Category geração Y

Geração Y gosta mais de comprar no e-commerce que geração Z, revela pesquisa

A preferência das pessoas por comprar pela internet já é uma realidade entre todas as gerações. Até mesmo entre os babyboomers, geração nascida logo após a Segunda Guerra Mundial, a inclinação pela compra online atinge 84% das pessoas. No entanto, ao contrário do que se poderia pensar, não são os jovens de 20 anos ou menos os campeões na escolha pelo e-commerce.

A porcentagem de consumidores nascidos depois de 1995, a chamada geração Z, que se declararam estar mais propensos a usar o e-commerce para comprar produtos ou contratar serviços ainda é esmagadora (87%), contra 13% que preferem comprar em lojas físicas. Mas os millennials, da geração Y, gostam mais ainda da modalidade: 95% das pessoas que têm entre 27 e 37 anos priorizam a compra pela web em detrimento das lojas físicas. Esta geração ainda se destaca na compra via mobile (40%, enquanto a média foi de 29%) e na busca pelo menor preço. Para 84% das pessoas nesta faixa etária, o custo é o fator que mais influencia na compra.

Os números são de uma pesquisa da Rakuten Digital Commerce com 472 consumidores das 4 gerações. Entre os consumidores da geração X, nascidos entre 1960 e 1979, o índice de preferência por comprar online é igual ao dos millennials mais jovens, a chamada geração Z: 87%. A geração X se destaca também como a que mais planeja antes de fazer comprar (91%), 4 pontos percentuais a mais que a média geral.

A disputa entre as gerações Y e Z continua em outros quesitos. Se por um lado a geração Z é a que mais usa apenas apps para finalizar a compra (75%, enquanto a média foi de 65%), a geração Y é a campeã nas compras de produtos de saúde e beleza, entretenimento e casa & decoração. Por outro lado, os millennials da geração Y também ostentam um recorde não tão positivo: a compra por impulso, declarada por 32% das pessoas que responderam a pesquisa.

E não pense que os mais velhos ficaram de fora. São eles os que mais compram produtos ou serviços relacionados à viagem e turismo pela internet. Já quando o assunto é segurança, também são os que mais se preocupam; apenas 4% disseram não analisar atentamente todos os aspectos de segurança da loja virtual antes de fazer a compra.

Os hábitos de consumo dos brasileiros no e-commerce e as melhores práticas para vender online serão debatidos durante a Rakuten EXPO 2017, um dos maiores eventos do calendário nacional de e-commerce e que acontece no próximo dia 5 de outubro, a partir das 9h, no World Trade Center Golden Hall, em São Paulo. A feira é promovida pela Rakuten Digital Commerce, empresa de soluções para e-commerce vinculada ao maior ecossistema de internet no mundo. Em sua 6ª edição, a Rakuten EXPO espera reunir cerca de 3 mil participantes. Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento (expo.rakuten.com.br).

Tags, , ,

Geração Y – Desafios e anseios na era das startups – Por Guilherme Junqueira

A geração Y, também conhecida como Millennials ou Geração da Internet, se refere as pessoas nascidas após os anos 80. Esses jovens vivenciaram a revolução tecnológica que ocorreu no mundo e a explosão da internet. Conectados, engajados, impacientes e preocupados em mudar o mundo ao seu redor, essas pessoas não ficam “acomodadas” e buscam desenvolver suas realizações. Dessa forma, descartam empregos que não consideram tão interessantes e procuram conciliar gostos pessoais com a profissão.

Por isso, muitos deles optam por trabalhar em startups, que são empresas que buscam inovar em seus serviços ou produtos e possuem um grande apelo tecnológico. Boa parte dos CEOs das startups brasileiras também fazem parte dessa geração e isso se reflete na cultura no ambiente profissional. Os Millennials não querem mais aquele trabalho monótono e sem novidades, como os empregos tradicionais, e estão migrando cada vez mais para startups pelas possibilidades de desenvolver sua carreira, aprender múltiplas funções e participar ativamente de seu crescimento.

Um dos benefícios desse tipo de empresa é a cultura que foca na meritocracia, que é o reconhecimento de acordo com as metas batidas. É um ambiente de constante melhoria e desenvolvimento pessoal. Além disso, as startups se empenham para que o clima do escritório seja agradável adotando alguns benefícios, como o No Dress Code (liberdade para trabalhar com a roupa que quiser, em alguns casos até calçando chinelos), horários flexíveis, convênios com academias, momentos de descontração (happy hours, sinuca, fliperama), menos burocracia, autogerenciamento, guloseimas e, dependendo do desempenho do colaborador, ele pode até receber ações da empresa. Para quem sonha em empreender, é um ambiente perfeito para aprender todos os processos com a gestão focada em resultados.

Para os jovens que pensam em trabalhar com esse segmento, as startups procuram pessoas “fora da curva”. Isso não quer dizer que eles procuram gênios da engenharia, nada disso! É preciso mostrar engajamento, criatividade na resolução de problemas, empreendedorismo e, é claro, habilidades técnicas no que se propõe a trabalhar.

Se você tem essas características, trabalhar em uma startup pode ser seu caminho para sucesso!

Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy, escola de transformação tecnológica que cria programas educacionais para os profissionais do futuro.

Tags,

Geração Y dá mais importância à conexão com internet do que a serviços básicos

Integrantes da chamada Geração Y, com idade entre 15 e 35 anos, preferem ficar sem encanamento, aquecimento e ar condicionado, transporte pessoal e TV a cabo do que sem conexão com internet e eletricidade para carregamento dos dispositivos conectados. É o que indica o relatório da pesquisa “Sua rede: agora atendendo à Geração Y”, realizada pela CommScope, multinacional do setor de telecomunicações presente em 130 países, que emprega aproximadamente 25 mil pessoas, em parceria com a Censuswide.

O estudo foi administrado em quatro grandes áreas metropolitanas – São Francisco, São Paulo, Londres e Hong Kong – verificando a opinião de integrantes da Geração Y e da Baby Boomers (idade entre 51 e 70 anos), com o objetivo de identificar características do comportamento das pessoas em relação à conectividade. Apesar de a preferência por tecnologia estar no topo das preocupações de ambas as gerações, no caso da Geração Y, serviços básicos não aparecem entre as três principais. Ao serem questionados sobre o que não poderiam ficar sem, os mais jovens elegem eletricidade, internet e Wifi, respectivamente. Na hierarquia de necessidades dos Baby Boomers, o encanamento é o terceiro colocado.

O relatório final evidenciou que em vez de tratar a internet como uma “ferramenta”, “base de conhecimento” ou “um meio para determinado fim” — visões mais provavelmente feitas pela Geração X ou Baby Boomers — a Geração Y vê a internet como uma parte indistinguível da sua identidade individual e do tecido social de suas vidas. Muito parecida com o ar ou a água, ela se tornou essencial para quem eles são, principalmente para aqueles com até 20 anos.

Composta por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – 86% delas em mercados emergentes como Brasil, China e Índia –, estima-se que a Geração Y compreenderá 75% da força de trabalho mundial, com mais de US$ 8 trilhões em renda disponível em 2025. Uma geração muito mais exigente em termos de qualidade e rapidez de conexão do que suas antecessoras, que impõe diversos desafios aos setores de telecomunicação e TI.

“São pessoas que veem a conectividade como uma commodity. Centralizadas na qualidade do serviço em detrimento da fidelidade à marca ou da relação empresa/cliente, elas podem migrar para qualquer provedor que lhes ofereça a combinação mais forte de serviços, flexibilidade, velocidade e confiabilidade. Isso poderia resultar em uma diminuição da lealdade do comprador, tornando mais difícil para os provedores de desempenho ineficiente se manterem competitivos, acarretando em mais fusões e incentivando uma maior cooperação e parcerias”, avalia Sylvio Peres, vice-presidente de vendas para Caribe e América Latina da CommScope.

O estabelecimento desta geração como principal usuário das redes, aliada a evoluções tecnológicas como a internet das coisas, que permitirá a conexão de todo tipo de dispositivo por meio da internet, vai exigir o aumento de tamanho e eficiência tanto da estrutura física das redes quanto da qualidade e confiabilidade de conexão.

“A rede cabeada no Brasil, assim como na América Latina de uma maneira geral, cobre cerca de 20% do território. As características geográficas, muito variadas de região para região, dificultam a chegada a locais mais distantes, como as zonas rurais. Para que a expansão seja economicamente viável para operadoras de telefonia e provedores de internet, talvez a melhor solução seja a implantação de células pequenas e antenas que transmitam o sinal sem fio, garantindo baixa latência e alta velocidade de conexão. O principal objetivo da CommScope ao desenvolver esta pesquisa é tentar auxiliar estes atores a ajustarem seus serviços para atender esta demanda, a criarem uma estrutura de rede à prova de expansões futuras”, afirma Peres.

Uma segunda etapa da pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Bogotá e da Cidade do México. Dados preliminares sugerem que, em comparação com as duas cidades da América Latina, a Geração Y paulista se mostra mais apegada aos smartphones: 78% das pessoas que participaram da pesquisa em São Paulo afirmaram que não podem passar um dia sequer longe dos dispositivos, contra 69% na Cidade do México e 68% na capital boliviana. O número supera também a média das outras três regiões pesquisadas.

Alguns indicadores da pesquisa

– Três a cada quatro pessoas da Geração Y (74%) concordaram que não poderiam sobreviver um dia inteiro sem o seu smartphone, em comparação com apenas metade (51%) da geração Baby Boomers.

– Quase 3 em cada 4 pessoas da Geração Y (73%) concordam que preferem desistir da TV a cabo ou via satélite do que de seu smartphone, em comparação com apenas 2 entre 5 pessoas (42%) da geração Baby Boomers.

– Metade da Geração Y (50%) concorda que eles devem ter o último modelo de smartphone, comparado com pouco mais de um quarto (27%) da geração Baby Boomers.

– Dois terços (67%) da Geração Y concordaram ou concordaram totalmente que a mídia social é a sua principal forma de comunicação social, em comparação com apenas um terço (35%) da geração Baby Boomers.

O relatório completo da pesquisa está disponível em pt.commscope.com/millennials.

Tags, , ,

Geração “Y” de consumidores demanda muita atenção de varejistas – Por Juan D’Antiochia

Uma estratégia móvel robusta nos dias atuais é fundamental para os varejistas atenderem os mais diversos tipos de público no mercado global. Com o rápido e constante desenvolvimento da tecnologia, as compras via smartphone têm se tornado cada vez mais rápidas para atender ao consumidor moderno que não quer perder muito tempo durante todo o processo de compra.

Desta maneira, o device se tornou objeto indispensável no dia-a-dia destes compradores, seja dentro de casa, pelas ruas ou no ambiente de trabalho, e principalmente, na vida do público mais jovem. Em especial a geração “Y” que não deixa o telefone e o utiliza para se conectar com os amigos, ouvir músicas, participar de jogos online e o principal: fazer compras pela internet. Esta geração que já nasceu pronta para todas estas inovações tecnológicas precisa e deve ser vista atentamente.

Um estudo realizado recentemente pela Worldpay, intitulada “Por que Eles Pagam Desta Maneira”, descobriu uma elite de compradores: os Supper-Shoppers. Esse perfil de consumidores corresponde por 92% das compras mensais pela internet e destes, 34% fazem parte da geração “Y”. Para garantir uma experiência de compra perfeita, os varejistas precisam oferecer um aplicativo sem falhas ou um site que atenda todas as expectativas do consumidor, que tem se tornado cada vez mais exigente.

Dentro destas perspectivas é essencial que os varejistas prestem muita atenção em aspectos como a importância da marca, uma experiência boa e rápida do usuário via aplicativos ou site e mostrar que se preocupa cada vez mais com seu cliente. Um bom aplicativo simplesmente deve funcionar sem falhas. Se isso não acontecer os usuários mais jovens, em particular, passam a buscar o que precisam em outros lugares. Este precisa ser de fácil utilização. Qualquer configuração que possa ser ajustada de acordo com a preferência do usuário deve ser de fácil compreensão aliada a uma navegação o mais intuitiva possível.

Os varejistas tem se mostrado atentos a estas mudanças, um grande exemplo disto são às estratégicas Omni-Channel, que garantem o conforto necessário para os clientes mais conectados que exigem sempre o melhor que o mercado tem a oferecer, porém é preciso trabalhar cada vez mais no desenvolvimento e melhorias destes aplicativos.

Os clientes querem e precisam saber que são valorizados e que seus hábitos são analisados para melhorias futuras. Em uma loja física pode ser mais fácil de conseguir isso, mas em um aplicativo, focado em uma transação rápida, e sem qualquer complexidade, torna-se mais difícil de mostrar ao cliente o quanto eles são importantes. Desafio lançado para as empresas e marcas que querem, além de serem reconhecidas, terem seus produtos no topo das vendas para uma geração de consumidores que preza a rapidez e a atenção.

Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina

Tags, , , ,

Brasil exporta modelo de pagamento parcelado

O Brasil é um dos maiores mercados de comércio eletrônico do mundo com compras online parceladas atingindo a casa dos 80%. A cultura de parcelar foi determinada em grande parte pelos serviços de crédito tradicionais e utilizada como uma forma de gerenciar o orçamento, mas é também uma maneira de empoderar o consumidor, permitindo-lhe adquirir bens de ticket médio alto. Os benefícios para os comerciantes são evidentes no resultados das vendas, somado a consolidação de uma clientela habitual e fiel. É interessante notar que, conforme o nível de penetração da internet em toda a América Latina aumenta, a atratividade da compra parcelada vem conquistando cada vez mais os jovens na região.

Enquanto no Brasil o parcelamento é majoritariamente feito com o uso de cartões de crédito, em outros países, essa forma de pagamento está ganhando novas versões no cenário digital. No Reino Unido, acompanhamos o lançamento de planos alternativos de parcelamento pela PayPal e MasterCard, assim como a criação da Amazon Pay Monthly. O país foi o primeiro do mundo a ter acesso a este método de pagamento, oferecendo maior flexibilidade e liberando os consumidores de terem que recorrer a linhas de crédito para adquirir um bem.

O que também diferencia esses serviços é que eles atendem especificamente à crescente geração de pessoas que preferem Meios de Pagamento Alternativos (MPAs) para comprar mercadorias. MPAs incluem qualquer pagamento fora da esfera do mercado tradicional de cartão de crétido ou débito, englobando de eWallets até pagamentos móveis, e agora parcelamentos mensais que estão explodindo no mercado de meios de pagamento global.

Em seu mais recente Relatório Global de Pagamentos, a Worldpay descobriu que os MPAs avançaram sobre o tradicional mercado de pagamentos com cartão pela primeira vez em 2015, ganhando 51% de market share. Esta lacuna deve se ampliar em 2016 e ir além, à medida que mais consumidores optam pela conveniência das opções de “e-payments”.

A geração Y, hiperconectada, tem impulsionado o surgimento de empresas como a Klarna, um dos principais players que oferece a opção de parcelamento. A companhia percebeu que os consumidores digitais de hoje são atraídos pela rapidez, praticidade e capacidade de fazer compras mais seguras e mais simples. Com isso, já atingiram mais de 45 milhões de usuários e continuam expandindo por toda a Europa e os EUA.

Em toda a história do endividamento do consumidor, nossas preferências de compra mudaram com o advento de novos tipos de pagamento e vimos que as empresas que atenderam as novas expectativas dos consumidores avançaram junto com eles, enquanto aqueles que não o fizeram ficaram parados no tempo. Hoje, toda uma geração de jovens busca uma forma eficiente e econômica para comprar produtos mais caros, sem entrar em problemas de crédito. E, embora o conceito de pagar em prestações não seja novo, o potencial do mercado formado por essa geração de consumidores fez das compras parceladas um passo natural para os comerciantes em todos os lugares.

Tags, , , ,

O papel do gestor moderno na liderança da geração Y – Por Juliana Macedo*

view (2) *Por Juliana Macedo – gerente de Recursos Humanos e Comunicação Interna da Total Lubrificantes do Brasil

Nos últimos anos, o capital humano tem sido cada vez mais valorizado pelas organizações mundo afora. Este novo comportamento, no entanto, vem provocando mudanças bastante significativas na maneira como nos relacionamos no ambiente corporativo. O reflexo desta transformação é visto nos esforços das empresas em lidar com seus jovens talentos.

Embora o embate entre as diversas gerações seja constante e saudável, atualmente, muitos dos colaboradores pertencem à Geração Y. Nascidos a partir de 1980, esses indivíduos apresentam características que exigem atenção diferenciada de seus gestores.

Nem sempre sintonizados com a cultura das empresas desde o princípio, ávidos por uma ascensão acelerada na carreira e preparados para dizer o que pensam, esses profissionais chegam hoje ao mercado de trabalho com expectativas a curto prazo – algo que exige novas práticas dos RHs das empresas.

Antes de tudo, acredito que seja importante identificar o perfil desses jovens. Sempre conectados, eles são especialistas em lidar com a tecnologia e usar as mídias sociais para estreitar a vida profissional com a pessoal. Estão ainda em busca de atualização profissional constante e gostam de participar, opinar nas decisões – algo que pode ser benéfico em determinado ponto, já que se trata de um colaborador participativo. Por outro lado, pode também resultar em desconfortos naqueles momentos em que as resoluções hierárquicas são predominantes.

Por isso, penso que um dos caminhos do gestor da geração Y é desenvolver habilidade para estimular a criatividade desses colaboradores, além de conceder maior liberdade de trabalho, estipulando, no entanto, metas claras e objetivas – e de preferência, combinadas com o próprio funcionário. Isso porque esses jovens gostam de ser estimulados e desafiados.

Ao lidar com esta nova geração é preciso desenvolver uma comunicação interna eficiente e estritamente transparente. No dia a dia da companhia é necessário compartilhar ações, oferecer status das demandas, elaborar sugestões e pontuar ideias em equipe, sempre com a participação coletiva. É preciso que os líderes entendam que todos têm uma lição para nos passar e, por isso, devem estar sempre aptos a ouvir.

A maior valorização profissional proporciona às pessoas um sentimento de exclusividade e satisfação com a empresa que trabalha. Essa é uma busca constante da Geração Y. Isso faz com que eles vistam a camisa da companhia e façam tudo por ela. Talvez essa seja uma das principais mudanças culturais que estes jovens costumam trazer para a gestão moderna das organizações.

Neste sentido, o mercado de trabalho está se modificando para reter seus talentos. Os planos de carreias das empresas, com foco nos anseios desses profissionais e, também, na flexibilização dos horários de trabalho, são provas disso.

Juliana Macedo é gerente de Recursos Humanos e Comunicação Interna da Total Lubrificantes do Brasil – quarta maior companhia de petróleo e gás do mundo. Com 15 anos de experiência em Recursos Humanos, Processos Operacionais e Planejamento Estratégico, a executiva é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).

Tags, ,

Segundo estudo PayPal-Ipsos, os Millennials têm maior probabilidade de comprar via internet do que a população em geral

Brasileiros de 18 a 34 anos de idade têm mais chance de adquirem online produtos e serviços de sites no exterior do que a população em geral
Novidades

A geração Millennial (também conhecida como Geração Y) representa cerca de 20% da população mundial – no Brasil, são 58,7 milhões de pessoas, entre os 18 e os 34 anos de idade, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Como definição, trata-se daquela faixa de cidadãos 100% familiarizados com dispositivos móveis e comunicação em tempo real. É, assim, a primeira geração verdadeiramente globalizada, que cresceu com a tecnologia e a utiliza desde a primeira infância.

No Brasil, 70% dos representantes da Geração Y entrevistados pelo estudo fizeram compras online nos doze meses compreendidos entre setembro de 2014 e setembro de 2015 – enquanto entre a população em geral o índice não ultrapassa os 67%.

Já, quando o assunto são compras realizadas em sites fora do Brasil, os Millennials aumentam a vantagem: 58% dos que compram online alegam comprar produtos e serviços em sites no exterior (entre a população em geral, a proporção é de 49%).

O que mais a Geração Y brasileira compra online em sites de outros países? Segundo o estudo, as três principais categorias compradas de sites em outros países pelos Millennials nos últimos doze meses são roupas, sapatos e acessórios na liderança (adquiridos por 50% dos Millennials que compram de sites no exterior), seguidos de produtos eletrônicos (35%) e itens digitais educacionais ou de entretenimento, como CDs, DVDs, games etc. (34%). Já quanto à forma de pagamento, os Millennials brasileiros têm maior probabilidade (69%) de terem usado o Paypal em compras online em sites no exterior nos últimos doze meses, frente os 67% da população em geral que compra online do exterior.

Os compradores online da Geração Y na América1 Latina se sentem mais confortáveis fazendo compras em uma loja online em outro país do que a população em geral (53% concordam com a frase “Geralmente me sinto mais confortável em comprar de uma loja online de outro país”, versus 48%); e também têm maior probabilidade de comprar mais em sites que estejam em outros idiomas que não o seu (53% concordam com a frase “Já comprei em sites que não eram na minha língua”, a 49%).

Apesar de nativos digitais (ou talvez por isso mesmo), na hora de comprar, os Millennials têm maior probabilidade de preferir as grandes lojas globais quando compram em sites do exterior (69% concordam com isso versus 67% da população em geral de compradores online); e não fazem distinção sobre o local de onde a compra é enviada, contanto que o preço final seja bom (69% versus 65% da população geral dos compradores online).

Citação

“A internet, para os Millennials, é mais do que uma comodidade; trata-se de necessidade essencial. E os laptops, tablets e smarphones, em particular, criaram condições para que eles se conectem uns com os outros como jamais ocorreu antes com nenhuma geração. São considerados, portanto, a pedra (ou seria o chip?) fundamental das redes sociais. Por isso mesmo, nada mais natural do que serem eles mais propensos a compras online de produtos e serviços”, afirma Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. E uma pesquisa da Ipsos, feita sob encomenda do PayPal, prova que a premissa é mesmo verdadeira.

1 Os dados da região da América Latina e globais (29 países) são baseados em dados combinados dos países entrevistados (América Latina inclui México, Argentina e Brazil), mas não tiveram seus pesos projetados para o tamanho da população.

*A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra representativa** de 800 pessoas localmente (um total de 23.354), de adultos (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento*** com acesso à internet em cada um dos 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, China, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito). As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015

Os dados foram ponderados para se conhecer a incidência de compradores online em todos os países, assim como para se obter o perfil dos usuários de internet em quatro países (Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes).

** Idade, sexo e região representam a população online (idade e sexo são representativos na Suíça). As amostras não foram definidas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil online nesse país.

*** Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii.

Tags, , , ,

43% das vítimas de cibercrime no Brasil são da Geração Y

A famosa Geração Y, ou Millennials, é representada por jovens que cresceram com a internet e agora estão assumindo posições no mercado. De acordo com estimativa feita em 2014 pela Catho, 70% da força de trabalho no mundo será composta pelos Millennials em 2025. Essa geração, por se sentir confiante no ambiente online, acredita estar segura ao navegar na internet. Entretanto, de acordo com o novo estudo da Norton[1], os Millennials representaram 43% das vítimas de crimes online em 2014, 4% a mais do que a Geração X.

Isso se deve ao fato de que jovens tendem a se expor mais ao crime online, pois possuem mais dispositivos e perfis sociais, e acreditarem que são imunes a qualquer tipo de ameaça digital – somente 16% acredita ser vítima em potencial. Outros dados sobre pessoas da Geração Y do Brasil, abordados no estudo, dizem que:

• 57% já teve ou conhece alguém que teve o e-mail acessado sem permissão.

• 98% se sente confiante em atualizar configurações de privacidade no celular.

• Somente 47% concorda que usar Wi-Fi público é mais perigoso do que usar banheiros públicos.

• Possui cerca de 6 dispositivos, 2 a mais do que a média da Geração Baby Boomers.

• Acredita que a probabilidade de contrair um vírus de computador é a mesma do que contrair o vírus da gripe em transportes públicos.

Tags, , , , ,

Millennials devem aliar engajamento dentro das empresas e construção do conhecimento Novo! – Por Alexandre Slivnik

Os jovens da geração Y vêm transformando os processos, deixando as relações mais horizontais, fazendo com que as empresas fiquem mais dinâmicas e mostrando que unir paixão e trabalho é a melhor maneira de aliar a realização pessoal com a profissional.

Essa “molecada” que é conhecida como “Millennials” resolve tudo na velocidade de um clique e possuem uma percepção de realidade distinta das anteriores, porque cresceram com a sensação de que as distâncias são menores. E acredite, são! Eles desenvolveram suas habilidades de relacionamento pessoal com base nos relacionamentos virtuais. E, na internet, agilidade e proximidade são palavras de ordem.

Grande parte desta geração encara o trabalho como uma experiência que favoreça a troca de conhecimento, porque eles precisam sentir que podem compartilhar também opiniões, ideias e dúvidas com os chefes e os colegas. Somente nesta atmosfera livre que a motivação e o engajamento se propagam. Os Millennials têm de sentir que são importantes para o crescimento e o desenvolvimento de uma organização, precisam perceber que a sua bagagem está em plena expansão.

Mas ampliar conhecimento apenas não basta. É preciso buscá-lo. Logico que a vivencia que se dá no dia a dia do trabalho é fundamental para a formação de uma carreira sólida, mas investir em cursos e formações extras, voltadas ao mundo corporativo, torna-se valioso!

Aqueles que querem ir além da média, ganharão uma experiência significativa tanto no âmbito pessoal, uma vez que terá contato com outros executivos aumentando assim a sua rede de network e também profissional, porque contará inúmeras vantagens frente aos demais colegas que não investiram. Afinal, ter formações extras podem ser um diferencial para quem quer ter destaque. Vejo os profissionais mais jovens (principalmente os da geração Y) como os mais interessados em formação que tenha curto prazo, afinal, sabemos que eles têm uma necessidade natural de crescimento rápido.

Na busca pelo conhecimento, há duas fases que são mais necessárias. A primeira é após cinco anos da primeira formação (graduação), pois é geralmente onde o profissional já tem o contato da prática da teoria aprendida na universidade. O segundo, vem com 15 a 20 anos de experiência, pois é quando, normalmente, o profissional, está buscando o topo da sua carreira.

Para uma carreira executiva, o ideal é que o profissional busque cursos mais rápidos, de uma semana, principalmente no exterior. Para empresas, é muito mais valioso ter três cursos práticos de uma semana em países diferentes.

Quando o profissional quer buscar a área acadêmica, os cursos de extensão (MBA, Pós-Graduação, Mestrado e etc), e que demandam um estudo mais aprofundado, são mais indicados.

Vale lembrar que a maioria dos entrevistadores, ou o departamento de RH que analisam currículo, dão muito valor para esses cursos de férias que têm, normalmente, uma carga horária pequena (8 ou 16 horas). Mas dependendo da área de atuação, pode ser extremamente estratégico para o futuro profissional, por serem mais práticos e objetivos. Já os treinamentos de uma semana, com uma carga horária maior, podem ser considerados de extensão, em que o profissional poderá focar em uma especialidade.

Esses cursos são mais indicados e valorizados para uma carreira executiva e pelo mercado de trabalho (não sendo área acadêmica). Recomendo fortemente que o profissional vá atrás de reciclagem e aprimoramento. A quantidade de dias importa menos do que o envolvimento no processo, sendo assim, minha principal dica é procurar algo que realmente queira fazer e se envolver. Pois o curso dará um norte dos estudos individuais que deverão ser contínuos e eternos.

Tags, , ,

Jovens profissionais compartilham experiências em site

Um espaço com informações que facilitam a tomada de decisão em dilemas da vida profissional. Essa é a proposta do site Jovens Executivos (www.jovensexecutivos.com), que promove a troca de experiências entre profissionais por meio de depoimentos enviados por leitores da página.

Dificuldades, incertezas, medos, conquistas e metas de quem procura crescer na profissão. Toda experiência pode fazer parte do conteúdo do Jovens Executivos e qualquer pessoa pode participar.

Com o objetivo de mostrar outras perspectivas e contribuir para a tomada de decisões relacionadas à carreira, o site é uma ferramenta de aprendizado e divulgação de ideias relacionadas à profissão e aos negócios.

“A internet é o maior meio de busca para os jovens das gerações Y e Z, mas buscar algo específico em termos de experiências de outros profissionais é muito difícil. Percebi que eu mesma tinha dificuldade de tomar minhas decisões sem buscar informação e, uma vez que os resultados das buscas eram limitados, resolvi que seria importante abrir um canal de comunicação entre jovens”, afirmou Ana Carolina Carvalho, idealizadora do Jovens Executivos.

Para mandar um relato, o colaborador deve ir à seção “Enviar Entrevista”, onde responde um questionário e conta sua história. A página recebe os depoimentos, seleciona os casos mais interessantes e realiza entrevista com as pessoas escolhidas.

Os casos são publicados em uma das seis categorias do site: Liderança, Governança, Empreendedorismo, Comportamento, Inovação e Carreira. Além de ter o depoimento publicado, o jovem que envia sua experiência ganha um desenho exclusivo, usado também como ilustração da matéria.

Atualmente, o Jovens Executivos já conta com relatos em todas as categorias do site. Um deles é o caso da médica Juliana Chaib Ferreira Jorge, que conta como decidiu seguir os passos do pai, dermatologista, após ter aulas com ele durante a graduação e ao aproveitar o convívio em casa e na universidade para crescer profissionalmente.

Experiências que não deram certo e as lições decorrentes delas também estão no site, como a história do engenheiro de informática Tiago Aguirre. Em 1996, ele desenvolveu um software para gestão de obras que, apesar de ter sido um programa inovador, tornou-se obsoleto em uma época na qual poucas empresas brasileiras tinham infraestrutura e conhecimento para receber uma tecnologia que necessitava do uso de internet.

Histórias como a de Tiago e Juliana ilustram parte do conteúdo diversificado publicado pelo Jovens Executivos, que vai desde os desafios de trabalhar em uma universidade às mudanças no rumo profissional.

Tags, , ,

Estudo do LinkedIn revela grandes diferenças entre as gerações no escritório

Pesquisa realizada em 14 países mostra importância do relacionamento interpessoal dentro das organizações
Existem diferenças entre as gerações de colaboradores dentro das empresas quando se trata de relações no trabalho, de acordo com as conclusões divulgadas nesta terça-feira pelo LinkedIn, a maior rede profissional mundial na Internet. O estudo Relacionamentos no Trabalho (Relationships @ Work) apresenta uma nova visão sobre diversos comportamentos no ambiente corporativo, desde abrir mão de amizades para a ascensão na carreira até o desempenho geral no trabalho.

Apesar do contraste entre as gerações Y e dos baby boomers¹, a importância dos relacionamentos no local de trabalho continua clara para muitas pessoas. Globalmente, quase metade (46%) de todos os profissionais acredita que amizades entre colegas os torna mais felizes no trabalho.

“As relações no trabalho estão definindo tanto a dinâmica no escritório, como o desenvolvimento individual. Criar uma cultura que permeie as diferentes gerações, cargos e personalidades, é um fator fundamental para construir um ambiente de trabalho bem-sucedido”, afirma Nicole Williams, consultora de carreiras do LinkedIn.

Veja a seguir as principais descobertas da pesquisa:

1. Plano de Carreira

Ainda que a felicidade seja importante para os profissionais, eles também valorizam a competição e o desejo de subir na hierarquia corporativa. No entanto há uma divisão geracional quando se trata das escolhas que os profissionais estão dispostos a fazer para se destacar na organização:

• Na comparação geral, os brasileiros se provaram um dos mais leais aos colegas de trabalho, sendo que mais da metade deste público (53,6%) disse que não estaria disposto a sacrificar uma amizade, mesmo que isso significasse receber uma promoção. Quando analisamos por gerações, a média se mantém próxima para os baby boomers, com 52,5% deles concordando com esta afirmativa. Já para a geração Y, este número é menor, sendo que 39% partilham da mesma opinião.

• Globalmente, este número é diferente; 68% dos respondentes pertencentes à geração Y sacrificariam a amizade com um colega por uma promoção, enquanto 62% dos baby boomers jamais considerariam esta oportunidade para ascender na carreira.

• No Brasil, 66% dos baby boomers e apenas 28% da geração Y acreditam que a amizade com colegas de trabalho não afeta seu desempenho profissional.

2. Amizades

Felicidade, motivação e produtividade são assuntos relevantes entre os profissionais no mundo todo e há uma relação direta entre estes atributos ao fato de ter amigos no trabalho:

• Mais de um terço (35,8%) dos entrevistados no Brasil disse que a amizade com colegas de trabalho os motiva.

• Globalmente, três em cada cinco trabalhadores da geração Y dizem que socializar pessoalmente com colegas torna o ambiente de trabalho melhor, comparados a apenas dois a cada cinco baby boomers. No Brasil, este número é um pouco mais equiparado entre as gerações, sendo que 56,3% da geração Y e 67,5% dos baby boomers concordam com esta afirmativa.

3. Comunicação no Trabalho

A pesquisa mostra que os colaboradores mais jovens se sentem mais à vontade para discutir seus problemas pessoais quando conversam com colegas no escritório:

• No Brasil, 54% da geração Y discute o salário com colegas no trabalho, comparado a 33% dos baby boomers.

• A maioria (61,4%) dos entrevistados brasileiros da geração Y é mais aberta a compartilhar conselhos sobre relacionamentos com colegas de trabalho, comparado a menos de um terço (32,5%) dos baby boomers.

Algumas descobertas no Brasil

• Entre todos os países pesquisados, os brasileiros são os mais propensos a falar com os seus colegas sobre questões familiares, com 60%;

• Mais da metade (51,60%) dos entrevistados no Brasil adicionam o seu gerente nas redes sociais em comparação a apenas 15,20% no Reino Unido;

• Quase 3 em cada 10 (29%) dos entrevistados brasileiros mantêm contato com o seu gerente fora do horário de expediente para assuntos sem relação com o trabalho;

• Mais da metade (54,90%) dos entrevistados no Brasil disseram ter confiado em um colega do trabalho em vez de um amigo ou parceiro sobre questões corporativas;

• 36,30% dos pesquisados no país disse que 41% de seus amigos são atuais ou antigos colegas de trabalho, e 10% disse que os colegas de trabalho representam de 61% a 80% de suas amizades.

Participe da conversa, utilizando #AmigoDoTrabalho e #WorkBFF para compartilhar seus “selfies” com colegas.

Acesse http://blog.linkedin.com/2014/07/08/work-bffs/ para saber mais sobre o estudo global Relacionamentos no Trabalho, do LinkedIn.

¹ A Geração Y é definida pelos entrevistados com idades entre 18-24 anos e os baby boomers, entre 55-65 anos.

Tags, , , ,