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Startup ligada ao HC usará Inteligência Artificial para evitar surtos em empresas e escolas

Em parceria com o Centro de Inovação do Hospital das Clínicas da FMUSP, uma startup internacional desenvolveu uma plataforma de rastreamento de casos da Covid-19 e uma carteira de imunidade digital, com dados como resultados de testes e sintomas. Será a primeira com esse modelo no país. O objetivo é utilizar tecnologia e Inteligência Artificial para organizar informação em larga escala e dar segurança às pessoas e empresas no processo de retomada da economia. Escolas e universidades também poderão se beneficiar da plataforma no reinício das aulas presenciais, dando mais segurança a alunos e professores.

Os dados da plataforma permitirão que empresas e gestores públicos, por meio de Inteligência Artificial, possam mapear e planejar melhor todos os passos da retomada, assim como antecipar possíveis surtos da doença. Com tecnologia blockchain, a startup garante a privacidade e o uso ético das informações dos cidadãos. Os dados privados de cada pessoa pertencem somente a ela.

Na plataforma, pessoas e empresas poderão registrar os resultados de testes para Covid-19. Os dados permitirão maior agilidade e segurança tanto para iniciar a retomada econômica como no pós-pandemia. Quem já tem imunidade ganha mobilidade, quem não tem ganha segurança, e o uso de dados, de forma coletiva, promove o controle em tempo real de novos casos e a retomada da economia. A plataforma terá como parceiro o Inova HC, hub do Hospital das Clínicas para acelerar startups de saúde e testar novas tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas e impressão 3D.

A plataforma permitirá um mapeamento preciso dos casos, fazendo com que o planejamento do uso de espaços comuns seja feito com base em dados científicos. Já o certificado digital de imunidade garantirá aos indivíduos acesso a locais fechados de ampla circulação e até entre países. Iniciativas similares com uso desta tecnologia já estão sendo adotadas em países mais adiantados na retomada econômica, como Alemanha e Austrália.

“Trabalhar por meio de Inteligência Artificial e segurança da informação é a chave para uma retomada mais rápida da economia. Precisamos testar muito, garantir a qualidade dos testes e, sobretudo, garantir que essa informação seja usada de forma organizada e segura”, afirma Pablo Lobo, CEO da startup Blok BioScience para a América Latina.

“A pandemia trouxe várias dúvidas e uma certeza: informação, em quantidade e qualidade, é fundamental para o seu enfrentamento. Isso vale para a OMS, para governos, empresas e cidadãos. Trabalhar esses dados com a melhor tecnologia e todos os pré-requisitos éticos é fundamental. E o Inova HC é parceiro no desenvolvimento dessa tecnologia, dentro desses parâmetros”, afirma Giovanni Guido Cerri, presidente do Conselho Diretor do Inrad do HCFMUSP e do Inova HC.

A Blok BioScience tem em seu time internacional alguns dos maiores especialistas do mundo em ciência e tecnologia. Seu CEO global, Alex Tai, foi diretor de projetos Especiais do Virgin Group, CEO da Virgin Racing, Virgin Oceanic e COO da Virgin Galactic.

Philips e Hospital Sírio-Libanês se unem em projeto de inteligência artificial para tratamento e diagnóstico de doenças crônicas

Uma iniciativa unindo a Philips, líder global em tecnologia de saúde, e o Hospital Sírio-Libanês, importante instituição de saúde com operações em São Paulo e Brasília, aprimorará os diagnósticos e tratamentos de pacientes com doenças crônicas por meio de processos de Inteligência Artificial. A Philips fornecerá a plataforma IntelliSpace Discovery, que oferece integração na gestão de dados, enquanto o hospital traz seu conhecimento clínico em terapêutica e medicina diagnóstica para a parceria. O acordo foi firmado pelo CEO da Philips América Latina, David Reveco, e Dr. Paulo Chapchap, diretor geral da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Esta cooperação fornecerá novos insights, tanto para médicos quanto para o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à medicina, permitindo ampliar o tratamento de doenças crônicas e a oferta de novas formas terapêuticas para problemas crônicos de saúde.

Este projeto tem um papel importante, pois de forma abrangente proverá informações para os médicos do Sírio-Libanês, bem como para a comunidade médica, gerando insumos que poderão gerar novas formas terapêuticas para diversos casos clínicos ao redor do mundo.

“É um trabalho de conjunto entre a Philips e o Sírio-Libanês, que resultará em algo maior, não simplesmente uma parceria comercial. Visamos criar conhecimento e soluções para melhorar a vida dos pacientes. Além disso, a plataforma irá possibilitar tratamentos e diagnósticos mais assertivos”, declara David Reveco, CEO da Philips para a América Latina. “Por se tratar de uma instituição de saúde de grande renome da América Latina, essa parceria é muito importante para o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias para a saúde e bem-estar dos pacientes da região”, completa Cesar Giannotti, diretor de soluções corporativas da Philips na América Latina.

A plataforma IntelliSpace Discovery (ISD) fornece ferramentas de pesquisa para que os médicos agreguem dados que poderão ser visualizados e gravados para “treinar” e validar algoritmos de aprendizado profundo, ou seja, que se desenvolvem cada vez mais com a inclusão de novos casos e avaliações. Com a aplicação de algoritmos, esta ferramenta entra no fluxo de trabalho e facilita o diagnóstico clínico em especialidades como a radiologia, a oncologia, a neurologia e a cardiologia.

“Unir conhecimentos entre o hospital e a Philips é um passo importante para acelerar o desenvolvimento de processos mais precisos no cuidado dos nossos pacientes, que é o foco principal do trabalho realizado pelo Sírio-Libanês”, diz Dr. Cesar Nomura, superintendente de Medicina Diagnóstica do Sírio-Libanês.

Na parceria, que faz parte do Programa Violeta do Hospital Sírio-Libanês, a Philips será responsável também por realizar treinamentos contínuos com os profissionais de saúde da instituição, além de proporcionar a possibilidade de estágios em unidades da companhia em todo o mundo e divulgar os resultados das atividades de pesquisa em conferências e feiras mundiais por meio dos colaboradores da Philips.

Em vista dos dados e número cada vez maior de pacientes, o impacto social da garantia da qualidade e do apoio à decisão nos cuidados clínicos foi reconhecido pela Philips como uma questão altamente relevante para a população brasileira. Portanto, a pesquisa proposta pelo Hospital Sírio-Libanês é uma excelente combinação para a visão e missão de ambas as empresas. Além disso, a Philips e o Hospital Sírio-Libanês consideram essa pesquisa benéfica em outras regiões geográficas do mundo. A participação nesta cooperação fornecerá novas ideias e permitirá avaliar tecnologias de ponta nos estágios iniciais, o que oferece a oportunidade de desenvolver novas aplicações e produtos no gerenciamento de pacientes.

Além da plataforma IntelliSpace, o hospital já conta com outras soluções da Philps como o Tasy (solução completa de informática em saúde que integra todas as áreas da instituição, conectando os pontos de cuidado dos pacientes e otimizando os processos) e CareStream, recentemente adquirida pela empresa e que oferece soluções de TI de formação de imagem em vários locais, provedores de serviços de radiologia, centros de imagem e clínicas médicas especializadas no mundo inteiro.

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Startups com soluções voltadas à saúde podem apresentar seus projetos no Conahp

Com foco na qualidade do serviço prestado ao paciente, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) promove a segunda edição do projeto Startups Anahp. Serão selecionadas até 20 empresas que atendam aos critérios para que apresentem seu projeto prático presencialmente ou online. Após avaliação, as 10 melhores serão convidadas a participar do principal evento do setor hospitalar do Brasil, o Congresso Nacional de Hospitais Privados (CONAHP), que esse ano tem como tema “Saúde baseada na entrega de valor: o papel do hospital como integrador do sistema”.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas até o dia 20 de agosto, pelo site do CONAHP, por empresas de até 20 funcionários e faturamento anual de até R$ 2 milhões, que trabalhem com tecnologias inovadoras aplicadas à saúde humana já disponíveis no mercado. O regulamento completo pode ser conferido aqui.

O evento contará com uma área de inovação exclusiva para que as startups possam expor suas ideias para os mais de 4 mil participantes, durante os dias 26, 27 e 28 de novembro.

Cronograma:

20/08 – Prazo final para envio dos projetos / inscrições
01/09 – Término da Avaliação dos Projetos
02/09 – Resultado das empresas selecionadas para apresentar o projeto prático (1ª etapa da seleção)
16/10 – Apresentação do projeto (presencial ou online) + Entrega do vídeo (conforme os requisitos descritos na área de inscrição)
23/10 – Definição das 10 Startups que participarão do CONAHP (seleção final)
24/10 – Anúncio das 10 Startups Selecionadas.
26, 27 e 28/11 – Exposição dos projetos no CONAHP

Sistema Tasy, da Philips, ajuda a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo a conquistar certificado de excelência internacional

A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores polos de saúde privados da América Latina, atingiu o nível máximo de maturidade na adoção e utilização do prontuário eletrônico, que faz parte do sistema Tasy, desenvolvido pela Philips.

A conquista do estágio 7 da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) é para suas unidades de negócio Hospital BP e BP Mirante, incluindo a BP Medicina Diagnóstica. Após avaliação feita pela HIMSS, as unidades da BP passam a ser a 7ª e 8ª da América Latina a conquistar o título de instituição 100% digital.

O uso pleno do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) por todos os setores dos hospitais possibilita integração e compartilhamento de informações clínicas e gestão de relatórios e indicadores clínico-assistenciais, mas quem realmente ganha com este processo é o paciente, com mais segurança e uma experiência diferenciada no atendimento.

De acordo com Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da BP, à medida que se institui um processo de implementação de um sistema, a instituição revisa e adota práticas melhores para os processos, pois o próprio sistema induz a isso. “Ou você tira etapas porque foram automatizadas ou revisa etapas. Aqui na BP utilizamos o Tasy em toda sua potencialidade: para processos administrativos, para controle de projetos de investimento, para os processos de integração com parceiros, para a realização de exames, parceiros de plataformas de comercialização de OPME e também para todas as finalidades do ponto de vista assistencial”, comenta Lilian.

“Ser um hospital digital e receber o certificado nível 7 de adoção do protocolo EMRAM da HIMSS é ter a missão de colocar o paciente e a sua saúde em primeiro lugar. Ao utilizar barreiras, como por exemplo o circuito fechado de medicamentos e ferramentas de suporte à decisão clínica, a BP se concentra em evitar erros, ajudando o seu time na tomada de decisão”, destaca Letícia Baltazar, Diretora Comercial do Tasy no Brasil. “A BP colhe frutos de muito trabalho, comprometimento e dedicação de toda a equipe, nos orgulhamos desta parceria”, conclui Letícia.

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MTM Tecnologia implementa plataforma mobileCare no Hospital da PUC Campinas

A MTM Tecnologia, uma das empresas líderes no Brasil em desenvolvimento e licenciamento de soluções inovadoras para tecnologias móveis, anuncia a oferta da plataforma mobileCare para o Hospital e Maternidade Celso Pierro, hospital universitário que pertence à Pontifícia Universidade Católica (PUC) – Campinas. Com as soluções da MTM, o hospital sai à frente do mercado no uso de tecnologia de ponta que garante mais praticidade e segurança para a instituição, corpo clínico e pacientes por facilitar o relacionamento com médicos e pacientes, além de prover mais agilidade e segurança nos serviços prestados pelo hospital.

O mobileCare é uma plataforma que permite incorporar os smartphones aos fluxos de trabalho das instituições de saúde. Funciona completamente integrada aos principais sistemas hospitalares do mercado. Com ela, é possível configurar a solução para consultar no smartphone qualquer informação clínica, fluxos completos de atendimento e de aprovação, envio de alertas e mensagens para os médicos e pacientes usuários dos apps, e outras aplicações.

“A solução é composta por uma série de módulos que visam atender as mais variadas necessidades das instituições de saúde, aprimorando e oferecendo mais segurança aos processos internos, agilizando os atendimentos e melhorando a experiência dos usuários”, explica Gustavo Perez, Diretor Executivo da MTM Tecnologia.

Segundo Margareth Camargo, Gerente de TI do hospital, a adoção da plataforma marca um novo momento da nossa instituição em que estamos focados na experiência e segurança de nossos médicos e pacientes por meio da incorporação de um canal digital baseado em plataformas móveis. “Com a plataforma da MTM Tecnologia, nossos médicos e pacientes conseguirão acessar todas as informações de interesse, compartilhar exames, receber mensagens e realizar solicitações a nossa instituição de forma prática e segura direto do smartphone. Além disso, por se tratar de um hospital universitário, é muito importante que os nossos médicos preceptores possam acompanhar as atividades dos residentes a qualquer momento”, diz a executiva.

Além do acesso a informação, está em implantação a adoção da plataforma mobileCare em processos críticos, permitindo que médicos realizem a revisão e aprovação de prescrições medicamentosas direto do smartphone, garantindo o monitoramento de todo o processo. “Alguns tipos de prescrição precisam de aprovação de médicos especialistas. Estamos substituindo o uso do telefone pela plataforma para que os especialistas possam acessar todas as informações da ficha do paciente pelo mobileCare e aprovar os medicamentos de forma completamente segura e com toda rastreabilidade”, explica.

As funcionalidades da plataforma mobileCare são adotadas em fases, seguindo o modelo tradicional de evolução contínua praticado pelos aplicativos mobile. “Um dos fatores determinantes na contratação da plataforma é o seu alto grau de customização. Como hospital universitário, vários de nossos fluxos de trabalho são específicos, por isso precisávamos de algo bem flexível. Temos o objetivo de continuar incorporando nossos fluxos importantes a apps do hospital, com foco na segurança e experiência de médicos, pacientes e colaboradores”, diz Margareth.

O mobileCare Médicos é direcionado aos profissionais do hospital universitário e possibilita, a qualquer momento, visualizar pelo smartphone as informações sobre o hospital e seus pacientes, como prontuário completo e resultados de exames, além do recebimento de notificações e alertas diversos, como aviso de liberação de resultados de exames de seus pacientes e informativos internos. Pelo aplicativo também é possível que médicos infectologistas validem medicamentos prescritos por outros médicos, acompanhem repasses de honorários e dos atendimentos dos pacientes, incluindo prescrições, evoluções, exames do atendimento e resumo da alta.

Já o aplicativo PUC – Campinas Pacientes, que inclui o módulo pacientes do mobileCare, tem como objetivo potencializar, facilitar e aprimorar o atendimento e a rapidez na disponibilização das informações e dos serviços oferecidos pelo Hospital e Maternidade Celso Pierro. O aplicativo permite atualizar os dados cadastrais, verificar resultados de exames, consultar as unidades acessíveis, especialidades atendidas, médicos e convênios disponíveis e receber notificações como avisos, resultados de exames, agenda de consultas e exames, incluindo para o SUS e informativos institucionais.

O mobileCare atende hospitais e laboratórios, unificando todos os canais de relacionamento entre instituição, médicos e pacientes por meio dos seus smartphones. A plataforma conta com apps móveis para médicos e pacientes e uma solução de retaguarda web para a gestão dos apps, envio de mensagens e gestão das solicitações dos usuários. A solução, que pode ser personalizada de acordo com as necessidades de cada instituição de saúde, permite realizar check-in, consultar resultados de exames, enviar mensagens, incluindo lembretes e alertas via tecnologia PUSH (mensagens enviadas aos dispositivos móveis que notificam os usuários diretamente na tela principal do seu smartphone), fazer pesquisas sobre a organização, médicos ou pacientes, além de gerir os dados da unidade de atendimento, com sistema de mapas e opções de contato. Em breve, será possível compartilhar exames e realizar pré-agendamentos de consultas e exames diretamente pelo aplicativo.

Os aplicativos para médicos e pacientes estão disponíveis nas lojas do Google Play para Android e App Store para iOS.

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Instrumentos robóticos miniaturizados aumentam as possibilidades das intervenções cirúrgicas

World’s Smallest Robotic Wrist (PRNewsfoto/MMI Srl)

A Medical Microinstruments S.r.l. (MMI), desenvolvedora de soluções robóticas inovadoras para necessidades médicas ainda não atendidas, apresentou hoje sua plataforma robótica especificamente projetada para microcirurgia aberta. A plataforma permite que o cirurgião controle dois microinstrumentos articulados minúsculos que simplificam os procedimentos de reconstrução depois de lesões traumáticas e depois da retirada de tumores em tecidos moles e ossos, e oferece a possibilidade de melhores taxas de sucesso cirúrgico e melhores resultados para os pacientes.

Os instrumentos da MMI possuem os menores pulsos articulados, com 3 mm de diâmetro externo e pontas com apenas 150 mícrons de largura. O pulso é decisivo para a realização da microcirurgia robótica em ambientes clínicos reais e permite a fácil manipulação de suturas pequenas, com tamanhos de 9-0 a 12-0.

“Graças ao uso de materiais avançados e de processos inovadores de microfabricação, projetamos o menor pulso articulado para fornecer aos microcirurgiões destreza no uso dos instrumentos e precisão robótica inéditas”, disse Massimiliano Simi, cofundador e vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento.

O cirurgião opera os microinstrumentos sentado no console cirúrgico e fazendo a monitoração através do microscópico cirúrgico. A plataforma robótica da MMI captura os movimentos da mão do cirurgião, e uma imagem reduzida do movimento é imposta sobre os microinstrumentos.

“Desenvolvemos essa tecnologia pioneira junto com microcirurgiões, desde a concepção do produto; o feedback positivo e as respostas que recebemos desde então têm sido realmente impressionantes e nos fazem crer que estamos no caminho certo para desenvolver um robô feito pelos microcirurgiões e para eles”, disse Hannah Teichmann, cofundadora e vice-presidente clínica.

O prof. Marco Innocenti, chefe de microcirurgia reconstrutiva e plástica do Hospital da Universidade Careggi em Florença e consultor clínico da MMI, que apresentou o trabalho pré-clínico com o robô da MMI no 9º Congresso da Sociedade Mundial para Microcirurgia Reconstrutiva em Seul, inclusive anastomose vascular robótica de 0,35 mm, comentou:

“Creio que a plataforma robótica da MMI impulsionará a microcirurgia para além das capacidades da mão humana, permitindo assim que mais cirurgiões executem procedimentos mais complexos e possibilitando também a supermicrocirurgia, como reconstrução linfática, para aqueles mais especializados.”

O presidente e cofundador da MMI, Giuseppe Maria Prisco, estima que o potencial anual de oportunidade de mercado seja de cerca de $ 2,5 bilhões.

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Como a TI pode apoiar a Consumerização da Medicina?

Por Keith Bromley, Gerente Sênior de Soluções de Marketing da Ixia

A consumerização da medicina está se tornando fundamental para as instituições de cuidados de saúde e tem sido adotada tanto pela indústria de cuidados de saúde quanto pelos pacientes. Segundo a operadora de planos de saúde Anthem, 76% dos pacientes acredita que a tecnologia tem o potencial de ajudá-los a melhorar a sua saúde. Ao mesmo tempo, essa tendência de consumerização vem criando um ônus para a indústria de TI durante o processo de transição e implantação desses novos serviços.

O que é a consumerização da medicina? Embora este tema possua várias vertentes, as três principais áreas responsáveis pela transformação da indústria de cuidados de saúde são:

• A expansão das redes de Wi-Fi para dar suporte às novas tendências para dispositivos pessoais e distribuídos (IoT e BYOD).
• A modernização dos sistemas de pagamentos médicos (sistemas de cobrança online em portais de pacientes, pontos de venda e Apple pay).
• A explosão dos serviços de Telemedicina e Telesaúde.

A fim de serem considerados “de vanguarda”, muitos hospitais adotaram a tecnologia Wi-Fi (tanto para os profissionais de cuidados de saúde quanto para os pacientes) e implantaram IoT para os seus equipamentos médicos (como dosadores de remédio eletrônicos e monitores de estatísticas vitais dos pacientes). No entanto, uma das desvantagens dessa consumerização é que a expansão do uso de redes de Wi-Fi dentro das instalações de cuidados de saúde está causando o consumo desenfreado de banda larga. Como nem todo consumo é igual ou linear, a TI precisa estar preparada para gerenciar esse recurso.

Um exemplo disso é a adoção da BYOD pelos hospitais para os profissionais de cuidados de saúde e a implantação de Wi-Fi para os pacientes. Alguns exemplos dessa tendência incluem: sistemas de comunicação médica baseados em Voice over IP (VoIP) para médicos e enfermeiros (tais como o Vocera badge); o download de dados para os laptops e notepads de instituições de cuidados de saúde; e o acesso dos pacientes à visualização de dados e de vídeos. Enquanto tudo isso está acontecendo, a TI precisa dispor de banda larga suficiente e priorizar tipos de dados que garantam que as transações médicas em tempo real passem pela rede sem atrasos. Por isso, a TI precisa saber com precisão quem está utilizando a banda larga e quem está abusando dela. Por exemplo, quem está de fato utilizando a banda larga dos hospitais? Os Vocera Wi-Fi badges para a comunicação entre os funcionários ou os pacientes assistindo à Netflix?

Nos últimos anos, houve uma explosão de dispositivos médicos que utilizam IoT. Alguns exemplos disso são as bombas de infusão que administram remédios sem a necessidade de um enfermeiro presente e os monitores de paciente eletrônicos. Estes dispositivos fazem mais do que enviar dados periodicamente para a enfermaria, enquanto que as bombas de infusão precisam baixar bibliotecas inteiras de remédios e os transmissores de telemetria que utilizam a WLAN (rede de área local sem fio) enviam alarmes e dados em configuração de onda para uma estação central.

A consumerização também está impulsionando outras formas de comunicação IP, tais como cobrança online, pontos de venda (PDV) e sistemas de pagamento móvel, já que os consumidores querem ter acesso a uma variedade de opções de pagamento que atendam as suas necessidades. No entanto, isso significa que além do processo de cobrança eletrônica padrão, a indústria de TI precisa dar apoio a ferramentas de e-commerce, de processamento de cartão de crédito e a sistemas de cobrança BYOD. Além de lidar com a complexa integração desses quatro tipos de sistemas de pagamento, é necessário aderir aos padrões de conformidade regulatória (HIPAA, PCI-DSS, SOX, etc.).

A telemedicina (e a telesaúde) também requerem o uso de tecnologia. A telemedicina consiste em consultas médicas através de ferramentas eletrônicas (computadores, tablets, dispositivos móveis, etc). Segundo a Anthem, essa prática pode gerar uma economia anual de 6 bilhões de dólares aos consumidores norte-americanos, e esse mercado global deve exceder 34 bilhões de dólares até 2020. A telemedicina é conveniente e acessível para consumidores que vivem em regiões remotas ou que estão muito ocupados, pois oferece acesso imediato e 24 horas por dia a médicos (tais como Teladoc, Doctor on Demand e LiveHealth Online), com custos baixos e sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Esta é uma excelente opção para gripes e erupções cutâneas. Segundo 67% dos pacientes, a telemedicina aumentou a sua satisfação com os cuidados médicos. Devido ao aumento no uso de registros médicos eletrônicos (RME) promovido pelo Affordable Care Act (lei de proteção do paciente e dos serviços de saúde acessíveis), as informações coletadas através da telemedicina podem ser usadas para atualizar os registros dos pacientes e assim, facilitar o trabalho dos médicos. Segundo a Anthem, 51% dos médicos acessam de maneira eletrônica as informações de pacientes de outros médicos, enquanto que mais de 91% dos hospitais já adotaram os registros eletrônicos.

Há também um volume enorme de informações que estão sendo acessadas e disponibilizadas em dispositivos móveis e com acesso à internet. Cinquenta e dois por cento dos usuários de smartphones acessam informações sobre saúde através de aplicativos móveis, enquanto que. 93% dos médicos acreditam que os aplicativos móveis podem ajudar a melhorar a saúde dos pacientes. Além disso, 70 milhões de pessoas nos EUA utilizam dispositivos de monitoramento vestíveis. Alguns desses dispositivos podem transmitir dados para os consultórios dos médicos, que podem ser incluídos nos RME dos pacientes e assim, manter os seus registros médicos atualizados. Por exemplo, rastreadores de atividade, marca-passos e bombas de insulina podem enviar dados de saúde para os médicos. Estima-se que essa tecnologia vestível deverá reduzir os custos hospitalares em até 16% nos próximos cinco anos e 86% dos médicos afirmam que esses dispositivos vestíveis deixam os pacientes mais envolvidos com a própria saúde.

Sendo assim, como a TI poderá superar todos esses desafios? Em primeiro lugar, tanto a tecnologia de suporte quanto a de interface com o usuário precisam estar preparadas para garantir o funcionamento desses serviços. Além da implantação de uma infraestrutura básica, é necessário fazer testes de rotina no sistema de Wi-Fi e na rede com fio. As redes sem fio podem oferecer uma série de deficiências devido a vários fatores: questões de planejamento de frequência, obstáculos à construção, a presença de paredes revestidas de chumbo em salas de radiologia e banheiros revestidos de azulejo, a proliferação de dispositivos BYOD portados por funcionários e pacientes, desempenho individual das rádios (já que nem todas as rádios são feitas da mesma forma) e questões relacionadas ao roaming entre pontos de acesso. Devido à intensidade de tráfego em conexões LAN sem fio, a TI precisa fazer os seguintes testes na rede LAN: detecção de interferência na frequência, geração de tráfego para cargas, casos de testes automatizados e análises de desempenho através da quantificação do desempenho do aplicativo e da perspectiva do usuário.

Após determinar a adequação da rede às operações, uma solução de visibilidade de rede (NPB) com inteligência para aplicativos pode ajudar a identificar quais aplicativos estão sendo utilizados na rede e quem está abusando da banda larga de rede (por exemplo: se há muita gente assistindo à Netflix). Subsequentemente, outro tipo de tecnologia pode ser utilizada para regular o uso da rede, de forma que a telemedicina e os dispositivos IoT disponham de banda larga suficiente.

Graças à IoT, hoje em dia há literalmente milhares de dispositivos dentro de um hospital e para facilitar o entendimento da TI sobre o que está ocorrendo dentro da rede, é comum separar os diferentes tipos de dispositivos (dispositivos de infusão, de monitoramento de pacientes, VoIP) com base nas redes VLAN e SSID. Como parte da estratégia de monitoramento dos aplicativos e da rede (para garantir a qualidade da experiência e a validação do serviço), esses tipos de dados podem ser segmentados através de um NPB (com base nas informações da rede VLAN) e os dados necessários podem ser enviados para as ferramentas de monitoramento de aplicativo adequadas. Soluções de monitoramento proativo também podem ser utilizadas para observar o desempenho da rede em tempo real.

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Philips anuncia mudanças na gestão e lançamentos de produtos na América Latina

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) continua consolidando sua posição na América Latina como empresa voltada para a tecnologia de saúde criando um impacto no setor de cuidados da saúde. Durante esta primeira metade do ano, a empresa deu continuidade ao seu processo de transformação como empresa na área da tecnologia da saúde, ou HealthTech, acompanhando as pessoas em sua trajetória de saúde desde a prevenção, a vida saudável, o diagnóstico, o tratamento e os cuidados em casa.

“A América Latina está passando por mudanças socioeconômicas importantes que estão impactando o setor de cuidados da saúde, onde se espera que os gastos com assistência médica aumentem 2,4% ao ano até 2020. Levando-se isso em consideração, continuamos nos dedicando fortemente a melhorar a saúde das pessoas por meio de inovações de impacto, ao nos convertermos em parceiros estratégicos dos prestadores de serviços de saúde e dos protagonistas do setor na região”, disse David Reveco Sotomayor, CEO da Philips na América Latina.

Como parte desta estratégia, a Philips anuncia a nomeação de:

Fabia Tetteroo-Bueno, como líder Regional Personal Health, Royal Philips na América Latina, concentrando-se nas inovações que melhoram o cuidado pessoal e em casa. Tetteroo-Bueno tem uma vasta experiência na organização com posições de liderança, sendo a mais recente como diretora do Mercado de Sistemas de Saúde, Marca e Comunicações. Antes disso, atuou como gerente-geral das Filipinas para a Philips, construindo uma ampla trajetória multinacional em mercados com grandes oportunidades de crescimento.

Mark Stoffels, como líder Regional Health Systems, Royal Philips na América Latina, que continuará incentivando o acesso e o uso de tecnologias e soluções de ponta em hospitais e clínicas dos sistemas de saúde da região. Nos últimos cinco anos, Stoffels atuou como diretor-geral da Royal Philips no México. Antes disso, trabalhou no desenvolvimento de estratégias de mercado e negócios na América Latina, ocupando vários cargos com diferentes experiências e cargos de liderança em diversas unidades de negócio para os mercados da Índia, China, Rússia e América Latina.

César López Moreno, como líder Regional da Unidade de Sleep and Respiratory Care, Royal Philips na América Latina. Possui 20 anos de experiência na área comercial em diferentes mercados. López Moreno está há mais de 11 anos na Philips, desempenhando funções estratégicas de marketing e vendas, principalmente no mercado da Península Ibérica (Espanha, Portugal, Andorra e Gibraltar). Em 2016, chegou à América Latina como Gerente de Marketing e negócios para a linha de SRC da Philips.

Durante este ano, e com vistas para o futuro, a Philips procura continuar maximizando o uso da tecnologia nos segmentos de Health Systems, Personal Health e SRC, que abrangem áreas essenciais do setor da saúde, incluindo cuidados para mães e recém-nascidos, cuidados respiratórios, cardiologia e oncologia. Globalmente, como parte de sua estratégia de crescimento, a empresa continua expandindo seu portfólio por meio de aquisições. Durante o segundo trimestre de 2017, a Philips adquiriu a Spectranetics e a CardioProlific, duas empresas norte-americanas, para reforçar sua liderança em soluções de terapia guiada por imagens. Também acrescentou à lista de aquisições a empresa Health & Parenting Ltd., líder no desenvolvimento de soluções móveis relacionadas à saúde, à família e aos futuros pais.

Entre as principais iniciativas que contribuíram, na primeira metade do ano, para o avanço da estratégia da Philips na América Latina, incluem-se:

Tecnologias para hospitais e clínicas – Tasy. Solução desenvolvida na América Latina que digitaliza os prontuários médicos e os processos administrativos em hospitais e clínicas, continua sua expansão global com a implantação no México, Europa e Oriente Médio. Recentemente, a solução foi adotada pela importante rede de clínicas e hospitais do México, o Sistema de Saúde CHRISTUS MUGUERZA. A solução Tasy permitiu obter um aumento de até 50% na rentabilidade e uma redução de 20% nos custos operacionais.

Equipamentos médicos de última geração – Azurion. A plataforma inovadora de terapia guiada foi lançada mundialmente e já está entrando no mercado latino-americano. O software permite otimizar a realização de procedimentos minimamente invasivos, oferecendo uma nova opção de tratamento para pacientes que não podem suportar uma cirurgia aberta, reduzindo também os tempos de recuperação.

Para atender à demanda por esse tipo de tecnologia na América Latina, a Philips também inaugurou no Brasil, no início do ano, uma nova fábrica de equipamentos médicos em Varginha, onde produz equipamentos de raios-x, ressonância magnética, tomografia e ultrassom.

Iniciativas que fortalecem a comunidade médica para melhorar a assistência médica – Conexão Saúde. A iniciativa seguiu sua trajetória na região, abrangendo do México à Argentina. Por meio dessa iniciativa, a Philips procura unir atores essenciais do setor médico, a fim de encontrar soluções inovadoras para melhorar a saúde materno-infantil na região.
Nesse contexto, a Philips também revelou o M.A.M.I (Móvel de Atendimento Materno Infantil) na Argentina, uma iniciativa que oferecerá às mulheres ultrassonografias obstétricas gratuitas e palestras educacionais sobre a importância e sobre os métodos de amamentação.

Conscientização sobre doenças crônicas. As doenças não transmissíveis agora constituem a maior parte da carga total de doenças nos países da América Latina e do Caribe. Doenças como a apneia do sono são subdiagnosticadas, razão pela qual a Philips procura conscientizar a população sobre os sintomas, além de proporcionar ferramentas para um diagnóstico preciso e um curso de tratamento adequado. Por exemplo, a empresa está habilitando o cuidado em casa por meio de soluções portáteis conectadas, permitindo que as pessoas continuem seu curso de tratamento fora do hospital.

Saúde pessoal e vida saudável Medidas preventivas por meio da adoção de hábitos saudáveis são essenciais para reduzir a incidência de doenças. Com isto em mente, a Philips continua introduzindo nos mercados da região soluções que permitem que as pessoas vivam de forma mais saudável. Uma ampla gama de aparelhos eletrodomésticos que permitem preparar receitas saudáveis e exclusivas, como os liquidificadores Viva e Duravita, o AirFryer e o Pasta Maker. A empresa também trabalha para oferecer à mãe e ao bebê os melhores produtos inovadores que garantam a saúde com sua linha Philips Avent. Além disso, este ano a Philips está apresentando sua linha de escovas de dente Sonicare, estimulando a adoção de uma melhor saúde oral.

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Em parceria com a Microsoft, Grupo Oncoclínicas vai adotar Inteligência Artificial no tratamento do câncer

Microsoft News  Center Brasil

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O Grupo Oncoclínicas e a Microsoft se uniram em um projeto que vai utilizar Inteligência Artificial (IA) para promover avanços no tratamento do câncer, tornando os planos de combate à doença mais efetivos e trazendo mais qualidade de vida aos pacientes. O acordo fechado pelas organizações prevê o uso de recursos de aprendizado de máquina (machine learning) tanto para a frente de radioterapia quanto para a de quimioterapia.

Com o uso de IA da Microsoft, o Grupo Oncoclínicas espera ganhar velocidade e assertividade ao planejar tratamentos contra o câncer. As informações geradas a partir de softwares de aprendizado de máquina – capazes de aprender com base nos dados e imagens que recebem – serão utilizadas para apoiar médicos na definição do melhor tratamento para o paciente, oferecendo mais subsídios para que ele possa tomar sua decisão.

Na frente de radioterapia, a utilização da IA possibilitará delinear estruturas de órgãos adjacentes ao tumor ou consideradas de risco de maneira muito mais rápida. Desta forma, o programa passa a oferecer uma série de informações para que o especialista possa estabelecer um planejamento do tratamento que contemple o desenho da área a ser irradiada, com uma redução de horas de avaliação para alguns minutos e em poucos cliques. A tecnologia também trará maior eficiência, já que aprende à medida que analisa um volume maior de imagens. A escolha continua nas mãos do médico, que pode conferir todas as informações, mas ele passa a contar com uma aliada importante em seu processo decisório: a Inteligência Artificial.

Já no campo da quimioterapia, a parceria entre Microsoft e Oncoclínicas conta ainda com reforço acadêmico do Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Universidade de São Paulo (USP). A entidade, que recebe apoio financeiro da Microsoft, terá o papel de agregar pesquisadores que trabalharão no desenvolvimento de um algoritmo capaz analisar e estabelecer correlações entre diagnósticos de diferentes pacientes. O objetivo é que a partir delas seja possível indicar o tratamento mais adequado com base na verificação de uma série de variáveis que podem ter influência direta no tipo de droga receitada para o paciente e também na quantidade de sessões que ele terá de fazer.

“Há um volume cada vez maior de informações disponíveis, e com a Inteligência Artificial é possível utilizá-lo para empoderar médicos e instituições de saúde a avançarem nos tratamentos que oferecem a pacientes com câncer”, afirma Milton Larsen Burgese, Diretor de Setor Público na Microsoft Brasil.

Para Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas, o principal objetivo desta aliança estratégica com a Microsoft é trazer impactos positivos ao tratamento de pessoas com câncer. “O contrato de colaboração mútua entre o Grupo Oncoclínicas e a Microsoft é mais um exemplo dos esforços que temos empreendido para trazer ao Brasil as mais avançadas tecnologias e as melhores práticas assistenciais do mundo no combate à doença”, explica.

“Atuaremos lado a lado na geração de conhecimento e alimentação da base de informações do sistema, compondo assim um banco de dados apurado e preciso em radioterapia. No tocante à quimioterapia, a parceria busca a geração de avanços para o segmento através de mineração de dados e inteligência de máquina. Isso significará a definição de padrões e melhores práticas de tratamento. Nos dois casos, essa união de forças trará benefícios diretos aos pacientes oncológicos de todo o país”, frisa Natel.

Na etapa inicial do projeto, os pesquisadores do CEST analisarão parte do banco de dados do Grupo Oncoclínicas para começar a desenhar o algoritmo de Inteligência Artificial com o objetivo de “ensiná-la” a estabelecer determinadas correlações com base em variáveis previamente indicadas pelo corpo médico em parceria com a Microsoft. O processamento desse grande volume de informações será feito na plataforma de nuvem da Microsoft, o Azure. No futuro, outras bases de dados públicas poderão ser integradas ao projeto, ampliando ainda mais sua capacidade.

Na fase de implementação efetiva, a expectativa é que 16 mil pacientes sejam beneficiados pela parceria entre Grupo Oncoclínicas, Microsoft e CEST para promover avanços no tratamento de câncer. Presente em dez Estados brasileiros, o Grupo Oncoclínicas tem 44 unidades em operação, incluindo clínicas e parcerias com grandes centros hospitalares.

“Estamos criando uma plataforma com dados dos nossos pacientes e da rede pública de saúde. Vamos cruzar informações sobre os novos tratamentos e medicamentos para que sejam adotados os protocolos médicos mais adequados para cada tipo de paciente”, afirmou João Alvarenga, diretor de tecnologia e inovação da Oncoclínicas.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em 2016 tenham ocorrido mais 596 mil casos de câncer no país. Entre os homens, eram esperados 295.200 novos casos, e 300.870 entre mulheres.

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Hospitalar 2017: 2iM S/A apresenta tecnologia inovadora para gestão da performance na área da saúde

A 2iM Inteligência Médica disponibilizou ao mercado uma inovadora solução de Business Analytics em Saúde, capaz de gerar níveis diferenciados de avaliação de desempenho a partir da consolidação de dados gerados pelos sistemas de gestão dos hospitais, operadoras de planos de saúde e SUS. Os recursos do software GPS.2iM© serão apresentados durante a Hospitalar 2017, evento que acontece de 16 a 19 de maio, em São Paulo (Expo Center Norte).

Além disso, a empresa realiza pela primeira vez o FÓRUM 2iM EXPERIENCE, no qual instituições renomadas como os Hospitais Sírio Libanês, Samaritano e Marcelino Champagnat apresentarão casos de sucesso relevantes onde foi utilizada a solução na área hospitalar. Com foco em hospitais, o fórum contará com o apoio da Organização Nacional de Acreditação – ONA e terá a participação no temário da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

De acordo com Dr. César Abicalaffe, CEO da 2iM Inteligência Médica, a companhia tem boas expectativas em torno desta edição da Hospitalar. “Nossa participação está alinhada à estratégia de fortalecimento da marca 2iM como referência em avaliação de desempenho de corpo clínico no mercado hospitalar. Atualmente cerca de 25% dos hospitais filiados à ANAHP empregam nossa tecnologia e estamos trabalhando fortemente para aumentar este market share”, ressalta o executivo.

O portfólio da 2iM Inteligência Médica abrange toda a cadeia do mercado de saúde, uma vez que suas soluções foram desenvolvidas para avaliar o desempenho e a qualidade dos prestadores de serviços de saúde, desta forma contempla desde o profissional até os hospitais.

Gestão da Performance da Saúde

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Com foco em inovação, a solução GPS.2iM© emprega avançados sistemas para avaliar o desempenho de profissionais e serviços de saúde, como hospitais, unidades hospitalares, médicos, entre outros. A ferramenta integra diferentes sistemas e planilhas para geração e composição de indicadores que são agrupados nas principais dimensões da qualidade: estrutura, eficiência, efetividade e experiência do paciente.

Cada indicador é ponderado dentro destas dimensões e quando comparado a um parâmetro específico permite calcular um escore. A soma das pontuações de cada indicador aponta um índice de performance de quem está sendo avaliado. A partir deste monitoramento mensal, cada profissional avaliado tem acesso, via internet, ao seu desempenho possibilitando comparações com seus pares, assim como os gestores do programa podem realizar análises e comparações entre indicadores, profissionais, especialidades, entre outros.

A medição e divulgação dos indicadores, por si só, já traz uma melhoria na qualidade da prestação dos serviços e no controle de custos, no entanto, outras estratégias podem ser adotadas a partir do conhecimento destes dados e de seus respectivos agrupamentos.

O GPS.2iM© atende às exigências das acreditadoras para os hospitais no que tange ao monitoramento e avaliação de desempenho de corpo clínico e possibilita a revisão do modelo de remuneração em saúde, saindo de modelos simples para pagamentos por performance ou pagamentos baseados em valor. Além disso, o software favorece os programas de relacionamento com a rede credenciada ou médicos do corpo clínico e apoia a auditoria médica na avaliação e no controle de custos e utilização do sistema.

I Fórum 2iM Experience

Além de conhecer os mais recentes incrementos da ferramenta da 2iM, os visitantes da Hospitalar terão a oportunidade de inteirar-se a respeito das inovadoras experiências que estão em curso hoje na gestão da de hospitais, narradas diretamente pelos clientes da 2iM.

O CEO da companhia, Dr. César Abicalaffe abrirá o evento explicando a importância do uso de tecnologias avançadas para que as instituições de saúde enfrentem com sucesso os enormes desafios de produtividade, desperdício e qualidade. O consultor do Hospital Sírio Libanês para o DRG, Dr. André Osmo, apresentará um caso prático da integração do DRG da 3M com o GPS.2iM© na instituição. Na sequência, Dr. Fernando Leal, Gerente de Relacionamento com o Corpo Clínico do Hospital Samaritano falará sobre Programa de Relacionamento com o corpo clínico, abordando o uso do GPS.2iM© como ferramenta de fidelização. Já o Dr. José Octávio Leme, Superintendente do Hospital Marcelino Champagnat, ministrará palestra sobre a utilização da metodologia GPS.2iM© em conformidade com a Acreditação pela JCI. Para encerrar o evento, a Diretora da ANS, Dra. Martha Regina de Oliveira dará a visão da instituição sobre a avaliação de qualidade em saúde e o impacto em modelos de remuneração. Por fim, o Diretor de Operações da 2iM, Jovaldo Savian, abordará as evoluções dos projetos da companhia e as inovações para 2017/18.
As vagas serão limitadas a 150 pessoas, por isso, o visitante interessado deve realizar sua inscrição com antecedência aqui: http://www.2im.com.br/hospitalar/.

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Hospitalar 2017 oferece vasta agenda de eventos sobre administração da saúde

O sucesso de uma empresa depende totalmente da qualidade de sua gestão. Hoje, são diversos os aspectos que levam uma empresa ao sucesso (ou ao fracasso) e, no setor de saúde, o cenário não é diferente. Pensando em otimizar recursos, melhorar os processos administrativos e impulsionar a saúde no Brasil, a Hospitalar Feira + Fórum também oferece uma sequência de workshops e painéis focados em gestão, garantindo a todos os participantes que atuam diretamente na área, um conteúdo atualizado e de alta qualidade.

De olho no cenário econômico brasileiro, que vislumbra crescimento em um período pós-recessão, os empresários da área da saúde encontrarão na Hospitalar um evento específico sobre investimentos. Abrindo o programa de congressos da feira, o “Talk show GPeS: Na Mira do Investidor” trará informações atualizadas sobre os tipos de investimentos feitos no setor de saúde no Brasil, avaliações do atual mercado e perspectivas futuras. Iniciativa da GPeS – Gestão de Projetos em Saúde, o painel será realizado das 8h30 às 10h30 do dia 16, e promete clarear as visões empresariais que focam o desenvolvimento.

Considerando que investimento só é convertido em resultados por meio de uma administração eficaz, a Hospitalar Feira + Fórum também abordará a importância da transparência nas gestões públicas e privadas. Promovido pela ABIMED – Associação Brasileira de Alta Tecnologia de Produtos para a Saúde, o painel “Transparência que gera valor” demonstrará que com uma gestão clara é possível coibir desvios éticos e melhorar a sustentabilidade pela otimização de recursos. “É fundamental tornar a cadeia fornecedora de produtos para a saúde mais transparente pois, a partir do entendimento e da identificação dos potenciais problemas, torna-se mais fácil definir soluções”, declara Carlos Goulart, presidente executivo da ABIMED. O painel, que será mediado pelo jornalista William Waack, está marcado para dia 16 de maio a partir das 16h30.

Indo mais a fundo nos entraves enfrentados pela cadeia de saúde no Brasil, o fórum “O papel dos Hospitais na Gestão de Saúde Populacional”, promovido pela ASAP – Aliança para a Saúde Populacional, reunirá gestores, profissionais de recursos humanos e responsáveis por programas empresariais de saúde para debater o papel das instituições hospitalares como protagonistas da gestão de saúde no país. Realizado na manhã do dia 17 de maio, o evento trará à tona a ideia de que os hospitais podem assumir certa liderança na comunidade, fomentando a promoção da saúde e estimulando a prevenção e a educação da população como um todo.

Os profissionais que atuam e investem em edificações diversas de saúde também encontram, na Hospitalar 2017, muito conteúdo que remete à gestão destas instituições. Durante os quatro dias de evento, três auditórios estarão à disposição do 40º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde. Realizado pela FBAH – Federação Brasileira de Administradores Hospitalares, o encontro realizará mais de 90 horas de palestras sob o tema principal “Repensar a Saúde: Modelo, Financiamento, Gestão e Assistência”. Quem participa do congresso, absorve um conteúdo vasto que debate desde gestão de pessoas e liderança até mesmo qualidade e segurança do paciente.

Além deste congresso que chega a sua incrível marca de 40 edições, a Hospitalar oferece um fórum específico para tratar sobre facilities. Nomeado “Fórum INFRA de Facilities Management no Ambiente Hospitalar”, o evento está marcado para dia 16 de maio e é uma realização da Revista INFRA, Outsourcing & Workplace. Complementando o novo setor de Facilities da Hospitalar que traz soluções para otimizar operações e reduzir custos da cadeia da saúde, o fórum abordará a implementação de sistemas de facilities management em hospitais, explicará como esses sistemas suportam as atividades médicas e o funcionamento das entidades; falará sobre inovação na limpeza hospitalar trazendo, como case de sucesso, o histórico do Hospital do Coração e também debaterá diversos outros pontos relacionados ao tema.

Saindo da gestão hospitalar para tratar sobre outras edificações em saúde, o IEPAS – Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde organiza dois encontros específicos: o 11º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos (17/05) e o 12º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde (18/05). Realizados pelo SINDHOSP – Sindicato dos Hospitais do Estado de São Paulo, CNS – Confederação Nacional de Saúde e FENAESS – Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços em Saúde com apoio da SBPC/ML – Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, estes eventos reunirão, em dois dias, assuntos diversos referentes à gestão de pessoas, gestão financeira, ética e relacionamento.

A Hospitalar Feira + Fórum é o único evento multissetorial da saúde no Brasil e nas Américas e, além de todos os eventos citados acima, oferecerá muito mais conteúdo sobre gestão ao longo de seus quatro dias de evento. Além de toda a agenda de congressos, o pavilhão de exposições contará com diversas empresas apresentando suas soluções específicas para otimização das operações empresariais e administração.

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Software de gestão brasileiro chega a hospitais da Europa e Oriente Médio

Com 20 anos de presença no mercado de saúde, o software brasileiro de gestão em saúde Tasy, adquirido pela Philips em 2010 e desenvolvido no Centro de Desenvolvimento da empresa, em Blumenau, se consolida no Brasil e mira voos ainda mais altos: o software está sendo exportado para instituições em países selecionados na Europa e no Oriente Médio.

O Tasy oferece a hospitais gerais e especializados, clínicas, operadoras de planos de saúde e bancos de sangue, entre outras instituições de saúde, a possibilidade de conectividade, traduzida na integração de sistemas. A implementação do software de gestão leva à automação que proporciona uma melhora expressiva no controle de processos, possibilitando maior eficiência, aumento de produtividade e também maior custo-benefício.

“A partir de 2015, a Philips implementou um novo modelo de atuação com foco na saúde. O Tasy faz parte da estratégia global da empresa de investir no cuidado contínuo da saúde, atuando em todas as fases da vida das pessoas, para conectar toda a cadeia do setor e melhorar a gestão e o cuidado da saúde”, diz Solange Plebani, gerente geral de EMR da Philips.

O software é responsável por um aumento de 62% no número de funcionários dedicado a ele no mundo nos últimos 3 anos. No Brasil, são cerca de 600 colaboradores divididos entre as áreas de Produto, Vendas, Desenvolvimento, Suporte e Implantação. Como resultado, o software está presente em mais 900 instituições brasileiras entre hospitais gerais e especializados, clínicas, bancos de sangue, entre outros.

Internacionalização

O processo de expansão internacional se iniciou em 2013, quando a empresa enviou um grupo de especialistas para o México, para conhecer o mercado e as instituições de saúde locais. A expansão para o país aconteceu de fato em 2014, com a implementação no Hospital San Javier.

O segundo país envolvido na internacionalização do software foi a Arábia Saudita, com o envio de um grupo de especialistas em produto e implantação. Segundo Solange Plebani, “o mercado saudita possui semelhanças com o mercado de saúde brasileiro, no entanto, há requisitos regulatórios e especificidades locais que precisam ser atendidas e para isso contamos com equipes dedicadas tanto na Arábia Saudita quanto no Brasil”. Além dele, a Alemanha conta com quatro funcionários exclusivamente dedicados ao software trabalhando localmente, enquanto a Índia conta com 40 especialistas da Philips.

Resultados para clientes: Hospital São Vicente de Paulo

No Hospital São Vicente de Paulo, localizado no Rio de Janeiro o Tasy contribuiu para a redução do nível de estoque em 35% e o aumento de faturamento em 30%. Na área financeira, com a implantação dos módulos de contas a pagar, contas a receber, tesouraria, contabilidade, fluxo de caixa, repasse a terceiros (honorários médicos), orçamento e custos, a organização obteve ganhos tanto no aspecto financeiro quanto no aspecto qualitativo da informação.

No encerramento do exercício de 2010, quando se iniciou a implantação do sistema Tasy, o hospital possuía um faturamento médio de R$ 8,7 milhões/mês e um recebimento médio de R$ 8,5 milhões mensais. Em menos de dois anos o HSVP já apresenta resultados financeiros expressivos, com um aumento no faturamento, em 2012, de 19,37% em relação ao ano de 2011 e um aumento de 13,76% nos recebimentos de convênios em relação ao mesmo período. O hospital é acreditado pela Joint Commission Internacional (JCI), a mais respeitada entidade independente de acreditação de unidades de saúde no mundo.

Hospital do Idoso Zilda Arns

Em Curitiba (PR), o Hospital do Idoso Zilda Arns adotou o Tasy para realizar o controle de faturamento de procedimentos passíveis de cobrança pelo SUS, alcançando um aumento de 80% em seu faturamento. “Aumentamos a conscientização entre os envolvidos nos processos da enfermagem, da farmácia, da importância da execução e atendimento correto das prescrições e solicitações, tanto do ponto de vista legal quanto econômico”, comenta Gustavo Justo Schulz, diretor de Atenção à Saúde, da Feaes, fundação que administra o hospital. Segundo ele, a eliminação de contas não faturadas somada à redução significativa no prazo médio de faturamento de 47 dias, em 2013, para 17 dias, em 2014, contabiliza resultados muito positivos ao hospital. O bom serviço prestado pelo hospital foi reconhecido com a certificação no estágio 6 pela HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society).

Hospital Encore

O Hospital Encore, em Aparecida de Goiânia (GO), obteve bons resultados financeiros e operacionais com a utilização do Tasy. Dentre as principais funções do software para a instituição estão: prontuário eletrônico, localização e redução de contas paradas e gestão de glosas hospitalares, eliminando cobranças incorretas feitas pelo hospital para os planos de saúde e que são recusadas total ou parcialmente.

“No primeiro ano de funcionamento pleno do Tasy nas várias “portas de entrada” do hospital, identificamos mais de 1 milhão de reais em contas paradas em diferentes setores do hospital, por motivos tão banais como uma justificativa de antibiótico ou mais significativos como guias de autorizações de materiais de alto custo”, destaca dr. Maurício Prudente, médico cardiologista intervencionista e CEO do Encore

“Por meio da função de retorno de convênios do Tasy, diminuímos em 60% o percentual de glosa, o que significa que se tínhamos uma glosa em torno de 12,5%, hoje temos um percentual em torno de 4,5%” completa Prudente. Além disso, antes da utilização do prontuário eletrônico, a localização de prontuários no arquivo morto demorava entre 2 e 5 dias, prazo que foi reduzido para um a dois minutos.

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