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Comércio entre Brasil e Estados Unidos atinge a pior marca em 11 anos, aponta estudo da Amcham Brasil

O comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos até o mês de setembro registrou em 2020 o pior resultado dos últimos 11 anos. Segundo estudo da Amcham Brasil, o valor das trocas comerciais entre janeiro e setembro de 2020 foi de US﹩ 33,4 bilhões, uma redução de 25,1% em relação ao mesmo período de 2019. O Monitor de Comércio Brasil-Estados Unidos da Câmara Americana de Comércio, foi divulgado nesta quarta-feira (14/10).

“A contração de ¼ da corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos é um golpe duro no comércio bilateral, sendo o pior resultado para o período desde a crise econômica de 2009”, afirma Abrão Neto, vice-presidente executivo da Amcham Brasil, entidade que representa cerca de cinco mil multinacionais brasileiras e americanas.

O relatório aponta três fatores principais para explicar a forte redução das trocas bilaterais. “A combinação dos graves efeitos da crise econômica causada pela pandemia, da queda do preço internacional do petróleo e de restrições comerciais em setores específicos, como o siderúrgico, respondem por grande parte da contração do comércio bilateral”, contextualiza Abrão Neto.

Exportações e Importações em baixa

Segundo análise da Amcham Brasil, no acumulado do ano, as exportações brasileiras para os EUA caíram 31,5% em comparação com igual intervalo de 2019, alcançando o total de US﹩ 15,2 bilhões. É o menor valor para o período desde 2010. Em termos relativos, os EUA foram o mais afetado entre os 10 principais destinos de exportação do Brasil em 2020.

“Foram sete bilhões de dólares a menos em exportações. Como o perfil do comércio bilateral é composto principalmente por produtos de maior valor agregado, a atual crise econômica atingiu em cheio nossas exportações para os Estados Unidos. A taxa de queda foi quatro vezes maior do que a redução das exportações totais do Brasil para o mundo”, explica Abrão Neto.

Por outro lado, as importações brasileiras vindas dos Estados Unidos despencaram neste terceiro trimestre, com redução de 41,6% em relação a 2019. Entre janeiro e setembro de 2020, as importações totalizaram US﹩ 18,3 bilhões, uma queda de 18,8%.

Cenário de déficit

Como resultado do encolhimento das exportações e importações, a tendência é que o Brasil registre o maior déficit comercial com os Estados Unidos dos últimos cinco ou seis anos, aponta a projeção feita pela Amcham Brasil. Até o momento, o saldo negativo foi de US﹩ 3,1 bilhões em desfavor do Brasil.

Apesar da forte redução do comércio bilateral, os EUA seguem como o segundo principal parceiro comercial do Brasil (12,3% do total de suas trocas com o mundo). A China se mantém em 1º lugar, tendo aumentado sua fatia para 28,8%, segundo dados do estudo publicado na integra no portal www.amcham.com.br e disponível aqui neste link.

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Fórum Brasil Export abre inscrições para maratona de hackathons

O Fórum Brasil Export deu largada à maior competição de desenvolvimento tecnológico voltada ao setor da logística e infraestrutura portuária do Brasil. Até o dia 13 deste mês, estão abertas as inscrições para a seletiva Norte do Brasil Hack Export, uma maratona de ideathons que pretende estimular a criação de soluções para os mais importantes modais de cada região do país e oferece prêmios de até US﹩ 5 mil, visita as principais empresas de tecnologia de Singapura, além de permitir a equipe campeã apresentar o seu projeto à Enterprise Singapore, agência governamental da Ásia que defende o desenvolvimento empresarial em toda a região.

A etapa Norte é a primeira de cinco seletivas regionais que ocorrerão em todo o país. As outras são: Sul, Sudeste, Nordeste,e Centro-Oeste. Cada uma delas reunirá até 60 integrantes divididos em 20 equipes cada. As três equipes vencedores de cada uma dessas seletivas disputarão a grande final. As inscrições podem ser realizadas no site www.brasilhackexport.com.br .

Os hackathons ocorrerão de forma simultânea às regionais do Brasil Export, fórum nacional de logística e infraestrutura portuária. Serão os conselheiros de cada regional do Brasil Export os responsáveis por avaliar os trabalhos. “Para nós é motivo de muita alegria poder expandir os nossos debates permanentes também para oferecer soluções tecnológicas. E os hackathons são ambientes mais do que propícios para isso”, afirma o CEO do Fórum Brasil Export, Fabrício Julião, também presidente da Una Marketing de Eventos.

A Zero Treze Innovation Space é a parceira técnica do evento, que ainda conta com coordenação da ABTRA (Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados). “Nosso objetivo é o de unir todo o talento de criativos, inovadores e empreendedores à comunidade logística e assim apresentar soluções para cada uma das dores que se apresentam. Estou convicto de que conheceremos grandes projetos que contribuirão muito com o desenvolvimento do setor”, afirma Marco Riveiros, CEO e Founder da Zero Treze Innovation Space.

Para Angelino Caputo, presidente do Brasil Hack Export e diretor-executivo da ABTRA, as ideias apresentadas podem se reverter em grandes negócios. “É uma grande chance para todos esses talentos terem contato com grandes players da cadeia logística e demonstrar soluções inovadoras. Assim esperamos dar a nossa contribuição para a retomada da economia”, afirma o executivo.

Seletivas
A seletiva Norte terá como tema as hidrovias. As inscrições já podem ser feitas no site www.brasilhackexport.com.br até o dia 13 de setembro e os selecionados serão conhecidos no dia 18 deste mês. O regulamento prevê inscrições individuais. Cada participante poderá indicar a equipe que pretende integrar. Cada time deve ser formado por um especialista de negócio com experiência no desafio selecionado, um especialista em UI/UX design, e um product owner (PO).

A imersão acontecerá antecedendo os dias da regional do Fórum Brasil Export, de 24 a 28 de setembro. Os três melhores irão para o desafio final e o vencedor da etapa, a ser conhecido no dia 28, leva R﹩ 1.500 de prêmio.

Confira abaixo as datas e temas de todos os hackathons

Norte Export
tema: hidrovias
data: de 24 a 28 de setembro

Sul Export
tema: corredores logísticos
data: de 1 a 5 de outubro

Sudeste Export
tema: ferrovias
data: de 15 a 19 de outubro

Nordeste Export
tema: cabotagem
data: de 22 a 26 de outubro

Centro-Oeste Export
tema: rodovias
data: de 5 a 9 de novembro

Brasil Export (final)
tema: virtualização de cadeias logísticas
data: de 14 a 23 de novembro

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Comércio exterior: incertezas atuais e futuro pós-pandemia

Por Marcia Hashimoto

Começamos 2020 cheios de expectativas positivas, principalmente quanto ao futuro do comércio exterior. Mas, fomos surpreendidos por uma pandemia devastadora que, rapidamente, resultou em uma crise econômica mundial, impactando diretamente na redução da oferta de mão de obra e rupturas de cadeias globais de valor.

Mesmo que incertezas cerquem as atividades econômicas, tornando cenários futuros difíceis de serem avaliados, é possível listar alguns aspectos que podem reduzir ou ampliar os efeitos do novo coronavírus no setor. Não é a primeira crise que vivemos, mas sem dúvida é uma das piores, e não será a única.

Recentemente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgou um estudo que prevê a desaceleração do comércio internacional, causando uma retração nas exportações brasileiras de 11% a 20% em 2020. Mas, o relatório prevê, também, cenários otimistas obtidos por meio de um documento, produzido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que elabora simulações de impacto da Covid-19 sobre o comércio mundial a partir de um modelo de equilíbrio geral computável. No cenário otimista da OMC, as exportações sofreriam queda de 17,7% em 2020, recuando para US$ 185,4 bilhões. A perda acumulada no biênio (2020-2021) seria da ordem de US$ 9 bilhões, e o montante exportado ficaria em um nível próximo do registrado em 2017.

Sabemos que o mercado, de forma geral, tem seus altos e baixos – uma hora favorável para importação, outra para exportação. Por isso, é necessário que o empresário esteja disponível e atento para os dois mercados, seja para buscar novos produtos, soluções, inovação em outros países ou para adaptar e disponibilizar sua mercadoria. Os negócios do Brasil com o exterior não pararam durante a pandemia. E isso se deve ao fato do nosso país, inclusive a alfândega, ter investido muito em tecnologia e sistemas nos últimos anos, o que permite que hoje muitas atividades sejam realizadas remotamente.

Ainda segundo o IPEA, para 2021, o crescimento das exportações deve ficar em uma faixa de 10% a 15%. Em valores, isso significaria algo entre US$ 200 bilhões e US$ 230 bilhões, a depender do valor efetivamente registrado em 2020. Nas importações, uma avaliação dos diferentes métodos e cenários permite prever crescimento em 2021 entre 10% e 20%, o que significaria, em valores, algo entre US$ 154 bilhões e US$ 168 bilhões.

Quando superarmos a crise sanitária causada pelo novo coronavírus, é possível prever que, a economia mundial se depare com um ambiente de negócios internacionais mais propenso à imposição de restrições de vários tipos aos fluxos de comércio e, também, aos fluxos de investimento direto estrangeiro. Apesar disso, as oportunidades irão surgir, e é preciso estar preparado.

Por isso, o conselho que dou a você, que importa, exporta ou quer entrar nesse mercado, é: esteja atento! Não deixe de acompanhar as movimentações. Aproveite o tempo para aprender, passar pelos processos necessários para que seus negócios estejam aptos para a retomada. E uma última orientação, estar perto de seus clientes é muito importante, mas não se esqueça de seus fornecedores, pois ter uma boa carteira de fornecedores vai ajudá-lo a estar pronto para o recomeço.

Por isso, o conselho que dou a você, que importa, exporta ou quer entrar nesse mercado, é: esteja atento! Não deixe de acompanhar as movimentações. Aproveite o tempo para aprender, passar pelos processos necessários para que seus negócios estejam aptos para a retomada. E uma última orientação, estar perto de seus clientes é muito importante, mas não se esqueça de seus fornecedores, pois ter uma boa carteira de fornecedores vai ajudá-lo a estar pronto para o recomeço.

Marcia Hashimoto, Diretora Executiva da Infolabor Consultoria

Indústria têxtil e de confecção reduz déficit da balança comercial

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), com base em dados oficiais do Ministério da Economia, revela que, nos primeiros quatro meses de 2020, em relação a igual período do ano passado, o déficit da balança comercial do setor apresentou queda de 16,63%. O saldo negativo, que era de US$ 1,65 bilhão, fechou o quadrimestre em US$ 1,38 bilhão.

As exportações cresceram 2,42%, avançando de US$ 286 milhões para US$ 293 milhões, com um volume de embarques que caiu de 60 mil para 56 mil toneladas (-6,89%). Verifica-se, portanto, uma valorização em dólares dos produtos nacionais.

As importações caíram 13,83%, recuando de US$ 1,94 bilhão para US$ 1,67 bilhão. Também houve uma redução no volume, de 483 mil para 451 mil toneladas (-6,70%). A maior parte continua sendo proveniente da China: US$ 984 milhões nos primeiros quatro meses de 2020, ante US$ 1,1 bilhão, no mesmo período de 2019, com uma queda de 11,64%.

Intermodal South America completa 25 anos mostrando que os setores de logística, transporte e comércio exterior estão preparados para os novos desafios

Ao longo de 25 anos, a Intermodal South America acompanha as transformações do país. Três presidentes, planos econômicos, crises mundiais, cenários otimistas e pessimistas fizeram e fazem parte do maior evento das Américas direcionado para os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior. E é justamente em momentos como este, quando um novo presidente assume os destinos da nação, que a feira mostra a sua força e importância de apontar os rumos que o setor produtivo vai seguir nos próximos anos.

“Um governo que assume com o compromisso de romper com muitas das políticas de gestões anteriores sempre provoca um suspense no mercado. Esta 25ª edição da Intermodal South America mostrou, no entanto, que o momento é de retomada e de pensar positivamente. O ambiente de negócios foi intenso e novas parcerias foram consolidadas ao longo do evento. O balanço da feira é de que o país pode contar com os segmentos de logística, transportes de cargas e comércio exterior para promover o desenvolvimento. O setor está preparado”, salientou Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions.

A Intermodal South America reuniu, entre os dias 19 e 21 de março, um público formado por executivos com alto poder de decisão, para conferir as soluções, produtos e serviços de 400 marcas expositoras de 22 países. Esta é a primeira edição da feira organizada pela Informa Exhibitions, que em junho de 2018, tornou-se o grupo líder em serviços de informação B2B e o maior organizador de eventos B2B no mundo.

O evento contou, também, com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. “A Intermodal foi um grande sucesso de público e de volume de negócios. Estamos muito satisfeitos porque tivemos a confirmação do mercado que a feira é realmente uma ferramenta para a prospecção de negócios. A próxima edição já tem data marcada, de 17 a 19 de março. Esperamos todos lá”, disse a gerente geral do portfólio de infraestrutura da Informa Exhibitions, organizadora do evento, Márcia Gonçalves.

Empresas celebram o sucesso do evento e destacam o ambiente de negócios

Público altamente qualificado, formado em grande parte por executivos com alto poder de decisão, e um ambiente dinâmico de negócios, impulsionado pela abrangência de toda a cadeia produtiva da logística, transporte de cargas e comércio exterior. Este é o balanço que grandes players expositores da Intermodal South America fazem desta edição comemorativa de 25 anos.

“É a nossa 14ª participação na Intermodal South America e sempre os resultados são positivos. Nesta edição percebemos que a presença de parceiros aumentou e os nossos contatos foram excelentes. Aproveitamos para apresentar nossas novas rotas de transporte

transatlântico de frutas pelo Porto de Pecém (CE), além do novo dispositivo de rastreamento em tempo real de cargas secas”, ressaltou Thiago Lopes, gerente de Marketing da América Latina da MSC Mediterranean Shipping do Brasil.

Taine Machado, gerente executiva de Comunicação e Marketing da Brado Logística, destacou que é a oitava participação consecutiva da empresa e que, cada vez mais, a feira é estratégica para a companhia. “Como atuamos com inteligência logística em contêineres, participar da Intermodal South America é extremamente estratégico. Está no nosso calendário de marketing, pensamos em um tema especial para cada edição e quais soluções vamos apresentar. É uma oportunidade de encontrar todo o mercado e, a cada ano, recebemos mais visitantes”, salientou.

“A Ebmac Transportes e Logística participou pela primeira vez da Intermodal South America. Foi uma ótima oportunidade para apresentar a parceiros, clientes e visitantes as diversas tecnologias envolvidas em nossas operações, de forma a agregar valor aos negócios dos clientes, mantendo foco em sustentabilidade”, disse William Oliveira, diretor da empresa, que atua no transporte rodoviário de cargas de alto valor agregado e é um operador logístico com know-how em soluções customizadas para diversos segmentos.

Para Marcelo Caio, presidente da Panalpina Brasil, a Intermodal South America, é uma oportunidade de mostrar ao mercado todas as soluções que a Panalpina oferece para os setores de logística e intralogística. “Os nossos resultados, já no primeiro dia, se apresentaram acima da expectativa nas visitas ao estande e na prospecção de negócios”. Quem também aposta na Intermodal South America para firmar negócios é a Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo). “Já participamos da feira há mais de dez anos. É um evento fundamental para promover negócios entre os nossos parceiros e fixarmos nossa imagem no mercado”, afirmou a superintendente do Porto de Vitória, Raquel Guimarães.

Mudança de perfil foi fundamental para ampliar o sucesso da feira

A decisão adotada em 2018 de incorporar no escopo de expositores empresas relacionadas às operações da armazenagem, distribuição e dos condomínios logísticos, entre outros segmentos da intralogística, refletiu positivamente nesta edição de 25 anos da Intermodal South America.

“De todas as nossas participações, esta foi a mais efetiva em resultados, principalmente pela decisão da Intermodal de expandir a presença do setor de intralogística. Conseguimos ampliar nossos contatos e prospectar potenciais clientes, principalmente de empresas relacionais ao mercado de eletrônicos, que precisam de soluções tecnológicas”, ressaltou Kareen Ratton, gerente de Marketing do Grupo KION.

Augusto Wagner Padilha Martins, diretor geral do Sepetiba Tecon, também destacou o caráter dinâmico do evento: “É uma vitrine da logística do país e do mundo. Para um terminal como o Sepetiba Tecon, é fundamental participar da Intermodal South America, pois atuamos com todos os modais. É o melhor evento para mostrar a nossa capacidade”.

“A participação da WABCO na Intermodal South America foi bastante positiva. Atendemos um grande número de empresas de transportes e logística interessadas em nossos produtos e serviços, um público altamente qualificado. À medida que o segmento de veículos comerciais entra em uma nova era, a WABCO tem o objetivo de promover a visão dos setores de chegar a veículos mais seguros, mais eficientes e conectados”, pontuou Reynaldo Contreira, presidente da WABCO América do Sul.

“O evento confirmou ser uma vitrine importante para tecnologias para semirreboques, que representam passos a mais na trajetória rumo à condução autônoma. Foi uma oportunidade para demonstrar como a liderança tecnológica da WABCO mobiliza a inteligência dos veículos e fortalece ainda mais as frotas comerciais. Sustentar a diferenciação é o cerne da cultura global de alto desempenho da nossa empresa e a força motriz por trás do nosso processo contínuo de inovação”, acrescentou Contreira.

Sérgio Gallucci Parisi, diretor Comercial e de Marketing da Tópico, também fez um balanço positivo do evento. “Lançamos nesta edição da Intermodal South America a nossa nova marca e nosso novo conceito de estrutura flexível, comemorando os 40 anos de empresa. Nosso atual desafio é ampliar o nosso mercado e o segmento logístico reunido na feira apresenta clientes em potencial. Nós temos seis filiais espalhadas pelo Brasil e o evento permite essa aproximação com o mercado”.

Qualidade da Intermodal 2019 impressiona profissionais do setor

A 25º edição da Intermodal superou as expectativas dos organizadores e impressionou os profissionais, em sua maioria embarcadores, que marcaram presença nos três dias do evento. “Estou realmente impressionada com o gigantismo do evento e com a qualidade das empresas expondo. Tive a oportunidade de fazer contatos valiosos aqui que, certamente, gerarão negócios futuros”, avaliou Juliana Scaramuzzo, head of Marine da empresa de regulação de sinistros Sedgwick do Brasil.

Eduarda Ferreira, analista da Coiote Brasil Transportadora, ficou surpresa com o dinamismo do mercado apresentado na Intermodal. “Na feira pude conferir como anda a expansão do mercado e fiz muitos contatos com clientes e potenciais clientes que expuseram suas marcas”, afirmou.

Para Tadeu Ascêncio Mello, consultor da L&Q Logística, a feira foi uma oportunidade para se “atualizar sobre o movimento e as inovações, principalmente do segmento de transporte de cargas”.

Autoridades destacam importância da Intermodal para mostrar os caminhos

Os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior mandaram um recado para o novo governo nesta 25ª Intermodal South America: a iniciativa privada está preparada para os novos desafios que o país apresenta. O clima na feira foi de otimismo. “Estamos na Intermodal desde o início e esta edição nos surpreendeu pelo ambiente de negócios. Estamos em um período de mudanças, o que sempre cria um clima de cautela. Não é o caso. Vi empresas firmando parcerias e novas tecnologias sendo apresentadas”, destacou Bayard Freitas Umbuzeiro Filho, presidente da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra).

A Associação Brasileira de Logística (Abralog) realizou, durante a Intermodal, a XXII edição da Conferência Nacional de Logística. “A Intermodal South America permitiu que os grandes players discutissem os rumos do setor no país. O momento foi o ideal, pois estamos em um período de mudanças que exige a união do segmento”, disse o presidente da entidade, Pedro Moreira. Ao longo de três dias, a conferência abordou temas como Global Supply Chain; Cadeia de Suprimentos Integrada: Indústria, Varejo e E-Commerce; e o Futuro da Logística, Transporte e Infraestrutura.

Gefco comemora 20 anos de Brasil durante a Intermodal South America

Referência em logística industrial, a Gefco comemora, na Intermodal South America, 20 anos de atuação industrial no Brasil. “Celebramos a data na Intermodal South America pois é o maior ponto de encontro de logística e está cada vez melhor, principalmente depois que ampliou o escopo de expositores. Percebi que nesta edição encontrei um número maior de executivos com alto poder de decisão”, frisou Alex Feijolo, diretor comercial e de marketing da Gefco.

Ele destacou, ainda, que a participação na Intermodal tem outro aspecto estratégico: “Colaboradores que atuam na operação entre a Europa e o Brasil aproveitam a Intermodal South America para visitarem as instalações no país. A feira é o nosso maior investimento em marketing direto”. A Gefco está presente em cinco estados, com 14 filiais oferecendo serviços de logística automotiva, armazenagem, gestão de embalagens retornáveis, transporte aéreo, marítimo e terrestre, representação fiscal e desembaraço aduaneiro.

Antaq prevê que setor portuário brasileiro crescerá 3,5% em 2019

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Francisval Mendes, anunciou, durante participação na 25ª edição da Intermodal South America, que a projeção do órgão é de que os portos e terminais em operação no país movimentem 1,156 bilhão de toneladas em 2019, registrando crescimento em torno de 3,5% em comparação com o ano passado. Destacou ainda que, em 2018, houve um crescimento de 13% no transporte de contêineres pela cabotagem, na comparação com o ano anterior. Foram transportados 1,359 milhão de teus pelo modal no ano passado.

Mendes apontou, também, as perspectivas de aumento dos investimentos privados no setor portuário. “A ANTAQ realizará as licitações de quatro áreas e suas infraestruturas públicas, sendo três arrendamentos no Porto de Cabedelo, na Paraíba, e um no Porto de Vitória. As quatro áreas totalizam R$ 200 milhões em investimentos e se destinam à movimentação de granéis líquidos, especialmente combustíveis.” Os leilões acontecerão nesta sexta-feira (22), na B3, em São Paulo.

Em 5 de abril, também na B3, a Antaq realizará os leilões de outras seis áreas, sendo cinco no Porto de Belém e uma no Porto de Vila do Conde, todas no Estado do Pará. Essas áreas também movimentarão granéis líquidos, especialmente combustíveis, e somam mais R$ 425 milhões em investimentos.

BYD apresenta três soluções logísticas 100% elétricas, com tecnologia lítio

A BYD, maior fabricante global de baterias de lítio-ferro e de veículos elétricos e plug-in apresentou aos jornalistas, durante coletiva de imprensa realizada durante a Intermodal South America, três soluções logísticas 100% elétricas e com tecnologia lítio. São elas: as empilhadeiras ECB35 e RTR16 e o caminhão multivocacional modelo eT8E.

As empilhadeiras garantem autonomia para três turnos sem troca de bateria, com recargas parciais (sem efeito memória) e recarga total em até duas horas, contra oito horas da tradicional de chumbo ácido. Já o caminhão 100% elétrico BYD modelo eT8E, que roda no Brasil há mais de dois anos, possui avançada geração de baterias em uso também na China, Europa e EUA. A tecnologia de fosfato de ferro lítio não contém metais pesados e o eletrólito é atóxico, sem emissão de poluentes da produção ao uso final.

De acordo com Carlos Roma, diretor de Vendas que atendeu os jornalistas, “ao operar por mais de dois anos na aplicação de coleta de lixo – considerada a mais severa para caminhões – e converter essa experiência em mais pedidos, mostramos que o produto está pronto para estrear em outras vocações menos severas, como, por exemplo, entregas urbanas. Por ser extremamente silencioso e ter alta performance, o nosso caminhão pode fazer entregas noturnas sem incomodar a população”.

A 26ª edição da Intermodal South America já tem data marcada e vai acontecer entre os dias 17 e 19 de março de 2020, também no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).

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GVces e Apex-Brasil apresentam empresas que exportam serviços e produtos inovadores e sustentáveis made in Brazil

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) apresentarão na quinta-feira, dia 3 de agosto, em São Paulo, os resultados do projeto ICV Global (Inovação e Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor), que qualificou micro e pequenas empresas (MPEs) com produtos e serviços inovadores e sustentáveis para a exportação.

Os resultados referentes ao ciclo 2 do ICV Global, que passou de 10 para 30 empresas participantes em relação ao ciclo anterior, estarão reunidos na publicação “Do Brasil para o mundo: exportação de soluções inovadoras e sustentáveis”, que será lançada no dia do evento e estará disponível para download no link. A publicação apresentará produtos e serviços diferenciados como, por exemplo, resíduos de tilápia usados para a produção de ração animal; e poliuretano à base de óleo de soja – originalmente processado a partir do petróleo.

“A inserção de micro, pequenas e médias empresas nas cadeias de valor internacionais é uma oportunidade não só de abrir novos mercados para elas, mas também para oferecer soluções inovadoras e sustentáveis a grandes companhias. Essa é a segunda edição do projeto e vemos que há bastante espaço para quem se prepara e oferece produtos e serviços que realmente sejam criativos, inovadores e sustentáveis”, afirma Christiano Braga, gerente de Exportação da Apex-Brasil.

O objetivo do projeto é, por meio da formação e aprimoramento de ferramentas de gestão de negócios, contribuir para a maturidade exportadora de micros e pequenas empresas, fortalecendo seus atributos de inovação e sustentabilidade. Nesse ciclo, os empreendedores realizaram imersão no Vale do Silício, onde participaram de mentoria no Google, visitaram as Universidades da Califórnia em Berkeley e de Stanford, além de conversar com empresários e investidores sobre temas como venture capital para empresas verdes, empreendedorismo feminino e sustentabilidade urbana.

“Certamente, o mercado interno desaquecido e a alta do dólar estimulam empresas a olharem para a exportação com maior interesse”, diz Ana Coelho, gestora de projeto do GVces. “No entanto, para pequenas empresas que desejam faturar com clientes internacionais, é preciso desenvolver uma estratégia de longo prazo que implica profundas transformações na gestão empresarial, como desenvolvimento de equipe ou profissional de vendas, e adequações a requisitos legais e certificações para exportação.”

Dados mais recentes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), referentes ao biênio 2014/2015, apontam que as médias e as grandes empresas registraram retração nas exportações e foram as MPEs que tiveram aumento. Estas últimas tiveram uma variação relativa positiva, em US$ FOB, de 7,27% e 5%, contra perdas de -2,72% e -15,79% das médias e grandes.

RODADAS DE CONVERSA

Como parte do evento, ainda estão programadas duas rodadas de conversa com representantes das MPEs e de empresas parceiras no ICV Global que vão propor temas de reflexão para quem tem planos ou já exporta, comentar o cenário atual das exportações e as dificuldades e soluções que estão sendo encontradas para levar serviços e produtos inovadores e sustentáveis brasileiros para o mercado externo.

Além disso, 18 MPEs que participaram do ciclo 2 do ICV Global vão apresentar seus produtos em uma feira expositora que será montada na FGV, compreendendo as áreas de cosméticos, construção civil, saúde, alimentos e bebidas, agronegócio e têxtil.

Serviço

Data: 3 de agosto (quinta-feira)

Horário: das 16h às 20h (credenciamento terá início às 16h)

Local: Auditório Nove de Julho Economia da FGV

Endereço: Av. 9 de Julho, 2.029, térreo (entrada também pela Rua Itapeva, 432)

Inscrição: Acesse aqui fazer sua inscrição

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Exportação além da Exportação – Reduzir custos para ser competitivo

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Por Rogério Borili
Vice-Presidente da Becomex

Inegavelmente o Brasil tem despertado para as exportações. A tecnologia na comunicação entre países facilitou os negócios no mundo globalizado. As exportações tem sido uma aposta dos empresários brasileiros nos últimos anos para inserir o País no comércio internacional definitivamente. Além disso, exportar é uma alternativa para minimizar os impactos da crise econômica que o País atravessa, ocupando a capacidade produtiva, elevando a qualidade e inovação das empresas aqui instaladas.

Segundo divulgação do MDIC (Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio), as exportações brasileiras cresceram 19% nos seis primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2016. No ano, as exportações totalizam US$ 103,081 bilhões e as importações, US$ 68,722 bilhões, com superávit de US$ 34,359 bilhões.

O caminho da internacionalização está tornando as empresas brasileiras mais atentas às exigências do mercado externo, o que tem obrigado o empresariado investir em mais tecnologia para aumento da produtividade e qualidade do produto final. Além de todo investimento feito, é fundamental que sejam aproveitados todos os incentivos fiscais disponibilizados pelo Governo aos exportadores, sem os quais se perde muito em termos de competitividade. Na prática, isso significa tornar a operação brasileira mais atrativa para novos mercados, já que é possível reduzir uma boa parcela dos custos nas exportações.

Enquanto o mercado brasileiro possui pouco mais de 200 milhões de consumidores, o mercado global ultrapassa 7 bilhões, tornando muito mais atrativo exportar. Para competir em pé de igualdade com outros países mais globalizados, a produção brasileira tem que ser muito mais competitiva e, neste cenário, a redução dos custos deixa de ser uma estratégia e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Essa redução da carga tributária ajuda a minimizar o efeito do denominado Custo Brasil, tornando o produto fabricado aqui mais equiparado em termos de preço ao dos concorrentes externos, permitindo desta forma conquistar uma fatia maior do mercado.

Enquanto na venda ao mercado externo o exportador goza de imunidade de pagamento do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) e fica isento da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), nas compras dos insumos para a produção, sejam estes nacionais ou importados, há toda uma taxação de tributos federais e estaduais cuja desoneração só ocorrerá de forma adequada se a empresa utilizar corretamente os regimes especiais disponibilizados.

Mas, quais são esses regimes afinal?

Ao longo dos anos o Governo foi desenvolvendo legislações específicas que procuram remediar a complexa legislação tributária brasileira, cujo objetivo é criar mecanismos que permitam ao exportar não “exportar” impostos. Dentre os vários regimes destacam-se o Drawback para uso geral das empresas, os entrepostos aduaneiros como Recof, Recap, Repetro cuja finalidade é mais específica para empresas de maior porte ou de segmentos específicos. Também temos legislação específica como a que trata empresas predominantemente exportadoras. Mais recentemente o governo instituiu um prêmio exportação denominado Reintegra cuja finalidade é devolver uma parcela dos impostos cobrados na cadeia de fornecimento dos produtos exportados. Além destes mecanismos que são comuns em outros países, temos outros programas como o INOVAR-AUTO que foi criado para incentivar a indústria automotiva local. Este programa vem sendo duramente criticado no âmbito da OMC, sendo que o Brasil terá que rever o mesmo a partir de 2017.

Como pode ser visto, temos inúmeros regimes, programas, leis e mecanismos que ajudam o exportador a ser mais competitivo, porém os benefícios ainda são subutilizados por falta, talvez, de uma gestão tributária eficiente. Uma análise bem-feita pode indicar o caminho para o melhor aproveitamento dos regimes para benefícios do exportador e ir além, estendendo esses benefícios por toda a sua cadeia produtiva. Sim, isso é possível.

Antes de sair usando determinado benefício a empresa precisa saber exatamente onde quer chegar. Somente um estudo apurado, realizado por especialistas, pode desenvolver um projeto para beneficiar a empresa e reduzir seus custos de produção diretos e indiretos. Aí está um ponto de atenção. Esse estudo deve incluir não só a empresa propriamente dita, mas toda a sua cadeia de valor.

Por exemplo, quando sua empresa fornece peças, componentes e serviços para integrar um produto que será exportado pelo seu cliente, isso também é uma exportação que pode ser beneficiada pela redução de impostos em parceria com seu cliente. Ou seja, os benefícios não atingem somente a empresa exportadora, estes ultrapassam seus portões e se estendem pela cadeia produtiva.

É o caso do Drawback Intermediário, um regime aduaneiro especial criado com este objetivo específico, que pode trazer uma redução dos impostos pagos pelo fornecedor nas compras dos insumos utilizados nos componentes que serão incorporados nos produtos exportados do seu cliente.

Estudos da Becomex apontam que existem mais de R$ 300 milhões em créditos a serem recuperados somente no setor automotivo por meio do Drawback Intermediário. Este valor considera as exportações de 2015-2016 e deverá crescer em virtude do aumento do volume de exportações do segmento. Ainda assim, apesar do enorme valor a ser reduzido, a complexidade da operação de recuperação acaba desmotivando as empresas a solicitar os benefícios, exigindo muito conhecimento, paciência e empenho para tornar viável a redução.

Outro regime denominado Reintegra também previa uma devolução de valores na ordem de R$ 19 bilhões. Mas, mesmo em tempos de crise, deste valor apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada até o final do ano passado. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras requisitarem algo que tem direito.

Finalmente, mais recentemente o Governo repaginou o RECOF, Regime de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado, criando uma nova modalidade denominada RECOF SPED. Esta mudança veio sintonizada com os avanços dos controles implementados pela Receita Federal como o SPED FISCAL e BLOCO K, devendo se tornar nos próximos anos um dos regimes mais utilizados pelas empresas. Por enquanto ainda há muita dúvida no mercado sobre os mecanismos de controle e gestão que serão exigidos pela fiscalização uma vez que um dos alicerces do regime, o Bloco K, vem sendo postergado.

Em resumo, não importa qual regime será utilizado pela empresa, o que importa é que seja utilizado de maneira correta, dentro da legislação vigente, de forma consciente, obtendo desta forma um dos poucos diferenciais competitivos que podemos ter. As empresas não podem se dar ao luxo de perder clientes no exterior por não conseguir utilizar os incentivos que estão disponíveis.

Mãos à obra e comecem hoje mesmo a procurar aquilo que melhor atende ao seu negócio.

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Estudo revela: metade das empresas exportadoras no Brasil paga mais impostos do que deveria

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A Becomex, empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, acaba de divulgar um estudo que aponta que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros existentes. O estudo também revela que muitas empresas sequer sabem o potencial que poderiam economizar com o pagamento de impostos e tributos.

Segundos os dados da Becomex a indústria automobilística, por exemplo, um dos maiores setores da economia nacional, tem hoje cerca de R$ 300 milhões em impostos a serem recuperados à espera das empresas solicitarem seus resgates junto ao governo.

“As possibilidades de reaver esses tributos aumentam quando a fabricante de veículos inicia um trabalho em toda sua cadeia com o objetivo de apurar todos os benefícios fiscais e aduaneiros concedidos pelo governo à indústria”, revela o vice-presidente da Becomex Rogério Borili.

O conceito de Gestão Integrada de Impostos da Becomex, que já é referência no mercado, proporciona redução significativa da carga tributária e potencializa resultados das empresas, graças à aplicação de metodologias de análise com elevado conhecimento da legislação somado a ferramentas de alta performance.

Um bom exemplo de recuperação ou isenção de imposto é o Drawback, uma devolução total ou parcial de tributos federais (II, IPI, PIS-Importação, Cofins-Importação e AFRMM), recolhidos quando há importação de matérias primas (embalagens, insumos e componentes) utilizadas na fabricação de mercadorias comprovadamente exportadas. É um incentivo às exportações, pois reduz os custos de produção dos produtos exportáveis, aumentando a competitividade no mercado internacional.

Segundo dados divulgados pela Receita Federal, nos últimos quatro anos o Drawback correspondeu a 29% de todo benefício fiscalconcedido pelo governo federal. Porém, cerca de 25% das maiores empresas exportadoras do Brasil não fazem a requisição desse benefício que pode gerar milhões de reais em “dinheiro novo” para a companhia.

Outro exemplo de benefícios que podem ser utilizados pelas empresas é o Reintegra, que como o próprio nome sugere, tem por objetivo reintegrar valores referentes a custos tributários residuais existentes nas cadeias de produção. Assim, a pessoa jurídica produtora e exportadora de bens manufaturados no País, poderá reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.

“O investimento em inteligência fiscal e tributária é um ponto de atenção estratégico, pois gastam 1/3 de suas receitas, em média, por não conseguir fazer os controles fiscais de forma eficiente, pagando imposto a mais desperdiçando a chance de trazer o chamado ‘dinheiro novo’ para seus cofres, o que faz toda a diferença especialmente em tempos de crise”, declara Rogério Borili.

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Serviços de tradução impulsionam a internacionalização de empresas

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Com a crise econômica e a instabilidade política cada vez mais evidentes no Brasil, a internacionalização tem se tornado uma alternativa para as companhias brasileiras que tentam manter as suas contas operando no azul. Para se ter uma ideia, tal prática alcançou um crescimento de 7% no país em 2015. Os dados são de um estudo realizado pela Fundação Dom Cabral (FDC), que também investigou a capacidade das multinacionais brasileiras de se adaptarem à cultura dos países em que atuam.

De acordo com a pesquisa, a diferença cultural é, em muitos casos, subestimada pelas empresas, o que faz com que esse seja o principal fator que culmina nos fracassos das operações internacionais. “As primeiras barreiras a serem vencidas na hora de empreender em um novo país é o domínio do idioma e o entendimento da cultura local. E é aí que o serviço de tradução profissional entra em cena para ajudar”, diz Aleksander Honma, Diretor da Netwire, empresa especializada na área.

Websites, manuais técnicos, softwares, testes de produtos, embalagens, treinamentos, materiais de marketing, documentos e contratos estão entre os vários meios utilizados por uma companhia para ingressar em um novo mercado. Segundo Honma, a qualidade da versão traduzida desses materiais para qualquer idioma deve ser entendida como um quesito de extrema importância, levando em conta fatores que vão muito além de um texto bem escrito. O processo exige amplo conhecimento da cultura, da terminologia local e dos aspectos políticos, econômicos e legais do país do idioma de destino.

Como exemplo, ele cita a tradução de softwares, que precisa garantir que o público estrangeiro receba as mesmas instruções que o usuário do idioma de origem, porém com adaptações à sua realidade local. Para isso, a Netwire também adota como prática o chamado “Teste de Localização”, que avalia a tradução no ambiente do software, além de adaptar termos e conceitos específicos que se aplicam apenas ao país do idioma de destino.

“Essa é uma etapa muito importante para garantir o sucesso do trabalho, pois identifica os possíveis problemas antes do lançamento, adequando os aspectos técnicos de programação e layout, bem como questões culturais e linguísticas do país de sua utilização”, explica. “Fabricantes de softwares de todo o mundo já consideram o teste de localização – que deve ser feito por um profissional nativo – um fator primordial para romper com as barreiras do idioma e possibilitar o aumento de vendas”, conclui Honma.

Mercado promissor

Um estudo feito pela Common Sense Advisory, líder de pesquisa e análise independente do setor de tradução, estimou que o mercado global de serviços e tecnologia de idiomas faturou US$ 40 bilhões neste ano. Os dados ainda apontam que esse tipo de serviço está crescendo a uma taxa anual de 6,46%.

Entre os segmentos atendidos por esse mercado, o de TI se destaca como um dos mais promissores. Segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), as empresas nacionais de TI exportaram R$ 4 bilhões no último ano. A entidade avalia, ainda, que o ano de 2016 deverá ser encerrado com um acréscimo de 12%.

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Crise traz oportunidades de exportação para empresas brasileiras de TI

A crise econômica, acompanhada da inflação e da alta do dólar, podem trazer grandes benefícios para as empresas brasileiras de Tecnologia da Informação. O momento é bastante propício para aqueles que desejam exportar seus produtos e serviços para o exterior, em especial para o mercado norte-americano, considerado atualmente o maior polo de fomento à inovação e tecnologia.

Com previsão positiva de crescimento para os próximos dois anos, os Estados Unidos possuem estimativas que superam a média global. Segundo o último relatório da Forrester, por exemplo, o mercado de TI norte-americano deverá crescer mais de 5% até 2017, oferecendo ao Brasil mais oportunidades para exportar. Sendo assim, as empresas de tecnologia não ficarão 100% dependentes da melhoria da economia brasileira.

“Cada vez mais, as companhias têm buscado alternativas para diversificar os seus negócios e a internacionalização, sem dúvida, tem sido uma opção bastante atrativa para aqueles que anseiam explorar mercados desenvolvidos e com grande potencial de consumo”, afirma Allan Pires, CEO da PA Latinoamericana e consultor da Apex-Softex de apoio à internacionalização das empresas nacionais de software.

Para a consultora Luciana Paiva, também credenciada do Projeto Softex – Apex Brasil, a moeda brasileira fraca e a expansão do mercado internacional oferecem às provedoras de soluções tecnológicas maiores chances de internacionalização. “Uma das vantagens está na produção do serviço com custo em Real e a comercialização deste mesmo serviço em moeda americana. Além disso, as soluções tecnológicas nacionais são em grande parte versáteis, reduzem custos, agilizam negócios e possuem vantagens competitivas bastante atraentes para mercados compradores de tecnologia”, explica.

Parcerias podem ajudar a reduzir custos operacionais no exterior

Tradicionalmente, as médias e pequenas empresas de tecnologia estão à parte do processo de exportação por desconhecimento ou mesmo por falta de recursos próprios para investir em toda a estruturação necessária. Pires ressalta que os gastos de um empresa que opta pelo processo de internacionalização pode chegar a USD 200 mil no primeiro ano, considerando custos como instalações próprias e contratação de profissionais. “Como a curva de aprendizagem de como abordar o mercado é longa, os resultados podem demorar. Além disso, as boas condições de mercado podem mudar”, diz. Por isso, o especialista recomenda que as empresas brasileiras busquem alianças locais, uma forma de acelerar a entrada no mercado exterior e reduzir os custos em mais de 60%.

Ainda segundo Pires, unir forças com companhias locais viabiliza o processo de entender quem são os potenciais compradores, principais concorrentes, dados de mercado, melhores regiões, verticais alvo e vários outros pontos importantes para que o empresário não perca tempo e dinheiro montando uma estrutura e recrutando pessoas antes de ter um plano estratégico bem embasado.

Para auxiliar os empreendedores brasileiros interessados em explorar potenciais mercados internacionais, Allan Pires e Luciana Paiva listam algumas dicas essenciais:

1. Concorrência

Você sempre terá concorrentes locais. Dizer que não tem concorrente não é vantagem para ninguém, muito pelo contrário! Em mercados desenvolvidos, quem não tem concorrente deve ter um produto que ninguém quer comprar. Por isso, mapeie o território e entenda quais são as vantagens das suas ofertas frente ao que já existe no mercado local;

2. Comunicação

Você não pode simplesmente traduzir todo seu material e metodologia sem adapta-la antes para o novo mercado. Traduções ipsis litteris soam bizarras em qualquer lugar do mundo;

3. Cultura

Tenha respeito com a cultura local. Estude, entenda e se apaixone pelo modo com que as pessoas agem e reagem. Nos Estados Unidos, por exemplo, a pontualidade é um sinal de respeito e a palavra ainda vale mais que o escrito, portanto, não se comprometa verbalmente se não puder cumprir;

4. Estrutura física

Uma boa sugestão é contratar uma empresa com vasto conhecimento do mercado-alvo e que possa oferecer uma estrutura básica inicial, evitando um investimento grande em infraestrutura e contratação de pessoal. A empresa que for sozinha, sem o apoio de uma empresa de consultoria, desembolsará, pelo menos, USD 200 mil no primeiro ano. Caso utilize uma estrutura para iniciar as primeiras fases, este custo fica reduzido sensivelmente, em torno de USD 60 a 80 mil por ano;

5. Estratégia comercial

Estude o mercado, os concorrentes, a precificação e os modelos de venda. A oferta precisa ser competitiva e a estratégia comercial tem que abranger os clientes, os canais e os parceiros;

6. Incentivo fiscal

Conheça os incentivos fiscais disponíveis, tanto no Brasil como no exterior, bem como a melhor maneira de tirar vantagem dos mesmos. Em solo brasileiro, por exemplo, algumas operações não são tributáveis, já no exterior há diferentes variantes e tudo depende do tipo de solução a ser ofertada.

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Vendas online a estrangeiros garantem receitas a pequenos negócios

Quando o mercado interno desaquece, ou quando o dólar ronda a casa dos R$ 4,00, as oportunidades do e-commerce internacional tornam-se ainda mais atrativas. Empresas brasileiras vendendo para estrangeiros via internet já movimentavam R$ 1,5 bilhão em 2013 e deverão movimentar R$ 4 bilhões em 2018, estima o estudo “A Moderna Rota das Especiarias” da Nielsen, encomendada pelo PayPal em 2013.

Esse mercado é povoado por empresas como Verve Traduções, Crux Ecoaventura e Nativa Gems – todas elas brasileiras e de pequeno porte – que já registram um crescimento significativo de seus respectivos faturamentos por meio das vendas na Internet para clientes estrangeiros. Para elas, parte do sucesso dessas vendas deve-se ao PayPal pois, além de uma base de 173 milhões de clientes ao redor do mundo, o sistema de pagamentos online presente em 203 mercados também garante ao consumidor estrangeiro segurança e simplicidade na hora de pagar.

Pequenas empresas do e-commerce, aliás, são para o PayPal do Brasil um segmento estratégico. “Apoiamos o empreendedorismo brasileiro, que é chave para a abertura de novos postos de trabalho no País”, Gabriela Szprinc, Head da área de Pequenas e Médias Empresas e de Organizações Não Governamentais do PayPal Brasil.

O e-commerce brasileiro conta hoje com 450 mil sites ativos, segundo pesquisa do PayPal encomendada à BigData, divulgada em março de 2015. Os pequenos sites, que recebem até 10 mil visitas mensais, representam 88% deste universo. A pesquisa indica, ainda, que 60% dos sites ainda não oferecem qualquer opção de pagamento online.

“Esse segmento de mercado tem condições de aproveitar a oportunidade extraordinária que a demanda internacional por produtos e serviços locais representa”, frisa Gabriela. “Acreditamos que a participação do microempresário no e-commerce brasileiro, que movimentará R$ 150,9 bilhões até o final deste ano, segundo pesquisa encomendada à Ipsos pelo PayPal, possa ser cada vez mais significativa, inclusive em suas vendas ao exterior (*)”, afirma a executiva.

Confiança para quem não conhece de quem está comprando

Pequenos empresários já estão atentos à oportunidade. “O PayPal é uma marca reconhecida internacionalmente e vários dos meus clientes que ficam no exterior exigem que o pagamento seja feito por esse meio”, afirma Raquel Lucas de Sousa, sócia diretora da Verve Traduções.

Marcelo Paula de Castro e Silva, mais conhecido por “Marcelo Crux”, sócio fundador da Crux Ecoaventuras, empresa especializada em turismo de experiência no Rio de Janeiro, acrescenta: “temos, ainda, a possibilidade de o dinheiro ser pago no dia seguinte, ainda que o consumidor final tenha feito o pagamento com cartão de crédito, o que nos ajuda na gestão do capital de giro”.

Richard Katz, diretor geral da Nativa Gems, exportadora de pedras semipreciosas e itens de decoração feitos a partir de pedras, ressalta outro ponto. “Para o comprador estrangeiro, o Brasil não desfruta de tradição em vendas online. Por isso mesmo, muitos potenciais compradores das peças produzidas por nós ficam temerosos de fornecer o número do cartão de crédito diretamente aos atendentes da nossa empresa. Com o pagamento eletrônico via PayPal, os dados do cartão de crédito do comprador não são compartilhados conosco, o que confere credibilidade à transação”, ressalta o empresário.

Valores baixos e frequentes

À frente de uma pequena agência de traduções especializada em legendagem institucional e interpretação, Raquel trabalha há cinco anos com o PayPal. No princípio, ainda como tradutora independente, e há um ano e meio com sua empresa, oferecendo-o como meio de pagamento principalmente às multinacionais que demandam os seus serviços, o que simplifica o trâmite das remessas vindas do exterior.

“Moro em Ubatuba e trato todo o administrativo da empresa daqui. E, muitas vezes, em cidades menores, os gerentes de bancos não estão acostumados a trabalhar em outras moedas, com valores pequenos e frequentes. Sem contar que a burocracia bancária nesse tipo de transação representa um sofrimento constante”, cita a empresária cujo faturamento provém até 70% do exterior. “Com PayPal, não tenho de ir ao banco, assinar documentos, pagar a taxa fixa que eles cobram. Ela, aliás, pode ser bastante onerosa quando os valores são mais baixos”, acrescenta. Ao contrário, pontua Raquel, “com o PayPal, a taxa cobrada é um percentual sobre o valor total”. Os valores que chegam à sua conta PayPal são transferidos, via internet, à conta bancária local. Tudo fácil, transparente e seguro.

Encantando turistas

Às vésperas das Olimpíadas, os olhos do turismo internacional voltam-se para o Rio de Janeiro. A Crux Ecoaventura está pronta para recebê-los, garante Marcelo Crux. “Oferecemos passeios e experiências incríveis em florestas, montanhas, rios e mar na cidade e no estado do Rio de Janeiro”, resume. Anualmente, sua empresa atende perto de 2 mil turistas, 85% dos quais estrangeiros.

Os cerca de 30 guias bilíngues da agência de turismo especializada em aventuras são todos profissionais e acompanham norte-americanos, ingleses, europeus do Leste, além de pessoas vindas do Oriente Médio, assim como de países mais próximos como Venezuela e Colômbia em experiências que privilegiam o contato com a exuberante natureza local.

Segundo Marcelo, que, além de empresário, é presidente da Associação Carioca de Turismo de Aventura, o segredo do seu negócio vai além de dispor dos melhores guias bilíngues, com habilitação do Ministério do Turismo e com curso de capacitação técnica em condução de aventura. É preciso, ainda, estar atento a soluções de web commerce fáceis e seguras, pois uma parcela significativa de turistas o contrata por esta via.

“O PayPal é o meio de pagamento mais tradicional que existe. Portanto, com ele, passamos a imagem de que nossas transações são confiáveis”, explica. “Para nós empresários, há outra vantagem. O PayPal não fica mudando as regras, como fazem outros meios de pagamento. E o recebimento é muito simples: só preciso entrar no site e pedir a transferência dos valores para minha conta bancária. É ótimo trabalhar assim”, elogia.

Oportunidade única para quem exporta

A Nativa Gems, uma exportadora fundada em 2007 por Katz, possui mais de 500 itens no catálogo. O empresário da Nativa Gems reforça que o momento é particularmente positivo para quem exporta. “Com o dólar rondando os R$ 4, empresas como a minha sofrem um impacto positivo”. Segundo ele, as vendas na internet com PayPal já representam de 25 a 30% do seu faturamento. E este valor, acredita, tende a crescer.

Taxas cobradas pelo PayPal no Brasil para as vendas internacionais

Nas vendas internacionais com PayPal, cuja moeda seja o Real, a tarifa cobrada é de 5,99% + R$ 0,60 por transação.

Proteção ao vendedor que usa PayPal

Se o produto foi efetivamente entregue no endereço cadastrado no banco de dados PayPal, o varejista poderá ser ressarcido do seu prejuízo. (As condições da política de proteção ao vendedor estão no site https://www.paypal.com/br/webapps/mpp/paypal-safety-and-security). O programa de Proteção ao Vendedor pode ajudar a receber pagamentos em caso de chargebacks, reclamações ou cancelamentos da compra. E o SAC funciona para atender o vendedor 24 por dia, sete dias por semana.

A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra** representativa de um total de 23.354 (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento*** com acesso à internet em 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito).

As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 23 de setembro e 5 de outubro de 2015, a partir de uma amostra de 800 pessoas.

Os dados foram ponderados para representar a incidência de compradores on-line em todos os países da pesquisa. E, em quatro deles – Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes – os dados foram ponderados também para se ajustarem ao perfil demográfico dos usuários de internet.

(**) Idade, sexo e região representativos da população online. (Na Suíça, idade e sexo das amostras são representativos). Não foram determinadas quotas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil disponível de usuários de internet nesse país.

(***) Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii, e Smart TV.

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Santos Brasil lança nova versão do seu aplicativo

Ferramenta que permite consultas e solicitação de serviços via smartphones e tablets ganha novas funcionalidades, como cálculo de armazenagem, e passa a atender também clientes de Imbituba e Vila do Conde

A Santos Brasil está lançando uma atualização do seu aplicativo para clientes e parceiros comerciais. A ferramenta, que já permitia consultas via smartphones e tablets, das principais informações referentes a cargas e serviços contratados no Tecon Santos e nos dois Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (Clias) operados na Baixada Santista, ganhou novas funcionalidades e passou a atender também clientes do Tecon Imbituba (SC) e Vila do Conde (PA).

Agora, além dos serviços já oferecidos, mensagens do tipo ‘push’ informam sobre a conclusão de serviços, notificações ligadas ao SIGVIG (sistema de gerenciamento e controle do recebimento, envio e fiscalização de mercadorias importadas e exportadas) e a hora e data do descarregamento de contêineres. Até então, o cliente precisava consultar o site para levantar essas informações. Com a nova versão do aplicativo, ele pode receber em tempo real informações sobre fiscalização e liberação da sua carga, ganhando agilidade e eficiência. Basta olhar na tela de seu smartphone ou tablet e verificar se tem aviso.

Outras funcionalidades disponíveis da nova versão são o Portal Financeiro, para realização de pré-cálculo de armazenagem, o controle de carga para agentes NVOCC (Non Vessel Operator Common Carrier) e o deadline de atracação do dia. Além disso, foram feitas melhorias na parte de notícias, com a possibilidade de busca, e disponibilizando o acesso rápido aos dados do consultor responsável pelo contato comercial de cada cliente na Santos Brasil.

O aplicativo é gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS (Iphones e Ipads) no Google Play e Apple Store. Para localizá-lo, basta digitar Santos Brasil na ferramenta de busca. Armadores, despachantes aduaneiros, exportadores e importadores, que já usavam o app, devem atualizá-lo para ter acesso à nova versão.

“O aplicativo foi desenvolvido para facilitar o dia a dia de nossos clientes e parceiros comerciais. Ele permite que clientes armadores, exportadores e importadores, agentes NVOCC, despachantes aduaneiros e outros parceiros comerciais acompanhem e façam a gestão do processo de importação e exportação de qualquer lugar e a qualquer hora, em tempo real”, diz Wagner Toffoli, diretor comercial de operações logísticas da Santos Brasil.

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