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Mais de 30 empresas disputam profissionais em evento na Digital House

Na próxima semana, o campus da Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, será palco de um dia diferente de recrutamento. Mais de 30 empresas terão seu espaço no Recruiting Day, um dia que tem como objetivo fazer o match entre os formandos da escola e as companhias que buscam os melhores profissionais.

Nesse dia, serão ofertadas mais de 500 vagas para os formandos nos cursos de Marketing Digital, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Web Full Stack. O curioso é que o modelo será diferente: não serão os candidatos que disputarão as vagas, mas sim, as empresas que irão brigar pelos melhores profissionais. Gigantes da tecnologia como Movile, Revelo, GE, Guia Bolso e Youse farão uma apresentação para fisgar os formandos para suas equipes. Cada uma das empresas presentes terá uma mesa para receber e conversar com os candidatos.

De acordo com a consultoria americana IDC, existem cerca de 250 mil postos de trabalho para profissionais de tecnologia no Brasil, um setor que movimentou US$ 38 bilhões só em 2017. Ou seja: muitas empresas procurando e poucos profissionais qualificados. Andrea Tedesco, mentora de carreiras da Digital House, aponta que esse foi o motivo que inspirou a fundação da escola no país. “Vivemos em um mundo onde não só consultorias e fábricas de software contratam profissionais de tecnologia; agora todos, literalmente, buscam esses perfis para que seus negócios façam parte da chamada Transformação Digital”, aponta Tedesco.

A especialista esclarece, ainda, que essa inversão de papéis é um modelo que surge da necessidade das empresas em encontrarem pessoas alinhadas à cultura da organização e grande potencial de desenvolvimento. “Os impactos causados pela velocidade exponencial de mudanças no mercado de trabalho são, ao meu ver, um dos importantes pilares dessa inversão de papéis”, analisa.

O Recruiting Day acontecerá com frequência na Digital House, o que significa que ainda há chances para quem ainda está em busca de uma oportunidade para trabalhar no emprego dos sonhos. Todos os meses abrem novas turmas na Digital House, e os cursos duram cerca de cinco meses – prazo suficiente para formar analistas nas áreas de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android, Marketing Digital, Experiência do Usuário (UX), Gestão de Negócios Digitais, Data Science e Data Analytics. Além disso, a escola promove eventos, workshops e encontros gratuitos para ajudar a orientar quem ainda não sabe que carreira seguir. “Sabemos que o mundo da tecnologia é novo para muita gente, e por isso, abrimos nossas portas para ajudar quem deseja entrar nessa área”, pontua Andrea. Por fim, a especialista aponta que em sua maioria, os alunos da Digital House são profissionais iniciando ou fazendo a transição para uma carreira no digital, pois vêm encontrando no setor a possibilidade de uma carreira promissora.

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Capacitação gratuita do BID prepara pessoas, empresas e instituições para desafios no ambiente digital

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lança o curso gratuito “Desafios e oportunidades na economia digital”, para promover e apoiar governos a definir e implementar ações de políticas públicas digitais voltadas para a participação ativa de indivíduos, empresas e instituições no novo ecossistema econômico e social, assim como apoiar empresas e indivíduos a identificar oportunidades no contexto digital. As inscrições estão abertas e as aulas começam em 6 de setembro.

“Estamos vivendo a quarta revolução industrial. Cidadãos, governos e empresas têm de enfrentar essa realidade para aproveitar as novas tecnologias e aprender de fato a gerar valor”, explica o representante do BID no Brasil, Hugo Flórez Timorán. “No curso será possível entender a importância do Big Data e sua utilidade no monitoramento e avaliação de políticas públicas, o impacto da tecnologia em empresas e governos e haverá ainda exemplos práticos de países e empresas do Brasil e da região que conseguiram transformar esse novo contexto tecnológico a seu favor e lições aprendidas a serem levadas em consideração”, complementa.

O curso aberto e massivo (MOOC, na sigla em inglês) é oferecido por meio da plataforma digital edX , uma parceria entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A capacitação inclui casos práticos, como o projeto Data Rio, que disponibilizou a base de dados gerados pelo município para estudo e projetos, entre eles, o desenvolvimento de aplicativos que ajudam a facilitar a vida do cidadão e do turista. São 15 mil arquivos com 400 terabytes de informações, como a localização dos ônibus por coordenadas GPS, a sincronização de sinais de trânsito e números da Central 1746.

Entre exemplos de vários países, os participantes também entenderão como está composto o ecossistema de inovação no Brasil, a estratégia brasileira de transformação digital, saberão mais sobre a lei de proteção de dados aprovada recentemente, entre outros.

O curso tem duração de sete semanas com uma média de três a quatro horas semanais – o próprio aluno determina o ritmo de aprendizado, podendo estudar mais horas se assim desejar. Também estarão à disposição dos participantes, leituras selecionadas, vídeos, tutoriais de análises e outros recursos de aprendizagem.

Para os participantes que atingirem a nota mínima é possível obter o Certificado de Identidade Verificada, emitido pelo BID pelo site do curso, ao custo de US$25. Contudo, aqueles que não tiverem interesse, podem escolher a opção Auditar Curso para participar de forma gratuita e obter um certificado de código de honra, caso cumpram as expectativas acadêmicas estabelecidas.

Curso: Desafios e Oportunidades na Economia Digital

Investimento: gratuito

Início das aulas: 6 de setembro

Duração do curso: 7 semanas, 3/4 horas semanais

Inscrições: clique aqui.

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Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Por Rogério Signorini, Diretor geral da Braspag

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC – Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro – e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

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Como um empreendedor expandiu seu negócio para oito países com o trabalho de freelancers

Quando se tem vontade de empreender, é preciso ter, além de força de vontade e conhecimento, profissionais qualificados para tornar esse sonho realidade. E foi por meio da Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, que o empreendedor Gustavo Silva, fundador do aplicativo NutriSoft Brazil, encontrou os profissionais que precisava e expandiu seu negócio para oito países.

Com uma ideia e quase nenhum dinheiro para investir inicialmente, Gustavo apostou em seu sonho e correu atrás de tudo o que era necessário para tirar seu projeto do papel. O desafio era grande: um estudante de Sistemas de Informação criando um app de nutrição e saúde, tema do qual não tinha nenhum conhecimento. “Fiz uma pesquisa, baixei todos os apps que seriam meus principais concorrentes, listei os pontos positivos e negativos de cada um. Meu aplicativo não poderia ter nenhum dos negativos, mas deveria unir todos os positivos em um só”, conta Gustavo.

Pesquisando sobre o mercado de aplicativos, Gustavo percebeu também que precisava traduzir seu software para entrar em novos mercados. Mas como fazer isso com qualidade quando o orçamento ainda é apertado? Nesse momento, Gustavo foi atrás de freelancers e encontrou na Workana a possibilidade de contratar profissionais de tradução para cada etapa que precisava executar. O empreendedor ressalta que esse foi o ponto essencial para a expansão da empresa. “O primeiro projeto que contratei pela Workana foi em 2014, e continuo fazendo vários projetos desde então, nas áreas de tradução, desenvolvimento, design e vendas”, afirma.

O cofundador da Workana, Guillermo Bracciaforte, conta que o trabalho freelance vem crescendo exponencialmente e oferecendo mais oportunidades tanto para profissionais quanto para empreendedores. “Quando uma empresa está começando, é necessário desenvolver projetos em diversas áreas, seja produção de conteúdo, marketing ou TI. Porém, nem sempre é possível contratar profissionais de todas as áreas logo no início. Os profissionais freelancers podem oferecer um trabalho qualificado para atender a cada demanda de uma empresa e ajudá-la a crescer”, diz Bracciaforte. Só em 2017, foram publicados mais de 120 mil projetos de empresas brasileiras na Workana, um crescimento de 71% em relação ao ano anterior, o que mostra que os empreendedores vêm buscando cada vez mais os profissionais freelancers.

A Workana tem à disposição profissionais de toda a América Latina para desenvolver projetos das mais variadas categorias, além de oferecer oportunidades para profissionais freelancers. Para encontrar, basta acessar o site www.workana.com.

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Empresas de tecnologia discutem futuro da economia digital no Brasil

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Departamento de Comércio dos Estados Unidos no Brasil promoverão na próxima quinta-feira, 26 de outubro, a Conferência de Economia Digital em São Paulo. O evento reunirá representantes do setor público e privado para discutir o futuro da economia digital, oportunidades no Brasil e os desafios de criar um ambiente que estimule a inovação.

O embaixador dos EUA no Brasil, P. Michael McKinley, e o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, Gilberto Kassab, abrirão o evento. Representantes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e do Ministério da Agricultura e do Departamento de Comércio dos EUA também farão parte da conferência.

O evento contará ainda com a participação de empresas como Cisco, Microsoft, Salesforce, Monsanto, John Deere, Facebook, IBM, Infor, Dell, AT&T, Uber, Intel, Amazon Web Service, Caterpillar e BayBrazil.

A economia digital faz parte de nossas vidas e é um componente importante para o crescimento econômico e aumento da competitividade. Essas ferramentas e recursos online são usados para fazer negócios, conduzir pesquisas, obter as últimas notícias, evitar trânsito, ficar em contato com amigos e familiares e muitos outros.

A iniciativa tem por objetivo estimular o debate sobre as oportunidades e os desafios dessa nova economia, assim como políticas que afetam o comércio internacional, segurança cibernética e os direitos fundamentais da sociedade.

Evento: Conferência de Economia Digital

Data: Quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Local: Fiesp – Avenida Paulista, 1.313

Horário: 8h30 às 17h30

Programação: goo.gl/nv5zGC

Evento Gratuito. Vagas limitadas: goo.gl/SGWYov

Haverá transmissão online: www.fiesp.com.br/online

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O futuro da economia digital é, realmente, digital?

O futuro da economia digital, também chamado de Nova Economia, terá impacto em toda a economia mundial. Renato Osato, vice-presidente da Amdocs para a América Latina e Caribe, apresentou esse tema, recentemente, em um evento para o mercado de telecomunicações na República Dominicana, onde levantou a seguinte questão: o futuro da economia digital é realmente digital?

Em sua apresentação, Osato observou que o mercado de comunicações é moldado por três pilares principais: economia, tecnologia e clientes digitais. Essas tecnologias, abertas e escaláveis, possuem capacidade de facilitar a transformação dos negócios e dos clientes. Estatísticas mostram que, atualmente, metade dos novos serviços digitais das Provedoras de Serviços de Comunicação (Communication Service Providers/ CSPs) são provenientes de parcerias e investimentos e, para que as empresas possam sobreviver, é necessário que esse cliente digital receba serviços personalizados especificamente para eles que são, essencialmente, mais complexos que antes.

Dados mostram que, até 2020, os clientes gerenciarão 85% de suas relações com empresas sem qualquer interação com um ser humano e a pessoa média terá mais conversas com “bots” do que com seus cônjuges.

Por isso, as CSPs estão buscando, de maneira agressiva, sua transformação em provedoras de serviços digitais e seu foco em conteúdo indica que elas entenderam que para atingir esse patamar, precisam se tornar players nesse novo momento de economia digital. Isso significa que essas empresas precisam entregar serviços que são vendidos e consumidos digitalmente – e um desses serviços é exatamente: conteúdo.

Este movimento, no entanto, está apenas começando em nossa região. Aqui, 52% das CSPs dizem que estão iniciando a implementação dessas soluções e que ainda estão nos estágios iniciais desse processo. Além disso, o executivo também ressalta que alguns desafios estão dificultando a verdadeira transformação digital, como a explosão de novos serviços e a complexidade dos novos processos envolvidos.

Ainda assim, Osato acredita que seguir esse movimento na direção certa vai ajudar as CSPs a reterem a lealdade de seus clientes e vai permitir que as companhias consigam um Net Promoter Score mais alto.

Para acessar a apresentação completa de Renato Osato durante o evento, clique aqui.

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Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia e Emirados Árabes entre as principais economias da Evolução Digital

A Fletcher School e a Mastercard anunciam o Índice de Evolução Digital de 2017, análise pormenorizada da adoção de tecnologia e a situação da confiança digital no mundo

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A Fletcher School da Universidade Tufts, em parceria com a Mastercard, acaba de anunciar o Índice de Evolução Digital de 2017. Esta pesquisa analisa o progresso obtido pelos países no desenvolvimento de suas economias digitais e na integração de bilhões de pessoas por meio das novas tecnologias.

O estudo identificou Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel como as elites digitais, que se caracterizam por altos níveis de desenvolvimento digital e uma rápida taxa de evolução digital. Munidos de dinamismo e inovação, esses mercados de Destaque exemplificam o ponto ideal de progresso e crescimento futuro.

Com quase 50% da população mundial online, este estudo mapeou o desenvolvimento de 60 países e evidencia seu grau de competitividade e potencial de mercado para um maior crescimento. O Índice ainda analisa quatro motivos principais e mais 170 indicadores exclusivos para traçar as trajetórias de cada um desses países:

• Oportunidade (ou acesso a infraestrutura e à Internet)
• Demanda de tecnologias digitais pelos consumidores
• Clima institucional (políticas/leis e recursos públicos)
• Inovação (investimentos em P&D e startups digitais, etc.)

Empresas, governos e a sociedade civil estão trabalhando em conjunto para levar acesso a todos, ao mesmo tempo em que protegem a infraestrutura digital. O relatório oferece um modo de avaliar o grau de “confiança” digital, bem como a situação e o ritmo de evolução digital, com exemplos de todo o mundo, dando aos países a oportunidade de aprender uns com os outros para promover seu próprio avanço.

“Adoção, qualidade da infraestrutura e das instituições digitais e a inovação moldam coletivamente a competitividade digital de um país, mas os governos também desempenham um papel fundamental no processo. O relatório também revelou que a confiança que os consumidores depositam nas tecnologias digitais está correlacionada com o nível de competitividade digital”, disse Bhaskar Chakravorti, reitor associado de negócios e finanças internacionais da Fletcher School da Universidade Tufts e diretor-executivo fundador do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global.

Os resultados

• Com base na pontuação geral de evolução digital, Noruega, Suécia, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Coréia do Sul, Reino Unido, Hong Kong e Estados Unidos ocupam a lista das dez principais economias digitais. Porém dado o ritmo atual de inovação e mudança, ser uma economia digital avançada hoje não garante necessariamente esse status amanhã. O grau de abertura e apoio que existe para a inovação ajuda a determinar seu potencial de crescimento futuro.
• Unindo o ritmo e o grau de avanço digital, a pesquisa classifica os mercados em quatro categorias distintas:
• Destaques – Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel demonstram altos níveis de desenvolvimento digital e continuam a liderar a inovação e o crescimento.
• Estagnados – Muitos países desenvolvidos da Europa Ocidental, países nórdicos, Austrália e Coréia do Sul têm um histórico de crescimento sólido, mas a dinâmica de suas economias vem diminuindo. Sem investir em mais inovação, eles correm o risco de ficarem defasados.
• Emergentes – Embora ainda apresentem níveis absolutos de avanço digital relativamente baixos, são mais dinâmicos, devem crescer e são atraentes para os investidores. China, Quênia, Rússia, Índia, Malásia, Filipinas, Indonésia, Brasil, Colômbia, Chile e México demonstram têm esse potencial.
• Atenção – Países como África do Sul, Peru, Egito, Grécia e Paquistão enfrentam desafios significativos e sofrem tanto por conta dos baixos níveis de avanço digital quanto por ritmos mais lentos de crescimento.

“Sabemos que a tecnologia tem o potencial de melhorar economias e nossas vidas, mas crescimento só acontece se todos confiarem no desenvolvimento do ecossistema”, afirma Ajay Bhalla, presidente de risco e segurança empresarial da Mastercard. “Em nossa busca de um mundo verdadeiramente conectado, a confiança e a segurança são fundamentais para o desenvolvimento digital bem-sucedido”.

Novidade na edição deste ano: O Fator de Confiança

Até o momento não existe consenso sobre o que se entende por confiança digital e muito menos como mensurá-la, mas ela continua sendo fundamental para a economia digital global. Novidade no relatório de 2017, a pesquisa analisou 42 dos 60 países do Índice com relação a quatro parâmetros fundamentais – comportamento, atitudes, meio ambiente e experiência – para entender melhor a situação da confiança digital.

• Países como China, Suíça, Singapura e os nórdicos pontuam bem em métricas diferentes, mas por razões completamente diferentes.
• O consumidor chinês é atípico quando se trata de demonstrar paciência em situação de atrito, como velocidade lenta de acesso à internet.
• Os países da Europa Ocidental e os nórdicos lideram em experiência e ambiente de confiança digital, que refletem os sólidos investimentos em medidas de segurança, privacidade e responsabilização e na mitigação de atrito.
• Em geral, a pesquisa mostra que em países com pontuação maior para dinamismo, os consumidores são mais tolerantes a atritos em suas interações e transações digitais diárias, sugerindo que dinamismo pode ser um fator essencial para se entender o comportamento e a confiança do consumidor.

Além disso, governos e empresas são considerados os garantidores da confiança e devem promover a confiança de seus cidadãos e consumidores. Os resultados indicam que confiança é fundamental para a competitividade digital e que os países não conseguem progredir muito sem ela.

Implicações: Como os países podem se beneficiar

Mais informações e estudos de caso específicos de cada país podem ser encontrados no resumo geral que inclui:

• Uso de políticas públicas como peça fundamental para o sucesso da economia digital (em inglês): Isso tem consequências que vão desde as negociações do Brexit até a forma como a Índia impulsiona sua sociedade para um futuro com “menos dinheiro físico”, até para a competição entre os EUA e a China pelo domínio da economia mundial.
• Identificação dos fatores que impulsionam o dinamismo digital: As economias desenvolvidas e em desenvolvimento devem enfatizar diferentes formas de estimular seu crescimento: inovação e instituições, respectivamente.
• Alavancando o crescimento de um pequeno país com parcerias públicas: Pequenos países podem crescer rapidamente como early adopters criando os ecossistemas corretos.
• Reinventando os gigantes digitais: Os países mais avançados digitalmente podem usar sua escala e conexões existentes no mundo para se reinventarem.
• Promovendo a recuperação digital eliminando disparidades de acesso móvel: Os países menos avançados digitalmente devem priorizar a expansão do acesso à internet por meio de telefones celulares.
• Trabalhando para conquistar a confiança dos usuários: Conforme as nações progridem digitalmente e seu dinamismo diminui, as empresas de tecnologia e os legisladores podem precisar priorizar a criação de confiança para manter o crescimento.
O relatório completo e a metodologia podem ser acessados aqui. Para mais informações e conteúdo parra compartilhamento, acesse o nosso press kit digital.

Sobre o Índice de Evolução Digital

O Índice de Evolução Digital de 2017 segue o lançamento bem sucedido da primeira edição do Índice em 2014. A pesquisa por trás desta última edição considera inúmeros novos fatores para melhor refletir mudanças rápidas no mundo digital e criar um relatório preciso, robusto e abrangente.

A análise pormenorizada inclui um estudo sobre o ritmo da evolução digital em 60 países, com base em quatro principais fatores de oportunidade, demanda, clima institucional e inovação. Ela se baseia em mais de 8 anos de dados (2008-2015) e estabelece pontuações para evolução digital geral e dinamismo digital, bem como uma avaliação da confiança digital.

O Índice de Evolução Digital é um produto de pesquisa da Digital Planet — uma plataforma interdisciplinar de pesquisa do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global da Universidade Tufts.

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Estudo da Capgemini com MIT define nova era da colaboração com consumidores

O mais novo estudo realizado pela Capgemini em parceria com o MIT Initiative on the Digital Economy (IDE) identifica uma nova abordagem na gestão da experiência com o consumidor, definida pelo conceito de Intercâmbio Colaborativo (da sigla CX ou Collaborative Exchanges[1], em inglês). Com base em quase dois anos de pesquisas, realizadas com as principais organizações focadas em consumidores (B2C) e a partir de uma análise quantitativa com esse público, o relatório mostra uma mudança na forma como as empresas interagem com os consumidores na economia digital, na qual a gestão da experiência com o consumidor não está nem nas mãos das companhias e nem nas do cliente final, mas é negociada em intercâmbios colaborativos.

O novo relatório, ‘From UX to CX: Rethinking the Digital User Experience as a Collaborative Exchange’, (em português, ‘De UX a CX: Repensando a experiência do usuário digital como um intercâmbio colaborativo’), é parte de um trabalho conjunto de seis anos entre a Capgemini e o MIT para ajudar as organizações a obterem sucesso em sua transformação digital e fornecer melhores práticas.

Esta nova forma de colaboração com os consumidores tem duas dimensões principais: a participação ativa do consumidor na cadeia de valor de uma organização e a extração de mais informações em cada ponto de contato para personalização de produtos e serviços.

Mercado de Participação: se concentra na forma como as empresas geram valor compartilhando atividades internas, ao mesmo tempo em que satisfazem uma necessidade do consumidor. Companhias que começaram a colaborar com os clientes finais descobriram que eles querem se engajar, falar sobre suas experiências e apreciam quando são consultados.

Mercado de Informação: foca na forma como as marcas entregam por meio de informações colhidas direta ou indiretamente. Desta forma, se os dados são utilizados para beneficiar o consumidor ou para oferecer uma experiência personalizada, eles estarão dispostos a fornecer seus dados pessoais.

Atualmente, os consumidores podem se envolver em diversos níveis ao longo da cadeia de valor de uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos, por meio da criação de conteúdo e dos serviços de logística. Ao mesmo tempo em que as organizações tornam-se capazes de reunir informações em cada ponto de contato com o consumidor para levantar ideias e informações. A combinação de decisões estratégicas em torno do nível de participação e do fluxo de informações resulta em uma troca colaborativa bem sucedida.

“Todo debate em torno do desenvolvimento de algoritmos que sejam capazes de melhor compreender e prever as preferências do consumidor parecem sugerir que o futuro da experiência do cliente final se encontra na ciência dos dados em si. Porém, o envolvimento do consumidor deve ser entendido pela experiência vivida por ele e também está sujeito aos estudos da ciência comportamental. As organizações devem estar atentas ao elemento humano quando se trata de experiência do usuário para trabalhar lado a lado com os consumidores e assim criar intercâmbios colaborativos”, defende Renée Gosline, professor assistente e principal pesquisador do MIT Sloan School of Management.

Quatro arquéticos de intercâmbios colaborativos com consumidores surgem na intersecção de duas dimensões que ajudarão as empresas.

• Âncoras: coletam informações sobre seus usuários, abrindo sua cadeia de valor para a participação compartilhada;

• Colegas: trabalham lado a lado com seus consumidores para que a participação compartilhada e as informações do usuário sejam alavancadas de modo a melhorar a experiência do cliente final;

• Consultores: aproveitam informações sobre seus consumidores, mas mantêm o controle sobre qualquer participação;

• Diretores: coletam informações e prestam serviços baseados na participação controlada dos consumidores.

Para criar uma troca bem sucedida, tanto as empresas quanto os consumidores devem estar dispostos a abrir mão de parte do controle para permitir uma participação positiva e o compartilhamento de informações. Entender o fluxo bidirecional de engajamento e como os consumidores se beneficiam da permuta é essencial para cultivar uma troca colaborativa. O engajamento dos consumidores deve ser entendido não apenas em termos de quantidade ou valor extraído pela empresa, mas pela experiência vivida pelo consumidor. Obter o equilíbrio certo é fundamental para criar uma relação de ganha-ganha nessa troca.

Intercâmbios colaborativos em um mundo digital exigem que as empresas não dependam apenas da ciência de dados, mas que desenvolvam um arsenal paralelo de ciência comportamental. A análise granular precisa ser equilibrada com foco na empatia. Desenvolver uma compreensão abrangente dos comportamentos, valores e sentimentos humanos permanecerá, na economia digital, tão importante como sempre foi.

“Os profissionais de marketing sabem que o sucesso de suas ações está na análise, nos algoritmos e na inteligência artificial. É claro que isso é muito importante. Mas o que vemos claramente a partir desta pesquisa é que, na economia digital, o elemento humano se mantém mais importante do que nunca. Uma vez que as marcas forem capazes de encontrar o equilíbrio entre a análise de dados e a ciência comportamental, conseguirão conduzir relações com ganhos mútuos no intercâmbio com seus consumidores”, explica Didier Bonnet, vice-presidente executivo da Capgemini Consulting.

Relatório completo: https://www.capgemini-consulting.com/resources/collaborative-customer-exchanges

[1] CX (Collaborative Exchanges) ou Intercâmbios Colaborativos: o conceito é uma nova abordagem para a gestão da experiência do cliente com mais recompensas para empresas e consumidores.

Metodologia da pesquisa da Capgemini e do MIT Research

O relatório desta pesquisa apresenta um framework para decidir quando e como as experiências dos consumidores podem se transformar em intercâmbios colaborativos por meio de pontos de contato mediados digitalmente na cadeia de valor da empresa. Este quadro, combinado à análise quantitativa e qualitativa, é baseado em resultados de eventos e sentimentos (envolvendo milhares de comentários de clientes e tweets), além de entrevistas com executivos e estudos de casos observados.

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MIT dará prêmio de mais de US$ 1 milhão para organizações que criam mais oportunidades econômicas para os trabalhadores com uso de tecnologia

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“A produtividade alcançou níveis recorde e a inovação nunca foi tão acelerada, mas, ao mesmo tempo, observamos uma queda na renda média e menos vagas de emprego”, afirmou Erik Brynjolfsson, diretor da iniciativa para a economia digital do MIT (IDE). “As pessoas estão ficando para trás porque a tecnologia está avançando tão rápido que nossas habilidades e organizações não conseguem acompanhar.” Segundo ele, “esse é o grande paradoxo da nossa era”. Essa tendência só se intensificará, a menos que surjam novas soluções.

IDE do MIT acredita que as soluções tecnológicas permitirão que as pessoas participem de maneira mais intensa em nossa economia digital, que se desenvolve em ritmo acelerado, aumentando a renda e garantindo oportunidades de emprego. Para reconhecer e facilitar essas soluções criativas durante este momento de mudanças sem precedentes, a IDE do MIT lançou o Desafio de inovação inclusiva (IIC). Após um primeiro ano de sucesso, com quase 300 inscritos do mundo todo, o segundo ano do IIC foi lançado. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas em MITinclusiveinnovation.com.

O IIC dará um prêmio de mais de US$ 1 milhão para os “super-heróis da inovação inclusiva” – organizações que utilizam a tecnologia para reinventar o futuro do trabalho e criar uma economia mais equitativa. Organizações com e sem fins lucrativos de qualquer tamanho, idade, tipo e nacionalidade podem participar.

As categorias deste ano são:

– Desenvolvimento de habilidades e detecção de oportunidades
– Aumento da renda e geração de empregos
– Acesso à tecnologia
– Inclusão financeira

Mais de 100 jurados e um comitê especialista de campeões selecionarão 16 vencedores entre as organizações inscritas.

– Quatro vencedores receberão o grande prêmio de US$ 150.000 cada
– Doze vencedores receberão US$ 35.000 cada

Os candidatos devem se inscrever até o dia 7 de junho de 2017 e enviar seus trabalhos até o dia 21 de junho de 2017, quando o desafio será encerrado. Os vencedores serão anunciados durante a HUBweek de Boston (hubweekboston.com), no dia 12 de outubro de 2017, em um evento de grande visibilidade.

O desafio é financiado com o apoio da The Rockefeller Foundation, The Joyce Foundation, Joseph Eastin, ISN® e Google.org.

Participe! Para participar como jurado, patrocinador ou parceiro de comunicação, ou para indicar uma organização, envie um e-mail para iic@mit.edu. Para se inscrever ou para se cadastrar e receber atualizações, acesse: MITinclusiveinnovation.com

Para obter mais informações sobre a iniciativa para a economia digital do MIT, acesse: ide.mit.edu

FONTE MIT Sloan School of Management

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O uso do blockchain como plataforma para a economia digital – Por Alex Marin Silva

O blockchain é uma estrutura de dados distribuída, composta de dados imutáveis, gravados digitalmente em blocos. Cada bloco é então “encadeado” para o bloco seguinte, usando uma assinatura criptográfica. Isso permite que as cadeias de blocos possam ser usadas como um livro, que pode ser compartilhado e acessado por qualquer pessoa com as permissões apropriadas.

Este sistema vem crescendo rapidamente no mundo, seja como plataforma para alavancagem das fintechs – startups com a finalidade de criar novos negócios para o mercado financeiro – como também para o tão arcaico, retrógrado e “controlado” governo.

É comum que precisemos confirmar e transferir propriedades, realizar registros públicos e privados, fazer acessos físicos ou digitais e até mesmo coisas intangíveis como registrar marcas, patentes, reserva de domínios etc.

Para ilustrarmos o conceito, imagine que você deseja realizar a transferência de propriedade de um automóvel. Com o uso do blockchain, é possível realizar este procedimento sem a necessidade de um órgão regulador, tal como cartório e governo, por exemplo, bastando apenas submeter a transação de Compra e Venda – que informa o processo de transferência. Um bloco contendo as informações é enviado na forma de broadcast para a rede de blockchain e quando o bloco for aprovado, este é sincronizado e, então, a transação é dada como válida.

Mas quem validou a transação? Os chamados mineradores, que disponibilizam seus recursos computacionais e são remunerados por bitcoins espalhados por toda rede de computadores em escala mundial. Além de gerar credibilidade à transação, reduzem o custo de processamento e, consequentemente, validam a informação a custos ínfimos.

Imagine se todas transações contábeis de uma empresa fossem validadas no blockchain. Facilitaria, em períodos de auditoria, pois garantiria a validade das demonstrações informadas são válidas, representando menos trabalho para os auditores e até mesmo a segurança de compliance para os envolvidos, seja o governo ou os órgãos reguladores.

O blockchain pode ser utilizado também para validação de identificação e certificação. Neste caso, estou falando do nosso aclamado modelo de Nota Fiscal Eletrônica, no qual teríamos o XML, a transação e os envolvidos validados pelo blockchain e não mais pelo governo, dispensando a necessidade de aquisição de um certificado digital.

Adicione a capacidade do governo de cruzar os dados da contabilidade com a transação da Nota Fiscal contra o blockchain: um enorme poder de fiscalização sem que haja investimentos para este tipo de finalidade, visto que todo histórico transacional ficou armazenado dentro do próprio blockchain.

Estes são pequenos exemplos de aplicações de blockchain. Certamente inúmeras outras surgirão, mas o mais importante é que inovações como esta levam confiabilidade às transações e demonstrações contábeis/financeiras, além de reduzir o custo de operação das empresas, tornando-as mais competitivas, transparentes e elegíveis à economia digital.

Alex Marin Silva, gestor de Customer Experience da Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções Tecnologia da Informação

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Gartner anuncia que algoritmos são essenciais para o crescimento da economia digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que os algorítmicos são essenciais para o crescimento da economia digital, mas os líderes de TI, dados e negócios ainda têm dificuldade sobre o que fazer e como aplicar esse formato em seus negócios. O tema será debatido durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

De acordo com Alan Duncan, Diretor de Pesquisas do Gartner, as organizações serão valorizadas não apenas por seus Big Data, mas também pelos algoritmos que transformam os dados em ações e, consequentemente, melhoram a experiência do cliente.

“Negócios baseados algorítmicos são fundamentais para ter vantagem competitiva. Até 2018, mais de 50% das grandes organizações competirão globalmente utilizando Analytics avançado e algoritmos patenteados, causando grandes transformações em indústrias por completo”, afirma o analista.

O analista do Gartner destaca os cinco principais itens que CIOs (Chief Information Officers) e CDOs (Chief Data Officers) devem saber sobre os negócios baseados em algorítmicos:

O uso de algoritmos não é novidade – Algoritmos têm sido o foco dos sistemas de controle de manufatura, automação de marketing e gerenciamento de campanhas, além de terem desempenhado papel fundamental em serviços financeiros nos últimos anos. Há agora um aumento no uso de algoritmos conforme pesquisadores desenvolvem maneiras de torná-los mais inteligentes e eficientes na utilização de recursos de dados novos ou ainda inexplorados.

Negócios algorítmicos são diferentes de Business Intelligence – BI (Business Intelligence) tem como foco a análise de dados para descrever e entender eventos anteriores, preferencialmente com o objetivo de prever oportunidades e desafios futuros. Já os algoritmos geram impacto em tudo o que se faz, incluindo planejamento, controle, Internet, mídias sociais, e-commerce e automação de fábricas. Business Intelligence é apenas uma parte disso e certamente será afetada como todo o restante.

As vantagens dos algoritmos são velocidade e escala – Os algoritmos funcionam em uma velocidade e escala que não podem ser facilmente combinadas simplesmente ao aumentar a mão de obra humana. Conforme os negócios digitais se fortalecem, o aumento do uso de algoritmos representa a forma mais eficiente e econômica de tratar os volumes de dados e de explorar os números crescentes dos momentos de negócios emergentes.

O índice acelerado de mudança tecnológica está levando à emergência de negócios algorítmicos – As rápidas mudanças tecnológicas, os níveis crescentes de conectividade entre indivíduos, negócios e dispositivos inteligentes e o aumento da volatilidade e do fluxo do mercado favorecem o uso elevado de sistemas não-humanos a fim de identificar e explorar oportunidades. As tendências secundárias, como computação em Nuvem, conectividade onipresente, aumento dos dispositivos inteligentes conectados e de dados e a aceitação social crescente de atividades lineares e das soluções baseadas em tecnologia, contribuem para a elevação da receptividade enquanto fornecem infraestrutura para oferecer suporte à coleta e análise de dados em uma escala até agora considerada impossível.

Negócios algorítmicos criam oportunidades e riscos para colaboradores – As oportunidades são a capacidade de automatizar e aplicar velocidade e escala para gerenciar novas transações de forma precisa, apropriada e personalizada, enquanto os riscos estão relacionados às considerações éticas, como questionar se é o certo a se fazer e quais são as consequências inesperadas. “Para muitas indústrias baseadas em conhecimento que têm como foco a prática, como direito e medicina, os algoritmos ameaçam o status e a permanência de consultores, líderes e outros profissionais por terem a capacidade de mudar a economia do trabalho de conhecimento de nível básico, como a busca por antecedentes legais”, diz Duncan.

Há preços diferenciados para incrições de profissionais do setor público e descontos para grupos para o Gartner Symposium/ITxpo 2016. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

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5 dicas para a construção de negócios digitais eficientes

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As coincidências dos negócios digitais e as ações necessárias aos empreendedores para chegar ao sucesso traduzido em US$ 19 trilhões em oportunidades de negócios ao redor do mundo têm sido alvos de observação e estudos de Julian Philips, vice-presidente da Whitlock e um evangelista especializado em Economia Digital nos últimos tempos.

Em palestra paralela ao Infocomm Brasil 2016, Phillips apresentou a empresários do setor de áudio e vídeo suas descobertas sobre o comportamento dos negócios bem sucedidos na Economia Digital, traduzidas em Cinco Dicas para a Construção de Negócios Digitais. “Esta visão é muito importante, ´principalmente neste momento em que estamos pensando o futuro dos nossos negócios”, diz Hans Ulmer, CEO da absolut technologies, integradora especializada em sistemas e serviços de videoconferência, parceira da Global Presence Alliance (GPA) e organizadora do evento para o qual Julian Phillips foi convidado.

Segundo Phillips, Uber, Facebook, Alibaba, entre outros novos negócios, têm coincidências que podem ser replicadas e levar outras iniciativas ao sucesso. “A maioria das empresas ainda não têm claro o caminho que devem percorrer para participar efetivamente da Economia Digital”, destacou durante a palestra.

O executivo traçou cinco mudanças comportamentais das empresas, baseadas em tecnologias colaborativas, que podem levá-las ao sucesso digital. São elas:

1. Espírito de equipe, não de presença. “Pautas curtas e previamente debatidas melhoram os resultados de reuniões de negócios e fazem as pessoas se concentrar na no objetivo, na solução de problemas, não na discussão”;

2. Infraestrutura focada em usuários, não em salas. Segundo Philip, até aqui as tecnologias foram desenvolvidas para serem usadas dentro de salas. “Temos que pensar no usuário independentemente do ambiente em que ele esteja. O usuário sempre quer uma boa experiência”;

3. Simplicidade. “Temos que evitar tecnologias e processos complexos”, indica;

4. Cloud Computing. Mesmo com os questionamentos sobre a segurança, a tendência é que tudo vá para a nuvem, de acordo com Philip. “Serviços como Google, Alibaba e Facebook estão na nuvem e é este ambiente que vai dirigir os negócios da economia digital. Este é o único caminho para a sobrevivência dos negócios”, comenta;

5. Reuniões a qualquer hora e de qualquer lugar. “As pessoas precisam ser colaborativas, independentemente de onde estejam”.

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