Category educação financeira

XP Inc. irá premiar com R$ 25 mil startup com melhor iniciativa de educação financeira no Brasil

A XP Inc. (XP:NASDAQ) em parceria com a XPEED, inovadora escola de educação financeira e de empreendedorismo do grupo, abriu hoje as inscrições para um Pitch Day, no dia 24 de novembro, para avaliar startups que desenvolvam iniciativas voltadas para aprimorar e ampliar a disseminação da educação financeira no país. Ao todo, cinco startups serão selecionadas para a apresentação e os projetos serão julgados por uma banca avaliadora e pelos espectadores.

Os critérios de seleção para o Pitch Day estarão baseados no estágio de maturidade das empresas, quantidade de colaboradores, quantidade de clientes, modelo de negócio, setor de atuação e, também, análises qualitativas dos materiais exigidos no processo de inscrição. As apresentações das empresas selecionadas serão transmitidas no canal do Youtube da XPEED de forma 100% aberta e gratuita.

“Apesar de estarmos evoluindo, a educação financeira no Brasil ainda é algo pouco fomentada. A XPEED nasceu com a missão de transformar esse cenário. Temos uma escola de empreendedorismo e sabemos que nosso papel transcende o apoio com conhecimento. Nossa escola quer cada vez mais fomentar o ecossistema com recursos e iniciativas como essa. Impulsionar a prosperidade do empreendedorismo e amplificar o acesso à educação financeira são os nossos verdadeiros compromissos com o país”, explica Izabella Mattar, CEO da XPEED e uma das integrantes da banca avaliadora, que contará com outros quatro membros: Marcos Sterenkrantz (Head da XP Ventures), Thiago Nigro (Primo Rico), José Berenguer (CEO do Banco XP) e Thiago Godoy (Head de Educação Financeira da XPEED).

Além da escolha da banca, o público que estiver acompanhando a transmissão também poderá participar do processo de seleção. Será disponibilizado um QR Code na tela que dá acesso a uma página onde será possível avaliar cada um dos projetos. A nota final será composta 50% pela banca avaliadora e 50% pelo voto do público.

Para Marcos Sterenkrantz, Head da XP Ventures, o Pitch Day é mais uma ação que reforça o compromisso da XP Inc. com a educação financeira no Brasil e com o impulsionamento do empreendedorismo. “Apesar de apenas uma empresa ganhar o prêmio, a participação e transmissão do evento de forma 100% digital e gratuita são maneiras de engajar, incentivar e inspirar ideias potenciais que auxiliem nesse processo de educar os brasileiros sobre seu dinheiro”, explica.
A empresa vencedora receberá um prêmio de R$ 25 mil reais, cursos livres sobre mercado financeiro para todo o time e um MBA de empreendedorismo e gestão exponencial da XPEED para pessoa fundadora. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 15 de novembro por meio deste link: https://xpi.typeform.com/to/BC3NB9dt

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FEBRABAN lança canal “Você e o Banco”

O portal Meu Bolso em Dia, da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, colocou no ar o canal “Você e o Banco”. Servindo como um amplo guia informativo sobre o papel dos bancos na vida das pessoas, na economia e na sociedade de modo geral, a plataforma traz a história dos bancos no País, detalhes sobre o funcionamento das agências e todos os demais canais de atendimento bancário, informações sobre os produtos e serviços oferecidos, entre outros assuntos importantes.

“Nosso objetivo também é facilitar o esclarecimento das dúvidas que as pessoas geralmente possuem quanto a questões que envolvem segurança bancária, meios eletrônicos, o que são os juros e como os bancos funcionam, por exemplo. Cada aspecto é explicado com uma linguagem direta, simples e dinâmica e que também possibilita um aprofundamento no tema, caso o leitor deseje”, afirma o diretor de Educação Financeira da FEBRABAN, Fábio Moraes.

O “Você e o Banco” oferece ainda links de acesso a informações relevantes no portal do Banco Central, de outras entidades do setor financeiro, além de demais conteúdos no próprio portal Meu Bolso em Dia, revista Ciab FEBRABAN e site da FEBRABAN. A ideia é oferecer caminhos para os interessados aprofundarem seus conhecimentos sobre os assuntos apresentados de maneira mais prática e lúdica por meio do portal.

Sobre o Programa Meu Bolso em Dia

Lançado em março de 2010, o Programa Meu Bolso em Dia oferece informações didáticas sobre finanças pessoais para que as pessoas possam tomar decisões conscientes, quando relacionadas ao uso do dinheiro, do crédito e de bens financiados. O portal oferece ferramentas como o simulador de sonhos, tabelas para controlar os gastos de acordo com o público (estudantes, donas de casa, famílias e aposentados), enquetes, dicas de economia, aplicativos que ajudam no planejamento financeiro e orçamentário da pessoa, da família e do negócio, aplicativos que estimulam o consumo consciente, além de um canal com conteúdo exclusivo para empreendedores.

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Veja 5 passos para sobreviver à crise financeira em 2016 – Por Reinaldo Domingos*

As projeções econômicas para as famílias brasileiras para o próximo ano são no mínimo preocupantes, uma vez que já se projeta um agravamento da crise, com reflexos diretos nas finanças pessoais, com alta de juros, tributos e preços. Isso é reflexo tanto do mercado interno, com clara estagnação e grande índice de inadimplência da população, como do externo, no qual as grandes economias já se mostram recessivas há tempos.

Enfim, como dito, o macro com certeza vai refletir no micro, isso é, nas contas e investimentos das famílias. Contudo, mesmo com um cenário pouco animador, não há motivos para desespero, e sim para planejamentos e adequação, buscando sair fortalecido deste período. Para auxiliar, elaborei algumas orientações pertinentes:

Livre-se das dívidas – muitos pensam em como se livrar das dívidas em um momento de crise. Pode parecer impossível, mas é exatamente nesses momentos que os credores também oferecem as melhores condições para negociações. A orientação é que o primeiro passo seja o de resolver o problema que levou ao endividamento, isto é, a causa. Adequar seu padrão de vida a sua realidade é muito difícil, mas é fundamental observar que não pode viver em uma realidade que não é sua. Cortas gastos para ganhar fôlego e, assim, poder assumir o compromisso de pagar as dívidas é a melhor opção agora. Se não se livrar desse problema de forma emergencial, pode ter certeza que a alta dos juros prejudicará a sua saúde financeira no futuro.

Faça uma faxina financeira – sabia que, em média, 25% dos nossos gastos são com supérfluos? As pessoas sempre dizem que não têm mais da onde reduzir os gastos, mas, depois, quando fazem uma análise, observam que é possível. É preciso realizar um diagnóstico de sua vida financeira por 30 dias, anotando tudo o que gasta por tipo de despesa, até mesmo cafezinhos e gorjetas. Assim, verá uma realidade muito diferente do que imagina. Mas ressalto que não se deve virar escravo dessa anotação, pois, quando vira rotina, perde a eficácia.

Chegou a hora de sonhar – por mais que o cenário para muitos seja de pesadelo, nessa hora, é de grande importância sonhar, ou seja, definir os objetivos materiais, pois eles é que farão com que se tenha foco para evitar o descontrole ou mesmo o desespero. Reúna a família e converse sobre o tema, dividindo os sonhos em três tipos: curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos, definindo também quanto custam e quanto poderão poupar por mês para realizá-los.

Mude o formato de seu orçamento – um erro comum é pensar que orçamento financeiro familiar consiste em registrar o que se ganha e subtrair o que se gasta e, caso sobre dinheiro, será lucro, se faltar, prejuízo. A forma correta, no entanto, consiste em, primeiramente, elaborar o registro de todas as receitas mensais, posteriormente, separar os valores pré-definidos para os projetos da família e, somente com o restante, adequar os gastos da família. Isso forçará um ajuste do padrão de vida familiar para conquistas financeiras.

Chegou a hora de saber investir – com a alta de juros, agora, é um bom momento para quem que investir, contudo, o grande erro que observo é a ideia de poupar sem motivo e buscar sempre o melhor rendimento. No mercado financeiro, existem diversas opções de aplicação em ativos financeiros com riscos diferentes. A orientação é procurar variar o investimento de acordo com o tempo que utilizará o dinheiro. De forma geral, o risco de uma aplicação financeira é diretamente proporcional à rentabilidade desejada pelo empreendedor, ou seja, quanto maior o retorno estimado pelo tipo de aplicação escolhida, maior será o risco, por isso, é preciso cautela.

*Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira (Abefin), autor do best-seller Terapia Financeira e da primeira coleção completa de educação financeira para escolas, que já é adotada em mais de 1500 escolas em todo o Brasil.

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5 passos para fugir da recessão com educação financeira

A situação aparentemente é crítica, com o Brasil atravessando um período de recessão técnica, além disso, o sentimento de parte da população, do empresariado e mesmo de parte do político é que o pior ainda se aproxima e, por mais que o brasileiro tenha fama de ser descolado em driblar crise econômica, inflação e orçamento baixo, um clima de medo paira no ar.

Sem dúvida, vale ouro o aprendizado de anos convivendo com condições de instabilidade e incerteza. Mas, agora, num cenário mais favorável que tempos atrás, no qual se tem mais estabilidade, aumento de renda e de poder de compra, é importante combater esse clima de desânimo, pois, caso se torne crescente, pode sim levar à recessão. São nos momentos de baixas que as grandes nações mostram que possuem educação financeira e se projetam para crescer.

Portanto, esse é o momento para ajudar os brasileiros a somarem ao seu típico jogo de cintura a educação financeira – conhecimento que pode ajudar a traçar um futuro com mais qualidade de vida, sem, para isso, ter que abrir mão de realizar, no presente, seus sonhos de consumo e sem se tornar inadimplente. Assim, vamos a algumas orientações de como se passar por esse período:

Crie uma reserva financeira – falar em reserva depois de um momento em que as classes D e E estão em plena ascensão e sentindo, pela primeira vez, o gostinho de ter poder de compra, pode parecer um balde de água fria. Mas não é, pois, no Brasil, boa parte da população também tem comportamento de risco: gasta mais do que ganha e paga quando e como pode, sem perceber que os juros corroem suas finanças. Assim, já é hora de estabelecer prioridades e ter sempre dinheiro guardado para qualquer eventualidade.

Coloque a vida financeira em ordem – equilibrar ganhos e gastos para honrar compromissos financeiros, realizar sonhos e planejar um futuro seguro requer aprendizado, disciplina e uma atitude diferenciada na relação com o dinheiro. Para isso, faça um diagnóstico de suas finanças, fazendo um levantamento com todos os gastos por trinta dias, veja para onde estão indo os excessos e defina sonhos individuais e familiares, juntamente com uma estratégia para atingi-los.

Fuja do ciclo das dívidas – o ciclo do endividamento começa com a compra parcelada – cheque, crediário, cartão. Devido à falta de planejamento, logo se percebe que não vai dar para pagar a fatura do cartão. A tendência, a partir daqui, é buscar alternativas para combater os efeitos e não as causas do problema. Assim, a primeira alternativa, frequentemente, é usar o cheque especial ou pagar a parcela mínima, até chegar ao ponto em que não consegue nem pagar a mínima e o uso do limite do especial ficar extrapolado. A saída mais comum é recorrer a um empréstimo para quitar as dívidas. Com o tempo e os novos gastos, a parcela do empréstimo também passa a não caber mais no orçamento e, assim, chega-se a uma situação limitadora, que tem deixado brasileiros adoentados física e mentalmente.

Alfabetize-se financeiramente – combater as causas do que chamo de analfabetismo financeiro funcional é fundamental para as pessoas terem mais qualidade de vida. Esse combate se faz com ajuda de métodos vivenciais que estimulem mudanças de hábito na forma de administrar o dinheiro que entra e que sai, priorizando os sonhos e não o consumo, como a maioria de nós aprendemos desde criança. Isso exige atitude, disciplina e perseverança e resulta em um novo comportamento com relação ao dinheiro, quebrando o ciclo de gerações de pessoas endividadas e criando uma nova geração de indivíduos equilibrados financeiramente.

Estabeleça objetivos e sonhos – não é porque se está em um período de crise que se deve deixar de sonhar, muito pelo contrário, é fundamental que se tenha sempre, no mínimo, três objetivos para realizar (de curto, médio e longo prazos). Geralmente, em função de crises, as pessoas deixam os sonhos de lado e entram em pânico, o que só piora a situação. Tenha em mente que sempre se deve ter sonhos materiais e não materiais, já que esses são os impulsionadores para a prosperidade.

Em momentos de crise, é imprescindível mostrar à população os caminhos para não cair nas armadilhas do crédito fácil e o elevado estímulo ao consumo. É preciso implementar ações consistentes para conscientizar as pessoas de diferentes faixas etárias e todos os níveis econômicos a lidar corretamente com dinheiro. Só assim serão capazes de fugir da tão falada recessão e realizar seus sonhos de consumo, garantir uma aposentadoria com renda digna e, por que não, alcançar a autonomia financeira, ou seja, trabalhar por prazer e não por necessidade.

Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, da DSOP Educação Financeira autor de diversos livros sobre o tema.

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Orçamento doméstico: 8 dicas para alcançar o equilíbrio financeiro em família

Wilson Muller, consultor do programa Vida Investe, da Fundação CESP, faz recomendações para melhorar a gestão dos gastos e o planejamento em conjunto

O consultor do Vida Investe, iniciativa da Fundação CESP (maior fundo de pensão patrocinado por empresas privadas do Brasil), Wilson Muller, preparou oito dicas para ajudar as famílias a alcançar o sucesso financeiro. O tema também será abordado em palestra promovida pelo programa, na próxima quarta-feira, 16 de abril, em Campinas (SP). Confira as recomendações do especialista:

1. Conversar sobre dinheiro
“É muito comum as pessoas não manterem o hábito de conversar sobre dinheiro e esse tabu precisa ser quebrado. É necessário que todos saibam como está o orçamento da família e se há dificuldades financeiras ou não. Se não há diálogo regular sobre o tema, fica mais difícil também planejar o futuro”, explica o consultor do Vida Investe.

2. Discutir grandes gastos
Wilson diz que não é aconselhável que um dos integrantes da família tome uma decisão que envolva grandes gastos, sem antes discuti-la com os demais e saber qual é o impacto da nova despesa no orçamento. “As decisões ganham qualidade quando são debatidas por duas ou mais pessoas”.

3. Controlar os gastos
Saber como e para onde o dinheiro vai todos os meses também é fundamental para alcançar o sucesso financeiro. “É por meio do controle do orçamento doméstico que a família tem a real dimensão de qual é a situação financeira, se é superavitária ou deficitária. Assim, fica mais fácil se organizar para liquidar eventuais dívidas e poupar”.

4. Planejar
O ideal, segundo o consultor do Vida Investe, é que a família converse para definir metas e objetivos conjuntos de curto, médio e longo prazo e traçar planejamentos, evitando, sempre que possível, financiar. “Quem pode pagar uma parcela maior para fazer uma viagem daqui a um ano, também pode poupar o mesmo valor para pagá-la à vista e fugir dos juros”.

5. Montar uma poupança
Manter o mesmo padrão de vida após a aposentadoria é um desafio, sobretudo, com o aumento das despesas relacionadas à saúde. “É importante que a família se programe para não ter surpresas no futuro. Planos de previdência e bens que geram renda, como imóveis, são algumas opções que podem ajudar a incrementar a renda”.

6. Ter poucas dívidas
Muitas vezes, as condições para financiar compras parecem atraentes, mas, afirma Wilson, o parcelamento nem sempre é a melhor opção no longo prazo. “O cálculo de juros não é uma conta simples e quase sempre a família acaba se perdendo. O ideal é manter apenas as dívidas essenciais, como o financiamento imobiliário, por exemplo”.

7. Prover educação financeira
De acordo com Wilson, mais do que oferecer uma educação acadêmica de qualidade, os pais devem ensinar os filhos a lidar com o dinheiro e a economizar desde cedo, para que eles não enfrentem problemas quando adultos. “Se a criança não souber lidar com dinheiro, ela pode ser um profissional com uma ótima formação, um excelente emprego, mas vai estar sempre endividado”, afirma.

8. Saber viver com menos do que ganha
“Uma família equilibrada é aquela que consegue se organizar para não comprometer toda a receita com os gastos do mês, mas que consegue poupar entre 15 e 20%, para que lá na frente, quando chegar a fase das aposentarias, o padrão de vida anterior seja mantido”

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Passe pelo período de festas sem problemas financeiros

O período de Natal e Réveillon se aproximajunto e, com as comemorações, chegam os gastos com presentes e ceias. Para fugir dos problemas financeiros,o educador financeiro Reinaldo Domingos preparou algumas orientações, que permitem que a felicidade se mantenha por um bom tempo.

Orientações para compra de presentes:
• Antes de comprar é preciso saber quem quer presentear. Faça uma lista para que não se esqueça de ninguém;
• Procure descobrir o que a pessoa que você irá presentear realmente está necessitando;
• Evite presentear todos com produtos caros, analise caso a caso, priorize pessoas mais próximas e opte por presentes tipo lembranças (você não é o Papai Noel);
• Caso não tenha dinheiro é preciso conversar com as pessoas e mostrar o problema, Se as pessoas querem o seu bem, não é o presente que fará a diferença;
• Caso a família tenha diversos filhos, procure juntar todos para dar um presente coletivo;
• Compre com antecedência e pesquis. Estas ações com certeza farão grande diferença no orçamento. Procure promoções e sites de compra coletiva, mas cuidado para saber se o site realmente é confiável;
• Ao decidir o que deseja comprar, procure modelos similares que tenham as mesmas funcionalidade. Muitas vezes, pagamos muito pela marca e status. Mas cuidado com a qualidade, pois o barato pode sair caro;
• Se for possível, deixe algumas compras para depois do Natal, aproveitando as grande liquidações, os descontos são interessantes;
• Certifique-se que, em caso de problemas ou erros de tamanho ou no modelo, o produto possa ser trocado. Muitas vezes se dá um presente que se perde, como um livro repetido;
• Lembre que o Natal é uma data importante e não deve ser interpretada como data comercial e sim como data de união e família.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP, autor dos livros Terapia Financeira, Eu Mereço Ter Dinheiro, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país, Apostila de educação financeira para o ensino EJA e Jovem Aprendiz

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