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O que é um Bitcoin?

Mesmo que você não saiba o que é uma criptomoeda, já pode ter ouvido falar sobre o Bitcoin , a principal criptomoeda do mundo. O Bitcoin é a primeira moeda virtual e nasceu após a crise mundial de 2008. Ao contrário das tradicionais, não é emitida por nenhum governo e nem controlado por nenhum Banco Central.

Assim como qualquer outra moeda digital, ela é criptografada e tem circulação global – e com a mesma cotação em todos os países do mundo. Tudo isso sem que haja um órgão regulador capaz de definir sua forma de flutuação e seu valor de mercado.

“Quem quiser adquirir a criptomoeda terá que pagar o que o mercado estabelecer. Como a relação entre demanda e oferta é que dita as regras de preços, quanto menor for a oferta maior tende a ser a demanda e ainda mais elevado deverá ser o preço”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas virtuais inteiramente voltada para o mercado brasileiro, com objetivo de facilitar e expandir o modelo no país.

De acordo com o especialista, o limite de unidades é característica comum dos criptoativos, por uma razão simples: cada moeda digital tem uma codificação única.

Como o Bitcoin pode ser usado?

Na prática, é possível usar o bitcoin para realizar reserva de dinheiro, fazer operações de compra e venda e transferências. O primeiro ponto é que quem adquire a moeda aposta na sua valorização ao longo do tempo, o que a coloca como um instrumento para aumento de patrimônio do investidor.

Há a possibilidade de utilização, de fato, do Bitcoin em transações de compra e venda junto a empresas e instituições que aceitam pagamento em moeda virtual. Além disso, existe a transferência de valores entre contas.

“Para quem ainda quer entrar nesse mercado, a ideia é se antecipar. Mais de 80% da quantidade de Bitcoins já está distribuída. Isso quer dizer que restam apenas 20% do total de unidades possíveis”, recomenda Coquieri.

Segundo o COO da BitcoinTrade, os preços desse ativo tendem a se manter em expansão, no longo prazo, por conta do aumento da procura frente à oferta limitada de unidades. “É por isso que mesmo em cenário de desvalorização, o interesse em comprar Bitcoin continua, o que indica que vale a pena preservar o investimento no longo prazo”, ressalta Coquieri.

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Criptomoedas – prestação de informações passa a ser obrigatória

Conforme Instrução Normativa da Receita Federal Nº 1.888, de 3 de maio de 2019, quem movimentar criptoativos (criptomoedas ou moedas virtuais) deverá enviar a prestação de conta ao governo de todas as informações dessa ação. O primeiro conjunto de informações referente ao tema deve ser entregue em setembro de 2019, contendo as operações realizadas em agosto de 2019.

A partir dessa data transmissão dessa obrigação passará a ser mensal, até as 23h59min59s do último dia útil do mês-calendário subsequente àquele em que ocorreu o conjunto de operações realizadas com criptoativos. Mesmo com a declaração ainda será necessário a guarda dos documentos e manutenção dos sistemas de onde elas foram extraídas.

O envio dessa informação será obrigatório para as pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no país que fizerem operações mensais superiores a R$ 30.000,00 e para exchange de criptoativos que atuam no Brasil.

“Essa nova obrigação já era esperada, acredito até mesmo que demorou para ser publicada, frente a cada vez maior busca de informações referentes as movimentações financeiras. Haviam muitas acusações até mesmo de lavagem de dinheiro por esse meio, agora com essa obrigatoriedade o cerco se fecha”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Como entregar

Os dados das movimentações deverão ser prestados por meio do sistema Coleta Nacional, disponibilizado no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) da RFB, em um modelo que será definido em até 60 dias pelo Governo. O que se sabe é que será enviado de forma eletrônica devendo ser assinado digitalmente pela pessoa física, pelo representante legal da pessoa jurídica ou pelo procurador.

Definições de criptoativos

Segundo definição da Receita:

Criptoativo: a representação digital de valor denominada em sua própria unidade de conta, cujo preço pode ser expresso em moeda soberana local ou estrangeira, transacionado eletronicamente com a utilização de criptografia e de tecnologias de registros distribuídos, que pode ser utilizado como forma de investimento, instrumento de transferência de valores ou acesso a serviços, e que não constitui moeda de curso legal; e

Exchange de criptoativo: a pessoa jurídica, ainda que não financeira, que oferece serviços referentes a operações realizadas com criptoativos, inclusive intermediação, negociação ou custódia, e que pode aceitar quaisquer meios de pagamento, inclusive outros criptoativos.

“Como pode se observar é bastante amplo o campo de abrangência dessa nova obrigação, contendo desde a pessoa física, que investe nesses produtos financeiros, até as empresas que fazem a gestão e as chamadas mineradoras. Reforçando que a Receita Federal incluiu no conceito de intermediação de operações realizadas com criptoativos, ‘a disponibilização de ambientes para a realização das operações de compra e venda de criptoativo realizadas entre os próprios usuários de seus serviços’”, detalha Domingos.

As movimentações que deverão ser declaradas são: compra e venda; permuta; doação; transferência de criptoativo para a exchange; retirada de criptoativo da exchange; cessão temporária (aluguel); dação em pagamento; emissão; e outras operações que impliquem em transferência de criptoativos.

Multas pela não entrega ou erros

A não entrega desse documento nos prazos estabelecidos fará com que a pessoa física ou jurídica esteja sujeita a multas. Em caso de pessoa jurídica será de R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por mês ou fração de mês. Já para pessoa física será deR$ 100,00 por mês ou fração.
Em caso de prestação com informações inexatas, incompletas ou incorretas ou com omissão de informação, a multa será de 3% do valor da operação a que se refere a informação, não inferior a R$ 100,00 (cem reais), no caso de pessoa jurídica. Para Pessoa física será de 1,5% do valor da operação a que se refere a informação.

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Transformação Blockchain: conheça o futuro das criptomoedas nas transações bancárias

Por Rodrigo Pimenta, CEO e fundador da HubChain Technologies

Estamos na era da maior transformação que o mundo já conheceu. Estas mudanças estão acontecendo nas mais diversos áreas de interesse público como: tecnologia, educação, alimentação, entre outros. No entanto, o setor bancário também apresenta os primeiros sinais de uma mudança que pode transformar permanentemente seu sistema atual: a introdução das criptomoedas, por meio da tecnologia blockchain, nas transações bancárias.

De acordo com o Banco Central do Brasil, as criptomoedas possuem a classificação de “moedas virtuais” ou “moedas criptográficas” e não são emitidas ou controladas pelo Banco Central do Brasil (BACEN), o que faz com que o valor de conversão para o valor em real (R$) seja ditado pelo mercado – sujeito aos riscos de perda de todo o capital investido, além da variação de seu preço – e quase sempre anônimas. Existe também outra categoria, chamada “moeda eletrônica”, da qual trata a Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, que corresponde a um modo de expressão de créditos denominados em reais, com um responsável legal pelo seu lastro.

No contexto de uma “moeda eletrônica” representada em real (R$), construída com a mesma tecnologia de uma “moeda criptográfica” em Blockchain/DLT e com alguma governança de permissionamento, entramos numa subcategoria de blockchain permissionado (conhecida como DTL). Atuando como “stablecoin” no fator de conversão de 1 “stablecoin” para R$ 1, poderíamos observar um grande primeiro salto no entendimento entre Banco Central e sua aprovação como transação bancária.

Para que seja possível compreender e analisar todas as vertentes desta possível mudança, primeiramente é necessário apontar as principais vantagens e desvantagens:

– Principais vantagens de uma “stablecoin” para transações bancárias:

– Envio com taxas mais baratas que bancos (dependendo da criptomoeda);

– Envio e validação com tempo menor que uma remessa internacional (30 minutos à 1 hora, ou menos);

– As informações são imutáveis, auditáveis e transparentes;

– Baixíssimo custo para operação para criptomoedas com blockchain privado (DLT) em comparação a um sistema bancário;

– Novas áreas de estudos, pesquisas e de mercado de trabalho podem surgir, como o Auditor de Blockchain/DLT, por exemplo.

– Principais desvantagens de uma “stablecoin” para transações bancárias:

– Grande esforço para educação e conscientização da sociedade;

– A complexidade no entendimento leva a abertura de possibilidades de golpes e fraudes;

– A anonimização (não identificação eficiente dos participantes e suas operações), pode favorecer a lavagem de dinheiro, assim como incentivo ao tráfico e ao terrorismo.

Além das vantagens e desvantagens da implementação das criptomoedas no sistema bancário, outros dois aspectos também chamam a atenção acerca deste tema: regulamentação e segurança. Na prática, regulamentar o uso de criptomoedas como Bitcoin, Ethereum, Ripple, entre outras, implica em classificá-la ou categorizá-la em uma série de regulamentações, leis, regimentos e resoluções para se manter o máximo de segurança jurídica.

No quesito segurança, falar em transações bancárias com “moedas eletrônicas” em Blockchain/DLT, implica numa eficiente Gestão de Governança em Blockchain/DLT. É fato que qualquer que seja a inovação, é preciso atender as exigências de alguns órgãos reguladores (BACEN, COAF, CVM, entre outros), além de, é claro, estabelecer proteções tecnológicas dos participantes. Com este processo sendo realizado de maneira transparente e eficiente, a implementação das criptomoedas no sistema bancário, ainda que não transforme totalmente o modelo atual, não deixa de representar inovação, avanço e o que a tecnologia tem de melhor a oferecer para a sociedade.

Brasileiros integram debate sobre criptomoedas no Fórum Econômico Mundial

Nesta semana acontece o Fórum Econômico Mundial na Suíça. Para esta edição, uma programação destinada às criptomoedas foi estruturada no dia 24 de janeiro (quinta-feira), das 11h às 14h. Trata-se do Crypto Winter in Davos, painel que reunirá diversos especialistas na área, entre eles Eduardo Carvalho e Fábio Asdurian, brasileiros que representarão o avanço do segmento.

Idealizadores de dois projetos estruturados com apoio do Governo Suíço, os empreendedores encabeçam as empresas Dynasty e Ampere. A primeira é uma criptomoeda com lastro no mercado imobiliário, que almeja se tornar o primeiro ativo digital regularizado no mundo. Já a Ampere segue também o conceito de moeda digital segura e legalizada, explorando energias renováveis como lastro. “Ficamos lisonjeados em sermos os únicos brasileiros entre as instituições selecionadas pelo Consulado Suíço para ir ao evento”, entusiasma-se Carvalho.

O calendário de debates trará alguns temas importantes do universo das criptomoedas, entre eles o potencial tecnológico, a segurança e os ambientes regulatórios. “A idealização desta programação sobre criptomoedas no Fórum só comprova o quanto esta inovação ganhou notoriedade. Quando líderes mundiais se reúnem para analisar as movimentações dos ativos digitais, significa que suas nações estão se preparando para esta evolução do mercado financeiro”, complementa Asdurian.

“O Fórum Econômico Mundial reúne diversas personalidades para pensarem conjuntamente no futuro da economia global. Neste cenário, resolvemos abordar sobre Blockchain e novas tecnologias vindas de fintechs, setores onde a Suíça se destaca. Convidamos players importantes para participar e selecionamos a Dynasty, por ser uma das primeiras criptomoedas sediadas em território suíço, e em processo de regularização”, diz Bruno Aloi, Business Develop Manager do Consulado Suíço no Brasil.

As outras empresas convidadas pelo Consulado Suíço são: F10, uma aceleradora de Zürich e a Interlock Ledger, uma desenvolvedora da plataforma blockchain.

O Fórum Econômico Mundial acontece anualmente na cidade de Davos, nos Alpes Suíços. O evento contará com a participação de chefes e membros de mais de 100 governos, além de executivos de empresas globais e de organizações não-governamentais. Parte da programação será transmitida online, no site oficial (em inglês): www.weforum.org

Confira a programação completa do painel Crypto Winter in Davos:

11h – Abertura

11h05 – Roda de debates: A abordagem suíça

11h15 – Palestra: A Gênese do Crypto Valley – Por que a Suíça está pavimentando o caminho em um mundo descentralizado?

11h30 – Ranking: Revelando as maiores companhias desenvolvedoras da tecnologia Blockchain no Crypto Valley

11h40 – Palestra: Iniciando o Crypto Spring – Como a Suíça está possibilitando a próxima fase de crescimento do Blockchain

12h10 – Palestra: O quão segura é a tecnologia Blockchain?

12h25 – Palestra: Como os bancos desafiadores estão moldando o futuro das finanças (sem a tecnologia Blockchain)

12h35 – Almoço de Networking

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Bitcoin deve recuperar market share em 2019, diz A.T. Kearney

Aos dez anos de vida, a criptomoeda deve protagonizar a consolidação do mercado de criptomoedas este ano; além disso, a consultoria prevê acirramento da guerra comercial entre EUA e China, epidemia mundial de ansiedade e crise do crédito nos mercados emergentes, entre outras tendências

O ano que acaba de começar deve ver os Bitcoins ressurgirem com importante valorização e amadurecimento. Esta é uma das previsões do Conselho de Políticas de Negócios Globais (GBPC – Global Business Policy Council) da A.T. Kearney, consultoria de gestão de negócios com mais de 90 anos de trajetória global, que listou as dez tendências e eventos de destaque em 2019, para os quais as empresas precisam se preparar. “São questões que terão implicações significativas no ambiente de negócios no próximo ano, inclusive para o Brasil”, assegura François Santos, sócio da consultoria A.T. Kearney.

Em 2018, todas as criptomoedas perderam muito valor, depois da bolha especulativa em 2016 e 2017 – as dez principais perderam mais de 80%de seu valor conjunto entre janeiro e setembro. A queda se deveu em boa parte a questões ligadas a segurança. O Bitcoin, que em 2016 respondia por 90% de todo o mercado de criptomoedas, viu sua representatividade cair para 33% em fevereiro deste ano.

Aos dez anos, completados em outubro de 2018, a moeda deve retomar crescimento em 2019, à medida que as altcoins, como são conhecidas as moedas alternativas ao Bitcoin, perdem a confiança dos investidores. A isso pode-se somar uma regulação menos rígida do setor.

Além do protagonismo dos bitcoins na consolidação do mercado de criptomoedas, os eventos previstos pela A.T. Kearney incluem a guerra comercial entre Estados Unidos e China, o relacionamento Xi-Putin, a epidemia global de ansiedade e a crise de crédito dos mercados emergentes.

“As empresas precisam estar preparadas para 2019, que será um ano conturbado”, afirma Santos.

Conheça as principais previsões para 2019:

Intensificação da guerra comercial EUA x China

Ao longo de 2018, o presidente norte-americano Donald Trump impôs taifas às importações da China. Pequim retaliou com a elevação de tarifas aos produtos americanos e criou um ambienta mais restritivo na China. Mais de 50% das empresas nos EUA afirmam estar enfrentando mais burocracia e inspeções pelas autoridades chinesas. Em dezembro as administrações Trump e Xi concordaram com uma trégua temporária, mas que seguramente retomará forças em 2019. Como resultado, as empresas precisam repensar suas estruturas de suprimentos.

Inovações trazidas para amenizar a crise do lixo

Tornou-se impossível ignorar a dificuldade de lidar com o desperdício em 2018. Tanto é que, ao longo do ano, a China e outros países asiáticos impuseram limites à importação de plásticos. Apesar dos esforços, essas proibições ainda são muito pouco para resolver o desafio representado por esse material, bem como os problemas trazidos pelo imenso volume de lixo produzido em todo o mundo. Segundo o Banco Mundial, a produção global de lixo crescerá 70% entre 2016 e 2050. O desperdício de comida representará a maior parcela desse lixo, mas o crescimento do e-commerce tem gerado um aumento exponencial no descarte de papelão e outros materiais utilizados para empacotar mercadorias. Nos países emergentes, cerca de 90% do lixo é descartado ilegalmente ou queimado. O mundo está reconhecendo essa crise e vem promovendo esforços para criar a economia circular, capaz de reduzir, reutilizar e reciclar o lixo de maneira mais eficiente.

Em 2019, devemos ver uma aceleração das iniciativas de inovação para processos de gerenciamento do lixo em todo o mundo.

Regulamentações para o enxofre impactando a indústria do transporte marítimo

A Organização Marítima Internacional (IMO) trabalha em novas regulamentações ligadas ao enxofre que terão implicações significativas sobre a indústria de transporte marítimo – e em 90% do comércio global que depende dele. A partir de janeiro de 2020, por exemplo, entra em vigor uma regulamentação que proíbe o funcionamento de navios que utilizem combustível com 0,5% de enxofre ou mais em sua composição. Os navios podem fazer adaptações para reduzir emissões, mas devido ao alto custo (entre US$ 1 milhão e US$ 10 milhões por navio), atualmente menos de 3% da frota global já realizou esse investimento.

Esse cenário deve levar a um ambiente de transição em 2019, que pode trazer impactos para além da indústria de transporte marítimo. A cada dia que passa, os valores do combustível ganham volatilidade nas refinarias. As empresas de transporte já começam a alertar para a potencial falta de combustível e os gastos adicionais com combustível estimados em US$ 60 bilhões até 2020.

Epidemia global de ansiedade levará a um mercado de novos produtos

Mais de 300 mil pessoas – cerca de 5% da população mundial – sofrem de depressão ou ansiedade, custando cerca de US$ 1 trilhão à economia mundial. Segundo o Gallup 2018 Global Emotions Report, que ouve pessoas de 146 países, o nível de felicidade está em seu nível mais baixo desde que a pesquisa foi criada, em 2006. Para aliviar os efeitos desse cenário, as pessoas estão buscando soluções além de medicamentos. Em 2019, veremos uma proliferação de novos produtos destinados a combater a ansiedade e depressão nas prateleiras, movimentando um mercado multibilionário.

Crise de crédito nos mercados emergentes

Alguns mercados emergentes, como Argentina, Brasil, Paquistão, África do Sul e Rússia passaram por um sério estresse econômico e financeiro como resultado de dívidas externas e desvalorização cambial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) tomou medidas importantes, mas a volatilidade deve continuar em 2019.

Outras previsões incluem da A.T. Kearney incluem:

• Escassez de areia para a indústria da construção
• Efeitos do relacionamento entre Rússia e China
• Uma África mais conectada do que nunca
• Materialização do “Iron Man” real em exoesqueleto

Neste link você encontra detalhes de cada uma das tendências previstas pela A.T. Kearney para o ano de 2019. Você também confere como as previsões realizadas para 2018 se tornaram realidade ao longo do ano.

Evento Blockchain on Tour traz ao Brasil especialistas do Crypto Valley para falar sobre futuro das criptomoedas

Voltado para qualquer pessoa que tenha interesse pelo tema, independentemente do nível técnico, Blockchain on Tour é uma iniciativa inédita promovida no Brasil pela SocialBlocks, Organização Social (OSCIP) focada em formar jovens de comunidades brasileiras como programadores em blockchain e conectá-los à oportunidades de trabalho remoto em empresas globais.

Blockchain on Tour
Com presença confirmada de 11 associados do Crypto Valley na Suíça, a meca da inovação em Criptomoedas, como o bitcoin, e em tecnologias de registro distribuído, como o Ethereum, o evento irá apresentar seis apps que funcionam na rede Ethereum e estão prontas para uso.

Confira a programação completa.

Presenças confirmadas

Gustavo Figueroa – Socialblocks
Mentor no Programa de Incubação da Singularity University e do Programa BCO do MBA da UCLA Anderson School of Management, membro do Crypto Valley Association desde sua fundação e desenvolvedor blockchain, Java, OOP, JavaScript e Python, ex-aluno de ciência da computação da Universidade de Oxford, investidor em inovação social com décadas de experiência em empreendedorismo, gestão de patrimônio e forte experiência em negociação de commodities, fusões e aquisições, na Europa, Ásia, EUA e Brasil.

Pedro Paulo Lins e Silva – Welight
Co-CEO da Welight, cursando MIT MicroMasters em Política de Dados, Economia e Desenvolvimento, ativista de tecnologia e empreendedor serial focado em soluções de impacto social e blockchain, assessor de startups e palestrante em eventos de ecossistema de inovação.

Hamid Benyahia – Dether
Co-fundador da Dether.io, uma empresa peer-to-peer para o aplicativo móvel ether marketplace. Tanto da Argélia quanto da França, Hamid trabalhou anteriormente em soluções de remessa baseadas em blockchain com o objetivo de usar a Ethereum para transferir valor para quem precisava em áreas pobres. Ele também fundou várias empresas e começou a trabalhar com provas de conceito blockchain para empresas do índice de ações CAC40 antes de perceber que uma solução como Dether está faltando.

Bernd Lapp – Swarm.City
Com anos de experiência em gerenciamento em vários setores, no final de 2014, ele se interessou pelo Blockchain Technology e pelas oportunidades de negócios que oferece, vivendo e trabalhando em Cryptovalley, Zug, Suíça. Foi consultor da Ethereum Foundation, é CEO da Old School GmbH, líder de negócios em Swarm City e assessor de alguns projetos de Blockchain.

Uma Hagenguth – Appics
Iniciou sua carreira como empreendedora on-line aos 15 anos de idade, ajudando as empresas a fazerem a transição com sucesso para o digital. Ela foi co-fundadora de uma agência global de marketing digital e combinou sua paixão por comunicação e marketing com sua paixão como filantropa e comerciante de criptografia para a tecnologia blockchain para co-criar o APPICS. Ela também é uma blogueira criptografada e particularmente habilidosa na simplificação de conceitos complexos. Sua missão: apresentar o mundo aos benefícios do Blockchain através das mídias sociais.

Michiel Berende – Etherisc
Começou sua carreira como gerente de processos de uma seguradora holandesa. Nessa função, ele se envolveu com microsseguro quando visitou a Índia em 2004. Ele apoiou uma ONG local em sua busca por tecnologia de seguros. Trabalhar nas bases inspirou Michiel a renunciar seu trabalho corporativo e ir morar e trabalhar na Índia. Lá ele trabalhou na Academia Tata-Dhan, onde estabeleceu um centro de conhecimento para microsseguro. Em 2006, Michiel começou como consultor independente e tornou-se membro do Grupo Consultivo de Assistência ao Grupo de Trabalho sobre Microsseguro dos Pobres, atualmente chamado de Rede de Microsseguros. Ele se concentra em seguros e tecnologia inclusivos e conduziu projetos na Ásia, América Latina e África. Desde 2014, o Michiel pretende melhorar o acesso a serviços financeiros através da tecnologia blockchain, atualmente na posição de Lead de Seguros Inclusivos na Etherisc GmbH.

Andy Tudhope – Status
Gerenciador de comunidades com experiência anterior em consultoria e gestão de projetos web2, despertou interesse pela evolução tecnológica e sua adoção maciça. Apaixonado pela tecnologia Ethereum Blockchain, acredita na possibilidade de melhorar a sociedade global através de uma plataforma descentralizada. Sua empresa, o Status está sendo construída com protocolos que permitem acessar o ecossistema Web3 sem comprometer a descentralização, contribuindo para criar estratégias de engajamento para a comunidade de língua espanhola.

Grif Green – Giveth
Um líder bem relacionado e respeitado dentro da comunidade Ethereum. Gerente de comunidade do TheDAO, liderando o esforço de limpeza do TheDAO Hack de todos os ângulos, co-fundador do White Hat Group, que garantiu os fundos em risco (10% de toda a ETH) do DAO e garantiu US $ 210 milhões de dólares ativos criptográficos no Parity Multisig Hack um ano depois. Em 2016, Griff fundou a Giveth para usar contratos inteligentes para capacitar radicalmente indivíduos e comunidades a promoverem mudanças reais de forma transparente e descentralizada. Atualmente, Griff está liderando a criação da Aragón DAC como uma segunda equipe independente para desenvolver a plataforma Aragon.

BOT – BLOCKCHAIN ON TOUR

CUBO
Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olimpia, São Paulo – SP
26 de novembro de 2018, 19h-22h
Inscrições, clique aqui

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CVM e Dynasty integram debate internacional sobre regularização de criptomoedas

Com o objetivo de se tornar uma das primeiras criptomoedas regularizadas no mundo, a Dynasty foi convidada a participar de debate internacional sobre os avanços das fintechs e das moedas digitais. Integrando mesa com Walter Maeda, da Comissão de Valores Mobiliários, e Marlene Amsted, vice-presidente da Finma, órgão regulador do mercado econômico suíço, a empresa foi a única representante do cenário de cifras digitais, reforçando o potencial desta tecnologia.

“Quando as criptomoedas surgiram, elas vieram de períodos de crescimento, mas com instabilidade. Ao idealizarmos uma moeda digital com lastro, no nosso caso, o mercado imobiliário, e atrelarmos seu lançamento em contato com bancos e órgãos reguladores, estamos dizendo que é possível sim revolucionar a estrutura financeira mundial de modo tecnológico e, principalmente, seguro”, afirma Eduardo Carvalho, co-fundador da Dynasty.

Atualmente, a empresa, criada por brasileiros, aguarda aprovação da Finma para iniciar as ofertas de sua moeda, o D¥N. “Por sermos uma das primeiras a encabeçarem este processo de regularização das criptomoedas, tudo é novo e, portanto, mais demorado. Os bancos e entidades financeiras estão adaptando suas políticas para esta tecnologia. Assim como tantas moedas já presentes no mercado, podíamos lançar o D¥N sem uma legislação específica para tal, mas optamos em realizar um processo mais sólido e transparente”, explica Fabio Asdurian, sócio-fundador da Dynasty.

Brasil analisa regularização de moedas digitais

Realizado pela Embaixada da Suíça no Brasil, o fórum Digitisation and Fintech, Challenges and Opportunities (Digitalização e Fintechs – Desafios e Oportunidades) reuniu representantes de entidades nacionais e internacionais que dialogam com tecnologias financeiras, como estudiosos, órgãos governamentais e empresas do setor.

No debate sobre a regularização das criptomoedas no Brasil, o representante da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Walter Maeda, afirmou que o órgão analisa a possibilidade de legalizar as transações digitais no país. “Nós estamos verificando o potencial das moedas digitais. Entretanto, assim como toda inovação digital, nossas decisões devem ser pautadas com cautela”, justifica.

Para os profissionais da Dynasty, o país tem grande potencial tecnológico, mas a ausência de legislação faz com que mercados internacionais se tornem mais atrativos. “Optamos em lançarmos nossa moeda na Suíça por conta dos avanços digitais que o país possui. São políticas de debate, de incentivo ao desenvolvimento econômico e tecnológico. A cidade de Zug, por exemplo, é um Vale do Silício para criptomoedas, um cenário ideal para o lançamento do D¥N”, conclui Carvalho.

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Bossa Nova é primeira empresa brasileira a lançar fundo com criptomoeda

Na próxima semana a Bossa Nova Investimentos lança globalmente (menos no Brasil) a primeira security token focada em empresas da América Latina. Trata-se da BR11 uma moeda virtual securitizada (security token) atrelada a um fundo de investimentos em startups.

Segundo Pierre Schurmann, founding partner da Bossa Nova Investimentos, — uma empresa de venture capital com participação em 347 startups e projeção de chegar a 450 investidas até o final de 2018 –, a criação da BR11 é uma forma de atrair investimentos estrangeiros para startups brasileiras.

A BR11 estará associada a 11 startups nacionais. Cada BR11 valerá US$ 1 e o câmbio flutuará de acordo com o sucesso das startups. “Pretendemos captar entre US$ 11 milhões e US$ 20 milhões para investir nestas startups”, revela.

Em estágio de pré-venda para investidores institucionais, a BR11, que está registrada na Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão que regula o mercado financeiro nos EUA, tem atraído a atenção de familly offices globalmente.

A emissão das moedas utilizará a tecnologia da Securitize, que garante que a emissão seja 100% compatível com as leis de cada país na qual será oferecida. Para que os investidores possam ter liquidez, A BR11 será listada na plataforma Open Finance, na qual seu câmbio flutuará de acordo com o valuation das 11 startups do fundo. “Será a terceira emissão de um security token nas Américas”, comemora Schurmann.

O investidor internacional vai poder aportar pequenas quantias em startups brasileiras. Com mínimo de US$ 5 mil será possível participar.

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Mercado Bitcoin contrata ex-diretor da B3 e anuncia dois novos diretores

Dentro da estratégia de crescimento das operações no Brasil, o Mercado Bitcoin – maior corretora de moedas digitais da América Latina – anuncia a contratação de Reinaldo Rabelo, ex-diretor da B3, para assumir a diretoria Jurídica, de Riscos e Compliance da companhia. Outros dois novos executivos também passam a integrar a equipe: Deborah Gouveia Abi-Saber, ex-Red Bull, assume a diretoria de Recursos Humanos e Fabrício Tota, que vem da corretora de valores SOCOPA, é o novo diretor de OTC (Grandes Contas).

Os novos integrantes reforçam o board anunciado recentemente pelo Mercado Bitcoin, para sustentar uma estratégia de crescimento da empresa, que pretende aumentar em até dez vezes o volume de negociações realizadas na plataforma até o final deste ano, além de alcançar a meta de 2,5 milhões de clientes no período.

O novo diretor Jurídico, que já fazia parte do Conselho Consultivo do Mercado Bitcoin e trabalhou por quase dez anos como diretor executivo Jurídico, de Riscos e Compliance da Cetip e B3, passa a responder pelas mesmas áreas da corretora de moedas digitais. “Na Cetip, tive muito contato com questões de regulamentação do Banco Central e CVM e, como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, acredito que essa minha experiência será muito importante. Teremos que trabalhar em parceria com as autoridades em busca de uma regulação que não seja restritiva à inovação e permita que a tecnologia seja explorada em seu máximo potencial e de forma segura”.

Já Deborah Gouveia Abi-Saber, que anteriormente era diretora de RH da Red Bull no Brasil e teve passagens relevantes por grandes empresas, como BTG Pactual, assume a área de Recursos Humanos do Mercado Bitcoin com a missão principal de estruturar a área na companhia. “O que mais me atraiu para essa vaga foi a possibilidade de contribuir para o crescimento do Mercado Bitcoin e criar, em conjunto com a empresa e os profissionais, a história do setor de criptomoedas no país. O fato de atuar em um mercado relativamente novo representa um desafio interessante para mim e a oportunidade de construir um legado relevante em uma empresa que une o melhor das minhas experiências anteriores”, afirma Deborah.

Outra novidade do Mercado Bitcoin é a chegada de Fabrício Tota, diretor de OTC, para atender clientes e instituições que investem grandes volumes. “O meu papel no Mercado Bitcoin é atender as grandes contas. A empresa sentiu a necessidade de ter um atendimento mais próximo justamente por conta da alta demanda desse perfil de clientes, além disso, muitos deles estão fazendo o primeiro investimento em criptomoedas, o que requer um contato mais próximo”, comenta Tota. “O desafio é estender as nossas principais características, como excelência em atendimento, confiabilidade e segurança pelas quais já somos reconhecidos, para esses clientes”.

Além dessas contratações, a empresa conta também com a chegada de Ricardo Dantas, que assume a área de Marketing intelligence da companhia. Antes do Mercado Bitcoin, Dantas atuava na mesma posição na Multiplus e teve passagens pela B2W e Accenture.

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Blockchain no Direito: advogados terão papel essencial nas mudanças provocadas pelas criptomoedas

Considerada por muitos o ‘novo ouro’, o bitcoin é um dos assuntos mais quentes do momento. Para garantir a segurança deste novo sistema monetário, existe o blockchain, um protocolo que dá suporte, valida as transações e garante a legitimidade das criptomoedas. O assunto está tão em alta que, nesta semana, o Facebook anunciou que criou uma divisão dedicada para estudar blockchains e nomeou um dos principais executivos do Messenger, David Marcus, para liderá-la. O intuito é de entender, de forma mais aprofundada, como as moedas virtuais funcionam e de que maneiras elas podem ser aplicadas à rede social.

Um dos setores que sentirá com maior intensidade as mudanças trazidas pelo blockchain é o jurídico. E, neste cenário de transformação, os advogados terão papel essencial e precisarão se acostumar, muito brevemente, a uma nova indústria legal. Para mostrar aos profissionais deste setor como se adaptar a tantas mudanças e capacitá-los para entender e trabalhar com esta tecnologia, a Mosaico University promove no dia 26 de maio, das 8h30 às 18h, a 2ª turma do curso ‘Blockchain no Direito: O que está em jogo?’. O curso acontecena sede do IBMEC, que fica na Alameda Santos, 2356, em São Paulo (SP).

A Mosaico University foi uma iniciativa criada pelo grupo Mosaico Digital Assets, e nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain, nos mais diferentes segmentos de negócios. A ideia é abordar, dentro do setor jurídico, os desafios que a nova tecnologia oferece como, por exemplo, a regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, o desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Para um dos professores do curso, o advogado especializado em mercado de capitais, operações societárias e produtos financeiros, Alexandre Garcia, esta é uma ótima chance para os profissionais do setor se atualizarem com as informações aprofundadas sobre o tema.

“Me perguntam muito: ‘como fica o mercado se não há regulação alguma?’ Aí é que as pessoas se enganam: os órgãos estão acompanhando de perto estas operações e se alguém ousar afrontar as regras gerais, com certeza será impedido. Esta postura dos órgãos reguladores é correta, à medida que não sufoca a tecnologia e deixa que o mercado tenha liberdade de se estruturar e equacionar de maneira independente”, explica.

O que falta, segundo Garcia, é uma uniformidade a respeito da regulação da criptomoeda nos vários países. “Recentemente, o G-20 emitiu um memorando se posicionando e sugerindo aos seus membros que adotassem o posicionamento de ativo em relação às criptomoedas, mas cada país adota uma postura radicalmente distinta em relação a este assunto. Pouco tempo atrás, a Índia baniu a operação com criptoativos, tivemos também o estado norte-americano do Wyoming aprovando ICOs (Initial Coin Offering) de criptomoedas até US$ 75 milhões, entre outros exemplos. É preciso verificar caso a caso”, comenta.

Durante o curso Blockchain no Direito serão respondidas questões como: “Qual o cenário da regulação de ativos digitais no Brasil e no Mundo? Quais os melhores modelos regulatórios para novos ativos como o Bitcoin? Como o novo advogado deverá se posicionar frente à tantas mudanças e qual será seu papel no desenvolvimento de novas tecnologias?”, entre outras questões.

Além de Alexandre Garcia, o curso terá como professor o Hamilton Amorim, especialista em cibersegurança e criptografia desde 1998, além de ser um dos únicos brasileiros a ter participado como cypherpunk dos fóruns que levaram à criação do Bitcoin. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, com preço a partir de R$ 1.100. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.

Curso Blockchain no Direito: o que está em jogo?

Data: 26 de maio, sábado, das 8h30 às 18h

Local: Sede do IBMEC: Alameda Santos, 2356, São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.mosaicouniversity.com/treinamentos/blockchain-no-direito

Investimento: a partir de R$ 1.100

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Como evitar as armadilhas de performance quando existe um bloqueio de Blockchain

Por David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace

Um dos principais marcos da tecnologia nos últimos 12 meses foi o crescimento de valor do Bitcoin. As bolsas digitais tiveram picos enormes de tráfego, causando, em alguns casos, até a falta da moeda virtual. Em novembro de 2017, por exemplo, duas das maiores corretoras de criptomoeda, a Coinbase e a Gemini, saíram do ar, tornando impossível para muitos usuários a realização das transações com a moeda digital. O resultado dessa falha foi uma queda drástica de 20% no valor do Bitcoin durante este período.

Naquela época, a Coinbase relatou que um dos níveis mais elevados de tráfego na Web contribuiu para a queda do sistema. No entanto, essa não foi a primeira vez que a corretora passou por problemas. No início de 2017, a Coinbase quebrou após uma compra frenética originária da Ásia, de investidores japoneses que correram para comprar a criptomoeda após ela ter se tornado juridicamente legal. A corretora adotou uma abordagem honesta quanto ao caso e o CEO, Brian Armstrong, avaliou que a empresa espera ter menos interrupções no futuro, durante períodos de alto volume de tráfego.

Blockchain está tornando as coisas difíceis?

A baixa performance não é algo que as empresas e consumidores modernos aceitarão, por isso, essas questões precisam ser controladas. O que dificulta a cotação de Bitcoins? O Bitcoin é um precursor do uso de Blockchain, que se trata de uma lista crescente de registros chamados blocos, conectados e protegidos por criptografia. Esses registros fornecem meios verificáveis de como documentar as transações.

Enquanto Blockchain se espalha pelas redes, o ônus de como essa tecnologia se comporta e funciona cairá nas equipes que integram as redes de descentralização em suas “pilhas tecnológicas”. No entanto, o uso de Blockchain na Web e em Nuvem acontecerá em ambientes de TI muito complexos, que certamente incluirão recursos de computação escalável, existentes apenas de maneira temporária. Não é apenas isso, mas Blockchain processará milhares de transações por minuto e a escala vai criar desafios de monitoramento, mesmo para as organizações de TI mais avançadas. Essa explosão de transações e complexidades exigirá uma abordagem de monitoramento totalmente inovadora.

Monitore e rastreie para entender a cadeia

Monitorar Blockchain requer visibilidade em toda a estrutura tecnológica e em todas as transações digitais que são processadas por essa tecnologia. Você não pode ignorar as solicitações ou informações de amostra/acelerador ao administrar Blockchain. Não pode acreditar cegamente que aplicações, serviços, processos, redes ou infraestruturas estão sempre fornecendo 100% de disponibilidade e performance otimizada.

No entanto, as equipes de TI também precisam entender os insights gerados por meio dos processos de monitoramento e, a partir desse conhecimento, os recursos deterministas de Inteligência Artificial (IA) serão essenciais. Ao utilizar algoritmos customizados de Machine Learning, as organizações podem autodescobrir e autoestabelecer os 100% do tráfego de rede, do consumidor final à aplicação de Blockchain e à sua Infraestrutura de TI. Esse mapa gerado pela IA fornecerá uma compreensão completa de todas as entidades, relacionamentos e dependências envolvidas na operação de Blockchain, baseada em uma aplicação e ajudando as equipes de TI a determinarem o impacto dos eventos relacionados à performance e o responsável pelas causas que possam surgir.

Porém, a compreensão é apenas uma parte do quebra-cabeça. O próximo passo é utilizar como base os algoritmos de Machine Learning para estabelecer, comparar períodos e criar visualizações de dados multidimensionais, com o objetivo de determinar e classificar problemas que possam ocorrer de maneira inevitável nos ambientes complexos que utilizem Blockchain. Como resultado, as empresas podem desenvolver autorregeneração de suas aplicações em Blockchain. Se uma aplicação dessa tecnologia estivesse com algum problema de memória, por exemplo, a Inteligência Artificial determinista (Machine Learning) poderia detectar esse estado e iniciar uma correção de ajuste da configuração de memória automaticamente, mantendo a capacidade da aplicação para processar os blocos de informações.

Blockchain possui aplicações mais amplas

O monitoramento de performance de Blockchain será fundamental para as empresas evitarem falhas como as que observamos hoje na bolsa de valores de Bitcoins. Mas não é apenas o valor de Bitcoin que pode ser afetado pelas falhas. Blockchain possui outras aplicações fora do mundo financeiro que podem ser afetadas.

Por exemplo, em uma cadeia de fornecimento, as aplicações de Blockchain rastreiam os bens à medida que se movem e nessa mesma cadeia, organizando melhor os dados de rastreamento e colocando-os em uso. O Walmart está trabalhando atualmente com a IBM para utilizar a tecnologia de Blockchain, com o objetivo de rastrear as mercadorias durante cada etapa da cadeia de fornecimento – distribuindo alimentos frescos para os consumidores com mais rapidez e fornecendo rastreabilidade completa em todo o processo. Porém, uma falha nesse caso poderia significar a perda de visão do estoque ou de bens, simplesmente por não estar no local e no momento correto, diminuindo assim a entrega para os consumidores e criando um impacto negativo em suas experiências.

À medida que o uso de Blockchain se torna mais generalizado, deve ser muito importante não monitorá-lo. Embora possa parecer como um outro tijolo na parede da complexidade de TI, com uma gestão adequada, Blockchain pode se encaixar perfeitamente no ecossistema digital e fornecer valor, ao invés de muitas dores de cabeça para as equipes de TI.

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Google e Facebook não conseguem vislumbrar potencial seguro das criptomoedas, aponta Dynasty

O Google anunciou a proibição de propagandas sobre criptomoedas e ICOs (Initial Coin Offer, em inglês), alegando que tais práticas são prejudiciais ou intrusivas. Para os especialistas da Dynasty, moeda digital criada por brasileiros com lastro no mercado imobiliário, a atitude da gigante de buscas é um mero ato de insegurança.

“Chega a ser contraditório que empresas vindas da computação, como o Facebook e o Google, se posicionem contra as criptomoedas”, explica Eduardo Carvalho, um dos fundadores da Dynasty. “Toda nova tecnologia passa por períodos de questionamentos. Será que na época em que essas companhias iniciaram atividades outros não falaram que buscas na internet e redes sociais eram questões perigosas à sociedade?”.

Para Fabio Asdurian, co-criador da moeda digital imobiliária, a questão não se resolve com proibições: “As criptomoedas surgiram em um movimento de incertezas, não é a toa que qualquer ação internacional afeta consideravelmente os índices da BitCoin, a primeira do setor. Mas assim como existem pessoas utilizando esta tecnologia em motivos ilícitos, existem organizações lutando por regularização e segurança. Nós mesmos estamos aguardando certificações suíças para iniciarmos as atividades”, conta, complementando: “Tanto o Facebook quanto o Google são as principais empresas tecnológicas do mundo. Ao invés de bloquearem as criptomoedas, elas não conseguiriam desenvolver mecanismos que filtrem o que é bom e o que é ruim neste cenário?”

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