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Mercado de TI no Brasil deve registrar queda de 1% em 2020 com a pandemia de covid-19, prevê IDC

Diante da pandemia de covid-19, o mercado de TI deve apresentar queda de3,7% na América Latina e de 1% no mercado brasileiro. A previsão foi feita pela IDC Brasil em webinar realizado na última quarta-feira, 6 de maio.

“Os países estão se adaptando e a etapa é de realinhamento para assimilar os impactos. Tanto no Brasil como nos demais países da América Latina, há o entendimento de que haverá um impacto e que as receitas sofrerão de alguma maneira”, diz Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria em Enterprise da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. “Em conversas com empresas de TI para entender a percepção da crise, ¾ delas esperam redução de receita entre 10 e 20% em relação ao que estava previsto para 2020. Já no Brasil, 67% das empresas apontam decréscimo entre 10 e mais de 50%. O cenário também é pessimista no México, onde 88% das empresas preveem alguma redução”, afirma o gerente da IDC Brasil.

Mesmo com a expectativa de redução, a América Latina é a região mais otimista em comparação a outras regiões. De acordo com a IDC, neste segundo trimestre de 2020, 42% das empresas apontam um gasto com TI menor do que o previsto, mas no mundo a queda se aproxima de 50%. Já as expectativas para o segundo semestre de 2020 na América Latina é de que o impacto seja menor.

Três cenários

Considerando aspectos econômicos e sanitários, a IDC desenhou três cenários para a América Latina: o otimista, o provável e o pessimista. No cenário otimista, a expectativa é de queda do PIB na região por volta de 4%, o fim da quarentena em meados de maio e políticas fiscais eficazes para conter oscilações nas taxas de câmbio. No cenário provável, a queda do PIB é mais acentuada, de 5,3%, com a quarentena se estendendo até o final de maio e um impacto forte no câmbio, com taxas do mês de abril sendo mantidas, ocorrendo desvalorização. Já no cenário pessimista, a IDC prevê queda do PIB da América Latina maior do que 6%, a quarentena desse estendendo a junho ou até depois, e uma continuada desvalorização das moedas da região.

Por conta disso, a IDC atualizou a previsão dos gastos de TI no Brasil também para 2021. “A tendência no longo prazo é de que os investimentos não sejam tão impactados, mas, como é um momento difícil e as empresas estão em fase de realinhamento, os projetos estão sendo revisados. Ou seja, apenas o que é necessário e de imediato está sendo feito”, afirma o gerente da IDC. No geral, a visão otimista é de crescimento de 6% a 7% no mercado de TI no Brasil em 2021. Já na visão pessimista, o ano pode registrar queda de 4%.

A IDC chama atenção para três pontos durante a pandemia: a transformação do trabalho, da conectividade e infraestrutura digital, e das experiências digitais. “O futuro do trabalho e a interação de colaboradores com stakeholders mudou a preocupação que as empresas tinham, que antes era a cultura organizacional e agora passa a ser o posto de trabalho e a capacidade de desempenhar funções.

Na questão da conectividade, as empresas se esforçam para criar experiências abrangentes e ampliar as formas de interação, não só com o colaborador, mas com clientes, suportadas por uma infraestrutura digital flexível. E em relação às experiências digitais, as empresas precisam assegurar que sejam confiáveis para que o consumo e comunicação sejam suportados da mesma forma que eram antes”, explica o gerente da IDC Brasil. Segundo ele, no varejo, por exemplo, a demanda foi para o digital e as empresas tiveram que redesenhar a estratégia de vendas e conectar todos os pilares de atuação. “Isso mostra como a TI é importante, principalmente na adversidade, ao alavancar para a transformação rápida e permitir ganhos de produtividade, agilidade, conectividade etc.”.

Cenário pós-covid-19

Para a IDC, o impacto da crise tem relação direta com a duração da quarentena na América Latina. “As economias da região não possuem força necessária para sustentar uma quarentena mais longa. Existem pacotes de estímulos, mas, ainda assim, a economia precisa retomar suas atividades”, acredita Luciano. Esse cenário de pressão, diz ele, pode causar efeitos negativos e criar uma segunda onda de contágio. “O desenho da crise é um U e o tamanho do impacto depende do tempo que permanecemos no fundo desse U. Quanto mais tempo permanecermos com a economia parada, maior o impacto geral”, conclui.

A IDC prevê cautela na retomada dos negócios em TI. “Quando os investimentos voltarem a acontecer, serão feitos com mais critério. Os projetos de inovação devem ser retomados com mais força, porque as empresas perceberão que a tecnologia digital da 3ª plataforma e os aceleradores de inovação são fundamentais para continuar os negócios e para que a resiliência operacional seja perene. Será um grande aprendizado para todo o mercado e provedores de TI”, afirma.

Em relação aos impactos por segmento, a IDC afirma que a área de dispositivos é a mais afetada. Em telecomunicações, a estruturação do setor foi fundamental, já que os serviços são ainda mais consumidos nesse período. Em enterprise, o cenário é mais crítico do que o previsto no início de abril, mas a nuvem tem se mostrado resiliente, com crescimento ainda previsto para algo entre 25% e 30%.

Quanto às verticais de mercado, a recuperação deve acontecer em ritmos diferentes. “As empresas de telecomunicações e finanças conseguiram mudar rápido para manter a operação durante a crise e devem retomar investimentos mais cedo, com previsão de recuperação em até 8 semanas após a pandemia. O setor de educação também deve ter uma recuperação rápida. Saúde e varejo precisam de ajustes, mas conseguem manter seus negócios e se recuperar mais rápido, e os setores de manufatura, governo e serviços pessoais são os que devem se recuperar gradativamente, levando até 20 semanas após a crise”, prevê o gerente da IDC Brasil. Ramos aponta ainda que há aplicações que vão se destacar mesmo neste período e após a crise, especialmente nos setores de finanças, governo, comércio e saúde. Os investimentos nesses casos poderão somar US﹩ 1,7 bilhão de dólares na América Latina depois da pandemia.

Após dois anos, mercado de smartphones cresce em 2017 e atinge o segundo melhor desempenho de vendas

Depois de dois anos de queda, o mercado brasileiro de smartphones reagiu e fechou 2017 com o segundo melhor desempenho da história: no ano, foram vendidos 47.700 milhões de aparelhos, crescimento de 9,7% em relação a 2016 e apenas 6.800 milhões a menos do que em 2014, até agora o melhor ano de vendas de smartphones no país. Já o mercado de features phones, com vendas de 3.1 milhões de aparelhos, registrou queda de 37% em relação a 2016. Os dados fazem parte do IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“Mesmo sendo mais fácil crescer quando se vem de um período de declínio, como foram os anos de 2016 e 2015, não se pode desprezar o desempenho do mercado de smartphones no ano passado, principalmente no primeiro semestre, que cresceu acima do projetado”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina. “A liberação de saques das contas inativas do FGTS injetou dinheiro e ânimo ao consumidor, que vinha protelando a troca do aparelho e, com esse recurso extra na conta, foi às compras”, avalia Munin.

Outro fator que impactou positivamente nas vendas foi a luta pelo market share travada pelas grandes marcas. “Nunca tivemos cortes tão agressivos de preços”, afirma Munin, lembrando que um aparelho lançado por R$1.100, por exemplo, após o primeiro mês passou a R$999, no segundo baixou para R$899 e na Black Friday pode ser adquirido por R$700. “Essa guerra de preços acabou provocando um posicionamento de preços de todos os demais players e consolidando o mercado”, afirma o analista da IDC Brasil. Para se ter ideia, em 2016, os quatro maiores fabricantes detinham 76% do mercado. Em 2017, os mesmos quatro passaram a ter 85%, pois com preços mais baixos conqui! staram também o consumidor de outras marcas. “Esta consolidação é global, mas no Brasil acontece em ritmo mais acelerado, já que aqui a questão da marca é muito forte e, se a diferença de preço é pequena, o brasileiro opta pela grife”.

Segundo Munin, a menor diferença de preço entre um smartphone e um feature phone explica também a queda nas vendas de celulares mais simples. “O preço de alguns modelos de smartphone está colado ao do feature phone, e isso estimula o consumidor a investir em um aparelho melhor, ainda que básico”. Além disso, algumas marcas que ofereciam celulares deixaram de atuar no Brasil ou abriram mão de lançar dispositivos mais simples, estimulando o consumo do smartphone.

Tudo isso explica o resultado do ano: em 2017, dos 50,8 milhões de aparelhos vendidos, 6% foram de feature phones e 94% de smartphones. Em termos de valores, em 2017 o mercado de celulares sem sistema operacional foi ainda menos atraente para as marcas globais, com apenas 0,6% de rentabilidade. Apesar disso, a IDC não prevê o fim dos celulares em um futuro próximo. “Ainda temos muitas áreas sem cobertura 3G ou 4G, por exemplo, e isso pode dar uma sobrevida a esse tipo de aparelho”, acredita Munin.

Vida longa também deve ter os smartphones entre R$700 e R$1.099, os chamados intermediários. Em 2017, eles reinaram absolutos, com 49% das vendas. Abaixo deles, com 22%, ficaram os aparelhos de entrada (até R$600), e os modelos high-end (de R$1.100 a R$ 1.999), com 20%. Os smartphones premium, de R$2.000 a R$2.999, fecharam 2017 com 3% do mercado e foram a categoria com a maior taxa de crescimento – 80% – em relação a 2016. Já os modelos super premium, que custam acima de R$3.000, ficaram com 5%, índice de vendas inédito na categoria e que, segundo o analista da IDC, mostra que o consumidor está investindo em aparelhos mais sofisticados.

O ano fechou sem surpresas também em termos de sistema operacional: 95,1% dos aparelhos vendidos tinham sistema operacional Android, e 4,9% IOS. Para a IDC, essa média vem desde 2014 e deve ser mantida.

O que esperar em 2018

“Não há nada disruptivo no horizonte dos celulares. Talvez a chegada de alguma grande marca global ou a volta de algum outro player agite 2018, mas a tendência não é de fortes movimentos”, analisa Munin. “Modelos com câmera dupla frontal e traseira continuam fortes, aparelhos com tela infinita e de resolução 18X9 a preços mais acessíveis devem surgir, e o vidro nos dois lados do aparelho pode provocar alguma oscilação, mas nada que altere significativamente o mercado brasileiro. Ou seja, o Brasil deve continuar sendo o quarto país do mundo em volume de celulares. “Não há perspectiva de ser o terceiro, mas também estamos longe de ir para o quinto lu! gar”, diz o analista da IDC Brasil.

4º Trimestre de 2017

No 4º trimestre de 2017 foram vendidos 786 mil features phones e 12.6 milhões de smartphones, respectivamente queda de 40% e crescimento de 0,3% em relação ao mesmo período de 2016.

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Estudo revela prioridades de digitalização dos negócios no Brasil

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC acabam de divulgar os resultados do iDX Business Digitalization, um Benchmark de Digitalização dos Negócios no Brasil que entrevistou executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários. O intuito do levantamento é medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes. Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

A Mobilidade está entre os elementos mais importantes usados pelas empresas para a transformação da força de trabalho no Brasil. O estudo aponta que o smartphone é o dispositivo preferencial das companhias, ainda que mais de 61% usem tablets. As empresas entrevistadas afirmam custear o plano de dados dos funcionários para celulares (88%) e para aparelhos maiores, como tablets e notebooks (86%). “Estamos na ‘Era do Cliente’, por isso o relacionamento com esse público deve ser mais consultivo e engajador em todos os pontos de contato. Pelo que o estudo constatou, a mobilidade tem trazido ganhos expressivos na agilidade e produtividade dos colaboradores, mas é hora de gerar mais valor ao cliente ao se integrar melhor o CRM a outras aplicações de negócio”, diz Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce para a América Latina. Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia se mostrou a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de manufatura e comércio deverão concentrar os esforços no departamento de Vendas neste período. A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e só 15% delas se percebem à frente na transformação. “O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar. Estamos otimistas, porque 47% delas já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada”, afirma Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria da IDC.

Entre os pilares que basearam a pesquisa, Inteligência obteve o terceiro maior índice. O estudo destaca a presença da Inteligência Artificial (IA) nas áreas de Vendas, Atendimento ao Cliente e Marketing. Quando se analisa a performance de cada segmento, o comércio é o que sai na frente. Entretanto, ainda há uma desconexão entre a informação gerada por meio de ferramentas analíticas e o acesso a partir de qualquer dispositivo, já que apenas 58,3% contam com este tipo de solução que traz a informação até o tomador de decisão, esteja ele com um smartphone em campo ou um computador no escritório. A Salesforce está engajada em promover uma conscientização sobre IA, desenvolvendo soluções como Einstein Vision para reconhecimento de imagens em redes sociais, realizando encontros como World Tour e Dreamforce, além de disponibilizar a plataforma gratuita de treinamento online Trailhead para disseminar o assunto.

O pilar com pontuação mais baixa no benchmark realizado pela IDC e a Salesforce foi Conectividade e Integração. “A importância da integração dos processos de marketing, vendas, equipes de atendimento ou de campo, está bastante clara dentro das organizações. Mas a baixa prioridade dada ao tema é responsável pela não implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido”, explica Luciano Ramos, da IDC.

Recurso para aumento de produtividade e alcance, a automação de processos não é usada de maneira integral nas empresas para as áreas de marketing, vendas e equipes de campo. Tal automação viabiliza uma escalabilidade de atendimento que, se contratada adequadamente, permitiria a essas organizações atender de forma ágil e econômica tanto os crescimentos quanto as retrações de mercado. Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e 8% não têm investimentos planejados.

Metodologia – O benchmark se baseia em uma pesquisa inédita com 100 empresas com mais de 500 funcionários, dos mais diversos segmentos de atuação, feita por meio de entrevistas conduzidas pela IDC. Também foram utilizadas informações existentes da IDC Brasil e da IDC global, além de informações de mercado sobre o tema para suportar e construir a base qualitativa do projeto. O estudo considerou ainda organizações com diferentes faturamentos para chegar nos índices apresentados ao final do trabalho. Constatou-se que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

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IDC: mercado de TIC no Brasil em 2018 aponta crescimento de 2,2%

Foco no corporativo para fabricantes de tablets e smartphones; avanço da IoT tanto no ambiente doméstico como em aplicações em outros setores;

Big Data/Analytics (BDA); Computação Cognitiva/IA, Cloud Pública e Multicloud são alguns dos assuntos que devem dominar as pautas e os investimentos de empresas que precisam se mover rápida e assertivamente rumo à transformação digital

O mercado de TI experimentará uma retomada já neste primeiro semestre de 2018 e avançará 5,8% no ano. Já o mercado de Telecom deverá permanecer praticamente estável em relação a 2017, caindo apenas 0,1% no ano. Assim, mesmo com as incertezas comuns em anos eleitorais, o mercado de TIC no Brasil deve crescer 2,2% em 2018. A estimativa é da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, que tradicionalmente realiza o estudo IDC Predictions, antecipando as tendências e movimentos de mercado para os 110 países em que atua. São previsões que sinalizam tanto os players do mercado de TI como analistas econômicos, CIOs, executivos de negócios, investidores, varejistas, acadêmicos e usuários de forma geral.

Agora, por exemplo, ao divulgar o Predictions Brasil, a IDC alerta que a Transformação Digital (DX) continua em curva ascendente em todo o mundo e que organizações que ainda não se atentaram para isso ou estão no que ela chama de “impasse digital”, estão correndo riscos. “A Transfomação Digital é um processo contínuo pelo qual as organizações se adaptam às mudanças disruptivas ou criam essas mudanças. Temos visto mais empresas se capacitarem digitalmente, mas ainda há uma distância significativa entre os pioneiros e os retardatários, e haverá consequências para as que não conseguirem fazer a transição para um modelo digital nativo”, diz Denis Arcieri, Country Manager da IDC Brasil. “Ano passado alertamos que não havia mais espaço para postergar projetos de transformação e inovação, e agora, com um cenário econômico mais tranquilo e previsível, insistimos não só na necessidade mas também na urgência do Brasil retomar seus investimentos em tecnologia”, completa Arcieri.

Entre as previsões apontadas pela IDC Brasil para 2018 no contexto da transformação digital está o foco dos fabricantes de tablets e smartphones no mercado corporativo, que apresenta uma ótima alternativa frente ao baixo crescimento em outros públicos e melhores margens de lucro. “Grandes fabricantes já começaram a se estruturar para isso, montando times específicos para vendas corporativas e formando parcerias. Esse deve ser o início de um movimento consistente de crescimento para os próximos anos”, diz Reinaldo Sakis, gerente de Pesquisa e Consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil. Segundo ele, em 2018, a estimativa é de que o mercado corporativo demande 3,5 milhões de tablets e smartphones, o que representará 6% do volume total de vendas desses dispositivos no Brasil.

Já no mercado doméstico, a previsão da IDC Brasil é que IoT (Internet das Coisas) avance mais rapidamente. “Estima-se que 4% das residências brasileiras já possuam algum tipo de dispositivo conectado, como controles de câmeras de segurança, temperatura e ar condicionado, por exemplo, mas há um grande interesse da população pelo assunto e vontade dos fabricantes em aumentar a oferta de produtos de IoT domésticos, apesar das barreiras”, diz Sakis. “Os assistentes eletrônicos, por exemplo, precisam aprimorar a compreensão do português do Brasil e ganhar escala para terem preços compatíveis com o bolso do brasileiro”, completa o analista, lembrando que, em 2018, o mercado doméstico de IoT no Brasil será responsável por US$612 milhões.
Projetos de IoT terão força também em outros setores e, segundo o IDC Predictions Brasil 2018, o mercado total no Brasil será superior a US$8 bilhões. A previsão tem como base iniciativas alavancadas pelo Plano Nacional de Internet das Coisas (MCTIC e BNDES) nas áreas da saúde, indústria, agricultura e infraestrutura urbana, em projetos de IoT que integrarão outras tecnologias como Blockchain e Inteligência Artificial, e na definição de tarifação que deve ser divulgada pela Anatel ainda neste primeiro semestre.

Outro assunto que continua fazendo parte das previsões da IDC Brasil e que deve estar entre as prioridades das empresas que precisam se mover mais rápido e assertivamente rumo à transformação digital é Big Data/Analytics (BDA). Segundo Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e Consultoria de Software e Serviços, houve um amadurecimento sobre o que é BDA e agora as empresas têm um propósito. “Elas buscam extrair algum valor das iniciativas de Big Data/Analytics e essa busca acelera a contratação de serviços. Além disso, as iniciativas de BDA vêm sempre a reboque de alguma coisa e acabam movimentando todo um negócio”, diz. Diante disso, as expectativas para o Brasil são otimistas: em 2018, os serviços de consultoria relacionados a Big Data/Analytics vão crescer cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços vão atingir US$3,2 bilhões no país.

Em 2018, aplicações de computação cognitiva também tendem a crescer. Por enquanto, os investimentos são discretos, mas o crescimento deve ficar acima de 50% em relação ao ano anterior. A tendência é que outras verticais – além de finanças e saúde – invistam no uso da inteligência artificial para atendimento e engajamento de clientes, funcionalidades que têm sido exploradas e representam os casos mais emblemáticos atualmente no Brasil, como sistemas de diagnóstico e tratamento e análises de fraudes e investigação.

Igualmente animador é o mercado de cloud pública. A IDC Brasil prevê que a contratação de infraestrutura, plataforma e Software como Serviço (SaaS) em cloud pública atingirá US$ 1,7 bilhão em 2018 e praticamente o dobro até 2020. “A demanda por cloud pública cresce intensamente e abre oportunidades para novos datacenters”, explica Pietro Delai. Além disso, as exigências em termos de performance e disponibilidade pressionam as empresas por uma infraestrutura com alto nível de confiança e baixo tempo de resposta, o que também gera demanda para datacenters e outras soluções de TI. E, segundo Delai, até projetos de IoT, ainda que iniciantes, dão margens a planos de descentralização do armazenamento e/ou processamento e adoção de Edge Datacenters, fomentando esse mercado. Ainda com relação a cloud, a IDC Brasil confirma que o multicloud é uma realidade no país e prevê a continuidade da adoção de vários provedores cloud. “O número de médias e grandes empresas que têm apenas um provedor é praticamente igual ao de empresas que usam mais de um provedor, e soluções híbridas continuarão predominando nos próximos anos no Brasil”, afirma Pietro.

Na área de Telecom, as previsões da IDC Brasil apontam que os projetos de SD-WAN se tornarão uma realidade no país. “Ainda há muitos PoCs (Proof of Concept) em execução no mercado para testar o conceito e provar para os usuários finais que a tecnologia tem realmente os benefícios prometidos”, analisa André Loureiro, gerente de Pesquisa e Consultoria de TIC da IDC Brasil. Segundo ele, as operadoras já estão se estruturando mais proativamente e os clientes estão mais amadurecidos em relação às suas necessidades, e a previsão é que haja uma aceleração em projetos relevantes que levem o mercado de SD-WAN a mais do que dobrar em 2018. “O SD-WAN é um habilitador de projetos para o CIO”, conclui o analista.

Quanto aos provedores regionais de Telecom, já têm grande relevância no mercado B2C e tendem a avançar este ano no B2B, com uma oferta maior no mix de produtos corporativos e foco principalmente em pequenas empresas. “O ambiente também está favorável a fusões e aquisições”, acredita Loureiro.

A IDC Brasil está otimista também em relação ao mercado de segurança da informação. 63% das médias e grandes empresas entrevistadas pela IDC afirmaram que ampliaram seus orçamentos em segurança e, além disso, investiram ou estão investindo formalmente na estruturação de suas áreas de segurança, com novos CSOs e novas ideias. Serviços como MSS (Managed Security Services) e consultorias de segurança também vêm ganhando importância e uma fatia maior nos orçamentos com segurança. Segundo o IDC Predictions Brasil 2018, os gastos com segurança, incluindo infraestrutura, software e serviços, devem crescer cerca de 9% em 2018, atingindo US$ 1,2 bilhão. Entretanto, lembra Luciano Ramos, “certos serviços devem crescer ainda mais, como o MSS, que deve avançar quase 15% neste ano”.

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Cisco apresenta primeiro portfólio de serviços preditivos baseado em Inteligência Artificial

A Cisco anuncia um novo portfólio de serviços que, baseado em Inteligência Artificial, antecipa falhas de TI, reduz riscos e custos de manutenção, além de ajudar as empresas a desenvolverem as competências necessárias para transformarem seus negócios. Por meio de recursos avançados preditivos e preventivos, as novas ofertas ‘Serviços Críticos para Negócios’ e ‘Serviços de Alto Valor’ permitirão que as organizações invistam mais seus orçamentos de TI na inovação tecnológica em meio a uma crescente escassez de competências técnicas que representa uma ameaça iminente para a continuidade e o crescimento dos negócios.

“O mundo de hoje está se movendo mais rápido do que nunca e, para serem bem-sucedidas, as empresas devem ter a combinação correta de talentos e serviços de TI”, destaca Chuck Robbins, CEO global da Cisco. “Ao alavancar a Inteligência Artificial e machine learning para abordar questões críticas de TI, as novas ofertas de serviços da Cisco realmente ajudarão nossos clientes a dedicar tempo para se concentrar na crescente escassez de talentos de TI e continuarem competitivos no futuro”.

Mais do que nunca, as organizações buscam especialistas de TI a fim de criar novos fluxos de receita para seus negócios. No entanto, a falta de habilidades digitais e técnicas está colocando as organizações em risco de perder sua competitividade. O novo portfólio de serviços preditivos da Cisco, diferenciado pela experiência, inteligência e automação, ajuda a minimizar o impacto da falta de habilidades e equipe técnica para focar em aceleração da inovação.

A Cisco está trazendo duas novidades ao portfólio de serviços: Serviços Críticos de Negócios (Business Critical Services) e Serviços de Alto Valor (High-value Services). Estes dois novos serviços oferecem o poder e a inteligência da AI (Inteligência Artificial) e de machine learning para otimizar talentos de TI, conhecimentos e habilidades, além de permitir que as organizações resolvam primeiro seus problemas e, em última análise, aproximem-se de seu usuário/cliente final.

Cisco Business Critical Services

Com os ambientes tecnológicos atuais se tornando mais complexos e dinâmicos, as empresas precisam abordar esses desafios de forma mais assertiva. A Cisco traz ao mercado um novo portfólio de serviços de assinatura, Business Critical Services, que vai além da otimização básica para oferecer mais recursos incluindo analytics, automação, compliance e segurança pela tecnologia Cisco Advanced Services a fim de desenvolver um ambiente tecnológico seguro, eficiente e ágil. A novidade ajudará a minimizar a incidência de erros humanos e extrair o máximo de valor dos produtos e soluções enquanto cria uma TI segura.

Essa próxima geração de otimização de serviços capacita as empresas para:

– Reduzir a complexidade e os custos por meio da automação, orquestração e expertise técnica;

– Elevar as agilidades de negócios e transformação por meio de analytics e recursos de machine learning avançados que entregam informações críticas e recomendações de priorização em infraestrutura e aplicações e,

– Reduzir riscos com compliance automatizado e serviços de remediação, além de um robusto portfólio de segurança que inclui respostas a incidentes de ameaça.

O novo Business Critical Services ajuda ainda a reduzir o tempo de inatividade em 74%, resolver problemas em 41% mais rápido e reduzir os custos operacionais em 21%, de acordo com Cisco Optimization Services Executive Summary.

Cisco High-value Services

Para ajudar as organizações a utilizar software avançado, soluções e a rede, a Cisco está apresentando a última geração de serviços técnicos, chamados de serviços de alto valor (High-value Services). Esse portfólio foi construído com base nos serviços de suporte aos produtos Cisco, líderes da indústria, com ofertas que usam analytics, onboarding, conhecimento e escalabilidade para entregar serviços proativos e preditivos, permitindo aos clientes atingir alto valor, agilidade, a partir de seus investimentos de TI.

Suporte de software: fornece suporte para software da Cisco. Os novos recursos de serviços de alto valor incluem: opções de serviços multiníveis avançadas e premium, além de suporte (reativo) básico;

Suporte de solução: fornece suporte centralizado para hardware e software da Cisco e soluções de parceiros desde o primeiro chamado. O suporte de solução é a opção padrão de serviço para Cat 9K/DNA, aumentando a experiência do cliente e,

Suporte de rede: A Technical Services (TS) Advantage fornece suporte no nível das redes.

De acordo com pesquisa do IDC ‘Global Digital Transformational (DX) Leader 2017’, a escassez de competências digitais nas organizações foi citada como o maior desafio para implementar com sucesso a transformação digital. As empresas que pretendem fazê-la estão buscando outras fontes de talento para colocar em prática suas estratégias digitais. O IDC prevê investimentos diretos de US$ 6,3 trilhões na transformação digital no período 2017-2020. A parcela de US$ 2,6 trilhões desses investimentos está sendo orçada e investida exclusivamente em empresas de serviços de terceiros com expertise em transformação digital.

“O cenário está evoluindo muito rapidamente para algumas empresas que buscam acompanhar a transformação digital porque elas contam com os maiores fornecedores parceiros com competências, conhecimento e capacidade que ajudam a resolver essa falta de talentos. Ao explorar os recursos dos fornecedores de TI com sólido conhecimento, amplitude e profundidade de habilidades de TI, essas organizações são capazes de ganhar velocidade, ajustando-se às mudanças nas condições de mercado e, assim, se concentrando na inovação”, explica Chris Barnard do IDC.

De acordo com o recente relatório Services Landscape da Cisco sobre serviços, os principais benefícios que as organizações estão buscando em TI incluem preencher as lacunas de talentos ou habilidades fundamentais, ter acesso a conhecimentos ou recursos exclusivos e redirecionar suas equipes internas para outras prioridades. Além disso, os desafios em que os serviços de TI são mais importantes nesta abordagem permitem que esse departamento se concentre em prioridades estratégicas, em vez de se dedicar à manutenção dos sistemas e aumentar a velocidade com a qual a equipe de TI implementa novas tecnologias de apoio às prioridades de negócio.

Como segunda maior unidade de negócios da empresa, Cisco Services oferece a experiência, o talento e os recursos dos quais o cliente precisa. Cisco Services amplia a equipe e proporciona inovação, conhecimento, flexibilidade, aprendizado e dedicação à qualidade de serviço para ajudar os clientes a acelerar o crescimento dos negócios e minimizar os riscos. As ofertas de serviços abrangem todas as fases do ciclo de vida da TI – desde assessoria e otimização até treinamento e serviços técnicos para toda a arquitetura de TI.

Parceiros de canal

Parceiros são essenciais para a unidade de negócios Cisco Services. Para aqueles que já têm ou pretendem desenvolver serviços, a Cisco está ampliando seu portfólio a fim de apoiar seus parceiros na entrega de soluções aos clientes end-to-end. Com o Business Critical e High-value Services, os parceiros podem explorar mais oportunidades de que vão aprofundar seus relacionamentos e atrair novos clientes. Saiba mais aqui.

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Simpress: Mercado de impressão a laser no Brasil é liderado pela Samsung

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De acordo com o Brazil Quarterly Hardcopy Peripherals Tracker 1Q 2017, estudo publicado pela IDC (International Data Corporation) no primeiro trimestre de 2017, a Samsung é líder nesse período, representando 41,2% do mercado laser. A Samsung também foi líder representando 35,7% do mercado com equipamentos laser de até 30 páginas por minuto, os quais a Simpress classifica como segmento SOHO (B2C) e no segmento Corporativo com impressoras e multifuncionais que operam em velocidade de 31 a 69 páginas por minuto, representando 45,4% do mercado. Além disso 4 modelos Samsung estiveram entre os 10 mais vendidos no ano de 2016.

Ainda segundo a IDC, o mercado é analisado e dividido em categorias tais como: velocidade, formato de papel, impressão colorida ou preto e branco e; a partir dessa base são inclusas outras subcategorias. Porém, o que define a liderança nesse estudo é o número de equipamentos expedidos por cada quartil do ano por categoria principal. A Samsung em 2017 está na posição #1 durante o primeiro quartis do ano segundo a IDC.

De acordo com Vittorio Danesi, CEO da Simpress – subsidiaria da Samsung, a companhia mantem seu compromisso com o mercado Brasileiro, clientes e parceiros de fornecer informações corretas e amparadas aos dados oficiais do IDC. “Lembro que a missão da Simpress é tornar a vida do cliente mais fácil, respeitando seus princípios e valores organizacionais”, conclui Vittorio Danesi.

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NEORIS entre as 10 maiores empresas de consultoria de TI em penetração de mercado da América Latina

A NEORIS continua a ser classificada entre as 10 maiores empresas de Consultoria e Integração de Sistemas em penetração do mercado da região, de acordo com o mais recente Latin America Semi-Annual IT Services Tracker publicado este mês pela IDC. Mais uma vez a NEORIS é classificada como nº 1 em Integração de Sistemas do México, baseado na receita agregada, crescimento e participação do mercado em 2016. A NEORIS consistentemente superou mais de 110 outras empresas analisadas pela IDC e melhorou sua classificação e participação do mercado em vários países da região.

O Latin America Semiannual IT Services Tracker da IDC fornece para os fornecedores completas estatísticas, tendências e previsões para 12 mercados de serviço. A IDC examina e analisa o desempenho dos 120 principais provedores de serviço em termos de receita, crescimento e participação do mercado na América Latina.

De acordo com o relatório publicado, a NEORIS ficou classificada:

Entre as 10 Maiores Empresas de Consultoria e de Integração de Sistemas de TI da América Latina

1ª empresa de Integração de Sistemas do México
2ª empresa de Consultoria de TI do México
1ª empresa de Desenvolvimento de Aplicativos Customizados da Argentina
2ª empresa de Consultoria de TI da Argentina
4ª empresa de Consultoria de TI da Colômbia

Sem nenhuma surpresa no relatório, a NEORIS continua a dominar o México, como a empresa nº 1 em integração de sistemas pelo 12º ano consecutivo e 2ª em consultoria de TI.

A NEORIS também manteve sua posição na Argentina, classificada como a 2ª maior empresa de Consultoria de TI pelo 8º ano consecutivo e como nº 1 em Desenvolvimento de Aplicativos Customizados pelo 2º ano consecutivo. A NEORIS na Argentina também aumentou a participação do mercado na categoria de Integração de Sistemas, continuando classificada como a 4ª maior empresa do país. A NEORIS também aumentou seu mercado de Consultoria de TI no Chile, classificada como a 8ª maior empresa do país, e conquistando a 2ª melhor posição no Brasil desde a sua participação no estudo.

“Os números contam uma história e, neste caso, eles são um testemunho da nossa liderança na região e dedicação ao fornecimento de soluções inovadoras, principalmente na indústria de tecnologia de ritmo acelerado”, disse Martin Mendez CEO da NEORIS.

A IDC está mais otimista sobre o mercado de serviços de TI na região e espera um crescimento mais rápido nos próximos anos.

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NCR é líder em soluções para mobile banking no Relatório IDC MarketScape 2017

A NCR Corporation (NYSE: NCR), líder global em soluções omnichannel, é reconhecida como “Líder” no relatório *IDC MarketScape: Sistemas Bancários e de Pagamentos da América do Norte.

Na avaliação do portfolio bancário digital da NCR, o IDC MarketScape destacou inúmeros pontos fortes, incluindo a capacidade da NCR em oferecer uma grande variedade de soluções omnichannel para bancos, integradas à instituição financeira comunitária (Community Financial Institution – CFI, em inglês) com um modelo de preços flexível, combinado ao portfolio de áreas mais abrangentes da NCR, incluindo os terminais de autoatendimento.

“Os consumidores e as instituições financeiras continuam esperando mais do mobile banking, o que nos motiva a continuar inovando e nos dá muito orgulho pelo reconhecimento de liderança neste espaço tão dinâmico”, comenta Jose Resendiz, vice-presidente de Serviços Financeiros da NCR. “Com o design thinking incorporado ao nosso DNA e uma paixão por inovação, nós da NCR estamos constantemente trabalhando para criar uma experiência mais inteligente, interativa e fácil de usar, que atenda proativamente as necessidades reais dos clientes, usando o que há de mais recente em tecnologia”.

Credenciada como a primeira empresa a comercializar um wearable app nos EUA, a NCR lançou recursos móveis essenciais – como Touch ID, Android Fingerprint e 3D touch – dentro de seis meses após a tecnologia estar disponível no mercado.

“Com o foco na experiência do usuário e na integração contínua de novos recursos e tecnologias relevantes, as soluções do Portfolio Bancário Digital da NCR oferecem uma robusta experiência de pagamento e de sistemas bancários móveis”, afirmam os analistas Marc DeCastro e James Wester, da IDC, no relatório IDC MarketScape.

As soluções do Sistema Bancário Digital da NCR estão por trás de 8 dos 10 melhores aplicativos bancários dos EUA, de acordo com a MagnifyMoney. A pesquisa do IDC MarketScape inclui a análise de nove fornecedores norte-americanos de produtos para pagamentos e sistemas para mobile banking.

O relatório é focado nas medidas essenciais para o sucesso, com base nas capacidades atuais do fornecedor e o quanto se alinha às necessidades dos clientes, e na estratégia futura do fornecedor e como ele se alinha com a demanda dos clientes em três a cinco anos.

*IDC MarketScape: Avaliação de Fornecedores de Pagamentos e Sistemas Bancários Móveis na América do Norte 2017 (documento #40830917, maio de 2017)

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IDC: mercado brasileiro de tablets apresentou queda de 8% no primeiro trimestre

Após dois anos seguidos de quedas expressivas no primeiro trimestre, com 1,7 milhão (20% menos) de unidades comercializadas em 2015 e 836 mil (53% menos) em 2016, o mercado brasileiro de tablets atingiu a marca de 770 mil equipamentos vendidos no primeiro trimestre de 2017, queda de apenas 8% em relação ao mesmo período do ano passado e deve se estabilizar nos próximos meses. É o que aponta o estudo IDC Brazil Tablets Tracker, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Durante os meses de janeiro, fevereiro e março deste ano, a receita total do mercado foi de R$ 370 milhões, 28% a menos que no mesmo trimestre de 2016.

“Nos últimos dois anos, o mercado de tablets caiu principalmente por conta da alta do dólar, do crescimento dos smartphones com telas maiores e da saída de muitos fabricantes do país. No primeiro trimestre deste ano, notamos um mercado mais estabilizado, com empresas atendendo bem a demanda que existe no setor infantil, por exemplo. Por isso, a queda foi bem menor do que a dos anos anteriores”, avalia Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.

Já a queda na receita se deve a um fato específico: os fabricantes adotaram uma nova estratégia para alavancar as vendas e diminuíram os valores dos produtos porque o primeiro trimestre costuma ser bem fraco para o segmento de tablets. “O tíquete médio dos tablets no primeiro trimestre de 2016 era de R$ 615 e, em 2017, passou para R$ 485”, exemplifica La Falce.

Para a IDC, ao longo do ano de 2017 devem ser comercializados 3,7 milhões de dispositivos, ou seja, 7% a menos do que em 2016. “A tendência é de que o mercado se estabilize e volte a apresentar números positivos no segundo semestre, com a chegada de datas importantes para o segmento como Dia das Crianças, Black Friday e Natal”, conclui La Falce.

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Salesforce é eleita líder mundial em CRM pelo quarto ano consecutivo

A Salesforce [NYSE: CRM], líder global em CRM, acaba de ser eleita a principal provedora de CRM pelo quarto ano consecutivo, segundo a IDC. Os resultados da empresa em participação geral no mercado e receita foram melhores do que os de todas as outras companhias do setor, de acordo com o Worldwide Semiannual Software Tracker. O aumento de sua participação no mercado em 2016 foi maior do que o de todos os seus concorrentes juntos. A Salesforce também foi reconhecida como líder de mercado em aplicações para vendas, atendimento ao cliente e aplicações para marketing.[i]

“Nossa contínua liderança no mercado de CRM reforça a habilidade da Salesforce em ajudar as empresas a entregarem experiências incríveis e transformadoras para seus clientes”, diz Alex Dayon, presidente e CPO da Salesforce. O CRM alcançou uma importância sem precedentes, e nenhuma outra empresa de software é capaz de entregar o mesmo nível de inovação, cobertura e detalhe que a Salesforce”.

Salesforce: líder global em CRM

Desde sua fundação, há 18 anos, a Salesforce é pioneira e líder em computação corporativa em nuvem, com foco especial sobre CRM. No último ano, foi eleita a Empresa Inovadora da Década pela Forbes, sem nunca deixar de lado seu foco na entrega de soluções líderes de mercado para seus clientes. A tecnologia da Salesforce tem dimensionamento comprovado e, hoje, facilita mais de 50 bilhões de interações com clientes todos os meses, para uma comunidade global de mais de 150 mil usuários.

Com um compromisso permanente com o sucesso dos seus clientes, a Salesforce continua a reinventar o CRM para acompanhar o atual mundo digital. Em 2016, a empresa apresentou o Salesforce Einstein, que incorporou a inteligência artificial (IA) ao melhor CRM do mundo, fazendo dele também o mais inteligente. O Salesforce Einstein permite que as empresas aproveitem todas as vantagens da IA para entregar experiências mais inteligentes, personalizadas e preditivas aos seus clientes nos setores de vendas, atendimento, marketing, comércio e muito mais. A Salesforce oferece também o Trailhead, uma plataforma interativa online de aprendizado que garante acesso irrestrito às tecnologias e habilidades corporativas necessárias para obter boas posições no mercado atual, sem custos.

Crescimento mais rápido entre as cinco maiores desenvolvedoras de software

A Salesforce é a desenvolvedora de software que apresenta o crescimento mais rápido entre as cinco maiores empresas do setor no mundo. Seu amplo portfólio de produtos abrange vendas, atendimento, marketing, comércio, comunidades, lógica analítica, IoT e desenvolvimento de aplicativos em uma plataforma única na nuvem. Assim, empresas de todos os portes e setores contam com a Salesforce Intelligent Customer Success Platform para se conectarem aos seus clientes de formas inovadoras.

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Segundo IDC, Simpress lidera mercado de outsourcing de impressão com 24,3%

A Simpress foi apontada pelo IDC (International Data Corporation), como líder no mercado brasileiro de outsourcing de impressão e gestão de documentos no primeiro semestre de 2016, mantendo a liderança do ano de 2015. De acordo com a empresa de pesquisas, a companhia é líder tanto em faturamento total dos serviços com 22,2%, quanto em volume de páginas gerenciadas com 24,3% de participação.

Serviços de outsourcing de impressão gerenciados (MPS), envolvem uma extensa lista de processos que vão desde capacidade logística, gerenciamento da base instalada de hardware, mão de obra residente, entrega de peças e material de consumo em todo o território brasileiro, sistemas de gerenciamento de documentos (Workflow), customização de soluções para cada perfil de cliente, gerenciamento da produção de páginas e capacidade operacional para manutenção dos serviços em contratos de longo prazo. Tipicamente estes serviços utilizam equipamentos com velocidades e características variadas e softwares para soluções e gerenciamento de serviços.

Para a Simpress, é imprescindível acompanhar todas as mudanças tecnológicas presentes no mercado e segundo Vittorio Danesi, Diretor-presidente, a tecnologia Samsung de hardware e software estão aderentes com o cenário de transformação digital por meio de plataformas customizáveis e integradas ao processo de mobilidade e workflow de documentos. Além disso, para cumprir a missão da Simpress de tornar a vida do cliente mais fácil, a organização possui diferenciais estratégicos e operacionais que fazem a diferença para ao mercado há anos.

De acordo com a estratégia da companhia, o ano de 2017 será muito bom para expandir a atuação e levar os serviços da Simpress para novos clientes de médio e grande porte por meio de atendimento direto e sua rede de revendedores. “Os dados divulgados pelo IDC apenas reafirmam nossa liderança no mercado de outsourcing de impressão, mesmo este sendo considerado um setor já maduro, mas que ainda tem potencial para inovações tecnológicas e investimentos”, finaliza Danesi.

Com mais de 17 anos de experiência no setor, a Simpress possui mais de mil técnicos especializados que promovem atendimento a nível nacional. Atualmente, a companhia administra mais de 1,5 mil contratos diretos em todo o Brasil.

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Gerenciamento da experiência do cliente precisa evoluir, aponta pesquisa

De acordo com um novo estudo realizado pela Axway (Euronext: AXW.PA), uma catalisadora para a transformação, em parceria com a empresa de análise da indústria IDC, uma fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global, as organizações precisam repensar as abordagens tradicionais de gerenciamento de experiência do cliente. O estudo “O papel de redes de experiência de clientes na entrega de transformação digital com base no valor” constatou que, apesar da experiência do cliente ser a principal iniciativa digital para as organizações, 69% ainda precisam obter uma visão unificada do cliente e quase metade (46%) não possui iniciativas de jornada do cliente em vigor. Ao avaliar abordagens tradicionais para o gerenciamento da experiência do cliente, o estudo constatou que 40% das organizações acreditam que os sistemas omnichannel não fornecem uma “visão unificada e em tempo real da experiência do cliente”.

Para esse estudo, foram ouvidos mais de 600 executivos sênior em funções de TI, digitais e de experiência do cliente nas maiores empresas globais em todo o mundo. O estudo revelou que a experiência do cliente é atualmente a iniciativa digital mais crítica para mais de 70% das empresas. O estudo indicou também que a experiência do cliente está agora substituindo produto e preço como um meio de criar valor de marca, distinção e diferenciação estratégica.

Apesar das organizações investirem em estratégias de omnichannel, o estudo constatou que uma abordagem de omnichannel não é bem-sucedida em proporcionar um RSI. Apenas 14% consideram o valor da abordagem omnichannel como sendo “um diferenciador chave e fonte de vantagem competitiva” e apenas 22% dizem que é um “custo necessário para fazer negócios”.

“Muitas empresas aplicaram grande investimento e esforço em comunicações omnichannel. No entanto, os sistemas de omnichannel de mais de 4 em 10 de nossos entrevistados da pesquisa ainda falharam em fornecer a visão unificada e em tempo real essencial da experiência do cliente” disse Gerry Brown, diretor de pesquisa e software da IDC. “O gerenciamento de omnichannel e outras tecnologias de mercado precoces estão sendo substituídos por modelos mais holísticos e centrados no cliente – nossa pesquisa revela que “experiência do cliente”, “uma exibição de dados de cliente único” e “percursos de clientes” são todos classificados como sendo significativamente mais importantes como iniciativas digitais do que gerenciamento de omnichannel.”

Com a falha das abordagens tradicionais para a experiência do cliente, a IDC e a Axway identificaram uma nova abordagem para atender às necessidades do cliente – as redes de experiência do cliente. Usar dados de uma vasta gama de fontes de dados internas e externas em um percurso do cliente – incluindo clientes, colaboradores, parceiros corporativos e fornecedores – permite as organizações co-inovar com clientes e envolver as partes interessadas de uma forma mais estratégica e coerente do que omnichannel. O estudo revelou que as abordagens e os métodos tradicionais orientados para o interior estão sendo substituídos por métodos orientados para o exterior, centrados no cliente, com mais da metade (52%) das empresas movendo-se muito fortemente no sentido da “inovação colaborativa”. Além disso, 68% das empresas que operam redes de experiência do cliente relataram fluxos de aumento de rendas.

Dirigindo a colaboração e inovação estão as APIs, das quais 73% consideram ser “importantes” ou “extremamente importantes” para a implementação de redes de experiência do cliente. Especificamente, executivos seniores em serviços financeiros, telecomunicações e mídia, e utilidades verticais consideram APIs como sendo a prioridade principal, com 80% deles indicando que APIs são “importantes” ou “extremamente importantes”.

“As abordagens tradicionais para a experiência do cliente estão quebradas e, como mostra nossa pesquisa, as organizações precisam repensar sua estratégia para alcançar competitivamente a transformação digital” disse Jeanine Banks, vice-presidente executiva de produtos e soluções globais da Axway. “As redes de experiência do cliente são uma fonte de vantagem competitiva sustentável e de valor de negócios, oferecendo um sistema de defesa forte contra disruptores digitais.”

Sobre o estudo

O estudo “O papel de redes de experiência de clientes na entrega de transformação digital com base no valor” examina o estado do gerenciamento da experiência do cliente. O estudo incluiu a participação de 602 executivos seniores em funções de TI, digitais e experiência do cliente de grandes empresas, 62% das quais com mais de 5000 colaboradores. Os entrevistados foram uniformemente distribuídos por uma variedade de setores incluindo serviços corporativos, serviços financeiros, governo, saúde, manufatura, varejo, telecomunicações e mídia, transporte e utilidades.

Para obter uma cópia completa do relatório, clique aqui.

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