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Pulse lança edital de sustentabilidade para atrair novas startups

O Pulse, hub de inovação da Raízen, empresa integrada de energia e licenciada da marca Shell no Brasil, lança edital de sustentabilidade para seleção de startups que tragam soluções de impacto para os compromissos 2030 assumidos pela companhia. As inscrições são para empresas de base tecnológica que possuam inovações que contribuam para os desafios da empresa na dimensão socioambiental.

Os compromissos públicos assumidos pela Raízen estão atrelados a 14 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e são os pilares que irão direcionar as estratégias e as ações da companhia para cumprir as metas da agenda de sustentabilidade com base em ferramentas, manuais e procedimentos socialmente responsáveis.

O objetivo é compartilhar os desafios com as startups para que juntos com a Raízen embarquem na jornada de solução de desafios e promoção de valor para os negócios da companhia e para a sociedade. Esta oportunidade ainda contribui para 14 dos 17 ODS da ONU, trazendo mais robustez e importância para a iniciativa.

A dinâmica do edital acontecerá de forma remota, respeitando as regras de isolamento social em decorrência da pandemia de COVID-19.

Os desafios propostos pelo edital são: soluções que proporcionem redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), mudanças climáticas e promoção da transição energética, alavanquem a gestão hídrica e a redução na captação de água, que incentivem uma agricultura mais sustentável com um melhor uso da terra, auxiliem no cumprimento de programas e certificações com reconhecimento internacional, monitorem e fomentem os direitos humanos em toda cadeia e contribuam com a redução de riscos de violação dos padrões de ética e compliance da companhia.

“A sustentabilidade é parte primordial da nossa estratégia de negócios desde a criação da Raízen. Com o edital, buscamos fortalecer parcerias que nos auxilie a consolidar nosso impacto positivo cumprindo, de forma inovadora e mais ágil, os compromissos recém assumidos e contando com uma rede colaborativa de boas práticas”, afirma Cláudio Oliveira, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Raízen.

As propostas deverão ter como objetivo a geração de produtos, softwares, processos ou serviços inovadores de base tecnológica para a realidade dos diferentes negócios da companhia. O projeto conta com parceria da Endeavor, SP Ventures, Thought for Food e da Associação Brasileira de Startups (Abstartups).

“Nós acreditamos que a geração de mais e melhores negócios entre corporações e scale-ups é fundamental para acelerarmos o crescimento de empreendedores que aceleram o país. Por meio de iniciativas como essa, as scale-ups ganham escala e capilaridade para crescer mais rápido, enquanto grandes empresas como a Raízen aceleram seus resultados de inovação encontrando soluções inéditas para problemas complexos”, conta Ilana Nasser, diretora de Engajamento de Rede na Endeavor.

Já o CEO da SP Ventures, Francisco Jardim, concorda e afirma, ainda que, as startups podem ser catalisadoras de boas práticas direcionadas para a sustentabilidade nas corporações. “As startups tendem a ser orientadas por propósito, com um DNA de propósito muito forte em suas respectivas culturas. Elas possuem um novo olhar sobre a incorporação de sustentabilidade nos processos de uma empresa. Consequentemente, o engajamento com startups tende a acelerar a adoção de práticas sustentáveis em corporações.”

Após o período de inscrições, a equipe do Pulse fará entrevistas e convocação das startups selecionadas. As soluções serão avaliadas por meio de uma banca avaliadora, em Pitch Day que incluirá time técnico e executivos da Raízen. As propostas que atenderem aos critérios de seleção e apresentarem sinergia com os compromissos e negócios da Raízen poderão ser selecionadas para continuidade do Edital, com fase de ideação e desenvolvimento de projeto piloto. Caso a entrega da solução atenda às expectativas do desafio proposto e tenha resultados positivos em campo, existe a possibilidade de que a startup se torne uma prestadora de serviços para a companhia, com a assinatura de contrato como fornecedor de longo prazo com condições diferenciadas e mentorias coletivas junto aos parceiros do projeto.

“A Raízen tem a convicção de que o cumprimento de seus compromissos sustentáveis ocorrerá não só pelos seus esforços internos, mas também via conexão e colaboração entre todos os envolvidos em suas cadeias produtivas. Nesse contexto, é nosso papel ser protagonista nessa integração. Nossas experiências e aprendizados com a inovação aberta tem trazido inúmeros benefícios para todo o ecossistema, e sabemos que o papel das startups e seus empreendedores poderá ser alavancado ainda mais com o nosso apoio para experimentação, testes, pilotos e escalonamento de suas ideias. O Edital vem para consolidar ainda mais esse nosso apoio”, destaca Fábio Mota, vice-presidente responsável por Tecnologia e Inovação na Raízen.

Para inscrição, as startups terão que atender alguns requisitos como CNPJ ativo, capacidade técnica para desenvolvimento de projeto piloto com as áreas de negócio da Raízen, alinhado com as necessidades de práticas mais sustentáveis, além de já possuírem um MVP (Produto Mínimo Viável). As inscrições estão disponíveis até 30/10., pelo endereço http://pulsehub.edital2020.com.br/.

Pulse Hub – Edital de inovação e sustentabilidade
Prazo de inscrição: Até 30/10
Link para inscrição: http://pulsehub.edital2020.com.br/
Participação gratuita.

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Safira Energia abre inscrições para seu programa de aceleração de startups

A Safira Energia, uma das principais empresas do ecossistema de energia do país, abre inscrições de 1º de outubro a 15 de novembro de 2020 para o Si9 (Safira Inove), o programa de aceleração da empresa, que chega a sua segunda edição e busca investir em startups das categorias de fintechs e cleantechs.

Podem participar do processo seletivo as startups que já possuem o Produto Mínimo Viável (sigla MVP, em inglês) construído e que já tenham superado a fase de ideação. Serão critérios de avaliação: a heterogeneidade da equipe, com pessoas que possuem conhecimentos distintos e complementares; os aspectos relacionados à tração, como geração de receita e taxa de crescimento; a capacidade de execução da startup, que engloba o grau de comprometimento e maturidade dos empreendedores, e a aderência entre as fintechs e cleantechs com o programa Si9.

“A tecnologia e as aplicações das mais variadas categorias contribuem para a modernização e o desenvolvimento do setor energético brasileiro, de modo que queremos identificar projetos relevantes e inovadores, e investir neles, fornecendo todas as condições para que atinjam a maturidade e sejam colocados em prática”, afirma o diretor executivo da Safira Energia, Mikio Kawai Junior.

O programa Si9 terá duração de um ano, período em que as startups selecionadas serão assessoradas pelo time de mentores de diferentes áreas da Safira e externos (experts das mais variadas verticais). Além da mentoria, as fintechs e cleantechs ainda terão como benefícios um investimento, espaço colaborativo em São Paulo e o networking com startups já aceleradas.

A Enercred, pioneira no modelo de assinatura de energia limpa para consumidores residenciais; a BMS, que nasceu com o propósito de aumentar a produtividade da indústria por meio da automação de softwares industriais, e a Gasola, que conecta empresas e postos de combustível através de uma plataforma 100% digital, são exemplos de startups já aceleradas pela Safira.

As empresas interessadas em participar do programa devem se cadastrar no site http://acelerasi9.com.br/main. Após o período de inscrições, haverá uma pré-seleção e, o Pitch Day. Entre 1º a 15 de dezembro é o período de entrevistas com as finalistas e a divulgação das aceleradas será em 04 de janeiro de 2021.

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EDP Ventures Brasil investe na startup Clarke Energia

A EDP Ventures Brasil, veículo de investimento de capital de risco do Grupo EDP, participou da rodada de R$ 3 milhões, liderada pela Canary, na Clarke Energia. A startup, criada em dezembro de 2019, orienta empresas a economizar na conta de energia por meio de estudos tarifários, eficiência energética, monitoramento de consumo ou compra de energia no mercado livre.

A Clarke Energia proporciona, em média, uma redução de 10% a 20% na conta mensal de luz, identificando ineficiências tarifárias e apresentando soluções. A startup simula quanto a empresa economizaria se migrasse para a modalidade de Tarifa Branca e orienta sobre eficiência das operações da empresa.

“O trabalho da Clarke tem grande importância para médias e pequenas empresas especialmente. Além disso, os serviços oferecidos têm sinergia com algumas áreas da operação da EDP, como a comercialização e serviços de energia. Como Corporate Venture Capital, nosso objetivo é apoiar as startups do nosso portfólio com know how do mercado de energia e o suporte das nossas Unidades de Negócio, para que possam escalar rapidamente”, destaca Carlos Andrade, Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Novos Negócios da EDP Brasil.

“A missão da Clarke é mudar a forma como as empresas se relacionam com a energia. A gente entende que a conta de luz é complexa, mas se você entende um pouco consegue economizar bastante e reduzir o seu impacto ambiental. O apoio da EDP Ventures é fundamental para trazer a bagagem do setor elétrico europeu para o Brasil e fazer com que o nosso setor seja modernizado”, disse o CEO da Clarke Energia, Pedro Rio.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legaltechs, fintechs, HRtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

“Acreditamos no potencial de crescimento da empresa, especialmente pela tração comercial apresentada em poucos meses de operação e pela maneira transparente como conseguem se comunicar com seus clientes e ajudá-los a ter mais autonomia para gerir seus custos com a energia elétrica. O apoio da Canary também sinaliza a atratividade do investimento e o grande potencial da startup”, explica Rosario Cannata, gestor de Investimento da EDP Ventures Brasil.

Além da Clarke, já receberam investimentos no Brasil as startups Voltbras, Colab, Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 38 milhões de euros em 33 startups, que juntas empregam mais de 1.200 colaboradores e têm mais de 140 milhões de euros de receita por ano.

Eficiência energética e mercado livre

A ONU busca dobrar a taxa global de melhora de eficiência até 2030 porque entende a prática como um dos principais pilares para gerar energia sustentável e ajudar os países a minimizarem os preocupantes reflexos do aquecimento global. No Brasil, a meta estabelecida após o Acordo de Paris, de 2016, visar reduzir o consumo de energia elétrica em 10% e ainda reduzir os gases poluentes em 43%.

Por determinação do Governo Federal, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) estão realizando estudos sobre como abrir o mercado livre de energia a consumidor residencial. A medida do governo ainda define que haverá redução gradual, a partir de 2021, de requisitos para que empresas passem a operar com maior flexibilidade no mercado livre de eletricidade.

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CANATHON inicia hoje os desafios que irão revolucionar o setor de bioenergia

O CANATHON, o primeiro hackathon exclusivamente voltado à bioenergia, começa nesta quinta-feira (20/08), com a participação de mais de 800 profissionais de diversas áreas do conhecimento entre maratonistas e mentores inscritos, que prometem revolucionar o setor com propostas de soluções rápidas em Tecnologia da Informação para problemas apontados por representantes de empresas de toda a cadeia de valor deste mercado.

O evento, realizado em formato 100% online e que vai até o dia 26 de agosto, é organizado pela FENASUCRO & AGROCANA, Think Lab Brasil e UFSCar e terá a participação de representantes de todos os estados brasileiros, Distrito Federal e de outros países como Argentina, Angola e Estados Unidos.

Dinâmica do Desafio

Os participantes estarão organizados em equipes multidisciplinares para trabalharem em projetos em TI que envolvem questões e situações de gestão, produção e novos negócios. De acordo com Marcos Eduardo de Oliveira, CEO da Think Lab Brasil, devem ser formadas mais de 140 equipes que apresentarão as propostas para um Conselho Consultivo, formado por alguns dos mais renomados representantes do setor de bioenergia no Brasil e no mundo.

“Cada equipe será formada por cerca de 5 pessoas de áreas diferentes. O primeiro desafio dos participantes será encontrar seus pares para compor a equipe e depois definir em qual dos três pilares irá trabalhar em busca de uma solução. No decorrer do evento, eles terão o apoio de 120 mentores que se revezarão 24 horas durante todos os dias para atender as demandas. Todo o trabalho produzido, troca de informações, palestras e mentorias serão realizadas em uma plataforma específica para o CANATHON”, diz Oliveira.

As equipes terão um prazo de cerca de 52 horas, entre 18h de sexta-feira (21) e 22h de domingo (23) para realizar as cinco etapas que compreendem a formação das equipes multidisciplinares, imersão (identificação e conhecimento do problema), ideação (geração de ideias), prototipação (transformação de ideias em algo palpável) e solução (entrega da solução final).

“As equipes não precisam estar online o tempo todo e terão liberdade para escolher a solução que será desenvolvida, para organizar os seus horários, atividades e revezamentos para cumprir as etapas dentro do prazo estipulado”, afirma Oliveira.

Cada membro do Conselho Consultivo receberá um vídeo, uma apresentação e um relatório com as descrições da solução proposta que deverá ser avaliado entre segunda-feira (24) e quarta-feira (26) com atribuição de notas e suas considerações.

Na quarta-feira, 26, a partir das 18h, acontecerá a cerimônia de encerramento por meio de uma transmissão online, que fará a apresentação das três soluções vencedoras. “Além das vencedoras, as demais soluções entregues serão apoiadas pela Think Lab Brasil para que se transformem em startups para o setor. A proposta é apresentar as demais soluções na FENASUCRO & AGROCANA de 2021, quando também realizaremos a segunda edição do CANATHON”, diz Oliveira.

Perfil dos participantes

Marcos ressalta que os participantes estão concentrados no setor de bioenergia e negócios, ciências de dados, desenvolvedores e marketing. O perfil revela ainda que cerca de 39% dos participantes tem pós-graduação ou doutorado em sua área de atuação, 31% graduação, 21% são estudantes e 7% têm curso técnico. Os participantes são de universidades públicas como USP, UFSCar e de várias empresas do setor de bioenergia.

O que deve vir por aí…

Entre as soluções a ser apresentadas, o CEO da Think Lab Brasil acredita que devem contemplar situações como simulações de safra e análise de dados para ajudar os gestores a tomarem decisões, análise de clima e ciclos de manutenção com Inteligência Artificial e Data Science, além de propostas que possam vislumbrar novos mercados e usos para açúcar e álcool, comercialização de excedentes ou identificação de CBIOs. “Ouvimos empresas de todos os estados brasileiros e fizemos uma compilação dos principais problemas visando contribuir com o desenvolvimento do setor”, diz Oliveira.

Paulo Montabone, Diretor da Fenasucro & Agrocana, explica que o evento tem um caráter de ineditismo ao mostrar que é possível gerar inovação para o mercado de bioenergia com custo relativamente baixo. “A eficiência por meio do uso dos dados e informações, o “famoso” data driven, pode levar a soluções de baixo custo aos gestores de toda a cadeia para encarar com mais assertividade as novas oportunidades, incluindo neste contexto as energias renováveis. Importante sempre lembrar que o nosso setor é vanguardista em tecnologia e a Fenasucro & Agrocana, reforça seu propósito de apresentar inovação e ser vitrine para soluções através do CANATHON, que reforçará a competência do mercado brasileiro em exportar soluções nacionais para as usinas e indústrias bioenergéticas pelo mundo todo”, afirma.

Mercado

Para Daniel Rossi, CEO do Grupo Capitale e fundador da ZEG (Zero Emission Generation), o CANATHON contribuirá para o mercado conhecer novas tecnologias e ideias, além de ser uma excelente ferramenta para troca de experiências e criação de negócios promissores.

“Ainda que o Brasil tenha papel de destaque na produção e consumo do etanol, o mercado de biogás ainda é incipiente no Brasil e tem capacidade de agregar muito valor. Inovar é a alma do mercado de bioenergia. O profissional que deseja atuar neste mercado deve estar antenado as tendências e novas tecnologias, ser disruptivo, criativo, flexível e estar preparado para errar algumas vezes antes de acertar”, afirma Rossi.

Segundo Maurício de Menezes, gerente de Marketing Tático da John Deere, eventos como o CANATHON proporcionam uma grande oportunidade de se inserir empresas e pessoas em um ambiente que estimula a inovação e que permite o surgimento de ideias disruptivas para o setor da bioenergia.

“A John Deere é uma empresa comprometida em fornecer produtos, tecnologia e serviços avançados para os produtores, aumentando a eficiência da agricultura brasileira e ajudando na missão de alimentar o mundo de forma sustentável. Quando pensamos em tornar os recursos renováveis, como é o caso da bioenergia, em uma oportunidade de negócio, já damos passos importantes em identificar pontos de melhoria e como tornar o nosso empreendimento mais rentável e responsável. Ainda temos muito potencial para aprimorar a eficiência do sistema bioenergético com muita tecnologia. Por exemplo, estamos inovando o mercado a partir do desenvolvimento da colhedora de cana CH 950, criada especialmente para o mercado brasileiro e que possui diferenciais importantes para o segmento canavieiro, como as duas linhas de corte trabalhando simultaneamente, trazendo também diminuição na compactação de solo em até 60%, e redução de 30% no consumo de combustível”, afirma Menezes.

Abertura

Nesta quinta-feira, dia 20, durante a primeira semana de conteúdo digital da FENASUCRO & AGROCANA TRENDS, acontecerá um encontro de diversas personalidades de toda a cadeia do mercado de bioenergia para debaterem sobre o impacto da inovação para o setor sucroenergético, a partir das 16 horas. Mais detalhes pelo link http://bit.ly/3iVLlCM.

Em seguida, a partir das 18hs, iniciam-se oficialmente os desafios do CANATHON, ao vivo e com abertura de grandes nomes, que darão as boas-vindas para os maratonistas e mentores. Para acompanhar, acesse a partir das 18h, pelo link http://bit.ly/31bS59S .

Starter Business Acceleration: programa mundial para startups do setor elétrico abre inscrições para edição de 2020

A EDP, empresa que atua em toda a cadeia do setor elétrico, está com as inscrições abertas para o Starter Business Acceleration, programa mundial de aceleração de negócios com startups que oferecem soluções aplicáveis ao setor de energia. O programa receberá inscrições de startups de todo o mundo, que serão selecionadas para participação em um dos módulos: América Latina, em São Paulo, no Brasil; América do Norte, em Houston, nos Estados Unidos; e Europa e Ásia, em Viena, na Áustria.

As trinta startups selecionadas terão a oportunidade de apresentar as suas soluções para as empresas do Grupo EDP, que detém uma capacidade instalada de 27GW, 74% dela provenientes de energias limpas (eólica, solar e hídrica), e 12 milhões de clientes, além de outras três utilities parceiras que integram o programa: a American Electric Power, com mais de cinco milhões de clientes em 11 Estados norte-americanos; a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria; e a Turning Tables, empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva.

Os dez projetos com maior potencial serão posteriormente selecionados para participar da final e o vencedor será anunciado em Lisboa, em novembro, durante o Web Summit, garantindo um prêmio de 50 mil euros.

As sete categorias disponíveis para candidatura estão alinhadas com as áreas de negócio prioritárias para as utilities: energias limpas, soluções com foco no clientes, inovação digital, armazenamento de energia, redes inteligentes, inovação em processos internos e inovação de impacto. As inscrições podem ser realizadas pelo site www.theenergystarter.com.

“A transformação do setor elétrico já é uma realidade e as startups têm um papel fundamental nesse processo. Através da colaboração entre startups e utilities podemos acelerar a adoção de novas tecnologias capazes de suportar a geração de novos modelos de negócio, além da melhoria da experiência junto aos consumidores. Apostamos no Starter Business Acceleration para seguir na vanguarda do segmento e apoiar o desenvolvimento do ecossitema empreendedor”, afirma Livia Brando, diretora de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

Na última edição, o Starter atraiu cerca de 500 startups e selecionou um total de 30, vindas de 13 países, para trabalhar diretamente com a EDP e as utilities parceiras do programa. Isso resultou num pipeline de 50 projetos-piloto e 10 potenciais investimentos.

Congressos irão debater o futuro da energia solar distribuída e resultados de projetos de biomassa no Brasil

As fontes renováveis para a geração de energia elétrica têm obtido aumento da capacidade instalada e, consequentemente, participação ainda mais expressiva na matriz energética brasileira.

De acordo com o Balanço Energético Nacional 2019, da EPE – Empresa de Pesquisa Energética, houve um aumento de 131% na geração distribuída, em comparação ao ano anterior.

O Brasil é o país com a maior produção de energia limpa do planeta. Isso devido, principalmente, às hidrelétricas, mas solar, biomassa e eólica avançam. E, para debater esse tema estratégico para o país, dois eventos acontecerão em paralelo à Ecoenergy 2020 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologias Limpas e Renováveis para Geração de Energia .

O primeiro é o Congresso Ecoenergy, que será realizado entre os dias 14 e 16 de abril de 2020, no pavilhão do São Paulo Expo. Tem o objetivo de debater questões imprescindíveis para o desenvolvimento das energias solar no Brasil, como a disponibilização de linhas de financiamento e novas iniciativas de adequação às necessidades dos empreendedores, assim como tecnologias disruptivas e alianças estratégicas entre os agentes.

O tema central será o “Retorno sobre o Investimento e Empreendedorismo em Geração Solar Distribuída”, com painéis sobre “Geração distribuída e perspectivas para avanços na geração de energia solar em 2020”; “Modelo regulatório em pauta: análise de especialistas sobre a gestão de investimentos em geração distribuída no Brasil”; “Empreendedorismo em energia solar: como buscar capacitação e começar um novo negócio no mercado de energia solar?”; “Potencial de mercado para gestão de projetos, instalação de painéis fotovoltaicos e manutenção de sistemas”; “Requisitos a serem cumpridos em Segurança do Trabalho: Normas Regulamentadoras (NRs) a seguir e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) fundamentais para a atividade”.

No segundo dia, estarão em debate a “Inovação tecnológica e parceria com fabricantes de equipamentos, softwares e gestão operacional e controles na produção de energia solar: como construir parcerias de sucesso?”; “Gestão financeira do negócio e análise do retorno sobre o investimento: diretrizes para os empreendedores que já estão no mercado e aos que estão começando novos negócios voltados à instalação e gerenciamento de projetos”; “Implantação de sistemas de energia solar em prédios públicos e em condomínios residenciais ou corporativos: quais são os impactos na redução de custos e o efetivo retorno sobre o investimento?” e “Geração de energia solar em plantas industriais, prédios comerciais e residenciais: benefícios operacionais e financeiros para os gestores de Facilities, Manutenção e aos próprios condôminos”.

Já no último dia, congressistas e palestrantes irão debater “Alternativas de financiamento de equipamentos para geração de energia solar”; “Comercialização de energia: o que é fundamental saber sobre a operacionalização e ganhos com a venda de energia excedente”; “Direcionamento a respeito da tributação de energia solar”; “Seguros para empreendimentos de geração distribuída em energia solar”; e “Quais as soluções propostas pelas startups para a geração de energia solar e eficiência energética dos empreendimentos? A Inteligência Artificial já é uma realidade em energia solar?”.

A biomassa como alternativa

Paralelamente ao Congresso Ecoenergy, acontecerá nos dias 14 e 15 de abril a 4ª edição do Biomass Day – Congresso Internacional de Biomassa que discutirá a utilização da biomassa para a geração de energia elétrica. O evento vai tratar das “Vantagens Competitivas e Potencial para Geração de Receitas em Projetos de Biomassa” diante do imenso potencial de geração de energia elétrica, vapor e bioprodutos de acordo com as particularidades dos vários tipos de biomassa.

O tema central será “Vantagem competitiva, eficiência energética e resultados financeiros no aproveitamento das biomassas agrícolas, florestais e urbanas”, com painéis sobre “Panorama da biomassa no Brasil, participação na matriz energética e potencial para atração de investimentos”; “Panorama, perspectivas e potencial para atração de investimentos em biomassa”; “Questões jurídicas que norteiam os resíduos agrícolas, florestais ou urbanos”; “Aproveitamento de resíduos urbanos, gestão industrial e as vantagens econômico-financeira dos projetos waste-to-energy na geração de biogás”; “Eficiência energética e tecnologia orientada à otimização da biomassa para geração de energia e vapor nas caldeiras de alta pressão”; “Mercado de compra e venda de biomassa agrícola para cogeração de energia: como rentabilizar a operação?”.

No último dia, a programação segue com painéis sobre “Tributação e gestão fiscal em operações de comercialização de biomassa”; “Estudo de viabilidade financeira para uso dos resíduos”; “Comercialização de energia – como operacionalizar a venda da energia excedente, produzidos por meio da cogeração de biomassa”; “Economia circular e a construção de parcerias para monetizar os resíduos de origem florestal e urbana”.

Ecoenergy 2020

Data: de 14 a 16 de abril

Horários: Congressos – 9h às 18h | Feira – 13h às 20h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP

http://feiraecoenergy.com.br/16/

Programa de aceleração global para startups de energia, o Free Electrons, está com inscrições abertas

O Free Electrons, programa global de aceleração focado em startups de energia em fase de scale up em mercados internacionais, está com inscrições abertas até 31 de janeiro de 2020. A iniciativa, que está na quarta edição, busca apresentar as mais promissoras startups do setor elétrico em todo o mundo às 10 utilities líderes do setor. Ao todo, o programa vai selecionar 30 empresas que terão a oportunidade de apresentar suas ideias em um Bootcamp que acontece em março, em Singapura, e apenas 15 passarão para a fase seguinte.

Como nos três anos anteriores, o programa será divido em três módulos. O primeiro acontecerá em junho em Sydney, na Austrália; o segundo acontecerá pela primeira vez em São Paulo, no mês de setembro; e o último será em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde será anunciada a grande vencedora, que receberá o prêmio de 200 mil dólares.

O programa tem como membros a EDP, American Electric Power (EUA), AusNet Serviços (Austrália), CLP (Hong Kong), DEWA (Dubai), ESB (Irlanda), innogy (Alemanha), Origin Energy (Austrália), SP Group (Cingapura) e Tokyo Electric Power Company (Japão). O Free Electrons é apoiado pela Beta-i (Portugal).A cada ano, o Free Electrons recebe perto de 500 candidaturas de startups de todos os continentes, que se propõem a criar um projeto-piloto nas áreas da mobilidade, energias limpas, redes inteligentes, digitalização e serviços de apoio ao cliente. Nas últimas três edições, mais de mil startups de 65 países se inscreveram e foram investidos cerca de US$ 11 milhões pelas companhias envolvidas. Só na edição deste ano, foram criados 59 pilotos.

As inscrições podem ser realizadas até 31 de janeiro no link http://freeelectrons.org/.

Maior programa global de aceleração do setor elétrico

O Free Electrons é conhecido como o programa de aceleração mais relevante do mundo no setor de energia e permite a startups maduras do setor terem acesso a parceiros mundiais, que podem ajudá-las a se expandir para novos mercados. As 10 utilities que fazem parte do programa têm, juntas, cerca de 80 milhões de clientes e estão presentes em mais de 40 países.

Em 2019, o prêmio de melhor startup foi concedido à Ev.energy. A empresa está desenvolvendo pilotos focados em soluções para clientes com AEP (EUA), innogy (Alemanha) e ESB (Irlanda). As três edições anteriores do Free Electrons geraram um montante total de cerca de US$ 10 milhões de dólares nos contratos firmados entre as startups e as 10 utilities. Em três edições, o programa recebeu inscrições de mais de 1.400 startups de 75 países.

Exemplos disso são o Loqr, provedor de segurança de autenticação que recebeu investimento da EDP Ventures, em Portugal; a Kisensum, fornecedora de software de gerenciamento de frota adquirida pela ChargePoint (EUA); e a Fresh Energy, que também se tornou parte do hub de inovação da alemã Innogy por conta do medidor inteligente para clientes domésticos de grandes fornecedores de eletricidade.

Startup Weekend Energy Tech traz o ecossistema de startups ao setor elétrico

Já pensou que a energia que você produz quando caminha pode ser rentável? O projeto vencedor da primeira edição Startup Weekend de energia elétrica na América Latina, ocorrido nos dias 22, 23 e 24 de março, em São Paulo, trouxe uma solução que une mobilidade e nanogeração de energia (para uso pessoal), a Green Box. No primeiro dia do evento foram realizados pitches (apresentações rápidas). As ideias mais votadas foram trabalhadas em uma maratona de 54 horas, onde os participantes receberam a mentoria de um time de especialistas de diversas áreas ao longo da jornada. No final, os projetos foram apresentados para um corpo de jurados do setor.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi uma das patrocinadoras com Schneider Electric, Paradigma, VMBears e Omega Energia, com o apoio do InovaBra, Celebrar.co, Advisor BPO, Clube de Negócios, Bella Notte, Alura, SOAP e Eureka. Com 83 participantes, muitos destacaram a importância de fomentar ações como esta ao setor elétrico. O criador da ideia da Green Box, o cientista da computação e arquiteto de soluções da CCEE Saulo Roncon, viu a sua ideia inicial se transformar e o time até conseguiu potenciais clientes durante o processo de criação. Roncon destaca que este tipo de evento traz inovação para a empresa pela mudança de mindset na forma de trabalhar de quem participa. Ainda destaca que ações como esta irão refletir no mercado de energia inteiro. “O apoio da CCEE é essencial e deveriam trazer mais edições sobre este tema”, acrescenta Roncon.

O engenheiro William Matsubara, gerente de tesouraria da CCEE, estava no time que ganhou em terceiro lugar com o projeto Clima Certo, aplicativo que ajuda as pessoas a saberem qual é o tamanho do ar-condicionado adequado ao espaço em que ele será instalado — trazendo eficiência energética. “A CCEE tem esta cultura de inovação. O Inova CCEE, que é o mote deste ano, é exatamente isto: focar em inovação e procurar um jeito melhor e mais fácil de fazer as coisas. Este evento mais que validou isto”, conclui Matsubara. Também foram vencedores o projeto Flashback (2º lugar) e Energy Chain (menção honrosa).

Networking foi um dos motivos da participante dessa maratona criativa, a engenheira mecânica Marina Galli, mestranda em Energia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), decidir se inscrever. Marina conta que a Startup Weekend fomenta ideias e o diferencial desta edição foi ter focado em energia elétrica, área de seu interesse para criar uma startup. O engenheiro de software da Siemens, David Gabriel de Souza Joaquim, foi ao evento como observador: “Infelizmente, existem poucas startups do setor e tem de ter mais empresas promovendo este tipo de evento”, diz Joaquim, que trabalha com transformador de potência e acredita que será interessante esta triagem de startups para trazer soluções às necessidades da área já existentes ou repassá-las para que tragam mais soluções.

Inovação como mantra da CCEE

O consumo total de eletricidade deve crescer cerca de 50% acima da economia brasileira até 2026, ano em que, estima-se, a eficiência energética irá representar 7% do consumo final energético do Brasil, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Para adotar uma visão de futuro com o objetivo de que o País não perca a transformação tecnológica que o setor elétrico viverá, é imprescindível investir em tecnologias disruptivas.

O gerente executivo de Arquitetura de Sistemas, Dario Almeida, que foi um dos jurados desta edição, destaca que a CCEE tem se aproximado das startups: “Inovar é um pilar de sustentação e desenvolvimento da CCEE”. Almeida reforça ainda que: “vamos levar este modelo de trabalho (construído durante o evento)nas nossas inovações”. Dos 83 participantes, 24 trabalham na CCEE. “É um marco para nós, como companhia, muitos deles estiveram entre os primeiros colocados. Dos que ganharam, têm grande potencial para continuar (com o projeto) seja em paralelo, seja com apoio da CCEE. O que fica como grande ganho é a metodologia, é a imersão, é o aprendizado, é esta experiência transformadora”, analisa um dos organizadores da edição de energia do Startup Weekend, Will Nascimento.

Para o executivo de Contabilização e Liquidação da CCEE, Ediléu Cardoso Júnior, o setor de energia elétrica está passando por uma transformação e precisa beber desta fonte das startups, pois precisa inovar para ser dinâmico ao crescer. Cardoso Júnior foi um dos mentores e acrescenta que também foram desenvolvidos projetos que focam em problemas do setor de comercialização, como um grupo que falava que o problema era o risco de contraparte, que é uma condição que está acontecendo hoje. “O mercado de energia é muito carente de inovação. Tentamos trazer esta dinâmica para o mercado. Acredito que conseguimos”, analisa o líder da organização da edição Startup Weekend Energy, o analista de sistemas, Gilberto Silveira Junior.

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Ataques cibernéticos poderão causar interrupção no fornecimento de energia elétrica nos próximos cinco anos, diz Accenture

Quase dois terços (63%) dos executivos de concessionárias entrevistados pela Accenture em todo o mundo acreditam que seus países enfrentarão ao menos um risco moderado de interrupção no fornecimento de energia elétrica por ataque cibernético em suas redes de distribuição, ao longo dos próximos cinco anos. O número é um dos achados do novo relatório da Accenture (NYSE:ACN), Outsmarting Grid Security Threats, parte do programa de pesquisa Digitally Enabled Grid, e chega a 76% entre executivos de concessionárias norte-americanas.

A pesquisa realizada com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países mostra que interrupções no fornecimento de energia elétrica por conta de ataques cibernéticos são a principal preocupação, citada por 57% dos entrevistados. Ameaças físicas à rede de distribuição são igualmente um problema. Para 53% dos executivos, o principal receio é a segurança de funcionários e/ou clientes e, para 43%, a destruição de bens físicos.

Interrupções no fornecimento de energia são principal preocupação em relação à segurança cibernética, para executivos e distribuidoras

“Os negócios de distribuição estão cada vez mais expostos a crimes cibernéticos por conta do desenvolvimento de malwares altamente sofisticados e letais, que podem ser usados por criminosos virtuais”, diz Stephanie Jamison, diretora executiva de Transmissão e Distribuição da Accenture.
“Ataques a sistemas de controle poderiam prejudicar a confiabilidade da rede e a segurança e o bem-estar de funcionários e do público em geral. Não conseguir endereçar esse tipo de ameaça a tempo pode prejudicar a marca, bem como ser uma ameaça real a um país ou comunidade”.

Embora a maior conectividade dos sistemas de controle habilitados nas redes inteligentes possa gerar benefícios significativos sob a forma de segurança, produtividade, qualidade de serviço aprimorada, e eficiência operacional, 88% concordam que a segurança cibernética é uma grande preocupação na implantação destas redes inteligentes. Concessionárias de distribuição também estão cada vez mais expostas por conta do aumento de aparelhos domésticos conectados via Internet das Coisas (IoT), como plataformas domésticas e eletrodomésticos inteligentes. Isso traz um novo risco às empresas de distribuição, ainda difícil de quantificar, com 77% dos executivos de concessionárias indicando IoT como risco potencial à cibersegurança.

Nas regiões da Ásia-Pacífico e da Europa, criminosos cibernéticos são vistos como o maior risco para os negócios de distribuição por quase um terço dos respondentes. Contudo, na América do Norte, ataques por governos são considerados um risco maior do que em outras regiões (32%).

“A implantação das redes inteligentes poderia abrir novos vetores de ataque se a segurança cibernética não for uma preocupação central do projeto”, completa Jamison. “Contudo, as redes inteligentes também podem trazer proteção sofisticada para ativos que antes eram vulneráveis por meio de uma melhor conscientização da situação e controle da rede.”

As concessionárias precisam aumentar suas capacidades de cibersegurança e desenvolver um sistema de entrega resiliente

Um número significativo de concessionárias de distribuição ainda tem muito a fazer para desenvolver capacidades de resposta cibernética robusta. Mais de 4 em 10 respondentes afirmam que os riscos de cibersegurança ainda não estavam, ou estavam apenas parcialmente, integrados a seus processos de gestão de riscos mais amplos.

Além disso, a crescente convergência de ameaças físicas e cibernéticas exige o desenvolvimento de capacidades que vão muito além dos requisitos simples de conformidade com normas nacionais ou internacionais de segurança. As concessionárias devem investir na resiliência de suas redes inteligentes, bem como em recursos eficazes de resposta e recuperação.

A proteção adequada representa um desafio por conta da complexidade das redes de distribuição elétrica e de agressores cada vez mais sofisticados e bem-financiados, e muitas concessionárias de distribuição ainda não estão protegidas ou preparadas adequadamente. Quando o assunto é restaurar a operação da rede ao estado normal após um ataque cibernético, apenas 6% dos entrevistados acreditam estar extremamente bem preparados e 48% afirmam estarem preparados.

No Brasil ainda não há registros públicos precisos de invasões ou tentativas de invasões a sistemas de controle das redes elétricas. Entretanto, o aumento dos dispositivos inteligentes implantados pelas diferentes concessionárias visando a migração para redes mais inteligentes traz a preocupação com o aumento da probabilidade de acontecimentos tais como observados recentemente em outros países.

Apenas 48% dos executivos de concessionárias acreditam estar bem preparados para os desafios de uma interrupção por ataque cibernético

“A cibersegurança precisa se tornar uma competência central do setor, protegendo toda a cadeia de valor e seu ecossistema, de ponta a ponta. As concessionárias, experientes na entrega confiável e na restauração de energia, precisam ser ágeis e rápidas para criar e alavancar a consciência situacional para que possam reagir rapidamente e intervir a tempo para proteger a rede”, diz Jim Guinn, diretor geral que lidera a prática de segurança para indústrias de recursos naturais na Accenture. “O desenvolvimento dessa nova capacidade exigirá inovação contínua, uma abordagem prática para dimensionamento e colaboração com parceiros para gerar o máximo de valor.”

Ações para construir e escalonar a defesa cibernética

Embora não haja um caminho único a seguir, existem alguns movimentos que qualquer negócio de distribuição deve considerar para fortalecer a resiliência e a resposta a ataques cibernéticos, tais como:

• Integrar a resiliência no desenvolvimento de ativos e processos, incluindo segurança cibernética e física;

• Compartilhar inteligência e informações como uma atividade crítica que poderia ajudar a criar consciência situacional sobre o cenário de ameaças mais recente e como se preparar de acordo;

• Desenvolver modelos de governança para gerenciamento de segurança e emergência.

Para mais informações sobre como as concessionárias de distribuição podem gerenciar efetivamente a cibersegurança, acesse o novo relatório da Accenture – Outsmarting Grid Security Threats.

Metodologia

O estudo anual da Accenture – Digitally Enabled Grid – avalia as implicações e oportunidades de redes cada vez mais digitais. O estudo 2017 inclui entrevistas com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países. Todos os executivos entrevistados estavam envolvidos no processo de tomada de decisão para questões relacionadas a redes inteligentes. Os países representados incluem África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Espanha, EUA, Filipinas, Holanda, Itália, Japão, Malásia, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suíça e Tailândia.

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Huawei participa da CeBIT 2017 com 100 parceiras para promover a transformação digital

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Na CeBIT 2017, de 20 a 24 de março de 2017, a Huawei se associa a 100 parceiras para expor estratégias e soluções da tecnologia da informação e das comunicações (TIC), sob o tema “Liderando a nova TIC, o caminho para a transformação digital” (“Leading New ICT, The Road to Digital Transformation”). Em um estande de mais de 3.500 metros quadrados, localizado em C30 do Salão 2 do Centro de Exposições de Hannover, a Huawei está demonstrando a TIC e soluções inovadoras nas áreas de exposição de negócios, tecnologia e do ecossistema e está compartilhando melhores práticas e metodologias de transformação digital, para ajudar os clientes e parceiras globais a pro mover seus negócios digitais.

A estratégia e os objetivos da Huawei Enterprise Business Group estão alinhados com o tema “d!conomy — sem limites” (“d!conomy — no limits”) da CeBIT 2017, fornecendo aos tomadores de decisões orientação sobre administração econômica e pública, sociedade digital e transformação digital.

Plataforma e Ecossistema, duas forças motrizes no caminho para a transformação digital

Os negócios empresariais da Huawei se baseiam em um profundo entendimento da transformação digital do setor. Na exposição, a empresa apresentou sua estratégia “Plataforma + Ecossistema”.

O presidente da Huawei Enterprise Business Group, Yan Lida, disse: “O posicionamento empresarial da Huawei se foca em ser a melhor parceira no esforço para capacitar a sociedade digital, o desenvolvimento social inteligente e a transformação digital do setor. Propomos a estratégia ‘plataforma + ecossistema’, que se baseia em grandes investimentos em novas tecnologias, tais como computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), Big Data, banda larga móvel e SDN, para criar uma plataforma de infraestrutura de TIC aberta, flexível, segura e ágil. Ao desenvolver um ecossistema ganha-ganha e ao colaborar amplamente com as parceiras, estamos ajudando os clientes e alcançar o sucesso na transformação digital”.

No discurso programático das Conferências Globais dos CEOs na CeBIT, a presidente do Departamento de Marketing e Vendas de Soluções da Huawei Enterprise Business Group, Diana Yuan, disse: “Nossa ‘Plataforma’ enfatiza a sinergia nuvem-conexão-dispositivo (cloud-pipe-device), enquanto nosso ‘Ecossistema’ é centrado no cliente e se foca na criação de um ambiente mutuamente benéfico para o desenvolvimento sustentável. A Huawei implementa a estratégia ‘Plataforma + Ecossistema’ e trabalha de perto com seus clientes e parceiras, para ajudá-los a abraçar a era digital, por alavancar as experiências e recursos sólidos e valiosos obtidos de nossa transformação digital”.

Na CeBIT 2017, a Huawei está lançando o Programa OpenLab (laboratório aberto) Global, para promover a implementação da estratégia “Plataforma + Ecossistema”. Esse programa vai reunir importantes parceiras empresariais com o objetivo de desenvolver recursos para criar soluções específicas para o setor, fornecendo os elementos fundamentais de um ecossistema de TIC que potencializa o futuro da sociedade inteligente. A Huawei planeja estabelecer outros 15 OpenLabs nos próximos três anos, com um investimento total de US$ 200 milhões. Até o final de 2019, haverá um total de 20 OpenLabs no mundo.

“Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema”: demonstrando a nova infraestrutura de TIC com 100 parceiras

As áreas de exposição de “Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema” da Huawei na CeBIT 2017 exibem os produtos inovadores, soluções e histórias de sucesso da TIC.

A área de exposição de “Negócios” demonstra as soluções da Huawei que habilitam a transformação digital de clientes e destaca histórias de sucesso em sete setores: cidade inteligente, finanças, manufatura, energia elétrica, transporte, mídia e ISP. A área de exposição de “Tecnologia” demonstra a nova infraestrutura de TIC da Huawei baseada na sinergia “nuvem-conexão-dispositivo. A infraestrutura integra sete tecnologias essenciais: IoT (com segurança), nuvem aberta, infraestrutura de data center, redes totalmente baseadas em nuvem (com segurança), comunicações por nuvem, wireless empresarial e serviços. O estande inteiro mostra os resultados da cooperação da Huawei com as 100 parceiras, incluindo grandes empresas como SAP, Accenture, Infosys, T-Systems, KUKA, Hexagon, Thales, Alstom e Siemens, para co nstruírem juntas um ecossistema sustentável.

Anúncios conjuntos de grandes parcerias e compartilhamento de métodos e práticas de transformação digital.

Mais de um terço das empresas listadas na Fortune 500 escolheram a Huawei como sua parceira de transformação digital e mais de 40% dessas empresas estão entre as 10 maiores do mundo. Na CeBIT 2017, a Huawei e suas principais parceiras do setor vão anunciar soluções conjuntas e compartilhar histórias de sucesso, como:

– Na arena da cidade inteligente (smart city), a Huawei e a Veolia estão implementando juntas uma solução de administração de águas pluviais e enchentes (Storm Water and Flood Management Solution), baseada em NB-IoT, para estabelecer cientificamente medidas de emergência. Além disso, a Huawei e a Frequentis estão desenvolvendo em conjunto um ecossistema aberto para soluções de segurança pública, para tornar as cidades mais seguras. A Huawei e a Honeywell estão lançando juntas uma solução de prédio inteligente que possibilita a administração inteligente de prédios e reduz o consumo de energia.

– No setor financeiro, a Accenture vai compartilhar uma solução de Big Data financeira, baseada na plataforma de Big Data da Huawei. A Huawei e a Infosys estão lançando conjuntamente a solução Finacle@Kunlun, para ajudar os bancos a reconstruir suas infraestruturas de TI e aplicações de camada superior.

– No setor de energia, a Huawei está trabalhando com a SAP para lançar uma solução de infraestrutura de medição avançada (AMI — Advanced Metering Infrastructure). Com esforços conjuntos com a State Grid Tianjin Electric Power Company, a Huawei está apresentando uma solução de rede elétrica dedicada wireless para ajudar as companhias de eletricidade a implementar a distribuição automática de energia e a medição inteligente.

– No setor de transporte, a Huawei e a Indra, provedora de soluções de tecnologia para o setor de transporte, estão assinando um memorando de entendimento de cooperação global, para desenvolverem conjuntamente soluções completas de TIC para transportes.

– No setor de mídia, a Huawei e a Sony estão implementando juntas uma solução de IP matrix Serial Digital Interface (SDI), para desenvolver veículos de transmissão e sistemas de vídeo móvel para emissoras de rádio e televisão globais.

– Na área de nuvem pública, os clientes que estão usando a Open Telekom Cloud (nuvem aberta da Telekom) desenvolvida conjuntamente pela Huawei e pela Deutsche Telekom irão compartilhar as últimas aplicações da solução — a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN — European Organization for Nuclear Research) vai compartilhar sua experiência com a aplicação da Open Telekom Cloud no projeto Helix Nebulae Science Cloud. A SLV, fabricante do sistema de iluminação alemã, está anunciando que irá empregar uma plataforma de IoT baseada na Open Telekom Cloud e lançar projetos para a casa inteligente.

No futuro, a Huawei irá continuar a desenvolver um ecossistema sustentável e investir em alianças setoriais e comerciais, na comunidade de fonte aberta e em plataformas para desenvolvedores.

Para mais informações sobre a Huawei na CeBIT 2017 visite http://e.huawei.com/topic/cebit2017-en/index.html

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Últimas semanas para inscrição no programa mundial de aceleração de startups da EDP

Startups com ideias inovadoras para o setor elétrico terão até o dia 28 de fevereiro para se inscreverem no Free Electrons Global Accelerator, iniciativa do Grupo EDP realizada em parceria com outros sete players mundiais do mercado energético.

Com o programa, a EDP, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções em energia elétrica, visa o fomento à criação de projetos inovadores relacionados à energia limpa, eficiência energética, mobilidade elétrica, digitalização, serviços de apoio ao cliente e internet das coisas. O período de seleção ocorrerá em março e as 12 selecionadas serão divulgadas no início de abril. Os interessados podem se candidatar pelo sitewww.freelectrons.co.

“Visando uma estratégia de escopo global, a EDP tem monitorado o ecossistema empreendedor a fim de trazer transformações significativas para o Setor de Energia, capazes de impulsionar a competitividade da companhia. Já as Startups terão a oportunidade de estarem inseridas em um programa de alto nível para seu desenvolvimento nos principais polos de empreendedorismo do mundo” afirma Livia Brando, gestora de Estratégia e Inovação.

As startups escolhidas participarão de um programa de aceleração com duração prevista de seis meses e passarão por três módulos de um processo de “customer adoption” focado em empresas do setor de infraestrutura. Com duração de uma semana cada, as três fases serão realizadas em São Francisco/Silicon Valley, Lisboa/Dublin e Singapura.

Os 12 selecionados competirão ainda por dois prêmios que somam US$ 200 mil. O primeiro, de US$ 25 mil, será entregue aos empreendedores com o melhor pitch durante um concurso em Dublin. Por fim, ao término do programa, a equipe mais bem avaliada em todas as fases receberá US$ 175 mil e o título Free Electrons de Melhor Startup de Energia do Mundo.

O Free Electrons é resultado da parceria entre oitocompanhias internacionais: AusNet Services, Dubai Electricity and Water Authority (DEWA), ESB (Electricity Supply Board), EDP (Energias de Portugal), Innogy, Origin Energy, Singapore Power (SP) e Tokyo Electric Power Company (TEPCO). A iniciativa conta ainda com o apoio das aceleradoras New Energy Nexus e da Swissnex San Francisco.

Os parceiros do programa são líderes do movimento de transição para uma matriz energética limpaem mais de 40 países, representando cerca de US$ 148 bilhões em faturamento e permitindo o acesso dos empreendedores a mais de 73 milhões de clientes finais em todo o mundo.

Uma abordagem vantajosa para ambas as partes

As empresas e os aceleradores que apoiam o programa Free Electrons assumiram o compromisso de promover um futuro em que a energia é inteligente, limpa e acessível a todos. A iniciativa foi desenvolvida para que startups ligadas ao setor energético possamaperfeiçoar seus produtos e serviços, testá-los e desenvolver uma carteira de clientes global. Para isso, os parceiros disponibilizarão os seus conhecimentos, recursos e acesso à sua carteira clientes em troca de oportunidades de investimento e de parceria.

EDP e Empreendedorismo

O Grupo EDP, por meio do seu Ecossistema de Inovação e do EDP Open Innovation,apoia o empreendedorismo no setor de energia desde 2007. Nesse sentido, a empresa conta cominiciativas como o EDP Ventures (fundo de capital de risco corporativo), a EDP Starter (programa de incubação de negócios) e o desenvolvimento de diversos projetos piloto e de demonstração tecnológica via programas como P&D da Aneel, dentre outros.

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Hackathon apresenta soluções para o setor energético e cidades inteligentes

Equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. Foto: Guilherme Pupo

Equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. Foto: Guilherme Pupo

Uma viagem à Itália com visita técnica ao centro de inovação da Seco Tools e ao pólo tecnológico do Cubit, um laboratório da Universidade de Pisa especializado em tecnologia wireless aplicada à internet das coisas, é uma das premiações oferecidas pela Universidade Positivo aos cinco integrantes da equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. O evento, que aconteceu no último fim de semana (4 a 6 de novembro), em Curitiba, reuniu mais de 350 pessoas (entre competidores e mentores) de todo o Brasil com um único objetivo comum: desenvolverem soluções para o setor de distribuição de energia e cidades inteligentes.

Foram 36 horas ininterruptas de ideias, discussões, debates, programação, prototipação, testes, pesquisas com a orientação de profissionais dos setores de engenharia, tecnologia, negócios, inovação e comunicação. As 35 equipes iniciantes apresentaram projetos nas áreas de relacionamento inteligente com o consumidor; energia inteligente; operação e automação inteligente de redes de distribuição e soluções para cidades e instalações inteligentes.

Os projetos concluídos foram selecionados por uma comissão julgadora, composta pelo presidente da Copel Distribuição, Antonio Guetter, o presidente da Abradee, Nelson Fonseca, os representantes da Google Business Group (GBG) Brasil, Erica Marques e Glauco Furstenberger, o superintendente de Projetos Especiais da Copel e professor da Universidade Positivo, Júlio Shigeaki Omori, além de Paulo Porto (Atitude Empreendedora), Carlos Rodolfo Sandrini (Centro Europeu) Nima Kaz (Jupiter Founder Institute), Filipe Cassapo (Centro de Inovação do Senai) e Alessandro Brawerman (Universidade Positivo). Para a definição do projeto vencedor, foram levados em conta critérios como criatividade, originalidade, utilidade prática e possibilidade de implementação.

Ideias vencedoras

Um dispositivo versátil que funciona com sensores acoplados nos transformadores de energia captando informações em tempo real foi o projeto apresentado pela equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. Composta pelos universitários Alex Antonio Vieira, Cristian Przepiura, Lucas Holtz Wamser, Lucas Nazar Moreira e Suelen Gimenes, a equipe Presságio ofereceu uma solução para um problema que gera mais de R$ 20 milhões anuais de prejuízo em indenizações aos consumidores, somente no Paraná. Com a ferramenta, que prevê um retorno sobre o investimento em menos de 6 anos, as concessionárias resolveriam problemas como a queda no fornecimento de energia elétrica e a fiscalização de irregularidades em tempo real.

O segundo lugar ficou com a equipe 25-Systems, composta pelos estudantes Daniel Vieira de Souza, Edilton Cerqueira Lima, Gabriel César e Sear-Jasube Soares de Castro. Para reduzir gastos com deslocamentos desnecessários ou chamadas improcedentes, o grupo apresentou a proposta de uma rede de distribuição monitorada via radiofrequência que monitora toda a rede elétrica em tempo real. Os integrantes ganharam, entre outros prêmios, smartphones Quantum de última geração.

Em terceiro lugar ficou a equipe Neo Energy Efficience, que desenvolveu uma plataforma inteligente voltada ao mercado corporativo, que visa gerenciar o consumo de energia, traçar planos de consumo e obedecer comandos de sensores, com o objetivo de reduzir o consumo e evitar gastos desnecessários. A equipe, formada pelos estudantes Alexsander Sevilha, Camila Batista, Bruno dos Santos, Ana Carolina Moisés de Souza e Mariane Dias de Mello ganhou, entre outras coisas, vale-compras da Fnac e ingressos para o SENDI 2016 – XXII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica –, que acontece de 7 a 10 de novembro, e um ingresso para jantar e show do Titãs, no dia 09 de novembro, em Curitiba.

Realizado pela ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) e coordenado pela Copel, com o apoio da Universidade Positivo (UP) e Centro Internacional de Inovação do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná, o Hackathon SENDI 2016 marca o início das atividades do maior evento de distribuição de energia elétrica da América Latina – o SENDI 2016, que reúne representantes das maiores distribuidoras de energia públicas e privadas, do Brasil e exterior, para a apresentação de novas tecnologias, relacionamento de negócios, debate sobre novas tendências e integração entre os profissionais. Mais informações e inscrições pelo site www.sendi.org.br.

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