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Cielo e Bitfy firmam parceria para pagamento direto com bitcoins via QR Code

Lucas Schoch, CEO da Bitfy.
Foto: Jotapê

A Cielo, maior credenciadora de cartões do Brasil e da América Latina, firmou parceria com a startup Bitfy – primeira carteira multiuso não custodiante de criptomoedas do país – para pagamentos com bitcoins via QR Code. Com o objetivo de democratizar o uso da criptomoeda no dia a dia de maneira massificada, o acordo permite de maneira inédita o pagamento em mais de 1,5 milhão de terminais de pagamentos da Cielo a partir de agora como se fosse com um cartão de crédito à vista.

A parceria posiciona o Brasil com o país que mais aceita bitcoins no mundo como meio de pagamento direto no varejo físico dando de maneira inédita a total custódia da moeda ao consumidor: “Com o nosso app é o usuário o custodiante, ou seja, o dinheiro fica realmente com só ele. Isso significa autonomia e liberdade de escolhas a quem o tem e estar ao lado da Cielo é motivo de grande alegria pois permite que mais pessoas possam ter bitcoins e usá-los para comprar qualquer coisa”, afirma Lucas Schoch, CEO da Bitfy. Desde o início das operações da startup, há pouco mais de 1 mês a Bitfy conquistou 2 mil usuários e R﹩ 50 mil transacionados. A estimativa mínima é chegar ao fim do ano com 50 mil usuários.

Como funciona?

O usuário precisa baixar o app Bitfy, disponível em Android e IOS. No cadastro serão informadas as chaves de segurança que só poderão ser utilizadas pelo usuário. Isso significa que a startup não tem acesso algum aos bitcoins do usuário, dando a ele total autonomia sem perder a segurança.

No caso dos pagamentos com a maquininha, coloca-se o valor desejado, a opção por crédito à vista e mais um clique no botão verde. Nesse momento surgirá um QR Code. Em paralelo, o usuário abre o app da Bitfy e clica no botão paga e, na sequência, a opção “Máquinas Cielo”. Nesse momento, a câmera do smartphone é aberta para a leitura do código. Com isso, basta colocar a senha do app cadastrada. Pronto: a transação é confirmada.

De acordo com o diretor de produtos da Cielo, Rodrigo Penteado, a parceria é uma oportunidade para expandir as receitas dos terminais da empresa. “Nossos clientes vendem mais e os usuários da Bitfy ganham uma alternativa muito prática para fazer compras”, diz. Entre agosto e setembro de 2019 foram movimentados quase R﹩ 14 BI no Brasil, segundo dados oficiais da Receita Federal. A expectativa com essa parceria é que o uso do bitcoin se torne uma opção interessante para o dia a dia também como qualquer outra moeda.

A Bitfy deverá aceitar outras moedas digitais no futuro. Ainda sem previsão, no entanto, a iniciativa deverá acontecer quando o brasileiro estiver mais familiarizado com as criptomoedas e elas tenham maior liquidez. “De acordo com a Receita Federal, a partir de agosto de 2019, foram movimentados R﹩ 14 bilhões em moedas digitais no País. Nossa expectativa com essas parcerias é que o uso do bitcoin se torne uma opção interessante para o dia a dia como qualquer outra moeda”.

Os benefícios do app ao usuário não param por aí

Dentro do próprio app é possível comprar e vender os bitcoins que ficarão sempre guardados única e exclusivamente na wallet. Nesse contexto, o usuário consegue ver também a cotação do dia, valor em reais, além de fazer transferências para outras contas de bitcoins e para bancos tradicionais, as quais as conversões para reais são feitas automaticamente.

Investimentos

Recentemente, a Bitfy fez uma rodada de investimento e um grupo de anjos aportou cerca de R﹩ 1,25 milhão na empresa. “Esse valor fez o nosso bootstrap. Financiei a operação nesse tempo e esse capital que entra vai para ações de marketing, entre outras. Lembrando que a Bitfy é uma empresa 100% digital e somos proprietários da tecnologia”, explica Lucas.

O que é um Bitcoin?

Mesmo que você não saiba o que é uma criptomoeda, já pode ter ouvido falar sobre o Bitcoin , a principal criptomoeda do mundo. O Bitcoin é a primeira moeda virtual e nasceu após a crise mundial de 2008. Ao contrário das tradicionais, não é emitida por nenhum governo e nem controlado por nenhum Banco Central.

Assim como qualquer outra moeda digital, ela é criptografada e tem circulação global – e com a mesma cotação em todos os países do mundo. Tudo isso sem que haja um órgão regulador capaz de definir sua forma de flutuação e seu valor de mercado.

“Quem quiser adquirir a criptomoeda terá que pagar o que o mercado estabelecer. Como a relação entre demanda e oferta é que dita as regras de preços, quanto menor for a oferta maior tende a ser a demanda e ainda mais elevado deverá ser o preço”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas virtuais inteiramente voltada para o mercado brasileiro, com objetivo de facilitar e expandir o modelo no país.

De acordo com o especialista, o limite de unidades é característica comum dos criptoativos, por uma razão simples: cada moeda digital tem uma codificação única.

Como o Bitcoin pode ser usado?

Na prática, é possível usar o bitcoin para realizar reserva de dinheiro, fazer operações de compra e venda e transferências. O primeiro ponto é que quem adquire a moeda aposta na sua valorização ao longo do tempo, o que a coloca como um instrumento para aumento de patrimônio do investidor.

Há a possibilidade de utilização, de fato, do Bitcoin em transações de compra e venda junto a empresas e instituições que aceitam pagamento em moeda virtual. Além disso, existe a transferência de valores entre contas.

“Para quem ainda quer entrar nesse mercado, a ideia é se antecipar. Mais de 80% da quantidade de Bitcoins já está distribuída. Isso quer dizer que restam apenas 20% do total de unidades possíveis”, recomenda Coquieri.

Segundo o COO da BitcoinTrade, os preços desse ativo tendem a se manter em expansão, no longo prazo, por conta do aumento da procura frente à oferta limitada de unidades. “É por isso que mesmo em cenário de desvalorização, o interesse em comprar Bitcoin continua, o que indica que vale a pena preservar o investimento no longo prazo”, ressalta Coquieri.

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Bitcoin deve recuperar market share em 2019, diz A.T. Kearney

Aos dez anos de vida, a criptomoeda deve protagonizar a consolidação do mercado de criptomoedas este ano; além disso, a consultoria prevê acirramento da guerra comercial entre EUA e China, epidemia mundial de ansiedade e crise do crédito nos mercados emergentes, entre outras tendências

O ano que acaba de começar deve ver os Bitcoins ressurgirem com importante valorização e amadurecimento. Esta é uma das previsões do Conselho de Políticas de Negócios Globais (GBPC – Global Business Policy Council) da A.T. Kearney, consultoria de gestão de negócios com mais de 90 anos de trajetória global, que listou as dez tendências e eventos de destaque em 2019, para os quais as empresas precisam se preparar. “São questões que terão implicações significativas no ambiente de negócios no próximo ano, inclusive para o Brasil”, assegura François Santos, sócio da consultoria A.T. Kearney.

Em 2018, todas as criptomoedas perderam muito valor, depois da bolha especulativa em 2016 e 2017 – as dez principais perderam mais de 80%de seu valor conjunto entre janeiro e setembro. A queda se deveu em boa parte a questões ligadas a segurança. O Bitcoin, que em 2016 respondia por 90% de todo o mercado de criptomoedas, viu sua representatividade cair para 33% em fevereiro deste ano.

Aos dez anos, completados em outubro de 2018, a moeda deve retomar crescimento em 2019, à medida que as altcoins, como são conhecidas as moedas alternativas ao Bitcoin, perdem a confiança dos investidores. A isso pode-se somar uma regulação menos rígida do setor.

Além do protagonismo dos bitcoins na consolidação do mercado de criptomoedas, os eventos previstos pela A.T. Kearney incluem a guerra comercial entre Estados Unidos e China, o relacionamento Xi-Putin, a epidemia global de ansiedade e a crise de crédito dos mercados emergentes.

“As empresas precisam estar preparadas para 2019, que será um ano conturbado”, afirma Santos.

Conheça as principais previsões para 2019:

Intensificação da guerra comercial EUA x China

Ao longo de 2018, o presidente norte-americano Donald Trump impôs taifas às importações da China. Pequim retaliou com a elevação de tarifas aos produtos americanos e criou um ambienta mais restritivo na China. Mais de 50% das empresas nos EUA afirmam estar enfrentando mais burocracia e inspeções pelas autoridades chinesas. Em dezembro as administrações Trump e Xi concordaram com uma trégua temporária, mas que seguramente retomará forças em 2019. Como resultado, as empresas precisam repensar suas estruturas de suprimentos.

Inovações trazidas para amenizar a crise do lixo

Tornou-se impossível ignorar a dificuldade de lidar com o desperdício em 2018. Tanto é que, ao longo do ano, a China e outros países asiáticos impuseram limites à importação de plásticos. Apesar dos esforços, essas proibições ainda são muito pouco para resolver o desafio representado por esse material, bem como os problemas trazidos pelo imenso volume de lixo produzido em todo o mundo. Segundo o Banco Mundial, a produção global de lixo crescerá 70% entre 2016 e 2050. O desperdício de comida representará a maior parcela desse lixo, mas o crescimento do e-commerce tem gerado um aumento exponencial no descarte de papelão e outros materiais utilizados para empacotar mercadorias. Nos países emergentes, cerca de 90% do lixo é descartado ilegalmente ou queimado. O mundo está reconhecendo essa crise e vem promovendo esforços para criar a economia circular, capaz de reduzir, reutilizar e reciclar o lixo de maneira mais eficiente.

Em 2019, devemos ver uma aceleração das iniciativas de inovação para processos de gerenciamento do lixo em todo o mundo.

Regulamentações para o enxofre impactando a indústria do transporte marítimo

A Organização Marítima Internacional (IMO) trabalha em novas regulamentações ligadas ao enxofre que terão implicações significativas sobre a indústria de transporte marítimo – e em 90% do comércio global que depende dele. A partir de janeiro de 2020, por exemplo, entra em vigor uma regulamentação que proíbe o funcionamento de navios que utilizem combustível com 0,5% de enxofre ou mais em sua composição. Os navios podem fazer adaptações para reduzir emissões, mas devido ao alto custo (entre US$ 1 milhão e US$ 10 milhões por navio), atualmente menos de 3% da frota global já realizou esse investimento.

Esse cenário deve levar a um ambiente de transição em 2019, que pode trazer impactos para além da indústria de transporte marítimo. A cada dia que passa, os valores do combustível ganham volatilidade nas refinarias. As empresas de transporte já começam a alertar para a potencial falta de combustível e os gastos adicionais com combustível estimados em US$ 60 bilhões até 2020.

Epidemia global de ansiedade levará a um mercado de novos produtos

Mais de 300 mil pessoas – cerca de 5% da população mundial – sofrem de depressão ou ansiedade, custando cerca de US$ 1 trilhão à economia mundial. Segundo o Gallup 2018 Global Emotions Report, que ouve pessoas de 146 países, o nível de felicidade está em seu nível mais baixo desde que a pesquisa foi criada, em 2006. Para aliviar os efeitos desse cenário, as pessoas estão buscando soluções além de medicamentos. Em 2019, veremos uma proliferação de novos produtos destinados a combater a ansiedade e depressão nas prateleiras, movimentando um mercado multibilionário.

Crise de crédito nos mercados emergentes

Alguns mercados emergentes, como Argentina, Brasil, Paquistão, África do Sul e Rússia passaram por um sério estresse econômico e financeiro como resultado de dívidas externas e desvalorização cambial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) tomou medidas importantes, mas a volatilidade deve continuar em 2019.

Outras previsões incluem da A.T. Kearney incluem:

• Escassez de areia para a indústria da construção
• Efeitos do relacionamento entre Rússia e China
• Uma África mais conectada do que nunca
• Materialização do “Iron Man” real em exoesqueleto

Neste link você encontra detalhes de cada uma das tendências previstas pela A.T. Kearney para o ano de 2019. Você também confere como as previsões realizadas para 2018 se tornaram realidade ao longo do ano.

Evento Blockchain on Tour traz ao Brasil especialistas do Crypto Valley para falar sobre futuro das criptomoedas

Voltado para qualquer pessoa que tenha interesse pelo tema, independentemente do nível técnico, Blockchain on Tour é uma iniciativa inédita promovida no Brasil pela SocialBlocks, Organização Social (OSCIP) focada em formar jovens de comunidades brasileiras como programadores em blockchain e conectá-los à oportunidades de trabalho remoto em empresas globais.

Blockchain on Tour
Com presença confirmada de 11 associados do Crypto Valley na Suíça, a meca da inovação em Criptomoedas, como o bitcoin, e em tecnologias de registro distribuído, como o Ethereum, o evento irá apresentar seis apps que funcionam na rede Ethereum e estão prontas para uso.

Confira a programação completa.

Presenças confirmadas

Gustavo Figueroa – Socialblocks
Mentor no Programa de Incubação da Singularity University e do Programa BCO do MBA da UCLA Anderson School of Management, membro do Crypto Valley Association desde sua fundação e desenvolvedor blockchain, Java, OOP, JavaScript e Python, ex-aluno de ciência da computação da Universidade de Oxford, investidor em inovação social com décadas de experiência em empreendedorismo, gestão de patrimônio e forte experiência em negociação de commodities, fusões e aquisições, na Europa, Ásia, EUA e Brasil.

Pedro Paulo Lins e Silva – Welight
Co-CEO da Welight, cursando MIT MicroMasters em Política de Dados, Economia e Desenvolvimento, ativista de tecnologia e empreendedor serial focado em soluções de impacto social e blockchain, assessor de startups e palestrante em eventos de ecossistema de inovação.

Hamid Benyahia – Dether
Co-fundador da Dether.io, uma empresa peer-to-peer para o aplicativo móvel ether marketplace. Tanto da Argélia quanto da França, Hamid trabalhou anteriormente em soluções de remessa baseadas em blockchain com o objetivo de usar a Ethereum para transferir valor para quem precisava em áreas pobres. Ele também fundou várias empresas e começou a trabalhar com provas de conceito blockchain para empresas do índice de ações CAC40 antes de perceber que uma solução como Dether está faltando.

Bernd Lapp – Swarm.City
Com anos de experiência em gerenciamento em vários setores, no final de 2014, ele se interessou pelo Blockchain Technology e pelas oportunidades de negócios que oferece, vivendo e trabalhando em Cryptovalley, Zug, Suíça. Foi consultor da Ethereum Foundation, é CEO da Old School GmbH, líder de negócios em Swarm City e assessor de alguns projetos de Blockchain.

Uma Hagenguth – Appics
Iniciou sua carreira como empreendedora on-line aos 15 anos de idade, ajudando as empresas a fazerem a transição com sucesso para o digital. Ela foi co-fundadora de uma agência global de marketing digital e combinou sua paixão por comunicação e marketing com sua paixão como filantropa e comerciante de criptografia para a tecnologia blockchain para co-criar o APPICS. Ela também é uma blogueira criptografada e particularmente habilidosa na simplificação de conceitos complexos. Sua missão: apresentar o mundo aos benefícios do Blockchain através das mídias sociais.

Michiel Berende – Etherisc
Começou sua carreira como gerente de processos de uma seguradora holandesa. Nessa função, ele se envolveu com microsseguro quando visitou a Índia em 2004. Ele apoiou uma ONG local em sua busca por tecnologia de seguros. Trabalhar nas bases inspirou Michiel a renunciar seu trabalho corporativo e ir morar e trabalhar na Índia. Lá ele trabalhou na Academia Tata-Dhan, onde estabeleceu um centro de conhecimento para microsseguro. Em 2006, Michiel começou como consultor independente e tornou-se membro do Grupo Consultivo de Assistência ao Grupo de Trabalho sobre Microsseguro dos Pobres, atualmente chamado de Rede de Microsseguros. Ele se concentra em seguros e tecnologia inclusivos e conduziu projetos na Ásia, América Latina e África. Desde 2014, o Michiel pretende melhorar o acesso a serviços financeiros através da tecnologia blockchain, atualmente na posição de Lead de Seguros Inclusivos na Etherisc GmbH.

Andy Tudhope – Status
Gerenciador de comunidades com experiência anterior em consultoria e gestão de projetos web2, despertou interesse pela evolução tecnológica e sua adoção maciça. Apaixonado pela tecnologia Ethereum Blockchain, acredita na possibilidade de melhorar a sociedade global através de uma plataforma descentralizada. Sua empresa, o Status está sendo construída com protocolos que permitem acessar o ecossistema Web3 sem comprometer a descentralização, contribuindo para criar estratégias de engajamento para a comunidade de língua espanhola.

Grif Green – Giveth
Um líder bem relacionado e respeitado dentro da comunidade Ethereum. Gerente de comunidade do TheDAO, liderando o esforço de limpeza do TheDAO Hack de todos os ângulos, co-fundador do White Hat Group, que garantiu os fundos em risco (10% de toda a ETH) do DAO e garantiu US $ 210 milhões de dólares ativos criptográficos no Parity Multisig Hack um ano depois. Em 2016, Griff fundou a Giveth para usar contratos inteligentes para capacitar radicalmente indivíduos e comunidades a promoverem mudanças reais de forma transparente e descentralizada. Atualmente, Griff está liderando a criação da Aragón DAC como uma segunda equipe independente para desenvolver a plataforma Aragon.

BOT – BLOCKCHAIN ON TOUR

CUBO
Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olimpia, São Paulo – SP
26 de novembro de 2018, 19h-22h
Inscrições, clique aqui

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As facilidades nas transações com Bitcoins

Por Fernando Bresslau

Ainda existem muitas dúvidas em relação ao investimento em bitcoins. Afinal,sua criação é relativamente recente e criptomoedas são uma novidade para todo mundo. Inseridas no mercado no início de 2009, essas moedas virtuais foram criadas com o objetivo de tornar as transações mais seguras e privadas, eliminando a necessidade de um intermediário entre quem envia e quem recebe. Além disso, a emissão de bitcoins é altamente controlada e confiável. Com isso, os brasileiros começaram a considerar a compra desse tipo de criptomoeda como um investimento a longo prazo, preferindo mantê-los em carteiras digitais por conta da expectativa de valorização.

Mesmo com as recentes quedas, acredito que a consolidação dos bitcoins é uma questão de tempo. Para os próximos cinco anos, existem até previsões de que seu crescimento atinja 1.267%, podendo chegar a valer US$ 96.000 por unidade, como aponta um estudo feito pela empresa de consultoria e pesquisa de ICOs, Satis Group.

Uma das grandes possibilidades desse tipo de criptomoeda é sua utilização como nova forma de pagamento, substituindo até mesmo o cartão de crédito no futuro. Entre os benefícios, posso destacar a redução dos processos burocráticos, já que tudo é feito digitalmente. Para o comerciante que aceitar esse pagamento, o risco de “chargebacks” (operações de cartão de crédito canceladas) será eliminado.

Nos pagamentos tradicionais, por exemplo, corremos sempre o risco de termos nossos dados roubados. Com o uso de moedas virtuais, o destinatário recebe apenas o dinheiro, sem necessidade de receber os dados pessoais do pagador. Dessa forma, o risco do roubo de informações pessoais no processo de pagamento diminui consideravelmente.

Outro ponto positivo é que não existem barreiras para a utilização do bitcoin: basta ter um aparelho (computador ou smartphone), acesso à internet e instalar um app ou programa adequado: a utilização de bitcoins é voluntária e aberta, não necessitando de autorização de nenhuma empresa, órgão ou governo.

Em alguns casos, uma transação de bitcoin pode ser muito mais rápida e barata do que uma transação convencional. Por exemplo, um americano que quiser pagar um prestador de serviços em Bangladesh usando bitcoins poderá ter a sua transação confirmada em menos de uma hora a um custo atual de menos de um dólar. Comparado com um envio via bancos, que demora mais de um dia e não sai por menos de 50 dólares, a vantagem é clara. Às vezes, transações de bitcoin são até mais rápidas e baratas que TEDs (mas não sempre). Vale lembrar que o custo da transação e o tempo de confirmação são variáveis e dependem da demanda da rede, e não do valor transacionado.

Por fim, acredito que o uso dos bitcoins ou outros tipos de moedas semelhantes vai trazer mais comodidade e independência para seus usuários nos próximos anos. Ainda estamos todos aprendendo e nos adaptando, mas já estamos no início de uma nova era de transações digitais, talvez até uma nova “internet do dinheiro”.

Fernando Bresslau, Country Manager da Ripio, carteira digital mobile para serviços financeiros.

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Mercado Bitcoin contrata ex-diretor da B3 e anuncia dois novos diretores

Dentro da estratégia de crescimento das operações no Brasil, o Mercado Bitcoin – maior corretora de moedas digitais da América Latina – anuncia a contratação de Reinaldo Rabelo, ex-diretor da B3, para assumir a diretoria Jurídica, de Riscos e Compliance da companhia. Outros dois novos executivos também passam a integrar a equipe: Deborah Gouveia Abi-Saber, ex-Red Bull, assume a diretoria de Recursos Humanos e Fabrício Tota, que vem da corretora de valores SOCOPA, é o novo diretor de OTC (Grandes Contas).

Os novos integrantes reforçam o board anunciado recentemente pelo Mercado Bitcoin, para sustentar uma estratégia de crescimento da empresa, que pretende aumentar em até dez vezes o volume de negociações realizadas na plataforma até o final deste ano, além de alcançar a meta de 2,5 milhões de clientes no período.

O novo diretor Jurídico, que já fazia parte do Conselho Consultivo do Mercado Bitcoin e trabalhou por quase dez anos como diretor executivo Jurídico, de Riscos e Compliance da Cetip e B3, passa a responder pelas mesmas áreas da corretora de moedas digitais. “Na Cetip, tive muito contato com questões de regulamentação do Banco Central e CVM e, como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, acredito que essa minha experiência será muito importante. Teremos que trabalhar em parceria com as autoridades em busca de uma regulação que não seja restritiva à inovação e permita que a tecnologia seja explorada em seu máximo potencial e de forma segura”.

Já Deborah Gouveia Abi-Saber, que anteriormente era diretora de RH da Red Bull no Brasil e teve passagens relevantes por grandes empresas, como BTG Pactual, assume a área de Recursos Humanos do Mercado Bitcoin com a missão principal de estruturar a área na companhia. “O que mais me atraiu para essa vaga foi a possibilidade de contribuir para o crescimento do Mercado Bitcoin e criar, em conjunto com a empresa e os profissionais, a história do setor de criptomoedas no país. O fato de atuar em um mercado relativamente novo representa um desafio interessante para mim e a oportunidade de construir um legado relevante em uma empresa que une o melhor das minhas experiências anteriores”, afirma Deborah.

Outra novidade do Mercado Bitcoin é a chegada de Fabrício Tota, diretor de OTC, para atender clientes e instituições que investem grandes volumes. “O meu papel no Mercado Bitcoin é atender as grandes contas. A empresa sentiu a necessidade de ter um atendimento mais próximo justamente por conta da alta demanda desse perfil de clientes, além disso, muitos deles estão fazendo o primeiro investimento em criptomoedas, o que requer um contato mais próximo”, comenta Tota. “O desafio é estender as nossas principais características, como excelência em atendimento, confiabilidade e segurança pelas quais já somos reconhecidos, para esses clientes”.

Além dessas contratações, a empresa conta também com a chegada de Ricardo Dantas, que assume a área de Marketing intelligence da companhia. Antes do Mercado Bitcoin, Dantas atuava na mesma posição na Multiplus e teve passagens pela B2W e Accenture.

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Como evitar as armadilhas de performance quando existe um bloqueio de Blockchain

Por David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace

Um dos principais marcos da tecnologia nos últimos 12 meses foi o crescimento de valor do Bitcoin. As bolsas digitais tiveram picos enormes de tráfego, causando, em alguns casos, até a falta da moeda virtual. Em novembro de 2017, por exemplo, duas das maiores corretoras de criptomoeda, a Coinbase e a Gemini, saíram do ar, tornando impossível para muitos usuários a realização das transações com a moeda digital. O resultado dessa falha foi uma queda drástica de 20% no valor do Bitcoin durante este período.

Naquela época, a Coinbase relatou que um dos níveis mais elevados de tráfego na Web contribuiu para a queda do sistema. No entanto, essa não foi a primeira vez que a corretora passou por problemas. No início de 2017, a Coinbase quebrou após uma compra frenética originária da Ásia, de investidores japoneses que correram para comprar a criptomoeda após ela ter se tornado juridicamente legal. A corretora adotou uma abordagem honesta quanto ao caso e o CEO, Brian Armstrong, avaliou que a empresa espera ter menos interrupções no futuro, durante períodos de alto volume de tráfego.

Blockchain está tornando as coisas difíceis?

A baixa performance não é algo que as empresas e consumidores modernos aceitarão, por isso, essas questões precisam ser controladas. O que dificulta a cotação de Bitcoins? O Bitcoin é um precursor do uso de Blockchain, que se trata de uma lista crescente de registros chamados blocos, conectados e protegidos por criptografia. Esses registros fornecem meios verificáveis de como documentar as transações.

Enquanto Blockchain se espalha pelas redes, o ônus de como essa tecnologia se comporta e funciona cairá nas equipes que integram as redes de descentralização em suas “pilhas tecnológicas”. No entanto, o uso de Blockchain na Web e em Nuvem acontecerá em ambientes de TI muito complexos, que certamente incluirão recursos de computação escalável, existentes apenas de maneira temporária. Não é apenas isso, mas Blockchain processará milhares de transações por minuto e a escala vai criar desafios de monitoramento, mesmo para as organizações de TI mais avançadas. Essa explosão de transações e complexidades exigirá uma abordagem de monitoramento totalmente inovadora.

Monitore e rastreie para entender a cadeia

Monitorar Blockchain requer visibilidade em toda a estrutura tecnológica e em todas as transações digitais que são processadas por essa tecnologia. Você não pode ignorar as solicitações ou informações de amostra/acelerador ao administrar Blockchain. Não pode acreditar cegamente que aplicações, serviços, processos, redes ou infraestruturas estão sempre fornecendo 100% de disponibilidade e performance otimizada.

No entanto, as equipes de TI também precisam entender os insights gerados por meio dos processos de monitoramento e, a partir desse conhecimento, os recursos deterministas de Inteligência Artificial (IA) serão essenciais. Ao utilizar algoritmos customizados de Machine Learning, as organizações podem autodescobrir e autoestabelecer os 100% do tráfego de rede, do consumidor final à aplicação de Blockchain e à sua Infraestrutura de TI. Esse mapa gerado pela IA fornecerá uma compreensão completa de todas as entidades, relacionamentos e dependências envolvidas na operação de Blockchain, baseada em uma aplicação e ajudando as equipes de TI a determinarem o impacto dos eventos relacionados à performance e o responsável pelas causas que possam surgir.

Porém, a compreensão é apenas uma parte do quebra-cabeça. O próximo passo é utilizar como base os algoritmos de Machine Learning para estabelecer, comparar períodos e criar visualizações de dados multidimensionais, com o objetivo de determinar e classificar problemas que possam ocorrer de maneira inevitável nos ambientes complexos que utilizem Blockchain. Como resultado, as empresas podem desenvolver autorregeneração de suas aplicações em Blockchain. Se uma aplicação dessa tecnologia estivesse com algum problema de memória, por exemplo, a Inteligência Artificial determinista (Machine Learning) poderia detectar esse estado e iniciar uma correção de ajuste da configuração de memória automaticamente, mantendo a capacidade da aplicação para processar os blocos de informações.

Blockchain possui aplicações mais amplas

O monitoramento de performance de Blockchain será fundamental para as empresas evitarem falhas como as que observamos hoje na bolsa de valores de Bitcoins. Mas não é apenas o valor de Bitcoin que pode ser afetado pelas falhas. Blockchain possui outras aplicações fora do mundo financeiro que podem ser afetadas.

Por exemplo, em uma cadeia de fornecimento, as aplicações de Blockchain rastreiam os bens à medida que se movem e nessa mesma cadeia, organizando melhor os dados de rastreamento e colocando-os em uso. O Walmart está trabalhando atualmente com a IBM para utilizar a tecnologia de Blockchain, com o objetivo de rastrear as mercadorias durante cada etapa da cadeia de fornecimento – distribuindo alimentos frescos para os consumidores com mais rapidez e fornecendo rastreabilidade completa em todo o processo. Porém, uma falha nesse caso poderia significar a perda de visão do estoque ou de bens, simplesmente por não estar no local e no momento correto, diminuindo assim a entrega para os consumidores e criando um impacto negativo em suas experiências.

À medida que o uso de Blockchain se torna mais generalizado, deve ser muito importante não monitorá-lo. Embora possa parecer como um outro tijolo na parede da complexidade de TI, com uma gestão adequada, Blockchain pode se encaixar perfeitamente no ecossistema digital e fornecer valor, ao invés de muitas dores de cabeça para as equipes de TI.

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Mercado Bitcoin cria estrutura para crescer dez vezes em 2018

O MercadoBitcoin.com.br, maior corretora de moedas digitais da América Latina, anuncia uma nova estrutura para suportar seu crescimento projetado de até dez vezes no volume de negociações realizadas pela plataforma em 2017.

O novo modelo de gestão da empresa conta com um Conselho Consultivo, composto por sete membros, incluindo profissionais experientes com passagens por instituições como a B3, Netshoes e Valid (veja abaixo a lista completa).

Com as mudanças, os dois sócios-fundadores da empresa assumem novas posições: Gustavo Chamati, passa a ser o CEO da empresa, no lugar de Rodrigo Batista, que se torna o presidente do Conselho.

O Mercado Bitcoin acaba de conquistar a marca de 1 milhão de clientes cadastrados e teve mais de 4,5 bilhões de reais negociados na plataforma em 2017, envolvendo três moedas digitais: Bitcoin, Litecoin e Bitcoin Cash. Para 2018, a corretora tem a expectativa de atingir 2,5 milhões de clientes e 50 bilhões de reais em negociações.

“Nosso plano de crescimento é agressivo e, para executá-lo, todas as peças precisam estar no lugar. Trabalhamos muito para construir um modelo de gestão adequado às necessidades do negócio”, explica Gustavo Chamati, CEO do Mercado Bitcoin.

Como parte das mudanças, a empresa completa a sua estrutura executiva com a contratação de Luiz Roberto Calado (ex-Citibank e ex-BB e professor FGV) como CE (Chief Economist); Galeno Garbe (ex-Uber) como CSO (Chief Security Officer); Flávia Barros (ex-99), que passa a atuar como CMO (Chief Marketing Officer); Gleisson Cabral (ex-CPFL) como CGO (Chief Growth Officer); Rodrigo Okimura (professor de finanças do Insper) como CFO (Chief Finnancial Officer); Jhonatha Emerick (ex-Rapiddo/Movile) como CXO (Chief Experience Officer). A área de Tecnologia, que continua a ser liderada pelo sócio-fundador Maurício Chamati (Chief Technology Officer), ganhou o reforço de Arnaldo Pereira (ex-Magazine Luiza), como Diretor de Tecnologia.

O executivo anuncia que a corretora ainda deve fazer novas contratações no curto prazo para lideranças nas áreas Jurídica e de Recursos Humanos: “Conseguimos reunir um time de profissionais que são referência em suas áreas, o que nos deixa orgulhosos. Estamos seguros de que o trabalho dessas pessoas será um diferencial capaz de nos levar a uma nova etapa, consolidando nossa posição de liderança no mercado”, destaca.

Junto com a nova estrutura organizacional, o Mercado Bitcoin inaugura um novo escritório na Zona Sul de São Paulo. A sede de 1500 metros quadrados, tem capacidade para 220 colaboradores.

Conselheiros do Mercado Bitcoin

Roberto Dagnoni – Ex-Vice-Presidente na Cetip e B3

Reinaldo Rabelo – Ex-Diretor Jurídico, de Compliance, de Riscos e Relações Institucionais na Cetip e B3

Mauro Negrete – Ex-Diretor executivo de TI e Operações da Cetip e B3

Roni Bueno – CEO da Orgânica e ex-Diretor de Marketing da Netshoes

Ricardo Macedo – Sócio do Escritório de advocacia Pereira Neto e Macedo

André Oda – Sócio e conselheiro do Mercado Bitcoin e membro do Conselho da Valid S/A

Rodrigo Batista – Sócio-fundador do Mercado Bitcoin e presidente do Conselho

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CargoX é primeira transportadora do Brasil a aceitar pagamento em bitcoins

A CargoX – empresa brasileira que oferece serviços de transporte de carga baseados em tecnologia e big data – anuncia sua nova forma de pagamento. A partir de agora, os clientes que contratarem os serviços da startup poderão fazer o pagamento em bitcoins.

Estas criptomoedas surgiram há nove anos, mas ganharam destaque especial nos últimos meses. Em 2017, a cotação das bitcoins valorizou cerca de 1.400% chamando a atenção da mídia e do grande público e levando mais pessoas a investirem nesse tipo de moeda. Com essa popularização, houve um aumento do número de produtos e serviços que podem ser pagos com a moeda virtual.

De olho nessa tendência, a CargoX está se estruturando para receber o pagamento dos seus serviços de transporte em bitcoins a partir do mês de abril. “Observamos o movimento do mercado em torno das criptomoedas e decidimos nos preparar para aceitar pagamentos nesse tipo de moeda”, conta Federico Vega, CEO da CargoX.

Conhecida pelo seu caráter inovador, a startup foi eleita pela CB Insights, empresa americana de inteligência de dados para investidores, como uma das 30 empresas mais disruptivas do mundo em 2018, sendo a única representante da América Latina. “Estamos em constante movimento de inovação, investindo em big data e no desenvolvimento constante de tecnologia, então faz todo sentido adotarmos também o pagamento em bitcoins”, explica o CEO.

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MundiPagg é a primeira plataforma de pagamento a aceitar Bitcoin no Brasil

A MundiPagg, em parceria com o Grupo Reserva, foi a primeira plataforma especializada em pagamentos no Brasil a lançar a opção de vendas em e-commerce por criptomoedas. As lojas virtuais da Reserva e Reserva Mini foram as primeiras varejistas de relevância no país a aceitar o Bitcoin.

Esta modalidade figura atualmente entre as principais tendências de pagamentos para 2018, uma vez que o Bitcoin vem atraindo cada vez mais adeptos, seja para quem planeja investir ou para quem procura por novas experiências. Com isso, a MundiPagg se torna uma das plataformas de pagamento mais completas e inovadoras do e-commerce. “Somos uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis”, afirma João Barcellos, CEO da companhia.

Barcellos ressalta, ainda, a importância da unificação de recursos para o aumento do ROI no e-commerce. “Ao integrarmos esse recurso a todos os outros, como checkout transparente, disponibilizamos uma plataforma unificada para que as lojas ofereçam cada vez mais opções aos consumidores, aumentando as vendas sem a necessidade de se preocupar com a complexidade dos detalhes técnicos das transações online”, completa o executivo.

Como funciona

Lançado em 4 de janeiro para a Reserva com boa receptividade, registrando alto volume de pedidos nas primeiras 24 horas, o pagamento por Bitcoin está disponível a todos os clientes e funciona da seguinte maneira: o pedido é realizado na loja virtual que disponibiliza esse tipo de pagamento e tem o valor automaticamente convertido de Real para a criptomoeda pela MundiPagg, considerando a cotação daquele momento. O novo número então é exibido na página do checkout da loja virtual em questão de milissegundos, que disponibiliza meios para o comprador efetuar o pagamento.

De acordo com João Barcellos, a Reserva, tem sido uma grande parceira nos últimos dois anos. “Quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin, abraçamos a ideia”. Para Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o Bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade”, completa Meisler.

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Reserva e Reserva Mini são as primeiras varejistas de moda de grande porte a aceitar o Bitcoin

A partir de hoje a Reserva e a Reserva Mini, marcas de moda masculina e infantil do Grupo Reserva, passam a aceitar bitcoin como forma de pagamento em seus e-commerces: usereserva.com e usereservamini.com. Elas são as primeiras de grande porte no mercado de moda a utilizarem pagamentos com a criptomoeda.

As transações serão administradas pela Mundipagg, gateway de pagamentos que irá fazer a operação das vendas e o armazenamento dos bitcoins. De acordo com Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade.”, conta Meisler.

A compra funcionará da seguinte maneira: quando uma solicitação de pedido em bitcoin for feita pela Reserva para a Mundipagg, automaticamente é realizada a conversão de real para bitcoin, considerando a cotação daquele momento. Este valor é retornado para a Reserva na resposta da criação do pedido, exibindo o valor da compra em bitcoin para o comprador efetuar o pagamento. Tudo isso acontece em milissegundos.

A Reserva é o primeiro e-commerce a receber pagamentos por bitcoins transacionados pela Mundipagg. João Barcellos, CEO da Mundipagg, destaca a importância da parceria para a possibilidade de novos negócios. “A Mundipagg é uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis. A Reserva tem sido um grande parceiro nos últimos dois anos, e quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin abraçamos a ideia”, conta Barcellos.

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Festival internacional de jantares compartilhados em São Paulo gera negócios através de bitcoin

Se o avanço da tecnologia foi o responsável pelo nascimento de ferramentas de economia compartilhada que movimentam bilhões em todo o mundo, a penetração delas nos mais cotidianos dos atos tornaram possível a contratação de serviços de hospedagem, transporte e refeições compartilhadas em apenas alguns cliques.

Como se já não fosse disruptivo o bastante, a empresa brasileira Dinneer realizadora do festival internacional de jantares compartilhados, edição São Paulo www.globalfoodweek.com passou a aceitar dos apaixonados por experiências gastronómicas, a moeda virtual Bitcoin, fechando um ciclo digno de distopia futurista que está revolucionando os meios de pagamentos e recebimentos em todo o mundo.

“A implementação do meio de pagamento foi um pedido dos próprios participantes, afirma, Flavio Estevam, responsável pela empresa Dinneer que realiza o Global Food Week em 46 países.”

Eram pelo menos dez e-mails por semana, contabiliza. “No último festival realizado em Toronto, tivemos dezenas de pedidos de participantes mas na época não aceitávamos a moeda. Em São Paulo não estão sendo diferente, já temos alguns jantares confirmados e pagos com Bitcoin. Além de nãopagarmos nada de tarifa, a transação é muito eficiente.”, conta Estevam. Tiro certo. Até 22/12, onze jantares tinham sido pagos com bitcoins.

Entre as experiências que você encontra no Global Food Week, chefs profissionais e cozinheiros amadores de outras nacionalidades servem em suas próprias casas, pratos típicos de seus países como Portugal, Argentina, Itália, Haiti, China, Peru e México.

O Global Food Week que vai de 19 a 29 de janeiro, já está aceitando inscrições de Anfitriões que desejam cozinhar em suas próprias casas e também daqueles que desejam reservar uma experiência diferente – Inscreva-se e saiba mais: www.globalfoodweek.com

Muito além da comida, a proposta é uma verdadeira imersão cultural possibilitando experimentar pratos típicos preparados por expatriados de todos os cantos do mundo sem sair de São Paulo.

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