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Startup de drones de segurança Aeroscan capta R$850 mil em uma semana via EqSeed

A Aeroscan, plataforma de gerenciamento de drones inteligentes focada em segurança patrimonial das empresas, acaba de captar R$850 mil em apenas uma semana via Eqseed, principal plataforma de venture capital online do Brasil. De acordo com o sócio-fundador da EqSeed, Brian Begnoche, o setor de drones tem atraído muito o interesse dos investidores.

“Essa tecnologia vem sendo alavancada cada vez mais nos setores. Os drones capacitam cortes significativos nos custos, fazendo com que as empresas possam gerar muito mais valor com muito menos despesa. Cabe perfeitamente com o perfil inovador das startups, que conseguem pegar fatias significativas de grandes mercados utilizando tecnologia inovadora,” pontua.

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre agosto de 2018 e 2019, o número de aparelhos registrados para uso profissional saltou de 18.389 para 27.665, um aumento de 51%. De acordo com levantamento da Droneshow, feira brasileira de referência do setor, o mercado brasileiro de drones tem crescido, em média, 30% por ano. São mais de 720 empresas envolvidas na cadeia produtiva desse mercado.

Para o co-fundador e sócio da Aeroscan, Marco Forjaz, a velocidade e a segurança no acesso ao capital viabilizada pela EqSeed é uma prestação de serviço para o ecossistema como um todo. “Todo o processo é seguro, claro e transparente. Foi mais fácil e rápido para nós da Aeroscan porque, sem dúvida, o investidor se sentiu confortável com o modelo. Estamos muito felizes com essa captação”, afirma Forjaz.

“O resultado que a Aeroscan obteve em tão pouco tempo permitindo apresentar um modelo inovador despertando uma gama de investidores que a plataforma tem em sua base de dados com muita segurança, transparência e seriedade” complementa Marcelo Musselli Filho, sócio e fundador da Aeroscan.

Futuro do negócio

Na prática, a Aeroscan oferece um sistema de monitoramento por drones automatizados, com apoio de profissionais especialistas no comando dos equipamentos para qualquer situação em que a intervenção humana seja necessária. Além de oferecer essa assinatura de operação dos aparelhos, ela incorpora outras soluções para tornar o serviço mais completo e melhorar a experiência do usuário. Há uma plataforma de gerenciamento, por exemplo, que permite o acompanhamento de múltiplos drones; transmissão em tempo real; alertas de possíveis ameaças; e armazenamento em nuvem, entre outras funcionalidades.

A plataforma oferece a possibilidade de integração com as maiores centrais de monitoramento e outros softwares do mercado de segurança, como VMS, minas eletrônicas e radares. Ou seja, para quem já possui estes sistemas, a inserção do drone não traz qualquer transtorno. Pelo contrário, agrega ainda mais no sistema de segurança.

Considerando o crescimento do setor, a Aeroscan também oferece uma solução anti-drone, para proteção contra invasão e intrusão de equipamentos (Drones) ilegais e/ou maliciosos no perímetro do cliente. O software e hardware apontam para a possível ameaça e possibilitam até a localização exata do operador invasor.

Agora, com parte do recém conquistado, via EqSeed, a empresa projeta expansão. “Pretendemos investir na contratação de equipe para desenvolvimento e melhoria de nossa plataforma, além de investir em marketing, produtos e aumentar o escopo da nossa solução. Entendemos que essa equação deve viabilizar uma receita bruta de R$1,5 milhão em 12 meses. Não é uma meta fácil, mas creio que há demanda e agora teremos fôlego para ocupar esse gap”, finaliza Forjaz.

Gartner prevê que vendas globais de drones de uso corporativos crescerão 50% em 2020

As vendas mundiais de drones para uso corporativo integrados às redes de Internet das Coisas (IoT) chegarão a 526.000 unidades em 2020, o que representa um aumento de 50% em relação a 2019, segundo estimativa do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. A previsão é de que as vendas globais anuais atinjam 1,3 milhão de unidades até 2023.

“O setor de construção é um dos primeiros a adotar os drones, o que faz com que o monitoramento de obras e construções seja o maior caso de uso atual das vendas em todo o mundo”, diz Kay Sharpington, Analista Principal do Gartner. “Estima-se que as remessas para esse segmento atinjam quase 210.000 drones em 2020 e mais que dobrem até 2023, pois os drones estão assumindo tarefas como mapeamento de terreno e gerenciamento de terraplanagens, pois são mais rápidos e seguros para realizarem este tipo de tarefa.”

Para economizar custos ao pesquisar e analisar locais, a expectativa é que a relação entre o número de funcionários da área de construção nas obras diminua de 2.400 operários/drone utilizado em 2018, para 640 operário/drone em uso já em 2020.

A maior parte das aplicações são para vigilância e monitoramento devido à complexidade técnica de outros aplicativos. Em 2020, o segundo e o terceiro principais exemplos de uso de drones no mercado corporativo serão o monitoramento de serviços de incêndio e a investigação de seguros.

Tabela 1: Os 5 principais casos de uso de drones corporativos dentro de redes de IoT – Remessas mundiais de 2019 a 2023 (em milhares de terminais)

Casos de Uso

2019
2020
2021
2022
2023
Monitoramento de Obras e Construções
141.1
209.8
294.2
394.3
509.5
Monitoramento de serviços de incêndio
32.7
48.5
58.2
63.7
67.0
Investigação de seguros
31.8
46.4
67.2
96.3
135.8
Investigação e Recolhimento de provas policiais
26.8
45.1
60.4
72.0
80.7
Aplicação de varejo
12.9
24.9
44.4
75.1
122.0
Outros casos de uso
106.2
150.8
206.5
275.3
356.5
Total
351.5
525.6
730.9
976.7
1,271.6

Notas: O Gartner prevê drones corporativos em mais de 25 casos de uso em seu banco de dados de Previsão da Internet das Coisas. Os totais podem não somar devido a arredondamentos.

Fonte: Gartner (dezembro de 2019)

Setor de seguros adota rapidamente drones para realizar inspeções – O setor de seguros é o terceiro maior caso de uso, com expectativa de remessas de 46.000 drones previstas para este setor em 2020. Espera-se que a presença desses equipamentos praticamente triplique nos próximos anos, atingindo 136.000 dispositivos comercializados em 2023. “Os drones são usados ​​para realizar inspeções em edifícios e estruturas após uma reclamação, para avaliar a extensão e a causa dos danos. Eles também podem ser usados ​​para avaliar o tipo e condição do edifício ao fornecer uma cotação de seguro”, afirma o analista do Gartner. “Seus benefícios são valiosos. Por exemplo, eles reduzem o custo de andaimes, escadas e tempo dos funcionários, ao mesmo tempo em que fornecem um registro fotográfico abrangente das condições do prédio ou terreno.” Para pesquisar as áreas de reclamações a um custo menor, o Gartner espera que os drones aplicados na área de seguros cresçam de uma relação de 152.000 pessoas por drone em uso pelas seguradoras, em 2018, para uma taxa de 72.000 pessoas por equipamento utilizado em todo o mundo em 2020.

Instituições governamentais estão usando drones para aumentar a segurança – A polícia e as agências de combate a incêndios em todo o mundo estão implantando drones em operações de segurança pública, gerenciamento de incêndios florestais, investigação da cena do crime e operações de busca e salvamento. O Gartner estima que o número de drones usados ​​pela polícia e pelos corpos de bombeiros passará da taxa de um equipamento para mais de 210.000 pessoas para uma relação de 47.000 habitantes por drone em operação já no ano de 2020. “Os drones dos bombeiros usam câmeras e imagens térmicas para identificar fontes de incêndio, áreas de calor extremo, pessoas presas e as posições dos bombeiros no campo”, explica o analista do Gartner. “Consequentemente, as agências de combate a incêndios podem implantar recursos nas áreas certas em emergências e investigar incidentes, minimizando o risco de vida”.

Adoção de drones no setor de varejo aumentará rapidamente após 2023 – Os drones usados ​​para entregas no varejo fornecerão aos clientes um serviço rápido, e permitirão que os varejistas tenham acesso a seus consumidores, mesmo em áreas remotas. No entanto, as restrições regulatórias e o desafio logístico de coordenar as rotas de voo, gerenciar o espaço aéreo em áreas densamente povoadas e gerenciar várias cargas úteis, significa que o varejo, em geral, é uma oportunidade de longo prazo para os drones. As remessas de drones totalizarão 25.000 em 2020 e subirão para 122.000 unidades em 2023. Seguindo essa trajetória, a maior oportunidade para o varejo ocorrerá somente após 2023. Além disso, o Gartner estima que o número de funcionários por drone diminuirá de 73.000 colaboradores por drone em 2018, para uma razão de 18.000 funcionários globais por equipamento em 2020.

ARPAC capta R$ 1,3 milhão em rodada de investimentos

A ARPAC, startup prestadora de serviços especializadas em pulverização de lavouras com drones, abriu rodada de investimentos e captou 1,3 milhão de reais. Entre os investidores estão Francisco Forbes (Brasil) , investidor anjo; a MOR Capital (Brasil), hub de investimentos; e o Drone Fund (Japão), fundo global de investimento especializado em drones – que faz seu primeiro investimento em uma empresa brasileira.

Fundada em 2016, pelo administrador e piloto de aviões Eduardo Goerl, a ARPAC teve um primeiro aporte em 2017 e para ampliar seus serviços abriu nova rodada para investidores neste ano.

“Com o aporte captado nesta última rodada vamos continuar a investir em tecnologia, na distribuição e capilaridade das nossas áreas de atuação no Brasil. Esta safra contamos com 5 bases operacionais e devemos ao menos duplicar para a próxima safra.”, comenta Eduardo Goerl.

Para Francisco Forbes, a oportunidade do investimento vai de encontro ao momento do país. “O Brasil é uma referência mundial no agronegócio tradicional e tem todas as condições de criar tecnologia para um campo mais eficiente e mais saudável.”, afirma.

“Os drones são novidade no Brasil; o mercado está muito receptivo e nos faz enxergar um futuro promissor para a região.”, diz Soki Omae da Drone Found. “O investimento na ARPAC marca a nossa entrada como investidores no Brasil, nós acreditamos na empresa e no potencial do país, especialmente no setor de agricultura”, completa.

Em um mercado aquecido e promissor, a ARPAC espera atender mais de 200 mil hectares de serviços para a próxima safra e já possui contratos com grandes empresas do setor. A startup está em crescimento e prevê faturar mais de 1 milhão até 2020.

Drone na lavoura: inovação promete transformar a rizicultura

O arroz é um daqueles alimentos que não podem faltar na mesa do brasileiro. Mas, essa familiaridade com o grão vai muito além do consumo: ela também faz do país o maior produtor fora da Ásia com um cultivo que se estende por 1,96 milhões de hectares. Em Santa Catarina, que ocupa a segunda posição entre os principais produtores nacionais de arroz, diversas ações buscam melhorar ainda mais os resultados da rizicultura. E, nessa busca pelo sucesso em cada safra, a tecnologia vem ocupando um papel primordial.

Exemplo disso é a solução apresentada pela Agrize, startup catarinense que, atualmente, passa por aceleração na Spin. Criada em 2015, ela nasceu com o objetivo de facilitar a vida do agricultor através da tecnologia. “O que fizemos foi questionar: e se houvesse um método mais seguro e eficiente de proteger as lavouras?”, explica Igor Luduwichack da Silva, CEO da Agrize e engenheiro de produção.

E a resposta para tal pergunta foi: sim! Dessa forma, surgiu o método inovador de pulverização agrícola, substituindo o trator por um drone. A solução garante agilidade e segurança, pois a aplicação dos defensivos agrícolas ocorre de forma remota, não deixando o operador exposto aos venenos. E não são só os rizicultores que ganham com a medida. Os consumidores têm menos chance de ingerir arroz com agrotóxico.

Além disso, a startup também está preocupada com a proteção da propriedade do rizicultor, gerando qualidade, economia e produtividade. O serviço de pulverização para os produtores e cooperativas agrega sustentabilidade ao negócio, evitando o desperdício de forma precisa. Outra vantagem em aderir ao método é poder aumentar a receita em 15%, já que sem o uso do trator não há o amassamento do arroz e, consequentemente, perdas na colheita.

De olho em todos esses benefícios, uma das maiores e mais importantes empresas de alimentos do país, a Urbano Agroindustrial, garantiu um aporte de R$ 2 milhões para a startup. A companhia, que atua no beneficiamento de arroz, feijão, farinha e macarrão de arroz, já utiliza a tecnologia da Agrize em fase de testes.

Para o coordenador de matéria-prima da Urbano, João Paulo Franzner, a indústria está diretamente ligada ao produtor e a cidade cresce na medida em que as áreas agrícolas perdem espaço. “Os custos para o produtor são cada vez mais altos e a iniciativa inovadora reduz o custo, com aplicações localizadas. A tecnologia do drone traz a solução de rastreabilidade, monitorando a produção e mostra dados como, por exemplo, o período de carência dos defensivos. Isso traz mais qualidade para o nosso produto”, finaliza.

De suma importância para a economia nacional, o agronegócio também tem estimulado iniciativas AgTech, que começam a aparecer no cultivo de cana-de-açúcar, soja e milho, por exemplo. O termo nasceu nos EUA, no berço da inovação mundial, o Vale do Silício, e se refere às empresas de tecnologia aplicadas à agricultura. Considerada uma das próximas ondas tecnológicas no mundo, a revolução no mercado tem atraído um aumento de fundos de investimentos, grandes companhias de tecnologia e empreendedores de diversos países.

Alinhada a essa realidade, a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) leva aos rizicultores informações e novas tecnologias, que auxiliam para o sucesso da safra. Um desses eventos é o Dia de Campo de Arroz Irrigado. A décima edição ocorreu, recentemente, na propriedade de Raul Laffin, em Joinville, com participação da equipe da Agrize. “Existe muita inovação para o agronegócio, mas há uma lacuna no setor do arroz”, comenta o CEO da startup.

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Distribuidora de medicamentos e laboratório farmacêutico investem em entregas por drones

O Grupo Elfa, composto por empresas varejistas e distribuidoras de medicamentos, juntamente com o laboratório farmacêutico Sanofi, resolveram investir em um modal de transporte que vem revolucionando o mercado de logística brasileiro: entregas com o uso de drones. Em parceria com a SMX, empresa especialista em desenvolver sistemas aéreos não tripulados, o serviço está em fase de testes e promete ser uma grande revolução no mercado de saúde.

O diretor de operações do Grupo Elfa, Igor Spreafico, afirma que investir nessa tecnologia é de extrema importância e será um ganho para todo o País. “Esse novo modal vai trazer mais agilidade e segurança. Entregar o produto integro e na temperatura correta, por exemplo, serão um dos grandes diferenciais nesse novo sistema”, diz.

De acordo com Roger Vallim, diretor corporativo do Grupo Elfa, a empresa possui uma visão de futuro que permite estar sempre à frente de seu tempo pensando em fazer o melhor, não apenas em nível de serviço, mas olhando o paciente, afinal a empresa cuida de vidas. “Quando avaliamos o tamanho do Brasil, há lugares com muita dificuldade de acesso, e com essa tecnologia, esses locais poderão ser atendidos com rapidez e agilidade. Vidas serão salvas e esse é nosso principal objetivo”.

Segundo o executivo há muitos locais que um carro não chega nem mesmo um avião pelo custo envolvido. “Esperamos levar esperança para os pacientes e serviço para as instituições que cuidam desses pacientes”, completa Vallim.

Para a diretora de Supply Chain da Sanofi, Katia Souza, a iniciativa é mais um passo da Sanofi no caminho de se tornar referência em inovação. “Colocamos em prática nosso propósito de entregar saúde e conectar pessoas. Por isso, buscamos novas formas de atender as necessidades de nossos clientes e pacientes.”

O fundador da SMX Systems, empresa detentora da tecnologia dos drones, Samuel Salomão, diz que o objetivo da empresa é inovar no desenvolvimento de drones com foco o transporte aéreo focando na saúde. “Temos certeza que nos próximos anos a área da saúde se beneficiará muito com o transporte de medicamentos, bolsas de sangue, órgãos, etc. Acreditamos que esse modal ainda salvará muitas vidas”, afirma.

De acordo com Vallim, a necessidade em investir no desenvolvimento dessa tecnologia nasceu quando a Elfa olhou para a realidade do Brasil e viu que hoje há muitas dificuldades de acesso, em localidades remotas e as grandes cidades estão com congestionamentos cada vez maiores. “Quando olhamos para o futuro, vemos que o custo com transporte no Brasil está e será cada vez mais alto, portanto a necessidade de promover mais acesso a recursos de saúde se torna necessário para nós na Elfa. Com a entrega por drones teremos mais produtividade, melhora de do nível de serviço e redução de custo”, esclarece.

Spreafico complementa que além da agilidade, os benefícios serão para o meio ambiente. “Por ser elétrico o drone não emite gases o que o torna mais limpo. Para nós, a inovação não tem limite. Temos que pensar no impossível. Somente pensando no impossível é que conseguimos buscar inovações, fazer com que o sonho vire realidade assim como estamos fazendo hoje”, afirma.

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Manserv amplia uso de drones nos serviços de facilities

A Manserv, líder em serviços Facilities, Industriais, Logística, expandiu o uso de drones nas operações dos serviços de facilities. A empresa passou também a utilizar drones para inspeção de fachadas, estrutura industrial, áreas verdes e monitoramento de gramados. Com a expansão dos serviços com drones, agora são 8 equipamentos em operação e 20 profissionais capacitados para usar a tecnologia nos serviços de facilities.

Todos colaboradores foram capacitados para deixar de serem inspetores e se tornaram operadores de drones. “Estamos utilizando a tecnologia em inspeção de fachadas de prédios comerciais, inspeção de check-list de demarcações de limites de áreas, inspeção de segurança do trabalho e inspeção de áreas verdes e monitoramento de jardinagens”, afirma Ricardo Moreira Diretor Presidente da Manserv Facilities.

Os drones possuem câmeras de altíssima resolução (4K) que gravam e emitem a análise dos locais de difícil acesso através do zoom. Além disso, com a tecnologia embarcada chamada VANT, em caso de perda de sinal, chuva forte ou tempestade, o equipamento automaticamente volta ao seu ponto inicial de decolagem.

Ele explica que a primeira experiência com drone colocada em prática pela Manserv Facilities foi no ano de 2016 para inspeção de telhados. Antes dos drones, os funcionários percorriam o telhado antes de iniciar os reparos. “Aumentou a eficiência e a segurança durante a inspeção de telhados de instalações fabris e empresariais depois que passamos a usar os equipamentos”, diz.

O executivo acredita que os drones estarão cada vez mais presentes nos serviços das empresas no futuro, por se tratar de uma ferramenta inovadora que promove diversas aplicabilidades de inspeção que direcionam a execução de trabalhos preventivos, seguros e produtivos.

Case de uso de Drone em inspeção de telhados:

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Drones chegam à construção civil para otimizar obras

Criados inicialmente para auxiliarem exércitos em missões de espionagem, os drones vêm ganhando novas utilizações em diversos setores da sociedade. Na construção civil, as pequenas aeronaves não-tripuladas já são consideradas soluções viáveis para reduzir o tempo de obras e auxiliar os softwares na modelagem de edificações.

“Equipados com sensores, os drones podem ser usados para capturar uma enorme gama de dados, tornando mais eficientes vários processos da construção”, explica Roberto de Souza, idealizador da Rede Construção Digital, iniciativa que reúne 32 empresas do setor, entre construtoras, incorporadoras, projetistas e fabricantes, para debater como novas tecnologias podem otimizar processos e solucionar fluxos defasados do setor.

“Os trabalhos de inspeção, que costumam demorar semanas, agora serão realizados em apenas alguns dias. O mapeamento da área a ser construída é outro processo da construção que pode se apropriar de análises dos drones, através de modelos em 3D ou simulações em realidade virtual gerados pelas imagens aéreas”, considera o engenheiro.

Nas rotinas da construção, caberão aos drones auxiliarem desde processos de segurança do trabalho, inspeção de obras a lançamentos de empreendimentos. Neste último caso, empresas poderão produzir vídeos e fotos com dados captados pelos veículos, gerando simulações e permitindo aos clientes visualizarem todas as áreas de um projeto antes que ele seja finalizado.

Empresas discutem viabilidade de novos projetos

Após a análise do uso de drones pela Rede Construção Digital, foi criado um grupo específico para estudar a viabilidade de novos projetos com essa tecnologia. AutoDoc, Gafisa, França & Associados, Saint-Gobain, CTE, Alphaville Urbanismo, Maply e EmDrone, que compõem este coletivo, discutirão três iniciativas sugeridas e selecionadas pela RCD: integração de dados coletados por drones com dados de softwares para modelagem de informações (BIM); aferição da qualidade entre o planejado e o executado em obras; integração entre softwares e drones para gerarem ‘as built’ – controle do que foi construído – e revisões de projetos.

Para Roberto de Souza, a união de empresas da construção civil é necessária num processo de reciclagem do setor. “Cada período necessitou de questionamentos. Nos anos 1990, o debate dentro da construção civil girava em torno da qualidade, as certificações. Já no começo dos anos 2000, veio a questão da sustentabilidade. Agora, é hora de pensarmos na transformação digital”

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53% dos consumidores brasileiros com acesso à internet se sentiriam confortáveis com drones realizando entregas

Uma pesquisa da Worldpay, conduzida pela Opinium, revela que mais da metade (53%) dos consumidores brasileiros com acesso à internet se sentiriam confortáveis caso drones fizessem a entrega de produtos. Esse entusiasmo também demonstra o potencial para novos negócios e, por isso, os pesquisadores da empresa estão analisando o uso da tecnologia de drones no combate ao crescimento de fraudes nas encomendas. A companhia de processamento de pagamentos acaba de apresentar o design de um protótipo que ajudaria a abrir caminho para entregas feitas por drones em todo o mundo.

O Drone Pay proof of concept, da Worldpay, usa a tecnologia de pagamentos com cartão, EMV contactless*, para verificar a identidade do destinatário da mercadoria, garantindo que foi entregue no endereço correto e para a pessoa certa. Essa tecnologia é incorporada a uma espécie de local de pouso para o drone, emitido na forma de um tapete. Quando o drone pousa para deixar o pacote, a tecnologia de cartão dentro do tapete lê automaticamente todos os detalhes sobre o consumidor no local de pouso. Se os dados do destinatário no cartão conferirem com aqueles do local de pouso, a encomenda é liberada.

A crescente popularidade de compras online no Brasil aumentou o número de entregas e a expectativa é atingir R$ 29.6 bilhões em 20221 e multinacionais como DHL Group, FedEx, Nippon Express, e UPS, e a estatal Correios, estão de olho nessa expansão. Em 2017, o mercado brasileiro de eCommerce teve incremento de 7,5% com faturamento de R$ 47,7 bilhões e deve continuar a avançar em 12% para R$ 53,5 bilhões este ano2. Porém, uma consequência natural deste crescimento tem sido o aumento de fraudes online.

O protótipo da Worldpay demonstra como a tecnologia de drones pode ajudar os varejistas a oferecer uma melhor experiência, proporcionando uma entrega mais confiável. Um levantamento recente feito pela empresa de processamentos de pagamentos apontou uma forte oportunidade para o uso de drones no Brasil com a entrega de produtos e coletas de outros para devolução, além disso, poderia criar mais empregos, levando-se em conta o gerenciamento e controle desses novos equipamentos. De acordo com o estudo, quase metade (49%) dos brasileiros acreditam que os robôs e drones poderão oferecer mais oportunidades de trabalho no futuro. O mercado também sugere que está pronto para o serviço de entregas com essa tecnologia, já que mais de 40.000 drones são legalmente usados no país3. Por meio do uso de drones para entregas, os varejistas poderão disponibilizar uma série de métodos de pagamentos. Isso reduziria exponencialmente a taxa de 63,4% de brasileiros que abandonam seu carrinho de compras online por conta da estimativa de tempo, muito alta, para entregar o produto3.

Pessoas mais velhas são mais abertas a novas tecnologias no Brasil. De acordo com a pesquisa da Worldpay, 62% dos entrevistados com mais de 55 anos de idade aceitariam ter um drone coletando itens para devolução; entre pessoas com 18 a 34 anos de idade essa taxa fica em 50%. O índice é maior que países como Reino Unido (37%) e os Estados Unidos (40%), para consumidores com mais de 55 anos de idade. O levantamento também revela que 34% dos consumidores brasileiros estão animados com o uso de drones no futuro. Isso indica que os varejistas têm grandes possibilidades ao oferecer serviços variados no eCommerce, ajudando a elevar a confiança dos brasileiros na tecnologia de drones.
Segundo Juan D’ Antiochia, gerente-geral da Worldpay para América Latina, os consumidores brasileiros estão abertos a novas tecnologias e o mercado precisa impulsionar tendências a fim de disponibilizar opções de entrega seguras e inovadoras, como o Drone Pay, no sentido de expandir os métodos de pagamento.

“Sem dúvidas há um enorme potencial para o mercado quando a entrega feita por drones se tornar uma realidade. Além dos benefícios com a redução de custos, os drones também podem ser a resposta para diminuir congestionamentos e poluição, além de agilizar o tempo de entregas. Nossos dados sugerem que os consumidores estão cada vez mais abertos à ideia das entregas feitas por drones, porém há ainda desafios logísticos que precisam ser endereçados antes que se torne um ponto importante do varejo. O peso dos pacotes e distância aérea são barreiras em potencial para a adoção, assim como, garantir que as encomendas sejam entregues corretamente ao consumidor”.

“É aqui que tecnologia de pagamentos tem um papel importante: ao verificar a identidade do destinatário antes da liberação da encomenda. Nossa prova de conceito é um exemplo de como a tecnologia pode responder a problemas comuns associados à entrega em domicílio. O número de encomendas em trânsito só tende a aumentar a medida que as compras online têm se tornado um canal de escolha dos consumidores brasileiros. Os varejistas precisam explorar novas formas de inovação em sua cadeia de ofertas no sentido de atender a essa demanda” conclui Juan D’ Antiochia.

Você pode assistir ao vídeo de demonstração do protótipo.

* EMV funciona no Europay, MasterCard e Visa, e também é um padrão global para cartões de crédito e débito que usam chips de computador para autenticar (e proteger) transações com chip-cards.

1 Delivery market reach

2 Ebit/Webshoppers Research

3 Estimations by Statista Latin America

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DJI fortalece presença no mercado brasileiro com participação na Eletrolar Show 2018

A DJI, empresa líder mundial em drones para uso civil e em tecnologia de imagens aéreas, marcará presença na Eletrolar Show em parceria com sua distribuidora oficial no Brasil, a Golden Distribuidora, entre os dias 23 e 26 de julho. O evento é reconhecido como um dos maiores da América Latina, voltado ao público B2B e apresenta as maiores novidades de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis, celulares e TI.

A empresa estará presente expondo o seu portfólio, incluindo seus principais produtos e recentes lançamentos, como o drone o Mavic Air. O estande da Golden Distribuidora está localizado na Avenida E, Esquina com a Rua 16. Confira abaixo os produtos da DJI:

Tello
Criado pela Ryze Tech, e com tecnologia de voo da DJI e processador Intel, este é o drone perfeito para os iniciantes na pilotagem de veículos aéreos não tripulados. O drone pode ser programado por meio da função Scratch (código visual de linguagem criado pelo MIT), criando padrões de voo e oito modos de acrobacia. O aplicativo Tello também está disponível na versão em português para iOS e Android.

Spark
O Spark é um drone portátil para uso casual. Ele consegue decolar facilmente e com segurança da palma da mão, apenas pressionando um botão. Com uma câmera que filma em Full HD (30 quadros por segundo) e tira fotos de até 12 megapixels, o Spark conta com sensores para detectar pessoas e objetos, permitindo que o drone desvie e impeça colisão frontal, detectando objetos que estão até 5 metros de distância.

Mavic Air
Desenvolvido com foco em viajantes e entusiastas da vida ao ar livre e considerado o melhor drone de uso pessoal presente no mercado, o Mavic Air é equipado com uma câmera 4K que proporciona imagem de altíssima qualidade e conta com os modos QuickShot e SmartCapture, para captura mais inteligente de fotos e vídeos.

Mavic Pro
O Mavic Pro usa a tecnologia FlightAutonomy para detectar obstáculos até 49 pés (15 metros) de distância. Ele pode contornar esses obstáculos ou pairar no ar, prevenindo acidentes mesmo quando está voando além do alcance visual. O drone grava imagens em resolução 4K, a 30 quadros por segundo e é capaz de atingir um tempo máximo de voo de até 27 minutos e uma distância máxima de 7 quilômetros, devido aos seus poderosos motores e eficiência elevada.

Phantom 4 Pro
A câmera do Phantom 4 Pro é equipada com um sensor de 1 polegada e 20 megapixels capaz de fotografar vídeo em 4K. Possui sensores infravermelhos em 5 direções para detecção de obstáculos e 4 direções de prevenção. No modo “Return to Home”, este drone pode escolher automaticamente a melhor rota para voltar para casa dependendo das condições ambientais – ele registra sua rota à medida que voa, permitindo que volte ao longo da mesma rota evitando obstáculos se o sinal de controle é desconectado.

Inspire 2
Este drone grava com qualidade de cinema. Seu trem de pouso sobe durante o voo para permitir que a câmera principal gire em 360° sem interferências. Para ser controlado por 2 operadores, conta com duas câmeras estabilizadas, uma para gravar e outra para orientar o voo. Também tem sensores frontais e inferiores garantem o desvio automático de obstáculos, inclusive no voo automático.

OSMO Mobile 2
O estabilizador portátil para câmera de smartphone da DJI possui design leve e auxilia na hora de fazer fotos no formato retrato. Com controles simples e zoom cinematográfico, o aparelho possui bateria de longa duração e recursos inteligentes como o SmoothTrack, que detecta e compensa os movimentos da câmera, garantindo imagens com qualidade cinematográfica.

Ronin 2
Construído com fibra de carbono, o que o torna mais leve e durável, o Ronin 2 é compatível com câmeras DSLRs e outros equipamentos profissionais. Possui braços flexíveis de 50 mm, sistema de desencaixe rápido e GPS integrado e funções que oferecem grande estabilidade em todas as cenas, especialmente em movimento. Além disso, conta com sistema embutido de bateria dupla, o que ajuda a maximizar o tempo de fotografia.

Ronin-S
Este estabilizador de câmera suporta até os movimentos mais bruscos e pode ser utilizado em carros em movimento ou durante uma ventania, com foco em câmeras DSLR e em câmeras sem espelho. O aparelho é fácil de usar, possui forma compacta e botões dedicados aos ajustes da câmera e ao posicionamento preciso, além de modos de captura avançados. O produto ainda não está disponível para compra no Brasil.

Goggles RE (Racing Edition)
Estes óculos de realidade virtual com telas para FPV com alta qualidade (2K) e sem atrasos de imagem. Confortável e ergonômico, é possível controlar o voo e a câmera do drone apenas com movimentos da cabeça. O dispositivo é compatível com os drones das séries Phantom, Inspire e Mavic, bem como de outras marcas.

A DJI possui duas lojas autorizadas no Brasil: uma no BarraShopping (Rio de Janeiro) e outra no Shopping Pátio Batel (Curitiba). A marca vende seus produtos já homologados pela Anatel e trabalha com diversos revendedores no país como Kalunga, Magazine Luiza e iPlace.

Eletrolar Show 2018

Data: 23 a 26 de julho
Horário: 13h às 21h
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04757-020
Stand E30 – Avenida E, esquina com a rua 16

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DRONESHOW: veja as novidades da 4ª edição

Segundo a consultoria PwC, o mercado global de drones pode chegar a 127 bilhões de dólares. Para chegar a este valor, a PwC usou como base de cálculo o valor dos serviços demandados pelas empresas e órgãos públicos que poderão ser substituídos, em um futuro muito próximo, pela tecnologia dos drones. Fomentando ainda mais esse mercado no Brasil e apresentando grandes novidades do setor, acontece em São Paulo a quarta edição da DroneShow, de 15 a 17 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação). O evento, que contará em sua programação com seminários, cursos teóricos e práticos, painéis, além de exposição de produtos de última geração, já está com inscrições abertas e podem ser feitas no site www.droneshowla.com, pelo e-mail atendimento@mundogeo.com ou pelo WhatsApp (41) 99919-1357.

Os números de drones no Brasil são promissores. De acordo com mapeamento da DroneShow, existem mais de 700 empresas do setor espalhadas por todo o país. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já tem registrados, até o início de 2018, mais de 34 mil drones e 1,8 mil empresas. Estimativas é que existam mais de 100 mil drones voando no Brasil, entre usos recreativos e profissionais. Com números tão positivos, a DroneShow, trará grandes novidades e contará com 42 expositores, 70 palestrantes e 30 atividades que devem reunir cerca de 4 mil participantes.

Promovido pela MundoGEO, a DroneShow é um dos maiores eventos de drones do mundo e reúne expositores nacionais e internacionais do segmento, fabricantes, importadores e prestadores de serviço. Em paralelo à feira acontecem cursos, seminários e debates sobre legislação, empreendedorismo, uso de drones na agricultura, inspeção de obras, segurança, filmagens profissionais, topografia e mapeamento. “Os três pilares inseparáveis de conteúdo da DroneShow são qualidade, segurança e rentabilidade. Atendemos no evento toda a cadeia produtiva do setor e os diversos tipos de contratantes de serviços de filmagens, engenharia, meio ambiente, gestão territorial, agronegócios, entre outros. Trata-se de um momento muito rico para o setor”, afirma Emerson Granemann, diretor geral do evento.

Confira alguns destaques da programação deste ano:

– Seminário sobre regulamentação e novos mercados dos drones;

– Curso prático de montagem de drones;

– Curso de agricultura com drones nos níveis básico e avançado;

– Seminário sobre drones para cadastro, mapeamento e topografia;

– Entre muitas outras atividades, como delivery com drones, indústria 4.0, Inteligência Artificial e Smart Cities.

5º Fórum Empresarial de Drones

Em 14 de maio, um dia antes do início da DroneShow, acontece o 5º Fórum Empresarial de Drones. O evento tem por intuito reunir fabricantes, importadores, prestadores de serviços e entidades reguladoras, como a ANAC, DECEA, ANATAL e Ministério da Defesa. Neste ano, o evento girará em torno de discussões sobre formação de pilotos, formulação de preços de serviços e como está o mercado de drones, um ano após a regulamentação no setor.

Alguns temas que serão trabalhados no Fórum:

– Qual é o perfil atualizado da cadeia produtiva do setor de drones no Brasil?

– Avaliação e o que precisa mudar após um ano da regulamentação do setor

– Quais as novidades concretas relacionadas a liberação de missões e do registro de empresas no Ministério da Defesa?

– Validação de dados captados por drones para mapeamento e topografia de precisão

Veja a programação completa da DroneShow em http://www.droneshowla.com/programacao-droneshow-2018/.

Inscrições

As inscrições para o evento já estão abertas. Para participar da DroneShow, basta acessar www.droneshowla.com e escolher os cursos e seminários que deseja. É possível adquirir ingressos somente para os três dias de feira, ou apenas para participação em um seminário, curso ou o 5º Fórum Empresarial de Drones. A compra de qualquer ingresso dá acesso ao espaço da feira.

Mais informações sobre a DroneShow: www.droneshowla.com ou atendimento@mundogeo.com ou (41) 3338-7778

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Worldpay mira no comércio eletrônico de drones e anuncia parceria com DJI

A Worldpay Inc., líder mundial em pagamentos globais, uniu-se à DJI, líder global na fabricação de drones, para ajudar a empresa a ampliar sua plataforma de eCommerce, com produtos disponíveis para consumidores em todo o mundo.

A expectativa é que o mercado mundial de drones movimente mais de US$ 11,2 bilhões até 20201 e continue a crescer em ritmo acelerado. Com o aumento do consumo em toda a Europa e em países como Austrália e Japão, a DJI escolheu a Worldpay como seu parceiro de comércio eletrônico. A experiência da empresa em pagamentos locais com cartão e seu histórico comprovado para aumentar as vendas on-line ajudarão a DJI a se conectar com clientes em diferentes partes do mundo, tornando seus produtos mais acessíveis para criadores, viajantes, fotógrafos e todos que usam tecnologia de drone para trabalhar.

Christina Zhang, tesoureira da DJI, afirma: “O mercado global de drones explodiu nos últimos anos, com os consumidores encontrando formas criativas de usar a tecnologia e trazendo novas perspetivas para a vida cotidiana. Este é um momento muito emocionante para a indústria. À medida que nossa tecnologia se torna mais fácil de usar, e a possibilidade de diversas aplicações pela indústria, queremos tornar nossos drones mais acessíveis para pessoas de todo o mundo, seja para trabalho ou para entretenimento. No futuro próximo, esperamos alcançar novos clientes na Europa e na Ásia-Pacífico, além de criar uma transação completa e segura para nossos clientes online com o suporte da solução de pagamento da Worldpay “.

Além dos serviços e cobertura de processamento de cartões disponíveis, a Worldpay também oferece suporte a uma variedade de métodos de pagamento alternativos, como o iDEAL na Holanda e o SOFORT na Alemanha, permitindo que os comerciantes aceitem mais pagamentos por meio dos métodos preferidos dos consumidores locais.

O fabricante de drones também se beneficiou da experiência antifraude da Worldpay. Devido ao alto valor do ticket de seus produtos, a DJI possui um alto padrão quando opta por ferramentas de detecção de fraude e proteção. A empresa de drones está usando a ferramenta de proteção contra fraude “Risk Guardian”, da Worldpay , para melhorar a segurança de seus clientes e fornecer uma experiência de compra online de qualidade elevada. Com isso, a DJI viu a taxa de fraude em vendas cair, enquanto suas taxas globais de aceitação de pagamento tiveram alta expressiva.

Segundo Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina, da Worldpay, Inc., “combater fraudadores on-line é uma preocupação primordial para os fabricantes de eletrônicos, especialmente quando se trata de tecnologias de ponta, como os drones. O desafio para o crescimento das empresas consiste em equilibrar as vendas de alto volume com a capacidade de garantir aos compradores um serviço seguro e confiável. A Worldpay tem ajudado milhares de empresas em todo o mundo a alcançar esse equilíbrio, e as melhorias do DJI até o momento provam a importância de uma abordagem de fraude estratégica para a expansão bem-sucedida de uma organização”.

1Pesquisa Gartner

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Startup que combate drones criminosos é selecionada pelo BrinksUp!

A Drone Control, spin off brasileira que desenvolve sistemas de proteção contra drones não autorizados, é uma das quatro startups selecionadas para participar do programa de aceleração BrinksUp! Cada uma receberá R$ 160 mil e passará por uma etapa de coaching durante quatro meses, com mentoria de executivos da Brink’s, líder mundial em logística segura e segurança, e consultoria dos gestores da Liga Ventures, aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.
A iniciativa da Brink’s tem como objetivo fomentar ideias inovadoras de produtos e serviços relacionados com as áreas de segurança, transporte e logística, varejo, meios de pagamento e moedas, produtividade e inteligência, além de se preparar para os novos desafios do mercado.

Hacker do espaço – O modelo de negócio inovador da Drone Control apresenta o conceito inédito de proteção do espaço aéreo como serviço (APaaS). Diversas técnicas de inteligência espectral são utilizadas para tal, desde a simples detecção até o spoofing – processo similar ao que hackers utilizam para “sequestrar” drones e assumir o controle da aeronave.

Ao detectar a aproximação de um drone, o sistema identifica os códigos de comunicação entre o controle remoto e a aeronave, e passa a utiliza-los de maneira mais eficiente, assumindo o controle do drone ou somente bloqueando sua trajetória para que este não entre na área protegida.

“São tecnologias que podem ser úteis para dar proteção de aeroportos, condomínios e plantas industriais, ou auxiliar na segurança de eventos, resorts e hotéis”, exemplifica Eduardo Neger, diretor de Engenharia da Neger Telecom, empresa de base tecnológica que deu origem a spin off Drone Control. “Nosso objetivo é aplicar essa tecnologia inovadora em um modelo de negócio diferenciado para o mercado de segurança privada”, destaca.

O sistema surgiu como evolução incremental das técnicas de bloqueio de sinais de radiocomunicações desenvolvidas pela empresa, que em janeiro de 2016 foi a primeira no Brasil a certificar junto à ANATEL um sistema de proteção contra veículos aéreos remotamente pilotados. Em busca de novas tecnologias disruptivas, realizou investimento em pesquisa por meio de parceria entre a Unicamp e a Neger Telecom, cooperação que já rendeu destaque em publicações científicas internacionais e até um pedido de patente conjunta. “Ao constatarmos que a tecnologia tinha potencial para abrir um novo mercado, decidimos criar a spin off”, conta Neger, acrescentado que a startup será operada e gerida como um negócio independente da empresa-mãe.

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