Category governança corporativa

Lojas Renner lidera novo índice ESG lançado pela B3 e S&P Dow Jones

A Lojas Renner, maior varejista de moda do país, é a empresa mais bem colocada no novo índice S&P/B3 Brasil ESG, recém-lançado pela B3 e a S&P Dow Jones. O indexador leva em conta critérios baseados em práticas ambientais, sociais e de governança para selecionar as companhias brasileiras que compõem a carteira.

O índice exclui empresas que se dedicam a determinadas atividades comerciais e que não aderem aos princípicios do Pacto Global da ONU. Depois, as companhias elegíveis são ranqueadas pela pontuação ESG da S&PDJI, a partir da Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (CSA, na sigla em inglês). Aquelas que não conseguem pontuação suficiente nos critérios considerados ficam de fora da carteira, que hoje tem 96 participantes de diversos setores da economia. A Lojas Renner atingiu a pontuação mais elevada dentre as integrantes, alcançando o maior peso no índice.

“Ficamos muito felizes em fazer parte e liderar o S&P/B3 Brasil ESG. Isso mostra que a Lojas Renner está avançando nas suas práticas de governança e transparência para o mercado e seus acionistas, bem como no compromisso com a sustentabilidade socioambiental em diferentes esferas do negócio. Com o lançamento do índice, os investidores contam com cada vez mais com informações ESG para embasar as decisões na hora de compor suas carteiras”, diz Fabio Faccio, diretor presidente da Lojas Renner.

Além de estar presente no S&P/B3 Brasil ESG, a Lojas Renner é a única varejista de moda a integrar o ISE B3, pelo sexto ano consecutivo. Também é a única varejista brasileira presente no Índice Dow Jones de Sustentabilidade.

Moda Responsável – A sustentabilidade está presente na proposta de valor e no planejamento estratégico da Lojas Renner. A evolução contínua nesta área está relacionada ao desenvolvimento de um conjunto de ações para o cumprimento dos compromissos públicos assumidos pela empresa para 2021: ter 80% dos produtos menos impactantes, sendo 100% do algodão certificado; suprir 75% do consumo corporativo de energia com fontes renováveis de baixo impacto; reduzir em 20% as emissões de CO2 em relação aos níveis de 2017; e ter toda a cadeia nacional e internacional de fornecedores com certificação socioambiental.

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Gerdau lidera ranking setorial de responsabilidade e governança corporativa do Brasil

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo, ocupa o 1º lugar no levantamento setorial de mineração, siderurgia e metalurgia do Ranking Merco de Responsabilidade e Governança Corporativa 2019. A companhia também está entre as 100 empresas mais responsáveis e com melhor Governança Corporativa do País, na 35ª colocação.

O levantamento anual, realizado pela Merco (Monitor Empresarial de Reputação Corporativa), utiliza uma metodologia de reputação dividida em quatro etapas: avaliação do Comitê de Direção de grandes empresas, parecer de especialistas, pesquisa com consumidores e benchmarking. Foram analisados ainda valores como comportamento ético, transparência, compromisso com o meio ambiente e contribuição à comunidade.

“Em 2019, avançamos na consolidação da nossa governança corporativa e em uma nova configuração do Conselho de Administração, que tem se dedicado ainda mais a questões de estratégia e definições de longo prazo. Entre elas, a incorporação de critérios ESG (ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) na governança da Gerdau, que passaram a nortear nossas decisões estratégicas. Prezamos pela ética, transparência e integridade no relacionamento com todos os nossos públicos de interesse”, conclui Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

Falta de contato entre gestores e colaboradores durante a pandemia pode revelar ao mercado empresas frágeis em governança corporativa

Em períodos de crise, a transparência nas relações entre sócios, colaboradores e com a própria sociedade tem se mostrado fundamental para manter a sustentabilidade dos negócios. Este desafio, além do financeiro, pode transparecer ao mercado a fragilidade de muitas organizações e limitar as possibilidades de captar recursos além de prejudicar a reputação.

A crise da pandemia tem alertado as empresas a importância de buscar boas práticas para conseguir manter sua estabilidade no mercado. O IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) define a governança corporativa como o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas. Os princípios básicos desse sistema, conforme a advogada Ana Rita Petraroli, especializada em governança corporativa, são transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

“Durante essa fase em que o home office se tornou uma necessidade, a falta de contato presencial entre gestores e colaboradores pode ser um desafio para manter uma conduta adequada no gerenciamento da governança. Por outro lado, esse é o momento de demonstrar o preparo da empresa para lidar com crises e transmitir confiança aos investidores e parceiros”, afirma e executiva e sócia-fundadora do escritório Petraroli Advogados.

A advogada destaca que é imprescindível identificar os pontos vulneráveis a fim de possibilitar a criação de procedimentos de gestão e a adequação do planejamento, para ter mais eficiência nas ações. “A elaboração de planos de contingência, por meio de comitês de crise, auxilia na tomada de decisões estratégicas, que tenham como foco a sustentabilidade da empresa e a redução de riscos”.

Ana acredita, que a economia vai se recuperar gradativamente, mas afirma que é preciso estar preparado para essa fase. “É essencial preservar as relações que foram construídas ao longo do tempo, aumentando não apenas a confiabilidade da organização, mas o engajamento de todas as partes envolvidas, incluindo a sociedade. A transparência está diretamente ligada à comunicação, com interação dos executivos, sócios, investidores e colaboradores, estabelecendo um bom canal de relacionamento. É preciso expor claramente a situação da empresa e o que tem sido feito para melhorar, mesmo que pensando nos resultados em médio prazo”, reforça a especialista.

Pedro Melo será o novo diretor geral do IBGC

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) concluiu o processo de identificação e seleção de seu novo diretor geral. Pedro Melo, sócio da KPMG no Brasil, assumirá a função em 2 de março, logo após a conclusão de suas atividades naquela firma.

Melo sucederá Heloisa Bedicks, que ocupou o cargo nos últimos 18 anos. O processo de sucessão, anunciado em outubro de 2019, foi conduzido pelo Conselho de Administração do IBGC – e seu Comitê de Pessoas – e pela consultoria Spencer Stuart. Pedro Melo tem longa trajetória em Auditoria, Consultoria e Gestão Empresarial. Entrou na profissão em 1981 e, desde 1985, desenvolveu sua carreira na KPMG, onde atuou como responsável técnico de auditoria até 2003, quando passou a ter responsabilidades em sua gestão. Entre 2008 e 2017 foi presidente da KPMG no Brasil, sendo que entre 2015 e 2017 acumulou esta função com a de presidente na América do Sul. Sua experiência em governança corporativa é ampla e contempla atuação em conselhos internacionais da KPMG e também em conselhos de diversas entidades de classe, entre elas o Ibracon, Amcham, Ibef e Sescon. Melo também fez parte do grupo que criou o ACI – Audit Committee Institute, em 1999, tendo sido o seu primeiro gestor, até 2002.

O IBGC passa por novos desafios e oportunidades, os quais tem sido objeto de avaliação no processo de estratégia liderado por seu conselho de administração. “Pedro Melo vem contribuir com a sua experiência para alinhar a execução dos processos organizacionais com os nossos objetivos estratégicos”, afirma Henrique Luz, presidente do Conselho de Administração do IBGC.

Aproveitamos para reiterar nossos agradecimentos à Heloisa Bedicks, que muito contribuiu para o crescimento do IBGC, hoje referência internacional em governança corporativa. Desejamos sucesso ao Pedro Melo em sua liderança executiva do IBGC.

Grupo brasileiro cria plataforma de gestão de compliance e prevenção de práticas corruptas

O grupo formado pelas empresas Compliance Total e Contato Seguro lançou em 14 de maio, durante o 7º Congresso Internacional de Compliance, em São Paulo, a Compliance Station®, uma plataforma que oferece às empresas soluções para implementação e gestão de políticas de compliance e transparência, incluindo todas as atividades processos e ferramentas necessárias.

Segundo Wagner Giovanini, sócio-diretor da Compliance Total e Contato Seguro, o objetivo da plataforma é fornecer às empresas todos os instrumentos de um sistema de integridade para prevenir práticas ilícitas, entre elas corrupção, fraudes, questões concorrenciais. “A Compliance Station® é uma solução completa para a empresa construir seu próprio sistema de maneira fácil, rápida e profissional. Ela irá gerar as políticas de compliance, códigos de conduta e todos os materiais de comunicação e treinamento, além de propiciar a gestão da documentação, dos parceiros e fornecedores, canal de denúncia, entre outros, sem a necessidade de contratar uma consultoria especializada”, diz. “A plataforma disponibiliza mais de mil documentos e tutoriais, para facilitar a vida do gestor, que estarão à mão, à medida que uma necessidade lhe surgir à frente, seja nas atividades programadas ou em situações específicas e pontuais”, explica.

A Compliance Station® conta com 12 módulos para a implementação, incluindo a identificação de riscos, estabelecimento de códigos de conduta, introdução do canal de denúncia, comunicação, treinamentos, reuniões, entre outros. Adicionalmente, a plataforma auxilia o profissional, que não precisa ser especialista em compliance, a gerar relatórios analíticos com os resultados do seu sistema, incluindo os de auditorias internas. “O objetivo, além de apresentar uma solução completa de compliance, é capacitar os profissionais para o devido tratamento de todos os processos e atividades que visam proteger a empresa, prevenir irregularidades, detectar eventuais ilicitudes e promover as correções devidas”, completa Wagner.

O Grupo ressalta que a Compliance Station® é completa, capaz de atender aos requisitos das normas aplicáveis (ISO 37.001 e DSC 10.00o) e da Lei nº 12.846/2013, também conhecida como Lei Anticorrupção, que prevê punições pesadíssimas às empresas infratoras.

Parceria internacional

Além do lançamento da Compliance Station®, o Grupo anunciou ainda a assinatura de um contrato de parceria e cooperação com a Compliance Ecuador C.L., com o objetivo de exportar tecnologia e conhecimento para implantação de sistemas de integridade corporativa em corporações operantes em países da América Latina. Na prática, a parceira transfere o know-how brasileiro no combate à corrupção para os países latino americanos.

Contrato firmado

Como resultado imediato, as companhias fecharam dois contratos importantes no Equador. O primeiro com uma das maiores operadoras de telecomunicações atuante não somente no país, mas em outros países da América Latina, e o segundo com uma grande companhia do Equador que atua no mercado de produção e distribuição de alimentos. “Nosso objetivo é disseminar a cultura da integridade e ética no âmbito corporativo”, explica Marcelo Gomes, sócio-diretor executivo da Compliance Total e Contato Seguro.

As empresas já estão atuando em conjunto no mercado Andino, atendendo países como Equador, Colômbia e Peru. Os planos para chegar à América Central e México, bem como à região do Cone Sul, na Argentina e Chile, estão em andamento. “Vamos colocar em prática o que funcionou aqui no Brasil para o combate à corrupção e a disseminação da cultura de integridade corporativa”, ressalta Santiago Reyes Mena, sócio e CEO da Compliance Ecuador.

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Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do IBGC

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Conforme prevê o estatuto social, a escolha foi feita entre os próprios integrantes do conselho de administração, durante reunião do colegiado realizada na tarde de quinta-feira (28). O executivo substitui Ricardo Setubal, cujo mandato como conselheiro e presidente do conselho de administração se encerrou na mesma data.

Formado em economia e ciências contábeis e com cursos em Harvard, Darden e Singularity University, Henrique Luz possui vasta experiência como líder de empresas de auditoria. Atuou por 43 anos na PwC, dos quais 32 como sócio e 24 como vice-presidente e membro do Comitê Executivo de Liderança no Brasil. No IBGC, integra o conselho de administração desde março de 2017. É membro do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e conselheiro de entidades como MAM-SP, MAM-Rio, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e Fundação Dorina Nowill para Cegos, nesta última ocupando o posto de vice-presidente do conselho. Henrique Luz também é ex-presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef-SP) e da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).

Também chegaram ao fim os mandatos dos conselheiros Richard Blachet e Isabella Saboya – que a pedido próprio encontrava-se afastada de suas funções no IBGC desde janeiro. Para os três assentos, os associados ao instituto elegeram, em assembleia geral ordinária, os seguintes profissionais:

Iêda Aparecida Patrício Novais é conselheira de administração, conselheira consultiva e coordenadora do comitê de auditoria em organizações privadas, estatais, de economia mista e do terceiro setor. Formada em comunicações (USP) e com diversos cursos em negócios (FGV), é membro do Colegiado Independente Recursal (CIR) do Instituto.

Leonardo Wengrover tem histórico de nove anos de participação nas atividades do IBGC. Engenheiro, com formação internacional voltada a inovação e tecnologia, assumiu a coordenação geral do Capítulo Sul em 2015, expandindo a atuação regional que é uma das prioridades do Instituto. Possui grande experiência em empresas familiares e organizações com e sem fins lucrativos.

Carlos Eduardo Brandão tem participação em Conselhos de Administração de empresas como a Cemig, CEG e Progen e atuação como executivo sênior nas áreas de gestão de pessoas e administração de crises. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é doutor em História e Filosofia da Ciência- HCTE-UFRJ, tem MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-RJ (1993) e Mestrado em Planejamento Energético na COPPEUFRJ (1989). Foi membro do Conselho de Administração do IBGC (2010 – 2014) e do Instituto Ethos (2013 – 2016).

Renovação

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC, composto por nove pessoas, renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Cloud é realidade para compliance fiscal

Por Eric Carvalho e Roberto Caetano, Gerentes de Desenvolvimento de Software da SYNCHRO

As mudanças da legislação tributária, impostas pelo Fisco, sempre causam impactos para os contribuintes brasileiros. Nos últimos anos, depois que a Receita começou a exigir um volume de informações cada vez maior, esse cenário piorou ainda mais. Para entender melhor do que estamos falando, é preciso conhecer alguns números. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), foram editadas em média 46 novas normas tributárias por dia, ou 1,92 normas por hora, toda estrutura criada pelas companhias para atender a burocracia do Fisco, consome em média 1958 horas por ano, e para piorar, no Brasil, 1 a cada 200 colaboradores trabalham na área fiscal.

Assim sendo, as empresas que buscam alcançar a conformidade tributária e reduzir o risco de atuações da Receita, têm no Cloud o seu grande aliado. Para atender as exigências do Fisco, a adoção da nuvem pode ajudar as empresas que pretendem alcançar a conformidade fiscal. Por meio de uma estratégia de gestão na nuvem, os gestores têm controle em tempo real de todo o processo tributário e fiscal; maior segurança, uma vez que todos os dados e informações movimentados pela empresa são armazenados na nuvem, além da escalabilidade do sistema.

Outro ponto favorável do Cloud é a possibilidade de reduzir drasticamente os custos com infraestrutura. A média de chamados por suporte dos usuários de soluções em nuvem é significativamente menor do que os usuários que utilizam soluções on-premises. Além disso, ao adotar uma solução na nuvem, as empresas eliminam gastos com servidor.

Mas apesar de todos os benefícios da nuvem para otimizar operações ou aumentar a competividade das empresas, ainda existe uma corrente de pensamento que o Cloud não é acessível para todas as companhias. Essa visão está baseada, talvez, no desconhecimento do mercado de TI em geral e, principalmente, do avanço do Cloud, que se tornou uma peça fundamental em qualquer estratégia de negócio bem sucedida. Na busca de entender melhor esse cenário, alguns números sobre o crescimento desse setor podem nos ajudar.

Quando o Gartner anunciou em 2010, que o cloud seria uma das tendências que os empresários iriam priorizar, não tínhamos ainda uma ideia desse potencial. Desde então, a tecnologia na nuvem não parou de crescer e alguns números comprovam que a tecnologia superou as previsões e passou a ser uma realidade. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de das Empresas de Tecnologia e Computação (BRASSCOM) o segmento de nuvem foi um dos que mais cresceu no país em 2017, com 51,7%, e chegou a uma receita de R$ 4,4 bilhões.

Já um relatório apresentado pela IDC, mostra que quase 60% das empresas brasileiras preferem utilizar nuvem. Além da adoção maciça de cloud por parte das companhias, a IDC também revela que o setor de Tecnologia da Informação no Brasil deve chegar o final de 2018 com um crescimento de 5,8%.

Todos esses números apresentados indicam que o mercado de TI e, principalmente a tecnologia na nuvem, representam uma expansão e as empresas já perceberam que é importante contar com essa tecnologia em suas estratégias de negócio. E nesse contexto, a área tributária será a grande beneficiada com aumento de produtividade, maior eficiência operacional e redução de custos.

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Nasdaq BWise reúne executivos para discutir as tendências da Governança, Risco e Compliance (GRC)

Riscos financeiros, reputacionais e operacionais são alguns dos desafios que os executivos precisam gerir com precisão e tempestividade nas empresas, em especial os riscos de conformidade em que há grande necessidade de cumprimento de uma série de normas e regulamentações. Neste cenário, o modelo de atuação das iniciativas de Governança, Risco e Compliance tem se tornado cada vez mais central na busca por maior segurança sobre o atingimento dos objetivos organizacionais.

Para discutir os novas tendências do setor, a Nasdaq BWise – líder mundial em tecnologia para GRC – promove no dia 10 de abril o Summit “GRC Estratégico: Uma visão além da conformidade”, que contará com a presença de Howard Zev, Vice-presidente da companhia para as Américas.

Durante o evento, Howard dará sua visão sobre o futuro do GRC. Além dele, também estarão presentes líderes de diversos setores, incluindo B3, Porto Seguro, BNP Paribas Cardif, Banco Votorantim e M. Dias Branco, que terão seus casos de sucesso compartilhados.

“Atualmente, para que haja efetividade na gestão de Governança, Risco e Compliance é imprescindível contar com uma tecnologia inteligente para auxiliar as áreas de negócio na identificação dos riscos relevantes das organizações. Por isso, buscando evolução neste tema, queremos discutir sobre os desafios, trocar experiências e refletir sobre as inovações em Risk Analytics, Machine Learning e Inteligência Artificial”, diz Claudinei Elias, Managing Director da Nasdaq BWise no Brasil.

O Summit abordará temas de relevância para o mercado, tais como: casos de sucesso, modelos estruturais e as inovações do GRC Cognitivo, o uso de Data Analytics, sistemas regulatórios, compliance, cibersecurity, além de um painel especial com executivos globais para discutir inovações no setor.

Summit Nasdaq BWise

Data: 10/04/2018

Local: Casa Traffô – Rua Gomes de Carvalho, 560, São Paulo

Horário: 09h às 18h

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Ricardo Setubal é o novo presidente do Conselho de Administração do IBGC

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) anuncia a nomeação de Ricardo Setubal como presidente do Conselho de Administração, para um mandato de um ano.

Ricardo Egydio Setubal é administrador de empresas formado pela Fundação Getúlio Vargas e graduado em Direito pela Universidade de São Paulo. É presidente do Conselho de Administração da Itautec, membro suplente do Conselho de Administração da ITAUSA e vice-presidente do Conselho de Administração da Duratex. Também atua como membro do Conselho de Administração da Elekeiroz e membro suplente do Conselho de Administração da Itaú Investimentos.

A escolha de Setubal foi feita por votação logo após a Assembleia Geral Ordinária, que nomeou os três novos membros do Conselho de Administração do IBGC. Os escolhidos para um novo mandato de três anos foram: Leila Abraham Loria, Israel Aron Zylberman e Henrique Luz.

Maioria feminina

Pela primeira vez em seus 22 anos de existência, a maior parte do conselho do IBGC passa a ser formada por mulheres. A nomeação de Leila Abraham Loria a coloca em um grupo já formado por Isabella Saboya, Doris Wilhelm, Monika Conrads e Vicky Bloch, de um total de nove conselheiros.

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Startup implanta compliance em empresas

A corrupção virou pauta dos noticiários no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e até o governo, recebem destacada cobertura da imprensa.

Para se ter uma ideia, em 2017, o ranking de corrupção da Transparência Internacional, que avalia a percepção da corrupção, teve uma piora significativa. O Brasil está no 96° lugar na lista do ano passado, que examinou a corrupção do setor público em 180 países. Segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2016, 65% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance.

Os dados são bastante agravantes e negativos para o país de um modo geral, gerando desconfiança e instabilidade. No entanto, acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos.

Foi pensando nesse cenário que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia na regularização e controle de forma mais certeira da empresa contra possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores”, afirma Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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Como a governança corporativa pode estruturar uma PME?

As pequenas e médias empresas são um nicho importante no mercado brasileiro. De acordo com dados recentes do SEBRAE, elas representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, o que demonstra a força do empreendedorismo no país. Muitas dessas empresas são de origem familiar, ou seja, possuem membros da mesma família na administração dos negócios. Segundo informações da Pesquisa de Empresas Familiares no Brasil, da PricewatehouseCoopers (PwC), divulgada no fim do ano passado, as empresas familiares representam 80% das 19 milhões de companhias do país. Os números expressivos chamam a atenção e levantam um questionamento: como uma empresa de pequeno ou médio porte se estrutura para competir num mercado tão acirrado?

Para Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext Family Business, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa na empresa familiar, ter um modelo de gestão empresarial é importante para qualquer empresa, independentemente do tamanho. Porém, no caso das PMEs, a boa governança tende a ser um passo ainda mais importante para a estruturação do negócio. E se engana quem acha que esse serviço está aquém das possibilidades de pequenos empresários. “Percebemos que esse grupo é um dos que mais têm buscado o trabalho de governança corporativa, que é totalmente personalizado e adaptável à realidade de cada um. Na GoNext, cerca de 70% dos projetos atendidos são de pequenas e médias empresas. Estimamos que, de dois a quatro anos depois da implantação da governança, essas empresas apresentaram crescimento médio anual de 15%, solidificando sua posição no mercado”, afirma Valério.

Entre os benefícios trazidos pela governança corporativa aos pequenos empresários estão a estruturação de um plano de negócios claro e objetivo, que irá direcionar as metas da empresa, bem como as ações que seus dirigentes devem praticar para atingí-las; o estabelecimento de valores na gestão; a definição dos papeis, direitos e deveres de cada um que atua na empresa; além de estabelecer métricas de monitoramento e avaliação, que possibilitam um controle maior da geração de lucro e da administração do fluxo de caixa. Isso tudo, segundo Valério, permite que a PME torne-se estruturada e ganhe competitividade, sem cair em erros comuns.

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Saiba como prevenir lavagem de dinheiro na empresa – Por Eduardo Tardelli

Atualmente, falar sobre lavagem de dinheiro no Brasil não é algo fácil. Porém, diversas empresas nacionais e multinacionais começaram a implantar em sua rotina de compliance o processo de PLD, um sistema de prevenção à lavagem de dinheiro.

No ano de 2012, foram criadas diversas regras que têm como principal objetivo coibir essa atividade ilícita. Com a publicação desse novo código de prevenção, empresas de qualquer porte e modalidade precisaram encontrar meios de se adaptar e melhorar seus processos.

Com o avanço de tecnologias voltadas para a análise de dados, identificar e prever riscos ligados a lavagem de dinheiro dentro de empresas se tornou um processo dinâmico. Esse problema costuma deixar um grande rastro, mas engana-se quem pensa que é fácil identificar. No Brasil, por exemplo, não existem dados estatísticos que nos mostrem quais os impactos dessa ação nos setores públicos e privados, apenas ouvimos muito sobre o tema em reportagens na TV e internet.

Para conseguir ter sucesso na otimização de processos voltados para a prevenção da lavagem de dinheiro, é necessário ter em mãos a tecnologia certa. De maneira manual, é quase impossível buscar informações em diversas bases de dados, por isso, a plataforma escolhida precisa ser boa o suficiente para colhe-las de forma automatizada.

Pensando nisso, listei abaixo cinco dicas que podem ajudar nessa hora:

1) Busque informações nos diários oficiais: poder consultar em âmbito nacional todos os processos ligados a lavagem de dinheiro relacionados a uma pessoa jurídica em específico, pode contribuir para uma análise estatística relevante. Os resultados obtidos poderão te orientar em processos de due diligence e backgrounds. Dessa forma, as decisões passam a ser tomadas com bases em dados e, principalmente, fatos;

2) Analise o quadro societário das empresas: observar o quadro societário de uma empresa é extremamente importante para a tomada de decisão, pois ajuda a compreender as mudanças que ocorreram durante um determinado período. Analisar o perfil dos sócios pode dizer muito sobre o tipo de pessoa e empresa que seu negócio está lidando;

3) Consulte o histórico de participações societárias de uma pessoa física: para te dar um insight precioso, um dos pontos mais relevantes de se fazer uma análise de participações societárias é a oportunidade de identificar empresas laranjas. Como sabemos, elas geralmente são utilizadas para lavagem de dinheiro. Se você está lidando com uma pessoa que possui participação em diversas empresas desse tipo, você provavelmente estará negociando com um criminoso;

4) Verifique sempre empresas e pessoas relacionadas ao negócio: o universo que uma empresa está inserida deve ser levado em consideração. Podemos fazer uma série de questionamentos para entendermos o quão primordial o contexto de uma entidade é relevante para o processo de prevenção da lavagem de dinheiro. Quer um exemplo interessante? Quem poderia imaginar o envolvimento do grande frigorífico com o Presidente da República? Viu como analisar pessoas e empresas relacionadas é importante e que pode otimizar seu processo de PLD?;

5) Identifique pessoas que podem ser politicamente expostas: uma pessoa politicamente exposta é um outro fator importante e ter acesso a informações de campanhas políticas, como o financiador, é completamente fundamental. Em 2003, por exemplo, o governo brasileiro criou o ENCCLA (Estratégia Nacional de Combate a Corrupção e a Lavagem de Dinheiro) para regulamentar algumas obrigações ligadas ao sistema financeiro em relação a PEPs.

Por fim, para criar um processo eficiente de prevenção da lavagem de dinheiro na sua empresa é fundamental conhecer os principais canais de acesso a informação para auxiliar na tomada de decisão. Investir em uma tecnologia robusta é o primeiro passo e um diferencial, já que vemos cada vez mais as áreas de conformidade adaptarem seus processos a análises de dados e informações relevantes.

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento.

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