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SulAmérica Saúde inova com acesso por biometria facial em aplicativo

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, apresenta uma funcionalidade inovadora no aplicativo SulAmérica Saúde: a biometria facial para acesso à plataforma. A companhia é a primeira operadora do mercado a adotar a tecnologia para essa finalidade e, com isso, pretende garantir conveniência e segurança ao cliente.

Em um processo rápido, a biometria facial consegue reconhecer o rosto do segurado, independentemente de expressões faciais, uso de óculos ou barba, por exemplo. Para utilizá-la, é necessário contar com a versão mais recente do app. A novidade já está disponível para parte dos clientes e em breve será expandida para todos os segurados da SulAmérica Saúde.

“Pensamos na tecnologia como uma aliada para surpreender o cliente e facilitar seu cotidiano. Temos disponibilizado soluções pioneiras em nossos aplicativos e hoje podemos dizer que os segurados de Saúde contam com um dos apps mais completos e inovadores do mercado”, afirma o vice-presidente de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

O aplicativo SulAmérica Saúde combina tecnologias disruptivas de inteligência artificial e cognitiva para oferecer serviços de atendimento ao cliente via chat e de solicitação de reembolso para consultas de até R$ 1 mil por meio do envio de uma foto do recibo, que pode ser feita com a câmera do smartphone. Além disso, com o serviço Médico em Casa, o app permite agendar atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos e beneficiários a partir de 65 anos em 19 cidades brasileiras.

“Com o acesso por biometria facial, nosso aplicativo transforma a experiência do usuário, tornando o processo de acesso a informações sobre os produtos da SulAmérica ainda mais fácil e dinâmico. Isso, sem dúvidas, agrega valor aos nossos serviços, algo que se reflete na satisfação dos clientes em relação à companhia”, explica o vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes.

Sorria, você está sendo reconhecido!

Por Felipe Santos

As conhecidas senhas alfanuméricas estão perdendo cada vez mais espaço. Hoje, as empresas estão investindo em outras formas de segurança, como ferramentas biométricas, leitura da íris e reconhecimento facial… Esta última, forma de autenticação digital baseada nos traços dos rostos, vem sendo amplamente pesquisada e desenvolvida para os mais diversos propósitos. É certo que a tecnologia ficará cada vez mais acessível e fará parte do cotidiano das pessoas. Tanto que alguns smartphones já são capazes de reconhecer os rostos de seus usuários para que sejam desbloqueados.

A difusão da tecnologia se intensificou depois que as gigantes Amazon e Google começaram a implementar algoritmos de deep learning (aprendizagem profunda), que hoje chegam a 80% de assertividade e, quando calibrados corretamente, podem chegar a 97%, com o aprendizado contínuo. E o mercado está de olho nesse movimento tecnológico. O reconhecimento biométrico deverá alcançar US$ 30 bilhões em 2021, segundo estimativas da ABI Research. Dados da consultoria de tecnologia Tractica apontam que só com reconhecimento facial as empresas esperam faturar US$ 882 milhões até 2024.

No Brasil, alguns setores estão em estágio avançado quanto ao uso do reconhecimento facial. O setor financeiro é um dos que mais investem. Alguns dos grandes bancos do país – Original, Itaú e Bradesco – já estão em teste para esse formato de autenticação de clientes, que é hoje um dos mais seguros para realizar qualquer tipo de transação. Mas outros segmentos, como bens de consumos, segurança e saúde, também irão aderir à tecnologia.

Entretanto, a solução ainda deve demorar para chegar ao dia a dia das pessoas. Para a implementação em larga escala, é necessário uma infraestrutura completa, que envolve um ambiente muito bem estruturado, com internet realmente rápida e equipamentos de alta qualidade.

Já a adaptação dos usuários ao novo, com o tempo e com a evolução da tecnologia, certamente será algo natural. Ainda nos parece estranho pegar o smartphone e focar no rosto para realizar uma verificação de transação. No entanto, é só parar e pensar que há 10 anos ninguém tirava selfies.

Além das companhias privadas, governos também estão adotando o reconhecimento facial em áreas estratégicas, como segurança. Um exemplo é a China, que está usando a tecnologia para identificação de suspeitos, mas ainda precisa de ajustes para evitar erros.

Mesmo com tantas dúvidas e incertezas sobre a eficiência do reconhecimento facial, a tecnologia deve evoluir rapidamente, tornando-se um importante recurso de segurança e usabilidade, trazendo praticidade para as atividades rotineiras.

Felipe Amaral dos Santos, Head Of Products na ilegra, empresa global de negócios e tecnologia

Unisys apresenta solução omnichannel e aplicação de biometria comportamental no Ciab FEBRABAN 2018

Entre os dias 12 e 14 de junho, a Unisys participa da 28ª edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – Ciab FEBRABAN 2018, em São Paulo. Durante o evento, a companhia apresentará duas soluções de destaques: o Elevate™, que consiste em uma plataforma omnichannel para bancos digitais; e o Stealth(identity)™, uma solução de segurança biométrica e autenticação, que faz parte do pacote integrado de software e serviços de segurança Unisys Stealth®.

O Unisys Elevate™ é uma solução disruptiva e integrada que pode ser personalizada de acordo com as regulamentações e condições de cada mercado, desempenhando a função de centro de integração de muitas funcionalidades e soluções, em uma única plataforma. Baseado na plataforma Retail Banking Delivery da Unisys, o produto incorpora um alto nível de segurança, com recursos integrados de biometria adaptável e análise de dados para identificar clientes, autenticar acesso e validar transações.

“Essas aplicações previnem fraudes e aprimoram a experiência dos clientes, além de cumprir requisitos regulatórios e reduzir significativamente os custos de certificações e normas de conformidade da indústria financeira”, afirma Luis Carlos Rego, vice-presidente e líder de serviços financeiros da Unisys para América Latina.

A funcionalidade omnichannel do Elevate potencializa a eficiência operacional e comercial dos bancos por proporcionar o atendimento em diversos canais, sejam tradicionais ou digitais, além de garantir a segurança das operações. Os recursos da plataforma permitem às instituições financeiras atrair uma nova geração de clientes digitais, melhorar o chamado time-to-market dos serviços digitais e transferir os custos para uma solução com modelo de pagamento por uso.

“Estudos da Unisys mostram que o custo médio global para adquirir e configurar uma conta de cliente em uma agência é de US$ 350. Configurar a mesma conta online de forma automatizada reduz este custo para US$ 140 e otimiza as operações”, comenta Luis Carlos Rego.

Já os produtos de segurança Stealth garantem proteção adaptável por meio do uso da tecnologia de microssegmentação em empresas, protegendo usuários, dados, aplicações e sistemas contra ameaças cibernéticas. Mediante a criação de comunidades seguras, usuários e dispositivos autorizados conectados à rede (seja no data center, em nuvem pública, ATMs, Internet das Coisas etc) são protegidos em segmentos criptografados criados pelo Stealth, camuflados contra invasores externos e protegidos contra as ameaças internas.

O Stealth(identity) permite a implementação de soluções de segurança biométrica e oferece gerenciamento de identidade com segurança e experiências positivas para o usuário. Uma arquitetura aberta permite a implementação de controles de acesso biométricos e autenticação multifatores em diversos dispositivos. Além disso, novos usuários são validados com inscrição verificada e é possível rastrear identidades para auditoria. A solução oferece recursos de análise detalhada para sistemas em diferentes setores, como o financeiro, e pode ser integrada à plataforma Elevate.

Durante o Ciab, a Unisys também participa do painel “Contas Digitais: O que Muda nos Negócios?”, no dia 14 de junho, às 14 horas, com palestra de Luciano Quintela, diretor de serviços financeiros da companhia. Além disso, no estande da empresa (#C31), os visitantes poderão conferir por meio de demos as inovações em biometria comportamental e novidades do Elevate.

A Unisys trabalha em conjunto com diversos clientes ao redor do mundo para oferecer soluções inovadoras para os negócios. Mais de 450 instituições financeiras em todo o mundo utilizam soluções e serviços da Unisys. Mais informações sobre as soluções da companhia para o setor financeiro estão disponíveis em: http://goo.gl/tuNqym

Ciab FEBRABAN 2018

Data: 12 a 14 de junho

Horário: das 10h às 19h

Local: Transamérica ExpoCenter (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – SP)

Estande da Unisys: #C31

Painel – “Contas Digitais: O que Muda nos Negócios?”

Data: 14 de junho

Horário: 14h

Local: auditório F6

Palestrante: Luciano Quintela, diretor de serviços financeiros da Unisys

Mais informações: http://www.ciab.com.br/

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Acesso Digital implementa biometria facial no Nubank

A tecnologia da Acesso Digital, empresa que possui a maior base nacional privada de faces cadastradas, começou a realizar a identificação das tentativas de falsidade ideológica dos clientes Nubank durante o processo de solicitação de cartão de crédito. Isso dá mais uma camada de assertividade ao processo de verificação antifraude do Nubank, que é hoje um dos mais seguros e efetivos do mercado.

“A biometria facial agrega mais uma esfera de segurança e melhorias na nossa operação, sem ter qualquer impacto na experiência do usuário. Do ponto de vista do cliente, o processo de solicitação do cartão continua simples, rápido e transparente”, garante Guilherme Wunsch, que lidera a área de prevenção a fraudes do Nubank. “Com isso, reduzimos a negativação indevida e melhoramos ainda mais a experiência de nossos clientes”, completa.

A biometria facial torna-se uma solução complementar às ferramentas internas de inteligência de dados baseadas em modelos matemáticos que o Nubank já possui. A tecnologia da Acesso confronta as faces dos clientes em uma base compartilhada entre as maiores fintechs, varejistas e bancos do Brasil. “O AcessoBio otimiza a segurança e o resultado dos clientes de maneira simples e eficiente, além de proteger o nome dos brasileiros”, aponta o CEO e fundador da Acesso Digital, Diego Martins.

A solução já está em operação no Nubank e os novos clientes já estão sendo validados pelo AcessoBio. Garantindo uma captação de clientes muito mais segura.

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Ingresso Rápido implementa sistema biometria facial

A Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets e entretenimento ao vivo da América Latina, iniciou a implementação de um sistema de biometria facial nas transações realizadas pelo site e App. O sistema da Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em soluções digitais que possui a maior base nacional de faces biométricas cadastradas, deverá aumentar a conversão de vendas e inibir fraudes, segundo os testes realizados no início de 2018.

A biometria facial evita fraudes por meio da validação das selfies que compõe o processo de compra de ingressos, confrontado as faces dos consumidores em uma base compartilhada entre os maiores varejistas do Brasil. Hoje, todo brasileiro que solicita um crédito ou compra um celular em algum dos clientes da Acesso Digital, gera um novo cadastro para essa base.

“A Ingresso Rápido busca constantemente formas de melhorar a experiência de compra dos clientes, prezando sempre pela segurança. Acreditamos que a biometria facial da Acesso Digital garantirá tranquilidade aos clientes na compra, além de impulsionar muitos outros projetos que estão por vir”, afirma o Gerente de Finanças e Pagamentos da Ingresso Rápido, Murilo Mascaro.

O uso da biometria facial no e-commerce para melhora da segurança e da experiência de compra já é realidade no mundo. O Alibaba, maior e-commerce da China, anunciou recentemente uma tecnologia que permite a compra através de uma selfie (vide vídeo). Já no Brasil, sabe-se que a compra pela internet cresce ano a ano. Segundo o levantamento Total Retail da PwC, apenas 3,4% dos consumidores brasileiros nunca compraram online.

Com o crescimento dos consumidores virtuais, cresce também a fraude e a recusa de clientes. Segundo dados do Mapa da Fraude, nos últimos anos os sites brasileiros contabilizaram entre 3% e 4,3% de fraude nas compras online, números que levam as empresas a investirem em tecnologias antifraude.

Essas tecnologias visam protegem as empresas, porém, no processo de evitar fraudes, muitos dos clientes considerados bons pagadores acabam sendo recusados. O Mapa da Fraude revela que 32% dos clientes que sofrem essa falsa recusa, não voltam a comprar no mesmo comerciante. Com isso, fica evidente que o desafio não está só em evitar a fraude, mas em permitir comprar quem não é uma fraude.

“Aumentar as vendas, evitar as fraudes e melhorar a experiência dos consumidores com tecnologia, são os objetivos da Acesso Digital nesse mercado. A empresa tem hoje a maior base privada de faces do país, compartilhando a solução de biometria facial com os maiores varejistas do mercado, fintechs, bancos, empresas de telecom e outros”, aponta o sócio da Acesso Digital e head do produto Acesso BIO, Marcelo Stuani Zanelatto.

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Banco Agiplan lança biometria facial para maior segurança dos clientes

O Banco Agiplan mais uma vez inova e usa a tecnologia como ferramenta para proporcionar maior segurança e comodidade para os seus clientes. O novo recurso é a Biometria Facial, que aumenta ainda mais a segurança no momento da contratação de produtos do Banco.

O processo é simples, a complexidade foi resolvida com software inovador, o cliente tem uma foto capturada para posterior verificação em um banco de imagens. Em questão de segundos, o rosto é escaneado, a foto é analisada e comparada, e o resultado dessa comparação autoriza ou não a transação. E o melhor: já que o conjunto de medições do rosto é único para cada um de nós, a precisão do reconhecimento através dessa tecnologia chega muito perto de 100%.

Marines Bilhar, diretora do Banco Agiplan, explica que a proposta do banco é gerar muito mais segurança e comodidade para os clientes. “O nosso grande objetivo é tornar toda e qualquer concessão de produto no ponto de atendimento muito mais segura. Uma vez que o cliente tem seu cadastro concluído no sistema do Banco Agiplan, a possibilidade de outra pessoa se passar por ele é mínima” afirma.

“O Banco Agiplan foi pioneiro no mercado financeiro brasileiro a utilizar a Biometria Facial e já está implantando a tecnologia para que seja utilizada em todas as contratações de crédito e acesso a conta corrente do Banco”, explica Fernando Castro, Diretor TI.

O resultado da instalação da Biometria Facial é um significativo aumento da segurança nas contratações do Banco Agiplan. A comodidade para quem opera a tecnologia também é destaque, já que basta uma câmera simples para implementá-la, sem necessidade de investimentos em nenhuma outra aparelhagem específica. Com um processo de tecnologia essencialmente digital, eliminamos papéis do fluxo e melhoramos ainda a eficiência da nossa operação. A segurança aumentou, enquanto os custos não subiram.

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73% dos brasileiros apoiam Documento Único de Identidade com uso de biometria

Dentre os mais de 1.000 participantes brasileiros da pesquisa Unisys Security Index, a maioria dos cidadãos do País acredita que a consolidação dos documentos pessoais como RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor em um registro único, além da adição de uma identificação biométrica será uma iniciativa eficaz para promover a segurança pessoal. Apenas 13% não concordam com a união destes documentos como medida de proteção e 14% ainda não têm certeza sobre a questão.

O Unisys Security Index é um índice de referência mundial sobre o tema segurança e considera as seguintes variáveis para sua construção: Segurança Pessoal, Segurança Pública, Segurança na Internet e Segurança Financeira, o que determina um indicador de cada país pesquisado e um global, em uma escala de 0 a 300, na qual 300 é a maior taxa de preocupação com o tema segurança e 0 a menor. No Brasil, o índice total apresentado foi de 189 pontos, enquanto que a média no mundo foi de 173 pontos.

A pesquisa Unisys Security Index, realizada em 13 países, questionou os mexicanos em relação ao mesmo tema, a qual apresentou um percentual muito semelhante ao do Brasil, já que três quartos dos entrevistados (75%) apoiaram a unificação das informações pessoais. Apenas 10% não concordam com a iniciativa e 15% não estão certos sobre o tema.

Entre os brasileiros, 78% dos homens e 69% das mulheres acreditam que a unificação do registro pessoal é uma medida fundamental para a proteção dos dados privado. O percentual se eleva nas faixas etárias mais altas, entre 45-54 anos (80%) e 55-65 anos (85%), principalmente quando comparado aos jovens (faixa etária de 18 a 24 anos), que apresentaram o menor índice, apenas 65% apoiam a unificação.

Diferente do Brasil, o apoio a esta iniciativa entre os jovens no México é o que apresenta o maior percentual, 79% dos entrevistados entre 18 e 24 anos concordam que a unificação dos dados pessoais promoveria maior proteção.

A aceitação também é elevada entre os brasileiros com alto grau de escolaridade, com 75% dos entrevistados com nível superior e pós-graduação sendo a favor da consolidação das informações pessoais.

Na camada da população brasileira de alta renda, o apoio à medida é de 80%, enquanto que o percentual entre a classe média e a baixa é igual, 72% dos entrevistados de cada grupo apoiam a iniciativa. No México, a aprovação é alta em todos os níveis socioeconômicos, sendo que a classe com renda mais baixa (77%) é a que se destaca no apoio à unificação dos documentos.

“A unificação dos registros públicos dos cidadãos no Brasil permitirá maior confiabilidade aos documentos, que atualmente não incluem dados de sinais biométricos, o que acaba dando margem para falsificações, atos ilícitos e criminosos. Além disso, a iniciativa vai auxiliar na desburocratização, contribuindo para modernizar os sistemas e evitar fraudes”, afirma Guilherme Artuso, SME Especialista na Vertical de Setor Público da Unisys para América Latina.

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Segmento de biometria vai superar 30 bilhões de dólares até 2021

O segmento global de biometria deve superar a marca de 30 bilhões de dólares em 2021, é o que apontam análises da ABI Research, empresa norte-americana que atua em inteligência de mercado. Em grande parte, esse sucesso se deve aos smartphones que trazem sensores de impressão digital integrados no equipamento. Daqui a quatro anos, espera-se haver dois bilhões de aparelhos com esse tipo de tecnologia. De acordo com o analista de pesquisas Dimitrios Pavlakis, os consumidores acreditam cada vez mais na biometria como forma de aumentar a segurança, conveniência e personalização em múltiplas camadas.

Por enquanto, América do Norte e Ásia-Pacífico são as regiões que mais se destacam no mercado de biometria. Por conta das atuais tensões e urgente necessidade de aumento de segurança, também a Europa deverá adotar a autenticação biométrica em diversos segmentos. Entretanto, a consultoria prevê uma rápida expansão na América Latina e no Oriente Médio. Na opinião de Juan Carlos Tejedor, diretor comercial da HID Biometrics para a América Latina, o Brasil está bem à frente dos demais países da América Latina em termos de implementação da biometria no setor financeiro, especificamente nos caixas eletrônicos. México, Argentina e Colômbia também já estão avançando na implantação dessa tecnologia em seus postos de atendimento bancário.

“O mercado de caixas eletrônicos no Brasil é o terceiro maior do mundo, ficando apenas atrás dos Estados Unidos e do Japão. Trata-se de um importante exemplo para os demais países do continente. Hoje, mais da metade dos terminais bancários brasileiros contam com sensores de leitura biométrica, mas ainda há muito que expandir, na medida em que os brasileiros estão se familiarizando cada vez mais com os sensores biométricos em muitos outros setores também. Eles são, inclusive, o primeiro povo da América Latina a fazer o cadastramento biométrico nos cartórios eleitorais – o que demonstra seu pioneirismo e abertura para adotar essa importante ferramenta de gerenciamento de acesso e identidade”, analisa Tejedor.

O executivo da HID afirma que a tecnologia biométrica multiespectral está se desenvolvendo em outras áreas do setor bancário. “Temos sido consultados por bancos que querem proteger seus próprios computadores, a fim de garantir que somente funcionários autorizados estejam acessando as contas bancárias dos clientes, como caixas e gerentes. O objetivo do setor bancário brasileiro é prover total segurança e rastreabilidade – e isso pode ser plenamente alcançado com a tecnologia biométrica. Em determinados casos, quando é necessário um segundo fator, a melhor combinação com a autenticação da impressão digital inclui telefone celular, cartão ou qualquer outro dispositivo pessoal. É importante lembrar que a essência da autenticação multifatorial é reunir algo que prove quem você é (biometria) com algo que você tem (cartão, smartphone etc.) ou algo que você sabe (senhas, pins etc.)”.

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“Hoje, o setor financeiro do mundo vai mudar”, anunciaram DPPM Holdings e TECH MONIA

Instant world direct financial telecommunications. with a technology that is the safest available(THE KEY), less than 30 seconds for any international or domestic transfer, and a fee of less than 0.30 USD, payment and transfer without foreign transaction fee and the same rate you see on google at the tip of your fingerprint without the need of moving your money out of your bank account and cards.
No matter who you are
No matter where you live
No matter what currency you use
Peer to peer ,
Inter-governmental
Inter-bank
Inter-corporate
Financial telecommunications at the tip of your finger
DPPM Holdings, creating tomorrow’s Technology (PRNewsfoto/DPPM Holdings and TECH MONIA)

A DPPM Holdings e a TECH MONIA anunciaram hoje que desenvolveram uma tecnologia de Telecomunicação Financeira que permite o pagamento INSTANTÂNEO (On-line ou na loja) e a transferência de dinheiro em qualquer moeda nacionalmente e internacionalmente com a taxa de 0,30 USD com apenas uma simples impressão digital, independentemente de onde se encontra sua conta bancária ou em qual país você more, ou ainda que tipo de cartão você possui.

A Tecnologia de Pagamento e Transferência é possível com outra tecnologia da TECHMONIA conhecida como THE KEY.

Alireza Dehghan, fundador e CEO, declarou: “Esta tecnologia é como ser o banco Mundial. Podemos transferir fundos instantaneamente de nossos bancos ou cartões em qualquer lugar do mundo para qualquer pessoa, e essa pessoa poderá gastá-lo instantaneamente ou transferi-lo para o mundo todo com a tarifa de 30 centavos da maneira mais segura possível, com um simples toque de seu dedo. E nós nem retemos seu dinheiro.”

A DPPM também atuará junto a bancos e governos.

O Sr. Dehghan também projetou: “Essa tecnologia colocará as telecomunicações financeiras nacionais e internacionais interbancárias como o Swift e também outras moedas virtuais como a Bitcoin e outros blockchains em geral em desuso. Estamos oferecendo soluções intergovernamentais, interbancárias e intercorporativas com as mesmas transações instantâneas.”

The KEY: The KEY é um conjunto de chaves encadeadas de costas uma para a outra entre as linhas de sua impressão digital que cria uma KEY (CHAVE) bastante exclusiva que é usada como identificadora de informação, assinatura para pagamento e como a identificadora de uma conta bancária única para todo o mundo, em pagamento DPPM, e tecnologia de transferência ou transferência instantânea.

Tecnologia de transferência: a transferência é realizada instantaneamente quer nacional ou internacionalmente, após a autenticação, o dinheiro é processado das contas ou cartões que você tem conectado à sua chave, e Sua CHAVE enviará uma notificação à DPPM (sua moeda) e a DPPM transferirá a mesma quantia à CHAVE beneficiária. E no caso de Transferência internacional, após a DPPM em sua moeda lhe enviar uma notificação, mandará outra notificação à DPPM na moeda do beneficiário, e a DPPM na moeda do beneficiário a enviará à CHAVE do beneficiário.

SEM TAXA POR TRANSAÇÃO INTERNACIONAL: Sempre que comprar qualquer coisa em outra moeda, seu dinheiro é processado em DPPM em sua moeda.

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A tecnologia por meio da biometria facial

Por José Soares Guerrero

Uma câmera de celular, tablet ou notebook e um software. Isso é o suficiente para a utilização da biometria facial, uma nova tecnologia que tem se tornado tendência na identificação de pessoas em diversos setores. Segundo o Biometrics Research Group, principal fonte de notícias, análises e pesquisas sobre o setor de biometria global, em 2012, 25% do mercado de biometria era focado em reconhecimento facial e de voz. Em 2015, esse número subiu para 33%.

Para contextualizar, a biometria facial pode ser utilizada em qualquer segmento onde seja necessário a identificação, ou seja, bancos em processos de autenticação, sistemas de saúde e laboratórios para reconhecer o cliente, qualquer empresa que necessite identificar o funcionário (controle de acesso e controle de ponto), aeroportos e empresas aéreas, segurança pública, no setor varejista que necessita saber quem é o cliente para fidelizá-lo, entre outros.

Antigamente, essa tecnologia era vista como algo “muito inovador” e as empresas ficavam bem reticentes, principalmente porque era algo visto em filmes e não no dia a dia. Com o passar dos anos, a biometria se tornou uma ferramenta conhecida mundialmente e a resistência a ela diminuiu muito. Costumamos falar que biometria facial já não faz mais parte do futuro, mas sim do presente.

Além disso, o que vemos hoje é que o número de pessoas usando smartphones tem aumentado progressivamente e a biometria facial se encaixa perfeitamente como uma solução mobile de fácil utilização para as organizações. As vantagens dessa tecnologia são inúmeras.

Primeiramente, podemos destacar a comodidade para quem usa, já que basta ter uma câmera simples, como a de um celular ou webcam, sem que a empresa precise investir em nenhuma aparelhagem específica, o que aumentaria os custos financeiros da implementação desse tipo de tecnologia. Além disso, é um processo difícil de falsificar já que conseguimos detectar o liveness, ou seja, se a face que está fazendo a autenticação é uma foto ou não.

Como o conjunto de medições do rosto é único para cada pessoa, outro benefício é a precisão do reconhecimento facial que é sempre muito alta, podendo chegar muito perto dos 100% em alguns softwares disponíveis no mercado. É tão incrível e surpreendente que alguns sistemas conseguem diferenciar até mesmo gêmeos idênticos.

Por fim, afirmo que a biometria facial é uma forte aliada em todos os processos de identificação e autenticação de pessoas. O que falta são as empresas conhecerem um pouco mais sobre os benefícios dessa tecnologia e implementá-la em seus negócios. Tenho certeza que todos irão se surpreender com a precisão do reconhecimento de dados. E aí vai ficar fora dessa?

José Soares Guerrero é um dos fundadores da FullFace, Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile.

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Biometria transformou mercado de segurança – Por Phil Scarfo

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Em anos recentes, houve um expressivo avanço da tecnologia biométrica em termos de segurança. Especialmente em relação aos sensores de impressão digital – que estão muito mais sofisticados, embora simples de usar. Hoje, eles conseguem diferenciar o tecido humano de um indivíduo de impressões digitais fraudulentas, obtidas a partir de uma centena de materiais diferentes que tentam reproduzir o dedo humano. Além disso, sensores biométricos com imagem multiespectral permitem constante atualização contra novas ameaças – ao contrário de outros sensores, que se tornam obsoletos rapidamente.

Essa capacidade de ‘aprendizagem’ é um grande diferencial para proteger a privacidade do usuário e tem transformado o mercado de segurança. Há mais de cinco anos, o setor financeiro foi um dos primeiros, no Brasil, a investir na tecnologia de imagem multiespectral. Esses sensores oferecem um melhor desempenho na coleta de informações e no registro das impressões digitais. Depois de ter cadastrado num banco de dados suas digitais, a pessoa poderá estar até mesmo com o dedo avariado, machucado ou sujo que ainda assim sua identificação será realizada imediatamente. Além disso, os dispositivos biométricos são habilitados para criptografia e detecção de violação de hardware – que protegem não só a integridade do sensor, como também a comunicação entre o cliente e o sensor. Essa é uma característica muito valorizada pelo mercado, sempre em busca de aumentar a segurança e melhorar a experiência do usuário. Por isso, a adoção dos sensores biométricos de imagem multiespectral tem se alastrado para muitos outros segmentos da economia.

Com relação aos módulos e sensores de impressão digital integrados da Lumidigm® Série V, por exemplo, eles estão cinco vezes mais precisos e quatro vezes mais rápidos nos caixas eletrônicos e multibancos, com sensível redução de erros. De modo geral, percebe-se um ganho em termos de desempenho e interoperabilidade. Por esse motivo, a nova linha de autenticação biométrica tem sido adotada nos sistemas de saúde, eleitoral e governamental – além do sistema financeiro. Essa tecnologia emprega o que há de mais avançado para escanear e autenticar impressões digitais de dentro para fora. Ou seja, além da camada externa da pele, o sensor faz uma leitura de uma subcamada mais profunda, irrigada por vasos sanguíneos. Isso evita fraudes e permite rápida autenticação. Trata-se de uma solução robusta e capaz de comprovadamente reduzir o custo total de propriedade em aplicações autônomas e de alto rendimento. Embora o foco seja sempre eficiência e segurança, nota-se um ganho de velocidade e, consequentemente, de conveniência – já que o cliente faz tudo mais rapidamente.

Recentemente, também os sensores da Lumidigm® Série M passaram a contar com liveness detection. Com várias aplicações, incluindo controle do tempo, presença e acesso físico, esses sensores têm alta performance na prevenção de fraudes. Com isso, o roubo de informações ficou praticamente reduzido a zero. Outra vantagem em relação à concorrência é o material com que os sensores são feitos. Enquanto a maioria pode ser facilmente danificada, eles contam com uma superfície de vidro bastante resistente e durável, operando sob quaisquer circunstâncias, tanto em ambientes fechados como ao ar livre ou até debaixo de chuva.

Todos sabem que, para oferecer uma autenticação totalmente segura, a evolução dos sensores passa pelo uso de uma autenticação multifatorial, através de uma combinação entre a autenticação da impressão digital do usuário e um código de barras, uma credencial de identificação, ou até mesmo uma credencial virtual ou código digital. É fundamental, também, que a tecnologia seja adaptável, a fim de se provar confiável e eficiente ao longo do tempo. Com isso, os dados pessoais do usuário estarão sempre criptografados, podendo ser acessados apenas se o cliente autenticar sua impressão digital. Ainda com relação à segurança, é necessário investir numa tecnologia capaz de ser constantemente melhorada para enfrentar novas ameaças.

Phil Scarfo, vice-presidente comercial e de marketing da HID Biometrics, divisão da HID Global – empresa do grupo Assa Abloy.

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UL é homologada para certificar biometria dos bancos brasileiros

A UL do Brasil, por meio de sua divisão Transaction Security (TS), foi homologada recentemente para prestar serviços de certificação dos processos internos de biometria aos bancos do país. A validação, que foi concedida após analise da capacidade técnica da UL e de sua equipe no Brasil e exterior, tem caráter indicativo, não gerando qualquer obrigação de contratação por parte das entidades financeiras.

“Trata-se de um passo muito importante para avançarmos nas discussões com o mercado sobre os benefícios e desafios que a biometria está trazendo”, avaliou Marcos Nunes, diretor de segurança digital da UL na América Latina. “Nosso objetivo a médio prazo é incentivar e ajudar ativamente na implementação de um padrão brasileiro para o uso da biometria por bancos e demais entidades financeiras, como já está em discussão em outros países”. Atualmente, a UL colabora com a FIDO Alliance (consórcio internacional integrado por bancos, operadores de cartões de crédito e empresas de tecnologia) para a padronização de práticas e processos relativos à biometria em transações financeiras.

Ao utilizar dados físicos como a impressão digital ou traços faciais para confirmar a identidade de uma pessoa, a biometria alia segurança a conveniência. “Processos para identificação e liberação de pagamentos que hoje exigem a checagem de diversas senhas e dados pessoais, exigindo tempo e paciência do cliente, podem ser simplificados ao ponto de, no futuro, as pessoas não precisarem mais carregar consigo uma carteira”, analisa Marcos.

Mas, para atingir este ponto, a tecnologia deve avançar e o uso da biometria deve ser combinado com outras formas de validação. Em um hackathon dedicado a biometria realizado pela UL em julho do ano passado, um grupo conseguiu enganar sistemas de segurança baseados na leitura de impressões digitais com o uso de películas em alto relevo simulando os traços do dedo de outra pessoa, feitos a partir de simples imagens do polegar. “Os sistemas baseados na biometria também possuem falhas e nosso papel é ajudar as instituições a aperfeiçoarem suas práticas e garantirem os benefícios desta tecnologia a seus clientes”, afirmou Chen Chi, líder de Advisory e Inovação da UL Transaction Security na América Latina.

PADRÃO NACIONAL – A possibilidade de haver trocas seguras de informações entre os diferentes players é outra importante prática para reduzir fraudes. “Por exemplo, seria impossível uma mesma pessoa abrir contas em bancos diferentes usando dados e documentação falsa se estas entidades trocassem dados biométricos entre si”, considera Marcos. “Para isso, é fundamental termos um padrão único no Brasil, que garanta a diversidade de soluções, mas integre a base de dados. Vemos a preocupação do setor em homologar empresas para a certificação de processos internos de biometria como um primeiro e importante passo neste sentido”, complementa Chen.

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