.666 prédios de 100 andares cada um. Se cada notafosse um litro de água, corresponderia à vazão de 112 horas das Cataratas doIguaçu. E, com as notas, seria possível preencher a metragem quadrada de 16cidades do tamanho de São Paulo.

O painel
O Impostômetro tem o objetivo de conscientizar o cidadãosobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviçospúblicos de qualidade. O painel está localizado na sede da ACSP, na Rua BoaVista, centro da capital paulista.

Pelo portal www.impostometro.com.br é possível levantar osvalores que as populações de cada estado e município pagam em impostos.

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Impostômetro da Associação Comercial de SP alcança R$ 1,7 trilhão nesta quinta-feira (5/11) às 11h45

Nesta quinta-feira (5/11), às 11h45, o Impostômetro vai registrar R$ 1,7 trilhão. Implantado em 2005 pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o painel informa o valor desembolsado pelos brasileiros para pagar impostos, taxas e contribuições ao longo do ano.

No ano passado, essa marca foi atingida 19 dias depois (em 24 de novembro), o que aponta aumento da carga tributária – apesar da queda da arrecadação federal.

“O crescimento mais rápido da carga tributária reflete, principalmente, o impacto da aceleração da inflação e dos aumentos de alíquotas feitos em 2015. Esses dois fatores compensam a queda do PIB”, comenta Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Ele explica a razão de a carga tributária ter aumentado de um ano para o outro mesmo com diminuição da arrecadação federal: os dados do Impostômetro são nominais – se fossem deflacionados, eles também indicariam queda da arrecadação. “Mas, para o consumidor, o que vale é o que ele paga efetivamente”, finaliza Burti.

Previsão 2015

A estimativa da ACSP é de que o Impostômetro feche o ano de 2015 marcando um valor inédito, na casa de R$ 2 trilhões. Em 2014, o painel ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão (alcançada, mais precisamente, dia 29 de dezembro).

O painel

O Impostômetro tem o objetivo de conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade.

Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios brasileiros se espelharam na iniciativa e instalaram seus próprios painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

Pelo portal www.impostometro.com.br é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município pagam em impostos – e também visualizar o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

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Impostômetro da Associação Comercial registra R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) às 11h

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai registrar a marca de R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) por volta das 11 horas. Esse é o montante desembolsado pelos brasileiros desde 1º de janeiro de 2014 para pagar impostos, taxas e contribuições para União, Estados e municípios.

Neste ano, o valor de R$ 1 trilhão chega 15 dias antes do que em 2013, indicando aumento da carga tributária.
O presidente da ACSP, Rogério Amato, chama a atenção para a notícia e para o aumento do peso tributário, apesar das desonerações promovidas pelo governo a alguns setores e das recentes quedas do nível de atividade econômica. “É um descompasso: a arrecadação cresce mais do que a economia brasileira. O contribuinte paga muito e, em contrapartida, não tem um retorno compatível – os serviços públicos deixam a desejar”, diz Amato, que também é presidente da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) e presidente-interino da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil).

Ele comenta o significado da marca de R$ 1 trilhão em ano eleitoral. “O Brasil não suporta mais carregar esse peso tributário. Precisamos lembrar disso todos os dias, todo mês, mas em época de eleição isso deve ser ainda mais debatido. Precisamos exigir impostos mais justos e melhor aplicados. Essa é uma das grandes causas de nossa entidade. Assim, convidamos todos os brasileiros a ficarem ainda mais de olho no imposto”, ressalta o presidente da Associação Comercial de São Paulo.

Óculos para ver melhor os tributos
Para chamar a atenção do consumidor para a marca de R$ 1 trilhão e a elevada carga tributária em 2014, o Caminhão do Impostômetro vai passar por seis cidades do interior paulista. A ação é uma iniciativa da ACSP e da Facesp em parceria com as associações comerciais dos municípios.
O ponto de partida será na capital em frente ao painel do Impostômetro dia 12/8, às 11 horas – ocasião em que o painel chegará à marca do trilhão.

Depois, o Caminhão parte para Sorocaba (dia 13/8), Campinas (14/8), Mogi das Cruzes (15/8), São Carlos (18/8), Santos (19/8) e São José dos Campos (20/8). O veículo ficará estacionado durante algumas horas em pontos estratégicos e de grande circulação em cada cidade. Um painel do Impostômetro vai estar acoplado no caminhão e mostrará os valores pagos pelos brasileiros e pelos moradores da cidade para pagar todos os impostos, taxas e contribuições.
Quem parar para olhar o Caminhão do Impostômetro vai poder entrar no veículo e visualizar diversos produtos do dia a dia, com os respectivos preços. E, para enxergar as cargas tributárias de cada produto, utilizará óculos mágicos feitos com uma tecnologia chamada selecionamento cromático. Só quem colocar os óculos vai conseguir visualizar as cargas. A ação lúdica é uma forma de convidar o consumidor a enxergar melhor o quanto paga de imposto. Há produtos em que as cargas passam de 40% do preço final.

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Impostômetro da ACSP chega a R$ 800 bilhões nesta segunda-feira, 30/6

Associação Comercial de SP, que implantou o painel, alerta sobre altas cargas tributárias em produtos de festa junina, como quentão (61% de impostos no preço), amendoim (36%), pipoca (35%), chapéu de palha (34%) e camisa xadrez (34%)

Oitocentos bilhões de reais. Este será o valor que o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai marcar na manhã desta segunda-feira (30/6), por volta das 7h15.

O painel – que virou ponto de referência no centro da capital paulista – informa os valores pagos por todos os consumidores brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais.
Em 2013, os R$ 800 bi foram registrados somente no dia 6 de julho, revelando aumento da carga tributária de um ano para o outro. “A carga cresceu mas, mesmo assim, não vemos um retorno disso, não vemos o investimento aumentar”, comenta Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e presidente-interino da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil).

Arrecadação federal em maio

Amato também repercute a notícia desta sexta-feira (27/6) que trata da diminuição da arrecadação federal em maio. “Esse anúncio é reflexo do baixo nível das atividades econômicas, das fortes quedas dos investimentos, da produção e do consumo”, diz o presidente da ACSP. “Mas devemos lembrar que os dados são referentes ao governo federal, sem a inclusão de receitas adicionais”, completa ele.

Impostos na Festa Junina

O mês de junho está acabando, mas as festas de São João ainda animam cidades por todo o Brasil. O consumidor tem que prestigiar, mas não pode se esquecer de que paga caro para consumir, mesmo nessas situações festivas.
Na hora de comprar um quentão, o consumidor vai pagar 61,56% de impostos, que estão embutidos no preço final. Outros produtos típicos da Festa de São João que carregam pesados tributos em seus preços estão amendoim (36,54%), canjica (35,38%) e pipoca (35%).

Na hora de vestir, a história se repete. O preço do chapéu de palha tem 34% de impostos. Calça jeans tem 38,53% e, camisa xadrez, 34,67%.

E as bebidas – como já se sabe – estão entre as maiores vilãs no quesito carga tributária. Alguns exemplo são vinho (55%), cerveja (55,60%) e refrigerante (46,47% na garrafa e 44,55% no produto em lata).
Veja abaixo a lista completa. Os dados são do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), que abastece o Impostômetro da ACSP.

Carga tributária em produtos de Festa Junina:

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Impostômetro chega aos R$ 300 bilhões amanhã

Nesta terça-feira (25/2), às 14 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai chegar à marca de R$ 300 bilhões. Esse é o valor pago em impostos, taxas e contribuições por todos os brasileiros neste ano.
Em 2013, os R$ 300 bilhões foram atingidos somente dia 8/3, ou seja, a carga tributária aumentou.

O presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, destaca a necessidade de redução da carga tributária e, também, de simplificação do sistema. “A arrecadação no Brasil é como uma espiral: é imposto sobre imposto sobre imposto. Precisamos, com urgência, de um processo de simplificação tributária, para que a cobrança fique clara. Isso precisa ser feito com racionalidade”, afirma Amato.

Impostos na viagem de Carnaval

Nem na hora de embarcar para a folia o brasileiro vai escapar da alta carga tributária. Do preço da hospedagem em hotel, 29,56% são de impostos. Para trocar o pneu do carro e garantir uma viagem tranquila, são 35,72%. Já o folião que prefere os pacotes que, além do hotel, incluem o ingresso e o transporte para o desfile, vai pagar 36,28% de imposto. E para quem tem bichinho de estimação e não terá condição de levá-lo, hotéis para animais são a melhor opção. A hospedagem pet tem 26,86% de imposto. Os dados são do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), que abastece o Impostômetro.

O que dá para fazer com o dinheiro

Localizado na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, o Impostômetro aponta o valor total de impostos destinados à União, aos estados e aos municípios. Pelo portal www.impostometro.com.br, é possível descobrir o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado. Por exemplo, quantas cestas básicas é possível fornecer, quantos postos de saúde podem ser construídos.

No portal também é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município brasileiro pagaram em tributos.

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