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No Fintech Day, cenário de crédito é debatido em painel

O debate sobre as tendências para o mercado de crédito das fintechs marcou a 2ª edição do Fintech Day, que aconteceu nesta quarta, 18, no Insper em São Paulo. No painel sobre crédito, Fábio Neufeld (primeiro à direita), CEO e fundador da Kavod Lending – fintech de empréstimos coletivos peer-to-peer – falou sobre a importância da regulação específica para as fintechs de crédito, prevista para o próximo dia 26. “Acreditamos que a postura do Banco Central é de tornar o sistema mais seguro e confiável, portanto a regulação vem para ajudar e não para restringir.

A regulação atual atende aos modelos de negócio da maioria das fintechs de crédito, mas não foi criada para esse fim específico, portanto a regra vem para esclarecer todos os pontos e trazer mais segurança ao mercado”, declarou. O painel foi aberto por Rodrigo Soeiro, diretor da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs). O evento, que fomenta discussões sobre o ecossistema das fintechs no Brasil, reuniu importantes players do mercado em resultado de parceira entre a ABFintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa.

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A importância da gestão financeira para a sustentabilidade dos negócios

Por Dennis Herszkowicz

Em tempos de retração econômica, a máxima de que empresas de todos os tamanhos devem olhar para suas finanças com toda atenção soa mais verdadeira do que nunca. A organização das finanças empresariais, incluindo gestão financeira, o planejamento tributário e o controle de fluxo de caixa, são processos que devem ser encarados não apenas como essenciais para que o negócio traga rentabilidade, mas fundamentais para que o empreendimento seja sustentável. E a diferença entre trazer lucro e ser sustentável é abissal: um negócio pode ser rentável no curto prazo, mas, sem reinvestimentos e uma boa estratégia de crescimento, sua existência no futuro pode estar comprometida.

De maneira geral, uma boa gestão financeira deve garantir os três pontos de sustentação de qualquer empresa: rentabilidade, geração de caixa e sustentabilidade. Garantindo rentabilidade, o que é definido pela obtenção de lucro maior que o investimento, o negócio vai gerar caixa e a possibilidade da distribuição desse lucro além do empreendedor, também para os investidores do negócio. Esses dois primeiros pontos, somados a uma profissionalização da gestão, levam à sustentabilidade do negócio, ou, em outras palavras, a garantia de que a empresa irá prosperar. Quem decide onde a empresa vai alocar seus recursos é um profissional que tem muita responsabilidade sobre o sucesso de empreendimentos de todos os tamanhos: o gestor. É por meio de suas análises e, principalmente, da sua estratégia, que ele garante a sobrevivência do negócio e, mais que isso, propicia que o negócio seja reconhecido como sustentável e ainda mais valorizado.

Acredito que, cada vez mais, a sobrevivência de negócios de todos os setores só será possível pelo caminho da formalização. Uma gestão financeira cuidadosa e uma governança do negócio geram, sim, um valor. Não no curto prazo, visto apenas nas tabelas de controles orçamentários, mas sim um valor traduzido pela perenidade da companhia, reconhecido por investidores e que tem o poder de colocar o negócio à frente da concorrência.

Dennis Herszkowicz é vice-presidente da Linx

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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FGV EAESP faz debate sobre fintechs e a inclusão financeira no país

O Centro de Microfinanças e Inclusão Financeira (GVcemif) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com o International Finance Corporation (IFC) e patrocínio do Itaú realizarão na próxima terça-feira (12), a partir das 9h, uma palestra gratuita os desafios e as oportunidades da inclusão financeira no Brasil. Participam: Erica Siqueira (GVcemif); Alexandre Darzé (IFC); Flavio Pripas (Cubo Itaú); Bernardo Bonjean (Avante); Helene Meurisse (IFC); Bruno Sayão (IOUU); Eduardo Ferreira (IFC); Ricardo Laureano (Koin) e Adrian Cernev (GVcemif). A coordenação será do professor da FGV EAESP, Eduardo Diniz.

“A disseminação generalizada de tecnologias digitais no Brasil representa uma grande promessa no continuado esforço para promover um sistema financeiro verdadeiramente inclusivo. As Fintechs têm contribuído para um avanço desse segmento. Neste ano, o FintechLab registrou registra cerca de 250 startups em diferentes categorias de serviços. A ideia desse evento é expor alguns modelos de negócio emergentes direcionados para segmentos da sociedade já estão conectados digitalmente embora ainda não plenamente atendidos pelo sistema financeiro”, explica Eduardo Diniz, professor da FGV EAESP.

Caros jornalistas, para participar do evento é preciso fazer credenciamento na Assessoria (11) 3284-6147 – luana.magalhaes@insightnet.com.br

PROGRAMAÇÃO

9:00: Abertura: Luiz Brito (Diretor FGV EAESP)

9h10: Introdução: Papel das Fintechs na inclusão financeira e na promoção do desenvolvimento

Erica Siqueira (GVcemif)

Alexandre Darzé (IFC)

Flavio Pripas (Cubo Itaú)

Moderador: Eduardo Diniz (GVcemif)

10h30: Fintech Social

Bernardo Bonjean (Avante)

Moderador: Helene Meurisse (IFC)

11h15: P2P lending

Bruno Sayão (IOUU)

Moderador: Eduardo Ferreira (IFC)

12h00: Arranjos de pagamento

Ricardo Laureano (Koin)

Moderador: Adrian Cernev (GVcemif)

12h45: Encerramento

Serviço

Data: 12 de dezembro de 2017 (terça-feira)

Horário: 9h às 12h45

Local: FGV EAESP: Rua Itapeva, 432 –4°andar – Salão Nobre– Bela Vista – SP

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Veja 7 passos para organizar a vida financeira – Por Reinaldo Domingos

A inadimplência é um problema enfrentado por 59,2 milhões de consumidores brasileiros, segundo últimos dados do SPC Brasil e da CNDL. Confira sete orientações para organizar a vida financeira elaboradas pelo presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos.

“Nesse momento, não adianta ficar achando culpados; é hora de arregaçar as mangas e ir atrás do prejuízo. O grande segredo é corrigir a causa do problema, não somente as consequências”, explica. Para Domingos, as ferramentas de crédito, se bem usadas, são vantajosas – o que falta é educação financeira.

“Os brasileiros devem se informar mais, corrigir hábitos e comportamentos errôneos e enraizados em relação ao uso e à administração dos recursos financeiros, que os levam a pagar juros altíssimos e, consequentemente, à inadimplência”, complementa o Doutor em Educação Financeira.

Domingos listou sete passos para sair dessa situação e organizar a vida financeira:

1- O primeiro passo, antes de mesmo de estabelecer um planejamento para quitar as dívidas em atraso, é refletir sobre os hábitos e comportamentos que levaram a pessoa a chegar nessa situação. Para isso, é importante fazer um diagnóstico financeiro e conhecer, definitivamente, de que forma gasta seu dinheiro;

2- O inadimplente deve anotar durante 30 dias todos os gastos que tiver, separando por tipo de despesa. Isso inclui gastos “pequenos”, que podem ser considerado menos importantes, como gorjetas e guloseimas, pois no final do período será possível compreender de que forma, efetivamente, seu dinheiro está sendo gasto;

3- Colocar na ponta do lápis todas as dívidas que possuir, separando as que correspondem a serviços e produtos de necessidade básica, que não podem ser cortados (como água, energia elétrica, gás e aluguel) e as que sofrem juros mais altos (como cartão de crédito e cheque especial), considerando essas como prioridade para pagamento;

4- Ter em mente que só se deve pagar uma dívida quando se tem condições de fazer isso, ou seja, após se planejar, pois um passo precipitado pode até piorar a situação. Portanto, só se deve procurar um credor, quando já souber quanto terá disponível mensalmente para pagar e, então, poder negociar;

5- Relacionar, no mínimo, três sonhos: um de curto (até um ano), um de médio (de um a dez anos) e outro de longo (acima de dez anos) prazo, sendo um deles o de sair das dívidas;

6- Com os números do diagnóstico financeiro em mãos, saber quais gastos poderá diminuir ou até mesmo eliminar para poupar, mensalmente, para realizar seus sonhos no prazo estimado sem que tenha que fazer outra dívida;

7- Aplicar esse dinheiro em um investimento que seja compatível ao prazo do objetivo e ao perfil do investidor. É válido consultar um especialista.

Reinaldo Domingos é Doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br).

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Projeto de gestão de commodities aumenta lucratividade na Usina Santo Ângelo

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Simplificar negociações, ampliar as margens de lucros e reduzir os riscos do negócio. Com esses objetivos, a Usina Santo Ângelo desenvolveu um projeto para gestão de riscos financeiros em operações commodities, que permitiu automatizar processos e controlar de forma centralizada e em tempo real os valores do açúcar negociado. Os investimentos realizados contemplaram a implantação do software SAP Commodity Management, além dos serviços especializados para gerenciar toda a execução do trabalho. O projeto foi conduzido pela AdopTI, consultoria com portfolio exclusivo e especializado na plataforma de gestão empresarial SAP e que há anos atua fortemente no mercado sucroenergético brasileiro.

Com mais de 60% de seu faturamento oriundo de exportações, com produtos commodities na BM&FBOVESPA, a Usina Santo Ângelo não dispunha de recursos avançados para gerenciar e controlar suas reservas, valores fixados para o açúcar e, por consequência, aumentava o risco de suas operações no mercado. De acordo com Carlos Alexandre de Sene, gerente de TI da Usina Santo Ângelo, o controle era realizado de maneira descentralizada, por meio de planilhas, o que dificultava a gestão e o planejamento. “Toda a comercialização de açúcar para o exterior é feita em commodity, o que demanda a prefixação de valores, compra de opções de vendas e o pagamento de um percentual para a bolsa. Precisávamos saber, em tempo real, qual era a margem de lucro estabelecida e se ela seria suficiente para manter a produção prevista. Além disso, era fundamental saber com precisão quais eram os riscos do nosso negócio e o quanto estávamos gastando para nos proteger”, explica Sene.

Por isso a usina necessitava de uma solução tecnológica que lhe permitisse a gestão centralizada dos negócios, bem como a capacidade de planejamento e visão de longo prazo. Desta forma seria possível saber qual área demandava uma melhor gestão de custos e ajustes para garantir a lucratividade. A AdopTI foi responsável por conduzir o projeto de implementação do SAP Commodity Manager, que foi concluído em dez meses. Hoje, a Usina Santo Ângelo controla todos os contratos futuros e exportação através da nova ferramenta, que também lhes permite fazer uma previsão do fluxo de caixa, controle de remessas para formação de lotes e emissão de relatórios precisos, com dados confiáveis, tudo sempre em tempo real.

“O Agro é um dos segmentos onde a SAP detém uma importante base de clientes e, para possibilitar a entrada das médias e pequenas empresas, trouxemos ao Brasil a metodologia de implementação acelerada com as melhores práticas, entregando assim o melhor em sistema de gestão com prazo e custo adequado ao tamanho da empresa”, afirma Luciano Idésio, Diretor de Canais da SAP Brasil. “A SAP Commodity Management permite entender melhor o impacto dos preços das commodities, simplificando, automatizando e gerenciando as compras e vendas para reduzir erros e economizar tempo, integrando e transformando processos para refletir as melhores práticas e condições de mercados atuais”, destaca o executivo.

Entre os benefícios que o projeto proporcionou, destaca-se a capacidade de planejamento de longo prazo, que permite que a usina consiga ter uma visão e controle do fluxo de caixa, remessas, taxa de lucratividade de cada contrato, entre outras informações para um planejamento em um cenário de dez anos. Além disso, a usina passou a ter confiança em seus registros contábeis. “Temos segurança em todo o fluxo, visão da situação, agilidade de informação e, o melhor, tudo de forma centralizada”, ressalta Sene. “Antes, demorávamos até três dias para levantar informação de índice de exposição de preços para safras seguintes, agora, temos esse dado na ponta dos dedos, em tempo real”, completa o executivo.

Segundo Rodrigo Guimarães, Gerente de Projetos da AdopTI, o sistema SAP oferece uma plataforma robusta de componentes para tornar seguro e ágil o controle de todas as etapas do processo de gestão de commodities, de uma forma transparente, que facilita e melhora a qualidade na tomada de decisão. “Como resultado de tudo isso, a usina conseguiu elevar sua taxa de lucratividade, confiabilidade nas informações e também otimizar o investimento de seu capital”, enfatiza Guimarães.

Fundada em 1984, a Usina Santo Ângelo é uma empresa de refinação de cana de açúcar localizada no município de Pirajuba, Minas Gerais. A empresa, que possui 1700 colaboradores, produz etanol, açúcar, além da cogeração de energia elétrica, a partir da queima do bagaço da cana de açúcar.

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Um novo job description para o CFO – Por Athos Dourado

Embora a percepção do mercado em relação ao risco Brasil venha apresentando melhora em relação ao cenário no ano passado, a grande pergunta do dia no meio empresarial é quando e em que velocidade poderá ocorrer a retomada do crescimento. Após uma revisão necessária de foco, redirecionamento de prioridades e ajustes na alocação de recursos impostos pela crise em empresas de praticamente todos os setores, o executivo financeiro das organizações no Brasil ganha atribuições muito mais relevantes e estratégicas.

Há tempos estamos vivenciando uma era de constantes e rápidas mudanças. O mundo está muito mais integrado e dinâmico do que antes, a informação é transmitida em tempo real e o comportamento das pessoas é influenciado em um ritmo muito mais intenso. Esse dinamismo traz novos desafios e oportunidades à liderança e os CFOs precisam estar bem posicionados para capitalizar as oportunidades e contribuir no direcionamento e execução da estratégia da empresa, com uma visão de mercado muito clara e embasada.

Além de fornecer informações e perspectivas estratégicas para a tomada de decisões cruciais nas organizações, o novo CFO deve ser um líder. Ele precisa ter bom relacionamento e conquistar a confiança de seus pares, de parceiros e do mercado. Por representar a organização e ter um posicionamento estratégico, deve ser capaz de ouvir e influenciar a tomada de decisões que terão impacto direto no futuro do negócio.

Ao mesmo tempo, o CFO precisa estar próximo dos aspectos operacionais da empresa, atuando em iniciativas para a otimização de receitas e a redução de despesas. É necessário que de tempos em tempos, sobretudo na atual conjuntura econômica, o CFO reveja e reavalie os procedimentos adotados pela empresa, visando aumentar a produtividade e a assertividade dos processos de gestão e a minimização de riscos.

A redução de desperdícios passa também por uma blindagem nos processos de compliance que podem resultar em perdas e penalidades para a empresa, como falhas nos controles sobre apuração e pagamento de impostos e contribuições previdenciárias ou quebras nos controles sobre riscos de fraude.

De acordo com o Índice Global de Complexidade 2015 da TMF Group, lançado em 2016, o Brasil é um dos dez países mais complexos do mundo para as multinacionais ficarem em conformidade com a regulamentação e a legislação corporativa. Um estudo do Banco Mundial revela ainda que as companhias brasileiras gastam cerca de 2,6 mil horas por ano com o Fisco contra uma média mundial de 264 horas.

Esses fatores resultam em novas demandas e oportunidades para o CFO. A revisão da estrutura da área financeira e de seus processos é o pilar fundamental para dar sustentação aos desafios do diretor financeiro. Nesse contexto, a terceirização de atividades transacionais pode auxiliar os executivos na padronização, aumento de eficiência e confiabilidade dos processos, permitindo maior concentração nas atividades estratégicas e de apoio ao negócio requeridas no novo contexto.

Estando as finanças intrinsicamente ligadas à cada aspecto dos negócios de uma companhia, o CFO adquire tons mais estratégicos e fundamentais para toda e qualquer tomada de decisão. É ele o responsável por suprir os tomadores de decisões com informações de altíssima qualidade e precisão que as justifiquem. Agora e no futuro, pesam sobre os ombros dos executivos financeiros grandes responsabilidades.

Athos Dourado, diretor financeiro da TMF Group Brasil

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42% dos usuários de cartão de crédito não sabem o quanto gastaram em março, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Quatro em cada dez (42%) consumidores que usaram o cartão de crédito em março não sabem ao certo o quanto gastaram nas compras do mês. Os dados são do Indicador de Uso do Crédito calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Apesar de não se lembrarem do valor exato, de acordo com o levantamento, 20% dos usuários disseram que viram o tamanho da fatura do cartão de crédito diminuir no último mês, contra 41% de entrevistados que observaram crescimento no valor da cobrança. Para 33%, ela se manteve estável. Considerando os entrevistados que se lembram do valor da fatura do último mês, a média da cobrança foi de R$1.140. Os itens de primeira necessidade como alimentos (62%) e remédios (49%) foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Produtos como roupas (32%), combustível (28%) e gastos com bares e restaurantes (26%) ocupam as demais posições do ranking.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, antes do consumidor utilizar qualquer tipo de crédito, é importante que ele avalie a necessidade da compra e se é possível esperar um tempo para economizar e comprar o item a vista. “Caso a compra seja inadiável, o consumidor deve buscar informação sobre as taxas de juros e verificar se as parcelas estão de acordo com a realidade do seu orçamento. O cartão de crédito, ao contrário do que muitos pensam, não é um vilão para o consumidor. Tudo depende de como ele é utilizado. Se ele não pagar a fatura integral e acabar optando pelo rotativo ou parcelamento, vai arcar uma taxa de juros que varia de 150% a quase 500%, em média”, alerta a economista.

58% não buscaram crédito em março; 44% consideram difícil conseguir empréstimo ou financiar um bem

Em março, o indicador que mensura a propensão ao consumo de crédito marcou 27,1 pontos, pouco acima do observado no mês anterior (24,6 pontos). Apesar da alta, a distância dos 100 pontos indica que os consumidores, de modo geral, estão se utilizando pouco de instrumentos de crédito para realizar compras.

Em termos percentuais, o indicador revela que 58% dos consumidores brasileiros não utilizaram nenhuma modalidade de crédito no mês de março, como empréstimos, linhas de financiamento, crediários e cartões de crédito. O restante (42%), porém, mencionou ao menos uma modalidade a qual tenham recorrido no período. O cartão de crédito foi a que mais se destacou, sendo mencionado por 37% dos entrevistados. Em seguida, apareceram o crediário (12%), os cartões de loja (12%) e o limite de cheque especial (6%). A contratação de empréstimos foi mencionada por 4% e a contratação de financiamentos, por 3%. Quase 44% das pessoas ouvidas consideram que atualmente está difícil conseguir empréstimo ou financiamento no mercado. Ao tentar fazer uma compra parcelada em estabelecimentos comerciais, 20% dos brasileiros tiveram o crédito negado, sendo que 9% estavam com o CPF negativado e 4% não tinham saldo suficiente para adquirir o bem pretendido.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil Roque Pellizzaro Junior, o elevado número de pessoas não contrataram crédito recentemente pode ter influência do mau momento econômico e das altas taxas de juros cobradas ao consumidor. “Com a inadimplência em patamar elevado, desemprego crescente e recessão, tanto bancos como financeiras têm restringido o crédito no mercado, o que dificulta a contratação por parte do consumidor. Além disso, as taxas de juros, ainda muito elevadas, acabam inibindo o apetite do consumidor na busca de recursos financeiros para consumir”, explica.

Quatro em cada dez consumidores dizem não ter sobra de dinheiro e 62% planejam cortar gastos

De acordo com o indicador, seis em cada dez (62%) consumidores manifestaram a intenção de reduzir seus gastos neste mês de maio, enquanto 32% planejam mantê-los no mesmo patamar. Os que vão aumentar os gastos representam apenas 3% da amostra. Entre quem vai desembolsar menos nas compras, 24% estão sempre tentando economizar, 20% o fazem porque sentem que os produtos estão mais caros e 15% por estarem endividados.

De acordo com o levantamento, apenas 15% dos consumidores brasileiros estão com as contas no azul. Ou seja, com sobra de recursos para consumir ou fazer investimentos. A maior parte (43%) admite estar no zero a zero, sem sobra e nem falta de dinheiro, enquanto 34% encontram-se no vermelho e não conseguem pagar todas as contas com a renda que possuem. “A quantidade de consumidores no limite de seu orçamento pode ser reflexo da crise econômica. Mas também não se pode desconsiderar a falta de planejamento financeiro, que leva ao acúmulo de dívidas e a todas as consequências que decorrem do aperto, como o stress e até o desentendimento familiar”, explica o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Excluindo os itens de supermercado, os produtos que os consumidores planejam adquirir ao longo do mês de maio são em sua maioria itens de farmácias (20%), roupas, calçados e acessórios (18%), recarga para celular pré-pago (15%) e perfumes e cosméticos (10%). Os que não pretendem realizar compras somam 35% dos consumidores.

Metodologia

A pesquisa foi realizada em abril e abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Baixe a análise do indicador no link:
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

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TMF Group anuncia novo CFO

A TMF Group, empresa líder global de serviços de negócios, acaba de anunciar Athos Belém como o novo diretor financeiro da companhia no Brasil. O executivo assume o cargo em momento estratégico para a TMF Group Brasil, que recém incorporou a área de finanças estruturadas do Deutsche Bank ao seu portfólio no país.

“A TMF Group acredita no processo de recuperação de nossa economia e tem perspectivas positivas quanto ao futuro do país. Estou bastante animado em me juntar ao time nesse momento e apoiar as ambições do grupo em seu projeto de expansão”, declara Belém.

Com mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro, o executivo vem atuando nos mais diversos setores – TI, logística, saúde, educação, startups e bancos –, e tem passagem por empresas como Dasa, Bcash, Universidade Anhembi-Morumbi e Banco do Brasil. Essa expertise diversificada é fundamental para a TMF Group, uma vez que a empresa presta serviços para empresas de todos os tamanhos e em qualquer segmento.

Belém é graduado em administração pela UFRJ e contabilidade pela FECAP, com especialização nessa área pela PUC-SP. Ele possui ainda MBA em Engenharia Econômica & Administração Industrial pela UFRJ e é certificado em Global Management pela Suffolk University.

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Sonda contrata diretor comercial de finanças

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, acaba de contratar Antonio Eduardo Bruno para liderar a frente comercial da vertical de finanças.

Bruno, que está há mais de 30 anos no segmento financeiro, tendo passado por empresas como IBM, Pitney Bowes, Certisign e Stefanini, chega à companhia no momento em que a empresa busca expandir sua atuação neste nicho, dado aos altos índices de investimento em inovação e transformação digital.

“Além das ofertas atuais, o foco é ampliar nosso portfólio para contribuir com o aumento de eficiência operacional e com a redução de custos das empresas deste setor”, revela o diretor. Para isso, a integradora promoverá a adequação de suas soluções com as de parceiros de negócios especializados.

A companhia também está investindo na capacitação do time de vendas com foco em um perfil mais consultivo e com habilidades no mercado financeiro para o entendimento das demandas e sistemas que fazem parte do business deste setor.

A nova proposição de negócios, ofertando soluções e condições de comercialização diferenciadas, seja por aquisição, financiamento, aluguel da solução ou na modalidade serviços, sendo esta uma forte tendência e direcionamento do mercado, dará condições à SONDA de se tornar uma referência no segmento financeiro.

“Vemos neste setor um grande potencial de trabalho, apesar de ter sofrido várias fusões e aquisições, como vários outros mercados. Proveremos soluções de ponta a ponta adicionando valor ao negócio de nossos clientes, o que nos torna um player competitivo no mercado e nos dá condições de acompanhar a evolução deste setor que envolve uma opção B2B2C, ou seja, temos que atender à mudança de perfil dos clientes de nossos clientes”, finaliza o vice-presidente de vendas da SONDA no Brasil, Jorge Toda.

Formado em administração de empresas com especialização em Marketing e Finanças pela Fundação Armando Álvares Penteado e pós-graduação em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, Bruno é presidente do Comitê Estratégico de Diretores Comerciais na AMCHAM (Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos).

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FEBRABAN lança canal “Você e o Banco”

O portal Meu Bolso em Dia, da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, colocou no ar o canal “Você e o Banco”. Servindo como um amplo guia informativo sobre o papel dos bancos na vida das pessoas, na economia e na sociedade de modo geral, a plataforma traz a história dos bancos no País, detalhes sobre o funcionamento das agências e todos os demais canais de atendimento bancário, informações sobre os produtos e serviços oferecidos, entre outros assuntos importantes.

“Nosso objetivo também é facilitar o esclarecimento das dúvidas que as pessoas geralmente possuem quanto a questões que envolvem segurança bancária, meios eletrônicos, o que são os juros e como os bancos funcionam, por exemplo. Cada aspecto é explicado com uma linguagem direta, simples e dinâmica e que também possibilita um aprofundamento no tema, caso o leitor deseje”, afirma o diretor de Educação Financeira da FEBRABAN, Fábio Moraes.

O “Você e o Banco” oferece ainda links de acesso a informações relevantes no portal do Banco Central, de outras entidades do setor financeiro, além de demais conteúdos no próprio portal Meu Bolso em Dia, revista Ciab FEBRABAN e site da FEBRABAN. A ideia é oferecer caminhos para os interessados aprofundarem seus conhecimentos sobre os assuntos apresentados de maneira mais prática e lúdica por meio do portal.

Sobre o Programa Meu Bolso em Dia

Lançado em março de 2010, o Programa Meu Bolso em Dia oferece informações didáticas sobre finanças pessoais para que as pessoas possam tomar decisões conscientes, quando relacionadas ao uso do dinheiro, do crédito e de bens financiados. O portal oferece ferramentas como o simulador de sonhos, tabelas para controlar os gastos de acordo com o público (estudantes, donas de casa, famílias e aposentados), enquetes, dicas de economia, aplicativos que ajudam no planejamento financeiro e orçamentário da pessoa, da família e do negócio, aplicativos que estimulam o consumo consciente, além de um canal com conteúdo exclusivo para empreendedores.

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O bitcoin pode ser mais seguro que o banco? – Por Guto Schiavon

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O bitcoin vem inovando cada vez mais a forma de se fazer negócios. Hoje em dia, a moeda digital pode ser usada para os mais diversos tipos de investimentos e, de quebra, é aceita por diversas instituições financeiras. Com a alta da popularidade conquistada atualmente, surge uma dúvida: um investimento feito com a criptomoeda pode ser mais seguro do que em bancos?

É exatamente sobre isso que vamos falar neste texto! Abaixo, pontuei algumas curiosidades importantes para ajudar a resolver a dúvida de muitas pessoas:

Os benefícios do uso de bitcoins: em uma época em que os grandes bancos internacionais entraram em crise, os bitcoins vieram realmente para ficar e, consequentemente, mudar o paradigma monetário. As moedas digitais estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, e a tendência é que seu valor aumente muito nos próximos anos;

Autonomia: entre seus benefícios, está o fato de ser autônoma, ou seja, não ter vínculo com bancos ou Estados. Assim, a moeda é um grande chamariz para aqueles que desejam fugir de crises econômicas que venham a causar turbulências nos mercados;

Produção limitada: a produção de bitcoins é registrada a cada dez minutos, e a ideia de seu criador é que essa produção de moedas caia a cada quatro anos, tornando-a deflácionária e impedindo que crie novos bitcoins após o limite. Esse é outro fato a ser considerado, afinal a produção da moeda é limitada e, por isso, a quantidade disponível no mercado, também.

Assim, a partir de um determinado momento, ela poderá ser comercializada somente por quem comprou os bitcoins ainda quando eram produzidos. Dessa maneira, a demanda pelo dinheiro digital crescerá, ao contrário da oferta, e seu valor de mercado aumentará consideravelmente;

O sistema blockchain: o bitcoin, que opera independentemente de qualquer agente financeiro, é autenticado pelo chamado blockchain. O sistema se tornou tão bem-sucedido que, nos dias atuais, até mesmo alguns bancos o utilizam como inspiração para otimizar suas operações.

O blockchain atua, basicamente, como um livro-caixa, realizando o registro das transações, e podem ser analisadas por qualquer pessoa com acesso à rede. Além de ser feitas de modo pseudoanônimo, a grande vantagem é que, depois de validadas, as ações não podem ser apagadas do sistema.

Assim, aqueles que se mostram receosos para compartilhar informações pessoais, acharão no blockchain uma boa maneira de completar operações financeiras de forma eficiente. Para que uma transação seja aceita, é preciso que todas as máquinas da rede façam a verificação das transações, evitando o gasto duplo de um mesmo bitcoin;

A segurança das moedas digitais: os bitcoins vêm provando ser investimentos cada vez mais rentáveis para o público e uma moeda de troca quase tão popular quanto as tradicionais. Apesar de muitas pessoas considerarem o investimento na criptomoeda o que chamamos de um “tiro às escuras”, a verdade é que o expediente se revela como altamente rentável. Há, dentro da lógica de uso dos bitcoins, várias medidas que visam aumentar a segurança na experiência de quem usam esse tipo de moeda.

No entanto, é claro que, algumas medidas de segurança devem ser tomadas: vale a pena fazer um adequado estudo do melhor momento para entrar no mercado e acompanhar de perto suas tendências. Investir em bitcoins é uma boa alternativa que vem sendo explorada cada vez mais pelos investidores. Agora que você sabe que a moeda virtual pode ser mais segura que os bancos, invista!

Guto Schiavon, COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins do Brasil.

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