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Três startups brasileiras estão na final global do Starter Business Acceleration

Depois do recorde de candidaturas em 2020, o Starter Business Acceleration, programa mundial de aceleração de negócios com startups que oferecem soluções aplicáveis ao setor de energia, selecionou as nove finalistas globais. Idealizado pela EDP, empresa que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, o concurso terá três representantes brasileiras na final: Energy Source, Nuveo Technologies e Plataforma Verde. A final do concurso acontece no próximo dia 18 em formato virtual e a startup vencedora garante um prêmio de 50 mil euros.

Neste ano, o programa recebeu 820 candidaturas de 74 países, sendo o Brasil um dos países com maior número de inscrições, com mais de 120 candidatos. Além das brasileiras, são finalistas as seguintes startups: Aerones (Letônia), Aplanet (Espanha), ClimaCell (Estados Unidos), EET (Dinamarca), YData (Portugal) e Yotta Energy (Estados Unidos). O Starter Business Acceleration teve módulos na América Latina, Europa e América do Norte.

Na grande final, as startups apresentarão suas soluções para as empresas do Grupo EDP, que detém uma capacidade instalada de 27GW – 74% dela provenientes de energias limpas (eólica, solar e hídrica)— e 12 milhões de clientes, e para duas utilities parceiras que integram o programa: a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria; e a Turning Tables, empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva.

As finalistas oferecem soluções alinhadas com temas prioritários para as utilities: energias limpas, soluções com foco no cliente, inovação digital, armazenamento de energia, redes inteligentes, inovação em processos internos e inovação de impacto.

“Tivemos um ano desafiador em todos os sentidos e, mesmo assim, podemos ver uma edição de excelência em nosso programa de aceleração. Além do recorde de inscrições, o nível e maturidade das startups participantes impressionou. Teremos uma final com soluções de alto nível e com alta aplicabilidade para o setor elétrico”, destaca Andrea Salinas, diretora de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

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EDP Ventures Brasil investe na startup Clarke Energia

A EDP Ventures Brasil, veículo de investimento de capital de risco do Grupo EDP, participou da rodada de R$ 3 milhões, liderada pela Canary, na Clarke Energia. A startup, criada em dezembro de 2019, orienta empresas a economizar na conta de energia por meio de estudos tarifários, eficiência energética, monitoramento de consumo ou compra de energia no mercado livre.

A Clarke Energia proporciona, em média, uma redução de 10% a 20% na conta mensal de luz, identificando ineficiências tarifárias e apresentando soluções. A startup simula quanto a empresa economizaria se migrasse para a modalidade de Tarifa Branca e orienta sobre eficiência das operações da empresa.

“O trabalho da Clarke tem grande importância para médias e pequenas empresas especialmente. Além disso, os serviços oferecidos têm sinergia com algumas áreas da operação da EDP, como a comercialização e serviços de energia. Como Corporate Venture Capital, nosso objetivo é apoiar as startups do nosso portfólio com know how do mercado de energia e o suporte das nossas Unidades de Negócio, para que possam escalar rapidamente”, destaca Carlos Andrade, Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Novos Negócios da EDP Brasil.

“A missão da Clarke é mudar a forma como as empresas se relacionam com a energia. A gente entende que a conta de luz é complexa, mas se você entende um pouco consegue economizar bastante e reduzir o seu impacto ambiental. O apoio da EDP Ventures é fundamental para trazer a bagagem do setor elétrico europeu para o Brasil e fazer com que o nosso setor seja modernizado”, disse o CEO da Clarke Energia, Pedro Rio.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legaltechs, fintechs, HRtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

“Acreditamos no potencial de crescimento da empresa, especialmente pela tração comercial apresentada em poucos meses de operação e pela maneira transparente como conseguem se comunicar com seus clientes e ajudá-los a ter mais autonomia para gerir seus custos com a energia elétrica. O apoio da Canary também sinaliza a atratividade do investimento e o grande potencial da startup”, explica Rosario Cannata, gestor de Investimento da EDP Ventures Brasil.

Além da Clarke, já receberam investimentos no Brasil as startups Voltbras, Colab, Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 38 milhões de euros em 33 startups, que juntas empregam mais de 1.200 colaboradores e têm mais de 140 milhões de euros de receita por ano.

Eficiência energética e mercado livre

A ONU busca dobrar a taxa global de melhora de eficiência até 2030 porque entende a prática como um dos principais pilares para gerar energia sustentável e ajudar os países a minimizarem os preocupantes reflexos do aquecimento global. No Brasil, a meta estabelecida após o Acordo de Paris, de 2016, visar reduzir o consumo de energia elétrica em 10% e ainda reduzir os gases poluentes em 43%.

Por determinação do Governo Federal, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) estão realizando estudos sobre como abrir o mercado livre de energia a consumidor residencial. A medida do governo ainda define que haverá redução gradual, a partir de 2021, de requisitos para que empresas passem a operar com maior flexibilidade no mercado livre de eletricidade.

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Starter Business Acceleration: programa mundial para startups do setor elétrico abre inscrições para edição de 2020

A EDP, empresa que atua em toda a cadeia do setor elétrico, está com as inscrições abertas para o Starter Business Acceleration, programa mundial de aceleração de negócios com startups que oferecem soluções aplicáveis ao setor de energia. O programa receberá inscrições de startups de todo o mundo, que serão selecionadas para participação em um dos módulos: América Latina, em São Paulo, no Brasil; América do Norte, em Houston, nos Estados Unidos; e Europa e Ásia, em Viena, na Áustria.

As trinta startups selecionadas terão a oportunidade de apresentar as suas soluções para as empresas do Grupo EDP, que detém uma capacidade instalada de 27GW, 74% dela provenientes de energias limpas (eólica, solar e hídrica), e 12 milhões de clientes, além de outras três utilities parceiras que integram o programa: a American Electric Power, com mais de cinco milhões de clientes em 11 Estados norte-americanos; a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria; e a Turning Tables, empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva.

Os dez projetos com maior potencial serão posteriormente selecionados para participar da final e o vencedor será anunciado em Lisboa, em novembro, durante o Web Summit, garantindo um prêmio de 50 mil euros.

As sete categorias disponíveis para candidatura estão alinhadas com as áreas de negócio prioritárias para as utilities: energias limpas, soluções com foco no clientes, inovação digital, armazenamento de energia, redes inteligentes, inovação em processos internos e inovação de impacto. As inscrições podem ser realizadas pelo site www.theenergystarter.com.

“A transformação do setor elétrico já é uma realidade e as startups têm um papel fundamental nesse processo. Através da colaboração entre startups e utilities podemos acelerar a adoção de novas tecnologias capazes de suportar a geração de novos modelos de negócio, além da melhoria da experiência junto aos consumidores. Apostamos no Starter Business Acceleration para seguir na vanguarda do segmento e apoiar o desenvolvimento do ecossitema empreendedor”, afirma Livia Brando, diretora de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

Na última edição, o Starter atraiu cerca de 500 startups e selecionou um total de 30, vindas de 13 países, para trabalhar diretamente com a EDP e as utilities parceiras do programa. Isso resultou num pipeline de 50 projetos-piloto e 10 potenciais investimentos.

Programa de aceleração global para startups de energia, o Free Electrons, está com inscrições abertas

O Free Electrons, programa global de aceleração focado em startups de energia em fase de scale up em mercados internacionais, está com inscrições abertas até 31 de janeiro de 2020. A iniciativa, que está na quarta edição, busca apresentar as mais promissoras startups do setor elétrico em todo o mundo às 10 utilities líderes do setor. Ao todo, o programa vai selecionar 30 empresas que terão a oportunidade de apresentar suas ideias em um Bootcamp que acontece em março, em Singapura, e apenas 15 passarão para a fase seguinte.

Como nos três anos anteriores, o programa será divido em três módulos. O primeiro acontecerá em junho em Sydney, na Austrália; o segundo acontecerá pela primeira vez em São Paulo, no mês de setembro; e o último será em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde será anunciada a grande vencedora, que receberá o prêmio de 200 mil dólares.

O programa tem como membros a EDP, American Electric Power (EUA), AusNet Serviços (Austrália), CLP (Hong Kong), DEWA (Dubai), ESB (Irlanda), innogy (Alemanha), Origin Energy (Austrália), SP Group (Cingapura) e Tokyo Electric Power Company (Japão). O Free Electrons é apoiado pela Beta-i (Portugal).A cada ano, o Free Electrons recebe perto de 500 candidaturas de startups de todos os continentes, que se propõem a criar um projeto-piloto nas áreas da mobilidade, energias limpas, redes inteligentes, digitalização e serviços de apoio ao cliente. Nas últimas três edições, mais de mil startups de 65 países se inscreveram e foram investidos cerca de US$ 11 milhões pelas companhias envolvidas. Só na edição deste ano, foram criados 59 pilotos.

As inscrições podem ser realizadas até 31 de janeiro no link http://freeelectrons.org/.

Maior programa global de aceleração do setor elétrico

O Free Electrons é conhecido como o programa de aceleração mais relevante do mundo no setor de energia e permite a startups maduras do setor terem acesso a parceiros mundiais, que podem ajudá-las a se expandir para novos mercados. As 10 utilities que fazem parte do programa têm, juntas, cerca de 80 milhões de clientes e estão presentes em mais de 40 países.

Em 2019, o prêmio de melhor startup foi concedido à Ev.energy. A empresa está desenvolvendo pilotos focados em soluções para clientes com AEP (EUA), innogy (Alemanha) e ESB (Irlanda). As três edições anteriores do Free Electrons geraram um montante total de cerca de US$ 10 milhões de dólares nos contratos firmados entre as startups e as 10 utilities. Em três edições, o programa recebeu inscrições de mais de 1.400 startups de 75 países.

Exemplos disso são o Loqr, provedor de segurança de autenticação que recebeu investimento da EDP Ventures, em Portugal; a Kisensum, fornecedora de software de gerenciamento de frota adquirida pela ChargePoint (EUA); e a Fresh Energy, que também se tornou parte do hub de inovação da alemã Innogy por conta do medidor inteligente para clientes domésticos de grandes fornecedores de eletricidade.

Provider IT fecha contrato com a TAESA para implementar solução de governança de TI

Otimizar a performance de seus ambientes de TI e melhorar o tempo de resposta para as demandas. Com esses objetivos, a Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA, um dos maiores grupos concessionários de energia elétrica do país, acaba de investir na implementação de uma solução de governança de TI, que permitirá melhorar seus processos, reduzir custos, além de garantir maior segurança, conformidade com normas regulatórias e manutenção e disponibilidade dos serviços de TI. O projeto será conduzido pela Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI com 20 anos de existência. Este primeiro contrato firmado com uma empresa do setor de energia é decorrente da estratégia de expansão da consultoria com presença consolidada em mercados como financeiro e de seguros.

“É de importancia estratégica para as companhias de capital aberto, sobretudo as que atuam em mercados com regulação, a ampliação dos seus sistemas de controles em todos os âmbitos corporativos, inclusive na área de TI. A adoção dessa plataforma permitirá à Taesa configurar e controlar todas as demandas operacionais que chegam à área de TI oriundas dos diferentes setores da empresa, inclusive os processos que entram em produção”, explica Evandro Abreu, diretor executivo da Provider IT.

A ferramenta adotada para governança de TI, SAP Solution Manager, apoia a gestão de projetos SAP e processos de negócios, monitora sistemas, interfaces e processos, além gerenciar incidentes e problemas no dia a dia. Com a implementação da plataforma, a TAESA terá benefícios como a melhor visibilidade, execução, alinhamento e melhorias nos processos de negócios, harmonizando e administrando os dados empresariais, além de fortalecer a governança empresarial, garantindo a conformidade, segurança e controle de riscos.

O projeto terá duração de quatro meses, além de um mês adicional de operação assistida pelo time de especialistas da Provider IT. Parte da equipe da consultoria realiza as operações remotamente e, outra, tem atuação presencial na TAESA.

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA – é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de Receita Anual Permitida (RAP). A companhia é exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, com aproximadamente 10 mil Km de linhas de transmissão em operação, mais sete concessões adquiridas em leilão, que somam um total de 2.099 km de extensão em construção. Além disso, a TAESA possui ativos em 70 subestações em operação com nível de tensão entre 230 e 525kV, presença em todas as regiões do país e um Centro de Operação e Controle localizado em Brasília. Atualmente a companhia detém 34 concessões de transmissão, possuindo 100% dos ativos de quinze concessões, participação na ETAU, Brasnorte, Paraguaçu e Aimorés, ERB1 e em 14 concessões da TBE.

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Ataques cibernéticos poderão causar interrupção no fornecimento de energia elétrica nos próximos cinco anos, diz Accenture

Quase dois terços (63%) dos executivos de concessionárias entrevistados pela Accenture em todo o mundo acreditam que seus países enfrentarão ao menos um risco moderado de interrupção no fornecimento de energia elétrica por ataque cibernético em suas redes de distribuição, ao longo dos próximos cinco anos. O número é um dos achados do novo relatório da Accenture (NYSE:ACN), Outsmarting Grid Security Threats, parte do programa de pesquisa Digitally Enabled Grid, e chega a 76% entre executivos de concessionárias norte-americanas.

A pesquisa realizada com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países mostra que interrupções no fornecimento de energia elétrica por conta de ataques cibernéticos são a principal preocupação, citada por 57% dos entrevistados. Ameaças físicas à rede de distribuição são igualmente um problema. Para 53% dos executivos, o principal receio é a segurança de funcionários e/ou clientes e, para 43%, a destruição de bens físicos.

Interrupções no fornecimento de energia são principal preocupação em relação à segurança cibernética, para executivos e distribuidoras

“Os negócios de distribuição estão cada vez mais expostos a crimes cibernéticos por conta do desenvolvimento de malwares altamente sofisticados e letais, que podem ser usados por criminosos virtuais”, diz Stephanie Jamison, diretora executiva de Transmissão e Distribuição da Accenture.
“Ataques a sistemas de controle poderiam prejudicar a confiabilidade da rede e a segurança e o bem-estar de funcionários e do público em geral. Não conseguir endereçar esse tipo de ameaça a tempo pode prejudicar a marca, bem como ser uma ameaça real a um país ou comunidade”.

Embora a maior conectividade dos sistemas de controle habilitados nas redes inteligentes possa gerar benefícios significativos sob a forma de segurança, produtividade, qualidade de serviço aprimorada, e eficiência operacional, 88% concordam que a segurança cibernética é uma grande preocupação na implantação destas redes inteligentes. Concessionárias de distribuição também estão cada vez mais expostas por conta do aumento de aparelhos domésticos conectados via Internet das Coisas (IoT), como plataformas domésticas e eletrodomésticos inteligentes. Isso traz um novo risco às empresas de distribuição, ainda difícil de quantificar, com 77% dos executivos de concessionárias indicando IoT como risco potencial à cibersegurança.

Nas regiões da Ásia-Pacífico e da Europa, criminosos cibernéticos são vistos como o maior risco para os negócios de distribuição por quase um terço dos respondentes. Contudo, na América do Norte, ataques por governos são considerados um risco maior do que em outras regiões (32%).

“A implantação das redes inteligentes poderia abrir novos vetores de ataque se a segurança cibernética não for uma preocupação central do projeto”, completa Jamison. “Contudo, as redes inteligentes também podem trazer proteção sofisticada para ativos que antes eram vulneráveis por meio de uma melhor conscientização da situação e controle da rede.”

As concessionárias precisam aumentar suas capacidades de cibersegurança e desenvolver um sistema de entrega resiliente

Um número significativo de concessionárias de distribuição ainda tem muito a fazer para desenvolver capacidades de resposta cibernética robusta. Mais de 4 em 10 respondentes afirmam que os riscos de cibersegurança ainda não estavam, ou estavam apenas parcialmente, integrados a seus processos de gestão de riscos mais amplos.

Além disso, a crescente convergência de ameaças físicas e cibernéticas exige o desenvolvimento de capacidades que vão muito além dos requisitos simples de conformidade com normas nacionais ou internacionais de segurança. As concessionárias devem investir na resiliência de suas redes inteligentes, bem como em recursos eficazes de resposta e recuperação.

A proteção adequada representa um desafio por conta da complexidade das redes de distribuição elétrica e de agressores cada vez mais sofisticados e bem-financiados, e muitas concessionárias de distribuição ainda não estão protegidas ou preparadas adequadamente. Quando o assunto é restaurar a operação da rede ao estado normal após um ataque cibernético, apenas 6% dos entrevistados acreditam estar extremamente bem preparados e 48% afirmam estarem preparados.

No Brasil ainda não há registros públicos precisos de invasões ou tentativas de invasões a sistemas de controle das redes elétricas. Entretanto, o aumento dos dispositivos inteligentes implantados pelas diferentes concessionárias visando a migração para redes mais inteligentes traz a preocupação com o aumento da probabilidade de acontecimentos tais como observados recentemente em outros países.

Apenas 48% dos executivos de concessionárias acreditam estar bem preparados para os desafios de uma interrupção por ataque cibernético

“A cibersegurança precisa se tornar uma competência central do setor, protegendo toda a cadeia de valor e seu ecossistema, de ponta a ponta. As concessionárias, experientes na entrega confiável e na restauração de energia, precisam ser ágeis e rápidas para criar e alavancar a consciência situacional para que possam reagir rapidamente e intervir a tempo para proteger a rede”, diz Jim Guinn, diretor geral que lidera a prática de segurança para indústrias de recursos naturais na Accenture. “O desenvolvimento dessa nova capacidade exigirá inovação contínua, uma abordagem prática para dimensionamento e colaboração com parceiros para gerar o máximo de valor.”

Ações para construir e escalonar a defesa cibernética

Embora não haja um caminho único a seguir, existem alguns movimentos que qualquer negócio de distribuição deve considerar para fortalecer a resiliência e a resposta a ataques cibernéticos, tais como:

• Integrar a resiliência no desenvolvimento de ativos e processos, incluindo segurança cibernética e física;

• Compartilhar inteligência e informações como uma atividade crítica que poderia ajudar a criar consciência situacional sobre o cenário de ameaças mais recente e como se preparar de acordo;

• Desenvolver modelos de governança para gerenciamento de segurança e emergência.

Para mais informações sobre como as concessionárias de distribuição podem gerenciar efetivamente a cibersegurança, acesse o novo relatório da Accenture – Outsmarting Grid Security Threats.

Metodologia

O estudo anual da Accenture – Digitally Enabled Grid – avalia as implicações e oportunidades de redes cada vez mais digitais. O estudo 2017 inclui entrevistas com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países. Todos os executivos entrevistados estavam envolvidos no processo de tomada de decisão para questões relacionadas a redes inteligentes. Os países representados incluem África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Espanha, EUA, Filipinas, Holanda, Itália, Japão, Malásia, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suíça e Tailândia.

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Startup lança plataforma gratuita que ajuda a reduzir em até 35% a conta de energia

A conta de luz não para de subir e é um dos maiores vilões do orçamento doméstico e de pequenas empresas. Ajudar brasileiros a reduzir seus gastos com energia elétrica por meio de uma consultoria gratuita e personalizada sobre os equipamentos utilizados é a proposta do recém-lançado EnGuia (enguia.eco.br/) – uma consultoria em eficiência energética on-line capaz de analisar a conta de luz e equipamentos instalados nos imóveis, e gerar – sem custos – um Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) – aplicável em residências e pequenas e médias empresas com economias de até 35%.

“Existe muita desinformação sobre o consumo de energia e alguns mitos também. A nova moda, por exemplo, é trocar as lâmpadas por LED, mas tem muita gente comprando lâmpada errada e gastando mais no final do mês”, explica Rodrigo Thedim, um dos fundadores do EnGuia e responsável pelo Marketing da empresa. “A plataforma irá fornecer gratuitamente um diagnóstico detalhado e personalizado sobre o consumo de energia, para consumidores que não podem arcar com os custos de uma consultoria presencial em eficiência energética ou não sabem como colocar os projetos em prática. O EnGuia irá ajudar a priorizar os investimentos em eficiência energética”, explica Rosana Correa, fundadora e CEO da empresa.

Iniciativa da Casa do Futuro, empresa de tecnologia e sustentabilidade na construção civil, certificada B (http://sistemab.org/), e com 11 anos de história, o EnGuia já coleciona prêmios e reconhecimentos: foi selecionada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da China para participar do International Technology Transfer and Innovation Collaboration Session, além de ser finalista em premiações como o “Smart City Business”, em Curitiba e terceira colocada no “Connected Smart Cities”, em São Paulo.

Como funciona?

Funciona da seguinte forma: o usuário realiza um rápido cadastro no site (http://enguia.eco.br) e, em poucos cliques, a plataforma já consegue informar o cliente sobre seus dados de consumo de energia. Entre ar-condicionado, iluminação, chuveiro elétrico, equipamentos, eletrodomésticos e outros, ele poderá saber onde gasta cada quilowatt consumido e quais ambientes de sua casa ou escritórios consomem mais energia.

Em seguida a plataforma já demonstra seu Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC), sob medida para cada imóvel, negócio ou família. Este plano pode ser personalizado e atualizado imediatamente, desta forma cada um pode priorizar os gastos e saber a economia e o retorno sobre cada investimento.

Primeiro marketplace de energia limpa do Brasil

A rede criada através do PPRC ajudará o EnGuia a formar um banco de dados que impulsionará melhorias no mercado e dará origem ao primeiro marketplace de energia limpa do Brasil. “A ideia é conectar pessoas, produtores de energia e concessionárias para vender e trocar energia limpa. Para o sistema dar certo, no entanto, é importantíssimo que o uso de energia esteja eficiente entre os usuários. O Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) é essencial para este projeto”, explica Rosana. O Plano também ajudará a coletar dados do setor para projetos de inteligência.

Outra evolução do EnGuia será o recurso que vai gerenciar o consumo de energia residencial, usando internet das coisas (IoT) para fazer o uso inteligente de equipamentos e iluminação, o EnGuia Home. Antes mesmo do lançamento, a startup já atendeu mais de 130 clientes e pretende alcançar até 10 mil usuários até o final do ano em todo o Brasil.

Além destes, estão no Plano de Negócios da empresa, o EnGuia Cidades e o EnGuia Social. Aplicações voltadas à gestão energética urbana e em comunidades carentes.

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Grupo CPFL unifica banco de dados de mais de 8 mil funcionários com sistema “Primeiro as Pessoas”

Com o intuito de compilar informações e indicadores dos seus mais de 8 mil funcionários em um mesmo banco de dados, o Grupo CPFL Energia, maior empresa privada de energia do País, implementa a solução Sistema Primeiro as Pessoas (SPAP), desenvolvida pela Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital. “Decidimos investir nessa ferramenta porque necessitávamos de uma estrutura única para inclusão, edição e acesso às informações de nossos funcionários. Antes do SPAP, havia muitos processos manuais, dados desatualizados e não tínhamos integração com o nosso sistema de gestão empresarial”, explica Frederico Raperger, Gerente de Projetos de TI da CPFL Energia. Outros destaques da solução, segundo o gestor, são a interface amigável e a questão de ser uma ferramenta totalmente personalizada.

O projeto foi dividido em duas fases. Nessa primeira etapa, além de unificar os dados, o software permite acesso rápido aos registros que auxiliam na tomada de decisões estratégicas relacionadas à saúde, segurança e qualidade de vida dos colaboradores. Durante o desenvolvimento, a Resource focou exatamente na usabilidade do sistema. Era necessário criar um programa que fosse fácil de inserir e extrair os dados. Ao mesmo tempo, a ferramenta precisava ter interfaces gráficas simples e intuitivas. Cada tela, segundo Jose Zuhlke, Diretor Executivo de Operações e Serviços da Resource, foi cuidadosamente projetada para ser autoexplicativa, uma vez que a diversidade de perfis dos usuários é enorme.

Outro destaque do projeto entregue pela Resource é a interface desenvolvida com o eSocial, projeto do Governo Federal que unifica o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. O sistema tem como objetivo facilitar os diálogos de segurança nos departamentos, os alertas para possíveis situações de risco dentro da empresa e o reporte de incidentes e acidentes, além de integrar todos os dados geridos pela área de saúde. A solução segue todas as obrigações legais e dezenas de interfaces de comunicação foram criadas para garantir que cada dado seja enviado de maneira consistente e em conformidade com todas as regras do Governo.

“Estamos orgulhosos com a entrega de um projeto dessa magnitude. Foram mais de 10 mil horas destinadas à criação do programa, com 30 interfaces com a SAP geradas, mais de 300 mil linhas de código-fonte produzidas e mais de 800 funções e métodos implementados. São quase dez anos de parceria com a CPFL Energia, então estamos felizes com o resultado da primeira fase do projeto e entusiasmados para a próxima etapa”, comenta o executivo da Resource.

A união e o bom relacionamento entre as empresas também foram destacados positivamente por Luiz Rodrigues Kisch, Engenheiro de Segurança do Trabalho da CPFL Energia. “Foi uma satisfação muito grande e houve uma grande sinergia entre os times. A interação entre as empresas foi perfeita da etapa inicial até a entrega do projeto e fator determinante para o sucesso do SPAP”, completa Kisch. Para a segunda fase, o objetivo é fazer a integração com os programas de saúde e qualidade de vida promovidos pela CPFL Energia, como o Corrida e Caminhada e o Alimentação Saudável.

O desenvolvimento do projeto também envolve controles de entregas e recebimento de EPIs, calibração, inspeção de segurança, aferição de equipamentos, treinamentos e outros módulos que permitem a interação dos colaboradores com os programas de segurança no ambiente de trabalho e de promoção da saúde. Isso valoriza o capital humano e influencia positiva e diretamente o clima organizacional do Grupo CPFL Energia.

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Estão abertas as inscrições para o EDP Open Innovation 2017

Já estão abertas as inscrições para o EDP Open Innovation 2017. O concurso global, que no ano passado já teve como vencedora uma equipe brasileira, está em busca de projetos inovadores que possam transformar o mercado de energia elétrica e, novamente, vai premiar a melhor startup com um prêmio de 50 mil euros.

Os interessados de qualquer localidade podem se candidatar até o dia 23 de agosto, por meio do site edpopeninnovation.edp.pt. Em seguida, os grupos serão avaliados por um júri formado por representantes da EDP e do Grupo Impresa, empresa de comunicação parceira da companhia na edição deste ano. Os 15 melhores serão levados para um programa de aceleração em Portugal, no qual terão a chance de desenvolver e testar a solidez e a viabilidae dos seus negócios.

Esta segunda fase ocorre durante o mês de outubro e será decisiva para que sejam escolhidas as três startups finalistas. As equipes terão, então, que apresentar suas soluções diante de um novo juri em um evento que acontece em 26 de outubro, em Lisboa, na qual também será definida a Grande Vencedora. Além do prêmio em dinheiro, o EDP Open Innovation dará aos finalistas a oportunidade de apresentarem seus projetos no Web Summit, principal evento europeu de inovação.

“O Brasil já venceu a competição no ano passado e temos toda a confiança de que as equipes do País estão preparadas para propor excelentes projetos em 2017”, avalia a gestora da área de Inovação da EDP, Lívia Brando.

Brasileiros vencedores

Vencedora do EDP Open Innovation em 2016, a startup brasileira Delfos Predictive Maintenance, de Fortaleza, surpreendeu os juízes por ter apresentado uma solução que prometia responder ao grande problema da energia eólica: como aumentar a produtividade e o ciclo de vida das turbinas sem aumentar os custos de operação e manutenção. Para isso, criaram um sistema que monitora, analisa e antecipa possíveis problemas nos equipamentos em tempo real.

Atualmente, a equipe colabora com a EDP Inovação e com a EDP Renováveis no desenvolvimento de um projeto piloto para testar em ambiente real a aplicação.

“O EDP Open Innovation nos concedeu um selo de qualidade e credibilidade que abriram muitas portas”, afirma Guilherme Studart, um dos sócios da Delfos. “O aprendizado do processo de aceleração e a oportunidade de interagir com um grande player com certeza foi essencial para ajustar a nossa proposta com a realidade do mercado”, completa.

EDP e Inovação

O EDP Open Innovation é uma iniciativa que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento de startups que contribuam para a constante transformação e evolução do setor energético. Esta é a segunda edição do concurso, que no ano passado selecionou cinco brasileiros entre os quinze finalistas.

Recentemente, a EDP também se juntou a outras sete utilities mundiais para organizar um dos maiores programas de aceleração de startups mundial: o Free Electrons Global Accelerator. O concurso recrutou projetos ligados à energia que serão importantes para a próxima geração de ideias em energia limpa, eficiência energética, mobilidade elétrica, digitalização e serviços de apoio ao cliente.

Para saber mais, acesse: http://edpopeninnovation.edp.pt/wp-content/uploads/edp-open-innovation-regulation.pdf

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Energisa aposta em analytics para detecção de fraudes e prevenção de perdas

O Grupo Energisa, um dos principais conglomerados privados do setor elétrico do país, é um exemplo real de que o apoio da tecnologia analítica é extremamente positivo e rentável. Visando gerir as chamadas perdas não técnicas de maneira mais eficiente, a companhia concebeu, desenvolveu e implantou um ambiente analítico corporativo, fundamentado na arquitetura de Data Warehouse e apoiado na plataforma analítica da MicroStrategy. Graças à análise e cruzamento de informações históricas disponibilizadas de maneira rápida, precisa e consistente, foi possível à Energisa identificar desvios de maneira antecipada.

O Grupo Energisa controla 13 distribuidoras, localizadas nos estados de Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná e São Paulo, em uma área de 1.630 mil km². Presente em 788 municípios, emprega cerca de 12 mil colaboradores e atende 6,4 milhões de unidades consumidoras, o que corresponde a um total de mais de 16 milhões de pessoas – 8,1 % da população brasileira.

De acordo com Francisco Setubal de Rezende Silva, gerente corporativo de BI da Energisa, o processo de gestão de perdas não técnicas na companhia envolve decisões em níveis estratégico, tático e operacional, baseadas em dados de diversos sistemas transacionais, tais como cadastro de consumidores, faturamento, consumo, cadastros de medidores e geoelétrico, fiscalização, atendimento e perdas técnicas. Esse tipo de perda, também denominado perda comercial, resulta principalmente da ação de consumidores através de desvios de energia, ligações clandestinas e manipulações nos equipamentos medidores, mas também decorre de falhas nos processos de faturamento e cobrança. Os famosos “gatos” cresceram em todo o país. Somente de 2014 para 2015, aumentou em 6% a quantidade de energia consumida e não paga.

Ao longo dos quatro anos seguintes à implantação do projeto, denominado DW Energisa, o grupo apurou uma redução de 3,2% no índice relacionado às perdas não técnicas, representando aproximadamente 365 Gigawatt-hora (GWh), montante suficiente para atender 2,4 milhões de consumidores residenciais durante um mês. Além disso, a solução passou a direcionar de maneira mais assertiva as ações de combate às perdas, contribuindo para um aumento de 370% na quantidade de energia recuperada faturada, em comparação ao ano anterior ao projeto.

Por meio da solução é possível, além de gerir e acompanhar as perdas não técnicas, conhecer profusamente o perfil dos fraudadores e gerar listas, alimentadas semanalmente, que permitem a configuração de um plano de medidas a serem adotadas, quais delas são rentáveis, se estão permitindo uma atuação no lugar certo, entre outros detalhes.

“O DW Energisa não só proporcionou a integração das informações relevantes para a gestão de perdas não técnicas que estavam dispersas em uma série de fontes, como possibilitou um acompanhamento diário e mais preciso das ações corretivas, graças aos relatórios de controle das atividades. A diversidade, abrangência e volume dos dados armazenados e a possibilidade de cruzar informações que antes se encontravam descentralizadas e realizar análises estatísticas avançadas com base em dados históricos, foi outra vantagem alcançada que contribuiu para o sucesso do projeto. Sem falar na transparência e confiabilidade dos resultados, aspectos sustentados pela consolidação de um ambiente analítico e corporativo”, finaliza.

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EDP é pioneira em robotização de processos

A EDP Brasil, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções em energia elétrica, é a primeira Companhia brasileira do setor a implementar um robô para agilizar e aperfeiçoar suas atividades internas de processos. Com o R1SP (Robô 1 Serviços Partilhados), o Grupo inicia o programa de robotização de seus procedimentos internos, absorvendo os ganhos de eficiência e de qualidade gerados pela inovação e tecnologia.

O sistema será utilizado inicialmente pelo Centro de Serviços Partilhados (CSP) da Empresa, no preenchimento de guias tributárias, conciliação bancária e recebimento de notas fiscais. O projeto, lançado neste mês, terá sua primeira etapa de robotização concluída no primeiro semestre deste ano.

O plano é expandir a aplicação para atuar em processos corporativos e também das unidades de negócio, em atividades de rotina e que tenham como base regras pré-definidas. A implementação do R1SP contou com um investimento inicial de R$ 1 milhão, com retorno previsto em menos de um ano, principalmente em gastos com hora extra.

“A EDP Brasil demonstra seu caráter inovador, desta vez sendo pioneira na agenda digital. Este é o início de uma nova abordagem com uma eficiência reforçada” afirma o diretor presidente da EDP Brasil, Miguel Setas.

Os colaboradores da Empresa terão papel crucial na implementação e supervisão do R1SP, auxiliando na correta configuração e operação do sistema. O objetivo é que, a partir da robotização, eles possam concentrar suas atividades em tarefas de análise crítica, de forma a ampliar a produtividade das áreas e a excelência da operação.

Atualmente, 70% do trabalho das equipes está voltado para a execução de processos repetitivos, e apenas 30% do tempo dos colaboradores está direcionado a tarefas analíticas. Com a Robotização, a Companhia pretende reequilibrar esse porcentual, para ter 80% de seus esforços concentrados em atividades de análise crítica, consideradas de alto valor agregado.

O projeto será implementado na EDP Brasil em parceria com a EY.

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E-commerce de energia registra maior taxa de conversão das negociações on-line

O e-commerce líder no setor elétrico brasileiro, o Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE), registra a maior taxa de conversão das negociações on-line do Brasil. O percentual entre o volume de visitas e os contratos efetuados pela plataforma da BBCE é de 12%, índice superior ao médio do mercado nacional de 1,2%.

“Os 13 mil megawatts, que foi o volume de energia negociado, representam a capacidade instalada da usina de Itaipu, uma das maiores do mundo e a maior da America do Sul, que abastece dois países simultaneamente”, afirma Victor Kodja, presidente da BBCE. Em média, 150 contratos são fechados a cada mês por meio da plataforma e aproximadamente 1.500 ofertas são registradas no período.

O modelo oferecido pela BBCE é 100% digital e pode ser acessado por meio do site ou via aplicativo mobile gratuito para os sistemas Android e IOS. “Contamos com um app que foi muito bem recebido pelos agentes do setor. Já tivemos mais de dois mil downloads. O sistema permite acompanhar as negociações que estão sendo feitas em tempo real, além das ofertas e do volume de negócios de cada produto que interessa”, sinalizou Kodja.

Dos participantes da plataforma BBCE, 60% são comercializadores de energia, 26% geradores, 4% consumidores e 10% de outros tipos, como o mercado financeiro. Atualmente, 30% do volume de negócios da plataforma são realizados por usuários que não fazem parte do quadro de acionistas.

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