Category Consumo

Consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis no e-commerce de moda

Uma nova pesquisa conduzida pela Smurfit Kappa, líder global de embalagens, revela que os consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis ​​das marcas antes de realizarem compras online de moda. Esta pesquisa foi conduzida em quatro países europeus e apontou que 41% deste público se tornou mais consciente ecologicamente ao realizar as últimas compras desde o início da pandemia.

A pesquisa conduzida na Alemanha, Irlanda, Holanda e Reino Unido revelou também que quase metade dos consumidores compram itens de moda online uma vez por mês ou mais, refletindo uma popularidade crescente entre os compradores do sexo feminino (44%) e do masculino (43%).

Os consumidores estão agindo

Os consumidores estão fazendo escolhas conscientes quando se trata de compras de moda online, indicando que tomaram medidas nos últimos seis meses para garantirem que suas aquisições sejam o mais ecologicamente consciente possível.

A pesquisa demonstrou que:

• 23% dos consumidores de moda pesquisaram uma marca online para avaliar seu nível de sustentabilidade;

• 35% deles afirmou que não faria uma compra online de uma empresa de moda se descobrisse que sua embalagem não era ecológica

• 23% dos entrevistados recompraram de uma marca de moda com base em suas credenciais de sustentabilidade

Segundo Arco Berkenbosch, VP de Inovação e Desenvolvimento da Smurfit Kappa: “Os consumidores desejam que as marcas de moda online ajam com responsabilidade e considerem os impactos sociais e ambientais de seus negócios. As marcas de moda, inclusive todas as marcas, precisam se adaptar às demandas dos consumidores sobre sustentabilidade ou correm o risco de perderem os clientes. “Vale destacar ainda que nos quatro mercados pesquisados, o sentimento do consumidor e o foco na sustentabilidade são consistentes, destacando seu anseio de que as marcas devem continuar a priorizar e se comprometerem a melhorar suas práticas de sustentabilidade, mesmo durante a atual crise econômica.”


1. Consumidores de moda online são definidos como entrevistados que compraram itens de moda online uma vez por mês ou mais. Os consumidores gerais referem-se à amostra representativa natural pesquisada de cada mercado.Os consumidores estão ávidos para aprenderem mais

No entanto, os compradores de moda online estão enfrentando obstáculos quando se trata de fazer uma escolha sustentável. A pesquisa constatou a falta de informações acessíveis (34%), a falta de opções sustentáveis ​​(32%) e o custo (30%) como as principais barreiras para que ele atue de forma mais sustentável ao fazer compras online. Mais da metade dos entrevistados (57%) disseram que gostariam de ouvir mais sobre os esforços dos varejistas de moda online para serem sustentáveis ​​nas embalagens. Isso destaca o nível de influência da sustentabilidade no comportamento de compra dos consumidores e como os esforços das marcas podem ampliar ou corroer sua base de clientes.

Os consumidores estão pensando de forma mais ampla sobre a sustentabilidade de suas compras, incluindo a embalagem. Já as marcas devem repensar a sustentabilidade de suas embalagens se quiserem atender essas mudanças nas expectativas de seus consumidores.

Embalagem sustentável é uma consideração fundamental

A pesquisa descobriu que os consumidores de moda eram mais propensos a avaliarem a sustentabilidade das embalagens como um impacto positivo na impressão de sua compra em relação às técnicas tradicionais de marketing.

A maioria dos entrevistados afirmou que o uso eficiente de materiais (62%), a utilização de materiais sustentáveis ​​ (61%) e avaliar as credenciais de sustentabilidade de uma marca (56%) contribuem para uma impressão positiva de sua compra online assim que recebem a embalagem. Dois terços dos consumidores (66%) acreditam que os varejistas de moda online são responsáveis ​​por garantirem que suas embalagens sejam sustentáveis.

e-Commerce Fashion Portfólio

Em resposta ao crescimento contínuo do e-commerce e as expectativas do consumidor, a Smurfit Kappa expandiu sua gama de embalagens sustentáveis ​​projetadas para o mercado de varejo eletrônico de moda.

Com mecanismos de design inovadores que permitem fácil abertura e selagem nas devoluções, o e-Commerce Fashion Portfólio oferece uma ampla gama de soluções de embalagem flexíveis e com design diferenciado para produtos de todos os formatos e tamanhos. Ele são monomateriais e facilmente recicláveis ​​e biodegradáveis. Totalmente desenvolvido em papel, este portfolio oferece uma alternativa responsável às marcas à medida que a conscientização do consumidor e as preocupações com o desperdício de embalagens continuam crescendo.

“Os resultados apontam que a embalagem pode ter uma grande influência sobre os clientes e suas decisões de compra, tanto na oportunidade de fidelidade à marca para empresas que priorizam a sustentabilidade quanto as consequências potenciais para as companhias que não o fazem”, afirma Berkenbosch.

“Estamos trabalhando com nossos clientes de moda online para desenvolvermos soluções inovadoras de embalagens sustentáveis, ​​que se adequem ao formato de cada item, que protejam o produto durante o transporte, mas também se conectem com o consumidor quando ele chegar. Se quisermos reduzir o nível de resíduos de embalagens que não são sustentáveis, todos nós, incluindo as marcas, os consumidores e os fornecedores de embalagens, temos que trabalhar juntos para ter um impacto real”, conclui Berkenbosch.

Varejo Online de Moda no Brasil

Com a pandemia do Covid-19, o e-commerce no Brasil atingiu altos patamares assim como no mundo inteiro. Como as lojas físicas que estavam fechadas durante este período, o Varejo Online de moda não ficou atrás.

De acordo com um estudo realizado pela Conversion, consultoria de performance&SEO, que analisou o tráfego de mais de 200 maiores sites do Brasil, em 15 categorias, o setor de Moda e Acessórios obteve um crescimento de 65,52% durante a pandemia (jul – fev/ 2020).

“Todos os dados obtidos com a pesquisa e-Commerce Fashion Portfólio que realizamos demonstram que os consumidores estão cada vez mais conscientes ao optarem não apenas por produtos e serviços que sejam eticamente sustentáveis, mas também estão preocupados com toda cadeia de produção, inclusive as embalagens”, afirma Manual Alcalá, CEO da Smurfirt Kappa.

“No Brasil, tivemos um incremento do 1º para o 2º trimestre, de 148%, impulsionado, principalmente, pelos clientes dos segmentos de varejo e bebidas e agora estamos também conduzindo projetos para empresas do segmento de moda, que também tiveram um crescimento expressivo neste período e estão acelerando a venda por canais digitais de forma a transmitir uma experiência que o consumidor teria na loja física na sua casa por meio da embalagem”, complementa.

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O futuro da relação entre marca e consumidor

Por Monica Schimenes, CEO e fundadora da MCM Brand Group

Quando o assunto é a aproximação entre marca e consumidor, é necessário partir da premissa básica do sucesso de qualquer tipo de relacionamento. Ou seja, da comunicação. Quem faz parte do universo do Marketing, segue a seguinte prática quase que em piloto automático: estudar o público-alvo do negócio. Afinal de contas, a maneira de se comunicar com um cliente baby boomer é completamente diferente do estilo de conversa com alguém da Geração Z, por exemplo. Contudo, o momento mundial atual obriga a todos a saírem da zona de conforto e pensar fora da caixa. Inclusive, nós.

Em dezembro de 2019, ouvimos o termo ‘CODIV-19’ pela primeira vez nas redondezas da província chinesa de Wuhan. Já em menos de três meses, o chamado Coronavírus ultrapassou as fronteiras da China e espalhou-se ao redor do mundo. No Brasil, até o momento, a soma é de 1.646 casos confirmados. De repente, a população brasileira se viu diante de muitos questionamentos e poucas respostas. A única certeza é que o melhor caminho para lidar com esse período é permanecer em quarentena, em casa. Em tempo indeterminado.

Para o mercado, é possível traduzir o cenário em retenção de custos, parcerias de trabalho desfeitas, projetos em stand-by e eventos cancelados. Então, diante deste panorama, te pergunto. Como as marcas irão se relacionar com o consumidor daqui para frente se estamos todos em casa, esperando? Meu caro, a verdade é que por mais que as empresas não estejam gerando resultados financeiros devido à recessão, existe a necessidade de continuarem em atividade a fim de preparar o terreno para o que ainda está por vir. É hora de se cuidar, mas também de agir. O futuro do relacionamento entre marca e consumidor será definido no agora. A partir de uma nova perspectiva.

Acredito que em uma situação de grande comoção social, a empatia e a responsabilidade devem ser as palavras-chaves em uma comunicação organizacional. Ao invés de se render ao afastamento da marca com receio da receptividade do público-alvo, é imprescindível assumir o controle do que ainda se encontra sob o seu alcance. É importante adotar uma postura proativa e ir em busca de alternativas que permitam o funcionamento da comunicação do negócio do cliente e, consequentemente, do relacionamento dele com o consumidor final.

Em relação aos projetos que estão adiados, uma ótima opção é desenvolver soluções customizadas com base nos objetivos de comunicação de cada briefing e que funcionem apartadas dos eventos presenciais.

É aqui que deixo o seguinte convite: que tal viver a sua marca? Resgate as suas raízes, explore todas as alternativas. A partir das devidas precauções orientadas pela Organização Mundial da Saúde, te convido a sair do estado de receio para agir. Podemos superar esse período juntos! O futuro chegou. Se proteja, mas aja.

Estudo do Google revela comportamento para o Dia do Consumidor

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, cresce a cada ano e não se resume mais em apenas um dia: ele movimenta uma semana inteira de ofertas. Segundo dados da Ebit, no ano passado, o faturamento da Semana do Consumidor chegou a R$ 1,174 bilhão. Já no Google, as buscas pelo Dia do Consumidor cresceram 20% em 2019 com relação a 2018.

Com a proximidade da data, o Google apresenta sua tradicional pesquisa sobre o comportamento de consumo dos brasileiros. Os dados foram obtidos por meio de uma Google Survey, ferramenta de pesquisa on-line que permitiu entrevistar mil pessoas, além de uma análise do comportamento dos brasileiros que pesquisam sobre a data no buscador.

A data é do consumidor

A data, criada para celebrar os direitos do consumidor, se tornou relevante para o Varejo brasileiro apenas em 2014. A data cresce a cada ano e, por ser o “seu dia”, o consumidor quer mais do que grandes descontos e espera que as empresas façam mais por ele, oferecendo benefícios e mimos.

Entre os benefícios além de descontos, frete grátis ainda aparece como o principal diferencial (53%), porém condições de pagamento especiais (15%), pontos extras em programas de fidelidade (12%), cashback (7%) e seguro/garantia estendida gratuita (7%) ganharam relevância em 2020.

Os direitos do consumidor

Para os entrevistados, o direito mais importante do consumidor é o de atendimento atencioso (22%), sendo seguido por promoções/propagandas honestas (21%), produto entregue no prazo (14%), trocar produtos defeituosos (14%), estorno de compras canceladas (14%) e estorno de cobranças indevidas (12%).

Ainda segundo os entrevistados, o direito menos respeitado do consumidor é o de ter acesso a promoções/propagandas honestas (21%). Trocar produtos defeituosos (18%), atendimento atencioso (17%), entrega no prazo (15%), estorno de cobranças indevidas (13%) e estorno de compras canceladas (12%) vêm logo em seguida.

Potencial da data para 2020

O estudo revela que o brasileiro começou o ano mais otimista em relação à economia do país e ao próprio bolso, o que se reflete em uma maior intenção de compra. Cerca de 35% dos entrevistados declararam estar bastante otimistas com a economia do Brasil em 2020 e 17% disseram estar bastante pessimistas. Considerando as finanças pessoais dos entrevistados, 34% afirmaram estar em situação muito melhor ante o ano passado e apenas 12% sinalizaram estar muito pior.

Categorias em alta

Quando consideramos os produtos que os brasileiros pretendem adquirir no primeiro semestre de 2020, roupas e calçados apresentam a maior intenção de compra para o primeiro semestre (28%), sendo seguidos pelos smartphones (24%), eletrônicos (24%), alimentos e bebidas (23%), móveis (19%) e eletrodomésticos e eletroportáteis (16%).

No entanto, esses números mudam quando consideramos quem pretende esperar especificamente pelo Dia do Consumidor para efetuar a compra. Os smartphones estão na liderança das intenções de compra (28%), sendo seguidos por roupas e calçados (27%), eletrônicos (26%), móveis (21%), eletrodomésticos e eletroportáteis (19%) e alimentos e bebidas (19%).

Os smartphones também são líderes quando consideramos qual produto os consumidores mais querem ver em promoção na data, sendo citados por 22% dos entrevistados. Roupas e calçados (13%), TVs (6%), computadores e eletrônicos (6%), alimentos (5%), móveis (5%), videogames (4%), eletrodomésticos e portáteis (4%) e itens de beleza (1%) também foram citados.

O pós-consumidor no centro do debate

O pós-consumidor tem uma caractetísitca peculiar: é exigente e não está disposto a desculpar uma empresa em caso de falhas. Se houver algum atrito durante uma interação, seja por telefone, chat ou redes sociais, saiba que a empresa caiu no conceito deste cliente, que provavelmente a trocará por outra marca. Portanto, encantar este pós-consumidor demandará das empresas um trabalho contínuo para identificar suas reais necessidades e atendê-las com agilidade.

De olho nesta mudança de comportamento e com foco no cliente, a Stefanini participará desse debate que será a tônica do CONAREC 2018, maior evento de relacionamento entre clientes e empresas, que será promovido nos dias 4 e 5 de setembro no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Marco Stefanini, CEO global da Stefanini, participará no dia 4, das 11h15 às 12h15, do painel “O pós-consumidor está aqui entre nós. E pode ser você.”, mediado pelo jornalista Caio Blinder. O fundador da Stefanini abordará a mudança de mindset do cliente e quais são as melhores estratégias para lidar com o pós-consumidor. O painel será realizado na sala 1 (Teatro Alfa) e contará também com a presença de CEOs de outras grandes marcas como C&A, Mastercard, Pepsico Brasil, Facebook & Instagram, Banco do Brasil e Mapfre.

O público também poderá saber mais sobre o Grupo Stefanini no estande de nº 15, onde terá acesso a muitas novidades que ilustram o atendimento do futuro, em que o cliente escolhe o canal de sua preferência para realizar a interação com a empresa que, por sua vez, fará todo o acompanhamento da jornada.

Painel sobre pós-consumidor com participação de Marco Stefanini
Dia: 04/09
Local: Teatro Alfa (Sala 1)
Horário: De 11h15 às 12h15

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Estudo da E-Consulting revela o grau de transformação digital das empresas de bens de consumo

A consultoria E-Consulting realizou um estudo para saber como está o grau de transformação digital das principais empresas com negócios no mercado de bens de consumo do Brasil. O intuito da análise, que foi realizada com as 50 maiores companhias, é apontar as organizações do setor mais avançadas e consolidadas em trazerem conceitos de transformação digital para a realidade de seu modelo de negócio. Ademais, o estudo aponta quais são as mais percebidas atualmente no mercado por seu esforço.

De acordo com o levantamento, a Ambev, maior fabricante de cerveja e refrigerantes da América Latina, é a empresa que mais entrega elementos de transformação digital em seu modelo de negócio e operação.

Numa escala de 0 a 5, construída a partir de diversos critérios que materializam o processo de competitividade a partir da transformação digital, tanto internamente, que envolve sistemas de gestão, investimentos em TI, metodologias avançadas, organização produtiva e plataformas, como externamente, ou seja, a partir da avaliação de seus diferentes stakeholders, como clientes e consumidores, a Ambev conquistou nota 3,88 por fortalecer aspectos de sua atuação em marketplaces B2B, inclusão de conceitos de Internet das Coisas em sua linha de produção, desenho de ofertas e serviços nativos digitais com foco na melhor jornada de compra do consumidor e inovação colaborativa.

Além da Ambev, a lista traz a seguintes companhias no ranking: Unilever (3,63); Natura (3,50); O Boticário (3,13) e BRF (3,13). Segundo Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e responsável pelo estudo “Régua da Transformação Digital no Setor de Bens de Consumo”, do qual este recorte faz parte, é a partir do uso de elementos digitais em seu modelo “core” de negócio que estas empresas vão conseguir se adaptar e prosperar na era digital como forma de sobreviver e continuar produzindo riqueza para seus acionistas e clientes ao longo do tempo.

Para o executivo o setor de bens de consumo irá evoluir cada vez mais para um modelo de atuação próximo ao varejo, com ações voltadas para o branding experiencial, o relacionamento com cliente que ele conhece e, por decorrência, vendas mais contextualizadas e personalizadas.

“A importância da pesquisa para o segmento está em conhecer o cliente, que historicamente está nas mãos do varejo tradicional, suas experiências, seus produtos e serviços nativos digitais, usando as novas tecnologias e suas possibilidades informacionais e relacionais como forma de potencializar o seu modelo de negócio, de forma que as empresas fiquem mais presentes e próximas de seus consumidores”, diz Domeneghetti.

Veja a tabela abaixo.

Empresa Nota
Ambev 3,88
Unilever 3,63
Natura 3,50
O Boticário 3,13
BRF 3,13

Startup que utiliza neurociência para entender o cérebro do consumidor é eleita a 9ª mais atraente do mercado

A Forebrain, primeira empresa no Brasil a oferecer serviços de pesquisa em neurociência do consumo, conquistou o 2º lugar na categoria Marketing e a 9ª posição no ranking geral da 100 Open Startups, que anualmente apresenta as startups mais atraentes e engajadas do mercado.

Em sua terceira edição, o ranking 100 Open Startups é elaborado com base em avaliações de atratividade das startups para o mercado. Para isso, é levado em consideração o interesse das grandes empresas nos empreendimentos, negociações em andamento e parcerias realizadas pelas iniciativas.

“Estamos muito orgulhosos com o resultado, pois é fruto de muito esforço da equipe!”, comemora Ana Souza, sócia da Forebrain. “Ser considerada a 9º startup mais atraente do Brasil e a 2º melhor na categoria Marketing representa uma vitória muito grande e um reconhecimento importante do nosso trabalho. Inovar no Brasil é um desafio grande, mas ações como essa nos mantém engajados e ajuda a abrir novos horizontes e diversas possibilidades com grandes empresas.”, completa.

Fundada em 2010 por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a startup utiliza ferramentas neurocientíficas para investigar aspectos implícitos e inconscientes das respostas que consumidores têm, frente à estímulos do marketing. Possui entre seus clientes companhias como Globo, L’Oreal, Oi, DPZ&T, Porto Seguro, O Boticário e Coca-Cola.

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WGSN apresenta tendências do comportamento do consumidor para 2020 e levanta questionamento: afinal, sua marca está preparada para essas mudanças?

A WGSN – autoridade global em análises e previsões de tendências – acaba de lançar novo estudo relacionado ao perfil do consumidor para o começo da década que se aproxima. A empresa global, que antecipa tendências e é responsável por direcionar a estratégia de diversas marcas, com intuito de ajudá-las efetivamente a se planejar e sobreviverem em um mercado cada vez mais competitivo, apresenta mapeamento inédito que destaca três fatores globais que mudarão a perspectiva de consumo e as prioridades do consumidor daqui a dois anos, relacionados as novas maiorias, força 5G e capitalismo comunitário.

A entrada em 2020 será marcada por diferentes nuances, grandes mudanças. Entre elas, o auge das novas maiorias – sejam elas étnicas, raciais ou religiosas. O poder do voto será um fator importante para essa nova maioria, que, em breve, passará a ser predominante. Em nível global, a geração M (millennials muçulmanos) impulsionará transformações culturais relacionadas à economia*. Neste sentido, segundo relatório “2016 State of the Global Islamic Economy Report”, muçulmanos devem gastar cerca de US$ 327 bilhões em artigos de vestuário até 2019 – mais do que os mercados do Reino Unido (US$ 107 bi), da Alemanha (US$ 99 bi) e da Índia (US$ 96 bilhões) somados.

De acordo com diversos estudos, até 2050 esse grupo irá representar ¼ da população mundial, o que significa quase três bilhões de indivíduos e um enorme poder de compra – sendo inviável para as marcas ignorarem essa realidade, que não está distante. Em apenas dez anos no Brasil, o número de muçulmanos dobrou e chegou a 1,5 milhão em 2016**. Vale destacar que algumas marcas já estão atentas a esse novo cenário e já começaram a comercializar produtos focados neste público, como, por exemplo a Nike, que lançou o “Pro Hijab” – lenço que muitas usam para cobrir os cabelos, orelhas e pescoço – desenvolvido especialmente para mulheres muçulmanas que praticam esportes.

Na área tecnológica, o 5G chegará com potencial máximo, uma vez que impulsionará a economia representada pelo m-commerce – que são relacionadas as transações realizadas através de dispositivos móveis. O volume comercial que será feito por esse tipo de dispositivo irá alcançar cifras vultuosas. Segundo o estudo “2017 UPS Pulse of the Online Shopper” é estimada uma movimentação de mais de US$ 250 bilhões, o que pode fazer com que essa tecnologia gere um crescimento de US$ 3 trilhões da economia global entre 2020 e 2035, uma vez que a previsão é que haja mais de 20,4 bilhões de dispositivos conectados até 2020***.

Neste movimento, muitas marcas querem entender e até tangibilizar o que essa nova tecnologia impacta para os negócios – diferenciando do que acontece atualmente. O principal ponto é que o 5G traz velocidade para a adoção das experiências em realidade aumentada e virtual, além de impactar na forma de engajamento do consumidor. Ou seja, consequentemente, na forma como as empresas se relacionam com seus públicos. Para as marcas que forem investir em aplicativos, a experiência será primordial, e encontrar um propósito que vá além das compras, será uma necessidade.

A economia de compartilhamento já é um fato. Chegou, inclusive, transformando a visão cultural sobre ela. É uma nova forma de capitalismo. É o capitalismo comunitário – um novo modelo econômico que terá efeitos a longo prazo nas regulamentações governamentais, no planejamento cívico e no futuro do trabalho e do desenvolvimento regional. Considerada uma força poderosa, à medida que cada vez mais consumidores usarão o ativismo para garantir que o dinheiro seja investido localmente.

Com uma estimativa de crescimento global de US$ 335 bilhões até 2025, o capitalismo comunitário reforça que esse modelo econômico tem tudo para causar ainda mais impacto em grandes corporações. Neste sentido, em alguns locais do mundo, onde as economias ainda são instáveis, ele chega como um modo de fonte de renda segura. Na América Latina está em plena expansão. Exemplo disso é o Airbnb que abriu um escritório no Brasil depois de registrar um crescimento anual de 200% desde 2015, e a Uber, que se transformou em uma gigante no segmento de transporte e emprega na Cidade do México mais de 10 mil motoristas pertencentes à geração do milênio.

Contudo, ainda que haja um lado positivo neste novo modelo de negócios, há também contrapartidas, como: salários flutuantes para trabalhadores capacitados, falta de ética por parte dos executivos das empresas e a dificuldade delas em manter os trabalhadores empregados a longo prazo. E, apesar dos líderes de diversos locais no mundo estarem abertos a lidar com neste novo formato econômico, em contraponto, algumas cidades e países estão banindo as empresas relacionadas a esse modelo. Porém, o principal ponto desta transformação é que as empresas precisam compreender como trabalhar neste cenário, seja com horários flexíveis e a possibilidade de trabalhar remotamente, por exemplo, mas também como analisar as oportunidades que surgem com isso.

E a pergunta que fica: sua marca está preparada?

Referências

*Segundo Shelina Janmohamed, autora do livro “Generation M”

** Dados Globo News

*** Consultoria Gartner

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Social Miner revela o perfil do consumidor brasileiro no Dia dos Namorados 2018

A Social Miner, plataforma de engajamento que ajuda e-commerces a aumentarem as vendas através de soluções centradas em pessoas, divulgou o relatório 2018 sobre uma das datas de maior faturamento do comércio eletrônico: o Dia dos Namorados.

Em parceria com a Neoatlas, NeoAssist e Vindi, a empresa analisou o comportamento de navegação de mais de 25 milhões de usuários cadastrados na sua base, 27 mil transações registradas pela Vindi e os registros de mais de 1.200 sites cadastrados na base da Neoatlas, durante o período de 22 de maio a 12 de junho de 2018.

Além disso, estabeleceram um comparativo com os dados referentes à mesma época do ano anterior (2017). Isso para oferecer um panorama completo sobre as tendências de consumo nesse período, incluindo indicadores de que tipo de produto vem crescendo no gosto do público e o perfil dos consumidores de cada segmento.

O levantamento mostrou que a categoria de produtos que mais se beneficiou com a data foi a de Beleza e Saúde, com participação de 27% do total de vendas, seguida por Moda e Informática. No entanto, a representatividade destes mesmos setores apresentou uma queda em relação a 2017, sendo um alerta para as mudanças no comportamento de consumo dos usuários, que estão migrando para outros segmentos, menos comuns.

Por outro lado, a categoria de Livrarias apresentou a maior variação de crescimento em relação ao ano anterior, subindo impressionantes 736%.

Outra descoberta desse relatório foi que durante o período do Dia dos Namorados 2018, categorias como Informática que, em geral, apresentavam pouca representatividade de compra feminina, tiveram um aumento de 40% na participação das mulheres. Já os homens tiveram um aumento nas compras em setores como Eletrônicos, Livraria e Móveis, além de apresentar uma variação positiva de 5,74% na categoria de Moda.

A pesquisa revelou ainda que, de todos os consumidores que compraram no Dia dos Namorados em 2018, apenas 6% tinham comprado na mesma loja no mesmo período do ano anterior. Esse dado mostra que os esforços das empresas no engajamento e retenção de clientes antigos ainda são baixos.

“Com base no comportamento do consumidor, principalmente em datas comemorativas, é possível compreender as tendências do mercado de maneira mais aprofundada. Isso nos permite criar campanhas mais direcionadas e potencializar as vendas, ajudando os e-commerces a serem assertivos em suas ações”, explica Ricardo Rodrigues, cofundador da Social Miner.

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Shopping JK Iguatemi cria vitrine interativa

Convidativo e integrado com a cidade de São Paulo, o Shopping JK Iguatemi lança a ação “Como você está hoje?”.

A partir do dia 4 de abril, o público que transitar próximo à vitrine do JK Iguatemi encontrará quatro balões infláveis em formato de emoji que, na medida em que o público passa e toca o sensor, acende fazendo com que as pessoas expressem suas emoções de acordo com o seu humor do dia.

A ideia é promover uma experiência interativa e sensorial para o público, de forma divertida. Faz parte do DNA do JK Iguatemi ser inspirador e promover experiências diferentes e inéditas para toda a família.

A vitrine ficará exposta até o dia 15 de abril.

How are you feeling today? – Vitrine Interativa

De 04/04/18 a 15/04/2018

Shopping JK Iguatemi

Avenida Presidente Juscelino Kubitchek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo

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Customer Experience: Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e Data Science são destaques para o CX do futuro

A tecnologia não mudou somente a maneira como as empresas se organizam internamente, ela afetou diretamente a relação que elas têm com seus consumidores. Estima-se que 20% é a perda da receita anual para negócios que não oferecem uma experiência do cliente positiva, segundo dados da Oracle.

O Customer Experience (CX) é hoje um dos assuntos mais abordados e estudados no mundo dos negócios já que está diretamente relacionado à captação e retenção de clientes e no bom relacionamento entre os consumidores e uma marca.

Hoje no mercado existem ferramentas que auxiliam, monitoram, integram sistemas e se comunicam com o consumidor. Assim, como uma receita única, cada empresa desenvolve sua “fórmula secreta” com o objetivo de criar uma relação personalizada com seu consumidor.

“O Customer Experience consiste basicamente na percepção do cliente diante de um produto ou serviço após qualquer tipo de interação com uma marca. Com a tecnologia, essas soluções estão mais modernas, estratégicas e acessíveis para o empreendedor”, explica Fábio Camara, especialista em Transformação Digital e CEO da FCamara, empresa brasileira desenvolvedora de soluções e integrações digitais através de plataformas e aplicativos.

O especialista aponta as 3 principais inovações que se destacam hoje no mercado e como elas otimizam e automatizam a experiência do consumidor.

Inteligência Artificial

Conjunto de práticas e ferramentas que de forma programada respondem e auxiliam a empresa a atender de forma mais eficiente seus clientes. A Inteligência Artificial está a cada dia ganhando mais adeptos nos mais variados ramos de negócio. Estima-se que 45% das companhias varejistas pretendem utilizar IA dentro dos próximos três anos para reforçar o CX, segundo apontamento de estudo realizado pela consultoria BRP.

“São variados os benefícios da IA para o CX. Seja pela otimização de custos ou automação do relacionamento com o cliente, tornando o atendimento mais ágil ou o visual listening, que permite a monitoração da experiência e de menções à empresa que afetam diretamente a sua reputação”, afirma.

Realidade Aumentada

Ainda que o e-commerce esteja em franco crescimento, as lojas físicas são parte importante do business e para tornar a experiência de consumo nesses espaços comerciais tradicionais mais atrativa, as empresas estão investindo na realidade aumentada, tecnologia que permite a integração de informações virtuais a visualizações do mundo real.

Exemplos disso são as projeções de hologramas, anúncios digitais, simuladores, plataformas de marketing de interação com os clientes, entre muitos outros. “A Realidade Aumentada tem um impacto importante ao proporcionar aos consumidores novas experiências de compra. Além de melhorar o CX, este é um campo em que o marketing pode explorar todas as suas potencialidades”, diz.

Data Science

Diferente das análises estatísticas e da ciência da computação, o Data Science, ou ciência da análise de dados, tem atuação com princípios científicos, coletando informações que ajudam as empresas a criarem estratégias para o futuro de seus negócios.

Ela busca descobrir conhecimento a partir de uma quantidade de dados que podem ser usados na tomada de decisões, assim como fazer previsões de mercado, auxiliando na elaboração de estratégias para o futuro. “O Data Science não usa somente a leitura numérica de dados, ele permite uma análise mais profunda de todo o negócio e o CX, permitindo um aprofundamento para a elaboração de planos e ideias, como expansão, internacionalização e até mesmo amplitude de atuação no mercado”, conclui Camara.

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Professor da FGV alerta para cuidados com compras na internet

Cada vez mais, os consumidores compram sem sair de casa, com preços mais em conta e em melhores condições de pagamento, e a internet oferece muitas vantagens. O coordenador do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, no entanto, alerta para cuidados com compras via internet. Um deles é com os cibercrimes, que segundo ele acontecem muitas vezes em duas novas modalidades de phishing: via SMS e anúncios em redes sociais.

“Além de baixar apenas aplicativos de lojas oficiais, como o Google Play ou a App Store, da Apple, desconfie dos aplicativos que solicitam permissões suspeitas, como acesso a contatos, mensagens de texto, recursos administrativos, senhas armazenadas ou informações do cartão de crédito. Também confira o plano de fundo de um aplicativo antes de fazer o download. Pesquise o desenvolvedor e conheça a ortografia das marcas. Alguns desenvolvedores mal intencionados escrevem o nome errado das marcas para ludibriar os usuários”, explica o professor Andre Miceli.

Preços – André Miceli sugere que o consumidor sempre pesquise os preços e desconfie dos sites que oferecem um produto com o valor muito baixo. O especialista lembra que uma pesquisa feita pela Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor aponta que os preços podem variar até 20% de um dia para o outro na internet. “Existem diversos sites de comparação de preços”, instrui.

No momento da compra, o professor da FGV recomenda que o consumidor cheque sempre a reputação da empresa onde a compra será efetuada. Ele propõe que busque sempre dados como razão social, número do CNPJ, endereço e o telefone para contato. “Nunca, em nenhum caso, forneça os dados do cartão de crédito, ou dados confidenciais, como senha ou código de segurança de sua conta bancária, em sites sem conexão segura ou em e-mails não criptografados. São precauções que ajudam a evitar esse tipo de situação”, conclui o especialista.

Contudo, o professor da FGV, pede atenção nessas buscas por produtos no meio virtual. De acordo com Miceli, elas ficam armazenadas nos cookies mantidos por seu navegador. Algumas lojas virtuais usam essas informações para descobrir que você está interessado em comprar algum produto específico ou algo semelhante. “Esses algoritmos de precificação estabelecem seus processos de acordo com a demanda do cliente, ajustando o preço um pouco para cima. Não é uma coincidência que, depois de uma busca na internet, o consumidor comece a receber propagandas daquele produto em redes sociais ou por e-mail”, explica.

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67% dos consumidores afirmam conhecer pouco os seus direitos, aponta pesquisa da Boa Vista SCPC

Pesquisa da Boa Vista investiga o comportamento do consumidor com relação aos seus direitos, bem como sobre a percepção de questões políticas e econômicas do País

A maioria dos entrevistados (67%) na pesquisa da Boa Vista SCPC de hábitos de consumo para o Dia do Consumidor – comemorado neste 15 de março – afirma conhecer um pouco ou não conhecer nada dos seus direitos enquanto consumidor. Já os que dizem conhecer razoavelmente bem representam 26% dos entrevistados, e os que conhecem muito bem 7%.

Fonte: Boa Vista SCPC

Ainda segundo a pesquisa da Boa Vista, feita com cerca de 800 entrevistados, em todo o Brasil, entre os meses de janeiro e fevereiro, também representam a maioria (61%) os consumidores que costumam reclamar sempre ou na maior parte das vezes, frente a um produto ou serviço com problema. Um crescimento de 5p.p. (pontos percentuais) em relação ao ano passado.

Fonte: Boa Vista SCPC

Já quando questionados onde reclamam em primeiro lugar na existência de algum problema, seja com relação a um serviço seja com relação a produto, 83% afirmaram fazê-lo diretamente com a própria empresa prestadora do serviço ou responsável pela venda do item.

Mas se por um lado há quem faz questão de reivindicar os seus direitos enquanto consumidor, há os que não fazem jus. Dos que reclamam apenas algumas vezes ou nunca reclamam, 46% não fazem por considerar o processo desgastante e muito demorado. Em 2017, 60% tinham essa impressão. Já 27% alegam que reclamar não resolve e outros 27%, coincidentemente, porque o processo é muito trabalhoso ou não sabem onde reclamar. Em 2017, 12% tinham deram esta resposta, um aumento de 15p.p. “Aos que alegam não saber onde reclamar, recomendamos procurar o órgão de defesa do consumidor, pois nele encontrarão todas as orientações necessárias para fazer o seu direito valer”, esclarece Pablo Nemirovsky, superintendente de Serviços ao Consumidor da Boa Vista SCPC.

A pesquisa também quis saber qual é a percepção dos consumidores entrevistados sobre as questões políticas e econômicas do país. 17% afirmam estar totalmente informados sobre os fatos que remontam estes temas. Em 2017, 28% tinham esta percepção. Os que se dizem informados em partes são 53% contra 57% em relação ao ano anterior. E os que se dizem pouco informados saltaram de 15% em 2017, para 30% nesta pesquisa mais recente.

Perfil da mostra

Aproximadamente 34% dos respondentes residem no Sudeste do País. 71% têm renda média de R$ 2.671,00. 40% possuem 25 anos ou mais. 51% estão empregados ou são funcionários públicos, e 42% fazem “bico” ou trabalho extra para complementar a renda mensal.

Metodologia

A Pesquisa da Boa Vista para o Dia do Consumidor 2018 utilizou a metodologia quantitativa e foi realizada por meio de consulta eletrônica de 30 de janeiro a 28 de fevereiro. O universo é representado por consumidores que buscaram informações e orientações no portal Consumidor Positivo www.consumidorpositivo.com.br e cadastrados na ferramenta Blue Box Boa Vista. A amostra é aleatória, representativa do universo de 806 respondentes. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 90% de grau de confiança e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.

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