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Delta implementa embarque por reconhecimento facial no aeroporto de Detroit

A partir deste mês, a Delta e a alfândega dos Estados Unidos (CBP – Customs and Border Protection) começam a usar o primeiro teste de embarque biométrico do DTW, com base na experiência de vários anos dos projetos piloto no aeroporto internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta e no aeroporto John F. Kennedy.

Os clientes viajando a partir do portão A36 podem optar por embarcar na aeronave usando a tecnologia de reconhecimento facial. Para participar*, basta se aproximar da câmera, aguardar a captura da imagem, receber o comprovante e, em seguida, embarcar. Além de não exigir o cartão de embarque ou o celular para embarcar, o teste também facilita o engajamento dos agentes de embarque com os clientes. Se algum cliente não quiser participar, basta informar ao agente de embarque e usar o cartão de embarque ou o telefone celular.

“A expansão da tecnologia de reconhecimento facial para este aeroporto internacional e hub da Delta é uma evolução natural depois das melhorias que fizemos nessa opção de embarque em parceria com a CBP”, disse Gil West, COO da Delta. “Esta nova fase nos permitirá obter ainda mais feedbacks de clientes e funcionários, além de ser outro exemplo de como a Delta fornece as experiências inovadoras que os clientes esperam de grandes marcas.”

Atualmente, este teste está disponível em um voo por dia, onde os clientes também podem experimentar o A350 da Delta e a nova Delta One Suite. Nos próximos meses, estará disponível em todos os voos internacionais que saírem por esse portão.

Nos últimos anos, a Delta se tornou líder do setor em uma série de soluções para o cliente, como check-in biométrico opcional em todos os Delta Sky Clubs domésticos, manuseio de bagagens com tecnologia RFID, check-in e rastreamento de bagagens automáticos via aplicativo móvel Fly Delta, uma aliança que fornecerá aos clientes conectividade na cabine, faixas de identificação automatizada high-tech e mais eficientes, além de um aplicativo inovador que ajuda os pilotos da Delta a evitar turbulência, promovendo voos mais confortáveis. A Delta foi escolhida uma das empresas mais inovadoras do mundo de 2018 pela revista Fast Company, ficando com a sexta colocação entre as companhias de viagem.

*Os passageiros devem ter seu passaporte disponível no momento do embarque e sempre devem trazer seus passaportes em viagens internacionais para uso em outros pontos de verificação durante a viagem.

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SPC Brasil lança tecnologia de reconhecimento facial para prevenção a fraudes no comércio

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) anuncia o lançamento de uma solução pioneira no mercado de bureaux de crédito: o SPC Reconhecimento Facial. A tecnologia, que no Brasil já é adotada no check-in de companhias aéreas e em dispositivos celulares, agora passa a ser realidade nos processos de concessão de crédito de todo o país.

Grande aliada do comércio, a nova ferramenta também possui a vantagem de proteger os consumidores de pessoas má intencionadas. Nos últimos anos, o roubo de dados ou de identidade tem crescido exponencialmente, causando prejuízos ao setor. Um termômetro disso é que sete em cada dez empresas são atingidas por fraudes, segundo dados da consultoria americana Kroll.

“Buscamos oferecer um sistema altamente sofisticado aos lojistas que passam a evitar perdas e se prevenir de forma mais eficaz, ao mesmo tempo em que proporciona maior segurança aos seus clientes”, destaca Nival Martins, superintendente de bureau de crédito do SPC Brasil.

O lançamento do SPC Reconhecimento Facial reforça a visão inovadora da empresa no uso de tecnologias de ponta, que atua há mais de 60 anos no mercado de crédito para atender às suas necessidades de negócio. A expectativa é de que já no primeiro ano de operação 3 milhões de faces sejam cadastradas na base do SPC Brasil.

Para Martins, um dos diferenciais do SPC Brasil é que nas consultas feitas pelos estabelecimentos será possível acessar informações do cliente para uma análise mais completa de crédito, como dados cadastrais do consumidor, informação de inadimplência, protesto, histórico de consultas realizadas e score de crédito (probabilidade de a pessoa ficar inadimplente ou não), por exemplo, em conjunto com as análises do reconhecimento facial, tornando, assim, um dos produtos de consulta de crédito mais completos do mercado para o combate de fraudes.

O mecanismo de evitar fraudes é feito por meio da validação das capturas das faces via webcam que compõe o processo de compra, confrontando com as faces dos consumidores em uma base compartilhada com outras empresas do setor. Com isso, a ideia é acelerar os processos de validação e garantir a segurança da transação.

Como funciona?

Uma câmera instalada no estabelecimento comercial captura o rosto do cliente e o registro é enviado ao sistema de Reconhecimento Facial do SPC Brasil que fará a leitura detalhada de seu rosto e codificará essas informações em uma sequência numérica digital — por exemplo, o formato dos olhos, tamanho da boca, contorno do rosto, etc. A sequência é anexada ao cadastro da pessoa e arquivada em um banco de dados, tornando-se a sua identidade para o sistema.

Quando utilizada para comprovação de identidade, a consulta ao seu cadastro biométrico será feita com uma nova captura do seu rosto e o sistema irá cruzar os dados em busca dos padrões registrados para verificar sua autenticidade. Como o conjunto de medições do rosto é único para cada pessoa, a performance da biometria facial é elevada e sua assertividade próxima dos 99,5%.

Durante a fase de testes, utilizando o atendimento real de cinco lojistas — três no Nordeste, no Sul e outro no Centro-Oeste—, o SPC Reconhecimento Facial conseguiu identificar e prevenir fraudes — que gera um custo médio de R$ 8 mil por incidência.

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Tecnologia de reconhecimento facial auxilia consumidores na hora do check-in em aeroportos brasileiros

Trazer mais agilidade ao check-in e inovação para seus consumidores foram motivações que há cerca de um ano, levaram a GOL Linhas Aéreas Inteligentes a entrar em contato com a startup brasileira de reconhecimento facial FullFace. Juntas, as empresas implementaram o Selfie Check-In, processo de confirmação de reservas pelo celular, por meio de uma “selfie” do passageiro. A solução da startup brasileira, desenvolvedora de uma tecnologia proprietária de reconhecimento da face, faz a companhia somar atualmente mais de 500 mil clientes cadastrados. Em um ano, foram realizados mais de 1 milhão de processos de Selfie Check-In.

A GOL é a pioneira no mundo em oferecer esta opção aos passageiros de voos domésticos ou internacionais. “O reconhecimento facial já é uma opção em todo e qualquer lugar que seja necessário a identificação do usuário. A FullFace tem a tecnologia que torna viável a utilização de forma segura e eficiente, em ambientes web, mobile e físicos, para que empresas quebrem paradigmas e busquem novas opções de identificar seus usuários de forma segura, ágil e inovadora”, explica Danny Kabiljo, CEO da startup.

Kabiljo ressalta também que o reconhecimento facial é uma tecnologia eficiente e de fácil integração, uma vez que basta uma câmera de celular ou webcam para viabilizar a identificação de uma pessoa, podendo assim ser aplicada em qualquer setor e de forma integrada em todas os meios utilizados pelo mesmo.

“Trabalhamos com o desenvolvimento interno e criamos um time que observa tudo o que as startups do mercado estão fazendo. Vimos que a FullFace já tinha esta tecnologia que abreviaria nosso tempo de lançamento do produto. Foi um trabalho a quatro mãos: algoritmo da FullFace junto ao nosso desenvolvimento do aplicativo”, explica Paulo Palaia, diretor de tecnologia da GOL.

A leitura dos pontos do rosto se dá pela estrutura óssea, ou seja, informações superficiais como barba ou maquiagem não alteram o resultado final da checagem. Ao invés de uma foto, é gerado um código com cerca de 16 mil caracteres, como um CPF facial, o que garante segurança e privacidade aos dados do cliente. Nenhuma outra companhia aérea no mundo possui esta tecnologia.

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Brasil Digital, o novo Documento Nacional de Identidade

Por Paulo Milliet Roque, vice-presidente da ABES

Está previsto para julho de 2018 o início da disponibilização do DNI (Documento Nacional de Identidade), uma identidade digital válida em todo o território brasileiro cuja proposta é unificar documentos como RG, CPF e título de eleitor. A identificação poderá ser obtida em um processo que inclui registro no aplicativo gratuito “DNI” nas plataformas Android e iOS e identificação biométrica em postos de atendimento do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Com todas as validações concluídas, será possível carregá-lo na memória de um celular ou tablet, dispensando a apresentação de registros de papel.

A iniciativa demonstra o quanto o Brasil tem avançado no campo de certificações digitais e indica um possível caminho de menor burocracia e eficiência aliada à tecnologia. Por outro lado, o novo documento não escapou de críticas, sendo as principais aquelas que levantam dúvidas sobre a privacidade das informações e os custos embutidos no sistema. As duas impressões possuem sua coerência, mas devem ser analisadas com atenção.

O DNI terá vários aspectos de segurança para evitar fraude. O documento é protegido por senha, não sendo possível gravá-la no aplicativo. Também não há vinculação com o chip do celular, e as informações não ficam na memória do aparelho (é necessária conexão com a Internet). Também haverá uma marca d’água ao lado e embaixo da fotografia, mutável a cada acesso ao aplicativo, o que permitirá conferir data e hora em que o documento foi aberto. Essa medida procura evitar que “prints” de tela de terceiros sejam usados como fraude à identificação. No caso de extravio do celular, o cidadão pode pedir a desvinculação do documento e solicitar a habilitação em outro celular no ponto de atendimento.

O DNI identifica o cidadão para outros humanos, mas não assina documentos. Para assinar documentos com valor legal, o cidadão precisa de um certificado digital (tipo e-CPF) que também pode ser instalado no celular. São propostas complementares.

Este certificado digital possui uma chave privada que identifica o cidadão para fins de acesso a serviços do governo e assinatura de documentos. O processo de acesso e a portais assinatura digital de documentos é criptografado. Esses documentos na sua forma nativa não são legíveis para os humanos, pois tudo está criptografado. Para isso é preciso utilizar um software leitor/assinador do documento que mostre as assinaturas, como o Adobe Reader, ou um portal de assinaturas.

Desde a implantação do sistema de certificados digitais brasileiros (ICP-Brasil) no ano de 2001, em nosso país não há registro de roubo de chaves privadas de certificados, a exemplo do que já aconteceu em países europeus e nos Estados Unidos. Isso se deve à alta rigidez tecnológica imposta pelo governo. Com a preocupação de sempre estar um passo a frente e preparado para a evolução dos hackers, já alteramos em 2012 nosso padrão de criptografia de 1024 para 2048 bits e hoje utilizamos técnicas avançadas como a marcação georreferenciada (que utiliza um GPS para emitir certificados, no intuito de combater fraudes) no processo de identificação do titular do Certificado Digital.

Os equipamentos dos certificados digitais (cartões, tokens, leitoras, etc…) brasileiros são certificados pelo Inmetro, com regras rígidas. Os sistemas envolvidos na emissão e uso são homologados pelo ITI Instituto Nacional da Tecnologia da Informação (ligado à Casa Civil). Tamanha preocupação com segurança muitas vezes se reflete em custos (sobretudo porque também são necessárias as caras validações presenciais, antes da emissão de um documento digital), que são fundamentais para tornar esses registros confiáveis.

A medida que a desmaterialização cresce, as certificações digitais e identidades digitais passam a ter uma importância fundamental.

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73% dos brasileiros apoiam Documento Único de Identidade com uso de biometria

Dentre os mais de 1.000 participantes brasileiros da pesquisa Unisys Security Index, a maioria dos cidadãos do País acredita que a consolidação dos documentos pessoais como RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor em um registro único, além da adição de uma identificação biométrica será uma iniciativa eficaz para promover a segurança pessoal. Apenas 13% não concordam com a união destes documentos como medida de proteção e 14% ainda não têm certeza sobre a questão.

O Unisys Security Index é um índice de referência mundial sobre o tema segurança e considera as seguintes variáveis para sua construção: Segurança Pessoal, Segurança Pública, Segurança na Internet e Segurança Financeira, o que determina um indicador de cada país pesquisado e um global, em uma escala de 0 a 300, na qual 300 é a maior taxa de preocupação com o tema segurança e 0 a menor. No Brasil, o índice total apresentado foi de 189 pontos, enquanto que a média no mundo foi de 173 pontos.

A pesquisa Unisys Security Index, realizada em 13 países, questionou os mexicanos em relação ao mesmo tema, a qual apresentou um percentual muito semelhante ao do Brasil, já que três quartos dos entrevistados (75%) apoiaram a unificação das informações pessoais. Apenas 10% não concordam com a iniciativa e 15% não estão certos sobre o tema.

Entre os brasileiros, 78% dos homens e 69% das mulheres acreditam que a unificação do registro pessoal é uma medida fundamental para a proteção dos dados privado. O percentual se eleva nas faixas etárias mais altas, entre 45-54 anos (80%) e 55-65 anos (85%), principalmente quando comparado aos jovens (faixa etária de 18 a 24 anos), que apresentaram o menor índice, apenas 65% apoiam a unificação.

Diferente do Brasil, o apoio a esta iniciativa entre os jovens no México é o que apresenta o maior percentual, 79% dos entrevistados entre 18 e 24 anos concordam que a unificação dos dados pessoais promoveria maior proteção.

A aceitação também é elevada entre os brasileiros com alto grau de escolaridade, com 75% dos entrevistados com nível superior e pós-graduação sendo a favor da consolidação das informações pessoais.

Na camada da população brasileira de alta renda, o apoio à medida é de 80%, enquanto que o percentual entre a classe média e a baixa é igual, 72% dos entrevistados de cada grupo apoiam a iniciativa. No México, a aprovação é alta em todos os níveis socioeconômicos, sendo que a classe com renda mais baixa (77%) é a que se destaca no apoio à unificação dos documentos.

“A unificação dos registros públicos dos cidadãos no Brasil permitirá maior confiabilidade aos documentos, que atualmente não incluem dados de sinais biométricos, o que acaba dando margem para falsificações, atos ilícitos e criminosos. Além disso, a iniciativa vai auxiliar na desburocratização, contribuindo para modernizar os sistemas e evitar fraudes”, afirma Guilherme Artuso, SME Especialista na Vertical de Setor Público da Unisys para América Latina.

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HID Global apresenta novidades na Cards Payment

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Com foco na experiência do usuário, a 22º edição da Cards Payment & Identification 2017, que acontece de 23 a 25 de maio, em São Paulo, trará as mais recentes inovações para meios de pagamentos, cartões, e-commerce, identificação e certificação digital. Com o objetivo de oferecer uma solução eficiente e segura para os setores bancário e Governo, a HID Global, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, apresenta soluções de emissão instantânea de cartões e credenciais mais duráveis.

A entrega imediata de cartões de crédito é uma solução completa para as instituições financeiras, pois além de atrair mais clientes, reduzem custos operacionais, evitam extravios e fraudes, além de proporcionar uma nova experiência para o consumidor, que poderá usufruir de um serviço personalizado.

Essa experiência de emissão instantânea será apresentada no estande da HID, que levará para a feira as impressoras da linha FARGO®. Entre elas a DTC5500LMX, que recebeu recentemente a certificação ambiental Green Circle. O selo internacional garante as atuais reinvindicações por uma produção sustentável de cartões e coloca a empresa na posição de líder em serviços de credenciais mais duráveis.

A solução de emissão segura da HID Global traz um projeto de laminado inovador que visa redução de custos, de energia e desperdício. A nova versão da FARGO® DTC5500LMX permite uma redução de 92% nos resíduos, após o consumo dos usuários e 66% de consumo de energia. Além disso, a capacidade de duração do produto é 4 vezes maior que a geração anterior.

“Com esse novo projeto, a estimativa de uso das impressoras é de mais 5 anos. E quando pensamos em descarte de dispositivos de impressão em aterros, com esse novo produto a evasão seria de 50 toneladas”, afirma o Diretor de Secure Issuance da HID Global no Brasil e Cone Sul, Fernando Giroto. O executivo ressalta ainda que essa solução representa uma redução significativa em custos operacionais para a empresa e permite avançar em competitividade no mercado.

Mercado de Adquirências de cartões

A inclusão do brasileiro no mundo das finanças está ligada diretamente ao crescimento do mercado de cartões. As modalidades de débito e crédito representam 30% dos gastos dos consumidores. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o volume de transação efetiva com cartões deve movimentar R$ 1,22 trilhão até o final do ano. Em dez anos, a entidade aponta que esse montante cresceu 265% e o resultado são as mudanças significativas no cenário de pagamentos eletrônicos.

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Cards Payment & Identification 2017 destaca a importância da experiência do usuário

A 22ª edição da feira CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017, promovida pela Informa Exhibitions de 23 a 25 de maio no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), terá um foco especial na experiência do usuário. Durante o evento, os expositores e palestrantes do Congresso mostrarão como as novas tecnologias podem agregar valor ao relacionamento com clientes, cada vez mais conectados e exigentes.

A CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017 é uma das principais feiras de tecnologia para o setor de cartões, meios de pagamento, e-commerce, identificação e certificação digital da América Latina. Devido ao sucesso do ano passado, tanto a feira quanto o congresso contarão com a participação das fintechs, que terão a oportunidade de falar e demonstrar tecnologias disruptivas que vão ao encontro do consumidor digital.

O potencial deste mercado foi abordado em novo relatório do FintechLab, que monitorou 247 iniciativas, distribuídas nas categorias Pagamentos (32%), Gestão Financeira (18%), Empréstimos (13%), Investimentos (8%), Funding (7%), Seguros (6%), Negociação de Dívidas (5%), Cryptocurrencies e DLTs (5%), Câmbio (4%) e Multisserviços (2%). A pesquisa, que contou com a participação de 177 respondentes, mostra que as iniciativas já receberam, de forma acumulada nos últimos anos, mais de R$ 1 bilhão em investimentos.

Paralelamente à exposição, a CARDS promoverá o Congresso, o V Seminário Nacional de Certificação Digital, o Fórum e-Commerce e o Fórum Varejo. O primeiro deles reunirá os players do setor de pagamento para que possam debater sobre os modelos de negócios praticados, cases de sucesso e tendências para o setor.

“Este ano a CARDS contará com algumas inovações. Haverá um palco central em 360º no meio da feira, trazendo os conteúdos e as discussões temáticas para o coração do evento”, destaca Luis Veiga, diretor da CARDS.

O objetivo é reunir um ecossistema virtuoso, formado por instituições financeiras, fintechs, empresas de tecnologia e varejo, que possa discutir soluções que gerem mais eficiência nas interações com os clientes. “O acesso à Internet trouxe um imediatismo, que se reflete em questões comportamentais. Em meio à transformação digital, o consumidor quer tudo rápido, fácil e na palma da mão. Por isso, as empresas precisam (re)pensar a forma como encaram a experiência do usuário em pagamentos”, afirma Veiga.

As inscrições já estão abertas no site do evento. A visita à exposição é gratuita. A participação nos Fóruns também é gratuita, mas precisa de uma pré-inscrição. O acesso ao Congresso é pago e reservado aos congressistas que adquirirem seu ingresso.

“Nossa proposta é tangibilizar as experiências com meios de pagamento, incentivando demonstrações sobre pagamentos nos veículos, no celular e nos wearables; novas formas de autoatendimento, utilização de bitcoins, campanhas de fidelização, banco digital e segurança”, completa Luis Veiga.

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Mais segurança no campus sem comprometer a acessibilidade

Por Rogério Coradini, Diretor Comercial da HID Global no Brasil

Como garantir a segurança para estudantes, professores, funcionários e visitantes e ainda assim permitir que se movimentem livremente pelo campus? Como reforçar a segurança física sem sacrificar o fácil acesso às instalações da instituição, recursos e serviços? Estas são perguntas que faculdades e universidades rotineiramente se fazem sobre a questão da segurança no campus.

À medida que cresce o uso de cartões de identidade fraudulentos, inclusive em escolas e universidades, aumentando consequentemente o risco de violência, há uma necessidade indiscutível de melhorar a segurança sem impactar a experiência do usuário. Mas, por onde começar?

Se por um lado a segurança em um campus escolar é uma prioridade extremamente alta, por outro também é importante para estudantes (e professores) sentirem-se confortáveis e bem-vindos em sua escola. Esse espírito de “liberdade” não pode ser sufocado, certo?

A boa notícia é que a solução pode não ser tão desafiadora como antes. Hoje, a vasta maioria das carteiras estudantis tem códigos de barras ou tecnologia de tarja magnética para fornecer acesso a salas de aula, livrarias, laboratórios, restaurantes e demais dependências. Usar cartão inteligente sem contato com um smart chip embutido é mais seguro porque ele não pode ser clonado facilmente e, por consequência, é menor a probabilidade de que indivíduos não autorizados obtenham informações desses cartões. Um dos principais benefícios de alavancar o uso da tecnologia de cartões inteligentes sem contato é a facilidade de usá-lo para prover a estudantes e membros da faculdade o acesso a várias instalações e serviços do campus com um simples toque do cartão em um leitor. Como as informações são exclusivas ao usuário, os cartões podem ser configurados para permitir o acesso a prédios, aplicações ou serviços específicos.

Algumas escolas estão começando também a adicionar a opção de credenciais móveis. Esta tecnologia aproveita a proliferação de smartphones colocando a credencial dos estudantes em seus celulares e então usando-a para dar aos alunos ingresso a instalações e sistemas de pagamento no campus.

Se sua instituição não está pronta para fazer o upgrade da tecnologia de cartões devido ao orçamento ou restrições de recursos, há diversas opções disponíveis para universidades e faculdades que são relativamente acessíveis e fáceis de implementar. Uma opção simples desse tipo é a adição de um elemento de segurança visual (VSE, do inglês visual security element) para carteiras estudantis, o que torna as credenciais de alunos e funcionários mais fáceis de serem verificadas. De opções abertas a secretas, sobreposições holográficas, microtexto, imagens fluorescentes e outras ferramentas VSE proveem um método rápido para determinar se o cartão é autêntico.

Além de credenciais estudantis, a segurança do campus também pode ser bastante reforçada com um efetivo sistema de gerenciamento de visitantes. Um sistema como esse possibilita fazer check-in, check-out e monitoramento de todos os visitantes do campus, melhorando a segurança de estudantes e staff, sem impedir sua acessibilidade.

Muitas soluções de segurança podem ser usadas para proteger efetivamente o campus e seus ativos sem impedir estudantes e colaboradores de aproveitar tudo o que é oferecido.

Saiba como a Universidade George Mason utilizou cartões inteligentes sem contato para melhorar a experiência do estudante em seu campus.

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Atos é responsável por acessos aos Jogos Olímpicos Rio 2016

A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), anuncia hoje a emissão dos primeiros Cartões de Identificação e Credenciamento para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Durante os próximos três meses, 300.000 credenciais serão emitidas para a mídia, atletas, oficiais e patrocinadores.

As credenciais dão acesso às arenas Olímpicas e auxilia os tramites de imigração ao ingressar no país. O sistema de credenciamento, idealizado e administrado pela Atos, possui o mesmo nível de segurança dos sistemas utilizados para processar pedidos de passaportes e vistos.

O credenciamento é um elemento-chave para a segurança dos Jogos. Cada cartão inclui o nome e a foto do credenciado, além de um código de barras de segurança, para identificar o portador e definir suas permissões de acesso.

“A Atos é o parceiro global de TI e principal integrador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, e está liderando os trabalhos de integração tecnológica para reunir todos os sistemas de alta complexidade que apoiam os Jogos”, diz Michele Hyron, chefe de Integração da Atos para os Jogos da Rio 2016.

“Trabalhando com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e o governo brasileiro, estamos oferecendo um sistema online com um processo de credenciamento seguro, que identifica os participantes credenciados, administra o processo de inscrição, define permissões de acesso e apresenta informações para controle de entrada”, finaliza Michele.

Quais são as diferenças entre os vários tipos de credenciamento? Por exemplo, um atleta participando dos 100 metros rasos precisa acessar a pista do estádio e a Vila Olímpica, mas um jornalista deve ter acesso ao Centro de Mídia e ao refeitório dos jornalistas.

“O sistema de credenciamento oferece procedimentos seguros e confiáveis”, segundo Francess Lusack, gerente geral de credenciamento do Comitê Organizador Rio 2016. “O sistema de credenciamento foi integrado com os sistemas preventivos das autoridades brasileiras para garantir a segurança dos Jogos. Todos os estrangeiros que apresentam seu Cartão de Credenciamento terão isenção de visto para entrar no Brasil.”

A Atos fornece soluções de TI para os Jogos Olímpicos desde 1992. A Rio 2016 será o primeiro evento onde parte do sistema de TI será hospedado em nuvem, representando um marco na transformação digital dos Jogos.

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HID Global Entra no Mercado de Identificações Governamentais via Smartphones

A HID Global, líder mundial em soluções de identidade segura, anuncia o lançamento da plataforma HID goIDTM que permite que documentos de identidade governamentais, como carteiras de motorista e passaportes, se tornem móveis e sejam disponibilizados via smartphone. A nova solução permite que celulares passem a concentrar uma variedade de aplicações de identidade segura, recebendo, apresentando e autenticando credencias móveis com grande nível de proteção e privacidade e possibilita novos níveis de conveniência, tornando mais fácil e rápida a emissão de documentos por parte do governo.

“A adoção de identidades móveis tem o potencial de simplificar a vida das pessoas, empoderando os cidadãos com mais aplicações, aumentando seu nível de confiança e alavancando o uso de outras identidades virtuais”, disse Rob Haslam, Vice-Presidente de Government ID (Identidades do Governo) da HID Global. “Como a primeira solução a possibilitar a emissão e recebimento seguros de credenciais em rede, a plataforma HID goID cria uma nova categoria de identidades móveis de cidadãos. Com grandes projetos em parceria com governos ao redor do mundo, como o Green Card norte-americano, a página de dados dos passaportes na Irlanda e a identidade nacional na Angola, a HID Global cria com a nova solução a fundação para uma evolução na indústria de identidades móveis”.

A plataforma HID goID para identidades móveis, que possui tecnologia de criptografia Seos®, permite acesso instantâneo e em rede a serviços de informação e emissão do governo que estejam em nuvem, com a segurança de que todas as transações são seguras e confiáveis. Isso garante que todas as transações relacionadas a emissão, gestão e apresentação de credenciais utilizando smartphones são conduzidas em um ambiente de alta segurança e de circuito fechado, protegido por criptografia de ponta a ponta.

A Tecnología Seos já tem demostrado o poder transformacional das credenciais móveis em numerosas aplicações. Existe uma demanda em crescimento para que essas capacidades cheguem a fornecer o equivalente a uma carteira digital para carregar múltiplas identidades atreladas a um único usuário. Uma pesquisa da consultoria de tecnologia Zogby Analytics entre usuários de smartphones de idades entre 18 e 34 anos revelou que 39% gostariam de apresentar sua identidade com um documento virtual do que mostrando uma carteira de motorista. Com identidades em seus celulares, os cidadãos também assumem o controle da informação que fica disponível nos mais variados cenários, como mostrar apenas a foto e idade de uma pessoa.

A HID Global está agora em fase de negociação com governos nacionais e agências responsáveis pela emissão de carteiras de motorista sobre a possibilidade de implementação de pilotos do goID, que vão explorar a plataforma de acordo com as especificações de cada jurisdição, seus objetivo e requerimentos, eliminando a necessidade de que as pessoas fiquem em filas para renovar ou obter novas carteiras. As principais áreas de foco incluem: prevenir fraude por meio de autenticação por canais seguros; otimizar a flexibilidade para autenticação online caso a bateria do smartphone do usuário tenha acabado; simplificar a emissão ao disponibilizar documentos em rede, como já foi comprovado em universidades, bancos, hotéis, e outras instituição que adotaram a tecnologia Seos; e proteger a privacidade do cidadão ao utilizar a conexão bluetooth dos smartphones para que eles possam apresentar suas credencias eletronicamente sem precisar apresentar seus aparelhos.

Assista ao vídeo de lançamento do HID goIDTM:

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