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Gestão de projetos se adapta a tempos de crise

Autor do livro ‘Projeto 66’, que traz um verdadeiro mix de gestão de projetos aplicado numa viagem pela Route 66 – que liga Chicago a Los Angeles (Estados Unidos) –, o consultor Fabio Braggio diz que, em tempos de crise, é importante que empresas e consultores revejam seus métodos para viabilizar projetos dentro de um novo cenário. “Não podemos nos tornar blindados ou impermeáveis ao que está à nossa volta. A única constante é a mudança, por mais paradoxal que possa parecer. Há alguns anos o Brasil tem enfrentado problemas socioeconômicos, alguns estruturais, que culminaram na situação de incerteza que o mercado vive hoje. Tem muita gente com receio de investir, desde simples melhorias em infraestrutura tecnológica, até projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos. Mais do que cruzar os braços e esperar, ou ainda insistir em fazer tudo como sempre foi feito antes, o momento é de revisão dos métodos adotados. Só assim é possível evitar a estagnação e o risco exacerbado”.

Braggio chama atenção para uma característica muito comum das pequenas e médias empresas que vem sendo cada vez mais reforçada: um rígido aumento de controle sobre as etapas de um projeto. “Existe uma ênfase maior no controle de orçamento, despesas ou até mesmo mudanças de escopo. Sobre esse aspecto, os gerentes de projeto têm sido bastante cobrados. Por outro lado, eles precisam alavancar projetos que possam fazer a diferença para a empresa, como um diferencial competitivo. Além de engessar um pouco mais o escopo dos projetos – já que mudanças no que se quer entregar geralmente refletem em alterações de tempo e custo – também o gerenciamento de risco se tornou mais sofisticado”.

Segundo o especialista, não se trata apenas de elencar os possíveis riscos envolvidos em cada etapa do projeto. “Hoje é preciso que o consultor tenha a expertise necessária em termos de prevenção e gerenciamento proativo de riscos. Ou seja: é preciso antever imprevistos e saber exatamente como agir nesses casos, neutralizando situações que poderiam comprometer o sucesso da iniciativa como um todo. Isto se dá através da elaboração de uma matriz de risco e de um plano de mitigação e resposta. Geralmente tratada sem a devida ênfase pelas organizações, a correta gestão de riscos é um dos fatores que aumentam a probabilidade de sucesso nos projetos”.

Bastante conhecido dos brasileiros, o lema “fazer mais com menos” nunca foi tão valorizado como agora dentro das empresas. Sendo assim, cabe ao gestor de projetos otimizar os recursos disponíveis e escolher metodologias capazes de atender a essa nova demanda da economia. “Vale dizer que a primeira mudança já sentida nesse mercado é que a figura do gestor contratado full time, com todos os direitos trabalhistas e férias, foi substituída pela terceirização de especialistas. Hoje, vale muito mais a pena contar com um consultor independente, contratado por empreitada, que vai entregar exatamente o que a empresa espera se quiser se manter no mercado e fidelizar clientes”, diz Braggio. “Mas o que parece ter recrudescido na verdade abriu outro campo importante: o das certificações. Ninguém consegue mais consolidar uma carreira de consultor em gestão de projetos se não partir em busca de especialização, de credenciamento e cases de sucesso”.

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Optimus Data lança aplicativo exclusivo para gerenciamento de projetos

A Optimus Data, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de tecnologia, como .NET Core, Ruby on Rails, Vue.js, Swift e Kotlin, acaba de lançar o aplicativo Arbo, uma ferramenta de gerenciamento de projetos que permite que os usuários acompanhem pelo celular o andamento das atividades em cada projeto realizado e se comuniquem com os clientes por meio de chat e envio de imagens.

Com uma mecânica fácil para utilização e diversas funcionalidades, o Arbo chega ao mercado de aplicativos para auxiliar empresas e escritórios a organizarem as tarefas e projetos internos, diminuindo o tempo gasto com cada atividade e permitindo que novos trabalhos sejam aceitos. Entre os destaques da ferramenta, está o dashboard de prazo de entrega com três opções de visualização: projetos, tarefas e colaboradores\fornecedores.

Além das facilidades de visualização, também é possível marcar uma tarefa como concluída deslizando a atividade para o lado e para agilizar o contato e manter organizado o andamento dos projetos, o aplicativo conta com um chat entre o usuário e o cliente, onde é possível se comunicar por mensagens e envio de fotos.

Claudinei Gonçalves, Diretor Comercial da Optimus Data, diz “estamos muito satisfeitos com o lançamento do Arbo, será uma ferramenta indispensável no gerenciamento dos projetos” e complementa “o valor investido pelas empresas em uma assinatura terá retorno rápido, fizemos um teste com uma oficina de móveis e tivemos resultados excelentes, conseguimos zerar os atrasos nas entregas”.

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As principais Escolas de Gerenciamento de Projetos

Apenas um terço dos projetos importantes de uma organização produz os resultados esperados. O restante, infelizmente, perde os seus objetivos estratégicos, criando um enorme custo financeiro. Isso é muito sério, não é mesmo? Por isso, nosso objetivo com esse artigo é falar um pouco mais sobre as principais escolas de gerenciamento para facilitar o seu entendimento e trabalho nessa área.

Supondo que você seja um gerente de projetos e ele está alinhado ou adaptado a cultura e preceitos da empresa que você trabalha. Quais os valores e desempenhos que você acha que ele deve agregar ao trabalho de todos? O primeiro deles é a execução de estratégia, por meio de desempenhos e padronizações confiáveis e que possam se repetir. Em segundo lugar, o projeto deve promover a integração da organização, melhorando a comunicação e colaboração entre as equipes. Por fim, saber escolher qual a melhor escola de gerenciamento seguir. Aquela que mais se enquadra no seu tipo de negócio.

Conheça bem as “escolas” de gerenciamento de projetos

PMBOK

O guia para o conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos (Guide to the Project Management Body of Knowledge) é amplamente conhecida pelos estudiosos da área como PMBOK, foi criada pelo comitê de padronização do Project Management Institute (PMI). Ele abraça os principais aspectos contidos no gerenciamento de um projeto, mas não pode ser confundido com metodologia (pois não fornece abordagens diferentes de acordo com cada tipo de projeto). Esse Guia consiste em identificar e conceituar processos, áreas de conhecimento, ferramentas e técnicas. O PMBOK é uma coletânea de melhores práticas que contempla o universo de conhecimentos para gerenciar projetos. Mesmo assim, por sua importância, acabou se transformando em um padrão que serve de fonte para a maioria das metodologias existentes.

ÁGIL (SCRUM)

O SCRUM é um processo de desenvolvimento iterativo e incremental para gerenciamento de projetos e desenvolvimento rápido de software. É utilizado para trabalhos complexos nos quais é impossível predizer tudo o que irá ocorrer.

As metodologias ágeis de desenvolvimento de software objetivam acelerar o desenvolvimento dos programas para melhorar continuamente o processo. Isso gera vários benefícios: aumento da comunicação e interação da equipe; evita falhas na elaboração; permite respostas rápidas às mudanças; organização diária para o alcance da meta definida; aumento significativo da produtividade.

No Scrum, os projetos são divididos em ciclos mensais chamados de Sprints, que representa um tempo definido dentro do qual um conjunto de atividades deve ser executado. Metodologias ágeis de desenvolvimento de software são iterativas, ou seja, o trabalho é dividido em iterações, que no Scrum são chamadas de Sprints e geralmente duram de duas a quatro semanas.

Visual (CANVAS)

O uso do CANVAS no âmbito de Gerenciamento de Projetos foi preconizado por um grande profissional brasileiro da área de Gerenciamento de Projetos: José Finocchio. A ideia principal do Canvas de Projeto é permitir que um plano seja arquitetado de forma visual e colaborativa, permitindo que as principais pessoas relacionadas ao projeto tenham uma a mesma visão à respeito do projeto.

Para projetos pequenos o próprio CANVAS acabará se tornando o próprio Plano do Projeto. Como sabemos, todo o conceito de Concepção de um Projeto está baseado no velho “5W e 2H”: Why, What, Who, When, Where, How long e How Much (Por que, o quê, quem, quando, onde, quanto tempo e quanto custa). Assim, as informações são agrupadas dentro desses mesmos conceitos, por cores, o que ajuda muito o nosso cérebro a visualizar o projeto e por consequência ter um melhor entendimento de tudo que será feito.

Prince 2

O Projects In Controlled Environments (PRINCE) é uma metodologia de gerenciamento de projetos não-proprietário genérico, ou seja, pode ser aplicado em qualquer projeto. O PRINCE2, marca registrada da AXELOS Limited, é genérico e baseia-se em princípios comprovados. As empresas que optam por adotar esse método como padrão, podem melhorar sua capacidade organizacional e maturidade em diversas áreas. Sua flexibilidade permite a ligação com outras abordagens de condução de projetos como o SCRUM para projetos Ágeis.

O método aborda o gerenciamento de projeto com quatro elementos integrados: princípios, temas, processos e ambiente do projeto. Além disso, foca-se no controle de seis objetivos principais do projeto: escopo, tempo, custo, qualidade, riscos e benefícios. A utilização desse método gera vários benefícios como, incorporar práticas e governança estabelecidas e comprovadas como melhores práticas; pode ser aplicado a qualquer tipo projeto e a qualquer tipo de organização; promove linguagem comum, possibilitando um vocabulário comum a todos os participantes do projeto, possibilitando a comunicação efetiva; é uma valiosa e poderosa ferramenta de diagnóstico, facilitando a avaliação, garantia e auditoria do projeto.

Em resumo, um verdadeiro gerente de projetos deve conhecer bem sua equipe, saber definir claramente os resultados desejados, dividir o projeto em etapas, dar liberdade e autonomia aos funcionários. Criar uma Metodologia de Gerenciamento de Projetos da empresa, entendendo as particularidades da empresa e as melhores práticas de cada uma das escolas de gerenciamento de projetos não é tarefa fácil.

Estudo, comunicação e liberdade de ideias podem ajudar muito nesse processo. Para isso também, é primordial contar com o auxílio de um software especializado para Gerenciamento de Projetos, como o NetProject. Esse tipo de software produz melhores resultados e pode decidir o sucesso do seu projeto.

Fonte: http://netproject.com.br

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5 lições de gestão de projetos para empresas de TI

Focadas no desenvolvimento de novos produtos e serviços, as empresas de tecnologia da informação têm que operar sob condições bastante incertas. Para tal, uma boa dose de comprometimento e paixão pelo que se faz é realmente importante, mas não basta para o sucesso. Afinal de contas, os negócios de TI, como qualquer outro, demandam o uso de ferramentas eficazes de gerenciamento, seja para engajar o cliente, aumentar a produtividade ou administrar processos de inovação com êxito.

É neste cenário que, ao longo dos últimos anos, os projetos na área vêm ganhando crescente espaço. Primeiro, porque os empreendedores estão cada vez mais conscientizados da importância de se trabalhar com orientação para projetos. Em segundo lugar, devido ao aumento da interação entre o usuário e os analistas de TI. Mesmo com os avanços, no entanto, ainda são muitos os setores e empresas do segmento que operam de forma insatisfatória – fatores como falta de agilidade no cumprimento das demandas e clientes infelizes com custos e prazos ainda são recorrentes no ramo.

Vale lembrar que o setor de TI, apesar da crise, conta com perspectivas de muito crescimento e geração de oportunidades. Então por que então não lançar mão das melhores metodologias e ferramentas de gestão para potencializar os resultados? Confira 5 lições de gestão de projetos para empresas de TI e alavanque o potencial do seu negócio!

Escolha e adoção de uma metodologia adequada

A adoção de uma metodologia fornece um conjunto de orientações para os projetos, fazendo com que a gestão se torne mais científica e menos empírica. Isso significa ter mais controle sobre os recursos que serão utilizados, aumentando a eficiência da equipe e a entrega de projetos bem-sucedidos em termos de prazos e custos. Com a boa aplicação de um método, é possível evitar práticas que levam ao fracasso e, é claro, replicar o sucesso em trabalhos futuros. Trocando em miúdos, pode-se dizer que a metodologia reúne regras para conduzir um projeto da melhor maneira possível. A Microsoft, por exemplo, utiliza o MSF (Microsoft Solutions Framework) para desenvolver seus produtos.

Mas qual a melhor forma de escolher uma metodologia? Sabe-se que as empresas de TI atuam com projetos bastante voláteis: as demandas mudam constantemente, há problemas de compatibilidade de hardware, brechas de segurança, falhas no software… Por isso, a opção deve levar em conta o método que melhor se enquadre no cenário do projeto de TI, observando-se variáveis de prazo, qualidade e custos. As exigências de cada mercado em que o negócio atua, a mão-de-obra disponível e a cultura organizacional também devem ser considerados no momento da implementação.

Por fim, é interessante observar as metodologias e ferramentas de gestão de projetos difundidas no mundo todo, que têm se mostrado eficazes para projetos de diversos tipos. O Guia PMBOK (Project Management Body of Knowledge) , a norma ISO1006 e o PMI (Project Management Institute) são alguns dos padrões de gerenciamento de maior adesão por parte das empresas. Seja qual for a sua escolha, contar com o apoio de uma metodologia é fundamental para o sucesso dos projetos, sejam eles pontuais ou de grande dimensão.

Formação de equipes específicas para cada projeto

Em geral, empresas e setores de TI têm sua estrutura organizada de forma funcional, principalmente devido a facilidades de gestão. O ideal, porém, é que a equipe opere organizada por projetos, formando-se de um time de funcionários para cada um deles. Deste modo, os colaboradores podem ser selecionados a partir de seu perfil e dos recursos disponíveis.

No modelo funcional, é comum que os profissionais sejam liderados por um único gerente (o analista mais experiente) e, quando um projeto termina, sejam alocados para outros trabalhos ou mesmo para desempenhar funções rotineiras. Na ótica da gestão de projetos, isto é um desperdício, pois não são consideradas as características e necessidades específicas de um projeto na hora da escolha dos funcionários. Em um sistema projetizado, o gestor pode formar as equipes baseado nas competências de cada um e nas demandas apresentadas, selecionando as pessoas mais adequadas. Um projeto que conta com maior risco, por exemplo, deve abarcar os profissionais mais experientes e capacitados do time. Este tipo gerenciamento também permite remanejar melhor a equipe caso seja necessário atender projetos de grande urgência.

Comunicação é palavra-chave

A falha na comunicação é um dos fatores mais comprometedores do sucesso dos projetos, e é capaz de provocar o desgaste de qualquer equipe. Uma das lições mais valiosas trazidas da gestão de projetos é justamente investir em ferramentas e práticas que garantam que todos os envolvidos estejam cientes de seu papel no projeto, além do andamento global do mesmo.

Primeiro, o gestor deve ter em mente quem são os stakeholders. Depois, estabelecer o meio de comunicação mais adequado. Um projeto de TI pode abranger outras áreas, como engenharia. Nesse caso, enquanto a comunicação da equipe pode estar assegurada com o uso de um bom software de gestão , o contato com um mestre de obras, por exemplo, pode ser mais eficaz por telefone. Planeje a interação considerando as demandas e evite ruídos!

Fonte: http://netproject.com.br

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Scrum ou PMBOK, qual o melhor para minha empresa?

Os projetos podem ser definidos como um conjunto de ações temporárias com o objetivo de criar um produto, serviço ou algum tipo de resultado único. Ele é tido como temporário, pois tem um início e fim definidos. Além disso, é considerado único já que não se trata de uma operação de rotina, mas um conjunto específico de operações destinadas a atingir um objetivo específico.

Como tudo na vida, um projeto precisa de organização e parâmetros. Por isso, existem algumas práticas que definem a melhor forma de conduzir um trabalho, ou seja, o projeto. Duas dessas formas são o SCRUM e o PMBOK. Vamos ao conceito de cada um.

SCRUM

O Scrum é uma metodologia ágil usada para a gestão dinâmica de projetos. Ele é uma ferramenta que permite controlar as atividades, potencializando as equipes que trabalham em prol de um objetivo em comum. Nessa metodologia, os projetos são divididos em ciclos (Sprints). Esse último representa um Time Box dentro do qual um conjunto de atividade deve ser executado. As metodologias ágeis de desenvolvimento dividem o trabalho em iterações, que são chamadas de Sprints no caso do Scrum. Esta metodologia é essencial para muitas empresas atualmente, porque não apenas facilita a definição de objetivos, como também ajuda a cumprir os prazos estabelecidos.

PMBOK

O guia para o conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos (PMBOK) pode ser considerada como um divisor de águas na história da gestão de projetos. De autoria do Project Management Institute (PMI) tem por objetivo abranger os principais aspectos contidos no gerenciamento de um projeto. O PMBOK faz uma padronização que identifica e conceitua processos, áreas de conhecimento, ferramentas e técnicas. Não é considerado uma metodologia, mas como já dito, um guia com as melhores práticas para atingir o bom desenvolvimento de um projeto.

Mas quando e qual a melhor forma de utilizar cada um no meu projeto?

Isso vai depender do escopo e do tamanho do seu projeto. Mas, antes de responder essa pergunta, vamos falar um pouco sobre o conceito de escopo.

O escopo descreve todos os seus produtos de um projeto, bem como, os serviços necessários para realizá-los e os resultados finais esperados. Além disso, o escopo descreve o que é preciso fazer para que alcance os objetivos. O escopo de um projeto divide-se em escopo do produto (descreve as características do produto final) e escopo do projeto (descreve o trabalho necessário para que seja entregue com as características especificadas). Em outras palavras, o escopo possui a abrangência das atividades do projeto e lista dos produtos ou entregas a serem fornecidos.

A administração do Escopo compreende o planejamento, a execução e o controle dos produtos ou entregáveis do projeto, ou seja, a administração do escopo define até onde o trabalho vai. O processo de planejar o escopo é feito em duas etapas: declaração (enunciado sucinto dos produtos que serão fornecidos) e detalhamento (relação minuciosa dos produtos que serão fornecidos).

Agora que já temos um embasamento sobre escopo, podemos responder quando utilizar o SCRUM ou o PMBOK de acordo com o tamanho e o tipo de escopo que tem o seu projeto.

Quando se fala em gestão de projetos , a referência não se atém apenas ao controle das ações e gerenciamento das equipes dentro de uma empresa, mas vai além, pois consiste em planejar, definir metas, acompanhar, dar suporte a equipe, mapear performances e identificar quais são os pontos que podem melhorar durante a execução do processo. A boa gestão de projetos depende da implantação de uma metodologia consistente de gerenciamento, metodologia essa que pode influenciar positivamente todos os setores da empresa, gerando resultados satisfatórios em todos os níveis organizacionais.

Mas, qual a melhor ferramenta de gestão para eu aplicar em minha empresa? Isso vai depender da sua realidade, do seu ramo de negócio e de vários outros aspectos. Sendo assim, quem pode responder qual a melhor ferramenta de gestão de projetos é o próprio gestor. A empresa deve definir sua metodologia, independente da escola (SCRUM ou PMBOK) e adotar as ferramentas que julgar importantes.

Fonte: netproject

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4 dicas para uma Gestão de Projetos eficiente em TI

Imagine se a maioria dos projetos fosse concluída da mesma forma que havia sido desenhada no papel? Bom, a realidade para a maioria dos gestores, principalmente os que trabalham com implantação de tecnologia é bem diferente disso.

Por isso, o gerente de Projetos de NL Informática, Fúlvio Ritter, empresa que está há 35 anos no mercado e desenvolve softwares para gestão de empresas, dá algumas dicas para que o processo ocorra da forma mais eficiente possível:

Conheça o negócio do cliente melhor que ele mesmo:

É imprescindível que o fornecedor de TI entenda tão bem do ramo da companhia que atende, quanto o seu contratante. Muitas vezes o cliente acredita que precisa de uma solução, quando na verdade ele precisa de outra completamente diferente. Para tanto, é necessário entender do negócio para propor a melhor alternativa que vá entregar os resultados que ele almeja lá na frente.

Tenha os limites do contrato bem definidos, mas permaneça flexível

Firmar quais serão os itens que estão inclusos no acordo é de suma importância, porém, sabemos que novas demandas do cliente podem acabar surgindo. O objetivo é entender a complexidade dos processos e como a solução pode auxiliar no gerenciamento do negócio e trazer melhores resultados. Sendo assim, sabemos que para uma parceriaser sólida, ela precisa ser win/win (ganha/ganha), e chegar a um denominador comum quanto ao atendimento de necessidades não previstas anteriormente também faz parte do jogo.

Alinhe as expectativas periodicamente

Durante o Gartner Symposium ITxpo 2016, que aconteceu em Orlando em outubro deste ano, os analistas da consultoria deixaram bem claro que as empresas não querem mais saber só de estudos de caso de sucesso. Hoje, as companhias querem o Retorno do Investimento (ROI) com maior exatidão possível para conseguirem avaliar se o gasto com TI valerá a pena. Desde o início do projeto, é importante alinhar as expectativas para que não haja descontentamentos e nem frustrações ao longo da parceria. E isto deve ser feito periodicamente, para que o cliente tenha a ciência dos avanços que estão sendo conquistados e das partes que ainda precisam de melhorias para extrair o máximo do potencial da solução contratada.

Além disso, é fundamental estar atento ao mercado para propor inovações. É sempre importante capacitar os clientes para utilizar o sistema junto as suas demandas e o principal papel de quem gere um projeto é entender estas necessidades e auxiliar a melhorar estes processos.

Comunicar-se bem e pelo meio certo

Um projeto de TI envolve diversas áreas e cada uma delas se comunica de um jeito diferente. Nem sempre o velho e bom e-mail é a melhor alternativa (apesar de ser uma excelente forma de documentação do que foi tratado). Algumas áreas como o varejo ou a indústria, nem sempre tem à disposição um computador para acessar sua caixa de entrada e, por outro lado, algumas demandas precisam que uma pessoa esteja orientando o cliente por telefone. A melhor forma de se comunicar deve estar bem clara, seja e-mail, telefone, redes sociais, aplicativos de mensagens… pois cada empresa funciona de uma maneira e todos os envolvidos no projeto precisam estar a par do que está acontecendo.

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PMI-MG promove curso preparatório para Certificação PMP®

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Inscrições abertas para o Curso Preparatório para Certificação PMP® , promovido pelo Project Management Institute (PMI-MG) . As aulas serão de 21 de outubro a 09 de dezembro e são destinadas aos candidatos que já possuem os pré-requisitos de elegibilidade para prestar o Exame PMP® e já têm um estudo prévio baseado no Guia PMBok® Quinta Edição.

O curso tem carga horária de 60 horas e 15 aulas e será ministrado por instrutores filiados ao PMI-MG , com certificado PMP® e ampla experiência na área de Gerenciamento de Projetos e vivência docente.

Curso Preparatório Para A Certificação PMP® :

Data: De 21 de outubro a 09 de dezembro
Horário: Sextas de 18h30 às 22h30
Sábados das 08h às 12h
Local: Rua Cláudio Manoel, 1.185 – Funcionários – PUC Praça da Liberdade
Contato: (31)3280-3302
Informações: www.pmimg.org.br

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Saiba porque o gerente de projetos é o profissional do futuro nas organizações

“Job”, “engagement”, projetos… São palavras que têm surgido com mais frequência nos diálogos das organizações nos últimos anos. Projetos têm começo, meio e fim. São trabalhos pontuais, com produtos e prazos definidos. Esta forma de trabalho tem sido cada vez mais usada pelas empresas, em vez de desenvolver contratos fixos de serviços e equipes amplas para atendimento. Esse novo cenário tem se estabelecido, uma vez que trabalhar desta maneira oferece agilidade, diminui ou otimiza custos, possibilita compartilhar recursos e iniciativas e oferece flexibilidade na gestão dos recursos humanos.

Neste cenário, o Gerente de Projetos surge como um profissional com perfil predominantemente generalista e que ganha cada vez mais espaço no mercado. É ele quem faz a gestão dos profissionais envolvidos no trabalho, atribui tarefas, lidera, analisa estratégias, ajuda no relacionamento das equipes com outras áreas da organização e monitora possíveis riscos do projeto, por exemplo. As perspectivas para a função são positivas: segundo pesquisa internacional do Project Management Institute (PMI) 13 milhões de novas vagas para o cargo, 1,3 milhão só no Brasil, até 2020, sendo o quinto pais a recrutar mais profissionais deste segmento.

De acordo o diretor-presidente da Lens & Minarelli, José Augusto Minarelli, o Gerente de Projetos representa a nova liderança das organizações. “Ele é o líder de diferentes equipes. É ele quem vai viabilizar estratégias, estar atento a possíveis erros de execução, administrar investimentos, engajar equipes e garantir a entrega de resultados pela organização”, explica o executivo.

Minarelli lista ainda sete características do perfil do Gerente de Projetos:

1. Líder, “networker” e Inspirador

O Gerente de Projetos é essencialmente um líder. Ele é o espelho e guia de seus colaboradores e parceiros e, para garantir que o trabalho seja desenvolvido plenamente em equipe, é preciso ser motivador de pessoas. Para ser um bom líder, precisa conhecer e se relacionar profundamente bem com sua equipe e pares da organização.

2. Assertivo, negociador e comunicativo

“O profissional precisa ter precisão nas suas escolhas, saber os melhores caminhos e atalhos para alcançar resultados mais rapidamente”, explica. Deve incentivar a colaboração e troca de experiências. Deve saber “vender seu peixe” e atuar como conselheiro ou mentor, influenciando sua equipe e outros agentes organizacionais, quando necessário.

3. Organizado e solucionador de problemas

Organização é a base de tudo. É a partir daí que tudo é gerado e criado de forma ordenada, sem desencontros e retrabalho. O gerente de projetos é essencialmente um solucionador de problemas. Descobre problemas e age no tempo certo para resolve-los, liderando sua equipe e o projeto no caminho do sucesso.

4. Estratégico

Para Minarelli, o Gerente de Projetos necessita ter visão de negócio e de mercado para, desta forma, trabalhar com as melhores ferramentas e ações que garantam a entrega dos resultados.

5. Flexível e persistente

“Não só na vida corporativa como um todo, mas em projetos específicos e urgentes pedem uma visão flexível, afinal, qualquer processo pode sofrer um atraso ou depender de terceiros para ser concluído”, diz.

6. Planejador

“Nada é feito concretamente sem planejamento. Contar com etapas, prazos e delegações de atividades é um passo crucial para o sucesso do trabalho”, conclui.

O profissional que pretende seguir a carreira de Gerente de Projetos pode conquistar uma sequência de oito certificações oferecidas pela associação internacional PMI. Os rendimentos mensais podem ir de R$ 12 mil a R$ 26 mil, segundo o Guia Salarial 2016 da Hays.

7. Gerente de sua própria carreira e Empregabilidade

Como projetos possuem começo meio e fim, o Gerente de Projetos precisa estar preparado para as transições pelas quais sua carreira irá passar. Precisa acompanhar sua carreira e de sua equipe, assim como faz com os seus projetos.

Aprofundando o tema, José Augusto Minarelli ministrou palestra no último dia 30 de agosto, durante 15º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos a palestra “Como cuidar da carreira e enfrentar as transições profissionais”, para auxiliar os profissionais a garantirem empregabilidade durante toda a trajetória de carreira.

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Thiago Ayres, do PMI-PR: recuperação do Brasil é projeto desafiador para empresas

O Valor Agregado entrevistou Thiago Ayres, presidente do PMI-PR para falar de um projetos mais desafiadores para nosso país: a recuperação da economia e das empresas brasileiras.

Vale a pena conferir!

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XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos reuniu especialistas renomados em Belo Horizonte

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De 13 a 15 de junho, o Project Management Institute – PMI-MG realizou, em Belo Horizonte, o XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos. Considerado o maior evento do setor na América Latina, o encontro reuniu renomados palestrantes nacionais e internacionais que participaram de debates, apresentaram cases, ferramentas e novas tecnologias utilizadas no gerenciamento de projetos. Aproximadamente 800 congressistas participaram do evento.

Os temas foram centralizados no “Triângulo do Conhecimento do PMI ”, formado por três habilidades: técnicas, de liderança e de gerenciamento estratégico. No primeiro dia de evento, o diretor do centro de excelência em gerenciamento de projetos da IBM e um dos diretores do PMI , Steve Del Grosso, falou sobre como agregar valor à Gestão de Projetos, as perspectivas da profissão e desafios. “Deve-se estabelecer uma conexão entre estratégia e negócios, gestão de projetos e liderança dentro de uma empresa. Neste sentido, é preciso entender que um bom líder, para garantir o sucesso do seu negócio, deverá saber ouvir, manter o foco e ter intimidade com seus funcionários para entender suas necessidades e conhecê-lo o melhor possível”, conta.

O produtor executivo de mega shows e eventos internacionais, Sylvain Gauthier, que trabalhou na divisão de conteúdo criativo do Cirque du Soleil, dos Jogos Olímpicos de Pequim e na Fórmula 1 da China, falou sobre a gestão de projetos no mundo do conteúdo criativo. “Nessa área é imprescindível lapidar as ideias, saber lidar com o lado técnico e criativo, cuidar da comunicação, reunir e liderar um elenco de grandes talentos, gerir riscos, lidar com a mudança constante e com a diversidade, criar uma boa história e encontrar os investidores certos para fazer acontecer”, expõe.

O fundador da Samba Tech, um dos 50 empresários mais inovadores do Brasil pelo Meio&Mensagem e um dos 10 jovens mais inovadores do país pelo MIT, Gustavo Caetano, falou sobre inovação. Ele contou sobre sua trajetória, expôs cases e algumas estratégias dos novos modelos de empresas inovadoras. “Grandes companhias estão perdendo lugar no mercado, pois esqueceram de se reinventar. Dessa forma, as novas empresas ficam em vantagem, pois conseguem se inovar mais do que as grandes, além de estarem focadas em resolver um problema de cada vez. Desenvolvemos o que chamamos de ‘Estratégia Pinos de Boliche’, que foca num determinado problema e quando ele for resolvido, partimos para o próximo. Dessa forma, ele será solucionado com excelência e a partir disso novas ideias podem acabar surgindo. Além disso, essas empresas inovadoras estão, cada vez mais, se preocupam em oferecer serviços simplificados e que atendem às novas necessidades do consumidor atual”, conta.

Caetano também ressaltou a importância de ser flexível na gestão de projetos. “O futuro é imprevisível e as coisas estão mudando muito, então não fixe no planejamento e esteja disposto a mudá-lo de acordo com as novas situações que forem surgindo”, recomenda.

Outra palestra de destaque ficou por conta do economista mais influente do Brasil (Forbes e Klout), único brasileiro na lista dos mais importantes palestrantes mundiais do Speaker’s Corner, Ricardo Amorim. Ele falou “porque a economia deve melhorar e surpreender positivamente em breve com o melhor gerenciamento deste grande projeto chamado Brasil”.

Amorim falou sobre o cenário político atual brasileiro e abordou temas como o impeachment, delação premiada e o Petrolão. O economista também fez importantes comparativos entre política, economia e gestão de projetos. “Um bom governo e um bom gerente de projetos precisam manter um equilíbrio entre saber ouvir o que o outro tem a dizer e a não ceder sempre às pressões. Uma boa liderança é primordial para o sucesso”, avalia. Ao final, ele deixou uma mensagem positiva aos congressistas. “As grandes oportunidades surgem das grandes crises, pois elas nos tiram da zona de conforto e nos fazem tomar iniciativas. Se não fosse pela crise vivida no país, o brasileiro não teria saído às ruas exigindo que os corruptos fossem presos, por exemplo. A impunidade ainda reinaria. Como gestor de projetos, pense nisso como uma oportunidade de melhorar os seus serviços, seu atendimento e se tornar um profissional de destaque”, conclui.

Já o consultor em gerenciamento de projetos e membro do PMI PgMP Panel Review Committee, André Toso Arrivabene, abordou o tema: “Estratégia de Negócios no Mundo Real: sua estratégia pode estar errada?”. “Muito mais que definir uma visão e fazer análise SWOT, é importante superar forças estruturais que tendem a reduzir sua rentabilidade. Dessa forma, é preciso ir atrás de vantagens competitivas sustentáveis, que são atributos que fazem uma empresa ter um desempenho comparativamente melhor que seus concorrentes”, recomenda.

O sócio diretor da empresa Caldeira Marketing – Consultoria em Marketing e Vendas, e vice-presidente de Marketing da Assespro MG, Wilson Caldeira, falou sobre o conceito de Lean Startup para gerar inovação. “O maior inimigo da inovação é o sucesso. Quem deu errado não tem medo de inovar, já quem deu certo, tem. O momento atual exige saber testar e interagir com o cliente”, ressalta.

Outras palestras que também fizeram parte do Congresso são a do consultor, instrutor e professor em gestão de projetos e portfólios, Paulo Mei, que falou sobre “A Gestão Descomplicada de Stakeholders utilizando o modelo PM Mind Map®”. O diretor da Impariamo Cursos e Consultoria, pós-doutor em Educação pela UNESP, Armando Terribili Filho, palestrou sobre “Lições aprendidas: um instrumento de planejamento para tomada de decisão”; a especialista em programas acadêmicos, Ashley Forsyth, falou sobre o avanço do ensino de gestão de projetos; e o professor e engenheiro civil, Angelo Valle, falou sobre o futuro do Gerente de Projetos e a importância de saber gerenciar o conhecimento e o aprendizado.

As palestrantes Sandra Lage e Fabiana Bigão apresentaram seu artigo: “Gamification em Gerenciamento de Projetos: estudo de caso de uma grande construtora”. Lage realçou a importância da gamificação dentro das empresas. “A gamificação deve ser usada para motivar equipes a executarem suas atividades de forma a terem uma experiência de trabalho gratificante e divertida, com recompensas visíveis em função dos resultados alcançados”, ressalta.

O General de Brigada, Guido Amim Naves, ministrou a palestra “A gestão de portfólio de projetos do Exército Brasileiro”. “A cultura organizacional do exército é algo muito forte. Somos uma instituição com muitos valores e que preza pela disciplina e hierarquia, por exemplo. Isso acaba influenciando muito na nossa forma de gerenciar projetos dentro do exército, pois possuímos nossa própria sistemática de planejamento e nosso mapa estratégico”, diz.

O professor e Consultor na Fumsoft nos projetos SebraeTec, na área de inovação tecnológica, Fernando Zaidan, falou sobre “Gestão de Projetos de Games: uma estratégia de gestão e negócios em um mercado inovador”. Durante a conversa ele explicou como funciona o processo de criação de games, deu dicas e comentou sobre os desafios desse universo. “No mundo dos jogos tem que se dedicar muito e ter uma estratégia forte. Além de participar de vários projetos para ganhar expertise na área, é preciso também aflorar na equipe de produção de games a paixão pelo desenvolvimento”, conta.

Marcelo Szuster, MBA em Finanças pelo IBMEC, que ministrou palestra sobre “As forças por trás da transformação digital”; o coordenador acadêmico de MBA em Gerenciamento de Projetos e em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, André B. do Valle que falou sobre “O gerente de projetos como fator estratégico para sucesso do projeto”; a Facilitadora de Desenvolvimento para a Vale, Hanna Meirelles, que ministrou palestra sobre como empoderar a verdadeira liderança; e o mestre em administração e gestão de projetos, pesquisador e professor em várias escolas de negócios e universidades brasileiras, Farhad Abdollahyan, falou sobre metas de desenvolvimento sustentável até 2030 e o papel dos gerentes de projetos.

O último dia do evento, quarta-feira (15) iniciou com um painel de discussão que teve como tema: “O impacto da crise na área de Gerenciamento de Projetos em diferentes regiões do país”. Grandes nomes fizeram parte dessa discussão, como o CEO da Excellence Gestão Empresarial e consultor, Adilson Pize; o diretor executivo da CAF Facilities Management e consultor, Carlos Augusto Freitas; o fundador do PMI Mato Grosso, Clebiano Nogueira; o IT Sr. Delivery Manager de uma multinacional americana no Brasil e professor em diversos cursos de MBA pelo país, Juliano Reis; a gerente de produtos e serviços na equipe projetos do Banco do Nordeste e voluntária do PMI , Raquel Ximenes e o presidente do PMI-PR e Coordenador Geral da Integração Nacional dos capítulos ou sedes do PMI no Brasil, Sergio Marangoni.

Os especialistas responderam perguntas feitas pelo diretor do PMI-MG , Leandro Siqueira, que mediou o debate. Cada participante, representando uma região do Brasil, deu um breve panorama da gestão de projetos em diversos setores da economia, contou suas perspectivas de mercado e os desafios enfrentados. Segundo Sérgio Marangoni, na região Norte existe uma escassez de profissionais da área de gerenciamento de projetos, pois a maioria dos gestores ainda insiste em construir carreira nas cidades da região Sudeste como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Precisamos de pessoas. As oportunidades de trabalho existem, basta se adaptar ao mercado”, diz.

O IT Sr. Delivery Manager, Juliano Reis, deixou uma mensagem aos congressistas. “O gerenciamento de projetos nunca foi tão necessário quanto agora. Antes as organizações tinham chance de errar, agora, com o erro, ela pode estar fadada ao fracasso. Por isso é tão importante que o profissional comece a investir nele mesmo, corra atrás de certificações e planeje sua carreira, pois dessa forma, quando o cenário melhorar, ele já estará pronto para o mercado e estará à frente dos concorrentes”, finaliza.

Uma das palestras finais contou com um fator surpresa. O consultor e professor nas áreas de governança, gestão e projetos, Thiago Ayres, que ministrou a palestra: “MotoRide Latin America: lições de um projeto de aventura em duas rodas”, entrou, juntamente com dois amigos, montado em suas motos.

Ayres, que atravessou seis países pela América Latina, falou sobre a importância do planejamento para se realizar uma viagem. “A viagem deve ser encarada como um verdadeiro projeto e diversos fatores precisam ser levados em consideração para garantir que a jornada seja bem sucedida. É necessário organizar, por exemplo, os horários, objetivos, determinar custos e definir roteiros”, diz. Segundo Ayres é preciso levar em consideração também os possíveis riscos de uma viagem. “Nem tudo, claro, pode ser planejado. Em uma das viagens, por exemplo, sofri um acidente com a moto que deu perda total, mas como fizemos um planejamento, garantimos mais de seis seguros, o que facilitou e muito a nossa vida”, finaliza.

A 12ª edição do Congresso será realizada em 2017 em Curitiba, no Paraná.

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Six Sigma Brasil apoia o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos e oferece palestra sobre o futuro das empresas e os desafios de gestão

Em um cenário de mudanças constantes e instabilidade, aquele que se planeja e se antecipa ao futuro passa a ter um grande diferencial. O momento da economia do Brasil desafia grandes empresas e instituições a pensarem nas tendências e estimularem a reflexão das pessoas que tomam decisões nas empresas e movimentam a economia.

Para fomentar que as empresas brasileiras tenham as informações que precisam para ajudar na recuperação da economia, eventos como o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos voltados ao público de gerenciamento de projetos, trazem ricos e importantes conhecimentos. Alinhada a esse objetivo, a empresa Six Sigma Brasil agrega sua marca como apoiadora do evento.

Além disso, Clovis Bergamo Filho, presidente da Six Sigma Brasil leva à discussão durante o Seminário o tema “Empresas do futuro e os desafios da gestão”.
“Dentro da perspectiva INOVAÇÃO, pretendo abordar as tendências para a empresa do futuro e as novas características do mercado para que os profissionais tenham um entendimento do caminho a ser percorrido e como podem se preparar para ele. Minha palestra colaborará com uma visão direta de como o profissional deve elaborar o seu plano de carreira”, comenta Bergamo.

Buscando enfatizar a integração das metodologias existentes e praticadas no mercado como um meio para se atingir o resultado de negócios nas organizações, o profissional irá estimular que o público presente pense sobre seus diferenciais para a organização.

A ideia de Bergamo é compartilhar informações que subsidiam a estratégia das empresas e dos profissionais, colaborando com o objetivo do evento, de refletir as melhores práticas globais e apoiar o planejamento estratégico empresarial e profissional de cada um dos participantes.
“Entendo que os dois eventos, tanto o Congresso Internacional da Six Sigma Brasil como o Seminário do PMI-SP, são pontos de reflexão e busca de melhores práticas, gerando um grande diferencial para as empresas brasileiras”, comenta ele.

Eventos como o Seminário do PMI e o Congresso Six Sigma são muito importantes para este cenário adverso que o país está atravessando. “Os profissionais devem estar atentos para otimizar a produtividade nas organizações, pois todos sabemos que novos contratos vão ser mais difíceis neste período. O executivo deve sair a campo para utilizar todo o seu conhecimento para garantir a lucratividade de sua organização com ações que gerem redução de custo e melhoria na performance”, finaliza Bergamo.

Para saber mais sobre as palestras e ações de discussão que serão apresentadas no evento, acesse o portal do Seminário: http://sigp.org.br/seminario-2015/

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015
Inscrições pelo site:
http://sigp.org.br/inscricoes/

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Quem atua em projetos sabe como realizar o Gerenciamento de Stakeholders de maneira correta?

Devido à sua relevância para a Gestão de Projetos, o tema de Gerenciamento de Stakeholders foi recentemente incluso no PMBOK, porém, o aprofundamento e reflexão sobre as formas de relacionamento com os diversos stakeholders envolvidos é uma necessidade para os profissionais e empresas que atuam com projetos.
Pensando nisso, o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos, que acontece nos dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015, pretende abordar o tema na palestra ministrada por Luciano Salamacha, Doutor, PhD e Fundador do canal de vídeos corporativos Bosstech.

“Apresentarei uma metodologia inovadora e inédita em um evento de Gerenciamento de Projetos, com forte ênfase na aplicação prática e no desenvolvimento da carreira dos gerentes de projetos: a matriz Stakehand® e o método Ultravision®, que foram concebidos para auxiliar os gerentes de projetos a melhorar seu desempenho na gestão das partes envolvidas no projeto”, comenta Salamacha.

Segundo ele, a Matriz Stakehand® é uma poderosa metodologia para o alinhamento das expectativas pessoais tanto dos stakeholders quanto do próprio gerente de projetos. “Utilizando conceitos de neurociência voltada à gestão de pessoas e estratégia empresarial, a palestra vai apontar os caminhos que um gerente de projetos deve seguir pela aplicação do método. Sabe-se que grande parte do sucesso de um projeto está na capacidade que o gerente de projetos tem de se relacionar com os stakeholders. A matriz Stakehand® e o método Ultravision® surgiram justamente para preencher essa lacuna existente atualmente na qualificação dos profissionais envolvidos na gestão de projetos em suas diversas fases da carreira. Compreender o comportamento humano à luz da neurociência torna essa metodologia única e revolucionária, pois altera significativamente como as pessoas devem compreender a participação (ou não) dos stakeholders em um projeto”, conta.

Honrado em ter a oportunidade de participar do 14º Seminário, Salamacha conta que a participação no evento permite a ele disseminar ainda mais os métodos que desenvolveu para auxiliar os profissionais da área de Gerenciamento de Projetos. “Estar conectado com esse público e poder mostrar tudo que essas metodologias podem fazer por eles por si só já é um retorno incalculável, por isso, venham com a mente aberta e disposta a assimilar novas formas de desempenhar em seu dia a dia. Não só a minha, mas todas as palestras poderão colocar em questionamento vários padrões comportamentais já cristalizados na mente do participante. Logo, quanto mais disposto a aprender e aberto para novas ideias, mais proveitoso será o evento”, finaliza.

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos

Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015

Inscrições pelo site: http://sigp.org.br/seminario-2015/

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