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Cognizant aposta em ecossistema de inovação e passa a atuar no InovaBra Habitat

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, aposta em ecossistema de inovação e passa a atuar no inovaBra habitat.

“O Habitat é um ambiente extremamente inovador, que nos permite um espaço amplo para o desenvolvimento de projetos, realização de workshops de design thinking, além da possibilidade de criar protótipos para ideias e demonstrar cases e soluções”, afirma Eduardo Guerreiro, diretor de Negócios Digitais da Cognizant.

O Habitat une empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores, possibilitando a geração de novos negócios e o desenvolvimento de soluções inovadoras com base no networking e na colaboração. O espaço conta com mais de 130 startups e aproximadamente 50 empresas dos mais diversos segmentos.

“Queremos também investir no relacionamento com startups, selecionando as que oferecem soluções aderentes ao nosso negócio e oferecendo toda a nossa força comercial para impulsionar os negócios dessas empresas que estão começando no mercado. Essa troca de conhecimentos e a sinergia com as startups nos permitem oferecer soluções personalizadas de acordo com as necessidades de cada cliente”, comenta Fabio Guimarães, responsável pela atuação da Cognizant Digital Business no Habitat.

O conceito Cognizant Lab para o Habitat visa atuar em quatro eixos complementares: Soluções, Prototipação, Parcerias e Comunicação. Os dois primeiros eixos visam abordar cases reais e o desenvolvimento de protótipos inovadores. O terceiro eixo visa expandir o relacionamento com startups e outras empresas. Enquanto que o eixo de comunicação, difunde dentro e fora do ecossistema a atuação da Cognizant.

O InovaBra Habitat é organizado em vertentes tecnológicas como Blockchain, Inteligência Artificial, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas e Plataformas Digitais. Em todos esses agrupamentos a Cognizant permite a demonstração e experimentação de soluções já desenvolvidas.

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Confira 25 vagas de emprego em startups de tecnologia

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em todo o Brasil, estima-se que existam cerca 6 mil startups — mais do que o dobro registrado há seis anos. Com o mercado em plena ascensão, muitos profissionais enxergam no universo dessas empresas uma alternativa ao modelo tradicional de emprego, seja pelo foco na inovação e o uso da tecnologia como base de suas soluções ou pelo próprio modelo de trabalho: sempre mais informal.

Se você planeja vivenciar na prática a experiência de trabalhar em um startup, selecionamos, abaixo, 25 oportunidades abertas para diferentes perfis de profissionais. Confira:

GUPY (São Paulo)

O que faz: A Gupy é líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e Machine Learning no Brasil. Utilizando Inteligência Artificial e People Analytics, a startup realiza gestão de candidatos, vagas e triagem automatizada, com o objetivo de tornar o recrutamento mais eficiente e melhorar a experiência dos candidatos, gestores e profissionais da área de RH.

Oportunidades: para as vagas efetivas (12), procura-se profissionais para ocupar os cargos de Analista de SEO e Desenvolvimento, Suporte T.I. Júnior, Account Enterprise, Cientista de Dados, Coordenador de Conteúdo, DevOps Engineer, Especialista em Projetos de Implementação, Gerente de Sucesso, Head Comercial, Desenvolvedor de Back-end Node.js, Front-end React.js e Full Stack Node.js e React.js. Para as vagas de estágio, o estudante ocupará o cargo de Customer Experience e Business Intelligence em Customer Success.

O que a empresa oferece: vale alimentação, plano de saúde, desconto no Gympass, horário flexível e não exige dress code.

Como se candidatar: o interessado deve acessar o site oficial.

GRUPO THINKSEG (São Paulo)

O que faz: O Grupo Thinkseg é um marketplace de seguros independente que endereça toda a cadeia da indústria com inovação e tecnologia: desde a aquisição de clientes, à formulação, precificação e distribuição de produtos e serviços, até o atendimento ao cliente.

Oportunidades: o Grupo oferece duas vagas, uma para Assistente de Implantação (Seguro Saúde) e outra para Assistente Técnico de Seguros.

O que a empresa oferece: vale refeição, vale transporte, seguro de vida e seguro saúde, seguro odontológico.

Como se candidatar: o interessado deve enviar o currículo para o e-mail: rh@thinkseg.com.

CASAFY (São Paulo)

O que faz: No início de 2019, o portal de venda e aluguel de imóveis Casafy iniciou uma nova fase no País, após a aquisição da operação argentina pela OLX, e a entrada de fundos internacionais, como Telor, da Áustria, e Morcote, da Estônia, como sócios majoritários. Com operações no Brasil, Chile e México o portal conta com mais de 2 milhões de imóveis cadastrados e mais de 9000 imobiliárias clientes.

Oportunidades: as vagas abertas são para Back-end Sênior Developer, Growth Hacker e Web Designer.

O que a empresa oferece: Contratação CLT, Plano de saúde e odontológico, ticket refeição, salário competitivo e bônus nos resultados da empresa.

Como se candidatar: o interessado deve se candidatar através do Linkedin da empresa.

UMCLUB (Rio de Janeiro)

O que faz: O aplicativo Umclub é uma solução completa para shoppings, uma fintech que oferece serviços de crédito, fidelização, meios de pagamentos, marketplace e big data, com foco em ajudar o varejo a atrair, conquistar e manter seus clientes, potencializando negócios e combinando novas tecnologias.

Oportunidades: as vagas abertas são para estágio em Designer e em Comunicação e Marketing, ambas no Rio de Janeiro.

O que a empresa oferece: horário flexível e bolsa auxílio compatível com o mercado.

Como se candidatar: o candidato deve enviar seu currículo para daniel@umclub.io.

FACILY (São Paulo)

O que faz: A Facily é uma startup de compras online que conecta os melhores preços aos usuários, com entrega rápida. Com operação em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza e Salvador no segmento de beleza e bem-estar (delivery de manicure, pedicure, design de sobrancelha, cabelos, maquiagem, massagem e depilação), restaurantes e compras online, o app deve expandir suas ofertas e operações por todo o país, em breve.

Oportunidade: a vaga aberta é para o cargo de Marketing Analyst.

O que a empresa oferece: benefícios compatíveis com o mercado.

Como se candidatar: o candidato deve enviar apenas o link do seu linkedin para contato@faci.ly.

ARQUIVEI (São Carlos)

O que faz: A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de monitoramento, gestão e inteligência de documentos fiscais. Criada em 2014, surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais.

Oportunidades: As vagas em aberto são para Coordenador de Inbound Marketing, Lead de Comunicação e Back End Engineer.

O que a empresa oferece: benefícios compatíveis com o mercado.

Como se candidatar: o candidato deve se candidatar pelo site de vagas da empresa.

3ª geração do BI: a hora e a vez do Business Intelligence

Por Eduardo Kfouri, VP da Qlik para América Latina

Dados sempre foram muito valiosos. Porém, por muitas décadas, não exploramos todo seu potencial e esse valor acabou deixado para trás. Fatores limitantes como complexidade, barreiras técnicas e lacunas de habilidades dos profissionais têm ocultado diversas possibilidades de exploração e compreensão. Mas agora, com a terceira geração de Business Intelligence, este cenário está prestes a mudar.

Durante a primeira geração, as abordagens iniciais de BI usavam camadas de tecnologias que analisavam conjuntos de dados multidimensionais, frequentemente gerenciados por uma equipe central de TI. Na época, o foco era em dados estruturados e armazenados em sistemas tradicionais, gerando relatórios estáticos. Nesse modelo centralizado o processo era lento, complexo e dependente dos poucos profissionais da área, que atendiam apenas cerca de 25% da força de trabalho na empresa.

Já em sua segunda geração, criou-se uma nova categoria: o BI orientado ao usuário, que adicionou novos métodos para preparar e carregar dados de forma mais intuitiva. Essa abordagem disruptiva ampliou os benefícios do BI para diferentes áreas de uma organização e deu ao usuário de negócios o poder de explorar livremente as informações.

3ª geração: democratização e transformação digital no mundo dos dados

Chegamos então à nova geração do BI e, com ela, revela-se um novo cenário. Por meio da democratização dos dados, podemos empoderar cada vez mais os usuários, independente de sua área de atuação. Para isso, devemos ressaltar a importância do Data Literacy – ou alfabetização em dados – que permite que todos possam fazer uso das plataformas, aprendendo a falar a linguagem dos dados e ler toda informação que eles carregam.

Além disso, outro ponto importante dessa nova era é a existência de um poder computacional muito mais evoluído, que nos dá acesso a máquinas mais potentes, capazes de suportar e processar um grande volume de dados, em alta velocidade e na variedade em que são gerados – fator esse que não era possível nas gerações anteriores.

A combinação de todas estas características é a ponte para o futuro: a junção da intuição humana com a inteligência artificial e das máquinas. Nesse cenário, o BI se torna parte de todas as tomadas de decisão, através das análises incorporadas aos fluxos de processos de negócios. Esses são fatores determinantes para que as empresas estejam alinhadas com essa nova geração, alcançando a Transformação Digital orientada por dados e possibilitando que atinjam a liderança em seus setores.

Cada vez mais, o exemplo vem de cima

Por Santiago Ayerza, Presidente da Thomson Reuters Brasil

“Empresa X é denunciada por atividade ilegal deflagrada pela Operação YZ, da Polícia Federal”. Esta é uma manchete que provavelmente você leu algumas vezes nos últimos anos. Investigações sobre roubo, corrupção, lavagem de dinheiro, financiamento de terrorismo e equivalentes ganham força no Brasil e no mundo. Por aqui, ação mais conhecida é a Operação Lava Jato, mas é importante observar que apenas em 2018 já foram realizadas quase 30 operações da Polícia Federal com foco no combate a estes crimes, praticados por empresas ou governos.

Um dos efeitos mais visíveis deste cenário na iniciativa privada é a atenção dada ao compliance, quase uma palavra da moda entre as grandes corporações. Uma irregularidade digna de investigação pode ser originada desde coisas grandes, como o movimento suspeito de grandes quantias, até coisas pequenas, como um e-mail com informações internas enviado por um funcionário para um endereço externo. O compliance atua para evitar isso e promover uma política de boas práticas que garanta a conformidade das atividades de uma empresa.

É um tema sensível, complexo e que ainda não tem sua devida importância reconhecida por toda a comunidade empresarial, apesar do crescimento de sua exposição. Em muitos casos, fica relegado a um profissional do RH, do Financeiro ou do Jurídico de uma empresa, que acumula essa função e a exerce de maneira secundária. Não é o cenário ideal. Mas por onde começar?

O mais importante, em um primeiro momento, é a transmissão da mensagem. As pessoas que compõem uma empresa precisam ter claro o quão importante é que cada um tome cuidados e medidas para tornar o seu trabalho mais seguro. Tudo isso, obviamente, regrado por um Código de Conduta claro e objetivo, que permita a todos os colaboradores, de todos os níveis, entenderem quais são as regras, por que elas existem e que tipo de problema pode ser causado pelo não cumprimento das mesmas, tanto para a companhia quanto para o profissional em questão.

Enquanto maior interessada em um ambiente de conformidade, é responsabilidade da empresa promover ações e iniciativas de propagação das mensagens do compliance. Na Thomson Reuters, para além dos tradicionais conteúdos impressos, trabalhamos também com opções criativas como a gamificação, por onde buscamos alcançar públicos de faixas etárias diferentes e garantir a entrega da mensagem proposta ao público final. Dentro da realidade de cada companhia, diversos outros caminhos podem ser explorados, desde a Inteligência Artificial até dinâmicas de grupos.

Voltando ao papel das lideranças, não terá sucesso uma política de compliance na qual os colaboradores não observam na direção o comportamento pedido por eles. É o conceito famoso em compliance o “Tone at The top”, ou o exemplo vem de cima, em tradução livre. A liderança ocupa clara posição de destaque na política de compliance. Portanto, deve promover comportamentos a serem “imitados” pelos seus subordinados.

O compliance é um trabalho de todos, todos os dias, e isso implica que um gerente que cobra de seu funcionário cuidado com os e-mails que envia, não comente dados confidenciais da empresa com estranhos. Toda regra determinada pela política de compliance de uma empresa cabe também a você, não importando a função que exerce ou a posição que ocupa. Isto é algo que precisa estar sempre muito claro.

Sabemos que são muitos os detalhes a serem observados e, por isso, o uso da tecnologia deve ser sempre considerado. Pensando na realidade de cada empresa, companhias como a Thomson Reuters desenvolvem soluções que combinam tecnologia, conteúdo e expertise humana, que resultam em ferramentas adequadas para demandas dos diferentes setores de atividade e tamanhos de companhia. São softwares intuitivos e extensos bancos de dados trabalhando dia e noite para que nenhuma informação importante fuja do controle daqueles que precisam tomar as decisões.

Uma vez o conceito do compliance estabelecido, a palavra-chave é a coerência. O que você faz deve ter um sentido claro e apresentável. Como em um bom conselho de mãe, se estiver pensando em fazer algo que terá dificuldade em explicar depois, não faça. Os profissionais que atuam provendo o compliance da empresa precisam ainda contar com apoio das lideranças, independência e autonomia para observar processos, apontar desvios e indicar caminhos.

A busca é sempre pelo 100%, ainda que inalcançável. Os meios de se cometer irregularidades vão se refinando e evoluindo com o tempo. Conforme os meios de comunicação se modernizam, fica cada vez mais difícil identificar potenciais relacionamentos perigosos entre elementos de dentro e fora de uma empresa. O que exige do compliance o constante trabalho de estudo e análise das situações. Contudo, estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas e rendimento do trabalho é maior dentro de organizações com forte cultura ética. A difusão de boas práticas de governança corporativa amplia a coesão do público interno, gerando uma melhoria de produtividade contínua.

O esforço voltado ao compliance compensa. Reforça-se a marca perante ao mercado, previne-se problemas e arranhões à marca e ainda se promove um ambiente de confiança entre líderes e funcionários, que por sua vez impacta em resultados e metas alcançadas. Quando se fala em gestão de risco, estabelecer um padrão é o que irá diferenciar uma marca perante às que não se atentam ao tema ainda.

Hughes contrata novo diretor financeiro para operação no Brasil

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, anuncia Luiz Alexandre de Medeiros Araújo, que conta com mais de 20 anos de experiência de mercado, como head da Diretoria Financeira da companhia no Brasil.

Formado em contabilidade pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em gestão empresarial pela Fundação Dom Cabral & Insead e mestrado concluído também na Dom Cabral em administração de empresas, o executivo será responsável por ações estratégicas na Hughes, além de contribuir para a geração de negócios no País.

“Para mim é um grande desafio, e espero poder atender às expectativas e contribuir com minha larga experiência para a geração de negócios no Brasil. É uma grande satisfação fazer parte de uma empresa que completa 50 anos de presença no país com grande investimento e perspectiva de futuro”, afirma Araújo.

Luiz Alexandre foi responsável por projetos-chave no Brasil e na América Latina durante sua trajetória profissional e liderou ações estratégicas para as áreas de Vendas, Marketing e Supply Chain de grandes empresas como: Xerox, Motorola e Diebold.

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Mosaico University promove 2ª turma do curso Blockchain no Direito: inscrições vão até dia 24

Considerada por muitos o ‘novo ouro’, o bitcoin é um dos assuntos mais quentes do momento. Para garantir a segurança deste novo sistema monetário, existe o blockchain, um protocolo que dá suporte, valida as transações e garante a legitimidade das criptomoedas. O assunto está tão em alta que, nesta semana, o Facebook anunciou que criou uma divisão dedicada para estudar blockchains e nomeou um dos principais executivos do Messenger, David Marcus, para liderá-la. O intuito é de entender, de forma mais aprofundada, como as moedas virtuais funcionam e de que maneiras elas podem ser aplicadas à rede social.

Um dos setores que sentirá com maior intensidade as mudanças trazidas pelo blockchain é o jurídico. E, neste cenário de transformação, os advogados terão papel essencial e precisarão se acostumar, muito brevemente, a uma nova indústria legal. Para mostrar aos profissionais deste setor como se adaptar a tantas mudanças e capacitá-los para entender e trabalhar com esta tecnologia, a Mosaico University promove no dia 26 de maio, das 8h30 às 18h, a 2ª turma do curso ‘Blockchain no Direito: O que está em jogo?’. O curso acontece na sede do IBMEC, que fica na Alameda Santos, 2356, em São Paulo (SP).

A Mosaico University foi uma iniciativa criada pelo grupo Mosaico Digital Assets, e nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain, nos mais diferentes segmentos de negócios. A ideia é abordar, dentro do setor jurídico, os desafios que a nova tecnologia oferece como, por exemplo, a regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, o desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Para um dos professores do curso, o advogado especializado em mercado de capitais, operações societárias e produtos financeiros, Alexandre Garcia, esta é uma ótima chance para os profissionais do setor se atualizarem com as informações aprofundadas sobre o tema.

“Me perguntam muito: ‘como fica o mercado se não há regulação alguma?’ Aí é que as pessoas se enganam: os órgãos estão acompanhando de perto estas operações e se alguém ousar afrontar as regras gerais, com certeza será impedido. Esta postura dos órgãos reguladores é correta, à medida que não sufoca a tecnologia e deixa que o mercado tenha liberdade de se estruturar e equacionar de maneira independente”, explica.

O que falta, segundo Garcia, é uma uniformidade a respeito da regulação da criptomoeda nos vários países. “Recentemente, o G-20 emitiu um memorando se posicionando e sugerindo aos seus membros que adotassem o posicionamento de ativo em relação às criptomoedas, mas cada país adota uma postura radicalmente distinta em relação a este assunto. Pouco tempo atrás, a Índia baniu a operação com criptoativos, tivemos também o estado norte-americano do Wyoming aprovando ICOs (Initial Coin Offering) de criptomoedas até US$ 75 milhões, entre outros exemplos. É preciso verificar caso a caso”, comenta.

Durante o curso Blockchain no Direito serão respondidas questões como: “Qual o cenário da regulação de ativos digitais no Brasil e no Mundo? Quais os melhores modelos regulatórios para novos ativos como o Bitcoin? Como o novo advogado deverá se posicionar frente à tantas mudanças e qual será seu papel no desenvolvimento de novas tecnologias?”, entre outras questões.

Além de Alexandre Garcia, o curso terá como professor o Hamilton Amorim, especialista em cibersegurança e criptografia desde 1998, além de ser um dos únicos brasileiros a ter participado como cypherpunk dos fóruns que levaram à criação do Bitcoin. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, com preço a partir de R$ 1.100. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.
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Curso Blockchain no Direito: o que está em jogo?

Data: 26 de maio, sábado, das 8h30 às 18h

Local: Sede do IBMEC: Alameda Santos, 2356, São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.mosaicouniversity.com/treinamentos/blockchain-no-direito

Investimento: a partir de R$ 1.100

Estudo da Cognizant apresenta as profissões do futuro

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta um estudo inédito, no qual aponta as 21 profissões promissoras para os próximos dez anos. De acordo com a pesquisa, alguns empregos serão extintos pela tecnologia, mas outros serão criados, gerando oportunidades em mercados ainda não explorados.

“Com o aumento do uso da tecnologia em todas as áreas, as pessoas estão buscando profissões que envolvam realidade virtual, análise de dados, inteligência artificial e programação. Essa tendência evidencia que a força de trabalho humana ficará responsável por atividades que tenham como objetivo analisar e tomar decisões de risco, que um software, por exemplo, não é capaz de realizar”, afirma Ben Pring, vice-presidente da Cognizant e um dos responsáveis pelo estudo.

No varejo, por exemplo, é notável o quanto estão sendo trabalhadas as tecnologias que garantem uma experiência de consumo diferenciada, que impactam diretamente o consumidor e geram emoções únicas. Já na área da saúde, exames feitos por softwares e raios X, com resultados muito mais rápidos e assertivos, já são possíveis graças à utilização da inteligência artificial para resolver problemas e gerar resultados precisos. O setor financeiro é outro que busca diferentes meios tecnológicos para ganhar produtividade, desburocratizar processos e aumentar a eficiência operacional.

“No futuro, o trabalho continuará sendo fundamental para nossas identidades, nossa natureza, nossos sonhos e nossas realidades, mas não será necessariamente o trabalho que conhecemos ou fazemos agora”, ressalta o executivo.

Os 21 empregos apresentados a seguir são aqueles que se tornarão proeminentes em curto prazo. Ademais, esses empregos criarão novas oportunidades, que proporcionarão trabalho para muitas pessoas em diversos segmentos da economia.

Confira a lista dos 21 empregos do futuro:

Nos próximos cinco anos:

Data Detective

Investigador de dados. O candidato deve ser um assíduo analista de dados e interpretá-los da melhor maneira possível. Além disso, deve ser curioso, analítico e multitarefa.

Bring Your Own IT Facilitator

O profissional vai gerar flexibilidade para os usuários com o uso de aplicativos e infraestrutura, desenvolvidos dentro da empresa ou em ambientes de nuvem.

Ethical Sourcing Manager

Esse profissional vai investigar, acompanhar, negociar e fazer acordos sobre o fornecimento de produtos e serviços, para garantir o alinhamento nos contratos relacionados a questões éticas de um público estratégico.

AI Business Development Manager

Um gerente de desenvolvimento de negócios. O trabalho será próximo a áreas de vendas, marketing e sócios.

Master of Edge Computing

A computação em nuvem está gradualmente abrindo caminho para a próxima grande evolução. A edge computing desencadeia o potencial de dispositivos de hardware conectados e os descentraliza, para se tornar o próprio data center. Nesse modelo, que descentraliza o armazenamento ou o processamento de dados, o profissional atuará de forma abrangente.

Walker/Talker

O profissional será responsável por passar um tempo com os clientes, e sua principal atividade vai ser prestar atenção no que eles dizem.

Fitness Commitment Counselor

No futuro, esse profissional será imprescindível. A epidemia de obesidade é responsável por 300 mil mortes por ano, em média, nos EUA. Desse modo, o profissional será responsável por motivar a atividade física, melhorar a nutrição e fazer com que o indivíduo adote um estilo de vida mais saudável.

AI-Assisted Healthcare Technician

No futuro, esse profissional terá a função de examinar, diagnosticar, administrar e prescrever tratamentos para pacientes com o auxílio da inteligência artificial e de médicos acessíveis remotamente, em um sistema de hospitais mais eficiente, que cuidará de seus pacientes utilizando a tecnologia como aliada.

Cyber City Analyst

Esse profissional deverá trabalhar com informações que incluam dados dos cidadãos e dos recursos dos municípios.

Genomic Portfolio Director

O profissional vai criar e executar uma estratégia para aumentar o portfólio de produtos que envolvam a ciência da vida.

Man-Machine Teaming Manager

A colaboração entre homem e a máquina será uma realidade. Esse cargo exigirá do profissional a identificação de tarefas, processos, sistemas e experiências que possam ser melhorados com a tecnologia.

Financial Wellness Coach

O profissional terá a função de um coach, e vai orientar sobre questões financeiras, os melhores investimentos e aplicações.

Digital Tailor

Com o avanço crescente do e-commerce, será necessário um profissional que vá até a casa do usuário, pegue suas medidas com um sistema digital e faça os ajustes necessários em suas roupas e sapatos comprados via e-commerce.

Chief Trust Officer

O profissional nessa função trabalhará ao lado de equipes internas de finanças e relações públicas. Vai gerenciar e aumentar a presença pública e privada em toda a esfera financeira, e sempre trabalhar com transparência nas finanças de uma organização.

Quantum Machine Learning Analyst

O profissional atuará na área de machine learning (“aprendizado de máquina”, em inglês), principalmente com a integração com o aspecto quântico.

Nos próximos dez anos:

Virtual Store Sherpa

Os sherpas pertencem a uma etnia que ajuda quem quer escalar montanhas. Indicam o caminho e seguram os equipamentos dos viajantes. No futuro, esses sherpas do consumo vão ajudar os clientes a navegar nas lojas e, com a realidade aumentada, a fazer compras em cenários mais complexos.

Personal Data Broker

Monitorar e comercializar dados pessoais é a grande atividade desse profissional. Além disso, precisará rastrear e consolidar novos dados e auxiliar os clientes a interpretá-los.

Personal Memory Curator

O profissional consultará uma série de públicos específicos, a mídia e fontes históricas para refazer e formular experiências do passado, para reduzir o estresse ou a ansiedade que a perda de memória provoca.

Augmented Reality Journey Builder

O profissional vai projetar, escrever, criar, calibrar, construir e personalizar viagens em realidade aumentada para as pessoas.

Highway Controller

O aumento dos veículos autônomos e de drones levou as cidades a repensar a forma como o espaço rodoviário e aéreo é gerenciado. O profissional será essencial para auxiliar na regulação da estrada e do espaço aéreo no centro da cidade. O candidato ideal deve ser apto para lidar com ferramentas de IA sofisticadas.

Genetic Diversity Officer

O profissional vai facilitar a rentabilidade e a produtividade de uma organização e, ao mesmo tempo, promoverá um ambiente de inclusão.

Acesse o estudo na íntegra por meio do link: goo.gl/34cSxc.

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Entenda o que é rádio peão e como combater

Você já deve ter escutado o termo rádio peão, se referindo as conversas de corredores que podem ocasionar grandes problemas para as empresas. São as famosas fofocas ou informações não oficiais, que espalham questões sigilosas, ou espalham boatos, prejudicando o clima organizacional. Mas, é possível combater esse problema dentro de uma corporação?

Segundo o especialista em comunicação Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Passadori, existe sim forma de atenuar as famosas conversas de corredores: “É quase impossível eliminar a rádio peão, repare que sempre há alguém querendo ser o novidadeiro e passar informações “em primeira mão”. Mas, os caminhos para minimizar os impactos existem, bastando a empresa agir de forma clara, transparente sem tentar ocultar informações dos seus pares e colaboradores, exceto nas situações que exijam sigilo”.

Passadori acrescenta que quanto maior as conversas de corredores, maior a importância da qualidade da comunicação em uma empresa. Se os líderes souberem se comunicar de maneira eficiente, ampliarão as chances de impedir que informações equivocadas sejam disseminadas.

Assim, os problemas gerados pelas dificuldades de comunicação apresentam-se de formas diversas, resultando em problemas no clima organizacional, perda de tempo e produtos, desentendimentos entre os diversos departamentos e falta de ações efetivas para o combate de prejuízos.

A palavra prejuízo é aqui muito bem colocada, podendo ser mensurada por baixa produtividade, boicotes, greves desnecessárias, clientes mal atendidos, baixa qualidade nos produtos ou nos serviços oferecidos e a, consequente, desmotivação dos colaboradores.

“Resta, em uma época conturbada econômica e politicamente, a percepção do quão poderá ser útil implantar, mesmo que de maneira simples, um sistema de comunicação interna que possa, a partir de canais de informações adequados (sites, murais eletrônicos, comunicados, newsletters, encontros com o presidente, entre outros) sanar as questões relacionadas ao fluxo comunicacional”, indica Reinaldo Passadori.

O especialista indica também alguns passos que poderão contribuir para essa implantação:

• diagnóstico da situação atual de comunicação;

• estabelecer objetivos e benefícios gerados por um sistema de comunicação interna;

• envolver todas as pessoas da organização, inclusive o presidente;

• promover esse sistema e fazer sua constante manutenção.

“Parece algo simples e como tudo na vida, depois de resolvidos os problemas, normalmente surge a pergunta: Poxa! Como é que eu não percebi isso antes? Sugiro que você faça uma análise para observar como está o processo de comunicação na sua empresa. Se algo pode ser feito para melhorar o ambiente, as relações e a lucratividade, por que não começar hoje a pensar nesse processo?”, complementa.

Uma organização que se preocupa com esses pontos é mais fadada ao sucesso, principalmente pelo fato de propiciar condições para que as pessoas se relacionem de forma clara e coerente e “tornem comum” suas ideias. Esse é o grande mérito da uma boa comunicação.

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Igualdade de gênero nas empresas não é uma utopia

Por Paula Paschoal

Os debates sobre a necessidade de estabelecer igualdade de gênero nas empresas são cada vez mais frequentes, reflexo de uma disparidade que em pleno século XXI ainda não foi superada. Segundo o Fórum Econômico Mundial, em um prognóstico assustador, a remuneração de homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo só será a mesma em 2095! Particularmente preocupante é o cenário em nosso país, que ocupa uma das piores posições no ranking de igualdade salarial divulgado pelo FEM.

No entanto, é preciso lembrar que esse futuro longínquo já chegou em algumas organizações, e minha trajetória profissional é prova disso. Trabalho no PayPal, líder mundial em pagamentos online, onde o respeito e o incentivo à diversidade fazem parte da cultura organizacional desde sua criação. Atuando no segmento de tecnologia, no qual as acusações de sexismo são recorrentes, a empresa destacou-se pelas excelentes oportunidades de carreira para mulheres.

No PayPal Brasil, o sexo feminino representa 48% da força de trabalho e ocupa mais da metade dos cargos de liderança/diretoria (53%) – segundo o IBGE, a média nacional nesse nível hierárquico é de 37%.

Entrei em 2010, no cargo de diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios. Em 2015, tornei-me diretora comercial. E neste ano fui promovida à diretora geral da companhia no país, logo depois de voltar da minha segunda licença-maternidade.

Quando fiquei grávida da primeira vez, em 2014, apenas no quarto mês de gestação tive coragem de dar a notícia ao meu chefe. Mas a reação dele não podia ter sido melhor e pude curtir o sonho da maternidade sem medo. Tive certeza que estava numa empresa na qual a valorização da mulher e a importância de equilibrar vida pessoal e profissional eram levadas a sério.

Como líder, também considero a diversidade fundamental, acreditando que são mais fortes as equipes formadas por pessoas de diferentes gêneros, faixas etárias e formações acadêmicas.

Sou apaixonada pelo que faço e procuro estar sempre muito próxima do meu time, trabalhando em parceria e sem perder de vista que estou lidando com pessoas, não meros executores de tarefas. Assim, a fim de fortalecer o engajamento e alcançar os resultados esperados, minha liderança também é orientada pela sensibilidade, pela compreensão das individualidades. Isso pode significar, por exemplo, um horário flexível que permita levar e buscar os filhos na escola. Eu mesma, apesar da função que ocupo, não preciso sacrificar meu tempo com a família ou deixar de jogar tênis no final da tarde.

Mas não é, claro, essa facilidade natural para humanizar o ambiente de trabalho que justifica a presença da mulher. É questão de competência, de meritocracia. E posso garantir que não é utopia.

Paula Paschoal é diretora geral do PayPal Brasil.

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Investida do Criatec é adquirida pela Koppert do Brasil

A INSEED Investimentos, co-gestora do Criatec, anuncia o fechamento do processo de aceleração da BUG Agentes Biológicos. A empresa que produz e comercializa agentes de controle biológico para pragas agrícolas, em sua maioria vespas que parasitam ovos das principais pragas das grandes culturas, foi comprada pela holandesa Koppert Biological Systems, presente em mais de 90 países. O setor cresce em média 20% ao ano no Brasil, sendo que a taxa individual de crescimento da Koppert e da BUG atingiu 30% a.a. nos últimos cinco anos.

Em 2009, a companhia foi investida pelo Fundo Criatec, criado pelo BNDES e co-gerido pela INSEED Investimentos, e, além do aporte de R$1,5 milhões, recebeu suporte em gestão e governança. Segundo Jairo Margatho, diretor de operações da INSEED, as principais ações do fundo na BUG foram “a formatação de uma estrutura de governança corporativa; a implementação da cultura de orçamento; a indicação de um executivo financeiro para auxiliar os empreendedores na gestão da companhia e, sobretudo, o auxílio na estratégia de crescimento aliado à participação ativa nas tomadas de decisão. Multiplicamos valor e por isso comemoramos o desinvestimento da BUG”. O Criatec foi responsável por trazer outros dois investidores para o desenvolvimento da empresa: Trigger e Rosag.

Gestor regional do Criatec, Eduardo Sperling, reforça que no momento que a Inseed decidiu investir na BUG foi identificado que a empresa tinha produtos e tecnologia de grande potencial. “Sua solução de controle macrobiológico é inédita no mundo em escala de aplicação, e tem o potencial para reduzir o uso de pesticidas químicos nas plantações a custos competitivos aos produtores rurais. Entre erros e acertos, o Criatec (e os sócios investidores que trouxemos para a empresa) contribuiu decisivamente para lapidar esse diamante bruto. A Bug absorveu as práticas de governança e gestão necessárias para seu desenvolvimento, sem perder de foco uma estratégia bem definida de diferenciação no mercado mundial. Durante o período que estivemos juntos, a empresa gerou empregos, conhecimento, patentes e novos produtos que trazem maior qualidade de vida à sociedade. No final, a Bug e sua tecnologia foi disputada por empresas de todo o mundo. O Criatec cumpriu o seu propósito ao ajudar os empreendedores a transformarem suas idéias em uma empresa, gerando valor a seus acionistas. E agora, nessa nova etapa, os produtos e ideias da Bug serão usados em plantações de todo o mundo”, reafirma.

Com amplo reconhecimento internacional, a empresa foi eleita pela revista Fast Company (EUA) como a mais inovadora do Brasil em 2012 e a 33ª no mundo. No mesmo ano recebeu o World Technology Award na área de sustentabilidade de veículos como CNN, Time, Science e Fortune . Em 2013, ela se tornou a primeira empresa da América Latina a integrar o grupo Pioneiros da Tecnologia do Fórum Econômico Mundial.

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IBM ajuda a construir o futuro da América Latina com Inteligência Artificial, Cloud e Blockchain – Por Ana Paula Assis

Nos últimos anos, vimos empresas de todo o mundo se reinventando digitalmente, transformando seus modelos de negócio e criando novas experiências para seus clientes. As inovações que antes levavam meses para chegar ao mercado hoje ocorrem em apenas poucos dias.

A América Latina não está alheia a este movimento. Segundo o IDC, somente nos 2 últimos anos, o investimento em inteligência artificial triplicou na região e o investimento mundial em sistemas cognitivos e inteligencia artificial chegará a 42 bilhões de dólares em 2020.

O combustível deste fenômeno é o mar de dados. Atualmente são gerados mundialmente 2,5 bilhões de gigabytes por dia, o equivalente a 170.000 jornais distribuidos a cada uma das 7 bilhões de pessoas em todo mundo. Até 2020, este número aumentará exponencialmente.

Desta forma, os dados são o novo recurso natural do século XXI; mas também podem ser um problema. Isso porque 80% dos dados não são estruturados, ou seja, são invisíveis aos sistemas computacionais tradicionais e, por isso, não são explorados de maneira adequada.

Quem terá vantagem competitiva neste mundo onde praticamente todos são digitais? Aqueles que tenham capacidade de gerenciar esses dados de maneira inteligente para tomar decisões assertivas – que representam hoje somente um terço das decisões tomadas. A inteligência artificial pode gerar esta capacidade de encontrar informação útil dentro dos ‘dados obscuros’, ou seja, gerar valor nesses dados invisíveis.

Na América Latina, a IBM já está ajudando centenas de empresas de todos os tamanhos a tirar proveito das soluções de inteligência artificial empresarial, associadas ao expertise de indústria, para transformar seus própios negócios. De fato, 2017 foi O ano da adoção de IBM Watson na nossa região. Dezenas de casos reais em saúde, educação, varejo, bancos, assim como no turismo, cultura e outras áreas, evidenciam o poder da inteligência artificial para redefinir as indústrias e profissões, além de capturar oportunidades que eram impensadas até agora.

Essa tendência é apenas o começo. Um recente estudo da IBM mostrou que 50% dos CEOs planejam adotar computação cognitiva até 2019. Queremos que cada empresa e cada profissional possam aproveitar ao máximo todo conhecimeto gerado pela imensidade de dados produzidos todos os dias.

Por isso, a IBM está impulsionando a transformação das empresas na América Latina com a inteligência artificial, a computação em nuvem e blockchain, com convicção de que as organizações que coletam, armazenam, administram e processam dados têm a obrigação de tratá-los com responsabilidade.

A confiança e transparência são os ativos mais valiosos na operação de toda instituição. Na IBM, levamos essa confiança muito a sério, gerenciando os dados dos nossos clientes com base em práticas e princípios éticos.

Também estamos conscientes da necessidade de desenvolver novas capacidades e conhecimentos nos profissionais de hoje e de amanhã, para que possam capitalizar todos os benefícios que estas tecnologias trazem. Segundo dados do World Economic Forum, 65% das crianças que estão na escola primária hoje trabalharão em empregos que não existem atualmente.

A atuação conjunta das instituições públicas e privadas em educação na América Latina será de vital importância para aproveitar as oportunidades que surgirão em um futuro muito próximo. Para isso, já estamos trabalhando com instituições como Saint Paul, no Brasil, e Innova Schools, com a Cognitiva, no Peru, com objetivo de ajudar a redesenhar esses “skills”, utilizando capacidades de inteligência artificial.

Este ano celebramos nosso centenário na América Latina. En 1917 nos tornamos a primeira sede da IBM fora dos Estados Unidos. Durante esses 100 anos, contribuímos com as transformações e avanços da região, comprometidos com o progresso das organizações e da sociedade. Para nós, 2018 já começou e estamos preparados para acompanhar as empresas da região a construir uma nova era de conhecimento e crescimento exponencial: a era cognitiva.

Ana Paula Assis, Gerente Geral da IBM América Latina

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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