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O que podemos aprender com os contadores

Por Bruno Portnoi

Muitos podem não saber, mas o contador, celebrado neste 22 de setembro, têm contribuído, cada vez mais, não apenas para o aprimoramento da gestão e governança corporativa, como para a transparência e integridade, anseios irreversíveis da sociedade contemporânea. Exemplo muito claro da relevância e ampliação do significado de seu trabalho verifica-se no cenário da pandemia da Covid-19, que desestabilizou pessoas e empresas de seus eixos.

Hoje, em todas as frentes, seja atuando na preparação de balanços contábeis, no atendimento a pessoas físicas ou desempenhando a função de auditores independentes, os contadores operam cada vez mais como consultores e orientadores de boas práticas. Muito do tempo que despendiam anteriormente com tarefas manuais (como as entregas fiscais), converteu-se em conhecimento, capacidade analítica e crítica e melhor uso de suas habilidades – indispensáveis neste momento atípico que vivemos, no qual as tomadas de decisão devem ser rápidas e assertivas.

Parte desses créditos vai para o Certificado Digital, que aplica-se de maneira muito adequada e pertinente à contabilidade, conferindo praticidade e segurança no cumprimento de obrigações tributárias e acessórias de empresas, à declaração do Imposto de Renda de Pessoas Físicas, à interação com autoridades e organismos reguladores, assinatura digital de documentos, além de outros benefícios. Por meio desta tecnologia, essas interações podem ser feitas no meio virtual, com apenas alguns cliques e total respaldo jurídico.

Sem dúvidas, o cenário atual é de desafio imenso para os contadores. Felizmente, os profissionais e empresas do setor, em mais uma demonstração do grau de excelência que a atividade atingiu no País, têm conseguido fazer frente à inusitada demanda, fazendo o possível para contornar e enfrentar crise sem precedentes. Mais do que nunca a contabilidade foi sinônimo de resiliência e com certeza, depois que tudo isso passar, assim será lembrada. Diante de tudo isso, é nosso dever parabenizar os contadores por este dia e agradecer-lhes por toda a dedicação ao ofício.

Bruno Portnoi, Diretor de Marketing e Vendas da Certisign

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Contabilidade e pandemia: como as empresas estão sobrevivendo

Por Adriana Manni Peres, Especialista em Impostos da IOB

O mundo mudou e, com a crise da Covid-19, muitas empresas precisaram reinventar seus negócios. Em tempos de pandemia mundial, como elas estão sobrevivendo? O comércio viu no e-commerce uma saída para seguir operando. E além de aprender essa nova forma de comercialização, os varejistas se viram obrigados a contratar empresas para realizar todo o processo de vendas online e de serviços de entrega. E o novo normal trouxe também um desafio para fazer a gestão contábil.

Sua empresa está vendendo online e precisa de uma transportadora? Fique atento à forma de tributação dessa atividade, porque a prestação ora terá a tributação do ISS ora do ICMS, o que envolve órgãos diferentes de arrecadação. O primeiro cabe aos municípios, quando se tratar de serviços realizados dentro da própria cidade. Já o segundo é de responsabilidade do estado e aplicado no transporte de cargas realizado entre municípios ou estados.

Já a indústria que está investindo na diversificação, inúmeras empresas apostaram na produção de álcool em gel 70%, para doar ou comercializar, devido à alta demanda. E em termos tributários e fiscais, quem está lançando um novo produto deve se atentar em classificá-los corretamente, já que alguns estados diminuíram a alíquota de ICMS de produtos utilizados no combate ao Covid-19 e os que são vendidos para hospitais públicos.

Os governos federais, estaduais e municipais estão empenhados na sobrevivência das empresas e oferecem vários benefícios como prorrogação de parcelamento de impostos, suspensão de processos administrativos e tributários, prorrogação de certidões entre outros. Porém, mesmo com os incentivos, existem as dificuldades. Por exemplo, se as vendas online aumentaram, em contrapartida cresceu também o número de devoluções, cancelamento de operações compra de mercadorias antes adquiridas para entrega futura, além da alteração de preços de mercadorias que já foram vendidas e estão pendentes de entrega.

Tudo isso reflete no dia a dia dos profissionais da área fiscal e o contador desponta como profissional habilitado para dizer qual o melhor caminho a seguir, as providências fiscais, os benefícios fiscais que sua empresa tem direito, além de ajudar a organizar as despesas com tributos e checar oportunidades de parcelamento e adoção de regimes especiais, quando necessário.

O fato é que, mesmo na crise, as empresas estão buscando meios para manter o negócio funcionando, criando atividades, diversificando operações e aprimorando a forma de vender. Nesse caso, o contador é peça-chave para o esforço coletivo de fazer a economia continuar funcionando e manter o emprego de muitos brasileiros.

Blockchain e seu papel na contabilidade

O blockchain nasceu ligado à bitcoin. Apesar da associação direta, esse tipo de base de dados, vai muito além das criptomoedas.

Para contabilidade, por exemplo, os benefícios são tão significativos que vão afetar (para melhor) a rotina tributária das pessoas físicas e jurídicas. O Livro Razão – modelo obrigatório, porém ultrapassado, de aferição contábil das empresas foi atropelado pelo blockchain, que funciona, também, como um livro contábil, com o registro de todas as transações.

Essa tecnologia é um caminho para os contadores, quase que uma tendência – apesar de ainda pouco fomentada. De acordo com pesquisa da Thomson Reuters, apenas 4% dos entrevistados selecionaram ‘blockchain’ como um modelo de grande impacto em seus negócios em 25 anos.

“É uma plataforma revolucionária e inviolável, que vai transformar a economia global. Uma cadeira de dados descentralizada e segura. A contabilidade é uma das primeiras a sentir este movimento. Aqueles que não se aprofundarem no assunto, têm muito a perder”, avalia Claudio Cifali, empresário contábil e especialista de outsourcing.

As informações armazenadas no sistema, criado em cima da tecnologia P2P, são resistentes a alterações e não podem ser modificadas retroativamente, ou seja, os registros são à prova de adulteração. Desta forma, o sistema coibirá fraudes e sonegações.

Embora a adoção da tecnologia seja fundamental, com a otimização dos processos, muitos profissionais vão perder espaço, inclusive na área de contábil. “A cada 10 funcionários, oito fazem os registros. Se essas informações vão vir prontas com a implementação do blockchain, não vai ter mais papel para esses profissionais. Ou eles se reinventam ou vão perder funcionalidade”, pondera Claudio Cifali.

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Thomson Reuters anuncia solução para microempresas que faz integração com o sistema do contador

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento do OnBalance, uma plataforma SaaS que tem o objetivo de simplificar a gestão financeira de microempresários do setor de serviços. A plataforma, armazenada na nuvem, permite que o microempresário lance notas fiscais de serviço para mais de 600 municípios, emita boletos registrados e controle o fluxo de caixa, entre outros.

Entre as grandes novidades do OnBalance, é a possibilidade de enviar informações em tempo real ao contador, uma vez que a solução tem integração nativa com as soluções Domínio, da Thomson Reuters, utilizadas por mais de 20 mil escritórios de contabilidade em todo o Brasil, uma exclusividade no segmento. “Nós pensamos em uma solução intuitiva e inteligente que, além de facilitar a gestão e os negócios do contador, pudesse reduzir custos e aumentasse a produtividade da empresa, estabelecendo uma relação de parceria e amplo benefício entre o contador e o microempresário”, comenta Marcondes de Borba, Diretor da Unidade de Negócios de Impostos e Contabilidade para Profissionais da Thomson Reuters.

O OnBalance já está disponível no mercado para os microempresários e, por estar armazenado em nuvem, o acesso é feito por meio de um navegador de internet, que também inclui a utilização a partir de dispositivos móveis.

Saiba mais sobre o OnBalance, da Thomson Reuters, em: www.onbalance.com.br

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Questor anuncia programa de canais para apoiar o crescimento de 30% em 2017

A Questor Sistemas Inteligentes, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país, está anunciando um novo programa destinado a ampliar o crescimento e o sucesso dos canais parceiros da companhia, em todo o país. A iniciativa faz parte da estratégia de expansão recém anunciada pela companhia que visa um incremento de 30% nos negócios em 2017 e alcançar um faturamento de R$ 135 milhões, até 2020.

O programa de canais é um dos investimentos estratégicos que a Questor está fazendo neste ano para impulsionar e suportar seu ecossistema de parceiros, além de buscar novas oportunidades de mercado. Atualmente, a empresa possui 62 revendedores distribuídos em todo o território nacional, sendo, cinco na região Norte, 11 na Nordeste, cinco na Centro-Oeste, 15 na Sudeste e 26 na Sul. De acordo com Jean Pitz, Diretor de Negócios e Canais da Questor, o plano é homologar dez unidades por ano até 2020, sendo destas, cinco na região Sudeste. Também são localidades prioritárias para a formalização de novos parceiros, a Zona da Mata, em Minas Gerais, e o estado do Rio de Janeiro.

“Nossa oferta de produtos e serviços pode contribuir muito com as empresas da região Sudeste, que vêm demonstrando carência por uma provedora preocupada também com os serviços, não apenas com sistemas, para aprimorar toda cadeia de relacionamento, área em que somos especialistas”, ressalta o executivo.

Além da homologação de novas revendas, a Questor quer apoiar e fortalecer os canais atuais e, para isso, criou um pacote de apoio em áreas como planejamento estratégico, gestão de talentos e treinamento. “Desta forma, conseguiremos intensificar a qualidade em nosso atendimento e relacionamento”, explica. A empresa está viabilizando também um processo de homologação e certificação técnica em nível nacional, para aprimorar a qualidade e a credibilidade da rede de serviços.

As novas unidades que passarão a integrar a rede de canais da Questor passarão por uma série de treinamentos de acordo com suas respectivas áreas de atuação. Revendas do segmento Contábil Outsourcing receberão um treinamento técnico (45 dias) e comercial (7dias). A Questor também apoiará estas empresas nas primeiras sessões de demonstração e nos três primeiros projetos, onde uma equipe ficará disponível para acompanhamento in loco. Para as revendas atuais, há um calendário mensal de treinamento e reciclagem e, a cada nova rotina ou alteração no software, videoaulas de todos os processos são disponibilizados em plataforma EAD.

O modelo de negócio da Questor é baseado em sua rede de canais, por isso a companhia prioriza o padrão de qualidade de seus processos e ferramentas de apoio para que o cliente sinta-se plenamente atendido, independentemente se pela matriz ou por um revendedor credenciado. “A difusão da marca só é possível com parceiros fortes, bem treinados, motivados e com visão estratégica. Por isso, buscamos empresas com qualidade técnica e ambição de crescimento, alinhadas à nossa estratégia de levar, de fato aos nossos clientes, soluções robustas e de qualidade”, finaliza Pitz.

Atuando desde 1985, a Questor Sistemas Inteligentes consolidou-se como uma das principais desenvolvedoras de software e soluções tecnológicas voltadas aos segmentos Contábil/Outsourcing e Empresarial do país. Com uma equipe altamente qualificada de 120 profissionais e 450 consultores em todo o território nacional, a companhia brasileira oferece soluções completas para otimizar a cadeia operacional, contábil, tributária e gerencial das empresas e escritórios contábeis, aumentando a produtividade, reduzindo custos e facilitando a tomada de decisão. Atualmente a tecnologia Questor processa 1,5 milhão de folhas de pagamento ao mês e seus clientes publicam mais de 7 milhões de documentos eletrônicos em nuvem por ano. Além disso, atende 350.900 empresas e possui 73.500 usuários ativos e uma taxa de 97% de satisfação entre seus clientes. Com sede em Chapecó – SC e em São Paulo, a Questor atende companhias de todos os portes, em todo o Brasil.

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O que mudou na DIRF 2017? – Por Fábio Negrini

Quem lida com o mercado contábil fiscal sabe que todos os anos o Fisco aumenta a complexidade e o volume de obrigações fiscais a serem entregues. Este ano não será diferente, a DIRF 2017 chegou com duas novidades: um novo prazo e uma nova obrigatoriedade.

Dentre os impostos, todas as pessoas físicas e jurídicas que pagam ou creditam rendimentos com retenção de IR e as empresas que contratam serviços com retenção de PIS, COFINS, e CSLL entregam um demonstrativo para a Receita Federal Brasileira que inclui: a relação de todos os salários pagos aos colaboradores, impostos de renda retidos na fonte, situações sem retenção na fonte, valor distribuído aos sócios da empresa – tanto a título de pró-labore quanto de distribuição de lucro – e pagamentos para serviços de terceiros sem vínculo empregatício com nota fiscal.

A DIRF 2016 contou com a inclusão de pagamentos realizados às operadoras de planos de saúde na modalidade coletivo-empresarial. Agora, a DIRF 2017 obriga a identificação de todos os sócios das Sociedades em Conta de Participação.

Tendo em vista que o detalhamento das informações exigidas pelo Fisco reflete em todas as etapas para a entrega da DIRF 2017, a chegada do SPED EFD Reinf desafiará as empresas no controle de suas operações.

Para garantir a entrega segura dessas informações, o segredo é automatizar as apurações por meio de uma solução fiscal flexível que reúna todas as retenções, calcule os vencimentos, rastreie as informações por meio de relatórios analíticos e gere guias de recolhimento com memórias de cálculo.

O gerenciamento periódico das memórias dessas informações fará com que a geração da DIRF 2017 ocorra de maneira rápida e livre de divergências entre o que está sendo declarado e o que ocorreu dentro da organização. Deste modo, os gastos com retrabalho e multas serão descartados.

O prazo da entrega da DIRF 2017 encerra no dia 27 de fevereiro. A entrega deve ser feita via internet, pelo Programa Gerador de Declarações DIRF 2017, contendo as informações do ano-calendário de 2016. Quem não entregar no prazo, está sujeito a pagar multa de 2% ao mês-calendário ou fração, independente se o montante de tributos e contribuições já tenha sido pago.

Fábio Negrini, Gerente de Novos Desenvolvimentos da Solução Fiscal GUEPARDO da FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI.

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Atraso em disponibilidade de programa da Dirf pode comprometer declaração de imposto de renda

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) enviou, nesta terça-feira (24), ofício ao secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, pedindo a prorrogação do prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), previsto para o dia 15 de fevereiro, e a imediata disponibilização do programa para realização da declaração.

Todos os anos o programa é disponibilizado no início de janeiro, e as empresas tinham até 28 de fevereiro para fazer a declaração. Para este ano a Receita antecipou o prazo de entrega para 15 de fevereiro, mas até esta terça-feira (24) não havia disponibilizado o programa para realização da Dirf.

A Dirf é obrigatória para todas as pessoas jurídicas, independentemente de forma de tributação. Nela o empregador informa valores de pagamentos, benefícios e retenções do Imposto de Renda na fonte. E essa é uma das preocupações dos profissionais da contabilidade. “É pela Dirf que o governo fica sabendo quanto foi retido na fonte das pessoas físicas. É também com base nela que as empresas emitem o Informe de Rendimentos, documento necessário para que o trabalhador faça sua Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda”, explica o vice-presidente de Registro do (CFC), Marco Aurélio de Almeida.

Para o vice-presidente técnico do CFC, Zulmir Breda, outro ponto de preocupação é o acúmulo de atividades que os profissionais da contabilidade têm neste período do ano. “Causou-nos descontentamento o fato de ter sido antecipado o prazo de entrega, visto que esse período do ano é complexo para as empresas, que têm uma série de outras obrigações a cumprir, como é o caso do encerramento das demonstrações contábeis anuais”, disse.

Almeida destaca que, embora os processos nas empresas estejam bastante informatizados, o que permite realizar a Dirf em pouco tempo, a depender do volume de funcionários ou, no caso das empresas contábeis, do número de clientes, será difícil cumprir o prazo estabelecido. “O programa sempre esteve disponível no início de janeiro, e os profissionaisorganizavam suas rotinas para cumprir o prazo, que era 28 de fevereiro. Este ano, além de não estar disponível , há o agravante da antecipação”.

O atraso preocupa também os fornecedores de softwares que atendem os escritórios contábeis, porque eles têm de fazer adaptações nos programas das empresas com base no que é disponibilizado pela Receita. “Na hora da validação das informações é muito comum que seja preciso fazer ajustes nos programas das empresas para compatibilizá-los com o da Receita. A Dirf é uma declaração complexa”, comenta Almeida.

A multa pela entrega fora do prazo é de 2% sobre o montante dos tributos e das contribuições informadas limitadas a 20%. Para as pessoas físicas, empresas inativas ou optantes do Simples Nacional a multa é de R$ 200.

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Tecnologia para Contabilidade Fiscal: Questor amplia presença no Brasil para triplicar receita até 2020

oão Carlos Pellegrini, CEO da Questor

oão Carlos Pellegrini, CEO da Questor

Para aumentar a capilaridade e fortalecer seus negócios em todo o território nacional, a Questor Sistemas Inteligentes, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país, anuncia uma nova estratégia de expansão para impulsionar seu crescimento. A iniciativa contempla a abertura de um escritório em São Paulo, nomeação de dez novas revendas, além de novas contratações nas áreas técnica e de vendas. Com isso, a Questor estima um incremento de 30% nos negócios em 2017 e alcançar um faturamento de R$ 135 milhões até 2020.

De acordo com João Carlos Pellegrini, CEO, a Questor está entre as líderes no mercado do Sul do país, onde nasceu. Porém, a empresa, cujas soluções atendem a legislação fiscal de todos os estados brasileiros, quer expandir sua atuação, sobretudo na região Sudeste por sua elevada demanda de negócios. “Estamos abrindo um escritório na capital paulista de onde poderemos apoiar mais nossos parceiros comerciais e viabilizar uma presença mais consistente nesta região. Pretendemos também aumentar a capilaridade no Centro-Oeste e Nordeste, mercados que demandam muito por soluções de contabilidade fiscal. Para isso, estamos nomeando mais dez revendas, sendo cinco delas localizadas no interior de São Paulo, além do Rio de Janeiro”, revela o executivo.

A Questor consolidou-se uma das principais provedoras de software para a área de contábil e fiscal do país, com um ecossistema de soluções e serviços que movimenta cerca de R$ 45 milhões. A companhia vem ganhando destaque no mercado por oferecer uma tecnologia que promove agilidade e eficiência, aumento da produtividade e redução de custos de até 30% para as empresas.

Para alcançar suas ambiciosas metas a Questor aposta na diversidade de seu portfólio, que atende desde escritórios de contabilidade, até provedoras de serviços em regime BPO (sigla em inglês, para terceirização de processos de negócios), pequenas e médias empresas e grandes departamentos contábeis corporativos. Atualmente a tecnologia Questor processa 1,5 milhão de folhas de pagamento ao mês e seus clientes publicam mais de 7 milhões de documentos eletrônicos em nuvem por ano. Além disso, atende 350.900 empresas e possui 73.500 usuários ativos, com uma taxa de 97% de satisfação entre seus clientes.

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Excelência na apuração das informações fiscais de entrada e saída

Há tempos se fala no meio empresarial em aperfeiçoamento e melhoria nos processos. O objetivo é minimizar o desperdício e maximizar o resultado. Porém, essa responsabilidade quase sempre fica a cargo da linha de produção, mas é fundamental que a perspectiva de otimização contínua seja compartilhada com os demais setores da organização.

Cito como exemplo a área de Escrituração Fiscal das empresas, mais especificamente o Recebimento de Notas Fiscais, processo onde o alto nível de controle é imprescindível. Um processo frágil nesta etapa acarreta problemas e retrabalhos para os profissionais ligados à apuração de impostos e ao fechamento mensal.

Por costumeiramente ter um alto volume de movimentações – entradas de notas fiscais – essa área é vulnerável a erros, especialmente quando o processo de escrituração é manual. Essa situação se agrava mais ainda quando o processo é realizado por um profissional que não tem conhecimento adequado para a função.

A fragilidade nesta etapa de escrituração acarreta situações indesejáveis, como erro na apuração dos impostos, falha no aproveitamento de créditos, aumento do custo dos produtos, problemas com entregas de obrigações acessórias, alto nível de retrabalho da Área Fiscal, interferência no fluxo de caixa e significativo aumento no risco fiscal para empresa e seu representante legal.

Nos dias atuais, com o fisco cada vez mais rigoroso e digital, as empresas precisam investir na profissionalização e automação de seus processos. A automatização no recebimento de notas fiscais pode ser uma atitude decisiva para que os pontos descritos acima sejam banidos das organizações, principalmente do Setor Fiscal.

Tenha cuidado e seja rigoroso. Não permita a inversão de prioridades. Escriturar não é digitar! Muitas empresas contratam várias pessoas para a função de “digitar” notas tornando este valioso processo numa simples rotina, onde em muitos casos se cria uma competição por quantidade de documentos digitados, não corra riscos, preze pela qualidade.

A Quirius é Especialista em Governança e Compliance e alia experiência mais conhecimentos de negócio, tecnologia da informação e gestão fiscal. Leva inovação aos processos, garantindo segurança e agilidade, contribuindo para que as empresas cumpram, com eficiência, as exigências da legislação tributária.

Com foco voltado para a redução de custos operacionais e o aumento da competitividade, dispõe de ferramentas que oferecem controle, fiscalização e garantem segurança, além da agilidade dos processos.

Diogenes Andrade
Especialista Fiscal e Tributário na Quirius

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Sage firma parceria global com a Apple e oferece solução em tempo real para PMEs

A Sage, multinacional líder de mercado para sistemas de pagamento, contabilidade e folha de pagamento, acaba de firmar parceria global com a Apple. A partir de agora, empreendedores poderão utilizar uma série de soluções de mobilidade da Sage diretamente em seus dispositivos móveis, como iPad, iPhone e Apple Watch, para aprimorarem a gestão dos negócios. O primeiro produto disponível no sistema iOS (para América do Norte e Reino Unido) é o Sage Live, que chega ao Brasil nos próximos meses.

A interface da Apple se destaca pela simplicidade, potência e design, enquanto a Sage tem sua marca reconhecida pela expertise em contabilidade e tecnologia inteligente para pequenas e médias empresas (PMEs). O recém-lançado Sage Live para iOS vai promover avanços na gestão dos negócios em tempo real e aprimorar a eficiência de toda a cadeia de abastecimento. Disponibilizado para venda na Apple Store, o Sage Live vai proporcionar aos empresários todos os benefícios da tecnologia móvel.

“Mobilidade e tecnologia em nuvem estão revolucionando a forma como os empreendedores trabalham, permitindo a tomada de decisões em tempo real, reduzindo custos e democratizando o acesso a ferramentas de gestão de negócios. O iOS é a plataforma móvel líder entre os empresários, por isso, o Sage Live passa a ser disponibilizado nesse sistema, como uma solução simplificada para serviços de contabilidade e pagamentos em PMEs”, afirma Alan Laing, vice-presidente global de Parcerias e Alianças Estratégicas da Sage.

“Vemos o futuro nas plataformas móveis, por isso estamos muito animados nesta parceria com a Apple, que vai ajudar a levar nossas soluções de contabilidade a um número cada vez maior de empreendedores, auxiliando no crescimento, sucesso e competitividade de seus negócios. Em um período marcado por rápidas mudanças e inovações digitais, nosso objetivo é fornecer tecnologias inteligentes para reinventar e simplificar a contabilidade das empresas”, finaliza Laing.

Milhares de PMEs utilizam atualmente dispositivos móveis na administração de seus negócios. Agora, por meio do Sage Live, os empresários poderão ter acesso em tempo real às suas informações contábeis nos sistemas da Sage, além de dados de clientes disponíveis no Salesforce.

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Serviços Contábeis: preço ou valor?

Por Roberto Dias Duarte

Quanto você paga pelo preço de um quilo de café torrado e moído? Em uma pesquisa rápida pelos mercados podemos encontrar boas marcas sendo vendidas por R$ 10,40 o quilo. Por ser uma commodity, seu preço é definido pelo mercado, isto é, quanto maior a oferta, menor o preço – e vice-versa.

A precificação pelo mercado é característica típica de produtos e serviços que têm diversos fornecedores ofertando coisas muito parecidas. O consumidor, não percebendo a diferença entre os vários competidores, opta pelo de menor preço. Enfim, o preço é totalmente controlado pelo mercado.

Alguns produtores de café, no entanto, criaram diferenciais: embalagens, sabores, origens, grãos. Assim, é possível encontrar o quilo deste produto gourmet sendo comercializado por algo entre R$ 18,00 e R$ 30,00.

Neste caso, calcula-se o preço de custo para entrega do produto e aplica-se uma margem. Paga quem quer (ou pode). Enfim, a diferenciação aumenta o controle do preço por parte de quem produz.

Mas, quem pagaria mais de R$ 50,00 o quilo do café? Será que algum cafeicultor conseguiria prover um sabor tão diferente assim, a ponto de justificar um preço cinco vezes maior do que o produto básico?

Muitos de nós pagamos e nem percebemos. A Nespresso reinventou o cafezinho agregando valores intangíveis ao simples ato de servir uma bebida. O sabor é importante, mas, na realidade, compramos requinte, sofisticação, inteligência, humor, charme e elegância ao consumir as cápsulas de Nespresso. Isso é evidente em qualquer propaganda do produto. O valor emocional ficou tão forte que concorrentes tentaram criar produtos baratos, trazendo a competição para o preço e fracassaram vergonhosamente! Afinal, quem iria querer servir um café barato em seu escritório a um visitante ilustre?

Este é um caso no qual o controle de preço é dado pelo valor ofertado pelo fornecedor, e o cliente paga. Simples assim!

Resumindo, temos três modelos fundamentais para produtos e serviços: commodity (preço definido pelo mercado), diferenciação (preço determinado por custo e margem de lucro), alto valor agregado (preço controlado pelo fornecedor).

Recentemente, a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon) divulgou uma pesquisa realizada pelo Vox Populi sobre a avaliação de preços e serviços contábeis. Alguns resultados do levantamento podem ser utilizados para entender o comportamento das organizações da área quanto aos modelos de precificação.

Mais de 95% dos prestadores de serviços do setor informaram que não cobram de seus clientes valores adicionais por lançamento contábil ou fiscal, enquanto 87% igualmente menosprezam no cálculo de seus honorários o número de empregados no processamento de rotinas trabalhistas. Além disso, 81% sequer consideram o faturamento de seus clientes na composição do preço. Por fim, 75% não usam quaisquer critérios para diferenciar seus custos.

A análise destes números nos leva a concluir, com pouca chance de erro, que mais de 75% dos players do mercado de serviços contábeis no Brasil ainda competem meramente por preço. Obviamente, para estes, a oferta é comoditizada de forma que os valores se definem pelo mercado. Enfim, vence a competição quem pedir menos.

Até aí nada de mais. Há empresas que se posicionam claramente em disputa por preço – e anunciam isto. O problema é que para ser um competidor de sucesso nesta categoria alguns requisitos são imprescindíveis, como escala, custos baixos e atuação nacional (ou global). É um mercado no qual, em geral, vencem os maiores em infraestrutura e investimentos.

Somente com os dados da pesquisa da Fenacon não é possível identificar, entre os outros 25%, quais competem por diferenciação e quais apresentam estratégias de alto valor agregado baseadas na inovação em serviços.

Contudo, pesquisa que realizei aponta que apenas 10% das organizações contábeis oferecem seus serviços por meio de uso intensivo de tecnologia, usando-a além da simples automação das rotinas operacionais. Alguns apoiam seus clientes na seleção e implantação de sistemas ERP, outros utilizam software para auditoria de arquivos fiscais e uma pequena parte provê sistemas de apoio à gestão para seus clientes, integrando-os às operações fiscal, contábil e trabalhista realizadas no escritório.

No mundo atual até dá para inovar na prestação de serviços sem uso intensivo de tecnologia, mas são casos raríssimos! O caso da Nespresso deixa claro que inovação e tecnologia são coisas intimamente relacionadas. Mas cabe um alerta: a tecnologia é ferramenta para implantar um modelo de negócios inovador. Entretanto, sem uma boa estratégia de negócios não se promove alta agregação de valor.

Há um consenso no mercado: em um futuro não tão distante, pouquíssimos poderão competir por preço. Como em qualquer setor, vender assim é para os gigantes. Então, aos poucos o mercado se orienta à diferenciação e ao alto valor.

Sair de café de prateleira para produto gourmet e deste para Nespresso não é fácil. Exige mais do que boas intenções e trabalho duro. Sem inovação no modelo de negócios, por meio de técnicas de planejamento estratégico e gestão empresarial, esta missão torna-se apenas um sonho inspirado por frases de efeito.

Por outro lado, ficar parado esperando que o mercado valorize seus sonhos é viver um pesadelo diário. Enfim, uma das mais importantes lições do mundo empresarial deve ser entendida como um mantra: inove e venda valor ou prepare-se para competir por preço.

(*) Roberto Dias Duarte é sócio e presidente do Conselho de Administração da NTW Franchising, primeira franquia contábil do país

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Começo do ano e do planejamento financeiro

Por Dora Ramos

Passado o final de ano e o período de maior movimento no comércio, é tempo de refazer as contas e programar os gastos para 2013. Embora muitos se esqueçam, os primeiros meses também são responsáveis por boa parte dos nossos vencimentos, com o pagamento de impostos como o IPVA, para os que possuem veículos, ou a rematrícula e a compra de material, aos que têm filhos em idade escolar.

Impulsionados pelas facilidades de crédito e pela “reserva” obtida com o 13º salário, muitos fizeram dívidas que irão perdurar pelos próximos meses e aumentaram a coleção de boletos ou de faturas do cartão de crédito. A estes, o ideal é que atividades supérfluas no ponto de vista das finanças – como uma viagem não planejada com antecedência ou as comemorações excessivas de Carnaval – deixem de ser realizadas, para que o orçamento mensal não seja comprometido totalmente e os gastos não sejam “perdidos de vista”.

Já que despesas como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar são inadiáveis, é indispensável que seja feita uma programação desde o primeiro mês. Muitas vezes, simples medidas nos trazem consequências imensamente benéficas e garantem um ano muito mais tranquilo para o bolso. Um exemplo é dedicar alguns minutos para fazer contas e colocar “na ponta do lápis” quantos por cento do salário serão destinados às compras parceladas – desta forma, o consumidor já impõe um limite aos próximos gastos e passa a saber o que é possível ou não de ser realizado.

Para evitar complicações financeiras, é fundamental que os consumidores menos prevenidos se programem e mantenham o foco em gastos realmente imprescindíveis. Afinal, manter as contas em dia e o nome limpo é um fator importantíssimo para a felicidade de qualquer um.

* Dora Ramos é especialista em Contabilidade e Controladoria, graduada em Ciências Contábeis pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), é fundadora e diretora responsável da Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial Ltda e atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos.

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